RelatosINÍCIO - +
Oi, me chamo Juan, tenho 17 anos e moro com meus pais numa cidade nos arredores de Madri. Sempre me considerei muito sortudo pela vida que tenho, pelo menos até uns meses atrás, quando testemunhei algo que mudou minha forma de ver as coisas radicalmente. Vou começar descrevendo minha família. Meu pai se chama igual a mim, é um homem normal, típico pai de família que, junto com o sucesso profissional, está criando uma calvície incipiente e uma boa barriga de cerveja. Aos 43 anos, é todo um exemplo de homem de escritório, de vida rotineira e valores familiares acima de tudo. Minha mãe, Marta, no entanto, é uma mulher cuja vida rotineira não diminuiu nem um pouco sua feminilidade. A academia que montamos em casa manteve seu um metro e sessenta e sete em perfeita forma, e seu corpo aparenta 10 anos a menos dos 38 que ela realmente tem. A esse corpo se soma um lindo rosto de cabelo castanho (embora varie conforme a tintura), uns olhos enormes e pretos e uns lábios um pouco finos, mas bonitos. Tudo isso, junto com seu gosto requintado na hora de se vestir e sua total dedicação à vida familiar, a transformou aos olhos da vizinhança na mãe e esposa perfeita. Logo descobriria que também podia ser a gostosa perfeita. Tudo começou num dia em que tínhamos um jantar em família em casa, mas por um motivo ou outro só confirmaram presença meus avós paternos, uns tios que moravam perto da gente e eram muito chatos, e uns tios meus de Salamanca. Nesse dia, meu pai e eu tivemos que vestir camisa e gravata, e minha mãe vestiu uma camisa de manga longa preta que deixava os ombros de fora e uma saia de seda que subia um palmo acima dos joelhos, combinando com uns sapatos escuros de salto. Os primeiros a chegar foram meus avós, acompanhados dos meus tios chatos, e houve cumprimentos muito efusivos de ambos os lados. Quase não tínhamos fechado a porta quando tocaram a campainha e meus tios apareceram. Eu ia dar dois beijos na minha... tia, quando percebi uma figura atrás dela. —Esse é o Lucas. É um amigo meu que morava nos EUA e voltou pra Madrid hoje. Ele me ligou pra sair, mas eu falei que tinha jantar em família. Mesmo assim, não podia deixar ele jantando sozinho no hotel, então convidei. Espero que não seja um incômodo — explicou meu tio. As apresentações foram feitas e, sinceramente, era um homem que impunha respeito. Tinha 29 anos, e o jeito dele falar, a confiança em si mesmo, e aquele corpo típico de horas e horas de academia deixaram todo mundo impressionado. Todos estavam famintos, então sentamos na mesa que já estava posta. Lucas sentou bem na frente da minha mãe e, durante todo o jantar, foi super educado com ela. Além disso, Lucas logo virou a alma da festa, porque ficava contando um monte de histórias que deixavam todo mundo vidrado até terminar numa gargalhada geral. Ele tinha encantado a plateia com as histórias de farra com os amigos e as conquistas de mulheres em noites loucas. Eu não tinha sido encantado nem um pouco. Na verdade, ele era daquelas pessoas tão cheias de si que não param de se gabar, de se achar irresistível pra qualquer mulher, e que tratam com desprezo quem não é da "espécie" deles. Os olhares constantes pra minha mãe, que eram tudo menos inocentes, só aumentavam minha raiva do nosso convidado. Minha mãe ria das histórias dele como todo mundo, mas evitava contato visual com o Lucas, já que tinha percebido que ele olhava pra ela de um jeito bem sem vergonha. Minha mãe já tava acostumada a ser admirada, mas ela sempre desviava o olhar pra mostrar que era uma mulher casada, que amava o marido e o filho, e que se dedicava só a eles. Lucas não pareceu satisfeito com a resposta visual da minha mãe e começou a contar histórias de mulheres que tinham resistido a ele, mas que acabaram cedendo. seus "encantos", tentando incomodar minha mãe, mas ela não parecia nem um pouco afetada pelas investidas dele. Na verdade, ela começou a se mostrar ofendida, criticando todas as histórias do Lucas, dizendo que nem todas as mulheres eram como ele pintava, e que existiam aquelas que eram fiéis no casamento, como ela nos seus 18 anos de casada, aumentando a tensão entre ela e o Lucas. Felizmente, nem meu pai nem ninguém além de mim percebeu a situação. Assim a janta foi rolando até que meu tio sugeriu que brindássemos com um pouco de champanhe. Meu pai mandou minha mãe pegar uma garrafa na cozinha, e eu pude ver como o Lucas não perdia um detalhe da minha mãe saindo da sala, especialmente da bunda dela. Era inacreditável a cara de pau com que ele fazia isso, e mais inacreditável ainda me parecia que ninguém, especialmente meu pai, tivesse percebido. É verdade que todo mundo já estava meio bêbado com o vinho, mas mesmo assim, no decorrer da janta, os olhares furtivos pra minha mãe e pras tetas dela tinham sido cada vez mais frequentes. Naquele momento, olhei pro Lucas com todo o ódio que pude, como se quisesse dizer: "mas qual é a tua, cara?" — mas ele já estava se levantando da mesa e, se me viu, me ignorou completamente. Ele se desculpou, dizendo que ia ajudar minha mãe, mas nenhum dos mais velhos ouviu. Todos já estavam meio bêbados e mergulhados em risadas e aplausos com velhas histórias, e eu era o único que tinha notado que ele estava se mandando. Depois de uns dois minutos, não aguentei mais e falei que ia pro meu quarto deitar um pouco porque estava tonto, e quando saí da sala, fui direto pra cozinha pelo corredor. Quando cheguei na cozinha, fiquei na porta, escondido na escuridão. Nossa cozinha é bem espaçosa e tem a área de cozinhar separada por uma espécie de balcão de bar da área de jantar. A uns três metros da porta, o Lucas ajudava minha mãe a escolher a garrafa de champanhe, mas ele fazia isso se aproximando cada vez mais, uma situação que devia incomodá-la porque ela se afastou um pouco e disse pra ele escolher a garrafa enquanto ela pegava os copos. Apesar do óbvio desconforto da minha mãe, o Lucas não parava de sorrir, e o sorriso dele ficou ainda mais safado quando ela se abaixou pra pegar as taças de champanhe que estavam numa prateleira mais baixa. Nervosa como devia estar, ela nem se sentou pra pegar os copos, só se inclinou, dando pro filho da puta do Lucas uma vista magnífica da bunda dela. Enquanto minha mãe ia passando as taças de duas em duas, o Lucas começou a abrir a garrafa, encheu uma taça e bebeu como se nada fosse. Quando minha mãe terminou de pegar todas as taças e fechou a prateleira naquela posição tão comprometedora, o Lucas se aproximou por trás, encostando o volume dele na bunda da minha mãe. Ela, assustada, se ergueu de um pulo, ficando a centímetros do nosso convidado. Aproveitando a confusão dos movimentos, o Lucas derrubou a taça em cima da minha mãe, encharcando ela toda. — Mas… o que você tá fazendo?! — exclamou minha mãe, confusa e puta ao mesmo tempo. — Desculpa, Marta. Foi sem querer. Tava nervoso. — Nervoso por quê? — ela disse, enquanto via o champanhe que tinha manchado a blusa dela começar a escorrer pela saia. — Por ter uma gostosa igual você na minha frente — respondeu o Lucas, dando mais um passo pra perto. — Mas o que você tá dizendo? — falou minha mãe, ainda mais confusa — Nossa, olha como você me molhou de champanhe… — Não se preocupa. Isso tem solução — e dizendo isso, ele agarrou ela pelos ombros e puxou pra perto. Em seguida, começou a limpar os restos de champanhe que ainda estavam no decote da minha mãe com longas lambidas. — L… Lucas! Mas o que você tá fazendo? Como você se atreve…? — minha mãe começou a gritar. Mas antes que ela pudesse chamar a atenção de alguém, o Lucas deu um beijão na boca dela que durou vários segundos, que deve ter deixado ela sem fôlego, porque ela não levantou mais a voz. Eu tava prestes a intervir e salvar minha mãe dessa enrascada, quando ela… Ela abriu a boca de novo pra pedir que ele parasse, mas dessa vez sem gritar, num tom de súplica. —Fica tranquila, só tô tentando desfazer a cagada. Quando terminar de te limpar, eu paro. Te prometo. —disse Lucas, soltando os ombros da minha mãe e colocando as mãos debaixo dos peitos dela pra ajudar na "limpeza". —D...de v...verdade, p...pelo amor de Deus para... —continuou minha mãe implorando, enquanto tentava se soltar — N...não quero que você limpe nada... ei, para... Lucas ignorou os pedidos da minha mãe e seguiu com a tarefa de limpar e secar, levantando a blusa por baixo e lambendo a barriga dela. Minha mãe tentava afastar a cabeça de Lucas com as mãos, mas ele segurava a cintura dela com tanta força que os esforços dela eram em vão. —P...para, juro que vou gritar. Vou contar pro meu marido... —E o que você vai dizer, que eu tentei te limpar depois que você se sujou? —respondeu Lucas com um tom debochado. —Como? Se...seu cachorro, você tá me...