Minha vizinha paraguaia gostosa

Fui morar sozinho quando tinha 24 anos, num apartamento de dois cômodos no bairro de Caballito, daí meu nick. No apartamento em frente ao meu, morava a Mara, uma mulher de 42 anos, paraguaia, gordinha, peituda, baixinha, uns 1,50m, caderona e muito gente boa. Ela morava com o filho (e se leram meu relato anterior, sabem que as coroas me pegam...).

Eu cruzava com ela no elevador de vez em quando e sempre apreciava aquela bunda gostosa e bonita que ela tinha. Ela sempre usava umas leggings pretas ou calças jeans, e a simpatia dela somava muitos pontos. Mais de uma vez dediquei uma bela punheta pra aquela bunda.

A gente morava no último andar de um prédio bem alto, e sempre que nos encontrávamos no elevador, batíamos um papo. Ela me contou que era enfermeira e que morava na Argentina há mais de 15 anos. Tinha vindo pra Buenos Aires em busca de um futuro melhor e, por sorte, as coisas iam muito bem pra ela. Também me disse que os irmãos dela moravam em Quilmes e que muitos fins de semana ela ia pra lá, porque o irmão tinha piscina. Eu também cruzava com ela quando estava com minha namorada da época, então ela sabia que eu não era sozinho.

No ano seguinte, no verão, lá por janeiro, a gente não tinha porteiro no prédio. Ele decidiu pedir demissão, não sei o motivo, mas a questão é que a gente tinha que descer o lixo às 21h pra rua, pra coleta. No meu andar tinha 6 apartamentos, então a gente se revezava pra descer o lixo. Essa atividade também deu abertura pra gente conversar um pouco mais e criar uma amizade, mais do que só uma conversa de elevador. Passamos a fazer pequenos favores: "Vou no supermercado, quer que eu traga algo?", descer todos os andares e subir levava tempo, então a gente se ajudava.

Num sábado, perto do meio-dia, tocam a campainha. Eu, que naquela época tava naquelas idas e vindas com minha namorada e já fazia mais de uma semana que não comia ninguém, tava batendo uma punheta. Pra que mentir... Tava me tocando uma bronha daquelas vendo um dos DVD pirata que comprei no parque Rivadavia. Desliguei a TV, me vesti como deu, coloquei uma bermuda e uma camiseta larga tentando esconder a pica dura.

- Eu: Só um minuto, tava no banheiro.
- Mara: Sou a Mara, tá vazando água da pia da cozinha e não acho o registro.

Me arrumei como pude e abri a porta. A porta dela, que era em frente à minha, tava aberta e dava pra ver o chão enchendo de água. A Mara tava toda molhada, com a camiseta colada no corpo, mostrando o sutiã e a legging preta completamente encharcada.

Saí correndo pro apartamento dela, entrei na cozinha e vi que o aquecedor tava vazando pra caralho. Tentei fechar o registro que tava embaixo, mas tava travado.

Na hora falei:

- Eu: Espera aí que vou subir no terraço pra fechar o registro geral.

Saí correndo, subi no terraço que era um andar acima, achei os registros e fechei o do apartamento dela. Desci sem fôlego e perguntei:

- Eu: Parou?
- Mara: Parou! Que sorte, não conseguia fechar a água, sorte que você sabe como, porque meu apartamento tá parecendo uma lagoa!
- Eu: Pois é! Espera que vou te ajudar.

Ajudei ela a secar o chão todo. Mais relaxado e quase terminando, comentei:

- Eu: Vai ter que trocar o registro porque não dá pra fechar.
- Mara: Que merda!!! Amanhã falo pro meu irmão vir me ajudar, ele é pedreiro e sabe trocar isso tudo.
- Eu: Show! Porque um encanador vai te custar os olhos da cara!
- Mara: Mas você não sabe a sorte que eu tive, porque hoje não ia estar aqui, mas tive que trabalhar de manhã e meu filho foi ontem pra casa do meu irmão. Bom, vou lá embaixo ver se passou água pra eles. Já volto.

- Eu: Beleza! Qualquer coisa, tô aqui, hoje não saio.

Uns minutos depois, a Mara apareceu com uma toalha se secando.

