Mamãe e eu passamos o resto da tarde vendo TV no sofá de casa. Obviamente eu não tive voz nem voto e ela colocou o que quis. Programas de moda, fofocas… Mamãe estava deitada no sofá, com as pernas apoiadas em cima de mim. Eu ainda estava só vestido com uma calcinha da minha irmã e massageava os pés dela. Na hora do jantar, mamãe me deixou sozinho na sala. Disse pra eu esperar enquanto trazia a comida. Chegou depois de um tempo com um prato só e um garfo só. Tinha preparado uma omelete. Me olhou e disse: — Fica tranquilo, amor, que a gente divide. — A lembrança da experiência da comida começou a me excitar. Mamãe deixou o prato na mesinha que tínhamos na frente do sofá e voltou a me deixar sozinho, dessa vez só por alguns segundos. Chegou com um pedaço de corda. Automaticamente, sem ela dizer nada, eu me levantei e cruzei as mãos atrás das costas. Mamãe sorriu satisfeita e me amarrou. — Você aprende rápido. — Depois de amarrado, pegou no meu pacote e começou a esfregar. Meu pau não demorou a ficar duro. Ela me soltou e me colocou no sofá, e tirou o roupão. Observei como a roupa íntima branca contrastava com a pele morena dela. Pegou o prato e sentou-se montada em cima de mim. — Vamos jantar, amor. — Sorriu de novo e cortou um pedaço de omelete com o garfo. Mastigou e engoliu. — Abre a boquinha, amor. — Disse com um tom infantil. Abri enquanto ela me olhava nos olhos, cortava outro pedaço e levava à boca. Mastigou devagar e, em vez de engolir, se inclinou sobre minha boca e deixou cair um pedaço de omelete mastigado e cheio de saliva. Saboreei aquela delícia o máximo que pude antes de engolir. — Meu menino gostou da omeletinha da mamãe? — Sim. — Respondi com a voz rouca de excitação. Mamãe começou a mastigar outro pedaço e me deu de novo; depois que engoli, me beijou com paixão. Deixou o prato de lado e começou a me punhetar por cima da calcinha. Com a outra mão, beliscava meus mamilos. Levou um dedo à boca e com ele umedeceu um dos meus mamilos. Ele rapidamente ficou duro e ela apertou com força. Um gemido rouco escapou da minha garganta. – Shhh. Meu menino. Não é hora de brincar, é hora de jantar. – Ela pegou o prato de novo e continuou comendo, me alimentando daquele jeito. De vez em quando parava e brincava com meu pau ou apertava meus mamilos. Quando terminamos a tortilha, ela se levantou e foi pra cozinha. Voltou com dois potes de creme e uma colher. – Hora da sobremesa. Mamãe tirou o sutiã e a calcinha. Mandou eu levantar, sentou no sofá com as pernas bem abertas. Me indicou que ficasse de joelhos na frente dela. Abriu um dos cremes e comeu uma colherada. – Mmmmh, que delícia, meu menino quer? – Antes que eu pudesse responder, ela colocou uma colherada na boca e, igual antes, me deu a comida na boca com uma boa dose da saliva dela. Mamãe deixou cair uns cusparões enormes no creme e começou a mexer. – Vamos ver se meu menino gosta do creme da mamãe. Encheu a colher de novo, mas dessa vez espalhou o conteúdo por um dos peitos dela. Eu me joguei nele, lambendo todos os restos de creme e saliva, demorando pra chupar aquele mamilo. Ela derramou outra colherada na barriga dela e eu lambi e chupei, cavando com minha língua no umbigo dela. Com o pé, ela brincava com meu pau. Foi derramando o creme em diferentes partes: os peitos, as coxas, a barriga… e minha boca engolia cada gota. – Como meu menino come – Ela ria, satisfeita. Abriu o outro creme e me afastou um pouco. Inclinou as costas pra trás e me colocou na frente da buceta dela. Com cuidado, derramou parte do creme nos pelos pubianos. Eu não pensei duas vezes e rapidamente comecei a comer a boceta da mamãe. Engoli o máximo de creme que pude. Algumas gotas sujavam os pelos, mas logo meus lábios e língua apareciam e eliminavam qualquer vestígio. Ouvi o gemido da mamãe e ela derramou mais creme. Eu continuei. – Como meu menino adora o creme da mamãe. – Dizia ela. entrecortadamente. – Meu menino gosta de mingau com