A confissão
—São tantas coisas que têm rolado comigo ultimamente que nem sei por onde começar.foram minhas primeiras palavras pro psicólogo. Tava tão nervoso que meu olhar fixava no chão, minhas mãos suavam e minhas pernas tremiam. Nunca tinha contado meus problemas mais íntimos e de família pra um estranho igual aquele cara que tentava me deixar à vontade. Por uns minutos pensei que tava perdendo tempo, já que nem falava desses assuntos com alguém de confiança, por que faria isso com um desconhecido?
Aí ele chegou perto de mim com um copo d'água, depois de me dar, ele fala,Sei que você tá nervoso e que acha que isso é uma puta besteira sem sentido, mas te garanto que tudo que você falar aqui não vai vazar, eu vou te ouvir e vou te ajudar.Ao ouvir aquilo, levantei o olhar, observando o rosto dele e percebi que tinha um sorriso bem amigável. Entendi por que ele era o especialista mais requisitado da cidade e por que minha tia tinha me recomendado — ele tinha algo diferente de todo mundo, era capaz de te ler na hora com pequenos gestos, e o olhar dele te prendia, fazendo você se sentir à vontade automaticamente.–O-ok-respondi, bebi toda a água, fechei os olhos e suspirei. Quando abri eles de novo, ele pediu pra eu começar do início, me apresentando pra deixar a conversa mais natural.—Bruno, meu nome é Bruno, tenho 18 anos e moro com meus pais e minha irmã.expresse, dando uma pausinha pra continuar falando—Estou aqui porque, há pouco tempo, descobri segredos terríveis na minha família e já não sei em quem confiar ou o que é certo.Enquanto isso, ele não tirava os olhos de mim. De novo, me deu uma certa ansiedade, não por desconfiança, mas pelas lembranças daqueles eventos que me levaram até ali.
Como eu disse antes, tudo começou quando descobri os segredos mais íntimos da minha família, transformando minha vida num pesadelo do qual eu queria acordar. Mas, pra ser sincero, também tem coisa boa no meio dessa merda toda. Só que antes de falar disso, vamos começar pelo primeiro segredo que descobri na minha família. Naquela época, eu tinha 14 anos e tava me preparando pra festa de aniversário da minhairmãzinhaCom a Emma, a gente tinha 1 ano de diferença, mas tava na mesma série. Meus pais falavam que era porque ela não quis se desgrudar de mim quando entrei no ensino fundamental.
Sinceramente, sempre desconfiei dessa história, porque eu lembrava que no meu primeiro dia de escola, a primeira pessoa que vi foi a Emma, sentada com um sorriso angelical. Mas como duvidar do que meus pais diziam? Eles não iam mentir pra mim sobre uma coisa dessas, né? Mesmo amando a Emma como minha irmãzinha, algo dentro de mim me fazia relutante em vê-la assim, ainda mais porque ela era muito diferente de mim. Só pra ter ideia, ela tinha cabelo castanho e olhos claros, enquanto meus pais e eu tínhamos cabelo preto e olhos escuros.
Nenhum dos meus tios tinha esses traços, muito menos meus avós, então a Emma era única na família. Bom, voltando ao aniversário da minha irmã, lembro de ter descido e caminhado até a sala. Lá, a Emma tava com as amigas dela e estava linda como sempre. Os olhinhos verdes dela me hipnotizavam e me deixavam todo bobo. Aí, a mamãe chegou perto e sussurrou no meu ouvido pra eu sentar pra gente começar a festa. Obedeci, pensando em sentar do lado da minha irmã pra ficar perto dela. Mas, quando tava chegando na cadeira, o Pedro, um moleque da nossa turma, sentou lá.
Ele e eu não nos dávamos bem, hoje em dia muito menos, mas na hora deixei pra lá, porque era o aniversário da minha irmã e eu não queria estragar por causa de uma briga besta. Mesmo que isso significasse ter que sentar no lugar mais longe dela, como se fosse na escola. A Emma brilhava nos olhos de todo mundo, e eu passava despercebido nas sombras. Não me incomodava nada com isso, mas preferia ficar o mais perto dela possível, pra admirá-la e depois desenhar ela. Um hobby que fui desenvolvendo durante toda a minha adolescência e que me levou a descobrir outros segredos de família. Bom, sem me adiantar muito, depois de comer e abrir os presentes, alguém tocou a campainha. Como ninguém atendia, fui eu abrir a porta. Quando abro, vejo um cara de cabelo comprido, óculos escuros e de terno. Ele me cumprimentou, passou a mão na minha cabeça e bagunçou meu cabelo. Me perguntou pela Emma, e eu falei que ela estava lá dentro sentada, celebrando o aniversário dela. O homem, sem falar uma palavra, entrou, e foi aí que eu ouvi meus pais dizerem:—"Gerardo? O que você tá fazendo aqui?ao que ele responde,—"Vem ver minha sobrinha"—Emma deu um pulo na hora e correu pro homem, abraçando ele todo emocionado e chamando ele de tio.—Ti… Tio?balbuciei confuso, olhei pros meus pais, que sorriram pra mim e disseram que a gente conversaria depois do aniversário. Quando a festa acabou, eles sentaram comigo na mesa e revelaram a verdade: que a Emma não era minha irmã. Tenho que admitir que por uns minutos foi difícil digerir aquilo, mas consegui porque no fundo sempre soube a verdade, só não queria tirar a venda dos meus olhos. Meus pais cuidaram da Emma porque eram amigos dos pais dela e, na época, o tio dela era menor de idade pra cuidar dela.
Os outros parentes da garota não tinham uma boa relação com os falecidos e não quiseram assumir ela. Em vez de deixá-la abandonada à própria sorte em algum abrigo, meus pais decidiram cuidar dela e adotar a filha dos amigos. Depois de ouvir como tudo aconteceu, levantei e fui pro meu quarto, onde fiquei trancado um bom tempo, até que minha mãe veio me ver. Ela me aninhou nos peitos dela, que começaram a me incomodar, já que eu ignorava o fato de que minha mãe me excitava.
Minha vida não mudou muito, porque a Emma continuou morando com a gente, mas nosso relacionamento foi diferente, principalmente quando fiz 18, porque parei de vez de vê-la como irmã e ela passou a ser a garota mais gostosa e atraente pros meus olhos, sem contar que era mais velha que eu por uns meses e não mais nova como meus pais tinham me feito pensar no começo. Bem, isso também era porque minhas únicas interações com mulheres se limitavam à minha mãe e minha irmã adotiva. Ambas estavam despertando em mim um desejo que se refletia na minha entreperna, mas não dei muita importância e só me concentrei na minha arte. Fui melhorando minhas técnicas de desenho e meus retratos cada vez mais parecidos com a pessoa.
Esse hobby e paixão pela arte, eu escondi de todo mundo, virando meu segredo, porque meu pai, ao me ver tão tímido com as mulheres e que eu não me relacionava Com elas, pensaram que eu era gay, algo que não agradava muito elas. Um dia, Jorge, um dos meus primos, ficou na minha casa por umas duas semanas. Ele era dois anos mais velho que eu, a gente não se dava mal, mas ele era muito irritado, porque de algum jeito eu era o rival dele a ser vencido, fazendo com que tudo, mas absolutamente tudo, virasse uma competição. Os prêmios por ganhar essas disputas não eram nada mais, nada menos que um abraço da minha mãe.
Ela se chama Isidora, aliás, é uma mulher bem gostosa, a inveja das mulheres e o desejo dos homens da vizinhança, porque além de ter um rostinho bonito, também tem um corpo maravilhoso, que ela sabe como exibir. O busto dela tem 94, a cintura 65, enquanto o quadril é 94, ela tem cerca de 1,69m, cabelo preto, pele branca meio morena e atualmente tem 37 anos. Ela é 10 anos mais nova que meu pai, ele se chama Daniel, é um homem de corpo robusto, diferente de mim, tem mais ou menos a mesma altura que eu, 1,80m, cabelo preto também, pele branca.
Como eu disse antes, minha mãe tinha vários caras atrás dela e desde que me lembro, Jorge era um deles, embora essa obsessão tenha aumentado naquela época, quando ele tinha 20. Pra mim, sinceramente, tanto fazia, porque nunca associei aquilo a um interesse sexual, além disso, pensei que ele só fazia isso pra minha mãe ser mais carinhosa com ele, como era com o irmão dele, Antônio. Ele é cinco anos mais velho que eu, mais ou menos aos 18 anos ele começou a ser muito atencioso com a mamãe, desde então, sempre ajudava ela quando precisava, então era natural que ela fosse gentil e carinhosa com ele.
Voltando ao Jorge, um dia antes de ele ter que voltar pra casa dele, ele encontrou um dos meus retratos que eu tinha da minha mãe. Eu tinha deixado na minha escrivaninha pra secar a tinta no sol, saí pra acompanhar meu pai em umas compras, quando voltei, vejo o filho da puta com a pintura na mão e ele dá de presente pra ela. pra minha mãe, fazendo passar como se fosse obra dele. Obviamente, eu fiquei calado e não consegui contar a verdade, com medo de que meu pai desaprovasse meu hobby e me fizesse esquecer da arte.
