Depois de uma visita relâmpago do Lucas de manhã, minha mãe levou um susto naquela mesma tarde. No meu último relato, deixei claro que Lucas seria o menor dos meus problemas, mesmo que na época eu o considerasse o mal absoluto. Mas logo percebi que o problema não seria tanto o Lucas, e sim os instintos que começavam a aflorar na minha mãe. ----------------- Depois dos acontecimentos no jardim, já tinha assimilado que Lucas tinha despertado o lado mais puta da minha mãe, e que não havia mais nada que a impedisse de reativar a mulher infiel que vivia dentro dela para aproveitá-la sem nenhuma resistência. Mais do que isso, estava convencido de que minha mãe desejava que Lucas viesse tirar esse lado que ela tanto curtia no sexo fora do casamento, para poderem se dar prazer mutuamente. Dava pra ver que as indiscrições dela tinham adicionado um tempero a mais na vida até então sem graça e insossa de mãe e esposa exemplar. As pirocadas que levou do Lucas tinham afetado até a vida cotidiana dela, fazendo com que se vestisse de forma mais leve, embora sempre mantendo a elegância típica de uma senhora do seu status social. O comportamento dela também tinha ficado mais carinhoso, tanto comigo quanto com meu pai. Agora era mais atenciosa, caprichava mais nas tarefas domésticas e tinha se tornado uma dona de casa ainda melhor do que já era. Não sabia se atribuir essa mudança ao remorso por pensar na infidelidade que cometeu, não uma, mas duas vezes, ou se simplesmente tinha reencontrado a alegria de viver e suas atenções eram fruto de uma melhora no humor. Meu pai estava encantado com a mudança sutil na minha mãe, e, pra ser sincero, eu também não podia reclamar. Jantares mais fartos e gostosos, menos sermões e exigências de arrumar meu quarto… E o melhor é que o Lucas parecia ter sumido do mapa. Desde o incidente no jardim, eles não tinham tido mais contato, e já faziam três dias sem eu precisar ver minha mãe e seus orifícios sendo preenchidos pelo pau do Lucas, o que acabava sendo um puta descanso psicológico sem ter que lutar contra os sentimentos contraditórios que eu sentia ao vê-la sendo penetrada por um homem. Mas a sorte acabou na quarta-feira, o dia em que meu pai costumava ir jogar uma partida de futebol com os colegas da empresa à tarde. Meu pai tinha saído cedo de manhã como sempre, depois de um café da manhã esplêndido preparado pela sua "esposa maravilhosa" e, após dar um beijo carinhoso nos lábios dela, entrou no Audi e saiu de casa. Enquanto nos despedíamos, pude ver ao longe uma figura que, apoiada no carro, observava a cena familiar comovente. Pelo carro e pela postura em que aquela figura estava apoiada, soube que era o Mani. Não tinha dúvida. Aquela pose de babaca de gorila de balada era inconfundível, e eu até podia sentir a aura de ódio e complexo dele em relação a pessoas com um certo poder aquisitivo. Minha mãe, vestida com uma calça branca meio boca de sino que destacava a redondeza da bunda dela e um moletom de zíper azul clarinho que mal a aquecia do frescor da manhã, acenava para meu pai que se afastava, sem perceber que o Mani estava nos observando. Enquanto seguia minha mãe para dentro de casa, decidi não comentar nada para evitar preocupações, embora em alguns momentos sentisse vontade de fazer isso, como vingança pelo que ela estava fazendo com meu pai como esposa e comigo como mãe. Eu sabia que só de mencionar o Mani, o estômago dela revirava num ódio incontrolável pelo imbecil que tinha destruído um dos seus vasos favoritos e não tinha tido coragem de aparecer. A verdade é que eu também não gostava muito dele, porque ser filho dos meus pais já me garantia olhares ruins e gozações da parte dele. Minha mãe foi para a cozinha e, depois de ajudá-la a lavar a louça, fui para a salinha ver TV. A "salinha" é a sala que fica perto da entrada e que usamos em família. Sendo o salão grande o que é usado quando vem visita. É tipo o ponto de conexão entre um monte de cômodos, incluindo a cozinha e as escadas que sobem pros andares de cima. Diferente do salão grande, o pequeno só tem dois sofás e uma televisão, e os três móveis formam um triângulo curioso quando visto do mini patamar que tem nas escadas que dão pro andar de cima. Tavam passando de novo os episódios de uma série velha de advogados quando alguém bateu na porta. Meio sem vontade, fui abrir a porta e me deparei com meus tios de Salamanca e a figura já conhecida do Lucas atrás deles. Isso já tava me