pelo. – Repetia. Finalmente derramou o resto do mingau e quando um tempo depois chegou ao orgasmo já não sobrava nem um resto da sobremesa. Depois de se recuperar do orgasmo, mamãe se levantou do sofá e me levou com ela para o quarto dela sem me desamarrar. Me ajudou a deitar na cama e, segurando minha rola, me disse: -Fica tranquilo que não me esqueci dessa. Você vai ter que ter paciência, mas como é realmente nossa primeira noite, tenho algo especial para você. Confia em mamãe? -Sim, mamãe – respondi, adotando também uma voz infantil. Ela apertou de novo meu pau com seus dedos de ferro, beijou minha bochecha e se afastou em direção ao banheiro. Já tinha passado um bom tempo quando ela apareceu de novo no quarto. Tinha vestido um conjunto de lingerie de renda vermelha e usava um roupão de seda preta aberto. Nas pernas, também usava meias pretas com ligas. Estava realmente espetacular e eu fiquei sem conseguir articular palavra. - Meu menino gosta da mamãe dele? Minha piranha virgem fica com tesão vendo a mamãe? – Dizia enquanto se aproximava de mim e voltava a me punhetar por cima da calcinha. - Minha putinha virgem vai fazer tudo que a mamãe mandar? -Sim, mamãe. – Respondi sem hesitar um instante. Ela se aproximou devagar e pegou meu celular na cômoda dela. Eu estava deitado na cama, com as mãos amarradas atrás das costas e vestido só com umas calcinhas velhas e infantis da minha irmã, que não conseguiam esconder meu pau totalmente ereto. Mamãe tirou umas fotos minhas. – Que gostosa você está. – Se aproximou e, de novo, me manejando ao seu bel-prazer, me colocou de joelhos, com a cabeça apoiada no travesseiro. Ela baixou um pouco minha calcinha e abriu minhas pernas. Não conseguia abri-las direito porque a calcinha meio abaixada fazia barra nas minhas coxas. Senti uma cuspida grossa e quente na racha do meu cu e um dedo começando a passear por ali, demorando de novo no meu ânus. Mamãe se moveu atrás de mim e dessa vez foi a língua dela que Ela passeou, lentamente, sobre minha bunda. Chegou ao cu e enfiou a língua, como se estivesse me beijando na boca. Um arrepio percorreu minhas costas. Ela cuspia e lambia com avidez quando, de repente, me penetrou com um dedo. Eu dei um pulo. – Shhhh, calma. – A voz dela era calmante. Me relaxei e, quando ela me penetrou com um segundo dedo, aproveitei mais do que sofri. Ela mexia os dedos dentro do meu cu devagar, mas com firmeza. Com a outra mão, brincava com minhas bolas e meu pau. Sem se levantar, abriu uma das gavetas e tirou seu pequeno vibrador. Era um pouco menor que um pau. Da mesma gaveta, tirou uma camisinha e um pote de creme. Tirando os dedos do meu cu, colocou a camisinha no vibrador e passou bastante creme nele. – Vamos começar a abrir de verdade o cuzinho da minha putinha virgem. – Minha cara mostrava medo. – Calma, você vai gostar. – Ela começou a me beijar, levantando minha cara puxando meu cabelo. Se afastou de mim e, instantes depois, senti a ponta do vibrador no meu cu. Mamãe foi enfiando devagar enquanto acariciava meu pau. De novo, a mistura de dor e prazer era mais do que eu aguentava. Quando já tinha mais da metade do vibrador dentro de mim, ela levantou minha calcinha. A pressão dela no vibrador fez com que ele entrasse um pouco mais no meu cu. Eu reclamei com um gemido. Mamãe pegou o telefone de novo e começou a tirar fotos de vários ângulos. Depois que ficou satisfeita, chegou perto de mim e, levantando minha cara, começou a me mostrar as fotos. – Olha que gostosa você está assim. – As fotos me mostravam de joelhos na cama, com a cabeça no colchão. Eu estava com a calcinha levantada e um volume saindo do meu cu. Meu pau inchado de prazer aparecia de um dos lados. – O que a Alicia pensaria se te visse tão bonito com a calcinha dela? E a Júlia? Acha que podemos mandar pra elas? – A menção à minha irmã mais velha e à minha melhor amiga me assustou e me trouxe de volta à realidade. – Eu... não, por favor. – Por