é...um babão...um porco... —minha mãe começou a falar, mas Lucas cortou. —Porco é um bicho muito limpo. Dito isso, parou de babar o umbigo da minha mãe e começou a descer até chegar na saia. —Para agora, porco, juro que vou contar pro meu marido e você vai... ahhh! —Lucas enfiou o rosto na virilha da mamãe através da saia molhada de champanhe. —Unghhh... qu...quando meu marido souber... ele vai te... —minha mãe ainda tentava se soltar, mas as palavras dela já não tinham tanta firmeza. —Não se preocupa, gostosa, já já terminei —disse Lucas, levantando a saia até a cintura. Debaixo da saia da minha mãe aparecia uma calcinha preta de uma marca de lingerie chique que eu já tinha visto na lavanderia. Ele começou a lamber a parte interna das coxas dela com todo cuidado, fazendo minha mãe morder os lábios, o que eu achava que era uma reação de nojo pela invasão da intimidade dela. Depois de um tempão lambendo as pernas da minha mãe, ele apoiou as mãos na buceta dela e aproximou o nariz na fina tecido preta que separava o rosto dele e a fruta da minha mãe que era reservada só pro meu pai. Quando a língua do Lucas tocou a calcinha da minha mãe, ela soltou um grito abafado que, depois de alguns segundos, foi seguido por um suspiro cujo significado eu não soube decifrar. — Ai, meu Deus! Unnnghh! Como você ousa? — mas os protestos da minha mãe não tinham nenhuma convicção no tom. Não dava pra acreditar que minha mãe tava se entregando à estratégia de apalpação de um babaca que a gente tinha acabado de conhecer essa noite e que nem tinha sido convidado pra festa. Felizmente, tudo aquilo ia acabar quando o Lucas terminasse de limpar a última gota de champanhe derramada. Lucas demorou o tempo dele pra "limpar" a calcinha da minha mãe. Enquanto isso, ela não parava de pedir pra ele parar, mas os pedidos dela tinham virado mais uma espécie de gemidos de significado duvidoso do que um pedido pra acabar com aquela situação. Depois de um tempo, Lucas afastou o rosto da calcinha da minha mãe e levantou a vista, sorrindo. — Beleza, princesa. Já terminei. Não foi tão ruim assim, foi? — disse ele se levantando. O rosto da minha mãe tava descomposto e as bochechas completamente vermelhas. Ela baixava o olhar e os lábios tremiam levemente. Lucas pegou a garrafa da mesa e entregou pra ela. Depois, pegou uns copos e disse: — Vamos logo pra sala. Eu levo os copos enquanto você se ajeita um pouquinho e quando estiver pronta, você vem com a garrafa, tá, gostosa? Eu tava chocado com a cena e não sabia como reagir. Lucas se virou e ia saindo da cozinha, e provavelmente teria me pegado ali espiando se não fosse porque minha mãe murmurou alguma coisa. O porco do Lucas se virou pra perguntar o que ela tinha dito, quando tanto ele quanto eu ficamos surpresos. Minha mãe, ainda com a saia levantada, segurava a garrafa de champanhe contra os peitos dela e, inclinando ela levemente, começou a deixar um um pouco do líquido dourado pelo meio do canal. — A… acho que ainda tem algo pra limpar — disse ela, meio sem certeza. Na voz dela tinha dúvida, mas também muita agitação, graças provavelmente às habilidades do Lucas lá embaixo. Lucas se aproximou dela de novo. O líquido escorrendo entre os peitos dela logo atravessou o tecido fino da camisa e começou a encharcar até a saia. Lucas pegou a garrafa já meio vazia e, deixando-a na mesa, agarrou minha mãe pelo pescoço por trás pra dar outro beijão nela. Dessa vez minha mãe colaborou, abrindo a bocarra pra deixar o convidado saborear a boca e a língua da anfitriã, enquanto acariciava o rosto do agressor. Lucas rapidamente segurou com uma mão os pulsos da minha mãe e levantou os braços dela, liberando o rosto, deixando claro quem mandava. Minha mãe aceitou a nova posição sem reclamar e continuou beijando o convidado com a mesma paixão de antes. Lucas terminou aquele beijo com uma lambida boa, passando a língua enorme pelos lábios entreabertos da minha mãe, que pareciam implorar por mais. Lucas não deu esse prazer e começou a descer pelo pescoço dela com beijos, enquanto ainda segurava os pulsos dela. Com a mão livre, começou a levantar a camisa da minha mãe e puxou até a altura dos cotovelos, deixando o rosto dela parcialmente coberto pela roupa, liberando só a boca que não parava de ofegar. Assim que o torso da minha mãe ficou nu (porque a camisa não era pra usar com sutiã), Lucas continuou descendo com os beijos até chegar no canal. Quando começou a beijar e lamber os peitos da minha mãe, os gemidos dela foram ficando mais rápidos e suplicantes, mas Lucas era um expert em mulheres e fez ela esperar. Além disso, aqueles peitos mereciam ser explorados direitinho, já que, sem serem umas tetonas, eram de um bom tamanho 95 que terminavam em uns mamilos rosados de auréola estreita. Ele continuou passando a boca ao redor seus peitos, sem tocar os mamilos eretos que pediam para ser chupados aos gritos. Ao ver que seus mamilos não eram atendidos como seu tesão exigia naqueles momentos, os gemidos passaram a ser suspiros cheios de súplica. Até eu estava na expectativa, quase desejando no fundo que ele chupasse as tetas dela de vez para ver a reação da minha mãe. Era principalmente a curiosidade de ver como era o estado de excitação da minha mãe, que eu sempre associava a sorrisos suaves e palavras doces, e não a tesão e excitação. Logo me arrependi desses pensamentos. Contente com os resultados, Lucas decidiu finalmente atacar os mamilos da mulher que já estava à sua mercê, arrancando suspiros profundos de prazer da minha mãe. — Ai, meu Deus! Aangghhh… ufff — minha mãe começava a perder o controle de si mesma. — Tá gostando, hein? — disse Lucas, satisfeito, enquanto soltava os pulsos da minha mãe para colocar as duas mãos sobre os peitos dela e amassá-los — Que tetinhas gostosas que você tem, rainha. — Ufff! Deus, lam… lambe elas bem… assim!… isso… me lambe inteira… — dizia minha mãe, totalmente perdendo o controle. Ela tirou a camisa que cobria o rosto e a jogou na minha direção, o que me fez recuar instintivamente com medo de ser descoberto. Meu coração batia a mil. O que aconteceria se me descobrissem? Não tinha mais volta. Se eu quisesse fazer algo, tinha que ter feito antes. Invadir agora deixaria nós três, especialmente eu e minha mãe, numa situação extremamente desconfortável que nem eu nem ela saberíamos lidar. Então, paralisado pelo medo, fiquei ali, escondido atrás da porta, ouvindo as chupadas que Lucas dava nos peitos da minha mãe e os gemidos cada vez menos discretos dela. De repente, um grito tremendo me tirou do devaneio, e a curiosidade venceu o medo, me dando forças para espiar de novo pela porta da cozinha. De onde eu estava, poderia ter colocado metade do corpo para fora e seria quase impossível me verem, mas um Medo irracional de ser descoberto fazia com que eu só conseguisse mostrar metade do rosto. Lucas tinha descido até a virilha da minha mãe e beijava e lambia a calcinha enquanto ela tapava a boca com as duas mãos pra evitar outro grito que pudesse chamar a atenção de quem estava na sala. — Olha só, que molhado isso tá, hein? — disse ele enquanto dava uma lambida enorme de cima a baixo, provocando um movimento rápido de pelve, reflexo do prazer que minha mãe tava sentindo. — Será que é tudo champanhe ou tem outra coisa? He he. — V-você limpa o que for… uuhh… tudo o que encontrar — pediu minha mãe, que já tinha se entregado fazia um bom tempo às carícias bucais do convidado ousado. — Fica tranquila, rainha, que vou fazer uma limpeza completa. *Slurp!* — disse ele enquanto lambia de novo. — Acho que vai ter que limpar debaixo do tapete, hahaha! Dito isso, as mãos que por baixo da calcinha apertavam com vontade a bunda da minha querida mãe agarraram as laterais do tecido e começaram a puxar pra um lado. Debaixo da calcinha preta da minha mãe não se escondia uma pelagem pubiana cheia como eu esperava, mas sim um corte cuidado em forma de "v" que deixava uma visão perfeita da buceta dela. No fim das contas, ela era uma mulher, uma mulher gostosa que se cuidava, e eu era ingênuo em pensar que não guardaria certos prazeres conjugais pro meu pai. Mas agora não era meu pai quem tava aproveitando essas atenções, e sim um babaca metido que tinha seduzido ela sem quase precisar cortejar. Assim que os lábios do Lucas encostaram nos lábios inferiores da mamãe, ela soltou um grito enorme que morreu abafado entre as mãos apertadas contra o rosto. O trabalho de limpeza que o Lucas tava fazendo ali embaixo parecia deixar minha mãe louca, que se contorcia esfregando as costas na parede, se arqueando, com uma mão tapando a boca e a outra apertando com força o cabelo do Lucas. — Ahhh… meus deus… siiiim… ahhh… Lucas… Lucassss — Você é toda minha uma mulher; uma mulher gostosa e muito safada – disse ele enquanto sorvia os primeiros sucos que escorriam pela buceta dela. – Vamos, tira a calcinha. Lucas tirou a cabeça de entre as pernas da minha mãe e ela, dominada pelo prazer, tirou a calcinha o mais rápido que pôde, primeiro por um pé e depois pelo outro, e deixou cair no chão. – Assim que eu gosto. Mmmhhh… como você cheira bem, Marta – disse ele, chamando-a pelo nome com uma familiaridade quase nojenta. Em seguida, enfiou um dedo enquanto a língua continuava explorando os prazeres da vagina da elegante anfitriã. – Ai, meu Deus… porra! seu porco maldito! – gritou ela para Lucas. Mas no tom das palavras dela não havia nenhuma repreensão. Minha mãe fechou os olhos e inclinou a cabeça para trás, dominada pelo prazer oral que aquele filho da puta sem escrúpulos estava lhe dando, enquanto mal conseguia abafar com a mão os gemidos de prazer que ele ia arrancando dela. Depois de um bom tempo, em que minha mãe não conseguiu conter em duas ocasiões as convulsões que indicavam que ela tinha gozado, Lucas pareceu dar por encerrado o trabalho de limpeza e se levantou, enquanto amassava de novo os peitos da minha mãe. Aproximou o rosto do dela, mas ela mal percebia o que tinha acabado de acontecer. Quando Lucas prendeu os lábios dela nos seus, ela só reagiu fechando os olhos e entreabrindo a boca para que o beijador tivesse livre acesso àquela boquinha aristocrática. Quando o beijo terminou, Lucas colocou as mãos nos ombros da minha mãe e a fez descer até ficar de joelhos na frente dele. – Acho que eu também preciso de uma limpezinha – disse ele, aproximando o volume do rosto dela. – M-mas… a-acho que a gente devia voltar, Lucas… – disse minha mãe, insegura. Apesar de ser óbvio que ela ainda estava com tesão, o momento de descontrole tinha passado e ela sabia que a qualquer momento podiam sentir falta deles, e parecia não estar disposta a se arriscar a que o marido, a quem ela realmente amava, a surpreendida com o pau de outro homem na boca dela. Lucas se