Ela tão pequenininha e eu tão... (PARTE 2)

Como prometi na primeira parte, vou contar como continuou minha aventura com essa garota tão novinha mas que ao mesmo tempo me deixava louco.

Antes de ler esse relato, recomendo que leia a parte 1: http://www.poringa.net/posts/relatos/4397924/Ella-tan-chiquita-y-yo-tan.html

Depois daquela noite, continuamos conversando pelo WhatsApp por vários dias, nos conhecendo, trocando umas fotos aqui e ali, até que marcamos de nos ver no sábado à tarde. Ela disse pros pais que ia fazer um trabalho na casa de uma amiga, e pediu pra amiga dar um jeito de cobrir ela. Combinamos de nos encontrar no sábado às 15h num café perto do estádio do River, no bairro de Nuñez. Eu cheguei antes dela, tava sentado numa mesa meio afastada, esperando ela chegar, sentindo uma mistura de nervosismo, ansiedade e tesão. Meia hora depois do horário marcado, vejo ela vindo, caminhando com um sorriso, radiante, com um passo alegre, os cabelos pulando a cada passo que dava, o movimento das pernas era hipnótico, parecia que ela emitia luz própria, aquele sorriso, aqueles olhos, aquela juventude... Ela tinha cara de quem tava fazendo uma travessura sem os pais saberem (e que travessura...).
— Oi! Desculpa ter chegado atrasada, meus pais insistiram em me levar até a casa da minha amiga (que já sabia o que ela ia fazer), então tive que vir de lá.
— Como cê tá? Relaxa, sem problema, viajou bem?
— Sim, sim, muito bem. Pediu alguma coisa?
Continuamos a conversa, o lanche, era a primeira vez que eu via ela num ambiente relaxado, sem ninguém pra encher o saco. É incrível a quantidade de emoções que tavam rolando no meu peito, por um lado ela me encantava, tava linda, é simpática, tagarela, cheia de vida, até me dava uma ternura danada com as expressões dela, mas por outro lado não conseguia tirar da cabeça o pensamento de querer devorar ela toda, fazer ela minha de uma vez por todas. Bateu 16h, 17h e a gente continuava rindo às gargalhadas. Enquanto petiscávamos, de vez em quando soltava algum comentário picante ou uma provocação. Olhando a hora, percebo que já tá na hora de encaminhar o encontro pro que a gente tinha planejado, e decido aumentar um pouco o clima do date. Primeiro comecei com umas provocações sutis pra ver se ela curte flertar em público ou se ficava desconfortável, e pra minha surpresa, ela entrou no jogo e dobrou a aposta. Depois de umas palavras quentes, sinto por baixo da mesa a perna dela começando a percorrer a minha até chegar na minha virilha (por isso escolhi uma mesa mais isolada), e sinto o pé dela massageando de leve minhas bolas e meu pau por cima da calça, mas eu não ia ficar pra trás...

- Tira a calcinha fio dental. (Falo olhando fixo nos olhos dela, com um tom de voz firme, dando uma ordem)
- (Ela fica em silêncio por um instante) Que?
- O que você ouviu.
- Aqui? Cê tá louco? (Ela fala sussurrando)
- Sim, aqui.
- Nãao, aqui não, e se alguém me ver.
- Ninguém vai te ver, foi por isso que escolhi essa mesa, fica tranquila. Tira a calcinha. (Repito a ordem)
- Não, cê tá maluco, me espera que vou no banheiro e te trago ela.
- Quero que tire aqui, e me entregue na mão.
- Ai, puta que pariu, Pablo, vão nos expulsar daqui.
- ...
- Tá bom, mas vê se ninguém tá olhando.

Ela se ajeita, mete a mão na saia, primeiro vejo ela levantar a bunda esquerda, depois a direita, faz um movimento pra baixo e finalmente coloca a mão fechada em cima da mesa. A calcinha fio dental dela era tão pequena que mesmo na mão minúscula dela não dava pra ver nem um centímetro de pano. Pego a calcinha da mão dela e guardo no meu bolso, sem tirar o olho dos olhos dela. Ela tava completamente vermelha, olhando pra todo lado, nervosa, e eu só observava com um sorriso sutil. Ali confirmei que ela não tava brincando, que não veio pra frescar, que realmente tava disposta a rolar algo entre a gente.

