Minha mãe e o diretor da escola

Eu tava indo pra direção da escola, porque queria pedir pro Diretor se naquele dia eu podia sair uma hora mais cedo, já que minha mãe ia pra Cidade de León comprar umas coisas que precisava pra casa, e me pediu pra acompanhar ela, porque meu pai José não tava em casa, já que tinha ido pro México comprar umas peças pra arrumar um carro que levaram na oficina dele, e não ia voltar por três dias. Então tava indo pra Direção da escola, mas quando ouvi a voz do professor João conversando com o diretor, o professor Pedro, não entrei, fiquei parado do lado da porta, e escutei o seguinte:

— Sim, senhor diretor, tô falando da mãe do Pepito, a Dona Lupita, a esposa dele.
— Sim, claro, professor. Mas mal posso acreditar no que o senhor tá me contando. Como assim o engenheiro deixa você comer ela na frente dele?
— Sim, professor, de verdade. O senhor não vê a diferença de idade que eles têm? Ele tem quase vinte anos a mais que ela, pelo que me contaram outros amigos. O engenheiro tirou ela de um puteiro no DF, então ela já era uma puta desde muito tempo.
— Pois é, mas que coroa gostosa, hein! Ela é uma delícia! Que sortudo o senhor é, professor! Olha, e aqui entre nós, não teria chance de arrumar ela pra mim? O senhor sabe, eu não ia ficar mal-agradecido. Podia dar uns permissoes especiais e uns "negocinhos" aqui na escola, que acha?
— Bom, se é assim, pra mim não custa nada. Olha, vamo fazer o seguinte: hoje mesmo eu ia na casa dela, e aproveitando que o marido, o engenheiro José, não tá, porque acho que ele viajou pra algum negócio, então eu levo o senhor, não se preocupa. Eu cuido de tudo. Sei que ela vai aceitar tudo que eu quiser. E assim, o engenheiro nem vai desconfiar, vai pensar que só eu tô cuidando da mulher dele. O que me diz? Passo aí pra pegar o senhor? Eu ia lá umas dez da noite.
— Bom, professor, tá certo! Então fechado! Eu passo na sua casa pra pegar o senhor, tá bom?
— Ok.

Aí eu fiz de conta que tava chegando. endereço, e o diretor, ouviu meu pedido e claro me deu permissão. Mas como eu já tinha ouvido tudo, me preparei pra ver a função daquela noite. E lá pras nove, minha mãe me deu a janta e mandou eu ir pro meu quarto e dormir. Pouco depois, exatamente às dez em ponto, chegaram o professor Juan e o diretor, o professor Pedro.

— Oi, dona Lupita. Olha, te apresento o senhor diretor da minha escola, o professor Pedro.

— Como vai, professor? Sim, já conhecia ele, já falei várias vezes com o senhor, lembra? A gente conversou sobre meu filho Pepito, né?

— Sim, senhora. Aliás, o Pepito é um menino muito educado, e muito esperto pra idade dele, hein!

— E a que devo a visita, professor? Mas entra, senta aí na sala, querem alguma coisa pra beber?

— Sim, dona Lupita, a senhora podia dar um pouco do conhaque que seu marido, o engenheiro Zé, já me ofereceu outras vezes? Digo, se não for muito incômodo, e pro senhor diretor provar também, né?

— Claro, deixa eu preparar uma dose pra vocês, com licença.

Eu, que tava perto da porta do meu quarto, ouvia tudo claramente. Enquanto minha mãe Lupita ia pra cozinha, o professor Juan e o diretor comentavam:

— Mas olha só que rabão que essa mulher tem! Ela é uma gostosa! E dá pra ver que já tava te esperando, parece que por baixo desse roupão de cetim que ela tá usando, não tem nada!

— Sim, professor. É assim que ela me espera toda vez que venho, "entrega imediata". Cê vai ver como é fácil. A gente come essa puta, cê vai ver.

— Olha, aqui estão as bebidas de vocês. Querem algum petisco?

— Não, dona Lupita, não se incomoda, assim tá bom.

— Então, me diga, a que devo a honra da sua visita, senhor diretor? (O diretor tinha mais ou menos a idade do meu pai Zé.)

— Bom, o professor Juan tem me falado muito da senhora e do seu marido, e eu queria conhecer vocês um pouco mais, que tal?

— Sim, o professor Juaninho é muito "amigo da nossa família" e vem sempre nos visitar, mas é que hoje meu marido não tá, ele foi justamente hoje pra Cidade do México a trabalho. O trabalho dele e vai ficar fora uns dias.
-Ai que pena, dona Lupita, tava com vontade de conversar com ele. Aqui o professor João me disse que ele é um ótimo anfitrião e muito bom de papo.
-Pois é, como cê vê, ele não tá, mas cê pode conversar comigo, ou vai me dizer que eu não sou boa de conversa?
-Não, dona Lupita. Aqui o senhor diretor não quer acreditar no que a gente conversa e "faz" quando o engenheiro tá aqui.
-Mas professor, o senhor se atreveu a contar aqui pro senhor diretor "o que a gente faz"? Mas por que fez isso? Quem te deu permissão?

