Obrigado por todas as mensagens. Fazia tempo que pediam pra eu contar os detalhes, mas é difícil conseguir descrever as sensações (pelo menos pra mim). Então, vou dar continuidade aos dois relatos anteriores pra finalizar com a primeira experiência cuckold. O que vou contar agora é o que aconteceu no hotel enquanto eu estava lá fora esperando dentro do carro. Espero que gostem. Quando entraram no quarto, ela me ligou, como combinado, pra ver como eu estava e se havia algum arrependimento. Era a última ligação antes de algo acontecer... depois não tinha mais volta. Lembrando que até aquele momento ela só tinha transado comigo, então a tara do chifre era um pouco mais extrema. Um pouco por isso também ela topou viver essas experiências... (no século XXI não dá pra uma mulher ter transado só com uma pessoa) — essa foi minha carta pra convencê-la, além de lembrar que ela é, de verdade, o amor da minha vida e que quero ficar com ela pra sempre. Mas que esse bichinho tinha nascido em mim há muito tempo e eu queria realizar. Depois de entrar no quarto e me ligar, caiu a ficha de verdade do que ia rolar (na real, ela foi com a ideia de ir e ver como era... embora estivesse totalmente entregue ao que acontecesse, se no final se sentisse muito na dúvida ou não rolasse química, ela ia começar devagar). Por isso, enquanto eu estava no carro, meus pensamentos estavam tão confusos e eu mal conseguia ficar calmo. Não sabia se naquele momento em que esperava, ela só estava conversando e mais nada, se só tinha um amasso ou se já estavam fazendo um servicinho completo. Haha. A questão é que assim que ela desligou, o cara se aproximou e começou a beijar o pescoço dela e a passar a mão no corpo por cima da roupa. Os beijos no pescoço ela ama, então foi relaxando. Mesmo assim, ainda estava nervosa. O cara tirou a camisa e tirou a blusa dela, começou a meter a mão por dentro da legging e ela sentia que ia morrer. Ele desabotoou o sutiã dela e começou a chupar os tetas. Ela dá uma pausa, se afasta meio metro e começa a tirar a calça e os sapatos. Ela me diz que, meio sem jeito, começa a tirar a calça, mas não consegue parar de pensar em mim, que estou esperando ela bem pertinho. Ela fica parada só de calcinha, o cara — que eu não falei — devia ter uns 38 anos, magro, careca e meio bonitinho, fica olhando pra ela uns segundos e fala algo tipo "como vou aproveitar te comer, você é uma beautiful" ou algo assim... e começa a beijar ela na boca com paixão e, puxando a calcinha dela, começa a passar a mão na pussy dela enquanto não para de beijar. Ela começa a trocar o nervosismo por sensações gostosas e começa a tatear pra pegar a cock dele. Ela ficou com vontade de ver "outra", então puxa a cueca dele pra baixo e fica entre surpresa e excitada... o cara ainda não estava duro, tava meio mole e já era bem maior que a minha. Como continuavam de pé, o cara tira a cueca de vez, tira a calcinha dela e senta ela na cama, ficando de pé do lado dela. Ou seja... deixa a cock a 10 centímetros do rosto dela. Aqui quero fazer uma pausa. Não sei se vocês leram os dois relatos anteriores. A gente tá junto há 15 anos. Quando começamos a namorar, ela era virgem, mas tinha tido dois namorados antes. Com um, só beijos e uns amassos. Com o segundo, já tinham brincado um pouco mais, mas era só sexo oral dele nela e umas poucas vezes dela nele, tudo muito de novato. Ou seja... isso era diferente. Depois de ficar "a vida toda" comigo. De só conhecer minha cock de quase 15 cm. Ela agora tinha a chance de aproveitar outras sensações e tudo com meu aval. Mais que isso... praticamente tendo que convencer ela a aceitar. Então ali fez um clique, e ela decidiu tentar se soltar e aproveitar (ela demora pra engrenar). Então, nervosa e envergonhada como ainda estava, ela pega a cock do cara e começa a dar beijinhos e passar no rosto dela, e também continuava acalmando ele, mas não se animava a colocar na boca por questão de segurança, então perguntou se dava pra colocar algo e o cara entendeu e colocou uma camisinha, e aí sim começou a meter dentro da boca dela. O cara gemia e dizia que, mesmo com camisinha, era diferente... que estava curtindo muito. Ela mesmo assim chupava o tronco dele e beijava os ovos, então compensava. O cara depois deita ela na cama e começa a chupar a pussy dela, que já nessa altura estava molhada. Ela não parava de pensar em mim, em como tudo era diferente. Depois me contava isso... que, mesmo fazendo as mesmas coisas que eu faço com ela, era tudo diferente. O cara saboreava a pussy dela. (Realmente tenho que dizer que o sabor e o cheiro que ela solta naturalmente são incríveis) ela toda. A pele que ela tem, o cabelo. Tudo. A pele é bem branquinha e fresca. Uma delícia. O filho da puta estava curtindo enquanto chupava ela. Depois de um tempo, vira ela, mas ele fica por baixo e começam um 69. Também aproveita pra enfiar uns dedos dentro da pussy e continuar chupando. Ficam assim por um tempinho. Ele puxa ela e fica de pé do lado da cama, e ela sentada começa a foder a boca dele (literalmente). Ela estava muito tesuda, mas só entrava a metade. (Fácil, devia ter uns 20 centímetros ou um pouco mais) não cabia na boca dela. Continuo?
5 comentários - Primeira vez como corno. Relato contínuo.