Esclarecimento 1: essa história não é de minha autoria, foi escrita pelo adrianreload que não está mais aqui no P!, estou repostando porque também gostei muito na época.
**Esclarecimento 2: todos os personagens são maiores de idade**
Na cabana, eu tinha deixado o Guille imerso em pensamentos, talvez cheio de dúvidas sobre o que viu. Será que ele estava desconfiando? Será que a mesma situação passou pela cabeça dele?... ou talvez a imagem de me ver amarrado tenha trazido lembranças do apartamento dele, quando a Vane era a amarrada.
— Guille, me leva pra minha casa, por favor… — a Vane tinha pedido, envergonhada naquela ocasião.
O Guille desceu com ela até o estacionamento. A Vane estava nervosa, contrariada, tremendo em alguns momentos. Tinha sido uma terapia de choque que aplicaram nela. Em certos momentos, parecia estar no mundo da lua. O Guille queria guiá-la até o carro ou talvez confortá-la com a mão no ombro… mas a Vane reagia fugindo.
Claramente, o Guille, ao perceber o quanto ela estava perturbada, também sentiu remorso. A audácia daquele engano pra neutralizar a Vane também teve consequências. A gente só tinha pensado em como bloquear as chantagens dela, mas não imaginamos como ela reagiria, como aquilo a afetaria. Esquecemos que, apesar de todos os surtos, a Vane também tinha sentimentos.
Ela entrou no carro. A Vane, por instinto, sentou atrás… talvez acostumada a que, quando não dirigia, quem fazia isso era o motorista da família, um mestiço igual ao Guille. Dessa vez, ele entendeu a situação, não se irritou, só pediu educadamente que ela sentasse na frente. Afinal, mais do que ele já tinha feito no apartamento, não dava pra fazer no carro.
Ela aceitou, mas ficou encostada na porta, segurando a cabeça com a mão e o braço apoiado no espelho. Estava pensativa. Depois de tentar puxar conversa sem muita resposta, o Guille decidiu dar espaço pra ela. Até que, finalmente, ela pareceu reagir:
— Por que você sempre foi tão bom comigo?... — perguntou a Vane, saindo do mutismo.
— E por que eu não deveria ser?... — respondeu o Guille.
— Porque… sei lá…
Na cabeça da Vane, com certeza por causa do que ensinaram pra ela, os mestiços só eram bons quando queriam alguma coisa em troca. Obviamente. Guille não queria nenhum tipo de favor ou retribuição financeira da garota yummy, no fundo queria a amizade dela e talvez conquistar o carinho dela, porque sentia atração pela Vane.
- Lamento ter me afastado da sua amizade… ele disse sinceramente.
- Não se preocupa… respondeu Guille, todo compungido.
Depois ela explicou que vários amigos dela (os branquelos) tinham notado que Guille estava muito grudado nela, e algum comentário escapou na casa dela. A avó dela, quando soube, deu um puta chilique, e Vane, pra evitar problemas e fofoca, decidiu se afastar.
Embora Vane parecesse independente pra muitas coisas, ainda tinha aquele cordão umbilical com a família. Ela tinha um puta respeito pela avó, porque, com a ausência dos pais, foi praticamente ela quem a criou — aquela velha descendente dos alemães da Segunda Guerra Mundial. Então, durante a criação, Vane absorveu vários dos complexos nazistas dela.
Obviamente, as explicações da Vane, saber de todos os traumas e complexos dela, também não deixaram Guille muito feliz… claramente ela não falava as coisas por maldade, mas era chocante pra Guille perceber como era visto pela avó e pelos amigos dela, e até pela própria Vane, em parte.
- Melhor não falar mais… já entendi como sou visto no seu círculo… disse Guille.
- Mas eu não sou assim…
- A gente é o que faz, não o que diz… rebateu Guille.
Vane percebeu que, na real, soar feio discriminar os outros — ela com certeza era contra, até daria discursos. Mas o jeito dela agir contradizia o que falava: afastou Guille só pra ficar bem com os amigos e a avó.
- Então… não quero ser assim… disse Vane, chorando de novo.
Nesse ponto, Vane tava confusa, entre os caprichos dela, o que achava certo, o que foi ensinado, o que aconteceu e com quem. Guille tentou entender e não sobrecarregar ela pedindo mais explicações.
Só depois Vane lembrou do que pediu pro Javier: que aproveitasse. o encontro dela comigo pra tirar fotos. Lembrou da vingança dela e do que nos levou, e começou a se arrepender, quis cortar essa corrente de revanches… mas era tarde demais pra me avisar.
Aí aconteceu o que já se sabe, a Vane tentou se reconciliar com a gente, ligou pra Mili pra se desculpar, depois o Guille pediu pra ela nos acompanhar e foi na casa dela, onde me esperaram. Na minha cara de decepção pela presença dela, a Vane no caminho pro clube tratou de retomar a amizade com o Guille.
Já no clube, o Guille aproveitou a situação pra aprofundar a amizade em todos os sentidos, principalmente no rio. O coitado do Guille tentou levar a Vane pra uns cantos do clube sem muito sucesso, a Vane não era tão boba e percebia que a situação do dia anterior tinha deixado ele com vontade de mais… mas ela não tinha certeza se queria a mesma coisa.
Ficou esquivando de cada proposta, cada insinuação… até que o Guille deu um jeito, graças a mim também, já que me viu correndo atrás da Mili por aquele caminho de terra. Fez a Vane enxergar minhas intenções e isso abriu espaço pra eles nos seguirem… não com a mesma rapidez, pra nos dar nosso espaço.
