Virado travesti submisso 2 DG[borrador]Essa mensagem não foi enviada. Salvo: Sex 07/09/2021 15:35 Depois daquela noite tão agitada, chegamos no nosso apê lá pras 6 da manhã, bem alegres por causa do álcool e eu muito cansado e bem confuso com o que tinha rolado. Tava tão cansado que tirei o vestido e me joguei na cama sem tirar mais nada, e comecei a ficar remoendo na cabeça o que tinha acontecido. Como era possível que aquilo tivesse rolado comigo? Não entendia. Comecei a rever todas as imagens que tinham ficado gravadas em mim. Lembrava como o Joel me segurava colada nele, passando a mão na minha bunda por baixo da saia, e eu deixando ele fazer tudo. Lembrava do toque da pica dele na minha mão, e depois de me ver sentada no vaso chupando a pica dele. No fim, de tanto pensar, fiquei tão excitada que acabei me masturbando, imaginando que ele me tinha de novo nos braços e fazendo tudo que ele pedia. Resumindo, eu tinha gostado daquela experiência. Voltei pro quarto, tirei as meias e me meti na cama de calcinha e sutiã. E foi assim que acordei, quando lá pelo meio-dia chegou uma mensagem no celular. — Bom dia, gatinha. Não responde a mensagem. Se quiser continuar o jogo, te espero hoje à tarde no meu bar. Você tem que vir com saia curta, acima do joelho, não importa a altura, e blusa branca. Te espero. Em outra mensagem, ele mandou a localização. Li e fiquei remoendo de novo. Por um lado, queria ir, mas por outro, tava com medo. Mais tarde, conversei com minhas colegas. Elas não acreditavam que eu queria ir. No fim, decidi não ir. À noite, recebi outra mensagem. — Fiquei te esperando a tarde toda. Não respondi, mas minha cabeça não parava de girar. E assim, acabei dormindo. No dia seguinte, começou a rotina da faculdade. Não recebi mais nenhuma mensagem a semana toda, mas eu não tirava ele da cabeça. Algumas noites, pegava roupas das minhas colegas, vestia e ficava imaginando com ele, sendo tratado como uma garota. E acabava me masturbando, e até engolindo meu próprio esperma. Assim chegou a sexta-feira. E, estando na aula, chegou uma mensagem dele. —Te espero essa tarde, como te falei na semana passada. Naquele dia também não fui, e assim por mais três semanas, continuei recebendo mensagens. Na quinta semana, veio outra. —Essa é a última mensagem que vou te mandar. Sei que você gostou daquela noite e tenho certeza de que tá morrendo de vontade de repetir. Você não quer se sentir toda uma menininha comigo de novo? Claro que quer. Se não fosse assim, já teria me bloqueado, mas não bloqueou. Então, esse é o último dia que te convido pra vir. Depois de pensar muito, decidi ir. Conversei com minhas colegas, que não entenderam, mas eram elas que iam me emprestar roupa e me ajudar a me maquiar. Depois de muita discussão, consegui convencê-las, além de terem que me acompanhar até lá, porque sozinha eu não tinha coragem de sair vestida assim na rua. Coloquei minha calcinha, me emprestaram uma saia preta no meio da coxa, uma meia-calça preta, uma blusa branca e uma jaqueta de couro cruzada. Enchi o sutiã com duas esponjas que peguei em casa e modelei um pouco. Me maquiaram, me pentearam, e como minhas feições são bem neutras, eu passava por garota. Se olhasse bem, dava pra ver que era um cara travestido, mas na área onde a gente morava não era estranho ver isso. Saímos na rua, que já estava escurecendo, perto das sete. Andando, não dava mais de 20 minutos até o bar. Na rua, fazia frio, sentia ele subindo pelas minhas pernas e chegando até minha bunda. Chegamos na frente do bar e parei com elas um tempo. Elas disseram que dali já iam voltar. Pensei um pouco, quase voltei atrás, mas a excitação de estar ali, ter ele tão perto, e como ele já tinha dito, eu seria dele, e eu já tinha muito claro que seria assim. Atravessei a rua sozinha e bem devagar, cheguei na porta do bar, parei na frente, respirei fundo e entrei. No balcão, tinha uma garota vestida bem parecida comigo, mas com a saia mais comprida. Me aproximei. —Oi, o Joel tá? —Oi, sim, um momento. Quem é você? Não sabia. O que eu ia responder... Pensei por uns segundos. — Uma amiga. — Já sei — ela disse, piscando o