abaixou um pouco e acariciou o queixo dela enquanto dava outro beijo babão na boca dela. — Não acha que é justo? — disse, abaixando a braguilha. — S... sim... mas, e se nos desco...? — começou a dizer, mas as palavras morreram na boca dela quando Lucas terminou de abaixar a braguilha e puxou pra baixo ao mesmo tempo a calça e a cueca. Aquilo era, do meu ponto de vista, uma das coisas mais impressionantes e nojentas que eu já tinha visto. Comparando lado a lado, aquela rola era mais comprida que a cara da minha mãe, que olhava com olhos arregalados praquela coisa que ainda continuava crescendo na frente do nariz dela. A grossura era uma barbaridade só de ver de onde eu estava, e o tronco inteiro era cheio de umas veias enormes. Minha mãe ficou sem fala admirando aquele monstro na frente dela. Divertido com o estado de choque da minha mãe, ele aproximou o pau ainda mais, a uma distância que eu juraria que ela conseguia sentir o cheiro daquela besta de carne. — O que você tava dizendo? — perguntou sorrindo. — Ai, meu deus... eu... n... nada, não tava dizendo nada — ela se apressou a responder. Com a mão trêmula, agarrou o membro do Lucas, que já tinha chegado ao auge do esplendor, e depois de olhar nos olhos dele, enfiou aquela rola na boca. No começo foi um pouco difícil porque a grossura obrigava ela a abrir bem a boca. Mas a saliva virou um lubrificante excelente, facilitando o boquete. No início eram movimentos tímidos, mas logo viraram movimentos rápidos de cabeça acompanhados de gemidos saindo da boca ocupada da minha mãe. Mesmo assim, ela não conseguia enfiar na boca mais de um terço daquela rola, então o resto do pau ela teve que cobrir com lambidas e chupadinhas. — Mhh... glmphhh... ¡¡¡mmhhhhhhh!!! — eram os únicos sons que saíam da boca da minha mãe, que parecia não querer soltar aquele membro viril. — ¡Oaahhh! Porra, como Gostou, hein? É toda sua. — Mmffz… "Valeu" — foi o agradecimento que conseguiu articular com a boca ainda cheia de pau. — Não precisa agradecer, rainha. — E soltou uma gargalhada. Minha mãe olhou pra cara dele da posição dela e respondeu à risada com um esboço de sorriso, tudo que conseguiu oferecer já que aquele pau enorme tinha a boca dela reservada só pra ele. Com os olhos ainda fixos nos olhos do dono daquele pau que tava tão gostoso, continuou o boquete. Sendo sincero, mamãe não era nenhuma Jenna Jamesno chupando rola, e a fellatio tava sendo bem monótona. Isso me fez pensar que nos 18 anos de casamento, o sexo conjugal não devia ser nada demais e que, com a rotina, tinha virado uma atividade chata e cansativa pros meus pais. Mas com o Lucas parecia diferente. A coitada não tinha técnica nenhuma apurada, mas se esforçava, e isso parecia ser suficiente pra ele. Um cara como ele provavelmente já tinha provado dezenas de mulheres, algumas delas verdadeiras experts no assunto, e a única coisa que parecia buscar nela era a vitória de ter uma mãe e esposa quase dez anos mais velha, rica e com status social bom, aos pés dele cometendo a primeira traição. Depois de uns minutos chupando, o Lucas tirou o pau da boca dela e, levantando ela pelo queixo, colocou ela de pé enquanto tirava de vez a calça do tornozelo, não sem antes tirar uma camisinha do bolso de trás. Depois de vários minutos engolindo rola, minha mãe tava sem fôlego, e os peitos dela subiam e desciam exageradamente no ritmo da respiração ofegante. Agarrando ela pelos glúteos, ele levantou ela no colo e levou até um dos bancos acolchoados que temos na bancada da cozinha pra sentar e comer algo rápido. Minha mãe soltou um grito de surpresa quando foi içada e outro quando o Lucas deixou ela cair no banco giratório. Os dois começaram a rir feito adolescentes apaixonados enquanto ela ia desabotoando a camisa dela. Quando desabotoou todos os botões e abriu a camisa dela, o rosto da minha mãe se iluminou. Um torso enorme, completamente depilado, com peitorais largos e um abdômen tanquinho se oferecia diante dela, e minha mãe não hesitou um instante em começar a passar suas mãos ansiosas por aquele corpo masculino. Ela ergueu o olhar para o Lucas com olhos brilhando de excitação e, com um sorriso safado, aproximou os lábios dos dele. Começou de novo a dança das línguas, beijos com tanta excitação que eu quase podia sentir a respiração deles de onde estava. Lucas terminou de tirar a camisa e, já completamente nu, sem se soltar do beijo que minha mãe estava dando nele, agarrou-a pelas nádegas e a recolocou no banquinho. Minha mãe sabia o que vinha agora e, pegando a camisinha da mão do Lucas, abriu e colocou nele. Embora eu não ache que ela estivesse muito segura de conseguir engolir aquele pedaço de carne com a buceta dela, já excitada só de ver os esforços que ele fez para colocar a camisinha, ela o incentivou a penetrá-la. – Ahhh… siiiim… Lucas, amor… não me faz esperar mais… ahhh… – e começou a beliscar os próprios mamilos para mostrar a excitação dela. Eu tava alucinando com essa faceta de putona que começava a descobrir na minha até então respeitável mãe. – Calma, rainha, que hoje à noite vou te fazer minha. Você vai ser toda minha até o último suspiro – e aproximou o pau da buceta da minha mãe, esfregando mas sem penetrar – Você vai ser minha rainha… e eu, seu "Rei", entendeu? Dito isso, a cabeça do monstro desapareceu sem nenhuma delicadeza dentro da buceta da minha mãe, fazendo ela gritar e procurar algo para se agarrar, cravando as unhas nas costas musculosas do Lucas. – Kiiiaaa! Meu Rei! – conseguiu dizer minha mãe – Não tão forte… mais devagar… meu Rei. – Tá bom, sou um rei benevolente. – diminuindo o ritmo, foi enfiando a estaca dele aos poucos na buceta da minha mãe, beijando o pescoço dela e fazendo ela gozar como nunca. —Aaaahhh... assim! Ah, porra, que gostoso! — minha mãe se lambia de prazer — D...deus... isso é muito grande... — Hahaha, o que foi, nunca provou algo assim? — ele continuou metendo — Então se prepara, porque você vai ver o que é uma boa pica, rainha. — Aaaiii deeeus! N...não sei se isso cabe em mim... — mais da metade do pau do Lucas já tinha entrado na boceta da minha mãe — Aaaahhh, você tá me matando!! — Quer que eu pare, Marta? — ele disse, parando o movimento de penetração. — Ah não, por favor! Não para, meu Rei, me mata com sua pica, siiiim... vai, gostoso! — minha mãe agarrou os glúteos firmes do Lucas, puxando ele para perto, mexendo a cintura tentando encaixar mais um pouco daquela pica que tava matando ela... de prazer. — Claro que vou, porque você é uma rainha que adora pica, tô certo? — Siiim, eu adoro pica! — Ah é? Toda pica? — perguntou Lucas, divertido. — Eu... eu só tinha provado a do meu marido até agora — respondeu, envergonhada. — Já imaginava. Então você é uma rainha que adora pica, mas não qualquer pica, né? — continuou provocando, divertido. — Não, meu Rei. Eu gosto... — a barreira física já tinha caído, mas agora a barreira psicológica da traição estava prestes a ruir, onde ela renegava o marido em favor do amante — eu gosto... eu gosto da sua pica, Rei! Satisfeito, ele sorriu, mostrando os dentes brancos. — Foi o que pensei. Dito isso, ele enfiou o resto do pauzão na boceta da minha mãe, fazendo os olhos dela se arregalarem, quase saindo das órbitas, sem conseguir respirar ou emitir som algum. Ficou ali, enfiado por um bom tempo sem tirar, com minha mãe alucinando como nunca. — E agora, aproveita, rainha. Sem dar tempo pra ela responder, começou a tirar um pouco da pica pra meter de novo até o fundo, arrancando um gritinho da minha mãe, que ainda estava em estado de choque. Primeiro foi devagar, dando tempo pras paredes da boceta da minha mãe a se adaptar a um baita aparelho, e os gritinhos viraram gemidos satisfeitos. Mas quando ele considerou que já tinha dado tempo suficiente, o ritmo das estocadas aumentou sem nenhuma piedade. Os gemidos da minha "pobre" mãe viraram gritos desenfreados — Kiiiaaaaa!!!! Sim, meu Rei!! Argghhhhhh! Meu Deus, que pedaço de pau! Porra, não para de fo…! — foi tudo que ela conseguiu dizer, já que Lucas selou a boca dela com a língua, com medo de que alguém pudesse ouvir os gritos. Minha mãe estava totalmente descontrolada, rendida àquele pedaço de amor que o "Rei" dela estava enfiando sem pena, matando ela de prazer. Mas Lucas não tinha intenção de ser descoberto, pelo menos ainda, e decidiu calá-la com um beijo longo de língua, cujo significado minha mãe soube interpretar depois de um tempo, indicando com o olhar que entendia que precisava baixar o tom. Num tom mais calmo, mas carregado da mesma tensão sexual, minha mãe começou a gemer e a dizer coisas impróprias para uma senhora como ela. — Buceta, que pedaço de pau enorme você tem, amor! Ohhhh, ahhhhh, meu rei, rei Lucas! Por favor, faz eu me sentir uma rainha! — Aghh! Você é apertadinha, hein, pedaço de Promíscua? — ele tirou o pau, provocando um gritinho nela ao sentir aquela cabeçona saindo da caverna. Agarrando-a pela cintura, virou ela de costas para ele, apoiando-a na bancada da cozinha — Se é isso que você quer, vou te fazer sentir como uma rainha… a Rainha das Putas! Dizendo isso, empalou a boceta dela com uma só estocada por trás, esmagando minha mãe contra a borda da mesa. Minha mãe, surpresa, abaixou a cabeça tentando respirar. Lucas voltou com as estocadas, mas dessa vez sem dar tempo pra ela se recuperar. O ataque penetrante que ela acabara de receber estava destruindo ela, pelo aspecto do rosto, mas depois de um tempo a expressão de dor virou uma de prazer, com gestos de deleite doloroso e sorrisos lascivos. — Ummphh, Deus… v..você é o melhor… o melhor que eu já sentido jamais dentro de mim…¡ahhhhh! Ohh Rei Lucas, me fode, ME FODE! -¡Aghh, siiii Martaaaa! É isso que você quer que eu faça, hein? Haha parece que o porco não era eu. Aqui pelo visto a única porca que tem é você! -¡Ahhnnnngggg! Siiiii…Oooh meu Rei, eu…eu sou uma porca? Mas eu…aaahhh…siiii….eu…quero ser sua rainha…¡uuhhnnggg! -¡Wargghh! Marta, com certeza você é a rainha das vadias! Uhh…isso não posso negar. – as mãos que estavam apoiadas na cintura dela passaram a agarrar com força os peitos dela, colando o torso dele nas costas da minha mãe. Quando ele a teve nessa posição, as estocadas começaram a aumentar em força e velocidade. Minha mãe, sentindo a proximidade do Rei, se apressou a virar o rosto e, com a boca aberta, esticou a língua procurando a boca de Lucas. Sem conseguir levantar as mãos da mesa por causa das estocadas, e com a língua de Lucas se enroscando na dela, começou a gemer de um jeito estranho, indicando que estava chegando ao orgasmo de novo. Lucas, cada vez mais excitado, separou os lábios dos da minha mãe e começou a mordiscar o pescoço dela, com um aumento considerável na velocidade das penetrações. Os urros de Lucas indicavam que ele estava prestes a gozar, e minha mãe tentava acompanhar os movimentos dele, apesar de estar presa entre a mesa do balcão e Lucas. Em um minuto, Lucas teve uma convulsão, que indicava que ele estava gozando. Minha mãe teve outro orgasmo naquele momento, e isso já dava para adivinhar pela cara de safada que ela fazia durante a noite toda vez que gozava. -¡¡Oh deus, vou gozar, porra!!