- Mara: Ei, você me deixaria tomar um banho na sua casa? Porque tô toda molhada.
- Eu: Claro, sem problemas.
– Mara: Valeu, sério, valeu por tudo. Se não fosse você, eu não ia saber como fechar a água.
– Eu: Não precisa agradecer, de qualquer jeito alguém ia te ajudar.
– Mara: Me espera que eu pego a roupa e fecho aqui.

Ela entrou um instante, fechou a porta e entrou no meu apê.

– Eu: Olha, ali tem o banheiro, pode tomar um banho sossegada e tem toalha também. Eu vou ficar vendo TV.

Ela entrou no quarto deixando a porta meio aberta, eu fiquei na sala. A porta do quarto ela não fechou. Eu, em silêncio, olhava de canto, mas não dava pra ver nada. Depois ouvi que fechou a porta do banheiro e começou a tomar banho. Demorou pra caralho, não sei se foram 20 ou 30 minutos, mas demorou.

Saiu do banheiro porque ouvi a porta abrir. Eu tava imaginando que ela ia sair pelada me chamar pra entrar… Mas não, só perguntei:

– Eu: Tudo bem?
– Mara: Sim, tudo bem, tô me trocando.
– Eu: Ah! Beleza, fecho a porta pra você?
– Mara: Não, já terminei.

Aí pude ver ela de canto de olho de calcinha e sutiã, um espetáculo. Aquele bundão redondo, maduro, um sutiã grande com uns peitos… (puf, lembro e já sobe). Depois, saiu já vestida com uma minissaia jeans e uma camiseta branca com um desenho.

– Mara: Sua namorada não vem? Faz tempo que não cruzo com ela?
(Mara tava com a cara mais séria agora).

– Eu: Puf, faz duas semanas que ela não vem. Tá naquela de não saber o que fazer da vida, blá blá blá, e decidiu dar um tempo… e a gente já sabe, deve ter outro rolo por aí.

Mara tava com toda a roupa nos braços.

– Mara: É, coisas da vida e da idade.
– Eu: Sim, é uma chance de conhecer gente e experiências novas.

Falamos besteiras, ela me explicou a teoria das mulheres de 25 a 35, que não sabem o que querem, etc. Disse que ia embora, que tava muito grata por tudo que eu fiz, que ia me pagar o favor. Nos despedimos porque ela ia pra Quilmes, que o filho dela tava lá e veria se o irmão arrumava o registro. Fui pro apartamento dela, eu fui preparar a comida, já que era tarde, e falei com uns amigos pra fazer algo de tarde/noite. Uns 20 minutos depois, bateram na porta de novo, era a Mara se despedindo, me agradeceu de novo, disse que voltava ou no domingo ou na segunda de manhã, que tinha que trabalhar e não sabia se voltava ou ia direto pro trampo.

Passou o sábado, eu saí sem "me punir" pra encontrar os amigos, voltei umas 8 da manhã de domingo e me joguei pra dormir a ressaca. No mesmo domingo, acordei umas 6 ou 7 da tarde, fiz um café, liguei a TV e fiquei no sofá.

Umas 8 da noite, bateram na porta, era a Mara.

- Eu: Opa, e aí! Beleza o fim de semana?
- Mara: Muito bom, no final acabei vindo e de quebra trouxe um agrado pra você.

Ela tinha trazido sopa paraguaia, que é uma comida típica do Paraguai e eu amo, e tava vestida do mesmo jeito, só que mais bronzeada, dava pra ver que tinha pegado sol.

- Eu: Ahh, entra... Precisa de água ou usar o banheiro?

Enquanto ela entrava...

- Mara: Não! Meu irmão já arrumou a torneira, já tenho água. Ele foi embora faz um tempinho, não ouviu os barulhos?
(Como que eu ia ouvir, tava apagado)
- Eu: Não, dormi o dia inteiro.
- Mara: hahahaha deve ter sido o único que não ouviu, porque a vizinha de baixo veio reclamar, que falta de consideração do povo, que eu preciso de água e é uma emergência.
- Eu: Senta aí (mostrei o sofá), quer um café? Uma breja?
- Mara: Melhor uma breja com isso, mesmo já tendo comido, tá muito bom.

Fui na geladeira e peguei uma Quilmes e dois copos que coloquei na mesinha de centro na frente da TV.