parecendo sacanagem. Não via eles há quase um ano e agora em menos de uma semana já tinha visto três vezes. Me perguntei que porra eles podiam querer e, principalmente, por que caralho tinham que ficar arrastando o babaca do Lucas por aí. -Oi, bonito – minha tia falou enquanto me dava um daqueles puxões horríveis na bochecha. -Oi – respondi meio sem convicção enquanto olhava pro Lucas, que continuava lá parado, impassível, com aquele sorriso irresistível de praia sexy estampado na cara. -João, bonito, sua mãe tá em casa? Antes que eu pudesse responder, ouvi os passos da minha mãe vindo da cozinha. -Matilde? – a voz dela cheia de surpresa se aproximou – Como assim você vei...? Ela deixou a frase incompleta ao ver o Lucas aparecendo por entre meus tios, mas se recuperou na hora com um sorriso brincalhão. -Como assim você veio? Aconteceu alguma coisa? -Bom, querida, não tô achando um estojo de maquiagem pequeno que esse paspalho me deu de aniversário – ela falou apontando pro meu tio – Procurei em tudo quanto é lugar, mas hoje lembrei que fiquei me retocando no banheiro de vocês e acho que posso ter deixado ele aqui. -Ah, então eu não vi nada, mas acho que deve estar no banheiro de visitas. Deixa eu dar uma olhada – e ela lançou um olhar bem explícito pro Lucas. -Marta, você se importa de me dar um copo d'água? – perguntou com um tom familiar. —Claro, você já sabe onde fica a cozinha. João, acompanha seus tios até a sala enquanto eu vou buscar aquilo – me ordenou, virando-se e rebolando a bunda para deleite do Lucas. – Não, querido, estamos com muita pressa – disse minha tia rindo – Não tenta nos enrolar com seus chás e bolachinhas, senão a gente acaba jantando na sua casa. E você, Lucas, se apressa, porque a Marta com certeza também tem um monte de coisas pra fazer. Minha mãe parecia contrariada com a pressa da minha tia, mas sem perder o sorriso, deu um último olhar pro Lucas e, sem saber bem se falava pros meus tios ou pro Lucas, disse: – Vou ser rápida – e, dizendo isso, começou a andar com passos firmes e elegantes, sumindo pelo corredor em direção ao banheiro de visitas. O Lucas esperou uns segundos antes de seguir os passos dela, mas em vez de virar à direita como minha mãe, virou pro outro lado e sumiu na cozinha. Meus tios sentaram pra ver TV, ainda de pé, e minha tia, toda animada, relembrava os tempos em que tinha visto aquela série. Foi aí que percebi um movimento pelo canto do olho e, quando me virei, vi o Lucas saindo da cozinha e indo apressado em direção ao banheiro de visitas. Como meus tios continuavam vidrados na caixa besta, resolvi seguir o Lucas também. Enquanto o seguia na surdina, via ele abrindo as portas do corredor uma por uma, esperando encontrar o banheiro de visitas… e minha mãe. Quando finalmente chegou nas duas últimas portas, olhou pros dois lados e escolheu a da esquerda, me dando um nó no estômago, porque era a do banheiro. Com passos inseguros, me aproximei e espiei o banheiro, que nem se deram ao trabalho de fechar. O Lucas tinha se aproximado da minha mãe por trás e, colocando as mãos na cintura dela, começou a beijar o pescoço dela. As mãos do Lucas começaram a abaixar o zíper do moletom e partiram pra apalpar os peitos por cima do sutiã esportivo. Minha minha mãe já tinha levado a mão até a virilha do Lucas e, junto com a bunda dela, não parava de esfregar o volume dele. — Uhhmm… Como eu tava morrendo de vontade de sentir seus peitos nas minhas mãos de novo… o cheiro do seu cabelo… o gosto da sua pele… — confessou Lucas, todo excitado. — Ahhh… querido… meu Rei, lembra que você veio com meus cunhados… e vocês tão com pressa… — lembrou minha mãe, sem parar de esfregar a bunda dela no pau do Lucas. — Então você quer que a gente pare? — perguntou Lucas, puto, parando de apalpar e virando o rosto na direção da minha mãe. — Quem disse isso? — ela tirou a mão do volume do Lucas e usou pra puxar o rosto dele, dando um beijo de boca bem aberta. Depois soltou um sorrisinho safado — Já falei que ia ser rápida. Com o Lucas ainda sorrindo, mamãe foi descendo, esfregando os peitos no torso do amante até ficar de joelhos. Sem mais enrolação, desabotoou a calça dele, enfiou a mão dentro da cueca e puxou um membro já bem duro, que pulsava e crescia nas mãos dela. Beijou a cabecinha e ergueu o olhar até encontrar o do Lucas. Começou a bater uma punheta nele até ele ficar totalmente ereto e, abrindo a boca, enfiou uma boa quantidade de pau na boca, fechando