¡¡Argh, Marta, Martaaaa!! – gritou enquanto agarrava os peitos da minha mãe com mais força a cada vez. -¡Ah meu Rei, siiiiiii! ¡¡Isso aí, me dá, sou sua, suaaaa!! – jogando a cabeça para trás, procurava desesperadamente a boca de Lucas, mas ele estava ocupado demais gozando para satisfazê-la nesse sentido. -¡Arggggghhh! ¡Siiiiiiiii! Já…já foi – ofegou Lucas, deixando cair todo o peso sobre minha mãe. -Mhhh… foi grandioso, meu Rei – com um sorriso satisfeito, ela aceitava ser o travesseiro de descanso do seu Rei depois que ele gozou. Ficaram assim por um bom tempo, enquanto suas respirações ofegantes iam se tornando mais normais e o suor escorria de seus corpos, puxado pela gravidade. Quem falou primeiro foi minha mãe – Foi estupendo, meu "Rei" – e ela enfatizou essa última palavra com um sorrisinho safado – Você é a estupenda, minha rainha. – dizendo isso, ele se levantou, tirando o arpão da buceta da minha mãe, que ia perdendo o tamanho aos poucos, até ficar um pedaço de carne ainda bom, mas sem vida nem dureza alguma. Ele ajudou minha mãe a se levantar, que ainda tinha as pernas tremendo, e se fundiram num beijo apaixonado, se dando todo o tempo do mundo para saborear as bocas um do outro, enquanto um tocava os mamilos ainda duros e a outra apertava aquele rabo duro e firme que ele tanto gostava. Esse último beijo me pareceu eterno. Como bons amantes, eles mostravam gratidão um pelo outro com doces pressões dos lábios e movimentos ansiosos das línguas. Em outras circunstâncias, talvez até tivesse achado erótico, mas a amante não era outra senão minha mãe, que eu sempre achei decente e fiel. Quando finalmente terminaram o beijo eterno, Lucas deu um tapa na bunda da sua "rainha" e começou a se vestir, não sem antes tirar a camisinha cheia de porra, que deixou em cima da mesa de bar onde eu tomava café todas as manhãs. Minha mãe ainda admirava aquele corpo magnífico que ficava cada vez menos nu, e quando a visão do pau de Lucas desapareceu debaixo das calças, ela se aproximou de onde eu estava para pegar a camisa. Por sorte, ela não suspeitava que alguém pudesse ter visto e não percebeu que o próprio filho a observava da escuridão, atônito, com uma mistura de sentimentos de raiva, vergonha e impotência, enquanto ela pegava a camisa ainda meio molhada pelo Champanhe. Quando ela se virou com a camisa pra se vestir junto com o Lucas, pude ver que a bunda dela tava meio vermelha por causa das estocadas brutais do maldito Rei dela. Depois de vestir a camisa, ela pegou a calcinha do chão e colocou, fazendo uma careta de desconforto ao perceber que ainda tinha um pouco do champanhe borbulhante que tinha desencadeado a primeira traição dela. Quando ela fez menção de abaixar a saia que ainda tava enrolada na cintura, o Lucas segurou ela. Ela sorriu, divertida, e ele, ainda mais divertido, mostrou a camisinha meio cheia de porra. Quando ele puxou o elástico da calcinha pra fora, ela entendeu, mas quando tentou reagir já era tarde. O Lucas tava derramando o líquido viscoso na calcinha da minha mãe. Quando caiu todo o líquido, ele fechou a calcinha e enfiou a camisinha vazia no decote dela, bem pra baixo pra não aparecer. Minha mãe não sabia o que fazer com a situação nova, e o Lucas mandou ela voltar pra sala com um tapa na bunda, que pela cara que ela fez, deve ter feito ela sentir todo o líquido acumulado na calcinha, que já começava a vazar, ameaçando aparecer pra todo mundo. Minha mãe começou a andar em direção à porta com passos bem pequenos, primeiro por causa da foda que ela tinha acabado de levar, e segundo porque qualquer movimento brusco faria o líquido dentro da calcinha escorrer pra fora e começar a pingar. Com certeza naquela hora os saltos altos não eram tão engraçados. Enquanto minha mãe fazia malabarismo, o Lucas colocou dez taças na bandeja e encheu com champanhe. Como boa parte da garrafa tinha sido usada pra seduzir minha mãe, as taças estavam bem vazias. Ele pegou a bandeja e, dando um beijo na bochecha da minha mãe, disse: — Te espero na sala. Não demora muito… minha rainha… hahahaha. Ele foi pra porta e eu sai correndo pra sala. Quando cheguei na sala e sentei, todo mundo já tava bem bêbado e quase nem percebeu. que ela tinha voltado. Na real, eu tava me perguntando se com a putaria que eles tavam, tinham percebido que eu tinha ido embora em algum momento. Depois de um segundo, Lucas apareceu com as taças e serviu, pra alegria dos meus parentes. Daí a pouco, minha mãe apareceu com uma cara de vergonha. A porra já tinha atravessado o pano da calcinha dela e começado a escorrer pela parte de dentro das coxas. Sorte a dela que todo mundo tava tão bêbado que nem reparou nas pernas dela. Ela sentou rápido e ficou de novo na frente do Lucas. Ele levantou a taça e fez um brinde pra minha mãe. — Pela Marta, uma anfitriã foda e uma verdadeira rainha! Meus parentes já tavam mais cegos que o Diego e, sem sacar o duplo sentido da frase, brindaram todos em homenagem à minha "magnífica" mãe. O resto da noite foi normal, com Lucas do mesmo jeito animado, contando histórias das suas conquistas, tipo uma mulher casada que ele tinha comido com a família toda dela dentro de casa. Meu pai e meus tios se mijavam de rir, principalmente porque Lucas pintava a mulher da história como uma puta de verdade. Minha mãe ficava corando toda hora com os comentários dele, mas pela expressão dos olhos dela, dava pra ver que ela também tava ficando com tesão. Eu não acreditava. Minha mãe, toda certinha, agora ficava molhada ouvindo histórias de como tinham fodido ela na frente dos entes queridos. Lá pras 3 da manhã, com todo mundo já de ressaca, decidiram que era hora de ir pra casa. Enquanto todos juntavam as coisas, minha mãe foi pro hall acender as luzes e abrir a porta. Eu já tava subindo pro meu quarto, confuso e puto com o que tinha acabado de ver, e antes de começar a subir as escadas, vi minha mãe de novo, mas naquela hora eu queria jogar na cara dela o que tinha feito. Ia subir quando ouvi a voz do Lucas e vi ele se aproximar por trás dela. — Nossa, que anfitriã mais solícita — disse ele, dando um belo apertão na bunda dela. Minha mãe se virou e sorriu pra ele. —É o mínimo que posso fazer pelo meu "Rei" — e se deixou ser puxada pra perto de Lucas, agarrada pelo rabo. Lucas aproximou o rosto, e minha mãe não resistiu à tentação: colocou as mãos nas bochechas do seu Rei e começou a beijá-lo de novo como se não houvesse amanhã. Minha mãe, já toda molhada, passou a mão no volume de Lucas, esfregando com tesão. Lucas, pra não ficar atrás, começou a apertar os peitos da minha mãe enquanto os dois aumentavam a intensidade dos beijos. Ficaram se beijando como se não ligassem de serem pegos, mas por sorte meu tio estava muito bêbado e gritando, então quando ouviram ele se aproximar, se separaram e tentaram fingir que nada tinha rolado. Quando estavam saindo de casa, se despediram dos meus pais, e o último a sair foi Lucas. Ele apertou a mão do meu pai e agradeceu pelo jantar. —Valeu por tudo. Tava tudo muito gostoso. E principalmente, você tem uma mulher maravilhosa. —Valeu por vir, cara. Certeza que minha mulher também gostou de te conhecer. Volta quando quiser, parceiro — disse meu pai, parecendo um completo otário na frente da esposa e do cara que acabara de chifrá-lo feio. —E você, Marta... é uma verdadeira rainha — ele se aproximou e deu um beijo completamente inocente comparado com o que eu tinha visto minutos antes. —Prazer. Você também é um rei — ela piscou o olho e devolveu o beijo, também totalmente inocente. Eu tava alucinado. Mas que porra era aquela? Não cabia em mim de raiva. Até pouco tempo atrás, eles estavam trepando que nem bichos, ou melhor, que nem porcos, e agora agiam como se nada? Quando subi pro meu quarto, fiquei pensando no que tinha acontecido naquela noite. O quão puta minha mãe tinha sido e a facilidade com que aquele filho da puta tinha conseguido seduzir ela. Será que Lucas era bom demais ou minha mãe era uma gostosa? Ou os dois? De repente, me peguei com uma ereção começando ao relembrar as cenas da minha mãe sendo fodida sem piedade. Não podia acreditar que isso estivesse acontecendo comigo, então me enfiei na cama, esperando que minha mãe voltasse a ser ela mesma, a esposa amorosa e mãe exemplar que sempre achei que tinha em casa. Mas logo descobriria que estava muito enganado.