- Mara: E aí, como foi ontem, encontrou sua mina?
- Eu: Não... essa aí não chama mais. Como te falei, deve ter outro rolo por aí que tá servindo bem ela. (Rimos). Ontem fui com meus amigos dançar e cheguei umas 7, então dormi o dia todo. E você?
- Mara: Eu ontem fiquei o dia todo deitada na piscina, olha como me queimei.

Ela me Mostrava os braços e as pernas. Eu observava que ficaram marcas da sunga nos ombros dela.
- Eu: Dá pra ver que pegou sol… (Resposta idiota, porque eu tava olhando as pernas dela...)
- Mara: Ainda tô com a sunga, ia ficar, mas meu irmão me trouxe hoje e me ajudou com a torneira. Meu filho fica lá com os primos, como tão de férias, ele aproveita, eu tenho que trabalhar.

Conversando, bebendo e pelo visto ela já tinha bebido antes porque tava bem animada. Se mexia ajeitando a minissaia, puxando pra baixo… Como vi que fez isso várias vezes, falei…

- Eu: Se quiser, tira, ué, já que tá de sunga por baixo.
Ela riu, levantou, desabotoou a minissaia e tirou rindo. Sentou, colocando uma perna no sofá e deixando a outra no chão. A sunga que ela usava era uma calcinha preta. Já a ação dela tirar a minissaia tinha me deixado de pau duro. Não tirava o olho da buceta dela, dava pra ver o grelo bem marcado.

- Mara: Já sei o que você quer… olha, eu sou mais velha que você e não enrolo muito.
Porra!, pensei, enquanto ela olhava pro meu volume.

- Eu: Já somos adultos (respondi).
- Mara: Sempre me perguntei como você era…
- Eu: Como eu era? O quê? (Ela era uma luz pra pegar indiretas...)
- Mara: Você sabe, se é bem dotado… Acho que sim, sua namorada vinha quase todo dia.
- Eu: Tenho normal, mas funciona bem.
- Mara: Se vira sozinho agora? Que não tem namorada? Porque sábado te vi bem inspirado.
(Ri…)
- Eu: Dava pra notar?
- Mara: Você saiu com o pau duro e óbvio que dava pra notar.
- Eu: Tava prestes a me aliviar sozinho quando você me chamou.
- Mara: Ahh. Ficou na vontade! Suponho que depois que eu fui embora você bateu uma bem boa.
- Eu: Fiz comida, já era tarde e tinha planos.
Rimos.
- Mara: mmmm ficou com a porra guardada?
- Eu: Não sabe… faz 2 semanas que nada de nada e uns 4 dias que não me castigo.
Ela me olhava enquanto mordia o lábio.
- Mara: mmm… E não te dá vontade… porque você tem uma mulher esperando.
Ela começou a acariciar meu braço… Eu tava duro…

– Eu: E você? Faz quanto tempo que não…
– Mara: Puffff… melhor não falar disso, deixa eu ver, quero ver ela.

Tirei o shorts e a cueca que tava usando, sentei no sofá com as pernas abertas pra dar pra ver bem minha rola dura. Ela se aproximou, pegou na minha rola, bem devagar, começou a me masturbar.

– Mara: mmmm que linda você tem… Tá bem dura, por quê?
(Quase me caguei de rir quando ela falou isso…)
– Eu: Fiquei com tesão vendo essa bunda gostosa que você tem. (Falei no ouvido dela).

Aí, sem perder tempo, ela subiu em cima de mim e começamos a nos beijar, ela enfiava a língua na minha boca e eu adorava. Eu entre as pernas dela e minha rola roçava na calcinha dela sentindo aquela raba, ela rebolava em mim.
Eu tirei a camiseta dela e levantei a calcinha, deixando os peitos dela livres, que comecei a lamber e chupar. Ela tinha uns mamilos bem duros, bem eretos e pretos.
Enquanto chupava os peitos dela, vi como ela se lambia, não parava de rebolsar… Ela se deitou no sofá e puxou a calcinha de lado, mostrando a buceta molhada…