olho. Abriu uma porta que tinha na direita do balcão e eu ouvi ela dizer: — Joel, tem uma garota aqui, das suas, perguntando por você. A garota se virou pra mim: — Ele mandou entrar. Me aproximei da porta, entrei devagar. Naquele momento, senti medo e excitação ao mesmo tempo. Vi ele sentado numa mesa de escritório, com um computador e um monte de papéis em cima. — Olha só, se não é a minha gatinha. Então resolveu vir, sabia que mais cedo ou mais tarde você aparecia. Vem cá, chega mais perto que eu quero te ver bem. — Oi, Joel — falei, com a cabeça baixa, olhando pro chão. — Shiiii, só vai falar quando eu perguntar, então fica quietinha. Me aproximei dele. Quando cheguei do lado, ele esticou o braço, me puxou pra perto, agarrou minha bunda e começou a apalpar, primeiro por cima da saia, depois enfiando a mão por baixo. Eu deixei, em silêncio. — Muito bem, vejo que veio vestida como eu pedi. Assim que eu gosto, obediente. E a calcinha, como é? — A mesma que eu tava usando naquele dia. — Hummm, é que você não tem outra, né? — Não. — Não se preocupa, eu vou comprar pra você nunca ficar sem. Essa é a minha primeira regra: não importa como você se vista, a partir de hoje, você usa a calcinha que eu comprar. — Mas como assim, vou ter que usar calcinha sempre? — Quem mandou você falar? Você vai usar o que eu mandar. A partir de agora, você é minha e vai fazer tudo que eu disser. E isso porque você se comportou mal, me fez esperar muito tempo. Eu ia te moldar aos poucos, do meu jeito, mas agora vai ser tudo um pouco mais rápido. Você concorda, né? — Sim. Eu não sei se eram as palavras dele ou a mão dele apalpando minha bunda, mas a situação me excitava cada vez mais. — Tira a jaqueta. Tirei e deixei de lado. Ele, com a outra mão, foi desabotoando minha blusa e colocou a mão no meu peito, apertando a espuma. — O que é que você tá usando aqui? Vamos ver... Um sutiã com enchimento? Hahahahahaha. Isso tem que resolver. Você tem uns peitos lindos de Silicone pra você. Continuei passando a mão no meu peito, deslizei até o ombro, puxei a blusa pra trás, tirei uma manga e depois a outra. Fiquei só de sutiã, desabotoei a saia, abaixei o zíper e deixei cair no chão. Aquilo me deixava super excitada, pensava nas vezes que eu tinha feito isso com outras garotas e agora eu estava no lugar delas. — Assim é melhor, não quero que suje sua roupa. Vamos, anda até ali na frente, vai dando voltas andando. Hummm, você tem uma bunda linda, vai me dar muito trabalho, vou fazer de você uma menina bem gostosa. Ele me deixou uns dois minutos assim, indo de um lado pro outro. — Para na frente da mesa, de frente pra mim, e ajoelha. Agora enfia debaixo da mesa, desabotoa minha calça e tira ela pra fora. Me ajoelhei, me arrastei pra debaixo da mesa, desabotoei a calça dele, tirei com uma mão e já ia levar à boca, me adiantando. — Ehh, ehh, calma, gulosinha, não vai tão rápido. Primeiro com a mão, bate uma um pouco. Comecei a fazer uma punheta pra ele, minha mão subia e descia, e eu sentia ele crescendo, via ele crescer, meu rosto estava bem na frente. Ele me pegou pela cabeça, agarrou meu cabelo e foi aproximando minha boca devagar até ela, até que não tive escolha a não ser abrir a boca e começar a chupar. Enquanto isso, ele ia acariciando minha cabeça e minhas costas, totalmente em silêncio. Eu me entretia em percorrer ele toda com a boca, com a língua passava pela ponta inteira, saboreava. Quanto mais crescia e mais duro ficava, mais eu gostava. Minha boca ia enchendo de fluido aos poucos, até que notei que ele ia gozar e acelerei meus movimentos, esperando receber a gozada na minha boca. Sentia os gemidos dele, que me deixavam mais excitada, até que ele descarregou dentro da minha boca todo aquele semen quentinho, que tentei não desperdiçar nem uma gota, embora não tenha conseguido e derramou ao redor dos meus lábios. Continuei chupando até deixar bem limpinha. Tirei da boca, mas continuei aproveitando ele na minha mão. Ele não dizia nada, eu continuava. Masturbando ele, passava de tudo pela minha cabeça. Agora eu já sabia que era dele e aquele pau que eu segurava na minha mão me pertencia. Tava