Oi, me chamo Juan, tenho 17 anos e moro com meus pais numa cidade nos arredores de Madri. Sempre me considerei muito sortudo pela vida que tenho, pelo menos até uns meses atrás, quando testemunhei algo que mudou minha forma de ver as coisas radicalmente. Vou começar descrevendo minha família. Meu pai se chama igual a mim, é um homem normal, típico pai de família que, junto com o sucesso profissional, está criando uma calvície incipiente e uma boa barriga de cerveja. Aos 43 anos, é todo um exemplo de homem de escritório, de vida rotineira e valores familiares acima de tudo. Minha mãe, Marta, no entanto, é uma mulher cuja vida rotineira não diminuiu nem um pouco sua feminilidade. A academia que montamos em casa manteve seu um metro e sessenta e sete em perfeita forma, e seu corpo aparenta 10 anos a menos dos 38 que ela realmente tem. A esse corpo se soma um lindo rosto de cabelo castanho (embora varie conforme a tintura), uns olhos enormes e pretos e uns lábios um pouco finos, mas bonitos. Tudo isso, junto com seu gosto requintado na hora de se vestir e sua total dedicação à vida familiar, a transformou aos olhos da vizinhança na mãe e esposa perfeita. Logo descobriria que também podia ser a gostosa perfeita. Tudo começou num dia em que tínhamos um jantar em família em casa, mas por um motivo ou outro só confirmaram presença meus avós paternos, uns tios que moravam perto da gente e eram muito chatos, e uns tios meus de Salamanca. Nesse dia, meu pai e eu tivemos que vestir camisa e gravata, e minha mãe vestiu uma camisa de manga longa preta que deixava os ombros de fora e uma saia de seda que subia um palmo acima dos joelhos, combinando com uns sapatos escuros de salto. Os primeiros a chegar foram meus avós, acompanhados dos meus tios chatos, e houve cumprimentos muito efusivos de ambos os lados. Quase não tínhamos fechado a porta quando tocaram a campainha e meus tios apareceram. Eu ia dar dois beijos na minha... tia, quando percebi uma figura atrás dela. —Esse é o Lucas. É um amigo meu que morava nos EUA e voltou pra Madrid hoje. Ele me ligou pra sair, mas eu falei que tinha jantar em família. Mesmo assim, não podia deixar ele jantando sozinho no hotel, então convidei. Espero que não seja um incômodo — explicou meu tio. As apresentações foram feitas e, sinceramente, era um homem que impunha respeito. Tinha 29 anos, e o jeito dele falar, a confiança em si mesmo, e aquele corpo típico de horas e horas de academia deixaram todo mundo impressionado. Todos estavam famintos, então sentamos na mesa que já estava posta. Lucas sentou bem na frente da minha mãe e, durante todo o jantar, foi super educado com ela. Além disso, Lucas logo virou a alma da festa, porque ficava contando um monte de histórias que deixavam todo mundo vidrado até terminar numa gargalhada geral. Ele tinha encantado a plateia com as histórias de farra com os amigos e as conquistas de mulheres em noites loucas. Eu não tinha sido encantado nem um pouco. Na verdade, ele era daquelas pessoas tão cheias de si que não param de se gabar, de se achar irresistível pra qualquer mulher, e que tratam com desprezo quem não é da "espécie" deles. Os olhares constantes pra minha mãe, que eram tudo menos inocentes, só aumentavam minha raiva do nosso convidado. Minha mãe ria das histórias dele como todo mundo, mas evitava contato visual com o Lucas, já que tinha percebido que ele olhava pra ela de um jeito bem sem vergonha. Minha mãe já tava acostumada a ser admirada, mas ela sempre desviava o olhar pra mostrar que era uma mulher casada, que amava o marido e o filho, e que se dedicava só a eles. Lucas não pareceu satisfeito com a resposta visual da minha mãe e começou a contar histórias de mulheres que tinham resistido a ele, mas que acabaram cedendo. seus "encantos", tentando incomodar minha mãe, mas ela não parecia nem um pouco afetada pelas investidas dele. Na verdade, ela começou a se mostrar ofendida, criticando todas as histórias do Lucas, dizendo que nem todas as mulheres eram como ele pintava, e que existiam aquelas que eram fiéis no casamento, como ela nos seus 18 anos de casada, aumentando a tensão entre ela e o Lucas. Felizmente, nem meu pai nem ninguém além de mim percebeu a situação. Assim a janta foi rolando até que meu tio sugeriu que brindássemos com um pouco de champanhe. Meu pai mandou minha mãe pegar uma garrafa na cozinha, e eu pude ver como o Lucas não perdia um detalhe da minha mãe saindo da sala, especialmente da bunda dela. Era inacreditável a cara de pau com que ele fazia isso, e mais inacreditável ainda me parecia que ninguém, especialmente meu pai, tivesse percebido. É verdade que todo mundo já estava meio bêbado com o vinho, mas mesmo assim, no decorrer da janta, os olhares furtivos pra minha mãe e pras tetas dela tinham sido cada vez mais frequentes. Naquele momento, olhei pro Lucas com todo o ódio que pude, como se quisesse dizer: "mas qual é a tua, cara?" — mas ele já estava se levantando da mesa e, se me viu, me ignorou completamente. Ele se desculpou, dizendo que ia ajudar minha mãe, mas nenhum dos mais velhos ouviu. Todos já estavam meio bêbados e mergulhados em risadas e aplausos com velhas histórias, e eu era o único que tinha notado que ele estava se mandando. Depois de uns dois minutos, não aguentei mais e falei que ia pro meu quarto deitar um pouco porque estava tonto, e quando saí da sala, fui direto pra cozinha pelo corredor. Quando cheguei na cozinha, fiquei na porta, escondido na escuridão. Nossa cozinha é bem espaçosa e tem a área de cozinhar separada por uma espécie de balcão de bar da área de jantar. A uns três metros da porta, o Lucas ajudava minha mãe a escolher a garrafa de champanhe, mas ele fazia isso se aproximando cada vez mais, uma situação que devia incomodá-la porque ela se afastou um pouco e disse pra ele escolher a garrafa enquanto ela pegava os copos. Apesar do óbvio desconforto da minha mãe, o Lucas não parava de sorrir, e o sorriso dele ficou ainda mais safado quando ela se abaixou pra pegar as taças de champanhe que estavam numa prateleira mais baixa. Nervosa como devia estar, ela nem se sentou pra pegar os copos, só se inclinou, dando pro filho da puta do Lucas uma vista magnífica da bunda dela. Enquanto minha mãe ia passando as taças de duas em duas, o Lucas começou a abrir a garrafa, encheu uma taça e bebeu como se nada fosse. Quando minha mãe terminou de pegar todas as taças e fechou a prateleira naquela posição tão comprometedora, o Lucas se aproximou por trás, encostando o volume dele na bunda da minha mãe. Ela, assustada, se ergueu de um pulo, ficando a centímetros do nosso convidado. Aproveitando a confusão dos movimentos, o Lucas derrubou a taça em cima da minha mãe, encharcando ela toda. — Mas… o que você tá fazendo?! — exclamou minha mãe, confusa e puta ao mesmo tempo. — Desculpa, Marta. Foi sem querer. Tava nervoso. — Nervoso por quê? — ela disse, enquanto via o champanhe que tinha manchado a blusa dela começar a escorrer pela saia. — Por ter uma gostosa igual você na minha frente — respondeu o Lucas, dando mais um passo pra perto. — Mas o que você tá dizendo? — falou minha mãe, ainda mais confusa — Nossa, olha como você me molhou de champanhe… — Não se preocupa. Isso tem solução — e dizendo isso, ele agarrou ela pelos ombros e puxou pra perto. Em seguida, começou a limpar os restos de champanhe que ainda estavam no decote da minha mãe com longas lambidas. — L… Lucas! Mas o que você tá fazendo? Como você se atreve…? — minha mãe começou a gritar. Mas antes que ela pudesse chamar a atenção de alguém, o Lucas deu um beijão na boca dela que durou vários segundos, que deve ter deixado ela sem fôlego, porque ela não levantou mais a voz. Eu tava prestes a intervir e salvar minha mãe dessa enrascada, quando ela… Ela abriu a boca de novo pra pedir que ele parasse, mas dessa vez sem gritar, num tom de súplica. —Fica tranquila, só tô tentando desfazer a cagada. Quando terminar de te limpar, eu paro. Te prometo. —disse Lucas, soltando os ombros da minha mãe e colocando as mãos debaixo dos peitos dela pra ajudar na "limpeza". —D...de v...verdade, p...pelo amor de Deus para... —continuou minha mãe implorando, enquanto tentava se soltar — N...não quero que você limpe nada... ei, para... Lucas ignorou os pedidos da minha mãe e seguiu com a tarefa de limpar e secar, levantando a blusa por baixo e lambendo a barriga dela. Minha mãe tentava afastar a cabeça de Lucas com as mãos, mas ele segurava a cintura dela com tanta força que os esforços dela eram em vão. —P...para, juro que vou gritar. Vou contar pro meu marido... —E o que você vai dizer, que eu tentei te limpar depois que você se sujou? —respondeu Lucas com um tom debochado. —Como? Se...seu cachorro, você tá me...