os lábios em volta do tronco e, logo em seguida, começou a percorrer aquela ferramenta enorme com a boca em movimentos rápidos de vai e vem. Chupava com gosto e, de vez em quando, tirava o pau da boca pra lamber as bolas e aquelas partes do tronco que a boca não alcançava. De novo, senti aquela sensação que não queria admitir como tesão ao ver minha mãe ajoelhada na frente daquele pau, lambendo e limpando tudo com cuidado. Dava pra ouvir perfeitamente os gemidos dos dois: um porque uma gostosa casada tava chupando ele, e a outra porque tava saboreando um pedaço de pauzão que não era do marido dela. Depois de um tempo, minha mãe acelerou o ritmo do boquete enquanto massageava as bolas do Lucas e com a outra mão eu punhetava o pedaço de carne que não cabia na jurisdição da boca dela. O Lucas foi pego de surpresa por essa mudança de ritmo e, soltando gemidos, jogou a cabeça para trás enquanto agarrava o cabelo da minha mãe. Apesar dos puxões de cabelo, minha mãe não diminuiu em nenhum momento, pelo contrário, continuou aumentando o ritmo com que chupava o pau junto com seus "mmuhh" que soltava cada vez que descia naquele tronco. — Ah, porra, Marta! Ah, ah, ah! — ele dizia com voz trêmula e olhos fechados — Tava com vontade, hein? Ah, merda, como você chupa, porra! A verdadeira rainha do boquete, sem dúvida! Essas palavras só aumentavam a excitação da minha mãe, que mamava com mais gosto, segurando o almoço viril com uma mão e se tocando os peitos já nus (ela tinha levantado o sutiã esportivo enquanto chupava) com a outra. — Mmuuhh! Mmuuhh! Mmuuhh! — eram os únicos sons que minha mãe fazia, acompanhando o ritmo da chupada de pica. Ela fechou os olhos e deu um último sprint final — Muh! Muh! Muh! Muh! — chupava ignorando os engasgos que ocasionalmente vinham de uma mergulhada muito profunda daquele submarino na boca dela. — Ohhhhhh! Merdaaaaa! — O Lucas ficou com o corpo todo tenso e a boca aberta numa expressão de prazer enorme. Depois de alguns segundos, começou a fechar os olhos com força e, com voz trêmula, começou a dizer — Ahhhh… Martaaaa! Vou… vou gozar… porra… já vou gozar! Argghhh! Ao ouvir essa declaração, minha mãe parou de mamar e tirou a rola da boca, espirrando algumas gotas de saliva misturada no rosto dela. Continuou masturbando ele com um sorriso enorme no rosto, uma mistura de luxúria e felicidade por ter o macho dela naquele estado de prazer. O Lucas não conseguiu aguentar mais a punheta que minha mãe tava dando e, jogando o quadril pra frente, ficou duro por um momento. Eu já sabia o que vinha e, claro, minha mãe também, então com a Pau agarrado com a mão dela, apontou na direção dos peitos dela. -Ahhh! Arrrrggghhhh! – com os gritos dela, o primeiro jato disparou, e foi com tanta força que, mesmo com minha mãe segurando o pau pra baixo, o lança-mísseis de carne protestou, desviando o jato na cara dela. O jato de líquido branco e grosso bateu na franja dela com tanta força que empurrou os cabelos pro lado, deixando a testa dela limpa. O resto do jato caiu, vítima inevitável da gravidade, no rosto dela, formando um fiozinho desde a franja "penteada" pro lado até a asa esquerda do nariz dela. Pode ser que minha mãe curtisse ser fodida pelo Lucas, mas pelo visto ainda não tava pronta pra apreciar o gosto do líquido viscoso do macho dela, e não conseguiu evitar uma ânsia que deixou os olhos dela vermelhos e lacrimejando. Pra evitar mais surpresas, ela agarrou o pau do Lucas com as duas mãos e aproximou o peito dele. Um instante depois, o pau do Lucas soltou outro jato potente de porra, mas minha mãe tava mais preparada dessa vez, e a gozada caiu entre os peitos dela. Os dois jatos seguintes terminaram de fazer um gotelê horrível nos peitos dela, que ela recebeu com um gemido de prazer. O Lucas não tinha aberto a boca durante toda a gozada, só conseguindo abrir a boca com cara de idiota e ficar vermelho até as orelhas. Quando conseguiu retomar o controle do corpo dele, olhou espantado pra minha mãe, que tinha feito ele gozar que nem um campeão em poucos segundos. Ele não sabia o que tinha dado naquela mamada e olhou com um sorriso confuso pra mulher que tava ajoelhada na frente dele. Minha mãe devolveu o sorriso, segurando o pinto dele nas mãos, sentindo ele perder força e peso aos poucos. -Já te falei que ia ser rápida – explicou ela com uma risadinha besta. O Lucas entendeu na hora o motivo daquela fogosidade toda e olhou pra minha mãe mais uma vez, espantado. -V…Você