Então no caminho, o Guille desviou ela do bom caminho… acho que já tinha feito isso na noite anterior, e acho que a Vane não tava no bom caminho desde que me viu com a Mili no banheiro… enfim, o negócio é que o Guille viu a oportunidade dele na primeira curva da mata, e a Vane caiu que nem uma patinha.
No caminho, ele manteve ela distraída com conversas que nem ele mesmo lembrava, só sabia que o coração batia forte, com ansiedade de possuir de novo aquela branquela metida que deixava ele louco. De vez em quando também tinha medo de como ela reagiria se ele tentasse sodomizar ela de novo…
Em menor escala, o Guille também tinha um pouco de medo… porque não sabia onde caralh… tava nem pra onde ir… até que já tinha ido no clube umas duas vezes, mas tinha uma certa fobia de matas. Me contou que quando era criança fez uma viagem em família pra selva, e no caminho pra pousada em No meio da selva, uma cobrinha caiu de um galho nela — é o que o pai dele conta. Se perguntarem pro Guille, ele vai dizer que foi uma sucuri.
O negócio é que ter a Vane de novo, dessa vez esperando que fosse por vontade própria dela, deixava ele com a adrenalina lá em cima, a ponto de se arriscar a entrar na mata, claro, evitando trombar com os galhos…
— Aconteceu alguma coisa? — perguntou Vane, vendo ele meio paranoico com os barulhos da floresta.
— Não… nada… tô de boa… — respondeu Guille, disfarçando enquanto suava.
Vane quis distraí-lo, mas talvez não tenha escolhido o melhor assunto:
— Faz quanto tempo que você e o Dany são amigos?
— Desde que a gente começou a faculdade… — respondeu Guille, meio desconfortável. Não tinha levado ela praquele canto pra falar de si mesmo, mas, sendo o bom Guille, completou: — …é um bom amigo.
— E desde quando ele tá saindo com a Mili?
— Acho que não faz muito tempo, mas acho que ela fisgou ele — disse Guille, me vendo apaixonado.
— Vi ele no banheiro… — falou Vane com uma careta engraçada, lembrando de como ela nos viu.
— Hahaha… não tô falando disso… acho que a Mili fez ele se apaixonar por ela — disse Guille, meio que pra tirar da cabeça da Vane a ideia de que eu ainda tava disponível.
— É, nunca vi ele com uma mina na faculdade… sempre educado, cavalheiro, mas na dele… como se escondesse alguma coisa… agora ele se atreve a brigar com o Javier na frente de todo mundo por causa dela — falou Vane.
— Bom, ele teve um rolo complicado com uma garota parecida com a Mili… — disse Guille, e percebendo que não cabia a ele falar mais da minha intimidade, preferiu parar por ali.
— Ah… entendi… — concordou Vane, talvez dando sentido à minha preferência pela Mili em vez dela.
— É, acho que morenas são o fraco dele, deixam ele doido — afirmou Guille, como pra cravar na cabeça da Vane que ela esquecesse de mim, que eu não era o tipo dela.
Ele não tinha levado ela no meio da mata, enfrentando os próprios medos e em busca de um pôr do sol romântico… para falar do amigo dele com a garota que ele gostava. Guille queria criar a oportunidade dele e o destino deu uma mão…
- Uau… que paisagem linda… exclamou Vane, admirada.
Eles tinham chegado na margem do rio… a areia começava a brilhar alaranjada com o pôr do sol entre as montanhas, era uma paisagem verde cortada por um rio calmo, um clima morno com uma brisa refrescante.
- Vamos sentar um pouco… disse Guille, fazendo a jogada dele.
- Mas… a Mili e o Dany… retrucou Vane, lembrando por que tinham ido até lá.
- Eles vão aparecer… respondeu Guille.
No fundo, Vane já desconfiava do que estava por vir, deixou as coisas rolarem ou Guille fazer elas rolarem do jeito dele… afinal, Guille foi uma das poucas pessoas que tratou ela com carinho e respeito, os outros amigos dela eram muito abusados e mais de um já tentou, bêbado, dar em cima dela de forma escrota em alguma festa.
- Você me perguntou por que eu te tratava bem… disse Guille, adivinhando os pensamentos dela.
- É… respondeu Vane, sabendo que uma declaração vinha aí.
- Eu gostei de você desde a primeira vez que te vi… na real, sou gentil com as garotas, mas com você me dá vontade de ser mais atencioso, mais carinhoso…
- Mas o que eu tenho que te faz gostar de mim?... perguntou Vane, indo além do físico e Guille entendeu.
- Você é inteligente, gentil, engraçada… só que quando está com seus amigos, você se transforma… não é você mesma… se deixa levar… e…
- Eu sei… eu sei… me desculpa… não quero ser assim, não quero mais… disse Vane, cobrindo o rosto, prestes a chorar de novo.
Então Guille tentou confortá-la… afastou as mãos dela, viu o rosto vermelho com algumas lágrimas e os olhos semicerrados olhando para baixo, ela, que tinha sido tão altiva nas últimas semanas, sentia vergonha de ser vista assim de novo, como uma mulher frágil… Guille aproveitou o momento e a beijou…
Naquele momento, Vane queria se sentir amada, valorizada, e as palavras de Guille elogiando as qualidades dela mostravam que ele via mais nela do que só rosto ou o corpo dela… ele a tratou bem, e se ela estava errada em escolher caras que não a queriam… o que tinha de mal em dar uma chance pra alguém que realmente buscava o love dela?