é...um babão...um porco... —minha mãe começou a falar, mas Lucas cortou. —Porco é um bicho muito limpo. Dito isso, parou de babar o umbigo da minha mãe e começou a descer até chegar na saia. —Para agora, porco, juro que vou contar pro meu marido e você vai... ahhh! —Lucas enfiou o rosto na virilha da mamãe através da saia molhada de champanhe. —Unghhh... qu...quando meu marido souber... ele vai te... —minha mãe ainda tentava se soltar, mas as palavras dela já não tinham tanta firmeza. —Não se preocupa, gostosa, já já terminei —disse Lucas, levantando a saia até a cintura. Debaixo da saia da minha mãe aparecia uma calcinha preta de uma marca de lingerie chique que eu já tinha visto na lavanderia. Ele começou a lamber a parte interna das coxas dela com todo cuidado, fazendo minha mãe morder os lábios, o que eu achava que era uma reação de nojo pela invasão da intimidade dela. Depois de um tempão lambendo as pernas da minha mãe, ele apoiou as mãos na buceta dela e aproximou o nariz na fina tecido preta que separava o rosto dele e a fruta da minha mãe que era reservada só pro meu pai. Quando a língua do Lucas tocou a calcinha da minha mãe, ela soltou um grito abafado que, depois de alguns segundos, foi seguido por um suspiro cujo significado eu não soube decifrar. — Ai, meu Deus! Unnnghh! Como você ousa? — mas os protestos da minha mãe não tinham nenhuma convicção no tom. Não dava pra acreditar que minha mãe tava se entregando à estratégia de apalpação de um babaca que a gente tinha acabado de conhecer essa noite e que nem tinha sido convidado pra festa. Felizmente, tudo aquilo ia acabar quando o Lucas terminasse de limpar a última gota de champanhe derramada. Lucas demorou o tempo dele pra "limpar" a calcinha da minha mãe. Enquanto isso, ela não parava de pedir pra ele parar, mas os pedidos dela tinham virado mais uma espécie de gemidos de significado duvidoso do que um pedido pra acabar com aquela situação. Depois de um tempo, Lucas afastou o rosto da calcinha da minha mãe e levantou a vista, sorrindo. — Beleza, princesa. Já terminei. Não foi tão ruim assim, foi? — disse ele se levantando. O rosto da minha mãe tava descomposto e as bochechas completamente vermelhas. Ela baixava o olhar e os lábios tremiam levemente. Lucas pegou a garrafa da mesa e entregou pra ela. Depois, pegou uns copos e disse: — Vamos logo pra sala. Eu levo os copos enquanto você se ajeita um pouquinho e quando estiver pronta, você vem com a garrafa, tá, gostosa? Eu tava chocado com a cena e não sabia como reagir. Lucas se virou e ia saindo da cozinha, e provavelmente teria me pegado ali espiando se não fosse porque minha mãe murmurou alguma coisa. O porco do Lucas se virou pra perguntar o que ela tinha dito, quando tanto ele quanto eu ficamos surpresos. Minha mãe, ainda com a saia levantada, segurava a garrafa de champanhe contra os peitos dela e, inclinando ela levemente, começou a deixar um um pouco do líquido dourado pelo meio do canal. — A… acho que ainda tem algo pra limpar — disse ela, meio sem certeza. Na voz dela tinha dúvida, mas também muita agitação, graças provavelmente às habilidades do Lucas lá embaixo. Lucas se aproximou dela de novo. O líquido escorrendo entre os peitos dela logo atravessou o tecido fino da camisa e começou a encharcar até a saia. Lucas pegou a garrafa já meio vazia e, deixando-a na mesa, agarrou minha mãe pelo pescoço por trás pra dar outro beijão nela. Dessa vez minha mãe colaborou, abrindo a bocarra pra deixar o convidado saborear a boca e a língua da anfitriã, enquanto acariciava o rosto do agressor. Lucas rapidamente segurou com uma mão os pulsos da minha mãe e levantou os braços dela, liberando o rosto, deixando claro quem mandava. Minha mãe aceitou a nova posição sem reclamar e continuou beijando o convidado com a mesma paixão de antes. Lucas terminou aquele beijo com uma lambida boa, passando a língua enorme pelos lábios entreabertos da minha mãe, que pareciam implorar por mais. Lucas não deu esse prazer e começou a descer pelo pescoço dela com beijos, enquanto ainda segurava os pulsos dela. Com a mão livre, começou a levantar a camisa da minha mãe e puxou até a altura dos cotovelos, deixando o rosto dela parcialmente coberto pela roupa, liberando só a boca que não parava de ofegar. Assim que o torso da minha mãe ficou nu (porque a camisa não era pra usar com sutiã), Lucas continuou descendo com os beijos até chegar no canal. Quando começou a beijar e lamber os peitos da minha mãe, os gemidos dela foram ficando mais rápidos e suplicantes, mas Lucas era um expert em mulheres e fez ela esperar. Além disso, aqueles peitos mereciam ser explorados direitinho, já que, sem serem umas tetonas, eram de um bom tamanho 95 que terminavam em uns mamilos rosados de auréola estreita. Ele continuou passando a boca ao redor seus peitos, sem tocar os mamilos eretos que pediam para ser chupados aos gritos. Ao ver que seus mamilos não eram atendidos como seu tesão exigia naqueles momentos, os gemidos passaram a ser suspiros cheios de súplica. Até eu estava na expectativa, quase desejando no fundo que ele chupasse as tetas dela de vez para ver a reação da minha mãe. Era principalmente a curiosidade de ver como era o estado de excitação da minha mãe, que eu sempre associava a sorrisos suaves e palavras doces, e não a tesão e excitação. Logo me arrependi desses pensamentos. Contente com os resultados, Lucas decidiu finalmente atacar os mamilos da mulher que já estava à sua mercê, arrancando suspiros profundos de prazer da minha mãe. — Ai, meu Deus! Aangghhh… ufff — minha mãe começava a perder o controle de si mesma. — Tá gostando, hein? — disse Lucas, satisfeito, enquanto soltava os pulsos da minha mãe para colocar as duas mãos sobre os peitos dela e amassá-los — Que tetinhas gostosas que você tem, rainha. — Ufff! Deus, lam… lambe elas bem… assim!… isso… me lambe inteira… — dizia minha mãe, totalmente perdendo o controle. Ela tirou a camisa que cobria o rosto e a jogou na minha direção, o que me fez recuar instintivamente com medo de ser descoberto. Meu coração batia a mil. O que aconteceria se me descobrissem? Não tinha mais volta. Se eu quisesse fazer algo, tinha que ter feito antes. Invadir agora deixaria nós três, especialmente eu e minha mãe, numa situação extremamente desconfortável que nem eu nem ela saberíamos lidar. Então, paralisado pelo medo, fiquei ali, escondido atrás da porta, ouvindo as chupadas que Lucas dava nos peitos da minha mãe e os gemidos cada vez menos discretos dela. De repente, um grito tremendo me tirou do devaneio, e a curiosidade venceu o medo, me dando forças para espiar de novo pela porta da cozinha. De onde eu estava, poderia ter colocado metade do corpo para fora e seria quase impossível me verem, mas um Medo irracional de ser descoberto fazia com que eu só conseguisse mostrar metade do rosto. Lucas tinha descido até a virilha da minha mãe e beijava e lambia a calcinha enquanto ela tapava a boca com as duas mãos pra evitar outro grito que pudesse chamar a atenção de quem estava na sala. — Olha só, que molhado isso tá, hein? — disse ele enquanto dava uma lambida enorme de cima a baixo, provocando um movimento rápido de pelve, reflexo do prazer que minha mãe tava sentindo. — Será que é tudo champanhe ou tem outra coisa? He he. — V-você limpa o que for… uuhh… tudo o que encontrar — pediu minha mãe, que já tinha se entregado fazia um bom tempo às carícias bucais do convidado ousado. — Fica tranquila, rainha, que vou fazer uma limpeza completa. *Slurp!* — disse ele enquanto lambia de novo. — Acho que vai ter que limpar debaixo do tapete, hahaha! Dito isso, as mãos que por baixo da calcinha apertavam com vontade a bunda da minha querida mãe agarraram as laterais do tecido e começaram a puxar pra um lado. Debaixo da calcinha preta da minha mãe não se escondia uma pelagem pubiana cheia como eu esperava, mas sim um corte cuidado em forma de "v" que deixava uma visão perfeita da buceta dela. No fim das contas, ela era uma mulher, uma mulher gostosa que se cuidava, e eu era ingênuo em pensar que não guardaria certos prazeres conjugais pro meu pai. Mas agora não era meu pai quem tava aproveitando essas atenções, e sim um babaca metido que tinha seduzido ela sem quase precisar cortejar. Assim que os lábios do Lucas encostaram nos lábios inferiores da mamãe, ela soltou um grito enorme que morreu abafado entre as mãos apertadas contra o rosto. O trabalho de limpeza que o Lucas tava fazendo ali embaixo parecia deixar minha mãe louca, que se contorcia esfregando as costas na parede, se arqueando, com uma mão tapando a boca e a outra apertando com força o cabelo do Lucas. — Ahhh… meus deus… siiiim… ahhh… Lucas… Lucassss — Você é toda minha uma mulher; uma mulher gostosa e muito safada – disse ele enquanto sorvia os primeiros sucos que escorriam pela buceta dela. – Vamos, tira a calcinha. Lucas tirou a cabeça de entre as pernas da minha mãe e ela, dominada pelo prazer, tirou a calcinha o mais rápido que pôde, primeiro por um pé e depois pelo outro, e deixou cair no chão. – Assim que eu gosto. Mmmhhh… como você cheira bem, Marta – disse ele, chamando-a pelo nome com uma familiaridade quase nojenta. Em seguida, enfiou um dedo enquanto a língua continuava explorando os prazeres da vagina da elegante anfitriã. – Ai, meu Deus… porra! seu porco maldito! – gritou ela para Lucas. Mas no tom das palavras dela não havia nenhuma repreensão. Minha mãe fechou os olhos e inclinou a cabeça para trás, dominada pelo prazer oral que aquele filho da puta sem escrúpulos estava lhe dando, enquanto mal conseguia abafar com a mão os gemidos de prazer que ele ia arrancando dela. Depois de um bom tempo, em que minha mãe não conseguiu conter em duas ocasiões as convulsões que indicavam que ela tinha gozado, Lucas pareceu dar por encerrado o trabalho de limpeza e se levantou, enquanto amassava de novo os peitos da minha mãe. Aproximou o rosto do dela, mas ela mal percebia o que tinha acabado de acontecer. Quando Lucas prendeu os lábios dela nos seus, ela só reagiu fechando os olhos e entreabrindo a boca para que o beijador tivesse livre acesso àquela boquinha aristocrática. Quando o beijo terminou, Lucas colocou as mãos nos ombros da minha mãe e a fez descer até ficar de joelhos na frente dele. – Acho que eu também preciso de uma limpezinha – disse ele, aproximando o volume do rosto dela. – M-mas… a-acho que a gente devia voltar, Lucas… – disse minha mãe, insegura. Apesar de ser óbvio que ela ainda estava com tesão, o momento de descontrole tinha passado e ela sabia que a qualquer momento podiam sentir falta deles, e parecia não estar disposta a se arriscar a que o marido, a quem ela realmente amava, a surpreendida com o pau de outro homem na boca dela. Lucas se abaixou um pouco e acariciou o queixo