é única – disse ele, recuperando o Fôlego. Sem se levantar, limpou os restos de porra que ainda estavam no pau com uma mão, e com as costas da outra limpou cuidadosamente o jato que tinha caído no rosto dela. Quando terminou as duas tarefas, passou a porra que estava nas mãos pelos peitos, espalhando como se fosse creme os jatos que tinham caído ali durante a gozada. Depois, ficou de pé com os peitos de fora, como se estivesse mostrando ao amante a obra magnífica que ele tinha desenhado nela com o pincel especial dele. Antes que Lucas dissesse qualquer coisa, ela recolocou o sutiã esportivo e fechou o zíper do moletom, deixando aquela porra impregnada de novo no corpo dela. — É assim que você gosta, não é, meu rei? — disse com um tom de menina brincalhona. — Hahaha, você é demais, Marta. Em seguida, começaram a procurar o estojo de maquiagem da minha tia, e eu saí silenciosamente do meu posto de espião e voltei para a sala. Olhei o relógio da sala. No máximo, tinham se passado dez minutos. Era tempo suficiente para procurar um simples estojo em um único banheiro. Tentei imaginar que desculpa minha mãe daria. Lucas e minha mãe apareceram na sala com o maldito estojo. Meus tios estavam vidrados vendo o advogado brilhante defender os casos dele com uma execução espetacular, e duvido que tivessem notado a demora. Nem acharam estranho ver minha mãe e Lucas entrando juntos. Depois de agradecerem à minha mãe, meus tios foram embora com Lucas, que deu um belo apertão na bunda da minha mãe quando meus tios já tinham saído pela porta, como presente de despedida. Eu observava toda a cena sentado no sofá, com a TV ligada, mas a mente em outro lugar. Depois de fechar a porta, minha mãe se aproximou e disse que ia tomar um banho, e eu concordei em silêncio. Observei ela subindo as escadas e lembrei de novo da imagem dela segurando o pau de Lucas com as duas mãos para receber a gozada nos peitos. Depois de um tempo, ouvi a água do chuveiro lá em cima correndo e eu... Caí no sofá enquanto me acariciava a pica por cima da calça, quase sem perceber. Foi assim que dormi. Senti um beijo suave na bochecha que me acordou. Quando abri os olhos e vi minha mãe, entrei em pânico por um instante. Ao ver os lábios dela, a primeira coisa que veio na minha cabeça foi vê-la de joelhos recebendo a porra do Lucas. Pisquei algumas vezes e olhei de novo. Senti um alívio enorme. Ela estava com o cabelo limpo e exalava um cheiro gostoso de xampu. Tinha tomado banho e não tinha mais resto de porra do Lucas no corpo dela. Vestia uma blusa branca e uma saia meio curta, bege, que subia uns quatro dedos acima dos joelhos, deixando ela com um ar sexy e elegante ao mesmo tempo. Ela disse que a comida já tava pronta e que eu me apressasse senão esfriava. Depois de comer, ainda tava atordoado, então pensei que o melhor era subir pro sótão e fumar uns baseados bons. Falei pra minha mãe que ia pro meu quarto, mas depois de pegar o haxixe, subi pro quarto vazio lá em cima. Fiquei umas boas horas sem dar sinal de vida e, em poucos minutos, já tava com uma fumaceira enorme. Foi aí que o telefone tocou lá embaixo e ouvi minha mãe atender. Pelo jeito que ela falava, soube que era meu pai ligando, e ele parecia querer falar comigo, porque minha mãe tava no andar de baixo me chamando. Como eu não tava no meu quarto, ela disse pro meu pai que achava que eu tinha ido pra casa do Javi, um amigo que morava a dez minutos a pé. Meu coração tava batendo a mil com a possibilidade dela subir e me pegar fumando haxixe. Mas sabia que era impossível. Nunca ia passar pela cabeça dela olhar aqui. Suspirei aliviado quando ela parou de falar no telefone e ouvi os passos dela descendo as escadas. Rapidamente guardei o haxixe e olhei o relógio. Era tarde e meu pai tava quase chegando. Depois de esperar uns minutos, decidi descer pra ficar com minha mãe. Quando tava descendo as escadas, ouvi um ding dong e minha mãe abrindo a porta. Espiei de lá de cima... descanso da escada pra ver quem era, e lá vi o Mani com uma sacola na mão. Era um personagem e tanto. Com o uniforme de vigia velho e gasto que parecia que ia rasgar no torso musculoso dele, ele se apoiava na porta com a mesma moleza que um camelô faria no beco dele. A cara feia dele sorria pra minha mãe e ele fez menção de entrar. Minha mãe segurou ele. — Que porra você quer? — perguntou minha mãe com grosseria — Como você se atreve a vir aqui? — Fica calma. Vim devolver uma coisa