— O que você tá fazendo?... perguntou Vane, oferecendo uma certa resistência, enquanto Guille começava a acariciá-la por baixo da roupa.
— Te ter do jeito certo… com love, como você merece… respondeu Guille entre gemidos.
Aquela resposta acabou desarmando Vane, que foi se deixando cair de costas na areia, enquanto Guille se posicionava por cima dela, sem parar de beijá-la… Vane, ainda não preparada mentalmente pra seguir naquela situação, continuava de olhos fechados, igual da outra vez, só queria sentir… se sentir amada…
Vane estava com uma blusa solta e uma saia também larga, depois de se vestir no dia anterior como uma puta de luxo e vendo o que causou nas vezes que se vestiu assim, naquele dia preferiu se vestir como antes, nada chamativa… mesmo assim Guille já sabia o que tinha por baixo daquela roupa sem graça…
Enquanto Guille, ainda ansioso e tremendo, se esforçava pra desabotoar a blusa dela, Vane instintivamente puxava o cinto dele. Ele levantou a saia dela apressado, enquanto ela abaixou um pouco a calça dele e o pau dele saltou pra fora, encharcado nos próprios fluidos por causa da ansiedade, o que fez com que ele virasse a calcinha dela de lado.
— Aaaiii… uhmmm… gemeu Vane ao sentir o pau mestiço do apressado Guille entrando na buceta ainda pouco lubrificada dela.
Guille enfiou com tudo o mais rápido que pôde, não queria que Vane se arrependesse, que duvidasse e escapasse dele… então meteu meio pau sem cerimônia… ela tremeu de dor, mas não quis resistir, em parte porque gostava de se sentir desejada e em parte por medo de como Guille reagiria se ela o rejeitasse.
— Mais devagar… isso… pediu ela, mordendo os lábios.
A tal ponto tinha chegado o frenesi daquele momento pra Guille, que ele sentia que não ia demorar pra gozar… uma coisa era dominá-la Analmente, quando ela não percebia que era ele porque estava amarrada, mas agora era diferente… ele a tinha como quis desde que a viu… na boa, com carinho, com o consentimento dela, com a entrega dela… com aquele cenário paradisíaco… era perfeito… melhor do que imaginou…
- Sim… assiii… oh my god… uhmmm…
Agora Guille se movia mais harmonicamente, tinha se acomodado melhor sobre ela… tentou controlar a mente para não gozar cedo demais. Tentou não pensar naquela umidade que Vane oferecia, fruto da excitação dela, procurou não prestar atenção nos gemidos satisfeitos dela.
Só tinha uma coisa que incomodava Guille… Vane continuava de olhos fechados, curtindo aquilo ou talvez pensando que era outro cara que estava fazendo aquilo com ela… nesse momento a mente dele pregou uma peça… começou a lembrar por que as coisas começaram, era por causa da Vane que o desprezava e que estava atrás do amigo Danny, tanto que o chantageou para ficar com ela… isso o irritou…
- Por que você não me olha? – perguntou irritado.
- O quê? – exclamou Van, abrindo os olhos e saindo do transe, ver Guille bravo a assustou.
- Você está pensando nele, né?… no Danny… – disse Guille metendo forte.
- Não… não… Guille… não é assiii… se acalma… – implorou Vane.
Ele estava endemoniado, possuído pela raiva… também estava cansado de ser o segundo, assim como Vane não era prioridade para ele, sentia que ela não o tratava como prioridade… que ele era o prêmio de consolação, o pior é nada… não queria se sentir assim, também queria sua vingança… deixou de ser o Guille bonzinho…
- Vou te dar algo para você pensar em mim… – disse furioso.
- Nãão… – reclamou Vane, adivinhando o que vinha.
Guille levantou a cintura de Vane rapidamente, ela tentou contrair as nádegas para evitar a investida, mas foi tarde demais, o impulso brusco que Guille deu a pegou de surpresa… Guille fez isso para ter o cu dela à mercê… e conseguiu… então simplesmente meteu Cravo bruscamente…
— Ahhhh… Ohhh… — exclamei Vane, soluçando de dor.
Com a pica de Guille enfiada no cu de novo… Vane reagiu instintivamente, apertando os músculos, mas já era tarde, ela já estava entalada… e apertar só causou dor não só no Guille, mas nela também… entendeu que não podia fazer nada… ia deixar ele dominar ela…
— Viu… olha… é a minha pica que te faz feliz… — dizia Guille, febril.
— Siiiim… siiiim, Guille… é você… — disse Vane, concordando com ele, tentando acalmá-lo.
— Olha pra isso… — replicou Guille, quase obrigando ela.
Guille queria que Vane levantasse a cabeça e olhasse pra baixo, na virilha dela, como eles se uniam, como a pica mestiça dele entrava e saía sem jeito do cu dela, que até pouco tempo era virgem. Era a primeira vez que ela via aquele espetáculo, da outra vez Guille tinha dominado ela por trás. A imagem agora foi enchendo o tesão dela, aquela ferramenta escura estava sodomizando ela de novo.
— Ohhhh… goddd… uhmmm… assim… — exclamou Vane.
Ela, que no começo tinha sofrido a investida dele, que tinha cravado as unhas nas costas do Guille, coisa que ele nem sentiu por causa da adrenalina… agora Vane relaxava as mãos, os dedos que antes estavam fechados em punho agora começavam a acariciar as costas dele… o mestiço estava dominando ela de novo e ela gostou.