dela enquanto dava outro beijo babão na boca dela. — Não acha que é justo? — disse, abaixando a braguilha. — S... sim... mas, e se nos desco...? — começou a dizer, mas as palavras morreram na boca dela quando Lucas terminou de abaixar a braguilha e puxou pra baixo ao mesmo tempo a calça e a cueca. Aquilo era, do meu ponto de vista, uma das coisas mais impressionantes e nojentas que eu já tinha visto. Comparando lado a lado, aquela rola era mais comprida que a cara da minha mãe, que olhava com olhos arregalados praquela coisa que ainda continuava crescendo na frente do nariz dela. A grossura era uma barbaridade só de ver de onde eu estava, e o tronco inteiro era cheio de umas veias enormes. Minha mãe ficou sem fala admirando aquele monstro na frente dela. Divertido com o estado de choque da minha mãe, ele aproximou o pau ainda mais, a uma distância que eu juraria que ela conseguia sentir o cheiro daquela besta de carne. — O que você tava dizendo? — perguntou sorrindo. — Ai, meu deus... eu... n... nada, não tava dizendo nada — ela se apressou a responder. Com a mão trêmula, agarrou o membro do Lucas, que já tinha chegado ao auge do esplendor, e depois de olhar nos olhos dele, enfiou aquela rola na boca. No começo foi um pouco difícil porque a grossura obrigava ela a abrir bem a boca. Mas a saliva virou um lubrificante excelente, facilitando o boquete. No início eram movimentos tímidos, mas logo viraram movimentos rápidos de cabeça acompanhados de gemidos saindo da boca ocupada da minha mãe. Mesmo assim, ela não conseguia enfiar na boca mais de um terço daquela rola, então o resto do pau ela teve que cobrir com lambidas e chupadinhas. — Mhh... glmphhh... ¡¡¡mmhhhhhhh!!! — eram os únicos sons que saíam da boca da minha mãe, que parecia não querer soltar aquele membro viril. — ¡Oaahhh! Porra, como Gostou, hein? É toda sua. — Mmffz… "Valeu" — foi o agradecimento que conseguiu articular com a boca ainda cheia de pau. — Não precisa agradecer, rainha. — E soltou uma gargalhada. Minha mãe olhou pra cara dele da posição dela e respondeu à risada com um esboço de sorriso, tudo que conseguiu oferecer já que aquele pau enorme tinha a boca dela reservada só pra ele. Com os olhos ainda fixos nos olhos do dono daquele pau que tava tão gostoso, continuou o boquete. Sendo sincero, mamãe não era nenhuma Jenna Jamesno chupando rola, e a fellatio tava sendo bem monótona. Isso me fez pensar que nos 18 anos de casamento, o sexo conjugal não devia ser nada demais e que, com a rotina, tinha virado uma atividade chata e cansativa pros meus pais. Mas com o Lucas parecia diferente. A coitada não tinha técnica nenhuma apurada, mas se esforçava, e isso parecia ser suficiente pra ele. Um cara como ele provavelmente já tinha provado dezenas de mulheres, algumas delas verdadeiras experts no assunto, e a única coisa que parecia buscar nela era a vitória de ter uma mãe e esposa quase dez anos mais velha, rica e com status social bom, aos pés dele cometendo a primeira traição. Depois de uns minutos chupando, o Lucas tirou o pau da boca dela e, levantando ela pelo queixo, colocou ela de pé enquanto tirava de vez a calça do tornozelo, não sem antes tirar uma camisinha do bolso de trás. Depois de vários minutos engolindo rola, minha mãe tava sem fôlego, e os peitos dela subiam e desciam exageradamente no ritmo da respiração ofegante. Agarrando ela pelos glúteos, ele levantou ela no colo e levou até um dos bancos acolchoados que temos na bancada da cozinha pra sentar e comer algo rápido. Minha mãe soltou um grito de surpresa quando foi içada e outro quando o Lucas deixou ela cair no banco giratório. Os dois começaram a rir feito adolescentes apaixonados enquanto ela ia desabotoando a camisa dela. Quando desabotoou todos os botões e abriu a camisa dela, o rosto da minha mãe se iluminou. Um torso enorme, completamente depilado, com peitorais largos e um abdômen tanquinho se oferecia diante dela, e minha mãe não hesitou um instante em começar a passar suas mãos ansiosas por aquele corpo masculino. Ela ergueu o olhar para o Lucas com olhos brilhando de excitação e, com um sorriso safado, aproximou os lábios dos dele. Começou de novo a dança das línguas, beijos com tanta excitação que eu quase podia sentir a respiração deles de onde estava. Lucas terminou de tirar a camisa e, já completamente nu, sem se soltar do beijo que minha mãe estava dando nele, agarrou-a pelas nádegas e a recolocou no banquinho. Minha mãe sabia o que vinha agora e, pegando a camisinha da mão do Lucas, abriu e colocou nele. Embora eu não ache que ela estivesse muito segura de conseguir engolir aquele pedaço de carne com a buceta dela, já excitada só de ver os esforços que ele fez para colocar a camisinha, ela o incentivou a penetrá-la. – Ahhh… siiiim… Lucas, amor… não me faz esperar mais… ahhh… – e começou a beliscar os próprios mamilos para mostrar a excitação dela. Eu tava alucinando com essa faceta de putona que começava a descobrir na minha até então respeitável mãe. – Calma, rainha, que hoje à noite vou te fazer minha. Você vai ser toda minha até o último suspiro – e aproximou o pau da buceta da minha mãe, esfregando mas sem penetrar – Você vai ser minha rainha… e eu, seu "Rei", entendeu? Dito isso, a cabeça do monstro desapareceu sem nenhuma delicadeza dentro da buceta da minha mãe, fazendo ela gritar e procurar algo para se agarrar, cravando as unhas nas costas musculosas do Lucas. – Kiiiaaa! Meu Rei! – conseguiu dizer minha mãe – Não tão forte… mais devagar… meu Rei. – Tá bom, sou um rei benevolente. – diminuindo o ritmo, foi enfiando a estaca dele aos poucos na buceta da minha mãe, beijando o pescoço dela e fazendo ela gozar como nunca. —Aaaahhh... assim! Ah, porra, que gostoso! — minha mãe se lambia de prazer — D...deus... isso é muito grande... — Hahaha, o que foi, nunca provou algo assim? — ele continuou metendo — Então se prepara, porque você vai ver o que é uma boa pica, rainha. — Aaaiii deeeus! N...não sei se isso cabe em mim... — mais da metade do pau do Lucas já tinha entrado na boceta da minha mãe — Aaaahhh, você tá me matando!! — Quer que eu pare, Marta? — ele disse, parando o movimento de penetração. — Ah não, por favor! Não para, meu Rei, me mata com sua pica, siiiim... vai, gostoso! — minha mãe agarrou os glúteos firmes do Lucas, puxando ele para perto, mexendo a cintura tentando encaixar mais um pouco daquela pica que tava matando ela... de prazer. — Claro que vou, porque você é uma rainha que adora pica, tô certo? — Siiim, eu adoro pica! — Ah é? Toda pica? — perguntou Lucas, divertido. — Eu... eu só tinha provado a do meu marido até agora — respondeu, envergonhada. — Já imaginava. Então você é uma rainha que adora pica, mas não qualquer pica, né? — continuou provocando, divertido. — Não, meu Rei. Eu gosto... — a barreira física já tinha caído, mas agora a barreira psicológica da traição estava prestes a ruir, onde ela renegava o marido em favor do amante — eu gosto... eu gosto da sua pica, Rei! Satisfeito, ele sorriu, mostrando os dentes brancos. — Foi o que pensei. Dito isso, ele enfiou o resto do pauzão na boceta da minha mãe, fazendo os olhos dela se arregalarem, quase saindo das órbitas, sem conseguir respirar ou emitir som algum. Ficou ali, enfiado por um bom tempo sem tirar, com minha mãe alucinando como nunca. — E agora, aproveita, rainha. Sem dar tempo pra ela responder, começou a tirar um pouco da pica pra meter de novo até o fundo, arrancando um gritinho da minha mãe, que ainda estava em estado de choque. Primeiro foi devagar, dando tempo pras paredes da boceta da minha mãe a se adaptar a um baita aparelho, e os gritinhos viraram gemidos satisfeitos. Mas quando ele considerou que já tinha dado tempo suficiente, o ritmo das estocadas aumentou sem nenhuma piedade. Os gemidos da minha "pobre" mãe viraram gritos desenfreados — Kiiiaaaaa!!!! Sim, meu Rei!! Argghhhhhh! Meu Deus, que pedaço de pau! Porra, não para de fo…! — foi tudo que ela conseguiu dizer, já que Lucas selou a boca dela com a língua, com medo de que alguém pudesse ouvir os gritos. Minha mãe estava totalmente descontrolada, rendida àquele pedaço de amor que o "Rei" dela estava enfiando sem pena, matando ela de prazer. Mas Lucas não tinha intenção de ser descoberto, pelo menos ainda, e decidiu calá-la com um beijo longo de língua, cujo significado minha mãe soube interpretar depois de um tempo, indicando com o olhar que entendia que precisava baixar o tom. Num tom mais calmo, mas carregado da mesma tensão sexual, minha mãe começou a gemer e a dizer coisas impróprias para uma senhora como ela. — Buceta, que pedaço de pau enorme você tem, amor! Ohhhh, ahhhhh, meu rei, rei Lucas! Por favor, faz eu me sentir uma rainha! — Aghh! Você é apertadinha, hein, pedaço de Promíscua? — ele tirou o pau, provocando um gritinho nela ao sentir aquela cabeçona saindo da caverna. Agarrando-a pela cintura, virou ela de costas para ele, apoiando-a na bancada da cozinha — Se é isso que você quer, vou te fazer sentir como uma rainha… a Rainha das Putas! Dizendo isso, empalou a boceta dela com uma só estocada por trás, esmagando minha mãe contra a borda da mesa. Minha mãe, surpresa, abaixou a cabeça tentando respirar. Lucas voltou com as estocadas, mas dessa vez sem dar tempo pra ela se recuperar. O ataque penetrante que ela acabara de receber estava destruindo ela, pelo aspecto do rosto, mas depois de um tempo a expressão de dor virou uma de prazer, com gestos de deleite doloroso e sorrisos lascivos. — Ummphh, Deus… v..você é o melhor… o melhor que eu já sentido jamais dentro de mim…¡ahhhhh! Ohh Rei Lucas, me fode, ME FODE! -¡Aghh, siiii Martaaaa! É isso que você quer que eu faça, hein? Haha parece que o porco não era eu. Aqui pelo visto a única porca que tem é você! -¡Ahhnnnngggg! Siiiii…Oooh meu Rei, eu…eu sou uma porca? Mas eu…aaahhh…siiii….eu…quero ser sua rainha…¡uuhhnnggg! -¡Wargghh! Marta, com certeza você é a rainha das vadias! Uhh…isso não posso negar. – as mãos que estavam apoiadas na cintura dela passaram a agarrar com força os peitos dela, colando o torso dele nas costas da minha mãe. Quando ele a teve nessa posição, as estocadas começaram a aumentar em força e velocidade. Minha mãe, sentindo a proximidade do Rei, se apressou a virar o rosto e, com a boca aberta, esticou a língua procurando a boca de Lucas. Sem conseguir levantar as mãos da mesa por causa das estocadas, e com a língua de Lucas se enroscando na dela, começou a gemer de um jeito estranho, indicando que estava chegando ao orgasmo de novo. Lucas, cada vez mais excitado, separou os lábios dos da minha mãe e começou a mordiscar o pescoço dela, com um aumento considerável na velocidade das penetrações. Os urros de Lucas indicavam que ele estava prestes a gozar, e minha mãe tentava acompanhar os movimentos dele, apesar de estar presa entre a mesa do balcão e Lucas. Em um minuto, Lucas teve uma convulsão, que indicava que ele estava gozando. Minha mãe teve outro orgasmo naquele momento, e isso já dava para adivinhar pela cara de safada que ela fazia durante a noite toda vez que gozava. -¡¡Oh deus, vou gozar, porra!!