disposta a fazer tudo que ele pedisse. Quem diria, umas semanas atrás eu me sentia presa por ele, as palavras dele me hipnotizavam. — Vamos, sai debaixo da mesa, ou quer mais, sua gulosa? — Hummm — eu disse, mordendo os lábios. — Não se preocupa, já vou te dar mais. Agora se limpa e se veste, que temos trabalho. Me limpei, me vesti com o olhar dele fixo em mim. Ele se aproximou, arrumou minha blusa e me deu um beijo na testa. — Vamos. Eu segui atrás dele. Saímos do escritório, ele foi pra trás do balcão, se virou pra mim e apontou pra garota que estava lá. — Essa é minha irmã, Laura. Laura, essa é — ele parou um momento, pensativo — Dessire. Vai nos ajudar no bar. — Oi, Dessire — ela disse, se aproximando e me dando dois beijos. — Oi, Laura — eu falei, tentando deixar a voz o mais feminina possível. — Tem que praticar mais essa voz, boneca — me disse Laura. — Bom, meninas, vamos trabalhar — cortou Joel de repente. — Leva ela pra cozinha e deixa ela te ajudar lá. Eu segui ela. Não fazia ideia do que tinha que fazer, mas logo me virei: sanduíches, pratos combinados, petiscos, etc. Me dei super bem com Laura desde o primeiro momento. Ficamos várias horas juntas, embora ela de vez em quando saísse pra ajudar no balcão. Elas tinham outra garota como garçonete, mas naquele dia ela não tinha vindo. Sem eu perguntar, ela me explicou que eu não era a primeira garota como eu que passava por ali, que Joel adorava transsexuais, mas que me via diferente das outras, ela disse. Também contei um pouco de como conheci ele, mas sem dar muitos detalhes. Saímos depois da 1 da manhã do bar. Pra falar a verdade, tava bem cansada. Joel disse pra irmos tomar algo num lugar perto. — Vamos, que eu pago uma bebida pra vocês. — Tô muito cansada, queria ir dormir — respondi. — Qual é, vai ser rapidinho e hoje você dorme lá em casa. — Bom, tá bem, mas prefiro ir pra minha casa dormir. — É, e eu quem? decide onde você vai passar essa noite e amanhã também, alguma objeção? -não -respondi baixando a cabeça. -assim que eu gosto, obediente. Enquanto andávamos, ele me levava com a mão no meu cu, no começo eu mantinha os braços colados ao corpo, meio tensa, mas por comodidade acabei passando um braço por trás dele. Chegamos no local, assim que entrei percebi que era um ambiente gay, vários casais de caras conversando e se beijando, em nenhum momento ele me soltou ou tirou a mão do meu cu, nem eu tirei meu braço de trás dele, isso me fazia sentir segura ali, até que duas minas se aproximaram, logo percebi que eram lésbicas, e cumprimentaram ele. Ele me apresentou como a garota dele, um papo rápido com elas e foram embora. Não ficamos muito tempo lá, fomos para o apartamento dele, onde Laura me deixou uma camisola curta vinho. Quando eu ia tirar a roupa, Joel me pegou por trás, desabotoou minha blusa, tirou, fez o mesmo com a saia, soltou meu sutiã, me deixando nua da cintura pra cima. -fecha os olhos e espera. Ouvi uma gaveta abrir, ele se aproximou de mim, passou umas tiras pelos meus braços, parecia outro sutiã, fechou atrás de mim, senti algo frio no meu peito. Ainda de olhos fechados, senti ele colocar outra coisa em mim, mesma operação de antes. -não abre ainda, vem pra cá, agora pode abrir. Me vi na frente de um espelho com meu sutiã vestido, mas por baixo tinham dois peitos que ele começou a tocar, desceu uma mão pegando a minha e levando até o peito. -toca, o que achou? -bem -não sabia o que responder. Fiquei tocando por um tempo, a textura era macia, pareciam reais ao toque. Ele pegou a camisola e vestiu em mim, me segurando por trás. -como você se vê? -muito bem -falei virando a cabeça pra olhar pra ele. Minha boca ficou perto do rosto dele, ele me segurou pela cabeça e me beijou nos lábios enquanto eu me virava e me agarrava no pescoço dele. Aquele beijo pareceu longo e curto ao mesmo tempo, pela primeira vez me senti toda uma princesinha. Ele me pegou no colo e Me leva até a cama, me deito, ele para de me beijar e começa a puxar minhas meias até tirá-las. Volta pra cima, me dá outro beijo, e eu pensando que ia rolar algo mais naquela noite, ele solta de repente: — Beleza, gatinha, hora