Relato – Experiência num corredor
Oi, meu primeiro relato é sobre algo que aconteceu na minha adolescência. Eu tinha 16 anos e pouca experiência, claro. Por coisas que não vêm ao caso agora, eu trabalhava como ajudante de padeiro no turno da noite, em Las Heras, Mendoza. Ia andando todas as noites e voltava de madrugada do mesmo jeito. Numa noite de verão, fui trabalhar como de costume, e naquela noite saí cedo, umas 5 e pouco, e fui pra casa. Era um adolescente que ainda não tinha transado, mas a vontade me dominava, o tesão tava a flor da pele.
Naquela noite, voltei tranquilo e, no meio da rua, mais adiante, umas meia quadra na frente, um taxi parou e desceu uma silhueta gostosa pra caralho. Ela tava com um vestido transparente, meia de rede alta, loira e de salto. Caminhou até um corredor e parou na entrada, esperando eu chegar perto. Eu olhei ela de cima a baixo, ela tinha uma bunda enorme, meu coração disparou. Uns três passos depois, ela me chamou e disse:
— "Vem, papai."
Eu parei e entrei com ela. Ela me disse que era uma travesti, enquanto passava a mão no meu pau por cima da calça. Eu, que tava com mais vontade de foder do que de viver, falei no ouvido dela:
— "Sou virgem."
E só isso bastou pra tudo se desencadear.
Era um corredor com luz, dava pra ver tudo. Ela esfregava aquela bunda enorme no meu pau, que já tava babando de tesão. Ela se ajoelhou na minha frente, com a língua massageando meu pau, chupou minhas bolas e começou a chupar igual uma louca. Eu agarrei o cabelo dela, e ela engoliu tudo. Eu tenho boa dotação, e com a língua dela engasgada, ela passava pras bolas. Aaa, senti que ia explodir. Falei:
— "Já vou gozar."
Ela tirou a boca e me deu uma pausa, depois fez outra garganta profunda até que saiu uma descarga de porra que ela engoliu. Eu senti aquela sensação maravilhosa. Ela continuou lambendo e chupando, e disse:
— "Quanta porra gostosa, papai."
E não parava de lamber até que meu pau subiu de novo. Ela disse:
— "Agora é a vez da bunda."
Ela me encostou na parede, afastou as nádegas e mostrou um cu redondo e lindo. Eu abaixei a calcinha dela, com o pau duro e babado, entrei de uma vez e comecei a me mexer. Que delícia. Sempre senti que tinha um tesão especial por sexo anal. Via muito pornô desde adolescente e me excitava pra caralho, então imagina a putaria de sentir meu pau percorrendo o cu por dentro, mmmmm, e eu gemendo. Tinha um gabinete de gás, sentei lá e ela começou a se esfregar em mim, me cavalgou com toda a experiência dela. Minha cabeça tava explodindo de prazer. Minha primeira vez foi uma experiência casual: garganta profunda, sexo anal, tudo na mesma noite. Ela desceu, ficou de quatro, levantou bem a raba e falou: — "Arrebenta minha buceta do cu e enche de porra". Fiquei ainda mais excitado, agarrei o cabelo dela com uma mão e a cintura com a outra. Com o tempo, começou a amanhecer e eu continuava bombando as nádegas dela, que batiam na minha pélvis, até que veio de novo aquela sensação de explosão, e ela peidou em mim enquanto eu descarregava meu leite. Não queria tirar o pau do cu dela, e ela disse: — "Não moro sozinha, por isso não rolou, mas essa raba é sua, sou sua puta." Me arrumei, saí do corredor, ela entrou no apê dela e fui relaxar em casa. Isso foi há mais de 15 anos, e por 10 anos depois tivemos vários encontros, um mais gostoso que o outro, e confirmou de vez meu vício em arrebentar rabas. Hoje, depois de tanto tempo, encontrei ela de novo e, sem dizer nada, me levou pro apê dela... e... bom, fica pra outro relato. Saudações pra comunidade, p!
