Pra quem é do partido da Matança, vou contar sobre uma mulher como poucas que conheci. Paula, uma mulher levemente gordinha. Cabelo loiro acinzentado, comprido e ondulado. Olhos verdes com algumas sardas. Idade? Uns 34 anos em 2013. Onde conheci? Num sábado no Cachaquisimo. Fui sozinho. Já tinha ido duas vezes e curti o clima. Entrei e fiquei andando sem rumo. Não achei nada e parei perto do balcão olhando, quando um moreno grandão, igual a mim, se aproximou e falou: "Tenho uma amiga que quer te conhecer." "Vamos lá", respondi. Minha mente já imaginava como ela seria. As dúvidas e o não saber quem era tornava tudo excitante. Será uma mina? Será uma coroa? Será gostosa? Será loira ou morena? Tudo isso passava pela minha cabeça até que... no meio da galera, apareceu aquela mulher que já descrevi. Fiquei olhando pra ela sem falar nada, e foi só um "oi, tudo bem?" e beijo na bochecha. Ela pegou minhas mãos e me puxou pra dançar. Minha mente ficou surpresa porque era uma mulher muito sensual e sexy. Ela vestia um vestido preto justo no corpo, com saia. Um decote bem pronunciado, mas muito bem ajudado por uns peitos nem muito pequenos nem muito grandes... mais pro grande, porque o decote parecia apertadinho. Pela minha altura, era fácil olhar pros peitos dela, e aquela visão já me excitava. E a dança melhorou tudo ainda mais. Enquanto eu estava meio calado, ela quebrou o gelo falando no meu ouvido: "Te vi quando você entrou." E essas palavras arrancaram um sorriso meu. Mas na hora ela se virou e começou a esfregar as bundonas no meu jeans. Começou a rebolando mais forte quando sentiu que eu apoiei as duas mãos nas costas dela e comecei a subir pros ombros e empurrar ela mais forte contra mim. Eu não acreditava que aquela mulher tão gostosa estava me provocando com a bunda na frente das amigas que estavam ao nosso redor. Mas o que explodiu minha cabeça (como acho que seria normal pra qualquer homem) foi que ela levantou um pouco a saia e deu pra ver parte da Seus lindos glúteos esfregando na minha pica que explodia dentro da minha calça. Mas só duraram 30 segundos porque a música ia mudando e ela ia se ajustando conforme o ritmo. Ela se virou e colocou os braços nos meus ombros, e eu na cintura dela. Olhamos nos olhos e fui me aproximando devagar da boca dela. Nos fundimos num beijo muito suave no começo, que foi ficando mais forte e profundo. As mãos dela me apertavam cada vez mais, e eu também apertava ela contra o meu corpo. O calor que a gente tinha se tornou um só, e a gente se beijava e devorava a boca um do outro sem parar. Carícias na nuca e na cabeça, e beijos profundos... a gente esqueceu da música e da dança. Deve ter passado um tempo até que eu ouvi: "Cara, deixa ela respirar". Só aí eu voltei a mim. Haha... a gente parou de se beijar e perguntei o nome dela. Paula... sou de R Castillo. — Muito prazer, Paula... eu sou Alejo. — Então, você me viu quando entrei? — Sim, e mandei te chamar. Você não vem sempre, né? — É a terceira vez que venho, e gosto do ambiente. Não terminei de falar e ela pegou na minha mão e me levou um pouco mais longe da vista dos conhecidos dela, pra ficarmos mais sozinhos. E quando a gente se afastou uns metros, começamos a nos beijar de novo. Agora senti o perfume suave dela e o cabelo. Também senti como ela apertava os peitos contra o meu corpo. Não deixei esse momento passar e, no abraço e nos beijos, levantei o vestido dela um pouquinho e comecei a acariciar aquela bunda grande e sentir aquele fio dental que ela tava usando. Nessa hora, a pica era um mastro de carne dura que já tava me machucando de tão incomodada dentro da calça. Ela também aproveitou e desceu uma das mãos, começou a me acariciar por cima da calça, e eu sentia ela bem dura. E ela disse: "Vamos sentar ali?" — Bora, falei. E a gente sentou num setor quase escuro, cheio de gente e casais. O bom é que as cadeiras eram daquelas de plástico brancas, e a gente arrumou elas num lugar onde podia ficar mais escondido. (Pra quem conhece o lugar, deve saber que em 2013 o local era ligado com a esquina.) (mas não era usado). Então sentamos perto dali e voltamos a nos pegar, e agora os amassos não tinham censura. Enfiei a mão entre as pernas dela, mas antes cuspi na minha mão. Não precisei, porque aquela buceta tava pegando fogo e os fluidos dela eram evidentes. Dois dos meus dedos entraram muito fácil e comecei a masturbar ela enquanto nos olhávamos nos olhos com muito prazer. Ela, que conhecia o lugar e tava um passo na minha frente, me pegou pela mão de novo e me levou mais pra dentro, na direção da escuridão, onde tinha umas minas fazendo boquete em outros caras. Mas eram dois casais de gente mais velha. Ela encostou na parede, se abaixou e abriu minha calça jeans. Pegou minha pica e puxou pra fora. Senti o calor e a umidade percorrerem minha pica desde a cabeça, passando pelo tronco, até chegar, sem parar, nas minhas bolas. A sensação foi de um prazer profundo e quente. Baixei o olhar e ela tava me olhando. Chupava minha pica sem parar e os olhos dela não tiravam os olhos de mim. O prazer invadia meu corpo inteiro e eu sentia que minhas pernas iam falhar de tanto prazer. Depois de 10 minutos assim, gozei e senti como se fosse desabar. Gozei dentro da boca dela e ela começou a brincar com meu esperma. Mas no final não engoliu... porque jogou nos peitos. Deu um beijo na cabeça dela e guardou de volta na calça. Levantou e disse: "Me espera aqui, vou no banheiro." Esperei 5 minutos e ela voltou... me deu um beijo e voltamos a sentar. Tomamos algo e voltamos pra pista. Passamos a noite e no final trocamos WhatsApp. Nos despedimos, mas pelo WhatsApp combinamos de nos ver de novo, agora num hotel. Essa história continua...
0 comentários - Paula de R. Castillo: Gostosa e Safada