– Mara: Vem, buceta, vem, chupa aqui…

Aí, me ajeitei entre o chão e o sofá, a buceta dela tava muito molhada, aberta, o cheiro de sexo rapidamente tomou a sala… Ela tinha uma buceta linda e um clitóris meio grande, que adorei ter na boca. Ela tava bem aberta de pernas e eu chupava com muita vontade, tava com o queixo todo molhado, ela não parava de gemer…

– Mara: Chupa, pai… tira essa vontade. Come tudo… come todo meu tatu quentinho (Tatu é como chamam a vagina no Paraguai, vulgarmente).
– Eu: Você gosta, mãe? Gosta do jeito que eu chupo você?
– Mara: Sim, pai… continua chupando…

Me ajeitei e enfiei os dedos… Ela gemia, levava as mãos à boca pra se tampar e aproveitar, mas ao contrário, me agarrava a cabeça e pressionava contra a pélvis dela. Continuei enfiando os dedos e chupando o clitóris dela, ela se contorcia de prazer gemendo… Me afastei por um momento pra apreciar bem a buceta dela, use a palavra: buceta enquanto eu continuava enfiando os dedos que estavam todos molhados… Ela, com uma mão, tapava a boca e, com a outra, começou a se masturbar bem forte e rápido, tinha um olhar muito sério… meio brava porque eu tinha parado de chupar. Tirei a mão dela e continuei chupando o clitóris, senti que ela estava chegando lá, a buceta dela apertava meus dedos, rapidamente ela me afastou com as mãos e tirou meus dedos molhados, ela me olhava enquanto eu chupava meus dedos que estavam todos molhados.

- Mara: Mmmm, papi, como me excita você fazer isso… que gostoso… você me sentiu?
- Eu: Sim, que buceta gostosa você tem…

Ela estava muito ofegante, parou um momento pra recuperar o fôlego, eu me sentei ao lado dela, ela subiu em cima de mim, me beijou mais carinhosamente.

- Mara: Esse seu pau tá durinho… Vem, vamos pro quarto…

A gente se levantou, eu tirei a camiseta e ela tirou o sutiã…

- Mara: Deita na cama, que vou te chupar… Goza na minha boca, que eu engulo seu leite.
- Eu: Você gosta? (Pergunta idiota…)
- Mara: Adoro chupar e engolir (enquanto me sorria).

Eu me deitei na cama, me apoiei na cabeceira e ela abriu minhas pernas, se ajoelhou e se abaixou deixando aquele rabão pra cima… Aquela imagem, aquela bunda era perfeita… Ela não parava de me olhar… Me olhava o pau enquanto me punhetava…

- Mara: Que pau bonito você tem, “curepi” (Curepi é como chamam os argentinos…)
- Eu: Você gosta…? (Outra pergunta idiota).
- Mara: Adoro, tá durinho… (Ela continuava olhando meu pau duro e me punhetando devagar) Você vai meter tudo isso em mim, papi?

Enquanto terminava a frase, começou a me chupar bem devagar… Soltou meu pau e só usava a boca, colocou as mãos nas minhas pernas… Gemia de prazer, de vez em quando me olhava… A imagem de ver ela com a bunda pra cima e o prazer da chupada dela eram incríveis… Ela pegou meu pau de novo e começou a me masturbar rapidamente…

- Mara: Você gosta do jeito que eu te chupo, papi?
- Eu: Adoro!

Ela olhava meu pau, enfiava na boca dela, passava a língua na cabeça... Num instante ela mete meu pau bem fundo na boca dela, até começar a engasgar. Tirei e ela começou a tossir um pouco. Me olhou...

-Mara: que pau gostoso...

O olhar dela era de raiva, não parava de me masturbar rapidamente... Eu olhava... de repente ela cuspiu no meu pau... continuava com a mão se movendo rápido, com raiva e força, como se quisesse que eu gozasse...

-Mara: Tá gostando, filho da puta...?

Puf, aquele xingamento, mais do que me irritar... foi um elogio...

-Eu: Adoro, puta... adoro como você tá chupando...
-Mara: Viu... você soltou a puta que tava escondida aqui.

Ela olhou pro meu pau, cuspiu de novo, continuou me masturbando olhando pra ele...

-Mara: Como tá dura, viado...

Eu tava quase gozando...

-Eu: Já vou gozar, filha da puta...
-Mara: Na minha boca...