Aquilo me doeu, porque minha mãe parabenizou aquele idiota do meu primo e o elogiou por algo que ele não tinha feito. Então decidi parar de fazer retratos dela, para que o tal do Jorge não roubasse mais nenhum meu e minha mãe não continuasse caindo na rede de maldade dele. Me senti meio desmotivado por ter que desenhar só a Emma, porque, embora eu adorasse fazer isso, o corpo da minha mãe era o que mais me fascinava traçar. Foi aí que resolvi explorar um site adulto. No começo, fiquei nervoso, porque, porra, apesar de ter 18 anos, minha mãe ainda me tratava como um garotinho.
Encontrei várias minas e mulheres gostosas, com corpos majestosos, mas só duas daquele site prenderam toda a minha atenção: uma tal deLuxúriaque era uma francesa com um corpão divino e que só de olhar já quis esculpir. A outra que me deixou alucinado foiVerão 24uma loira que me deixou todo arrepiado e que, curiosamente, naquele dia tinha feito a primeira publicação dela. Mesmo sem poder ver os rostos delas, desenhar os corpos era algo completamente fantástico pra mim. Mas não só elas entraram pros meus quadros, como também a minha vizinha.
Incluí ela num dia em que abri a persiana e olhei pela minha janela, lá estava ela tomando sol, num biquíni minúsculo, que mal cobria os bicos dos peitos e a buceta dela. Fiquei pasmo, apreciando o corpo da dona Natacha por uns bons minutos, e quando percebi que ela não notava minha presença, peguei um lápis e um papel pra começar a esboçar aquela figura, que com o tempo fui considerando perfeita. Minha vizinha virou assim uma das minhas modelos favoritas pra desenhar, toda tarde quando ela saía pra tomar sol, eu me escondia na janela pra retratá-la. Diferente de outros caras, eu não olhava pra dona Natacha com olhar depravado, só via ela como minha musa e com quem eu ia melhorando meu talento com o pincel.
Os dias foram passando e minha vida era o mais normal possível, até que encarei a realidade neste último mês, que foi uma completa e absurda loucura. Tudo começou numa sexta-feira quando Emma e eu estávamos indo estudar. Embora ela não me despertasse paixão pra desenhar, pra mim ela continuava sendo a garota mais gostosa de todas, e não era só eu que dizia, na escola ela causava furor tanto entre os caras quanto entre as minas. Não tinha quem resistisse àquela beleza e eu me sentia privilegiado por ir com ela pra escola.
Ingenuamente, achava que os outros notavam minha existência por eu andar junto com ela, gerando ciúmes e inveja. Além disso, Emma não tinha vergonha de mim, era tão próxima quanto em casa, embora claro, tivesse momentos em que ela saía com as amigas e amigos dela, enquanto eu me refugiava na biblioteca. Isso não me incomodava, porque ela não tinha obrigação de ficar sempre do meu lado, na verdade, pra mim bastava só Ver ela sorrir, com isso eu já me dava por pago. Naquele dia, depois da aula, minha irmã chegou perto de mim e, me pegando pelo braço, me levou para um canto.
Olhei pra ela confuso, perguntando o que ela queria. Ela sussurrou no meu ouvido que queria sair pra caminhar comigo. Ao ouvir essas palavras, engoli seco e fiquei nervoso. Emma sorriu pra mim e pediu pra eu esperar, porque ia se trocar. Era bem comum ela levar roupas extras, já que às vezes, depois da aula, ela e as amigas iam pra lojas de roupa ou pro cinema. Esperei pacientemente e, quando ela saiu, fiquei de boca aberta. Ela estava vestindo um short jeans e um top amarelo. Só de vê-la andando, já fiquei excitado.
Tentei esconder aquela ereção pra minha irmã não perceber, mas o nervosismo jogou contra mim. Emma acabou notando o que tinha provocado em mim e no meu corpo. Ela não disse nada na hora, até tentou ignorar como se nunca tivesse visto o volume que se formou entre minhas pernas. Eu me esforcei pra fazer o mesmo, pra que aquele incidente não estragasse nosso passeio. Apesar de termos nos divertido, não consegui esquecer o que aconteceu e fiquei a noite toda me remoendo, me perguntando se Emma ia ficar distante depois daquilo.
Não consegui pegar no sono, porque depois de pensar no ocorrido, meu pau não parava duro. Era tanta tesão que a ereção doía. Nunca tinha me masturbado, nunca senti necessidade, mas sempre tem uma primeira vez pra tudo, e aquela foi minha primeira punheta, pensando nada menos que na minha irmã adotiva. Imaginava que estava no quarto dela, ela tirava o pijama e me deixava ver aquele corpo gostoso e pelado. Sentando na cama, ela me mostrava os peitos e aquela bucetinha virgem, que tava toda molhada. Eu diminuía a distância e ela, safada, puxava minha calça pra baixo.–Ooohh… Siimmmmm… Siimmmmm… Mana, pega no meu pau e acalma ela-balbuciava entre minhas cobertas, não conseguia parar de me masturbar com desespero, quanto mais rápido eu fazia, melhor ficava, a ponto de começar a gemer bem alto.–E-Emma… N-não… Não paraaaaa… Irmããããã…disse, soltando uma descarga enorme. Exausto, recuperava o fôlego e percebia que tinha sujado meus lençóis, que ficaram encharcados de porra. Ainda ofegante, me virei e olhei na direção da porta, notando que ela estava entreaberta.
Aterrorizado, vesti a calça rapidamente e me levantei, me aproximando da porta, espiando levemente pelo corredor. Não vi ninguém, então fechei a porta e me deitei com o coração batendo que nem um louco. No dia seguinte, acordei bem cedo pra levar meus lençóis e meu pijama pra lavar. Depois disso, subi pro meu quarto, peguei minha toalha e minha roupa, e entrei no banheiro pra tomar um banho. Pensei que com a punheta que eu tinha batido na noite anterior, tudo voltaria ao normal, mas não foi assim. Mais uma vez, meu corpo esquentava e meu pau ficava duro.
Lembrava daquela sensação gostosa que senti quando tava batendo uma e do prazer enorme que experimentei quando gozei. Inconscientemente, comecei a me tocar, minhas mãos apertavam meu tronco e com cuidado eu o massageava, a água caindo em mim só deixava aquele momento mais excitante. Fechava os olhos de novo pra fantasiar com a Emma. Minha mente me levava de volta pro meu quarto, bem na hora que eu gozei na noite anterior. Tudo era igual, exceto que quando olhei pra porta, percebi que minha irmã tava me observando.
Ficava perplexo e tentava achar uma explicação pro que tinha acontecido, mas minha irmã entrava no meu quarto, fechava a porta trancando o ferrolho e, mordendo os lábios, se aproximava de mim.
Eu: E-Emma… O que cê tá fazendo?
Perguntava nervoso, ela continuava diminuindo a distância entre nós, sentava na minha cama e, levantando minhas cobertas, as jogava de lado. Assim, ela via meu pau mole, mas ainda com esperma por perto.
Emma: O que você acha que eu tô fazendo, irmãozinho?
Respondia com um tom meio safado, algo que eu adorava, porque sempre fui atraído por garotas assim. Personalidade mais provocante e direta. Eu me diverti pra caralho, mesmo sabendo que tudo era fruto da minha imaginação. As mãos dela começaram a tirar minha camiseta, me deixando completamente pelado.
Emma: Caralho, irmão, nunca passou pela minha cabeça que você tivesse um corpo atlético e definido, tipo, você passa o tempo todo estudando e o resto do tempo trancado no quarto.
Ela falava, passando as mãos no meu peito. Sentir os dedos dela percorrendo meu corpo e as unhas arranhando de leve, fazia meu pau ficar duro de novo.
Eu: É, bom… Sempre andei de casa pra escola e vice-versa, acho que isso me ajudou a manter a forma, e às vezes faço uns exercícios, além de ajudar a mãe com a limpeza.
Emma: (Sorri) Mesmo assim, ainda tô surpresa, talvez porque nunca quis te ver com outros olhos que não fossem de irmã, mas vejo que você já não me vê como sua irmãzinha.
Ela continuou se aproximando, a respiração dela me sufocava e meu coração acelerava. Os lábios dela tocaram os meus de leve, e depois ela mordeu. Pra mim, o tempo parou, mas a Emma não parou e continuou com uns carinhos suaves no meu rosto, até me beijar. Aquele beijo foi tão real que acabei gozando, soltando uma porrada de porra igual tinha feito de noite. Com a cabeça girando e ofegante, fiquei apoiado na parede, enquanto a água continuava caindo no meu corpo. Sorri satisfeito, e aí percebi que tinha esperma pra todo lado.
Comecei a limpar e depois me enxuguei, pra me vestir. Quando cheguei perto da porta, percebi que ela estava entreaberta. Um arrepio percorreu minhas costas, como um sinal do terror que senti naqueles segundos, porque era a segunda vez que isso acontecia. Mas resolvi não dar importância, porque todo mundo pode dar uma vacilada, até duas vezes, ainda mais quando se tá com a cabeça em outro lugar. Quando saí, dei de cara com a Emma. quem entre os braços e as mãos carregava a roupa dela, a toalha e uns cremes pro cabelo.
Emma: Por que você demorou tanto, mano? Acha que é o único que mora nessa casa?
Eu: E-eu… Eu…
Emma: (Interrompe) Não fala nada. (Risada) Você vai ter que me compensar com um rolê, ok?