de dormir, que amanhã tenho um dia bem longo preparado pra você. Deitou de cueca do meu lado e foi dormir. Às 9 da manhã, me acordou: — Vamos, dorminhoca, levanta que já tô acordado há mais de uma hora. No banheiro, deixei uma toalha, roupa íntima pra você trocar e maquiagem. — Bom dia... não sei me maquiar. — Vai, se liga que tem muita coisa pra fazer. Quando terminar, a Laura te ajuda. Entrei no banheiro, tomei banho e lá tinha um cachecol preto de renda com o sutiã. Coloquei tudo e chamei a Laura, que me maquiou por cima e me levou pro quarto dela. Experimentou várias roupas comigo e no fim me deixou num vestido preto acima do joelho. Arrumou meu cabelo e chamou o Joel: — Tá bom assim, mano? — Sim, já tá bom. Daqui a pouco ela vai estar toda mudada e bem gostosa. — Beleza, espera, bota umas meias nela que senão vai passar frio assim. — Vai, mas rápido que a Michelle tá esperando. Olhei pra ele com cara de espanto. Quem era Michelle?, pensei. — É uma amiga antiga, transexual, que vai te deixar bem linda e feminina pra hoje à noite. — O que ela vai fazer comigo? — Surpresa, você vai ver. Saímos da casa dele sem café, tomamos um do lado de fora. Como no dia anterior, na rua a mão dele sempre no meu rabo, coisa que não me incomodava, eu adorava sentir ela ali. Logo chegamos num salão de cabelereiro, onde ele me fez entrar. Uma moça nos recebeu, e eu soube na hora que era a Michelle. — Oi, Michelle — cumprimentou Joel, dando dois beijos nela. — Aqui tá a garota que te falei. Quero que deixe ela bem gostosa, e lembra: ela não pode ver nada até você terminar. — Ok, Joel, fica tranquilo. Vem, neném, ver o que a gente faz com você. Como você se chama? Fui atrás dela com cara de preocupação, vendo o Joel ir embora e me deixar ali. Tinham mais duas moças. Lá também tem transexuais. Ela me mandou sentar numa poltrona e, enquanto uma das minhas estava me dizendo pra tirar as meias e começou a cuidar das unhas dos pés, a Michelle começou a passar uma máscara preta no meu rosto, que ficou uns 15 minutos. Enquanto isso, ela foi retocar minhas sobrancelhas e disse que elas não estavam muito femininas — claro, nunca tinha feito nada nelas. — Vamos ver como você vai deixar, não exagera. — Fica tranquila e me deixa fazer. Mas ela percebeu que eu ficava olhando no espelho, aí pegou alguma coisa e colocou um tapa-olho em cada olho. Senti uma coisa quente em cima de uma sobrancelha, depois na outra, e então um puxão que me fez gritar. Ela repetiu isso mais algumas vezes, e depois senti que continuava com a pinça. Depois, ela tirou a máscara. Quando terminou, me levantou e me levou às cegas pra outra poltrona, onde lavou minha cabeça. Voltou pro lugar de antes e começou a mexer no meu cabelo: passava alguma coisa em mechas, enrolava com alguma coisa, e depois de um tempo colocou uma touca e me levou até um secador. Um tempo depois, a outra mina terminou com meus pés, saiu por um instante e voltou. Pegou minha mão e começou a cuidar das unhas. Pra ser sincera, me senti desconfortável sem enxergar nada. Mais um tempinho e me mexeram de novo: tiraram tudo que tinha na minha cabeça, lavaram e começaram a passar outra coisa. Daí, outra touquinha e deixaram lá. Pegaram minha outra mão e começaram a trabalhar nela. Depois de um tempo, tiraram a touca e falaram: "Bom, já era." Lavaram minha cabeça, pentearam e senti que começaram a cortar. — Cuidado com o que você corta, que levei muito tempo pra deixar assim. — Fica tranquila, é só as pontas. Aliás, você vai ter que treinar essa voz. A mina já tinha terminado minhas unhas e logo acabaram com meu cabelo. — Vou chamar o Joel, só falta te maquiar. Eu não falava nada, tava assustada sem saber o que tinham feito comigo, mas ao mesmo tempo excitada pra ver. Colocaram meus sapatos — ainda tava descalça — e me levaram pra outra sala, onde colocaram uma tiara no meu cabelo e tiraram os tapa-olhos. A única coisa que consegui ver foram umas... Unhas muito compridas, todas pintadas de vermelho que tinham colocado em mim. Ela passou base no meu rosto todo, depois veio os olhos, colocou uns cílios postiços. Eu perguntei:
— Tudo isso vai sair, né?