¡¡Argh, Marta, Martaaaa!! – gritou enquanto agarrava os peitos da minha mãe com mais força a cada vez. -¡Ah meu Rei, siiiiiii! ¡¡Isso aí, me dá, sou sua, suaaaa!! – jogando a cabeça para trás, procurava desesperadamente a boca de Lucas, mas ele estava ocupado demais gozando para satisfazê-la nesse sentido. -¡Arggggghhh! ¡Siiiiiiiii! Já…já foi – ofegou Lucas, deixando cair todo o peso sobre minha mãe. -Mhhh… foi grandioso, meu Rei – com um sorriso satisfeito, ela aceitava ser o travesseiro de descanso do seu Rei depois que ele gozou. Ficaram assim por um bom tempo, enquanto suas respirações ofegantes iam se tornando mais normais e o suor escorria de seus corpos, puxado pela gravidade. Quem falou primeiro foi minha mãe – Foi estupendo, meu "Rei" – e ela enfatizou essa última palavra com um sorrisinho safado – Você é a estupenda, minha rainha. – dizendo isso, ele se levantou, tirando o arpão da buceta da minha mãe, que ia perdendo o tamanho aos poucos, até ficar um pedaço de carne ainda bom, mas sem vida nem dureza alguma. Ele ajudou minha mãe a se levantar, que ainda tinha as pernas tremendo, e se fundiram num beijo apaixonado, se dando todo o tempo do mundo para saborear as bocas um do outro, enquanto um tocava os mamilos ainda duros e a outra apertava aquele rabo duro e firme que ele tanto gostava. Esse último beijo me pareceu eterno. Como bons amantes, eles mostravam gratidão um pelo outro com doces pressões dos lábios e movimentos ansiosos das línguas. Em outras circunstâncias, talvez até tivesse achado erótico, mas a amante não era outra senão minha mãe, que eu sempre achei decente e fiel. Quando finalmente terminaram o beijo eterno, Lucas deu um tapa na bunda da sua "rainha" e começou a se vestir, não sem antes tirar a camisinha cheia de porra, que deixou em cima da mesa de bar onde eu tomava café todas as manhãs. Minha mãe ainda admirava aquele corpo magnífico que ficava cada vez menos nu, e quando a visão do pau de Lucas desapareceu debaixo das calças, ela se aproximou de onde eu estava para pegar a camisa. Por sorte, ela não suspeitava que alguém pudesse ter visto e não percebeu que o próprio filho a observava da escuridão, atônito, com uma mistura de sentimentos de raiva, vergonha e impotência, enquanto ela pegava a camisa ainda meio molhada pelo Champanhe. Quando ela se virou com a camisa pra se vestir junto com o Lucas, pude ver que a bunda dela tava meio vermelha por causa das estocadas brutais do maldito Rei dela. Depois de vestir a camisa, ela pegou a calcinha do chão e colocou, fazendo uma careta de desconforto ao perceber que ainda tinha um pouco do champanhe borbulhante que tinha desencadeado a primeira traição dela. Quando ela fez menção de abaixar a saia que ainda tava enrolada na cintura, o Lucas segurou ela. Ela sorriu, divertida, e ele, ainda mais divertido, mostrou a camisinha meio cheia de porra. Quando ele puxou o elástico da calcinha pra fora, ela entendeu, mas quando tentou reagir já era tarde. O Lucas tava derramando o líquido viscoso na calcinha da minha mãe. Quando caiu todo o líquido, ele fechou a calcinha e enfiou a camisinha vazia no decote dela, bem pra baixo pra não aparecer. Minha mãe não sabia o que fazer com a situação nova, e o Lucas mandou ela voltar pra sala com um tapa na bunda, que pela cara que ela fez, deve ter feito ela sentir todo o líquido acumulado na calcinha, que já começava a vazar, ameaçando aparecer pra todo mundo. Minha mãe começou a andar em direção à porta com passos bem pequenos, primeiro por causa da foda que ela tinha acabado de levar, e segundo porque qualquer movimento brusco faria o líquido dentro da calcinha escorrer pra fora e começar a pingar. Com certeza naquela hora os saltos altos não eram tão engraçados. Enquanto minha mãe fazia malabarismo, o Lucas colocou dez taças na bandeja e encheu com champanhe. Como boa parte da garrafa tinha sido usada pra seduzir minha mãe, as taças estavam bem vazias. Ele pegou a bandeja e, dando um beijo na bochecha da minha mãe, disse: — Te espero na sala. Não demora muito… minha rainha… hahahaha. Ele foi pra porta e eu sai correndo pra sala. Quando cheguei na sala e sentei, todo mundo já tava bem bêbado e quase nem percebeu. que ela tinha voltado. Na real, eu tava me perguntando se com a putaria que eles tavam, tinham percebido que eu tinha ido embora em algum momento. Depois de um segundo, Lucas apareceu com as taças e serviu, pra alegria dos meus parentes. Daí a pouco, minha mãe apareceu com uma cara de vergonha. A porra já tinha atravessado o pano da calcinha dela e começado a escorrer pela parte de dentro das coxas. Sorte a dela que todo mundo tava tão bêbado que nem reparou nas pernas dela. Ela sentou rápido e ficou de novo na frente do Lucas. Ele levantou a taça e fez um brinde pra minha mãe. — Pela Marta, uma anfitriã foda e uma verdadeira rainha! Meus parentes já tavam mais cegos que o Diego e, sem sacar o duplo sentido da frase, brindaram todos em homenagem à minha "magnífica" mãe. O resto da noite foi normal, com Lucas do mesmo jeito animado, contando histórias das suas conquistas, tipo uma mulher casada que ele tinha comido com a família toda dela dentro de casa. Meu pai e meus tios se mijavam de rir, principalmente porque Lucas pintava a mulher da história como uma puta de verdade. Minha mãe ficava corando toda hora com os comentários dele, mas pela expressão dos olhos dela, dava pra ver que ela também tava ficando com tesão. Eu não acreditava. Minha mãe, toda certinha, agora ficava molhada ouvindo histórias de como tinham fodido ela na frente dos entes queridos. Lá pras 3 da manhã, com todo mundo já de ressaca, decidiram que era hora de ir pra casa. Enquanto todos juntavam as coisas, minha mãe foi pro hall acender as luzes e abrir a porta. Eu já tava subindo pro meu quarto, confuso e puto com o que tinha acabado de ver, e antes de começar a subir as escadas, vi minha mãe de novo, mas naquela hora eu queria jogar na cara dela o que tinha feito. Ia subir quando ouvi a voz do Lucas e vi ele se aproximar por trás dela. — Nossa, que anfitriã mais solícita — disse ele, dando um belo apertão na bunda dela. Minha mãe se virou e sorriu pra ele. —É o mínimo que posso fazer pelo meu "Rei" — e se deixou ser puxada pra perto de Lucas, agarrada pelo rabo. Lucas aproximou o rosto, e minha mãe não resistiu à tentação: colocou as mãos nas bochechas do seu Rei e começou a beijá-lo de novo como se não houvesse amanhã. Minha mãe, já toda molhada, passou a mão no volume de Lucas, esfregando com tesão. Lucas, pra não ficar atrás, começou a apertar os peitos da minha mãe enquanto os dois aumentavam a intensidade dos beijos. Ficaram se beijando como se não ligassem de serem pegos, mas por sorte meu tio estava muito bêbado e gritando, então quando ouviram ele se aproximar, se separaram e tentaram fingir que nada tinha rolado. Quando estavam saindo de casa, se despediram dos meus pais, e o último a sair foi Lucas. Ele apertou a mão do meu pai e agradeceu pelo jantar. —Valeu por tudo. Tava tudo muito gostoso. E principalmente, você tem uma mulher maravilhosa. —Valeu por vir, cara. Certeza que minha mulher também gostou de te conhecer. Volta quando quiser, parceiro — disse meu pai, parecendo um completo otário na frente da esposa e do cara que acabara de chifrá-lo feio. —E você, Marta... é uma verdadeira rainha — ele se aproximou e deu um beijo completamente inocente comparado com o que eu tinha visto minutos antes. —Prazer. Você também é um rei — ela piscou o olho e devolveu o beijo, também totalmente inocente. Eu tava alucinado. Mas que porra era aquela? Não cabia em mim de raiva. Até pouco tempo atrás, eles estavam trepando que nem bichos, ou melhor, que nem porcos, e agora agiam como se nada? Quando subi pro meu quarto, fiquei pensando no que tinha acontecido naquela noite. O quão puta minha mãe tinha sido e a facilidade com que aquele filho da puta tinha conseguido seduzir ela. Será que Lucas era bom demais ou minha mãe era uma gostosa? Ou os dois? De repente, me peguei com uma ereção começando ao relembrar as cenas da minha mãe sendo fodida sem piedade. Não podia acreditar que isso estivesse acontecendo comigo, então me enfiei na cama, esperando que minha mãe voltasse a ser ela mesma, a esposa amorosa e mãe exemplar que sempre achei que tinha em casa. Mas logo descobriria que estava muito enganado.
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