— Tá gostando?… — ousou perguntar Guille, diminuindo a raiva ao ver que Vane tava curtindo.
— Cala a boca e me beija… — respondeu Vane, que também parecia não ter medo de briga.
Guille começou a beijar ela como se fosse apaixonado, com carinho… mas Vane não queria aquilo, pegou ele praticamente pela nuca e puxou pro rosto dela. Misturava os gemidos e ofegos com a língua surpresa do Guille, que tava quase se afogando.
— Espera… — dizia Guille, que agora não conseguia segurar a fera que tinha despertado.
— Ohhh… Mais rápido… mais forte… uhmmm… — exigia Vane, por sua vez.
Se ele podia martelar as nádegas brancas dela com a… inglesa mestiça, enfiar o pau escuro dela até o fundo das entranhas pelo buraquinho dela… ela também se achava no direito de aproveitar do jeito dela, com beijos selvagens, com as mãos puxando ele pra perto, apressando os movimentos dele pra ele dar mais…
- Ohhh yesss… ohhh yesss…. Já tô quase…. Uhmmm… exclamou finalmente a Vane.
O Guille, que já tava se segurando fazia um tempo, tava com medo de que se gozasse antes da hora a Vane ia bater nele, então finalmente conseguiu relaxar e gozar na cavidade quentinha e apertada da Vane. O Guille também queria aguentar pra não deixar uma impressão ruim, queria marcar o território dele pra não ser comparado depois.
- Ohhh… ufff… resfolegou o Guille cansado.
Ele se deixou cair parcialmente em cima da Vane… que também tava respirando com dificuldade. Aos poucos, a piroca murcha do Guille começou a sair do cu vermelho e judiado da Vane.
- Uiiii… sai, vai me sujar… ela falou, empurrando ele pro lado.
A porra quente do Guille começou a escorrer pelo esfíncter da Vane, ela levantou a saia e o sêmen começou a cair na areia. A calcinha dela tava puxada pro lado, esticada, a elástico já não ia mais servir… a Vane entendeu e tirou, usando pra se limpar…
O Guille, deitado de costas do lado, ainda recuperava o fôlego, talvez esperando que, como da outra vez, a Vane num surto de loucura passional limpasse a piroca dele…
- Já tô pronto… se veste… tá escurecendo… pediu a Vane, matando a fantasia do Guille.
Tinha sido um encontro estranho, começou com uma Vane submissa e terminou com a mina altiva e mandona que ela era às vezes. O Guille achou que era o jeito dela de se proteger pra evitar sentir algo, pra se cuidar.
A Vane sabia que o Guille esperava uma chupada, mas pra ela não era normal fazer isso, já bastava por hoje, pensou. Também não sabia o que viria depois, em parte deixou ele fazer pra compensar ele pelo que fez, em parte pra se sentir amada… ela curtiu, gostava que ele a adorasse igual no curso quando fazia tudo pra agradar ela... mas sentir algo mais por ele... além dos traumas em casa ou do que aconteceu... Vane, na real, não sabia se gostava dele de verdade.
Vendo Guille meio ressentido pelo mutismo e isolamento dela, até o jeito mandão como ele voltou a tratá-la... Vane se sentiu culpada de novo e que devia ser mais amigável com ele. Em alguns momentos, ela chegou a sentir que Guille era a mina daquela relação, porque o via mais sensível... então ela se aproximou e puxou conversa, ele passou o braço no ombro dela e ela deixou.
Sem lembrar que foi sob o pretexto de nos procurar que acabaram ali, começaram a voltar entre as árvores. Guille, de novo, ficava ansioso às vezes, não só pela mata, mas por pensar no futuro, que teria que encarar a família dela e os amigos. Pelo menos os pensamentos dele mostravam que ele era bem otimista sobre o que viria daí em diante.
Assim, depois de se entregar a Guille na beira do rio ao entardecer, numa cena super romântica que ficaria na memória dos dois, de jeitos diferentes pra cada um. Era a segunda vez que Vane ficava com Guille intimamente, a primeira vez consciente.
Por isso, algumas dúvidas atacaram Vane sobre o que rolou no dia anterior, coisas que ela não teve coragem de perguntar na hora por ser tão constrangedor, mas que agora, com mais confiança, se animou a perguntar... pena que não foi pra bem...
- Aliás, de quem foi a ideia de me amarrar?... perguntou Vane, curiosa.
- Foi ideia do Danny... respondeu Guille.
- Pensei que tinha sido sua ideia...
- Bom, na real ele tinha a ideia crua e eu ajudei a polir com detalhes... completou Guille, que não queria parecer manipulado por mim.
Talvez ela tivesse achado tudo bem até aquele momento, tinha assimilado a ideia de que Guille, na mágoa de não tê-la, tinha bolado possuí-la e que, aproveitando a minha situação com a Mili, Guille propôs aquela solução, mais pra ele do que pra me salvar. Ama ela.
De repente, não caiu tão bem saber que o Guille tinha sido usado por mim, pros meus motivos. Em parte, o ego ferido dela por saber que o amor por ela não era a causa principal daquela enganação. Talvez ali tenha renascido aquele ressentimento, aquele ódio, de não ser levada em conta, do mesmo jeito que os pais dela também não a priorizavam.
De novo, a pior versão dela se ativou. Mais uma vez, ela ia planejar a vingança contra a pessoa que estragou as fantasias dela, que negou o que a Vane achava que era seu por direito. Dessa vez, ela só prometeu pra si mesma que seria a última vez que se vingaria… ia se dar a revanche e pronto, as coisas ficariam por ali… pelo menos pra ela.
