Escravidão II

(Embora eu tente fazer cada capítulo poder ser lido separadamente, o ideal é ler a sequência completa)

O golpe foi extremamente bem calculado, apesar do perigo da situação. Em vez de esmagar o punho contra o precioso rosto oriental, ele deu uma porrada de urso, que mandou ela quase voando contra a parede.

Antes que ela pudesse reagir, segurou a mão que segurava a faca e com a direita agarrou ela pelo pescoço. Apesar do baque, a mulherzinha se debateu como uma fera selvagem, excitando ele ainda mais — a fúria dela, a desesperação selvagem, eram um combustível na busca do clímax, e ele sabia muito bem disso.

Lutaram corpo a corpo e, apesar da diferença de tamanho, ele não conseguiu dominar ela, a ponto de caírem no chão, onde os 100 kg dele se impuseram sobre os míseros 55 dela. Com um movimento brusco, conseguiu fazer ela soltar a faca, que foi parar debaixo do sofá largão. Só então ele soltou a garganta dela e segurou as duas mãos da mulher.

Em seguida, vendo que ela não se acalmava, ele a esmagou com o corpo, fazendo ela gemer e se aquietar um pouco. Aproveitou para se esticar e pegar o colar com a guia, deixando a virilha dele perigosamente perto do rostinho bonito dela, momento que ela aproveitou para tentar morder ele; surpreso mais do que dolorido, ele afastou o corpo dela enquanto a sacudia como um rottweiler sacudindo um pinscher. Depois, com uma mão só, arrastou ela pelo chão frio até alcançar o colar e, com a fluidez da prática, colocou nele, ignorando a resistência da mulher.

Em seguida, usou a guia para amarrar as mãos dela, de um jeito que ela não conseguisse alcançar ele com as unhas afiadas, e sentou na barriga dela, sem se importar com os joelhadas que ela dava. Observou ela por um instante, com os pulsos amarrados pouco acima da cabeça; cada tentativa dela de alcançar ele era frustrada pela curteza das amarras, e ele sorriu sem alegria ao lembrar do corte no peito dele. começava a arder.
— Você se comportou mal, Laika — disse com um meio sorriso bem sinistro — vou ter que te castigar agora...
Em seguida, arrancou o sutiã dela, uma tentativa meia-boca de uniforme de empregada, que já tinha deixado escapar um dos seus seios deliciosos com a mão esquerda; enquanto com a direita tentava fazer o mesmo com a pequena tanga de renda combinando, tudo isso apesar da resistência violenta dela.

0 comentários - Escravidão II