Vi como o professor João abraçava minha mãe Lupita e, puxando ela pra perto, acariciava ela por cima do roupão vermelho de cetim.
-Olha, Lupita, aqui o professor Pedro já sabe de tudo. Ele sabe como a gente mete o pau no seu marido, seu José, e em mim ao mesmo tempo! E o quanto você curte!
-Mas Joãozinho, cê não percebe que se meu marido descobrir, ele vai ficar muito puto com você e vai acabar comigo?
-E quem vai contar? Acho que não é você, não te convém, né?
-Mas então me diz, o que o senhor diretor vai pensar de mim?
-Ele não vai pensar nada, Lupita. Só vai meter o pau em você. Olha só como ele tá duro, só de te ver?

E se aproximando, o professor Pedro desabotoou a calça e praticamente colocou na cara da minha mãe Lupita um pau vigoroso, grosso e cheio de veias, coroado com dois ovões grandes e peludos.
-Olha, Lupita, pega nele e também nos ovos. Não vai me dizer que não gosta?
-Ai, pois é, Joãozinho, sim, verdade! Que vergalhão lindo o professor tem! Como tá durinho! Tá cheio de leite, me diz, esses ovos tão cheios de porra?
-Claro, Lupita, tão "bem cheinhos". Chupa eles e chupa meu pau, cê gosta!
-Hummm, sim, hummm, que pau gostoso, chomp, chomp, haaa, sim, como tá durinho, professor!

Os dois tiraram o roupão dela, que era a única coisa que minha mãe vestia, deixando nu um corpo exuberante. Aos 32 anos recém-completados, ela exibia umas tetonas enormes, firmes e cheias, coroadas com uma auréola rosada e um mamilinho durinho no centro, uns quadris que, pros meus olhinhos de criança, eu via enormes!, e que a maternidade tinha acentuado mais do que quando ela era recém-casada. Os dois professores já tinham se despido também e, enquanto o professor João saboreava a bebida dele, sentado no sofá individual da sala, o professor Pedro se ajoelhava na frente da minha mãe, que estava de pé com as pernas abertas. Separando uma grande moita de pelos, ele enfiava a língua enorme entre os lábios da buceta, dando grandes lambidas.

— Hummmm, que buceta peluda gostosa você tem, sua puta! Perdão, Lupita! Hummm, chomp, chomp! Sua ursinha, hummmm!
— Siiim, que delícia de boceta, papai! Aiiii, siiim, sinto sua língua lá dentro, papai, haaaa!

O professor Pedro se levantou, colocou minha mãe de quatro no sofá grande, abriu as pernas dela e continuou chupando ela, agora alternando a língua e os dedos entre o cu e a buceta, fazendo minha mãe começar a gemer e gritar pedindo pra ele meter o pau logo.

— Haaaaa, já, papai! Já, por favor, mete a pica! Me dá ela, papai!
— Chomp, chomp, chomp! Aguenta, putinha! Quero te levar ao máximo, putona! Chomp!
— Não, filho da puta! Não, por favor, mete ela! Eu preciso dela, caralho! Haaaaa! Já gozei duas vezes, haaaa!

Minha mãe tava numa posição muito gostosa. As tetonas enormes dela estavam em cima do encosto do sofá e as pernas completamente abertas, deixando ela totalmente à mercê dos instintos mais baixos do professor Pedro, que começou a meter o pau nos dois buracos: três vezes no cu e outras tantas na buceta super lubrificada da minha mãe! Essa situação não passou despercebida pelo professor João, que pegou minha mãe pelas orelhas e obrigou ela a chupar o pau dele, também bem durinho. Ele enfiou até a garganta, tanto que minha mãe quase se engasgava com aquele pedaço enorme de carne.

— Hagg, coff, coff, hagg! Não, hagg, por favor, não mete tudo! Tô me engasgando, haaaa!
— Chupa logo, então! gostosa e pega você mesma então puta,assiiim,haaa chupa eleeee como você sabe que eu gostooo putaaa,haaa! .-!assim meu reiiii assim você gostaaa,hummmmm,chupo gostoso papitooo,siii? .-!siiiii siiii assiiim,haaa que boa chupadora você é piriquitinha,haaaa chupa eleeee cachorraaa! bom, o que posso dizer, os dois homens gozaram ao mesmo tempo, enquanto minha mãe engasgava com tanta porra, mas sem deixar escapar uma única gota daquele líquido tão precioso .-!gulp,gulp,gulp,haaa,quanta porra siiii buceta,obrigada,!haaa que delícia de leite,hummmm,gostosooo haaa! .-!aiii cachorra puta me deixou seco,hummmm puta como você adora leiteee,haaa! quando terminaram, os três ficaram um bom tempo descansando e tomando os drinks que tinham e servindo mais, depois de uma pausa curta, foram para o quarto dos meus pais, onde com certeza continuariam metendo o pau na minha mãe, eu já também exausto, cansado e sem dormir, melhor fui pra minha cama e dormi, nem percebi a que horas os professores foram embora. bom, no próximo relato, vou contar como um tio meu, junto com meu pai, também dão lenha na minha mãe.

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