Continua…
**Esclarecimento 2: todos os personagens são maiores de idade**
Na cabana, eu tinha deixado o Guille imerso em pensamentos, talvez cheio de dúvidas sobre o que viu. Será que ele estava desconfiando? Será que a mesma situação passou pela cabeça dele?... ou talvez a imagem de me ver amarrado tenha trazido lembranças do apartamento dele, quando a Vane era a amarrada.
— Guille, me leva pra minha casa, por favor… — a Vane tinha pedido, envergonhada naquela ocasião.
O Guille desceu com ela até o estacionamento. A Vane estava nervosa, contrariada, tremendo em alguns momentos. Tinha sido uma terapia de choque que aplicaram nela. Em certos momentos, parecia estar no mundo da lua. O Guille queria guiá-la até o carro ou talvez confortá-la com a mão no ombro… mas a Vane reagia fugindo.
Claramente, o Guille, ao perceber o quanto ela estava perturbada, também sentiu remorso. A audácia daquele engano pra neutralizar a Vane também teve consequências. A gente só tinha pensado em como bloquear as chantagens dela, mas não imaginamos como ela reagiria, como aquilo a afetaria. Esquecemos que, apesar de todos os surtos, a Vane também tinha sentimentos.
Ela entrou no carro. A Vane, por instinto, sentou atrás… talvez acostumada a que, quando não dirigia, quem fazia isso era o motorista da família, um mestiço igual ao Guille. Dessa vez, ele entendeu a situação, não se irritou, só pediu educadamente que ela sentasse na frente. Afinal, mais do que ele já tinha feito no apartamento, não dava pra fazer no carro.
Ela aceitou, mas ficou encostada na porta, segurando a cabeça com a mão e o braço apoiado no espelho. Estava pensativa. Depois de tentar puxar conversa sem muita resposta, o Guille decidiu dar espaço pra ela. Até que, finalmente, ela pareceu reagir:
— Por que você sempre foi tão bom comigo?... — perguntou a Vane, saindo do mutismo.
— E por que eu não deveria ser?... — respondeu o Guille.
— Porque… sei lá…
Na cabeça da Vane, com certeza por causa do que ensinaram pra ela, os mestiços só eram bons quando queriam alguma coisa em troca. Obviamente. Guille não queria nenhum tipo de favor ou retribuição financeira da garota yummy, no fundo queria a amizade dela e talvez conquistar o carinho dela, porque sentia atração pela Vane.
- Lamento ter me afastado da sua amizade… ele disse sinceramente.
- Não se preocupa… respondeu Guille, todo compungido.
Depois ela explicou que vários amigos dela (os branquelos) tinham notado que Guille estava muito grudado nela, e algum comentário escapou na casa dela. A avó dela, quando soube, deu um puta chilique, e Vane, pra evitar problemas e fofoca, decidiu se afastar.
Embora Vane parecesse independente pra muitas coisas, ainda tinha aquele cordão umbilical com a família. Ela tinha um puta respeito pela avó, porque, com a ausência dos pais, foi praticamente ela quem a criou — aquela velha descendente dos alemães da Segunda Guerra Mundial. Então, durante a criação, Vane absorveu vários dos complexos nazistas dela.
Obviamente, as explicações da Vane, saber de todos os traumas e complexos dela, também não deixaram Guille muito feliz… claramente ela não falava as coisas por maldade, mas era chocante pra Guille perceber como era visto pela avó e pelos amigos dela, e até pela própria Vane, em parte.
- Melhor não falar mais… já entendi como sou visto no seu círculo… disse Guille.
- Mas eu não sou assim…
- A gente é o que faz, não o que diz… rebateu Guille.
Vane percebeu que, na real, soar feio discriminar os outros — ela com certeza era contra, até daria discursos. Mas o jeito dela agir contradizia o que falava: afastou Guille só pra ficar bem com os amigos e a avó.
- Então… não quero ser assim… disse Vane, chorando de novo.
Nesse ponto, Vane tava confusa, entre os caprichos dela, o que achava certo, o que foi ensinado, o que aconteceu e com quem. Guille tentou entender e não sobrecarregar ela pedindo mais explicações.
Só depois Vane lembrou do que pediu pro Javier: que aproveitasse. o encontro dela comigo pra tirar fotos. Lembrou da vingança dela e do que nos levou, e começou a se arrepender, quis cortar essa corrente de revanches… mas era tarde demais pra me avisar.
Aí aconteceu o que já se sabe, a Vane tentou se reconciliar com a gente, ligou pra Mili pra se desculpar, depois o Guille pediu pra ela nos acompanhar e foi na casa dela, onde me esperaram. Na minha cara de decepção pela presença dela, a Vane no caminho pro clube tratou de retomar a amizade com o Guille.
Já no clube, o Guille aproveitou a situação pra aprofundar a amizade em todos os sentidos, principalmente no rio. O coitado do Guille tentou levar a Vane pra uns cantos do clube sem muito sucesso, a Vane não era tão boba e percebia que a situação do dia anterior tinha deixado ele com vontade de mais… mas ela não tinha certeza se queria a mesma coisa.
Ficou esquivando de cada proposta, cada insinuação… até que o Guille deu um jeito, graças a mim também, já que me viu correndo atrás da Mili por aquele caminho de terra. Fez a Vane enxergar minhas intenções e isso abriu espaço pra eles nos seguirem… não com a mesma rapidez, pra nos dar nosso espaço.