— Sim, claro, não se preocupa.
— É que segunda-feira tenho que ir pra universidade.
Só ouvi ela dizer:
— Huy.
Esse "huy" não me agradou. Ela continuou o trabalho e, quando começou com os lábios, o Joel apareceu na porta.
— Como tá minha garota?
— Em 2 minutos você tem ela pronta.
Ela terminou e saímos daquele quarto. Me sentou numa poltrona, tirou a tiara e foi quando me vi. Fiquei paralisada me olhando enquanto ela me penteava e arrumava o cabelo. Meu cabelo estava tingido de mogno e tinham feito um corte com franja, todo desfiado nas laterais e atrás. Me fizeram um corte totalmente de menina, aquilo não tinha conserto. Fiquei muito nervosa. O espelho mostrava totalmente uma garota: cabelo, sobrancelhas bem finas, olhos totalmente femininos. Comecei a chorar de nervoso.
— Mas o que você fez comigo? — gritei, me levantando e encarando o Joel. — Porra, cara, como vou chegar em casa assim e na facul?
Ele me pegou nos braços e me apertou contra ele. Eu tentava me soltar, mas ele era muito mais forte que eu e não consegui.
— Acho que exagerei um pouco, Michelle. Desculpa, perdi a mão. Você tem todo direito de ficar brava — enquanto me segurava e ia acariciando meu cabelo.
Demorei muito pra me acalmar, mas as carícias dele, as palavras dele me hipnotizavam e os braços dele me enfraqueciam. Estar entre aqueles braços podia mais que qualquer outra coisa e, apesar da minha raiva, a mudança de visual me agradava, mesmo que agora eu tivesse me olhado no espelho de novo e toda a maquiagem tivesse ido pro saco. Já estava mais calma quando ele levantou minha cabeça e olhou nos meus olhos.
— Tá mais calma?
— Tô, mas é que me impactou muito me ver assim e fiquei muito nervosa. Gostei de como ela me deixou, mas o que vou fazer segunda-feira? Como vou pra facul? E ainda por cima, daqui a 2 semanas, foda-se, as férias de... Semana Santa e tal, então não vou poder ir ver minha mãe. — Bom, a gente vê como resolver isso, desculpa mesmo, olha, isso aqui eu ia fazer você pagar trabalhando no bar, mas não vou fazer isso, e agora senta pra arrumar essa maquiagem, que a gente vai comer com a Michelle e depois vamos fazer compras que você precisa de roupas. Comemos algo rápido e depois nós três fomos comprar, começamos pela parte de baixo: calcinhas e tangas de várias cores, no total 15, meias, sutiãs, um body picardia, depois várias lojas de roupa, comprei várias saias, uns dois vestidos, e por último dois pares de saltões, um preto e outro rosa e preto lindos. Quase tudo quem escolhia era a Michelle depois de me ver experimentar. Passamos a tarde toda comprando e por último fomos deixar tudo na casa do Joel, onde ele me fez trocar de roupa. A Michelle me ajudou a me vestir, colocou um vestido de cetim preto acima do joelho com uma fenda que subia pela coxa, com os sapatos rosa. Quando terminou, ela disse que ia embora. Eu fui com o Joel pro bar, ele não tinha passado lá a tarde toda. Era horrível andar com aqueles saltos, nunca tinha usado tão altos, 12 cm. Entre os saltos e o vestido justo, eu dava uns passos curtinhos que me faziam andar bem feminina. Jantamos lá e de noite, depois de tomar algo num lugar, ele me levou pra balada onde o conheci. Umas danças, uns drinks, eu tava bem alegre pelo álcool e desinibida, me comportava como uma verdadeira puta. Ele me levou pro banheiro como da primeira vez, queria repetir a mesma coisa, mas dessa vez não me deixaram entrar no banheiro masculino. De volta pra casa, ele me levou pro bar, me encostou na parede me beijando com tesão, desabotoou a calça deixando cair, empurrou minha cabeça pra baixo me deixando de cócoras na frente do volume que ainda tava coberto pela cueca. Não hesitei um segundo em puxar pra baixo, porra, aquela pica linda com uma mão e levar à boca. Ter aquele exemplar entre meus lábios me deixava louca. Quando mas eu estava curtindo ela, ela me puxou pelo cabelo pra cima me fazendo levantar, me agarrou pela bunda me levantando nos braços me deixando de pernas abertas, me levou até a mesa, me sentou ali e me dando um beijo longo notei que ela tava se tocando na cock, tava colocando um preservativo, me deitei na mesa levantando minhas pernas abertas pra cima apoiando