Eu: Aaah… Ta-ta bom.
Emma sorriu me dizendo que eu era o melhor irmão que ela podia ter pedido, me senti mal ao ouvir aquilo, não podia me deixar dominar por esses sentimentos obscenos, não era certo olhar pra Emma como uma mulher, ela era minha irmã, mesmo não sendo de sangue. Ao perceber que meu rosto transparecia amargura, ela se aproximou pra perguntar se eu tava passando mal, eu respondi que não.
Emma: Tem certeza? Porque tua cara não é lá muito alegre.
Eu: Não, é que eu só tava pensando, mana.
Emma: Entendi, espero que quando eu sair, você esteja feliz como tava antes.
Essas palavras me deixaram paralisado e curioso, Emma entrou no banheiro e fechou a porta, sem me dar tempo de perguntar o que ela queria dizer com aquilo. Comecei a andar por inércia, ainda abalado com essa fala da minha irmã.– O que ela quis dizer?Ressoava nos meus pensamentos, que foram ficando cada vez mais profundos. Depois de deixar minha roupa suja no cesto, fui para a cozinha, onde minha mãe estava. Naquele instante, ela estava curvada, com a bunda empinada, uma imagem que era simplesmente de tirar o fôlego e alucinante.
Mesmo sendo a raba da minha mãe, não consegui evitar ficar olhando feito um tarado, porque estava tão gostosa, naquela calça justa, que qualquer um no meu lugar ficaria hipnotizado igual eu fiquei. Depois de uns minutos parado que nem uma estátua e em silêncio, me aproximei dela, peguei uma maçã na mesa e falei:–Mãe, o que cê tá fazendo? Precisa de ajuda em alguma coisa?Parece que peguei ela de surpresa, porque deu um pulo quando falei e, com uma cara bem preocupada, olhou na minha cara.
Isidora: (Agitada) Fi-filho, o que você tá fazendo aqui?
Eu: (Rio) O que você acha, mamãe? Vim tomar café.
Ela só me disse:Desculpa, filho, tô muito distraída hoje, eu respondi pra ela—Relaxa, mãe, sei que você tá ligada em outras paradas. Aliás, o pai já foi trabalhar?Minha mãe ficou em silêncio, como se estivesse me ignorando, e continuou limpando. Não quis insistir, então peguei uma xícara pra fazer um café e sentei na mesa pra comer. Durante todo esse tempo, mamãe não falou comigo, e embora no começo não me incomodasse, aquele silêncio foi se transformando em desconforto, porque minha mente pervertida começava a ver minha mãe de outro jeito.
Meu pau foi endurecendo devagar, meus olhos seguiam aquela mulher pra todo lado, focando na bunda e nos peitos dela.–Nossa… Mamãe tem um corpaço mesmo–Falei comigo mesmo. Ela se virou e ficou me encarando de frente, o rosto dela mostrava estranheza e não a culpo por me olhar como se eu fosse um bicho esquisito, afinal, eu tava desejando ela, quem em sã consciência fica olhando pra própria mãe desse jeito?
Isidora: Filho, você tá bem?
Ela perguntou se aproximando de mim, eu sem pensar muito respondi.
Eu: Tô sim, mãe… Me sinto maravilhosamente bem.
Ela colocou a mão direita na minha testa, achou que eu tava com febre, mas o calor do meu corpo era por causa dela. Aproveitando a curta distância entre nós, baixei o olhar pro decote da blusa amarela dela. Mordi os lábios e senti que meu pau chegou no máximo, fazendo o pequeno volume que eu tinha ficar bem saliente, chamando a atenção da minha mãe, que num primeiro instante ficou surpresa e depois soltou uma risadinha.–"Chico safadoFalou num tom brincalhão, enquanto cobria os peitos com os braços.
Fiquei apavorado, queria sair correndo dali, que a terra me engolisse ou algo assim. O pior de tudo é que meu pau continuava durasso e minha mãe olhava pra minha virilha com uma cara safada. Aí, meu pai entrou na cozinha, cortando aquele clima estranho que tava rolando. Mamãe parou de me encarar e foi cuidar do meu pai, que nem percebeu a tensão entre eu e ela. Ele me perguntou como eu tinha acordado, e eu respondi bem seco.–Tá bom, pai–Depois de dizer aquilo, um silêncio reinou por um bom tempo, até que meu pai falou de novo, dessa vez as palavras não foram pra mim, mas pra minha mãe, perguntando onde ela tinha passado a noite. Ela ficou vermelha e, gaguejando, tentava dizer alguma coisa.
Isidora: O-que-que você tá fa-fa-lando, amor?
Daniel: Ah, qual é, Isidora, não se faz de sonsa. Ontem à noite percebi que você saiu do nosso quarto depois que eu não quis transar com você.
Isidora: Daniel!
Minha mãe gritou, toda corada.
Daniel: Quê? Não vai bancar a santinha agora, vai?
Isidora: Você não percebe que nosso filho tá na mesa?
Ela falou, tentando mudar de assunto, mas meu pai já tava pouco se lixando se eu tava ali ou não quando o papo era sexo.
Daniel: (Rindo) Porra, Isidora, mas nosso garoto já é um homem feito, ele deve saber tudo sobre sexo e com certeza já comeu alguma coleguinha, né, campeão?
Minha mãe me olhou fundo, como se quisesse que eu respondesse que não, que eu ainda era virgem, e era isso que eu ia falar, mas as palavras não saíam com tanta pressão. Naquele exato momento, Emma entrou na cozinha, me abraçou e mordiscou minha orelha, respondendo ao meu pai.—"Meu irmão é um cara muito bom, um cavalheiro que não vê as mulheres como um simples objetoEssas palavras fizeram minha mãe relaxar e meu pai soltar uma gargalhada. Finalmente estávamos os quatro na mesa, pra tomar café da manhã como uma família.normal.
No entanto, minha vida sexual já tinha virado assunto de discussão, então meu pai não ia mudar isso. Ele tava doido pra me ouvir dizer que as mulheres me deixavam louco. Então, na frente da minha irmã e da minha mãe, ele perguntou na lata: o que mais me chamava a atenção numa mulher? Eu, tentando ignorar os olhares sufocantes delas, respondi pro meu pai que era um cara mais romântico e que, mais do que o físico, eu gostava da personalidade sincera de uma mulher. Minha resposta deve ter feito meu pai achar que eu era um baita otário, porque ele riu de um jeito debochado.
Daniel: Sério? Tá me dizendo que não te dá um tesão quando você vê um bom par de peitos ou uma rabuda?
Minha mãe não gostou nada daquilo. Levantou da cadeira, veio até mim, enquanto xingava meu pai por zoar meu jeito de amar. Me abraçando, ela encostou minha cabeça nos peitos dela, e então eu falei.
Eu: D-deixa pra lá, mãe… Ma-mamãe… Papai tem razão, quer dizer, sou homem no fim das contas e tem horas que, obviamente, mulheres gostosas me chamam a atenção… Igual você, mamãe… Ou igual minha irmã.
Sem dúvida nenhuma, o melhor era ter ficado calado e deixado meu pai pensar que eu era um imbecil, em vez de um esquisito que ficava de pau duro com a própria mãe e irmã. Pensei que mamãe também fosse cair na gargalhada ao ouvir aquilo, mas não. Ela continuou me abraçando, e o perfume dela me esquentou. Meu pau, que tava relaxado, voltou a ficar ereto. Aos poucos, senti as mãos dela deslizando até minha virilha. Não tocou direto, mas as unhas roçaram devagar no meu caule, me deixando sem reação. A única coisa que consegui fazer foi engolir seco e virar o olhar pro rosto dela, vendo aquele sorrisinho safado de antes.–Ma… Ma… Ma-mamãe… O que cê tá fazendo?balbuciei num sussurro, ela não falou nada sobre isso, continuou sorrindo e arranhando meu tronco duro com as unhas, mesmo com a calça vestida, isso tava me excitando e fazendo meu pau continuar crescendo.—"Já vi de onde vem o problema"—disse meu pai,—"Isidora, você mimou demais o nosso garoto, por isso ele é muito tímido com as mulheres.acrescentou, me olhando com um sorriso cúmplice,Tá na hora de você passar mais tempo com seu pai, filho, vou te ensinar como conversar e conquistar uma gostosa.Acabou.
Isidora: Você tá louco, Daniel? Deixa o Bruno em paz, como a Emma disse, ele é um cavalheiro e não precisa que você o corrompa pra ele arrumar uma namorada. Um dia essa garota vai aparecer, enquanto isso, ele pode receber o love da mãe dele.
Emma: E da irmã.
Declarou Emma, meu pai riu como se fosse tudo uma brincadeira, mas não era. No fundo do meu coração, eu sabia que as palavras da minha mãe e da minha irmã tinham um duplo sentido — ou talvez fosse minha mente depravada pensando assim. Papá se levantou e chamou minha mãe para dizer algo em particular. Livre da tentação e da luxúria, olhei para Emma, que senta ao meu lado e aproxima a boca da minha, com um sorriso tão promíscuo quanto o da mamãe.—"Então… Você me acha gostosa, maninho?disse, antes de roçar os lábios nos meus e depois passar a língua neles.
Eu: E-Ei… mã…
Emma: Ssshh… Não fala nada, você fica muito gostoso calado.