Sem dizer mais nada, ela enfiou meu pau de novo na boca e começou a chupar... Eu não conseguia me segurar de tanto prazer e joguei o primeiro jato de porra dentro da boca dela, senti que saiu muito forte por causa da tesão que tava acumulada... ela começou a tossir com a quantidade de porra que eu tava botando, mas não tirava meu pau da boca... senti ela engolindo tudo, até parar. Ela se jogou pro lado e disse:

-Mara: Filho da puta, saiu muita porra, fazia tempo que não me enchiam de porra assim... que delícia.
(Enquanto me mostrava abrindo a boca e colocando a língua pra fora, mostrando que tinha engolido tudo).
-Eu: Eu te avisei... engoliu tudo?
-Mara: Siiiiim (ela ria enquanto se deitava do meu lado, ficando de bruços na cama)
-Eu: Vou pegar um cigarro... quero um baseado.

Levantei, fui pra sala e voltei, tava calor então abri a janela, o cheiro de sexo precisava arejar. Deitei fumando do lado dela...

-Mara: Vai me comer ou já acabou a gasolina?
-Eu (enquanto ainda fumava): Termino o baseado e a gente parte pra segunda...
-Mara: Vai aguentar? Porque eu não gosto de coisa pela metade...
-Eu: Claro, mami, não vou te deixar na mão... (Já O cigarro tava acabando.
Ela continuava de bruços com as pernas meio abertas, levantando aquela bunda e mexendo de um lado pro outro.

– Eu: Cê gosta de sexo anal?
– Mara: Se me esquentar e preparar direito, não tem problema.

Já tava pronto pro segundo round… Ela olhou pra minha pica, pegou nela e começou a me masturbar.

– Mara: hummm, ela tá acordando de novo.
– Eu: Vem, fica de quatro…

Ela se ajeitou na cama enquanto eu me posicionava atrás dela. A bunda dela era linda… Tinha a buceta aberta e molhada, me deixou duro de novo. Dava pra ver a marca do bronzeado e isso me excitava mais ainda…

– Mara: Me come com força, quero sentir essa pica dura.
– Eu (enquanto penetrava): Tá dura assim pra você?
– Mara: Forte… forte… filho da puta… não para.

Eu metia nela, com raiva ela me xingava… “filho da puta”, “viado”… “me come”. Ela gemia, gritava, eu bombava… “cê gosta, puta?”… “aproveita essa pica dura, filha da puta”… continuamos assim por uns minutos, quando eu tava quase gozando, tirei a pica de dentro, ela tava completamente encharcada com o fluido dela… Olhei pra buceta dela inchada e aberta… dei um chupão… ela gemia. Vi o cu dela, com as mãos separei as nádegas e, eu que nunca tinha feito isso na vida, comecei a lamber e cuspi pra lubrificar.

– Mara: Que gostoso… que língua deliciosa… cê gosta da minha bunda?
– Eu: Quer?
– Mara: Vamos tentar…

Peguei minha pica e encostei a cabeça no cu dela… Ela não disse nada, só gemia e eu só ouvia a respiração dela ofegante… Em vez de parar, empurrei a bunda dela contra minha pica e entrei naquele cuzão…

– Mara: hummmm, como você tá comendo meu cu!

Ela gritava e gemia… Não parava de se mexer, eu queria ir mais devagar pra não machucar, mas ela fazia o contrário, começou a se mover pra frente e pra trás de um jeito bem violento. Continuamos por uns minutos…

– Eu: Quer que eu encha teu cu de porra?
– Mara: Onde você quiser, filho da puta… eu já gozei umas três vezes… agora goza você.

Ela não parava de se mexer. acompanhando minhas estocadas… Quando senti que ia gozar, tirei a pica do cu dela.

- Mara: O que foi?
- Eu: Nada, ainda não quero terminar…
- Mara: Lava ela e vem me comer de novo.

Dei uns passos até o banheiro e lavei a pica na pia, verdade que saiu limpinha, mas beleza… Ela ainda me esperava de quatro na cama.