que acho que é sua — sorrindo com malícia, ele enfiou a mão na sacola. O que ele tirou de lá deixou tanto eu quanto minha mãe gelados. Entre os dedos sujos daquele cara pendiam as calcinhas pretas que minha mãe tinha usado na primeira noite que foi comida pelo Lucas, e da minha altura eu achava que via as manchas secas de porra. Sem dar tempo dela reagir, ele largou a sacola vazia e enfiou as calcinhas na cara dela pelo lado de dentro, imobilizando ela com o outro braço. — Me diz, Martita. Você tava usando essas calcinhas quando seu marido te comia? — ele falou enquanto fechava a porta com o pé. — O quê? — disse minha mãe confusa — Ah, s..sim. — Sim? Pois eu acho que não, sua puta nojenta — ele falou apertando as calcinhas ainda mais forte contra o rosto da minha mãe — Acho que essas calcinhas estavam no lixo porque são a prova de que você é uma vagabunda infiel que dá pra outros homens nas costas do seu maridinho. — C..como? Não! Eu n..não sei do que você tá falando… — gaguejou minha mãe tentando tirar as calcinhas manchadas de porra do rosto dela — Sabe de uma coisa? Desde que peguei essas calcinhas, passei dias batendo punheta pensando em você, na puta que você é. Não parei de te observar, de tirar fotos suas pra depois me masturbar com elas — ele confessou, enquanto minha mãe fazia careta de nojo. Ele começou a explicar como tinha tirado fotos do corpo suado dela enquanto ela jogava pingue-pongue comigo e como tinha ficado excitado ao ver ela empinando a bunda perto das bolas na rede, e tinha tido que se esconder atrás da verga e tinha começado a bater uma pras fotos. Quando ouvi minha menção, percebi que estava ali parado no patamar da escada, olhando feito besta pra cena. Me agachei e fiquei observando por trás das barras de segurança da escada. O Mani continuou explicando pra minha mãe enquanto não parava de apalpar ela com a mão que a segurava. — Tava eu lá, batendo uma de campeonato, quando, surpresa!, ouço uns gemidos de puta. Espio e olha só, a elegante senhora tá cavalgando feito uma rabuda em cima de um sortudo — isso ele falou com desprezo. Pelo menos parecia que não era o único que odiava o Lucas. — Resumo: tive que tirar umas fotos suas pra adicionar na minha coleção. Haha! Tirando finalmente a calcinha do rosto da minha mãe, ele puxou uma câmera digital e mostrou pra ela, deixando-a sem palavras. Lembrei então. Os estalos estranhos. Não eram sons biológicos. Era o filho da puta do Mani fazendo de voyeur. — Tá bom, o que diabos você quer em troca das fotos? — ela tentou botar uma voz firme, mas falhou feio e deu pra perceber na hora que tava apavorada com as fotos. O Mani sorriu, mostrando os dentes tortos, e com um empurrão jogou ela no chão. Depois de largar a câmera no chão, baixou as calças de uma vez. Entre as pernas peludas, aparecia um pedaço de carne impressionante. Talvez não fosse tão comprido quanto o do Lucas, mas não era nada curto. O que mais chamava atenção era a grossura. Aquilo só saía em filme pornô. Era uma piroca grossa e escura, tão grossa que deixou minha mãe de olho e boca abertos. — O que você acha que eu quero, puta? — ele andou a passos largos até ficar na frente da minha mãe, que ao ver um troço daqueles não conseguiu evitar um sorriso, apesar do nojo que sentia do cara. O sorriso da minha mãe não se completou, porque ele agarrou ela pelo cabelo e deu um puxão forte, levantando a cabeça dela. Ela gritou de dor, mas o grito também não se completou, porque com outro puxão ele obrigou ela a engolir o pau dele. Ela não dava conta com a boca e a abertura extrema que precisava fazer dava a ela um aspecto quase cômico. Mal tinha conseguido adaptar a boca àquele tamanho quando, colocando a mão na nuca dela, começou a empurrar com força, fazendo ela engolir um pouco mais do pau dele a cada segundo. Quando chegou a engolir três quartos daquele pau, minha mãe não conseguia controlar os engasgos e uma lágrima já escorria pela bochecha dela. O Mani ignorou os engasgos da minha mãe e, com um último empurrão, enfiou o que restava do pau na boca dela. Pronto. Aquele pau enorme e grosso estava inteiro sentindo o calor da boca da minha mãe. Minha mãe tentava se soltar empurrando com as mãos apoiadas nas coxas do Mani, mas ele era muito mais forte e manteve o pau inteiro na boca dela por uns quinze segundos. Os engasgos da minha mãe ficavam cada vez mais frequentes até que os engasgos foram sumindo e ela parou de resistir. Fechou os olhos e apertou