Ficamos assim, até minha mãe voltar pra cozinha. Os minutos foram uma eternidade pra mim, sentia uma vontade imensa de beijar ela e tocar o corpo dela igual na minha fantasia. Mas consegui me controlar e não fazer nenhuma loucura. Minha mãe pelo visto não tinha percebido a posição que a gente tava, mesmo assim, eu tava muito nervoso e ansioso. Emma levantou e saiu da cozinha, sem dizer nada. Quando fiquei sozinho com minha mãe, inventei a desculpa mais idiota pra fugir dali antes que rolasse algo que não devia.
Eu: Mãe, vou lá na casa do César.
Isidora: Onde, no César?
Eu: É, ele me pediu pra ajudar com umas paradas.
Isidora: Entendi, que pena, porque eu queria passar um tempo com você, filho.
Ela falou, me encarando. Eu não consegui evitar dar mais uma olhada no corpo gostoso dela, examinando da cabeça aos pés, e repeti pra mim mesmo,–Porra, mas que corpo gostoso a minha mãe tem–Depois de observá-la por uns segundos, saí de casa e fui até o César, que era um moleque da minha idade e filho da Natacha. Minha relação com ele não era lá muito próxima, a gente tinha se tornadoamigos, nada mais para admirar a mãe do outro. Eu com um propósito mais artístico e ele mais lascivo, mas nunca faltou com respeito pela minha mãe. Assim que saí, vi um caminhão enorme e os pais do César carregando umas caixas junto com outros homens. Me aproximei curioso deles e, naquele exato momento, o César saiu de casa com umas caixas pequenas.
César: Ah, oi, Bruno.
Eu: Oi, César, ei, e essas caixas?
Perguntei intrigado.
César: Como assim, não sabe? Hoje a gente vai embora.
Eu: O quê?
Falei impactado e desnorteado.
Eu: Vai embora? Pra onde?
César: Meu pai conseguiu um trampo em Portugal.
Eu: Portugal?
César: É, pensei que tinha te falado, parceiro, mas vejo que não, foi mal.
Eu: Não precisa se desculpar, César.
Falei desanimado, enquanto me virava pra olhar a dona Natacha. Era difícil acreditar que eu não ia mais poder traçar aquele corpo maravilhoso e escultural, como fazia toda tarde. Suspirei amargurado, pensando onde ia encontrar outra modelo igual a ela. Talvez fosse um sinal de que era hora de largar minha paixão e focar no que meus pais esperavam de mim, ou seja, estudar medicina. O que não devia ser um grande problema, porque minhas notas sempre foram excelentes e eu não me complicava em nenhuma matéria.–Sim, é hora de pensar em ser médico.murmurei.
César: Disse alguma coisa?
Eu: Não, não… Só que ainda não processei a notícia.
César: (Sorri) Ei, não fica triste, o mais certo é eu voltar pra passar uns dias do verão na casa dos meus avós, então a gente pode se encontrar lá. Ah, e por sinal, a casa já foi comprada, pelo que sei você vai ter como vizinhos um velho policial com a filha jovem dele. Quem sabe a Emma não vai ter concorrência nesse bairro.
Ele disse rindo, eu peguei uma das caixas pra ajudar e perguntei se ele sabia quando os novos vizinhos iam chegar, ele ficou em silêncio, o que me desconcertou um pouco. César tinha ficado calado, porque a mãe dele estava atrás de mim, eu não tinha percebido aquilo, até que ela me dá um abraço carinhoso. Não era a primeira vez que eu sentia os peitões dela se apoiando nas minhas costas, na verdade, era um costume que aquela mulher tinha comigo. Então não esperava que meu corpo tivesse a reação que teve. Se eu não tivesse pegado aquela caixa antes, todo mundo ali teria visto minha ereção.
Natacha: Vou sentir sua falta, Bruninho, você sempre foi atencioso comigo e um bom amigo pro meu filho. Tomara que em Portugal a gente tenha vizinhos como você e sua família.
Disse Natacha, eu não conseguia pensar em nada pra responder, mas não era necessário, porque a mulher rapidamente continuou:
Natacha: Samuel, o novo dono dessa casa, deve chegar amanhã. Já vou te adiantar que ele não é um homem ruim, então fica tranquilo, com certeza vocês vão se dar bem e a Agustina, a filha dele, é um amor e uma gostosa. Melhor não te falar mais nada e deixar você ver com seus próprios olhos.
Aquela informação era o menos importante naquele momento, eu ainda tava nervoso porque meu pau não parava duro. De forma bem sucinta, pra nem ela nem o César desconfiarem, agradeci a dona Natacha pela informação e disse que também ia sentir falta deles. A mulher se afastou de mim e foi até o marido, eu fiquei parado por uns minutos, olhando pro nada, até que o César me falou rindo, se eu ia me mexer pra levar aquela caixa pro caminhão ou se tava tentando segurar ele, não querendo que ele levasse os videogames dele. Suspirei e fui até o caminhão, onde larguei a caixa e vi que já não tava mais dura.
Depois que o caminhão foi carregado, tanto o César quanto os pais dele foram pra minha casa comigo, pra se despedir da minha mãe e da minha irmã, já que meu pai não tava. Pra minha surpresa, minha mãe e a Emma sabiam que eles iam embora; imaginei que a dona Natacha tinha contado pra minha mãe, já que eram muito amigas, e ela não me falou porque talvez pensou que o César já tinha dito. Depois da despedida, fui pro meu quarto, onde fiquei a tarde inteira, só desci pra comer e voltei pro meu quarto.
Tava relaxado porque minha mãe tinha saído pouco depois que o César e a família dele foram se despedir. Ela tava bem gostosa com o vestido que vestiu, me deu a desculpa de que ia visitar a tia Vicky, mas no fundo eu sabia que ela tava mentindo, porque a relação entre as duas era muito ruim. Parecia que se odiavam, embora às vezes se apoiassem como irmãs, era uma relação muito estranha. A Emma pediu permissão pra ir na casa de umas amigas e, por isso, meu pai não ia voltar cedo naquela noite. Sozinho em casa, não podia estar mais relaxado, mas a tranquilidade sumiu e a tempestade desabou.
Aqueles pensamentos obscenos atacaram no meu sonho, enquanto eu dormia tranquilamente, a figura da dona Natacha apareceu. Ela, como todas as tardes, saía pra tomar sol de biquíni, mas, em vez de pegar meu lápis ou meu pincel, eu tirava meu pau da calça e começava a bater uma. Rapidamente o cenário mudou, agora eu tava naquele momento em que ela me abraçou e eu tive uma ereção; a grande diferença do que tinha acontecido na realidade é que ela percebeu que meu pau tava duro. A mulher pedia pra eu acompanhá-la dentro de casa pra guardar as Últimas coisas em caixas.
Eu a seguia atordoado, apreciando a rabeta dela a cada passo. Assim que entramos em casa, a dona Natacha fechou a porta e colocou o seguro, me olhou de um jeito safado e, sem dizer uma palavra, foi tirando o vestido. Eu, feito uma estátua, admirava ela, e o tesão tomava conta de mim. Ela se aproximou de mim e me empurrou num sofá que ainda estava lá. Baixou minha calça com um sorriso cheio de luxúria, e ao ver meu pau duro, passou a mão nele, acariciando entre os dedos, e depois levou até os peitões enormes dela.—"Isso será sua lembrança, pra você não esquecer de mim e do meu corpo"—disse sorrindo. Eu segurava meu pau com uma mão, enquanto ela me punhetava com aqueles peitos deliciosos dela.
Acordei daquele sonho, todo suado, com as mãos no meu membro e um monte de porra espalhada pela cama e pelo meu corpo. Eu tinha me masturbado dormindo, o que me deixou desesperado e inquieto, alguma coisa tava rolando comigo, não era normal que do nada eu começasse a ter esse comportamento. Masturbação não era um hábito meu, mas me recusei a pedir ajuda, achei que tudo voltaria ao normal com o passar dos dias, um baita erro. A hora da minha consulta tava chegando ao fim, então olhei pro psicólogo e falei.
Eu: Valeu, precisava desabafar.
Me levantei pra ir embora, mas ele sorriu.
Tomás: Aonde você vai, Bruno?
Fiquei pasmo com a pergunta dele.
Eu: (Sorri) Pra casa, senhor, já acabou meu horário.
Tomás: Sim, mas posso abrir uma exceção e ficar mais um pouco pra te ouvir, se você quiser.
Eu: (Surpreso) Hã… Tá falando sério?
Tomás: Claro, mas me dá licença uns minutos, vou ligar pra minha esposa e avisar que hoje vou chegar mais tarde. Ah, e me chama só de Tomás.
Eu: Como o senhor preferir, Tomás…
Não tinha dúvida de que ele era um cara bem peculiar, mas ele tinha razão, ainda precisava contar o mais importante pra sentir um pouco de alívio depois de tanto tempo.
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As mentiras eram comuns na família do Bruno e ele as ignorava, mas depois de descobrir certas verdades, ele vai ter que recorrer a um psicólogo, que acaba sendo ninguém menos que o Tomás. Espero que vocês tenham gostado desse novo projeto, onde quero explorar mais a Isidora e explicar o motivo pelo qual ela é tão possessiva com o filho.