nos ombros dela, vi ela pegar um tubo, passar algo na mão, afastar minha calcinha e passar no meu cu, enfiando primeiro um dedo e depois dois, ela agarrou uma das minhas pernas com a mão me abrindo mais de pernas, com a outra mão pegou a cock e foi enfiando devagar, entrava e saía, doía, eu reclamava e ela parava e tirava e enfiava de novo até que entrou toda, ela pegou minha outra perna, me abriu um pouco mais de pernas e começou um vai e vem, primeiro devagar, eu ainda sentia dor que foi passando aos poucos, aquela posição me excitava, minhas pernas abertas levantadas, meus saltos de cada lado da cabeça dela e eu olhando nos olhos dela, o balanço cada vez mais rápido, o prazer que eu sentia cada vez mais intenso, meus gemidos, minha respiração cada vez mais forte, suas investidas me deixavam louca, me faziam morder os lábios, meu olhar fixo no seu, eu pedia mais, não para, continua, sabia que já era sua, que pertencia a você, ficaria assim pra sempre, já tinha decidido, faria o que você pedisse, entre gemidos meus pensamentos corriam na minha cabeça, até que notei que ela gozou, ela tirou, removeu o preservativo, me sentou na mesa, enfiou a língua até a garganta num beijo rápido e disse: — Chupa ela. Me ajoelhei sem pensar, enfiei na boca, tava viscosa, bem escorregadia, deixei bem limpinha, tinha perdido um pouco a ereção mas em pouco tempo tava no auge, me entretive na ponta e olhava pra cima, ela me agarrou pelo queixo, me levantou, me virou de costas, me abriu de pernas, me deitou na mesa com meus pés no chão e enfiou de novo de uma só vez. Me fez soltar um grito de dor, mas não parou. Em poucos segundos, me levou ao êxtase. A calcinha estava encharcada das minhas gozadas. De repente, senti ele jorrando dentro de mim. Mais quatro estocadas e ele tirou, ajeitou direitinho minha calcinha. Fiquei uns segundos naquela posição, as pernas tremendo. Sentia o sêmen escorrendo pelo meu cu, encharcando a calcinha e descendo pelas minhas pernas, enquanto ele arrumava a roupa. — Vem, gatinha, vamos pra casa. — Uff, tô tremendo toda. Espera, vou me limpar um pouco. — Nada disso, você se lava em casa. — É que é desconfortável, tá escorrendo pelas minhas pernas. — Melhor assim, você vai lembrar pra sempre da primeira vez que te comeram. Ainda bem que não tinha muito até em casa. Aquela umidade entre as pernas me deixava incomodada. Tomei um banho em casa, coloquei minha lingerie nova rosa e dormi com ele. E essa foi a primeira vez de tantas outras que vieram depois. A roupa ele ia descontando do meu salário que me dava por trabalhar como garçonete pra ele. Nos primeiros meses, só passava os fins de semana no apartamento dele, embora o visse todo dia. No verão, fui morar no teu apartamento. Minhas colegas de quarto surtaram quando cheguei e viram minha transformação. Nas primeiras semanas, não passei na faculdade. Com a cumplicidade da minha irmã, me apresentei na frente da minha mãe e expliquei o motivo da minha mudança: que queria ser assim e que estava com um cara. E continuei minha carreira mais tarde, já como Dessire. Já se passaram 7 anos disso e quase 5 desde que bateram na porta. Quando abri, sua irmã e dois agentes perguntaram se podiam entrar e nos deram a notícia: um carro tinha avançado um sinal de Pare e te acertou, te jogando da moto. Você morreu na hora. E aqui estou eu, sentada no seu escritório, com uma caixa onde guardo os peitos que você me fez colocar e que você dizia: "Um dia você vai se decidir e não vai precisar usá-los." Nunca dei o passo, não sei se por medo ou porque nunca me decidi estando com você. Quero que saiba que não os uso mais. Preciso, pouco depois do que aconteceu, dei o passo e a Michelle me levou na endocrinologista dela. E essa é minha pequena homenagem. Muitas vezes você dizia que um dia ia contar nossa história nessa página, e foi o que eu fiz, na sua ausência. E por último, porque sei que onde quer que esteja, vai ler isso: continuo vivendo com sua irmã, uma grande amiga e cunhada. Todos esses anos fui incapaz de ficar com mais ninguém, até seis meses atrás, quando conheci o David. Tô há três meses com ele, mas nunca vai ser igual.[/borrador]
— Tudo isso vai sair, né?