Eu - Vamos?
- Pra onde?
- Ficar sozinhos.
- Vamos, mas devagar. que não tenho calcinha e a saia é soltinha.
Subimos no meu carro e começamos a viajar pra um dos melhores hotéis da Capital Federal. Enquanto dirigia, coloquei minha mão na perna dela, bem no limite da saia, e com cada buraco ou lombada (muitos na cidade) minha mão subia mais. Num semáforo, pego ela pela nuca e dou um beijo, e enquanto nossas línguas se cruzavam, subo minha mão direto na buceta dela, ela abre os olhos arregalados e fala "Que issooo!" rindo, eu não aguentava esperar pra ter ela só pra mim no hotel. Esfreguei o clitóris dela por uns segundos até o semáforo ficar verde, mas deu pra sentir meus dedos molhados.
Estaciono o carro na garagem do quarto, descemos e entramos.
Ela: -Uau... Nunca vim num hotel, esse lugar é uma loucura
-Sim, é muito lindo
Não deixei ela terminar de olhar o lugar e viro ela de costas pra mim, encosto meu pau firme entre as nádegas dela, afasto o cabelo da nuca e começo a beijar o pescoço e atrás das orelhas enquanto com a outra mão percorro a cintura dela. A respiração dela já tá ofegante, começo a beijar as costas dela, me ajoelho atrás e levanto a saia, com a mão faço ela inclinar o tronco pra frente deixando a raba empinada e começo a beijar, primeiro as nádegas, depois abro com as mãos e começo a beijar o cu dela. Tudo isso com ela em pé na sala e inclinada pra frente apoiada numa mesa, e eu ajoelhado atrás. Levanto (não quis beijar a buceta nessa posição pra deixar ela com vontade), viro ela e beijo a boca dela, os beijos são apaixonados. Levanto ela e sento na mesa, entre beijos tiro a camiseta dela, tiro o sutiã (não ia deixar ela duvidar, não queria que ela se arrependesse como da última vez), ela tira minha camiseta, empurro ela pra trás fazendo ela deitar na mesa, tiro a saia, abro as pernas dela e começo a beijar os lábios dela, primeiro de um lado, depois do outro, e quando vejo que já Ela tá pronta e molhada, começo a lamber o clitóris dela do jeito que sei que ela gosta, primeiro com movimentos suaves mas firmes, alternando os movimentos da minha língua, primeiro pra cima e pra baixo, depois de um lado pro outro, depois circulares, depois sugando, até mordendo (ela gemia mais alto e falava que adorava quando mordiam a buceta dela), penetrando ela com minha língua, todos os meus movimentos deixavam ela louca. Vejo que ela tá perto de gozar, mas dessa vez não continuo, queria que ela ficasse bem quente quando sentisse meu pau dentro dela.
— Você não vai me fazer gozar igual da última vez? (Ela fala, toda excitada)
— Vou, mas ainda não.
Ela se levanta e a gente vai pra cama, eu sento na borda e ela fica em cima de mim, completamente nua. A gente se beijava com paixão, eu esfregava o clitóris dela com meus dedos enquanto nos beijávamos e ela mordia meus lábios, enfio um dedo na buceta dela, ela geme, continuo masturbando ela devagar mas firme, sentados na borda da cama, percebia que ela precisava ter um orgasmo mas toda vez que tava perto eu parava, queria deixar ela bem quentinha pra aguentar esse pau, que da última vez ela não teve coragem de encarar. Quando paro de enfiar os dedos, ela abre meu cinto (ou tenta), vendo que tava difícil e notando a inexperiência dela, eu abro, ela sai de cima de mim e se ajoelha no chão na minha frente, que tava sentado na cama. Ela tira minha calça e minha cueca e fica ali, em silêncio por uns segundos olhando pro meu pau, encarando ele, sem fazer nada. Bem na hora que eu ia perguntar se tava tudo bem, já que ela tava ali, completamente nua e parada, ela mexe a mão, pega no meu pau e começa a mover pra cima e pra baixo, a gente retoma o contato visual, eu vejo a excitação dela de novo, sentia a mão pequena dela masturbando meu pau que tava durasso, depois fez com as duas mãos até que aproxima a boca e começa a lamber a haste, desde a base. e vai subindo devagar, com os lábios e a língua, como se tivesse tomando um sorvete. Quando chega na cabeça, abre a boca e enfia pra dentro, começa a chupar meu pau bem delicadamente, naquele momento o prazer que eu sentia era indescritível. Dava