—São tantas coisas que têm rolado comigo ultimamente que nem sei por onde começar.foram minhas primeiras palavras pro psicólogo. Tava tão nervoso que meu olhar fixava no chão, minhas mãos suavam e minhas pernas tremiam. Nunca tinha contado meus problemas mais íntimos e de família pra um estranho igual aquele cara que tentava me deixar à vontade. Por uns minutos pensei que tava perdendo tempo, já que nem falava desses assuntos com alguém de confiança, por que faria isso com um desconhecido?
Aí ele chegou perto de mim com um copo d'água, depois de me dar, ele fala,Sei que você tá nervoso e que acha que isso é uma puta besteira sem sentido, mas te garanto que tudo que você falar aqui não vai vazar, eu vou te ouvir e vou te ajudar.Ao ouvir aquilo, levantei o olhar, observando o rosto dele e percebi que tinha um sorriso bem amigável. Entendi por que ele era o especialista mais requisitado da cidade e por que minha tia tinha me recomendado — ele tinha algo diferente de todo mundo, era capaz de te ler na hora com pequenos gestos, e o olhar dele te prendia, fazendo você se sentir à vontade automaticamente.–O-ok-respondi, bebi toda a água, fechei os olhos e suspirei. Quando abri eles de novo, ele pediu pra eu começar do início, me apresentando pra deixar a conversa mais natural.—Bruno, meu nome é Bruno, tenho 18 anos e moro com meus pais e minha irmã.expresse, dando uma pausinha pra continuar falando—Estou aqui porque, há pouco tempo, descobri segredos terríveis na minha família e já não sei em quem confiar ou o que é certo.Enquanto isso, ele não tirava os olhos de mim. De novo, me deu uma certa ansiedade, não por desconfiança, mas pelas lembranças daqueles eventos que me levaram até ali.
Como eu disse antes, tudo começou quando descobri os segredos mais íntimos da minha família, transformando minha vida num pesadelo do qual eu queria acordar. Mas, pra ser sincero, também tem coisa boa no meio dessa merda toda. Só que antes de falar disso, vamos começar pelo primeiro segredo que descobri na minha família. Naquela época, eu tinha 14 anos e tava me preparando pra festa de aniversário da minhairmãzinhaCom a Emma, a gente tinha 1 ano de diferença, mas tava na mesma série. Meus pais falavam que era porque ela não quis se desgrudar de mim quando entrei no ensino fundamental.
Sinceramente, sempre desconfiei dessa história, porque eu lembrava que no meu primeiro dia de escola, a primeira pessoa que vi foi a Emma, sentada com um sorriso angelical. Mas como duvidar do que meus pais diziam? Eles não iam mentir pra mim sobre uma coisa dessas, né? Mesmo amando a Emma como minha irmãzinha, algo dentro de mim me fazia relutante em vê-la assim, ainda mais porque ela era muito diferente de mim. Só pra ter ideia, ela tinha cabelo castanho e olhos claros, enquanto meus pais e eu tínhamos cabelo preto e olhos escuros.
Nenhum dos meus tios tinha esses traços, muito menos meus avós, então a Emma era única na família. Bom, voltando ao aniversário da minha irmã, lembro de ter descido e caminhado até a sala. Lá, a Emma tava com as amigas dela e estava linda como sempre. Os olhinhos verdes dela me hipnotizavam e me deixavam todo bobo. Aí, a mamãe chegou perto e sussurrou no meu ouvido pra eu sentar pra gente começar a festa. Obedeci, pensando em sentar do lado da minha irmã pra ficar perto dela. Mas, quando tava chegando na cadeira, o Pedro, um moleque da nossa turma, sentou lá.
Ele e eu não nos dávamos bem, hoje em dia muito menos, mas na hora deixei pra lá, porque era o aniversário da minha irmã e eu não queria estragar por causa de uma briga besta. Mesmo que isso significasse ter que sentar no lugar mais longe dela, como se fosse na escola. A Emma brilhava nos olhos de todo mundo, e eu passava despercebido nas sombras. Não me incomodava nada com isso, mas preferia ficar o mais perto dela possível, pra admirá-la e depois desenhar ela. Um hobby que fui desenvolvendo durante toda a minha adolescência e que me levou a descobrir outros segredos de família. Bom, sem me adiantar muito, depois de comer e abrir os presentes, alguém tocou a campainha. Como ninguém atendia, fui eu abrir a porta. Quando abro, vejo um cara de cabelo comprido, óculos escuros e de terno. Ele me cumprimentou, passou a mão na minha cabeça e bagunçou meu cabelo. Me perguntou pela Emma, e eu falei que ela estava lá dentro sentada, celebrando o aniversário dela. O homem, sem falar uma palavra, entrou, e foi aí que eu ouvi meus pais dizerem:—"Gerardo? O que você tá fazendo aqui?ao que ele responde,—"Vem ver minha sobrinha"—Emma deu um pulo na hora e correu pro homem, abraçando ele todo emocionado e chamando ele de tio.—Ti… Tio?balbuciei confuso, olhei pros meus pais, que sorriram pra mim e disseram que a gente conversaria depois do aniversário. Quando a festa acabou, eles sentaram comigo na mesa e revelaram a verdade: que a Emma não era minha irmã. Tenho que admitir que por uns minutos foi difícil digerir aquilo, mas consegui porque no fundo sempre soube a verdade, só não queria tirar a venda dos meus olhos. Meus pais cuidaram da Emma porque eram amigos dos pais dela e, na época, o tio dela era menor de idade pra cuidar dela.
Os outros parentes da garota não tinham uma boa relação com os falecidos e não quiseram assumir ela. Em vez de deixá-la abandonada à própria sorte em algum abrigo, meus pais decidiram cuidar dela e adotar a filha dos amigos. Depois de ouvir como tudo aconteceu, levantei e fui pro meu quarto, onde fiquei trancado um bom tempo, até que minha mãe veio me ver. Ela me aninhou nos peitos dela, que começaram a me incomodar, já que eu ignorava o fato de que minha mãe me excitava.
Minha vida não mudou muito, porque a Emma continuou morando com a gente, mas nosso relacionamento foi diferente, principalmente quando fiz 18, porque parei de vez de vê-la como irmã e ela passou a ser a garota mais gostosa e atraente pros meus olhos, sem contar que era mais velha que eu por uns meses e não mais nova como meus pais tinham me feito pensar no começo. Bem, isso também era porque minhas únicas interações com mulheres se limitavam à minha mãe e minha irmã adotiva. Ambas estavam despertando em mim um desejo que se refletia na minha entreperna, mas não dei muita importância e só me concentrei na minha arte. Fui melhorando minhas técnicas de desenho e meus retratos cada vez mais parecidos com a pessoa.
Esse hobby e paixão pela arte, eu escondi de todo mundo, virando meu segredo, porque meu pai, ao me ver tão tímido com as mulheres e que eu não me relacionava Com elas, pensaram que eu era gay, algo que não agradava muito elas. Um dia, Jorge, um dos meus primos, ficou na minha casa por umas duas semanas. Ele era dois anos mais velho que eu, a gente não se dava mal, mas ele era muito irritado, porque de algum jeito eu era o rival dele a ser vencido, fazendo com que tudo, mas absolutamente tudo, virasse uma competição. Os prêmios por ganhar essas disputas não eram nada mais, nada menos que um abraço da minha mãe.
Ela se chama Isidora, aliás, é uma mulher bem gostosa, a inveja das mulheres e o desejo dos homens da vizinhança, porque além de ter um rostinho bonito, também tem um corpo maravilhoso, que ela sabe como exibir. O busto dela tem 94, a cintura 65, enquanto o quadril é 94, ela tem cerca de 1,69m, cabelo preto, pele branca meio morena e atualmente tem 37 anos. Ela é 10 anos mais nova que meu pai, ele se chama Daniel, é um homem de corpo robusto, diferente de mim, tem mais ou menos a mesma altura que eu, 1,80m, cabelo preto também, pele branca.
Como eu disse antes, minha mãe tinha vários caras atrás dela e desde que me lembro, Jorge era um deles, embora essa obsessão tenha aumentado naquela época, quando ele tinha 20. Pra mim, sinceramente, tanto fazia, porque nunca associei aquilo a um interesse sexual, além disso, pensei que ele só fazia isso pra minha mãe ser mais carinhosa com ele, como era com o irmão dele, Antônio. Ele é cinco anos mais velho que eu, mais ou menos aos 18 anos ele começou a ser muito atencioso com a mamãe, desde então, sempre ajudava ela quando precisava, então era natural que ela fosse gentil e carinhosa com ele.
Voltando ao Jorge, um dia antes de ele ter que voltar pra casa dele, ele encontrou um dos meus retratos que eu tinha da minha mãe. Eu tinha deixado na minha escrivaninha pra secar a tinta no sol, saí pra acompanhar meu pai em umas compras, quando voltei, vejo o filho da puta com a pintura na mão e ele dá de presente pra ela. pra minha mãe, fazendo passar como se fosse obra dele. Obviamente, eu fiquei calado e não consegui contar a verdade, com medo de que meu pai desaprovasse meu hobby e me fizesse esquecer da arte.