Oi, meu primeiro relato é sobre algo que aconteceu na minha adolescência. Eu tinha 16 anos e pouca experiência, claro. Por coisas que não vêm ao caso agora, eu trabalhava como ajudante de padeiro no turno da noite, em Las Heras, Mendoza. Ia andando todas as noites e voltava de madrugada do mesmo jeito. Numa noite de verão, fui trabalhar como de costume, e naquela noite saí cedo, umas 5 e pouco, e fui pra casa. Era um adolescente que ainda não tinha transado, mas a vontade me dominava, o tesão tava a flor da pele.
Naquela noite, voltei tranquilo e, no meio da rua, mais adiante, umas meia quadra na frente, um taxi parou e desceu uma silhueta gostosa pra caralho. Ela tava com um vestido transparente, meia de rede alta, loira e de salto. Caminhou até um corredor e parou na entrada, esperando eu chegar perto. Eu olhei ela de cima a baixo, ela tinha uma bunda enorme, meu coração disparou. Uns três passos depois, ela me chamou e disse:
— "Vem, papai."
Eu parei e entrei com ela. Ela me disse que era uma travesti, enquanto passava a mão no meu pau por cima da calça. Eu, que tava com mais vontade de foder do que de viver, falei no ouvido dela:
— "Sou virgem."
E só isso bastou pra tudo se desencadear.
Era um corredor com luz, dava pra ver tudo. Ela esfregava aquela bunda enorme no meu pau, que já tava babando de tesão. Ela se ajoelhou na minha frente, com a língua massageando meu pau, chupou minhas bolas e começou a chupar igual uma louca. Eu agarrei o cabelo dela, e ela engoliu tudo. Eu tenho boa dotação, e com a língua dela engasgada, ela passava pras bolas. Aaa, senti que ia explodir. Falei:
— "Já vou gozar."
Ela tirou a boca e me deu uma pausa, depois fez outra garganta profunda até que saiu uma descarga de porra que ela engoliu. Eu senti aquela sensação maravilhosa. Ela continuou lambendo e chupando, e disse:
— "Quanta porra gostosa, papai."
E não parava de lamber até que meu pau subiu de novo. Ela disse:
— "Agora é a vez da bunda."
Ela me encostou na parede, afastou as nádegas e mostrou um cu redondo e lindo. Eu abaixei a calcinha dela, com o pau duro e babado, entrei de uma vez e comecei a me mexer. Que delícia. Sempre senti que tinha um tesão especial por sexo anal. Via muito pornô desde adolescente e me excitava pra caralho, então imagina a putaria de sentir meu pau percorrendo o cu por dentro, mmmmm, e eu gemendo. Tinha um gabinete de gás, sentei lá e ela começou a se esfregar em mim, me cavalgou com toda a experiência dela. Minha cabeça tava explodindo de prazer. Minha primeira vez foi uma experiência casual: garganta profunda, sexo anal, tudo na mesma noite. Ela desceu, ficou de quatro, levantou bem a raba e falou: — "Arrebenta minha buceta do cu e enche de porra". Fiquei ainda mais excitado, agarrei o cabelo dela com uma mão e a cintura com a outra. Com o tempo, começou a amanhecer e eu continuava bombando as nádegas dela, que batiam na minha pélvis, até que veio de novo aquela sensação de explosão, e ela peidou em mim enquanto eu descarregava meu leite. Não queria tirar o pau do cu dela, e ela disse: — "Não moro sozinha, por isso não rolou, mas essa raba é sua, sou sua puta." Me arrumei, saí do corredor, ela entrou no apê dela e fui relaxar em casa. Isso foi há mais de 15 anos, e por 10 anos depois tivemos vários encontros, um mais gostoso que o outro, e confirmou de vez meu vício em arrebentar rabas. Hoje, depois de tanto tempo, encontrei ela de novo e, sem dizer nada, me levou pro apê dela... e... bom, fica pra outro relato. Saudações pra comunidade, p!
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