pra ver que ela era inexperiente, então eu ajudava com alguns movimentos, mas ela mandava muito bem, a saliva escorria do canto da boca dela, deslizava por todo o meu pau até minhas bolas, enquanto a cabeça dela subia e descia num ritmo constante. Ela tentava enfiar o pau cada vez mais fundo, e eu ajudava com meus movimentos, mas ela engasgava. Ver ela, pequenininha, pelada, inocente, com as duas mãos segurando meu pau, rindo de como engasgava tentando fazer garganta profunda é uma imagem que não quero esquecer nunca. Ela continuou chupando até que eu achei que já era hora, levanto ela e deito na cama, ela era tão leve que eu podia mexer do jeito que quisesse. Faço mais um pouco de sexo oral nela pra deixar bem molhada, mas sem deixar ela gozar, ela gemia alto e dava pra ver que queria ter um orgasmo, mas ainda não era hora. Ela deitada de barriga pra cima, pernas abertas, eu por cima dela, primeiro esfrego meu pau no clitóris dela fazendo ela gozar um pouco, até que coloco meu pau na posição e faço uma força pequena, enfiando só a cabeça e parando ali, ela fechou os olhos e soltou um gemido, mas ficou esperando mais, só que eu não enfiava, só a pontinha, e comecei a fazer um movimento de meter e tirar, mas bem pouco, ela me dizia "mete, por favor, quero sentir esse pau, mete" mas eu não dava o gosto, só enfiava devagar a cabeça e tirava, também devagar. Eu tava disposto a fazer ela desejar, e quando chegasse a hora da penetração, ter sexo selvagem. Eu continuava movendo devagar a cabeça do pau pela buceta dela, a buceta dela tava completamente molhada pedindo pau, e começo a notar que a respiração dela acelera, cada vez mais, começa a gemer, me abraça forte e crava os dedos nas minhas costas enquanto mexia a cintura tentando que eu a penetrasse no ritmo dos gemidos dela (Eu ainda não tinha metido! A única coisa que ela sentia era a minha cabeça) ela gemia quase gritando e respirava muito ofegante e me diz pela última vez "Mete em mim pelo amor de Deus!" e sim, ela estava prestes a gozar! Ela estava quase tendo um orgasmo só com o movimento da minha cabeça na buceta dela, eu ainda não meto, mas com meus dedos esfrego o clitóris dela, ela me abraça mais forte, respira e geme cada vez mais rápido e forte e começa a tremer enquanto contrai todos os músculos do corpo, aí eu soube que ela estava gozando, e foi aí que introduzi meu pau com firmeza (só a metade já que não queria que doesse), ela abre os olhos e solta um grito de prazer e começa a mexer o quadril buscando a penetração enquanto tinha o orgasmo, dessa vez ela se mexia pra fazer meu pau entrar e sair do jeito dela enquanto gozava. Eu fiquei surpreso, não esperava que ela gozasse só com a minha cabeça, fiz isso pra aquecer mas parece que ela não aguentou haha. Ficamos abraçados, ela respirando ofegante, me abraçando forte, eu com meio pau dentro dela, ela me olha e fala "você é um filho da puta, como você gosta de me fazer sofrer"
Decidi que ela já tinha sofrido o suficiente, tinha ganhado o prazer a partir de agora, então voltei a descer pra praticar sexo oral nela, primeiro devagar e suave porque ela ainda estava sensível do orgasmo, mas não demorou pra pedir mais e o sexo oral ficou apaixonado, acompanhado dos meus dedos grandes penetrando ela no ritmo da minha boca trabalhando no clitóris dela até que consigo outro orgasmo. A paixão brotava dos nossos corpos, volto a ficar por cima dela e coloco meu pau na posição e dessa vez a penetro devagar mas sem parar de introduzir até que ela me pare, assim saberia o limite dela até que encontrei, aproximadamente três quartos do meu pau entravam até que ela começava a sentir dor, essa era minha margem pra me mover. Continuamos um tempão nessa posição, metendo cada vez mais rápido, nos conhecendo melhor, depois eu embaixo e ela por cima, olhando nos olhos um do outro enquanto a gente se movia no ritmo da nossa paixão. Depois de um tempo, pego ela e viro de bruços, levanto ela e deixo de quatro, achava engraçado mover ela com tanta facilidade, podia fazer o que quisesse com ela. Tendo ela de quatro, aprecio por uns segundos aquela