Aquilo me doeu, porque minha mãe parabenizou aquele idiota do meu primo e o elogiou por algo que ele não tinha feito. Então decidi parar de fazer retratos dela, para que o tal do Jorge não roubasse mais nenhum meu e minha mãe não continuasse caindo na rede de maldade dele. Me senti meio desmotivado por ter que desenhar só a Emma, porque, embora eu adorasse fazer isso, o corpo da minha mãe era o que mais me fascinava traçar. Foi aí que resolvi explorar um site adulto. No começo, fiquei nervoso, porque, porra, apesar de ter 18 anos, minha mãe ainda me tratava como um garotinho.
Encontrei várias minas e mulheres gostosas, com corpos majestosos, mas só duas daquele site prenderam toda a minha atenção: uma tal deLuxúriaque era uma francesa com um corpão divino e que só de olhar já quis esculpir. A outra que me deixou alucinado foiVerão 24uma loira que me deixou todo arrepiado e que, curiosamente, naquele dia tinha feito a primeira publicação dela. Mesmo sem poder ver os rostos delas, desenhar os corpos era algo completamente fantástico pra mim. Mas não só elas entraram pros meus quadros, como também a minha vizinha.
Incluí ela num dia em que abri a persiana e olhei pela minha janela, lá estava ela tomando sol, num biquíni minúsculo, que mal cobria os bicos dos peitos e a buceta dela. Fiquei pasmo, apreciando o corpo da dona Natacha por uns bons minutos, e quando percebi que ela não notava minha presença, peguei um lápis e um papel pra começar a esboçar aquela figura, que com o tempo fui considerando perfeita. Minha vizinha virou assim uma das minhas modelos favoritas pra desenhar, toda tarde quando ela saía pra tomar sol, eu me escondia na janela pra retratá-la. Diferente de outros caras, eu não olhava pra dona Natacha com olhar depravado, só via ela como minha musa e com quem eu ia melhorando meu talento com o pincel.
Os dias foram passando e minha vida era o mais normal possível, até que encarei a realidade neste último mês, que foi uma completa e absurda loucura. Tudo começou numa sexta-feira quando Emma e eu estávamos indo estudar. Embora ela não me despertasse paixão pra desenhar, pra mim ela continuava sendo a garota mais gostosa de todas, e não era só eu que dizia, na escola ela causava furor tanto entre os caras quanto entre as minas. Não tinha quem resistisse àquela beleza e eu me sentia privilegiado por ir com ela pra escola.
Ingenuamente, achava que os outros notavam minha existência por eu andar junto com ela, gerando ciúmes e inveja. Além disso, Emma não tinha vergonha de mim, era tão próxima quanto em casa, embora claro, tivesse momentos em que ela saía com as amigas e amigos dela, enquanto eu me refugiava na biblioteca. Isso não me incomodava, porque ela não tinha obrigação de ficar sempre do meu lado, na verdade, pra mim bastava só Ver ela sorrir, com isso eu já me dava por pago. Naquele dia, depois da aula, minha irmã chegou perto de mim e, me pegando pelo braço, me levou para um canto.
Olhei pra ela confuso, perguntando o que ela queria. Ela sussurrou no meu ouvido que queria sair pra caminhar comigo. Ao ouvir essas palavras, engoli seco e fiquei nervoso. Emma sorriu pra mim e pediu pra eu esperar, porque ia se trocar. Era bem comum ela levar roupas extras, já que às vezes, depois da aula, ela e as amigas iam pra lojas de roupa ou pro cinema. Esperei pacientemente e, quando ela saiu, fiquei de boca aberta. Ela estava vestindo um short jeans e um top amarelo. Só de vê-la andando, já fiquei excitado.
Tentei esconder aquela ereção pra minha irmã não perceber, mas o nervosismo jogou contra mim. Emma acabou notando o que tinha provocado em mim e no meu corpo. Ela não disse nada na hora, até tentou ignorar como se nunca tivesse visto o volume que se formou entre minhas pernas. Eu me esforcei pra fazer o mesmo, pra que aquele incidente não estragasse nosso passeio. Apesar de termos nos divertido, não consegui esquecer o que aconteceu e fiquei a noite toda me remoendo, me perguntando se Emma ia ficar distante depois daquilo.Não consegui pegar no sono, porque depois de pensar no ocorrido, meu pau não parava duro. Era tanta tesão que a ereção doía. Nunca tinha me masturbado, nunca senti necessidade, mas sempre tem uma primeira vez pra tudo, e aquela foi minha primeira punheta, pensando nada menos que na minha irmã adotiva. Imaginava que estava no quarto dela, ela tirava o pijama e me deixava ver aquele corpo gostoso e pelado. Sentando na cama, ela me mostrava os peitos e aquela bucetinha virgem, que tava toda molhada. Eu diminuía a distância e ela, safada, puxava minha calça pra baixo.–Ooohh… Siimmmmm… Siimmmmm… Mana, pega no meu pau e acalma ela-balbuciava entre minhas cobertas, não conseguia parar de me masturbar com desespero, quanto mais rápido eu fazia, melhor ficava, a ponto de começar a gemer bem alto.–E-Emma… N-não… Não paraaaaa… Irmããããã…disse, soltando uma descarga enorme. Exausto, recuperava o fôlego e percebia que tinha sujado meus lençóis, que ficaram encharcados de porra. Ainda ofegante, me virei e olhei na direção da porta, notando que ela estava entreaberta.
Aterrorizado, vesti a calça rapidamente e me levantei, me aproximando da porta, espiando levemente pelo corredor. Não vi ninguém, então fechei a porta e me deitei com o coração batendo que nem um louco. No dia seguinte, acordei bem cedo pra levar meus lençóis e meu pijama pra lavar. Depois disso, subi pro meu quarto, peguei minha toalha e minha roupa, e entrei no banheiro pra tomar um banho. Pensei que com a punheta que eu tinha batido na noite anterior, tudo voltaria ao normal, mas não foi assim. Mais uma vez, meu corpo esquentava e meu pau ficava duro.
Lembrava daquela sensação gostosa que senti quando tava batendo uma e do prazer enorme que experimentei quando gozei. Inconscientemente, comecei a me tocar, minhas mãos apertavam meu tronco e com cuidado eu o massageava, a água caindo em mim só deixava aquele momento mais excitante. Fechava os olhos de novo pra fantasiar com a Emma. Minha mente me levava de volta pro meu quarto, bem na hora que eu gozei na noite anterior. Tudo era igual, exceto que quando olhei pra porta, percebi que minha irmã tava me observando.
Ficava perplexo e tentava achar uma explicação pro que tinha acontecido, mas minha irmã entrava no meu quarto, fechava a porta trancando o ferrolho e, mordendo os lábios, se aproximava de mim.
Eu: E-Emma… O que cê tá fazendo?
Perguntava nervoso, ela continuava diminuindo a distância entre nós, sentava na minha cama e, levantando minhas cobertas, as jogava de lado. Assim, ela via meu pau mole, mas ainda com esperma por perto.
Emma: O que você acha que eu tô fazendo, irmãozinho?
Respondia com um tom meio safado, algo que eu adorava, porque sempre fui atraído por garotas assim. Personalidade mais provocante e direta. Eu me diverti pra caralho, mesmo sabendo que tudo era fruto da minha imaginação. As mãos dela começaram a tirar minha camiseta, me deixando completamente pelado.
Emma: Caralho, irmão, nunca passou pela minha cabeça que você tivesse um corpo atlético e definido, tipo, você passa o tempo todo estudando e o resto do tempo trancado no quarto.
Ela falava, passando as mãos no meu peito. Sentir os dedos dela percorrendo meu corpo e as unhas arranhando de leve, fazia meu pau ficar duro de novo.
Eu: É, bom… Sempre andei de casa pra escola e vice-versa, acho que isso me ajudou a manter a forma, e às vezes faço uns exercícios, além de ajudar a mãe com a limpeza.
Emma: (Sorri) Mesmo assim, ainda tô surpresa, talvez porque nunca quis te ver com outros olhos que não fossem de irmã, mas vejo que você já não me vê como sua irmãzinha.
Ela continuou se aproximando, a respiração dela me sufocava e meu coração acelerava. Os lábios dela tocaram os meus de leve, e depois ela mordeu. Pra mim, o tempo parou, mas a Emma não parou e continuou com uns carinhos suaves no meu rosto, até me beijar. Aquele beijo foi tão real que acabei gozando, soltando uma porrada de porra igual tinha feito de noite. Com a cabeça girando e ofegante, fiquei apoiado na parede, enquanto a água continuava caindo no meu corpo. Sorri satisfeito, e aí percebi que tinha esperma pra todo lado.
Comecei a limpar e depois me enxuguei, pra me vestir. Quando cheguei perto da porta, percebi que ela estava entreaberta. Um arrepio percorreu minhas costas, como um sinal do terror que senti naqueles segundos, porque era a segunda vez que isso acontecia. Mas resolvi não dar importância, porque todo mundo pode dar uma vacilada, até duas vezes, ainda mais quando se tá com a cabeça em outro lugar. Quando saí, dei de cara com a Emma. quem entre os braços e as mãos carregava a roupa dela, a toalha e uns cremes pro cabelo.
Emma: Por que você demorou tanto, mano? Acha que é o único que mora nessa casa?
Eu: E-eu… Eu…
Emma: (Interrompe) Não fala nada. (Risada) Você vai ter que me compensar com um rolê, ok?