— Sim, claro, não se preocupa.
— É que segunda-feira tenho que ir pra universidade.
Só ouvi ela dizer:
— Huy.
Esse "huy" não me agradou. Ela continuou o trabalho e, quando começou com os lábios, o Joel apareceu na porta.
— Como tá minha garota?
— Em 2 minutos você tem ela pronta.
Ela terminou e saímos daquele quarto. Me sentou numa poltrona, tirou a tiara e foi quando me vi. Fiquei paralisada me olhando enquanto ela me penteava e arrumava o cabelo. Meu cabelo estava tingido de mogno e tinham feito um corte com franja, todo desfiado nas laterais e atrás. Me fizeram um corte totalmente de menina, aquilo não tinha conserto. Fiquei muito nervosa. O espelho mostrava totalmente uma garota: cabelo, sobrancelhas bem finas, olhos totalmente femininos. Comecei a chorar de nervoso.
— Mas o que você fez comigo? — gritei, me levantando e encarando o Joel. — Porra, cara, como vou chegar em casa assim e na facul?
Ele me pegou nos braços e me apertou contra ele. Eu tentava me soltar, mas ele era muito mais forte que eu e não consegui.
— Acho que exagerei um pouco, Michelle. Desculpa, perdi a mão. Você tem todo direito de ficar brava — enquanto me segurava e ia acariciando meu cabelo.
Demorei muito pra me acalmar, mas as carícias dele, as palavras dele me hipnotizavam e os braços dele me enfraqueciam. Estar entre aqueles braços podia mais que qualquer outra coisa e, apesar da minha raiva, a mudança de visual me agradava, mesmo que agora eu tivesse me olhado no espelho de novo e toda a maquiagem tivesse ido pro saco. Já estava mais calma quando ele levantou minha cabeça e olhou nos meus olhos.
— Tá mais calma?
— Tô, mas é que me impactou muito me ver assim e fiquei muito nervosa. Gostei de como ela me deixou, mas o que vou fazer segunda-feira? Como vou pra facul? E ainda por cima, daqui a 2 semanas, foda-se, as férias de... Semana Santa e tal, então não vou poder ir ver minha mãe. — Bom, a gente vê como resolver isso, desculpa mesmo, olha, isso aqui eu ia fazer você pagar trabalhando no bar, mas não vou fazer isso, e agora senta pra arrumar essa maquiagem, que a gente vai comer com a Michelle e depois vamos fazer compras que você precisa de roupas. Comemos algo rápido e depois nós três fomos comprar, começamos pela parte de baixo: calcinhas e tangas de várias cores, no total 15, meias, sutiãs, um body picardia, depois várias lojas de roupa, comprei várias saias, uns dois vestidos, e por último dois pares de saltões, um preto e outro rosa e preto lindos. Quase tudo quem escolhia era a Michelle depois de me ver experimentar. Passamos a tarde toda comprando e por último fomos deixar tudo na casa do Joel, onde ele me fez trocar de roupa. A Michelle me ajudou a me vestir, colocou um vestido de cetim preto acima do joelho com uma fenda que subia pela coxa, com os sapatos rosa. Quando terminou, ela disse que ia embora. Eu fui com o Joel pro bar, ele não tinha passado lá a tarde toda. Era horrível andar com aqueles saltos, nunca tinha usado tão altos, 12 cm. Entre os saltos e o vestido justo, eu dava uns passos curtinhos que me faziam andar bem feminina. Jantamos lá e de noite, depois de tomar algo num lugar, ele me levou pra balada onde o conheci. Umas danças, uns drinks, eu tava bem alegre pelo álcool e desinibida, me comportava como uma verdadeira puta. Ele me levou pro banheiro como da primeira vez, queria repetir a mesma coisa, mas dessa vez não me deixaram entrar no banheiro masculino. De volta pra casa, ele me levou pro bar, me encostou na parede me beijando com tesão, desabotoou a calça deixando cair, empurrou minha cabeça pra baixo me deixando de cócoras na frente do volume que ainda tava coberto pela cueca. Não hesitei um segundo em puxar pra baixo, porra, aquela pica linda com uma mão e levar à boca. Ter aquele exemplar entre meus lábios me deixava louca. Quando mas eu estava curtindo ela, ela me puxou pelo cabelo pra cima me fazendo levantar, me agarrou pela bunda me levantando nos braços me deixando de pernas abertas, me levou até a mesa, me sentou ali e me dando um beijo longo notei que ela tava se tocando na cock, tava colocando um preservativo, me deitei na mesa levantando minhas pernas abertas pra cima apoiando nos ombros