imagem, aquela cinturinha, aquele rabo apontando pra mim, não podia acreditar. Não resisto e chupo ela um pouco de quatro, com ela bem molhada, encosto meu pau e começo a penetrar devagar, ela mostra dor e fala "devagar, tá doendo" e eu meto mais devagar pra ela curtir, embora com o tempo ela mesma vá buscando uma penetração mais funda, eu meto com firmeza, enquanto curto agarrar e apalpar os peitos dela e noto que ela começa a respirar cada vez mais rápido e os gemidos dela ficam mais fortes, então com uma mão agarro firme o peito dela apertando o bico com meus dedos e com a outra começo a esfregar o clitóris dela devagar mas rápido enquanto meto até que entre gritos e gemidos ela treme de novo e eu seguro ela com força pra não parar de penetrar até que depois de uns segundos ela relaxa toda e cai na cama exausta, notei que tinha me molhado e quando olhei, todo o lençol estava molhado com os fluidos dela e caíam gotas pelas minhas bolas, olho pra ela, ela tentando se recuperar enquanto as pernas tremiam, me olha e fala "Quantas vezes você quer que eu goze?", olho pra ela com um sorriso, deito do lado dela, ela me abraça e com uma mão começa a bater uma pra mim, tava com o pau durasso! ela faz isso por um tempo até descer e fazer sexo oral em mim, sentindo o gosto dos próprios fluidos dela. Depois de uns minutos, levanto ela e começo a penetrar com ela por cima de mim, dessa vez com intenção de gozar, então a penetração foi mais forte, mais rápida, mais intensa, ela gemia com uma voz tão doce que me excitava cada cada vez mais, eu mordia os bicos dos peitos dela enquanto comia ela, ela me dizia que gostava assim, gostava forte, adorava meu pau, eu sentia que tava chegando perto do fim, então meu movimento ficava cada vez mais forte, até que eu falo "Vou gozar!" sem parar de comer ela, na hora ela diz "Ai siiiim, vai logo!!!" e aaaaaahhhh, começo a bombear meu leite dentro da buceta dela, e pra minha surpresa ela geme forte de novo, se mexe rápido e aaaaahhh solta um grito e me abraça, ela tremia enquanto eu bombeava meus últimos jatos de leite dentro dela, a gente tinha gozado os dois ao mesmo tempo! Que experiência linda! Ficamos os dois abraçados, respirando ofegantes, com meu pau dentro dela, nos olhando nos olhos.
-Ela "Você é incrível"
-Você é incrível, é gostosa e um fogão, é perfeita
-A gente gozou junto haha
-Sim, e ainda tô com o pau duro
-Ainda tá duro? Como pode?
-Não tá sentindo?
-Tô, claro que tô! Mas me surpreende
Aí mesmo comecei a mexer devagar de novo, sentia meu leite escorrendo da buceta dela pelo meu pau até minhas bolas enquanto comia ela. Abracei ela e continuei comendo por uns minutos enquanto a gente gemia até eu gozar de novo, essa foda foi mais curta mas gostosa, bombeei mais leite dentro da buceta dela e aí sim comecei a sentir meu pau amolecer.
-Ah não, você é coisa de louco.
-Tendo tanta beleza pra mim como vou deixar de ficar excitado? Você me enlouquece.
-E você a mim.
Ficamos abraçados um tempo e dormimos, até que a voz do hotel avisou que em 15 minutos acabava nosso turno, então fomos tomar banho, aproveitamos o chuveiro juntos pra uma última foda, nos trocamos e levei ela até umas quadras da casa dela. Deixo ela, nos beijamos e vou embora, quando saio chega uma mensagem dela, "Ainda tô com o uniforme na bolsa", lembram que no primeiro relato pedi pra ela levar o uniforme do colégio quando a gente se visse? era tanta excitação que me Esqueci que tinha pedido pra ele levar e a gente não usou. Mas fica tranquilo, tem terceira parte, então isso não acaba aqui.

Espero que vocês gostem e me avisem! Até a parte 3.

11 comentários - Ela tão pequenininha e eu tão... (PARTE 2)

Tremendooooo me encantooo!!! Van esos 10..👏👏.. no tardes con la 3 parte
Tremendo! Qué suerte la tuya comerte ése Caramelito. Espero la otra parte
JukUik
Nooo puede ser, fenomenal esa experiencia bro! quedaría perfecta una foto de como es la mina, para algo mas de morbo, aunque se ve que es toda una bomba! Saludos crack👍
Hp_Cxz
Excelente relato! La experiencia, la mina y tu forma de describir 10/10
van 10! gracias por compartir!😍🍆💦💦💦😋