Eu: Aaah… Ta-ta bom.
Emma sorriu me dizendo que eu era o melhor irmão que ela podia ter pedido, me senti mal ao ouvir aquilo, não podia me deixar dominar por esses sentimentos obscenos, não era certo olhar pra Emma como uma mulher, ela era minha irmã, mesmo não sendo de sangue. Ao perceber que meu rosto transparecia amargura, ela se aproximou pra perguntar se eu tava passando mal, eu respondi que não.
Emma: Tem certeza? Porque tua cara não é lá muito alegre.
Eu: Não, é que eu só tava pensando, mana.
Emma: Entendi, espero que quando eu sair, você esteja feliz como tava antes.
Essas palavras me deixaram paralisado e curioso, Emma entrou no banheiro e fechou a porta, sem me dar tempo de perguntar o que ela queria dizer com aquilo. Comecei a andar por inércia, ainda abalado com essa fala da minha irmã.– O que ela quis dizer?Ressoava nos meus pensamentos, que foram ficando cada vez mais profundos. Depois de deixar minha roupa suja no cesto, fui para a cozinha, onde minha mãe estava. Naquele instante, ela estava curvada, com a bunda empinada, uma imagem que era simplesmente de tirar o fôlego e alucinante.
Mesmo sendo a raba da minha mãe, não consegui evitar ficar olhando feito um tarado, porque estava tão gostosa, naquela calça justa, que qualquer um no meu lugar ficaria hipnotizado igual eu fiquei. Depois de uns minutos parado que nem uma estátua e em silêncio, me aproximei dela, peguei uma maçã na mesa e falei:–Mãe, o que cê tá fazendo? Precisa de ajuda em alguma coisa?Parece que peguei ela de surpresa, porque deu um pulo quando falei e, com uma cara bem preocupada, olhou na minha cara.
Isidora: (Agitada) Fi-filho, o que você tá fazendo aqui?
Eu: (Rio) O que você acha, mamãe? Vim tomar café.
Ela só me disse:Desculpa, filho, tô muito distraída hoje, eu respondi pra ela—Relaxa, mãe, sei que você tá ligada em outras paradas. Aliás, o pai já foi trabalhar?Minha mãe ficou em silêncio, como se estivesse me ignorando, e continuou limpando. Não quis insistir, então peguei uma xícara pra fazer um café e sentei na mesa pra comer. Durante todo esse tempo, mamãe não falou comigo, e embora no começo não me incomodasse, aquele silêncio foi se transformando em desconforto, porque minha mente pervertida começava a ver minha mãe de outro jeito.
Meu pau foi endurecendo devagar, meus olhos seguiam aquela mulher pra todo lado, focando na bunda e nos peitos dela.–Nossa… Mamãe tem um corpaço mesmo–Falei comigo mesmo. Ela se virou e ficou me encarando de frente, o rosto dela mostrava estranheza e não a culpo por me olhar como se eu fosse um bicho esquisito, afinal, eu tava desejando ela, quem em sã consciência fica olhando pra própria mãe desse jeito?
Isidora: Filho, você tá bem?
Ela perguntou se aproximando de mim, eu sem pensar muito respondi.
Eu: Tô sim, mãe… Me sinto maravilhosamente bem.
Ela colocou a mão direita na minha testa, achou que eu tava com febre, mas o calor do meu corpo era por causa dela. Aproveitando a curta distância entre nós, baixei o olhar pro decote da blusa amarela dela. Mordi os lábios e senti que meu pau chegou no máximo, fazendo o pequeno volume que eu tinha ficar bem saliente, chamando a atenção da minha mãe, que num primeiro instante ficou surpresa e depois soltou uma risadinha.–"Chico safadoFalou num tom brincalhão, enquanto cobria os peitos com os braços.
Fiquei apavorado, queria sair correndo dali, que a terra me engolisse ou algo assim. O pior de tudo é que meu pau continuava durasso e minha mãe olhava pra minha virilha com uma cara safada. Aí, meu pai entrou na cozinha, cortando aquele clima estranho que tava rolando. Mamãe parou de me encarar e foi cuidar do meu pai, que nem percebeu a tensão entre eu e ela. Ele me perguntou como eu tinha acordado, e eu respondi bem seco.–Tá bom, pai–Depois de dizer aquilo, um silêncio reinou por um bom tempo, até que meu pai falou de novo, dessa vez as palavras não foram pra mim, mas pra minha mãe, perguntando onde ela tinha passado a noite. Ela ficou vermelha e, gaguejando, tentava dizer alguma coisa.
Isidora: O-que-que você tá fa-fa-lando, amor?
Daniel: Ah, qual é, Isidora, não se faz de sonsa. Ontem à noite percebi que você saiu do nosso quarto depois que eu não quis transar com você.
Isidora: Daniel!
Minha mãe gritou, toda corada.
Daniel: Quê? Não vai bancar a santinha agora, vai?
Isidora: Você não percebe que nosso filho tá na mesa?
Ela falou, tentando mudar de assunto, mas meu pai já tava pouco se lixando se eu tava ali ou não quando o papo era sexo.
Daniel: (Rindo) Porra, Isidora, mas nosso garoto já é um homem feito, ele deve saber tudo sobre sexo e com certeza já comeu alguma coleguinha, né, campeão?
Minha mãe me olhou fundo, como se quisesse que eu respondesse que não, que eu ainda era virgem, e era isso que eu ia falar, mas as palavras não saíam com tanta pressão. Naquele exato momento, Emma entrou na cozinha, me abraçou e mordiscou minha orelha, respondendo ao meu pai.—"Meu irmão é um cara muito bom, um cavalheiro que não vê as mulheres como um simples objetoEssas palavras fizeram minha mãe relaxar e meu pai soltar uma gargalhada. Finalmente estávamos os quatro na mesa, pra tomar café da manhã como uma família.normal.
No entanto, minha vida sexual já tinha virado assunto de discussão, então meu pai não ia mudar isso. Ele tava doido pra me ouvir dizer que as mulheres me deixavam louco. Então, na frente da minha irmã e da minha mãe, ele perguntou na lata: o que mais me chamava a atenção numa mulher? Eu, tentando ignorar os olhares sufocantes delas, respondi pro meu pai que era um cara mais romântico e que, mais do que o físico, eu gostava da personalidade sincera de uma mulher. Minha resposta deve ter feito meu pai achar que eu era um baita otário, porque ele riu de um jeito debochado.
Daniel: Sério? Tá me dizendo que não te dá um tesão quando você vê um bom par de peitos ou uma rabuda?
Minha mãe não gostou nada daquilo. Levantou da cadeira, veio até mim, enquanto xingava meu pai por zoar meu jeito de amar. Me abraçando, ela encostou minha cabeça nos peitos dela, e então eu falei.
Eu: D-deixa pra lá, mãe… Ma-mamãe… Papai tem razão, quer dizer, sou homem no fim das contas e tem horas que, obviamente, mulheres gostosas me chamam a atenção… Igual você, mamãe… Ou igual minha irmã.
Sem dúvida nenhuma, o melhor era ter ficado calado e deixado meu pai pensar que eu era um imbecil, em vez de um esquisito que ficava de pau duro com a própria mãe e irmã. Pensei que mamãe também fosse cair na gargalhada ao ouvir aquilo, mas não. Ela continuou me abraçando, e o perfume dela me esquentou. Meu pau, que tava relaxado, voltou a ficar ereto. Aos poucos, senti as mãos dela deslizando até minha virilha. Não tocou direto, mas as unhas roçaram devagar no meu caule, me deixando sem reação. A única coisa que consegui fazer foi engolir seco e virar o olhar pro rosto dela, vendo aquele sorrisinho safado de antes.–Ma… Ma… Ma-mamãe… O que cê tá fazendo?balbuciei num sussurro, ela não falou nada sobre isso, continuou sorrindo e arranhando meu tronco duro com as unhas, mesmo com a calça vestida, isso tava me excitando e fazendo meu pau continuar crescendo.—"Já vi de onde vem o problema"—disse meu pai,—"Isidora, você mimou demais o nosso garoto, por isso ele é muito tímido com as mulheres.acrescentou, me olhando com um sorriso cúmplice,Tá na hora de você passar mais tempo com seu pai, filho, vou te ensinar como conversar e conquistar uma gostosa.Acabou.
Isidora: Você tá louco, Daniel? Deixa o Bruno em paz, como a Emma disse, ele é um cavalheiro e não precisa que você o corrompa pra ele arrumar uma namorada. Um dia essa garota vai aparecer, enquanto isso, ele pode receber o love da mãe dele.
Emma: E da irmã.
Declarou Emma, meu pai riu como se fosse tudo uma brincadeira, mas não era. No fundo do meu coração, eu sabia que as palavras da minha mãe e da minha irmã tinham um duplo sentido — ou talvez fosse minha mente depravada pensando assim. Papá se levantou e chamou minha mãe para dizer algo em particular. Livre da tentação e da luxúria, olhei para Emma, que senta ao meu lado e aproxima a boca da minha, com um sorriso tão promíscuo quanto o da mamãe.—"Então… Você me acha gostosa, maninho?disse, antes de roçar os lábios nos meus e depois passar a língua neles.
Eu: E-Ei… mã…
Emma: Ssshh… Não fala nada, você fica muito gostoso calado.