os lábios com força em volta daquele pau grosso, e as narinas dela começaram a se mexer graciosamente, buscando um pouco de oxigênio para levar aos pulmões. O Mani afrouxou um pouco a pressão, deixando o pau sair da garganta da minha mãe por alguns segundos, para depois enfiar de novo até o fundo, provocando engasgos fortes nela de novo. — Wooohh… que boquinha mais gostosa você tem. É uma pena que até agora você só usou ela pra me mandar indiretas. Mas eu vou te ensinar a dar um novo uso pra ela. Depois de afrouxar a pressão de novo, enfiou mais uma vez aquele pedaço enorme de carne na boca da minha mãe, cujo pescoço se esticava de forma exagerada toda vez que sentia a cabeçona daquele pau entrando até o fundo. O Mani não parava de lembrar como minha família tinha sido ruim com ele enquanto continuava a rotina de afogar minha mãe com o pinto dele. — Gluuugghhgg… ueek! — soltava um engasgo — ack… uunnggghhfff mmpphhhfff… .gggluuuuuuggghhh ….. ¡u…ueck! – era só o que minha mãe conseguia falar com uma rola tão grossa entupindo a boca dela. Depois de inúmeras engasgadas, minha mãe já tinha se adaptado àquela rola. Ela tinha entendido o recado do Mani e o que ele queria dela. Quando o Mani terminou de listar todas as vezes que meus pais tinham tratado ele mal, na opinião dele, minha mãe já enfiava aquele pau inteiro na boca sem ajuda do Mani. Ela não apoiava mais as mãos estendidas nas coxas peludas do Mani tentando tirar aquela rola da boca. Agora ela se segurava nos glúteos firmes, conquistados depois de horas de academia (o Mani era aquele típico segurança que achava que pra profissão dele precisava parecer o Stallone) pra conseguir empurrar aquela vara até o fundo da garganta. Os sons que saíam do fundo da garganta dela já não eram de rejeição, protesto e sofrimento. Eram mais de prazer e conformidade. Minha mãe engolia aquela rola com eficiência, fazendo ela desaparecer entre os lábios pra depois reaparecer brilhante e lubrificada de saliva. Quando o Mani viu a capacidade de mamar da minha mãe, sorriu de forma maliciosa e, agarrando ela pelo cabelo, puxou com força até colocá-la de pé. – Sua puta! Mas você se viu como chupa, sua filha da puta!? – M-mas eu achei que.. – começou a dizer minha mãe sem entender o que tava rolando – Cala a boca, piranha! – disse ele, virando ela de costas. Com um puxão forte, abriu a blusa dela parcialmente, fazendo três botões voarem. O suficiente pra puxar a blusa pra baixo, deixando os ombros dela expostos. Ao ver aquilo, o Mani pareceu enlouquecer e, como se estivesse possuído, começou a lamber e morder os ombros da mamãe, fazendo ela gritar quando ele mordia, rosnando. Com mais dois puxões, já tinha arrancado a blusa dela completamente, deixando ela de saia e sutiã. Enquanto continuava provando cada centímetro dos ombros, pescoço e costas da minha mãe, as mãos dele massageavam os peitos dela com brutalidade, fazendo ela gemer sem parar. Quando ele se cansou de brincar com os Tetas, ele enfiou a mão por baixo da saia dela, ansioso pra apalpar a buceta daquela mulher que ele tanto tinha desejado. — Porra! Mas tu tá toda melada, sua puta! — ele fez uns movimentos com a mão por baixo da saia da minha mãe, que já tava cada vez mais levantada. Minha mãe soltou um gemido, com uma expressão indecifrável no rosto que logo ficou clara. — Nham! Porra, que quentinho aqui dentro. E que molhado! Hahaha — aquele porco tava dedando a mamãe e não parava de fazer movimentos com o braço enquanto com o outro segurava ela pelo pescoço contra a parede. — Mas olha só como tu tá molhada. Igualzinho as vadias boas. Haha! Com os gemidos cada vez mais intensos da mamãe, o Mani não aguentou mais e, tirando a mão de baixo da saia, agarrou ela de novo pelo cabelo e levou até o sofá, jogando ela lá como uma puta qualquer. Colocando a pica na frente da cara dela de novo, mandou ela chupar, e minha mãe obedeceu sem hesitar, já quente igual um vulcão, enquanto tirava o sutiã a pedido do Mani. Com a nova técnica que aprendeu, fez aquele trabuco desaparecer na boca dela várias vezes, deixando o odiado vigia cada vez mais excitado. Mas naquela hora, não parecia que ela odiava ele tanto assim. Quando ele ficou satisfeito com o boquete, arrancou a saia dela com puxões, ficando extasiado com a visão da calcinha fio dental que minha mãe tava usando. A verdade é que eu também me surpreendi. Era uma fio dental roxa de renda normal, mas naquela bunda maravilhosa ganhava uma elegância que qualquer homem não esperava. Deitando ela de barriga pra cima no sofá, tirou a fio dental às pressas, levantando as pernas dela. Sem deixar as pernas caírem, colocou as duas no ombro esquerdo dele e encostou a ponta da pica na buceta. — O... ei... espera... po... põe uma camisinha... por favor... — ela começou a implorar. — Mas que camisinha porra nenhuma, vadias como tu são comidas no pelo! — disse enfiando sem dar tempo dela responder. Minha mãe agarrou um travesseiro como pôde e levou ao rosto pra abafar os gritos. -A….a….ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh! Meu Deus, que bestaaa! – os gritos chegavam abafados pelo travesseiro -Tá gostando, hein putinha de feira? – ele disse enquanto metia sem piedade, mantendo as pernas dela levantadas, segurando pelos tornozelos. -Aannggghhh! Que grossa que é, n..não cabe quase! Ounnngghh! Siiiim, tô gostando! – ela gritava se contorcendo de forma selvagem. O Mani decidiu que era hora de mudar de posição e, separando os tornozelos dela, abriu suas pernas sem tirar o pau. Enfiou-se entre elas e, quando ficou por cima, bateu de novo com o quadril na virilha da minha mãe, fazendo ela gozar igual uma porca. Começou a beliscar os mamilos dela enquanto mordiscava com brutalidade, e com as lambidas parecia que ia desgastar os peitos dela. As metidas constantes levaram minha mãe ao orgasmo, fechando as pernas em volta da cintura do Mani e arqueando as costas tanto que parecia que ia partir ao meio. Quando minha mãe desabou de novo no sofá, o Mani aproximou os lábios pra beijá-la, mostrando os dentes horríveis e o rosto feio. Minha mãe instintivamente virou o rosto, porque uma coisa era o pau dele, outra era a cara. Com a recusa dela em beijá-lo, ele tirou o pau de uma vez e, pegando ela de novo pelo cabelo, jogou-a no chão. -Então não quer me beijar, hein, sua cadela maldita? – no tom de voz dava pra ver que ele tava claramente magoado com a feia que ela tinha feito pra um homem que considerava uma puta de primeira. Agarrando ela com força pelo pescoço, colocou-a de joelhos e virou ela. Depois, esmagou ela contra o chão e, quando a teve nessa posição, segurou pela cintura e ergueu os quadris dela. Após cuspir na mão, passou a saliva no cu da mamãe. Ela ainda tava atordoada pela queda e, quando percebeu, aquela brutalidade de grossura do Mani já tava apontando pro rabo dela. Ela foi reclamar, mas em em vez disso, ela foi forçada a abrir os olhos e a boca o máximo que pôde. Dois segundos depois, um grito dilacerante encheu a sala, vibrando até o patamar, cuja intensidade aumentava conforme o monstro do Mani ia se enterrando cada vez mais fundo na bunda dela. Depois de alguns segundos, aquele pauzão ainda mais grosso que o do Lucas estava enterrado até o fundo do cu da minha mãe. Aquele pedaço de carne monstruoso ficou cravado ali por um bom tempo. — Hahahaha! E agora?! Hein? — gritava triunfante o Mani — Pra ser tão puta, você tem um cu muito apertado, hahaha! Minha mãe nem respondeu. Tava ocupada demais tentando respirar, chorar e relaxar o cu ao mesmo tempo. Como o Mani não encontrou conversa com a dona da bunda que agora era dele, começou a bombar. Em cada movimento, em cada centímetro de pica que o pau do Mani percorria, seja pra fora ou pra dentro, minha mãe uivava de dor, implorando pra ele parar. — Kiaaaaaaa!! Aaaahnnngggghh!! P...pa...ra! Deus, tô morrendo de dor! — suplicava entre soluços — Ah...ahh...me...me arde! Não aguento mais! Sinto que você tá me partindo ao meio! — Cala a boca, sua rabuda de merda! Isso é por ter um marido tão otário! Como eu quero quebrar a cara dele... Mas primeiro vou te arrebentar o cu, sua puta sem vergonha! — e continuou estourando a bunda dela sem piedade. Minha mãe não parava de implorar por misericórdia, mas isso deixava o Mani ainda mais excitado, porque as investidas dele eram cada vez mais fortes e rápidas. E assim passou um bom tempo, onde cheguei a parar de olhar e tampar os ouvidos porque os gritos de dor e desespero da minha mãe estavam insuportáveis! A cena era tão violenta que até perdi qualquer sentimento de excitação anterior. Mas depois de um tempo, parei de ouvir os gritos e me espiei com a esperança de que tudo tivesse acabado. Mas não. Ainda estavam lá, com o Mani perfurando o cu da mamãe e ela recebendo o castigo anal com o cu de pompa. Mas algo tinha mudado. Minha mãe já não gritava, só soltava gemidos. A expressão de dor dela tinha dado lugar a uma expressão