que não? – Ela perguntou. Mamãe com seu tom debochado. – Acho que elas te mostram exatamente como você é. Uma putinha submissa. – Tô com vergonha, por favor – supliquei. – Calma – disse ela. – Vamos guardar caso você mude de ideia. – Mamãe começou a me desamarrar devagar, puxou minha calcinha pra baixo e tirou o vibrador. Eu me deitei na cama e ela, do meu lado, começou a me beijar. Respondi ao beijo e comecei a percorrer o corpo dela com as mãos. Amassava os peitos dela por cima do sutiã. Deslizei uma das mãos por dentro da calcinha da mamãe e comecei a brincar com os pelinhos da buceta dela. Aos poucos, ela ficou por cima de mim de novo. Na cama, o vibrador ainda descansava. Mamãe pegou ele e começou a deslizar em direção às minhas pernas. Colocou um dos travesseiros debaixo das minhas costas. Assim, tinha acesso total ao meu cu, e não demorou pra eu sentir de novo a ponta do vibrador na entrada do ânus. Dessa vez, ela enfiou com mais força, e senti uma pontada de dor. Enquanto fazia isso, começou a chupar minha pica. A boca dela estava quente e molhada. Choques de prazer percorriam meu corpo. Quando o vibrador já estava quase todo dentro, eu já tinha entrado naquele transe gostoso de novo. Mamãe começou a me comer o cu enquanto me dava um boquete maravilhoso. Quando percebia que meus gemidos aumentavam de ritmo, ela parava e beliscava minhas bolas enquanto ria. – Lembra do castigo por gozar sem permissão. – Lembrei da mordida do cinto no meu cu. – E dessa vez não vão ser só quatro golpes, não. Não sei quanto tempo ficamos nessa, mas mamãe controlava tudo perfeitamente e, sempre antes de eu chegar ao orgasmo, parava pra me deixar frustrado enquanto zombava. – Meu menino quer gozar? Não sei se vou te deixar assim a noite toda. – Mas voltava a chupar minha pica assim que minha respiração se acalmava. – Te proponho um trato – disse ela, tirando a pica da boca quando eu estava prestes a gozar pela enésima vez. – Podemos parar tudo isso agora. Posso devolver seu celular, apagar todas as fotos e vídeos e as cópias, e amanhã você pode voltar a casa. — Eu estava falando sério. Ela tinha levantado a cabeça e me olhava nos olhos. Minha mente estava nublada pelo prazer. Por um momento, pensei em retomar minha vida e esquecer aquele dia surreal. Pensei nas pancadas do cinto. Pensei nas humilhações a que me submeti: no que ela me fez dizer, em como me obrigou o dia inteiro a andar nu ou vestido com a calcinha da minha irmã, nas ameaças de mandar as fotos para a Alicia e a Júlia. Enquanto pensava, mamãe pegou de novo no meu pau e começou um sobe e desce lento. — Ou você pode simplesmente aceitar que já não tem mais vontade. Que vou mostrar as fotos para quem eu quiser. Que vou mostrar para quem eu bem entender que você é a putinha da mamãe, que é o filhinho virgem dela, o brinquedo dela. O que você escolhe? — Sem me deixar responder, ela passou a língua pela base do meu pau e continuou lambendo até a ponta. Naquele momento, esqueci de tudo e só conseguia pensar nas sensações que vinham do meu pau e do meu cu. No prazer que a mamãe me dava. Nos sentimentos que ela despertava em mim. — Eu… quero continuar com você, mamãe. Te amo. Faz comigo o que quiser. — Minha voz saiu lenta, mas firme. Eu tinha tomado uma decisão. Pensei na Alicia e na Júlia, pensei no que elas diriam de mim. Pensei nas gozações delas e no nojo. Mas nada daquilo importava. Eu aguentava. O que eu não aguentava era que minha mãe parasse de me tocar, de me beijar, de me humilhar. Eu tinha escolhido um caminho que não sabia aonde ia dar, mas naquele instante não tinha dúvidas. Ela me beijou com ternura. — Muito bem, meu filho. Você vai fazer tudo o que a mamãe mandar? — Sim. — Naquele momento, ela tirou o vibrador do meu cu e mandou eu me levantar. Olhei pra ela frustrado. Tinha esperado que ela finalmente me deixasse gozar. — Ainda é cedo e eu quero brincar mais um pouco. — Ela jogou uma das tangas da minha