Ficamos assim, até minha mãe voltar pra cozinha. Os minutos foram uma eternidade pra mim, sentia uma vontade imensa de beijar ela e tocar o corpo dela igual na minha fantasia. Mas consegui me controlar e não fazer nenhuma loucura. Minha mãe pelo visto não tinha percebido a posição que a gente tava, mesmo assim, eu tava muito nervoso e ansioso. Emma levantou e saiu da cozinha, sem dizer nada. Quando fiquei sozinho com minha mãe, inventei a desculpa mais idiota pra fugir dali antes que rolasse algo que não devia.
Eu: Mãe, vou lá na casa do César.
Isidora: Onde, no César?
Eu: É, ele me pediu pra ajudar com umas paradas.
Isidora: Entendi, que pena, porque eu queria passar um tempo com você, filho.
Ela falou, me encarando. Eu não consegui evitar dar mais uma olhada no corpo gostoso dela, examinando da cabeça aos pés, e repeti pra mim mesmo,–Porra, mas que corpo gostoso a minha mãe tem–Depois de observá-la por uns segundos, saí de casa e fui até o César, que era um moleque da minha idade e filho da Natacha. Minha relação com ele não era lá muito próxima, a gente tinha se tornadoamigos, nada mais para admirar a mãe do outro. Eu com um propósito mais artístico e ele mais lascivo, mas nunca faltou com respeito pela minha mãe. Assim que saí, vi um caminhão enorme e os pais do César carregando umas caixas junto com outros homens. Me aproximei curioso deles e, naquele exato momento, o César saiu de casa com umas caixas pequenas.
César: Ah, oi, Bruno.
Eu: Oi, César, ei, e essas caixas?
Perguntei intrigado.
César: Como assim, não sabe? Hoje a gente vai embora.
Eu: O quê?
Falei impactado e desnorteado.
Eu: Vai embora? Pra onde?
César: Meu pai conseguiu um trampo em Portugal.
Eu: Portugal?
César: É, pensei que tinha te falado, parceiro, mas vejo que não, foi mal.
Eu: Não precisa se desculpar, César.
Falei desanimado, enquanto me virava pra olhar a dona Natacha. Era difícil acreditar que eu não ia mais poder traçar aquele corpo maravilhoso e escultural, como fazia toda tarde. Suspirei amargurado, pensando onde ia encontrar outra modelo igual a ela. Talvez fosse um sinal de que era hora de largar minha paixão e focar no que meus pais esperavam de mim, ou seja, estudar medicina. O que não devia ser um grande problema, porque minhas notas sempre foram excelentes e eu não me complicava em nenhuma matéria.–Sim, é hora de pensar em ser médico.murmurei.
César: Disse alguma coisa?
Eu: Não, não… Só que ainda não processei a notícia.
César: (Sorri) Ei, não fica triste, o mais certo é eu voltar pra passar uns dias do verão na casa dos meus avós, então a gente pode se encontrar lá. Ah, e por sinal, a casa já foi comprada, pelo que sei você vai ter como vizinhos um velho policial com a filha jovem dele. Quem sabe a Emma não vai ter concorrência nesse bairro.
Ele disse rindo, eu peguei uma das caixas pra ajudar e perguntei se ele sabia quando os novos vizinhos iam chegar, ele ficou em silêncio, o que me desconcertou um pouco. César tinha ficado calado, porque a mãe dele estava atrás de mim, eu não tinha percebido aquilo, até que ela me dá um abraço carinhoso. Não era a primeira vez que eu sentia os peitões dela se apoiando nas minhas costas, na verdade, era um costume que aquela mulher tinha comigo. Então não esperava que meu corpo tivesse a reação que teve. Se eu não tivesse pegado aquela caixa antes, todo mundo ali teria visto minha ereção.
Natacha: Vou sentir sua falta, Bruninho, você sempre foi atencioso comigo e um bom amigo pro meu filho. Tomara que em Portugal a gente tenha vizinhos como você e sua família.
Disse Natacha, eu não conseguia pensar em nada pra responder, mas não era necessário, porque a mulher rapidamente continuou:
Natacha: Samuel, o novo dono dessa casa, deve chegar amanhã. Já vou te adiantar que ele não é um homem ruim, então fica tranquilo, com certeza vocês vão se dar bem e a Agustina, a filha dele, é um amor e uma gostosa. Melhor não te falar mais nada e deixar você ver com seus próprios olhos.
Aquela informação era o menos importante naquele momento, eu ainda tava nervoso porque meu pau não parava duro. De forma bem sucinta, pra nem ela nem o César desconfiarem, agradeci a dona Natacha pela informação e disse que também ia sentir falta deles. A mulher se afastou de mim e foi até o marido, eu fiquei parado por uns minutos, olhando pro nada, até que o César me falou rindo, se eu ia me mexer pra levar aquela caixa pro caminhão ou se tava tentando segurar ele, não querendo que ele levasse os videogames dele. Suspirei e fui até o caminhão, onde larguei a caixa e vi que já não tava mais dura.
Depois que o caminhão foi carregado, tanto o César quanto os pais dele foram pra minha casa comigo, pra se despedir da minha mãe e da minha irmã, já que meu pai não tava. Pra minha surpresa, minha mãe e a Emma sabiam que eles iam embora; imaginei que a dona Natacha tinha contado pra minha mãe, já que eram muito amigas, e ela não me falou porque talvez pensou que o César já tinha dito. Depois da despedida, fui pro meu quarto, onde fiquei a tarde inteira, só desci pra comer e voltei pro meu quarto.
Tava relaxado porque minha mãe tinha saído pouco depois que o César e a família dele foram se despedir. Ela tava bem gostosa com o vestido que vestiu, me deu a desculpa de que ia visitar a tia Vicky, mas no fundo eu sabia que ela tava mentindo, porque a relação entre as duas era muito ruim. Parecia que se odiavam, embora às vezes se apoiassem como irmãs, era uma relação muito estranha. A Emma pediu permissão pra ir na casa de umas amigas e, por isso, meu pai não ia voltar cedo naquela noite. Sozinho em casa, não podia estar mais relaxado, mas a tranquilidade sumiu e a tempestade desabou.
Aqueles pensamentos obscenos atacaram no meu sonho, enquanto eu dormia tranquilamente, a figura da dona Natacha apareceu. Ela, como todas as tardes, saía pra tomar sol de biquíni, mas, em vez de pegar meu lápis ou meu pincel, eu tirava meu pau da calça e começava a bater uma. Rapidamente o cenário mudou, agora eu tava naquele momento em que ela me abraçou e eu tive uma ereção; a grande diferença do que tinha acontecido na realidade é que ela percebeu que meu pau tava duro. A mulher pedia pra eu acompanhá-la dentro de casa pra guardar as Últimas coisas em caixas.
Eu a seguia atordoado, apreciando a rabeta dela a cada passo. Assim que entramos em casa, a dona Natacha fechou a porta e colocou o seguro, me olhou de um jeito safado e, sem dizer uma palavra, foi tirando o vestido. Eu, feito uma estátua, admirava ela, e o tesão tomava conta de mim. Ela se aproximou de mim e me empurrou num sofá que ainda estava lá. Baixou minha calça com um sorriso cheio de luxúria, e ao ver meu pau duro, passou a mão nele, acariciando entre os dedos, e depois levou até os peitões enormes dela.—"Isso será sua lembrança, pra você não esquecer de mim e do meu corpo"—disse sorrindo. Eu segurava meu pau com uma mão, enquanto ela me punhetava com aqueles peitos deliciosos dela.
Acordei daquele sonho, todo suado, com as mãos no meu membro e um monte de porra espalhada pela cama e pelo meu corpo. Eu tinha me masturbado dormindo, o que me deixou desesperado e inquieto, alguma coisa tava rolando comigo, não era normal que do nada eu começasse a ter esse comportamento. Masturbação não era um hábito meu, mas me recusei a pedir ajuda, achei que tudo voltaria ao normal com o passar dos dias, um baita erro. A hora da minha consulta tava chegando ao fim, então olhei pro psicólogo e falei.
Eu: Valeu, precisava desabafar.
Me levantei pra ir embora, mas ele sorriu.
Tomás: Aonde você vai, Bruno?
Fiquei pasmo com a pergunta dele.
Eu: (Sorri) Pra casa, senhor, já acabou meu horário.
Tomás: Sim, mas posso abrir uma exceção e ficar mais um pouco pra te ouvir, se você quiser.
Eu: (Surpreso) Hã… Tá falando sério?
Tomás: Claro, mas me dá licença uns minutos, vou ligar pra minha esposa e avisar que hoje vou chegar mais tarde. Ah, e me chama só de Tomás.
Eu: Como o senhor preferir, Tomás…
Não tinha dúvida de que ele era um cara bem peculiar, mas ele tinha razão, ainda precisava contar o mais importante pra sentir um pouco de alívio depois de tanto tempo.
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As mentiras eram comuns na família do Bruno e ele as ignorava, mas depois de descobrir certas verdades, ele vai ter que recorrer a um psicólogo, que acaba sendo ninguém menos que o Tomás. Espero que vocês tenham gostado desse novo projeto, onde quero explorar mais a Isidora e explicar o motivo pelo qual ela é tão possessiva com o filho.
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