de prazer, confirmada pelos movimentos tímidos com que tentava acompanhar as enfiadas do macho dela. Minha mãe estava aguentando a dor que recebia a cada estocada com prazer submisso, e o macho dela respondia com uma cadência maior nos movimentos. Num dado momento, o Mani agarrou minha mãe pelos ombros pra manter o ritmo de penetração, que mamãe parecia exigir que aumentasse pelo som dos gemidos dela. As lágrimas que continuavam escorrendo dos olhos dela pareciam mais de felicidade do que de dor pela primeira penetração anal, e ainda com um bicharoco daqueles. Depois de vários minutos sodomizando ela, o Mani soltou os ombros dela pra agarrar o cabelo, fazendo um rabo de cavalo, e as pirocadas dele dentro do cu da mamãe ficaram selvagemente rápidas. Isso só podia significar uma coisa. Puxando o cabelo cada vez mais forte, ele levantou ela até deixá-la ereta, e impediu que ela voltasse à posição curvada segurando-a pelos peitos. — Porca de merda, vou gozar dentro do seu cuzinho! — avisou ele. — O quê? Não… não… aí não… eu… — mas as estocadas fortes do Mani tinham ela envolvida no prazer mais absoluto e prestes a chegar a um novo orgasmo, e ela não conseguiu continuar protestando, dando luz verde com o silêncio dela pra ele gozar dentro do reto dela. — Ooohhh simmmmm!! Arrggghhhhhh! — ele puxou o cabelo da minha mãe pra trás tão forte que quase quebrou o pescoço dela, enquanto gozava dentro do cu dela. Uns segundos depois, com o Mani parado e segurando ela, minha mãe chegou lá, e ciente disso, o Mani aproveitou pra aproximar a boca dele da dela de novo. Ela, enquanto chegava ao clímax, se deixou levar no começo, deixando ele lamber os lábios dela, mas logo tentou desviar o rosto. O Mani puxou o cabelo dela pra trás, imobilizando a cabeça dela de novo, e começou a lamber os lábios dela com obscenidade. Minha mãe, levada pelo orgasmo e cansada de tanta trepada, abriu os lábios inesperadamente, deixando a língua escapar pra encontrar a língua nojenta do Mani. Vendo a colaboração, o Mani aproximou a boca nojenta dele ainda mais, fechando os lábios sobre os da minha mãe, "forçando" um beijo de língua de verdade. Quando o Mani tirou a boca, minha mãe ainda estava de boca aberta com a língua pra fora, procurando outra amassada bucal. Mas o vigia não tava a fim de agradar aquela puta que era minha mãe, e depois de tirá-la, soltou o cabelo dela, deixando minha mãe cair no chão, rendida pelo prazer. Pegou a calcinha fio-dental chique e usou pra limpar o pau, e depois de achar as calças dele e vesti-las, pegou a câmera do chão e tirou uma foto dela do jeito que tava, no chão, com os joelhos dobrados, o cu empinado e o rabo com uma abertura maior que uma moeda de 2 euros. — Essa foto é uma lembrança do nosso primeiro encontro, putinha. Já te mando uma cópia, hahaha — ele riu e, sem dizer mais nada, saiu de casa, deixando minha mãe largada ali no chão. Fiquei sentado no patamar, observando minha mãe de cu empinado, jogada no chão, enquanto o sêmen começava a escorrer do cu dela misturado com o sangue que o vigia tinha causado ao enfiar o pau nela. Não sei quanto tempo fiquei naquela situação, até que o telefone tocou. Minha mãe se levantou devagar e, andando com passinhos ridículos, conseguiu chegar até o sem fio da sala antes de desligarem. — Oi, querido. Como foi o jogo? — disse com voz cansada, enquanto esfregava a bunda suavemente. — Comida chinesa? Não, não precisa comprar no caminho pra casa. Sério — falava com expressão dolorida. — Na verdade, acabei de comer uma coisa agora e não tô com muita fome. "Acabei de comer uma coisa? Mas será que…?" Pensei, alucinado. — Na verdade, devia comprar pra você e pro João. É que hoje tô muito cansada e quero Vou logo pra cama – ouvi meu pai do outro lado da linha e então ele concordou – Sim, tá bom. Muito obrigado, querida. Você é um amor. Desligou e, com passos arrastados, pegou as roupas espalhadas pelo chão e foi em direção às escadas. Eu subi correndo antes que ele percebesse que eu estava no meu esconderijo e me refugiei no meu quarto. Naquela noite, jantei só com meu pai, ouvindo ele falar sobre como tinha jogado bem a partida e tal. Eu nem prestava atenção, tentando segurar a ereção que me dava ao lembrar do jeito porca que minha mãe tinha agido com o Mani. Enquanto isso, ela dormia feliz, provavelmente sonhando com as pirocas que tinha levado naquela tarde e com as que ainda ia levar.
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