irmã pra mim. — Veste. — Eu olhei pra ela. Ela tinha tirado o roupão. Ainda estava com o conjunto sexy de lingerie vermelha e as meias e ligas pretas. Era uma gostosa. Sem hesitar, vesti a tanga. Era verde e, com certeza, numa garota jovem como minha irmã, teria ficado muito gostosa. Eu achava que estava ridículo com meu pau inchado enquanto minhas bolas apareciam pelos lados. Mamãe não parecia pensar o mesmo e começou a me fotografar de novo. Ela mandava eu ficar em várias posições: me tocando, de joelhos, mostrando minha bunda... Quando cansou, jogou outra calcinha da Alicia pra mim e mandou eu trocar. Essa era preta, minúscula, com uma abertura pequena no meio. — Da última vez que sua irmã veio, ela tava com o namorado. Um cara lindo, mas não tanto quanto meu menino. — Ela completou, piscando um olho. — Acho que à noite eles se divertiam bem. — Eu imaginei minha irmã com aquela fio dental enquanto o namorado metia nela pela abertura bem onde deveria estar a buceta. Foi uma imagem perturbadora que tirei da cabeça rápido, porque mamãe mandava novas poses e tirava mais fotos. Meu pau saía pela abertura. Depois de algumas fotos, mamãe me chamou pra perto e, pegando no meu pau, disse: — Com essa calcinha, você me deixou com muito tesão. Por que não faz um carinho na mamãe? — Eu me deitei sobre ela enquanto ela tirava o sutiã. Beijei os lábios dela. O pescoço, os peitos. Mamãe empurrou minha cabeça devagar pro meio das pernas dela. — Tira com a boca. — Ela falou, apontando pra calcinha. Eu mordisquei a borda e comecei a puxar sem jeito. A moita de pelos dela fazia cócegas no meu nariz. O cheiro que aquela buceta soltava acendeu meu desejo e, assim que consegui acesso, afundei minha boca naquele matagal. Procurei o clitóris com a língua, lambi e beijei. Passei a língua pelos lábios dela. — Termina de tirar a calcinha com a boca. — Eu fiz, descendo pelas coxas, joelhos e pés até conseguir tirar tudo. Mamãe abriu bem as pernas e apontou pra moitinha dela, e eu, obediente, fui direto. Ela colocou as mãos na minha cabeça e foi apertando meu rosto contra a buceta dela. Enquanto eu chupava a boceta, ela ia corrigindo. Meus movimentos indicando como ela queria que eu fizesse, entre gemidos quando eu acertava. Aos poucos, foi falando menos e gemendo mais até chegar ao orgasmo, encharcando meu queixo com os fluidos dela. Engoli o máximo que pude daquele néctar e depois subi pelo corpo dela, beijando suas coxas, sua barriga, seu umbigo, seus peitos, seu pescoço e, por fim, seus lábios. Mamãe começou a me masturbar de novo enquanto nos beijávamos. De repente, ela se colocou por cima de mim sem desgrudar os lábios dos meus. Começou a descer pelo meu corpo e senti os dentes dela mordiscando um dos meus mamilos. — É hora do meu menino virgem se aliviar. — E continuou descendo até chegar na altura do pau. Lá, tirou a calcinha da minha irmã de mim e começou a me punhetar com ela na mão. — Quer gozar, minha pinto virgem? — Sim… por favor. — Mamãe aumentou o ritmo. — Goza pra mamãe. — Mamãe continuou acelerando. O calor da mão dela e a maciez da calcinha no meu pau eram uma delícia. — Gosta das calcinhas da Alicia? Quer gozar nelas, né. Vai, minha putinha virgem, goza na calcinha da sua irmã. — Finalmente, não aguentei mais e comecei a gozar. Mamãe comemorou. — Isso, meu filho, assim mesmo. — Quando meu orgasmo acabou, ela me deu um selinho suave. — Quer a mamãe? — Sim. — respondi, exausto. Ela começou a limpar a gozada com a calcinha e jogou no chão. Me beijou e me abraçou. — Muito bem, meu filhinho da mamãe. Assim que eu gosto. — Me acariciou. — Hora de dormir, amanhã começa sua nova educação e quero você descansado. — Quer dormir com a mamãe? — Eu concordei. Não demorei a pegar no sono. Dormimos pelados e abraçados. Tava ansioso pra saber o que o novo dia me reservava. Continua… Aqui vou deixar fotos de alguém parecido com a mãe.

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