Então no caminho, o Guille desviou ela do bom caminho… acho que já tinha feito isso na noite anterior, e acho que a Vane não tava no bom caminho desde que me viu com a Mili no banheiro… enfim, o negócio é que o Guille viu a oportunidade dele na primeira curva da mata, e a Vane caiu que nem uma patinha.
No caminho, ele manteve ela distraída com conversas que nem ele mesmo lembrava, só sabia que o coração batia forte, com ansiedade de possuir de novo aquela branquela metida que deixava ele louco. De vez em quando também tinha medo de como ela reagiria se ele tentasse sodomizar ela de novo…
Em menor escala, o Guille também tinha um pouco de medo… porque não sabia onde caralh… tava nem pra onde ir… até que já tinha ido no clube umas duas vezes, mas tinha uma certa fobia de matas. Me contou que quando era criança fez uma viagem em família pra selva, e no caminho pra pousada em No meio da selva, uma cobrinha caiu de um galho nela — é o que o pai dele conta. Se perguntarem pro Guille, ele vai dizer que foi uma sucuri.
O negócio é que ter a Vane de novo, dessa vez esperando que fosse por vontade própria dela, deixava ele com a adrenalina lá em cima, a ponto de se arriscar a entrar na mata, claro, evitando trombar com os galhos…
— Aconteceu alguma coisa? — perguntou Vane, vendo ele meio paranoico com os barulhos da floresta.
— Não… nada… tô de boa… — respondeu Guille, disfarçando enquanto suava.
Vane quis distraí-lo, mas talvez não tenha escolhido o melhor assunto:
— Faz quanto tempo que você e o Dany são amigos?
— Desde que a gente começou a faculdade… — respondeu Guille, meio desconfortável. Não tinha levado ela praquele canto pra falar de si mesmo, mas, sendo o bom Guille, completou: — …é um bom amigo.
— E desde quando ele tá saindo com a Mili?
— Acho que não faz muito tempo, mas acho que ela fisgou ele — disse Guille, me vendo apaixonado.
— Vi ele no banheiro… — falou Vane com uma careta engraçada, lembrando de como ela nos viu.
— Hahaha… não tô falando disso… acho que a Mili fez ele se apaixonar por ela — disse Guille, meio que pra tirar da cabeça da Vane a ideia de que eu ainda tava disponível.
— É, nunca vi ele com uma mina na faculdade… sempre educado, cavalheiro, mas na dele… como se escondesse alguma coisa… agora ele se atreve a brigar com o Javier na frente de todo mundo por causa dela — falou Vane.
— Bom, ele teve um rolo complicado com uma garota parecida com a Mili… — disse Guille, e percebendo que não cabia a ele falar mais da minha intimidade, preferiu parar por ali.
— Ah… entendi… — concordou Vane, talvez dando sentido à minha preferência pela Mili em vez dela.
— É, acho que morenas são o fraco dele, deixam ele doido — afirmou Guille, como pra cravar na cabeça da Vane que ela esquecesse de mim, que eu não era o tipo dela.
Ele não tinha levado ela no meio da mata, enfrentando os próprios medos e em busca de um pôr do sol romântico… para falar do amigo dele com a garota que ele gostava. Guille queria criar a oportunidade dele e o destino deu uma mão…
- Uau… que paisagem linda… exclamou Vane, admirada.
Eles tinham chegado na margem do rio… a areia começava a brilhar alaranjada com o pôr do sol entre as montanhas, era uma paisagem verde cortada por um rio calmo, um clima morno com uma brisa refrescante.
- Vamos sentar um pouco… disse Guille, fazendo a jogada dele.
- Mas… a Mili e o Dany… retrucou Vane, lembrando por que tinham ido até lá.
- Eles vão aparecer… respondeu Guille.
No fundo, Vane já desconfiava do que estava por vir, deixou as coisas rolarem ou Guille fazer elas rolarem do jeito dele… afinal, Guille foi uma das poucas pessoas que tratou ela com carinho e respeito, os outros amigos dela eram muito abusados e mais de um já tentou, bêbado, dar em cima dela de forma escrota em alguma festa.
- Você me perguntou por que eu te tratava bem… disse Guille, adivinhando os pensamentos dela.
- É… respondeu Vane, sabendo que uma declaração vinha aí.
- Eu gostei de você desde a primeira vez que te vi… na real, sou gentil com as garotas, mas com você me dá vontade de ser mais atencioso, mais carinhoso…
- Mas o que eu tenho que te faz gostar de mim?... perguntou Vane, indo além do físico e Guille entendeu.
- Você é inteligente, gentil, engraçada… só que quando está com seus amigos, você se transforma… não é você mesma… se deixa levar… e…
- Eu sei… eu sei… me desculpa… não quero ser assim, não quero mais… disse Vane, cobrindo o rosto, prestes a chorar de novo.
Então Guille tentou confortá-la… afastou as mãos dela, viu o rosto vermelho com algumas lágrimas e os olhos semicerrados olhando para baixo, ela, que tinha sido tão altiva nas últimas semanas, sentia vergonha de ser vista assim de novo, como uma mulher frágil… Guille aproveitou o momento e a beijou…
Naquele momento, Vane queria se sentir amada, valorizada, e as palavras de Guille elogiando as qualidades dela mostravam que ele via mais nela do que só rosto ou o corpo dela… ele a tratou bem, e se ela estava errada em escolher caras que não a queriam… o que tinha de mal em dar uma chance pra alguém que realmente buscava o love dela?