- Eu: Vira, quero te ver…

Ela se deitou na cama, segurou os joelhos com as mãos se abrindo toda… Era um espetáculo, os peitos, a posição… Meti nela de novo e comecei a estocar enquanto olhava pra ela…

- Mara: Você quer deixar um presentinho pra mim, né…?
- Eu: Quer que eu encha você de porra…?
Ela mostrou a língua pra mim e foi assim que passamos pro papai e mamãe, nos beijando, sem parar de foder… Num momento ela falou… espera… vem, se levantou, se apoiou de frente pra uma das paredes na ponta dos pés…

- Mara: Me come assim…

Ela tava apoiada na parede com as mãos… incrível… eu me coloquei atrás, agarrei na cintura dela e continuei estocando… Sentindo como aquela bunda batia a cada estocada e aqueles peitos balançando no ar.

- Mara: Me enche de porra filho da puta… quero sentir esse jorro quente dentro de mim…
- Eu: Vou explodir filha da puta…

Num momento sinto como minha buceta aperta minha pica enquanto se contraía… ela tava gozando muito forte, soltou um grito de prazer… na mesma hora eu joguei o resto de porra que tinha com um orgasmo muito intenso.

- Eu: Toma mamãe… sente a porra que você queria…
- Mara: Filho da puta… que delíciaaaaa… gozamos juntos… que prazer!

Eu me afastei, ela apoiou o tronco na parede, ainda de pé com as pernas um pouco abertas… Minha porra ia escorrendo da buceta dela completamente molhada e descendo pelas pernas. Ela virou a cabeça me olhando…

- Mara: Você me encheu de porra filho da puta… amei o que você me fez sentir… bem puta.
- Eu: Como você me deixava louco me chamando de “filho da puta”… amei!!! E que buceta gostosa você tem, puta… Você gosta dessa puta? (Enquanto rebolava a bunda pra cima e pra baixo)... Na próxima vez que você gozar, tira e coloca na minha boca.

Ela se agachou na minha frente e meteu meu pau na boca, chupou um pouco mais enquanto eu ia relaxando, meu gozo ia saindo da buceta dela e pingando no chão. Ela enfiou dois dedos na minha buceta enquanto tava nessa posição, pra tirar todo o meu gozo. Tirou os dedos, chupou eles, lambeu de novo e enfiou uma segunda vez, quando tirou, levantou e meteu os dedos na minha boca...

- Mara: Chupa teu próprio veneno, filho da puta...
(A verdade é que deu um pouco de nojo, mas naquela altura do campeonato... não ia fazer cara feia)
- Eu: Ah... é um castigo... puta...?

Ela me olhou e com um sorriso falou...

- Mara: Vamos tomar banho...?

Combinamos que era só sexo, nada de compromisso. Também conversamos sobre aquela transa sem camisinha, que foi por tesão e que a gente tinha que se cuidar. Ela fazia coisas que me deixavam louco, tipo me ligar no celular quando saía do trabalho "sua puta tá a caminho, se prepara". Comprava lingerie, foi a primeira mulher que vestiu uma cinta-liga pra mim. Se eu quisesse uma fantasia ou fazer um roleplay, colegial, enfermeira, fazia sem problemas, sem frescura. Se jogava no sofá e se masturbava enquanto me olhava... Seguimos assim o verão inteiro, depois quando o filho dela voltou, só nos víamos um ou dois dias por semana. Depois de um ano eu me mudei e nos encontramos mais 2 ou 3 vezes, depois nos distanciamos.

13 comentários - Minha vizinha paraguaia gostosa

kpo79 +1
excelente las paraguayas y las colombianas no tienen comparacion son las mejores de sudamerica en el sexo jajajaj saludos.👁💦👌😋
Mi pareja actual es colombiana, doy fe de lo que estas diciendo. No la cambio por nada!!!
Muyyy bueno! Las paraguas son minas muy calientes. No tienen tapujos y les encanta la pija. Linda experiencia con la madura. Saludos
Impresionante tu experiencia con tu vecina muy buen relato
Maldita paraguaya cuando se acaban( peralta)..buena historia man
Uffff y si sangre guarani. No falla nunca. Me dejaste al palo
Soy de Paraguay y esto es increíble. Por los muchos relatos que leí acá, noto que las paraguayas se sueltan cuando están fuera del país. Acá para coger, la mayoría solo se fija en uno si tiene auto o plata.