dela, vi ela pegar um tubo, passar algo na mão, afastar minha calcinha e passar no meu cu, enfiando primeiro um dedo e depois dois, ela agarrou uma das minhas pernas com a mão me abrindo mais de pernas, com a outra mão pegou a cock e foi enfiando devagar, entrava e saía, doía, eu reclamava e ela parava e tirava e enfiava de novo até que entrou toda, ela pegou minha outra perna, me abriu um pouco mais de pernas e começou um vai e vem, primeiro devagar, eu ainda sentia dor que foi passando aos poucos, aquela posição me excitava, minhas pernas abertas levantadas, meus saltos de cada lado da cabeça dela e eu olhando nos olhos dela, o balanço cada vez mais rápido, o prazer que eu sentia cada vez mais intenso, meus gemidos, minha respiração cada vez mais forte, suas investidas me deixavam louca, me faziam morder os lábios, meu olhar fixo no seu, eu pedia mais, não para, continua, sabia que já era sua, que pertencia a você, ficaria assim pra sempre, já tinha decidido, faria o que você pedisse, entre gemidos meus pensamentos corriam na minha cabeça, até que notei que ela gozou, ela tirou, removeu o preservativo, me sentou na mesa, enfiou a língua até a garganta num beijo rápido e disse: — Chupa ela. Me ajoelhei sem pensar, enfiei na boca, tava viscosa, bem escorregadia, deixei bem limpinha, tinha perdido um pouco a ereção mas em pouco tempo tava no auge, me entretive na ponta e olhava pra cima, ela me agarrou pelo queixo, me levantou, me virou de costas, me abriu de pernas, me deitou na mesa com meus pés no chão e enfiou de novo de uma só vez. Me fez soltar um grito de dor, mas não parou. Em poucos segundos, me levou ao êxtase. A calcinha estava encharcada das minhas gozadas. De repente, senti ele jorrando dentro de mim. Mais quatro estocadas e ele tirou, ajeitou direitinho minha calcinha. Fiquei uns segundos naquela posição, as pernas tremendo. Sentia o sêmen escorrendo pelo meu cu, encharcando a calcinha e descendo pelas minhas pernas, enquanto ele arrumava a roupa. — Vem, gatinha, vamos pra casa. — Uff, tô tremendo toda. Espera, vou me limpar um pouco. — Nada disso, você se lava em casa. — É que é desconfortável, tá escorrendo pelas minhas pernas. — Melhor assim, você vai lembrar pra sempre da primeira vez que te comeram. Ainda bem que não tinha muito até em casa. Aquela umidade entre as pernas me deixava incomodada. Tomei um banho em casa, coloquei minha lingerie nova rosa e dormi com ele. E essa foi a primeira vez de tantas outras que vieram depois. A roupa ele ia descontando do meu salário que me dava por trabalhar como garçonete pra ele. Nos primeiros meses, só passava os fins de semana no apartamento dele, embora o visse todo dia. No verão, fui morar no teu apartamento. Minhas colegas de quarto surtaram quando cheguei e viram minha transformação. Nas primeiras semanas, não passei na faculdade. Com a cumplicidade da minha irmã, me apresentei na frente da minha mãe e expliquei o motivo da minha mudança: que queria ser assim e que estava com um cara. E continuei minha carreira mais tarde, já como Dessire. Já se passaram 7 anos disso e quase 5 desde que bateram na porta. Quando abri, sua irmã e dois agentes perguntaram se podiam entrar e nos deram a notícia: um carro tinha avançado um sinal de Pare e te acertou, te jogando da moto. Você morreu na hora. E aqui estou eu, sentada no seu escritório, com uma caixa onde guardo os peitos que você me fez colocar e que você dizia: "Um dia você vai se decidir e não vai precisar usá-los." Nunca dei o passo, não sei se por medo ou porque nunca me decidi estando com você. Quero que saiba que não os uso mais. Preciso, pouco depois do que aconteceu, dei o passo e a Michelle me levou na endocrinologista dela. E essa é minha pequena homenagem. Muitas vezes você dizia que um dia ia contar nossa história nessa página, e foi o que eu fiz, na sua ausência. E por último, porque sei que onde quer que esteja, vai ler isso: continuo vivendo com sua irmã, uma grande amiga e cunhada. Todos esses anos fui incapaz de ficar com mais ninguém, até seis meses atrás, quando conheci o David. Tô há três meses com ele, mas nunca vai ser igual.[/borrador]
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