— O que você tá fazendo?... perguntou Vane, oferecendo uma certa resistência, enquanto Guille começava a acariciá-la por baixo da roupa.
— Te ter do jeito certo… com love, como você merece… respondeu Guille entre gemidos.
Aquela resposta acabou desarmando Vane, que foi se deixando cair de costas na areia, enquanto Guille se posicionava por cima dela, sem parar de beijá-la… Vane, ainda não preparada mentalmente pra seguir naquela situação, continuava de olhos fechados, igual da outra vez, só queria sentir… se sentir amada…
Vane estava com uma blusa solta e uma saia também larga, depois de se vestir no dia anterior como uma puta de luxo e vendo o que causou nas vezes que se vestiu assim, naquele dia preferiu se vestir como antes, nada chamativa… mesmo assim Guille já sabia o que tinha por baixo daquela roupa sem graça…
Enquanto Guille, ainda ansioso e tremendo, se esforçava pra desabotoar a blusa dela, Vane instintivamente puxava o cinto dele. Ele levantou a saia dela apressado, enquanto ela abaixou um pouco a calça dele e o pau dele saltou pra fora, encharcado nos próprios fluidos por causa da ansiedade, o que fez com que ele virasse a calcinha dela de lado.
— Aaaiii… uhmmm… gemeu Vane ao sentir o pau mestiço do apressado Guille entrando na buceta ainda pouco lubrificada dela.
Guille enfiou com tudo o mais rápido que pôde, não queria que Vane se arrependesse, que duvidasse e escapasse dele… então meteu meio pau sem cerimônia… ela tremeu de dor, mas não quis resistir, em parte porque gostava de se sentir desejada e em parte por medo de como Guille reagiria se ela o rejeitasse.
— Mais devagar… isso… pediu ela, mordendo os lábios.
A tal ponto tinha chegado o frenesi daquele momento pra Guille, que ele sentia que não ia demorar pra gozar… uma coisa era dominá-la Analmente, quando ela não percebia que era ele porque estava amarrada, mas agora era diferente… ele a tinha como quis desde que a viu… na boa, com carinho, com o consentimento dela, com a entrega dela… com aquele cenário paradisíaco… era perfeito… melhor do que imaginou…
- Sim… assiii… oh my god… uhmmm…
Agora Guille se movia mais harmonicamente, tinha se acomodado melhor sobre ela… tentou controlar a mente para não gozar cedo demais. Tentou não pensar naquela umidade que Vane oferecia, fruto da excitação dela, procurou não prestar atenção nos gemidos satisfeitos dela.
Só tinha uma coisa que incomodava Guille… Vane continuava de olhos fechados, curtindo aquilo ou talvez pensando que era outro cara que estava fazendo aquilo com ela… nesse momento a mente dele pregou uma peça… começou a lembrar por que as coisas começaram, era por causa da Vane que o desprezava e que estava atrás do amigo Danny, tanto que o chantageou para ficar com ela… isso o irritou…
- Por que você não me olha? – perguntou irritado.
- O quê? – exclamou Van, abrindo os olhos e saindo do transe, ver Guille bravo a assustou.
- Você está pensando nele, né?… no Danny… – disse Guille metendo forte.
- Não… não… Guille… não é assiii… se acalma… – implorou Vane.
Ele estava endemoniado, possuído pela raiva… também estava cansado de ser o segundo, assim como Vane não era prioridade para ele, sentia que ela não o tratava como prioridade… que ele era o prêmio de consolação, o pior é nada… não queria se sentir assim, também queria sua vingança… deixou de ser o Guille bonzinho…
- Vou te dar algo para você pensar em mim… – disse furioso.
- Nãão… – reclamou Vane, adivinhando o que vinha.
Guille levantou a cintura de Vane rapidamente, ela tentou contrair as nádegas para evitar a investida, mas foi tarde demais, o impulso brusco que Guille deu a pegou de surpresa… Guille fez isso para ter o cu dela à mercê… e conseguiu… então simplesmente meteu Cravo bruscamente…
— Ahhhh… Ohhh… — exclamei Vane, soluçando de dor.
Com a pica de Guille enfiada no cu de novo… Vane reagiu instintivamente, apertando os músculos, mas já era tarde, ela já estava entalada… e apertar só causou dor não só no Guille, mas nela também… entendeu que não podia fazer nada… ia deixar ele dominar ela…
— Viu… olha… é a minha pica que te faz feliz… — dizia Guille, febril.
— Siiiim… siiiim, Guille… é você… — disse Vane, concordando com ele, tentando acalmá-lo.
— Olha pra isso… — replicou Guille, quase obrigando ela.
Guille queria que Vane levantasse a cabeça e olhasse pra baixo, na virilha dela, como eles se uniam, como a pica mestiça dele entrava e saía sem jeito do cu dela, que até pouco tempo era virgem. Era a primeira vez que ela via aquele espetáculo, da outra vez Guille tinha dominado ela por trás. A imagem agora foi enchendo o tesão dela, aquela ferramenta escura estava sodomizando ela de novo.
— Ohhhh… goddd… uhmmm… assim… — exclamou Vane.
Ela, que no começo tinha sofrido a investida dele, que tinha cravado as unhas nas costas do Guille, coisa que ele nem sentiu por causa da adrenalina… agora Vane relaxava as mãos, os dedos que antes estavam fechados em punho agora começavam a acariciar as costas dele… o mestiço estava dominando ela de novo e ela gostou.
— Tá gostando?… — ousou perguntar Guille, diminuindo a raiva ao ver que Vane tava curtindo.
— Cala a boca e me beija… — respondeu Vane, que também parecia não ter medo de briga.
Guille começou a beijar ela como se fosse apaixonado, com carinho… mas Vane não queria aquilo, pegou ele praticamente pela nuca e puxou pro rosto dela. Misturava os gemidos e ofegos com a língua surpresa do Guille, que tava quase se afogando.
— Espera… — dizia Guille, que agora não conseguia segurar a fera que tinha despertado.
— Ohhh… Mais rápido… mais forte… uhmmm… — exigia Vane, por sua vez.
Se ele podia martelar as nádegas brancas dela com a… inglesa mestiça, enfiar o pau escuro dela até o fundo das entranhas pelo buraquinho dela… ela também se achava no direito de aproveitar do jeito dela, com beijos selvagens, com as mãos puxando ele pra perto, apressando os movimentos dele pra ele dar mais…
- Ohhh yesss… ohhh yesss…. Já tô quase…. Uhmmm… exclamou finalmente a Vane.
O Guille, que já tava se segurando fazia um tempo, tava com medo de que se gozasse antes da hora a Vane ia bater nele, então finalmente conseguiu relaxar e gozar na cavidade quentinha e apertada da Vane. O Guille também queria aguentar pra não deixar uma impressão ruim, queria marcar o território dele pra não ser comparado depois.
- Ohhh… ufff… resfolegou o Guille cansado.
Ele se deixou cair parcialmente em cima da Vane… que também tava respirando com dificuldade. Aos poucos, a piroca murcha do Guille começou a sair do cu vermelho e judiado da Vane.
- Uiiii… sai, vai me sujar… ela falou, empurrando ele pro lado.
A porra quente do Guille começou a escorrer pelo esfíncter da Vane, ela levantou a saia e o sêmen começou a cair na areia. A calcinha dela tava puxada pro lado, esticada, a elástico já não ia mais servir… a Vane entendeu e tirou, usando pra se limpar…
O Guille, deitado de costas do lado, ainda recuperava o fôlego, talvez esperando que, como da outra vez, a Vane num surto de loucura passional limpasse a piroca dele…
- Já tô pronto… se veste… tá escurecendo… pediu a Vane, matando a fantasia do Guille.
Tinha sido um encontro estranho, começou com uma Vane submissa e terminou com a mina altiva e mandona que ela era às vezes. O Guille achou que era o jeito dela de se proteger pra evitar sentir algo, pra se cuidar.
A Vane sabia que o Guille esperava uma chupada, mas pra ela não era normal fazer isso, já bastava por hoje, pensou. Também não sabia o que viria depois, em parte deixou ele fazer pra compensar ele pelo que fez, em parte pra se sentir amada… ela curtiu, gostava que ele a adorasse igual no curso quando fazia tudo pra agradar ela... mas sentir algo mais por ele... além dos traumas em casa ou do que aconteceu... Vane, na real, não sabia se gostava dele de verdade.
Vendo Guille meio ressentido pelo mutismo e isolamento dela, até o jeito mandão como ele voltou a tratá-la... Vane se sentiu culpada de novo e que devia ser mais amigável com ele. Em alguns momentos, ela chegou a sentir que Guille era a mina daquela relação, porque o via mais sensível... então ela se aproximou e puxou conversa, ele passou o braço no ombro dela e ela deixou.
Sem lembrar que foi sob o pretexto de nos procurar que acabaram ali, começaram a voltar entre as árvores. Guille, de novo, ficava ansioso às vezes, não só pela mata, mas por pensar no futuro, que teria que encarar a família dela e os amigos. Pelo menos os pensamentos dele mostravam que ele era bem otimista sobre o que viria daí em diante.
Assim, depois de se entregar a Guille na beira do rio ao entardecer, numa cena super romântica que ficaria na memória dos dois, de jeitos diferentes pra cada um. Era a segunda vez que Vane ficava com Guille intimamente, a primeira vez consciente.
Por isso, algumas dúvidas atacaram Vane sobre o que rolou no dia anterior, coisas que ela não teve coragem de perguntar na hora por ser tão constrangedor, mas que agora, com mais confiança, se animou a perguntar... pena que não foi pra bem...
- Aliás, de quem foi a ideia de me amarrar?... perguntou Vane, curiosa.
- Foi ideia do Danny... respondeu Guille.
- Pensei que tinha sido sua ideia...
- Bom, na real ele tinha a ideia crua e eu ajudei a polir com detalhes... completou Guille, que não queria parecer manipulado por mim.
Talvez ela tivesse achado tudo bem até aquele momento, tinha assimilado a ideia de que Guille, na mágoa de não tê-la, tinha bolado possuí-la e que, aproveitando a minha situação com a Mili, Guille propôs aquela solução, mais pra ele do que pra me salvar. Ama ela.
De repente, não caiu tão bem saber que o Guille tinha sido usado por mim, pros meus motivos. Em parte, o ego ferido dela por saber que o amor por ela não era a causa principal daquela enganação. Talvez ali tenha renascido aquele ressentimento, aquele ódio, de não ser levada em conta, do mesmo jeito que os pais dela também não a priorizavam.
De novo, a pior versão dela se ativou. Mais uma vez, ela ia planejar a vingança contra a pessoa que estragou as fantasias dela, que negou o que a Vane achava que era seu por direito. Dessa vez, ela só prometeu pra si mesma que seria a última vez que se vingaria… ia se dar a revanche e pronto, as coisas ficariam por ali… pelo menos pra ela.
Continua…
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