Aproximações com minha mãe II

Depois do "acidente" de gozar, a gente ficou conversando um tempão, ela me explicou várias paradas sobre cuidado como se fosse uma profissional dando educação sexual. Também disse que o que rolou era um acidente comum, típico da juventude ou da falta de experiência, e até pediu desculpas porque sentia que tinha sido cúmplice no que aconteceu comigo. Claramente, por dentro, eu tava feliz, mas várias perguntas ecoavam na minha cabeça: isso contava como traição da minha mãe? Eu tinha feito meu pai de corno? Era tecnicamente minha primeira vez? Eram perguntas estranhas, quase filosóficas, mas não eram importantes. Até fumei um cigarro assim que tirei a camisinha, todo o estereótipo de uma transa típica.

Minha mãe tinha um novo nível de confiança, muita conversa e um espaço sempre aberto pra qualquer tipo de pergunta. Eu não tinha coragem de perguntar se aquelas camisinhas eram de uma traição (o que eu comemoraria se fosse), e um tempo depois meus pais se separaram. Tanto minha irmã Julieta quanto eu odiávamos nosso pai, ele tinha sido infiel, mantido uma amante secreta por um tempão, e não só uma, ele tinha uma vida cheia de promiscuidade. Pelo menos teve a decência de usar camisinha com minha mãe, o filho da puta. Sofremos pra caralho, mas Julieta, minha mãe e eu ficamos fortes; os primeiros meses foram os piores. Julieta já não morava mais em casa naquela época, mas voltou pra garantir que a gente tivesse companhia. Qualquer traço de tesão pela minha mãe tinha ido embora porque outras coisas importavam, mas minha vontade de estrear continuava.

Junto com meu melhor amigo, juntamos uma grana porque já tinha contado pra ele sobre meu sofrimento. A gente achou que o melhor jeito era apressar o destino, ir numa puta. Pesquisamos e encontramos um lugar num bairro da capital. Eu tava cheio de expectativas e a parada não saía por mais de 70 pila por uma buceta vaginal, suficiente pro que eu precisava. Com muito nervoso. Cheguei no lugar combinado, onde fui recebido por uma milf loira de cachos e salto alto. Era uma casa velha onde ela atendia sozinha, e desde o primeiro momento me senti mal; ela falava com um tom prepotente, quase mandão. "Tira tudo", disse ela já no quarto, depois de eu ter pago o combinado. A situação já tinha me estressado, não subia, ela tentava me masturbar enquanto eu apalpava a bunda dela, mas não era nada como eu tinha imaginado. Quando ela se levantou, disse: "Ah, que pequenininha você tem". Esse comentário me destruiu. Ela colocou a camisinha e começou a chupar, mas de novo não durou nem um minuto e eu gozei. Pra acabar de me humilhar, ela disse: "Que rápido você gozou, garoto, parece que veio carregadinho, hein". Sem mais, ela me despachou do lugar. Fui andando até a estação de trem, olhando pro chão, chorando e fumando, me sentindo impotente, humilhado.

Já era noite, cheguei em casa tentando me acalmar porque iam perceber que eu tinha chorado, eu era ruim em disfarçar. Aí lembrei que Julieta ia sair com o namorado, então dava pra evitar minha mãe rápido. Quando cheguei, notei dois copos e duas cervejas vazias, imaginei que minha mãe tinha bebido com a Julieta; fui pro quintal pra fumar de novo (naquela época o vício em cigarro já tava saindo do controle), saía uma luz da janela do quarto da minha mãe.

E se...? Me aproximei devagar, entre os barulhos típicos de um bairro num fim de semana. De novo a cortina que não fechava direito; dessa vez não era meu pai, era um cara, desconhecido, jovem, deitado na cama enquanto minha mãe montava nele. Ele apertava os peitos dela e ela cavalgava com selvageria, a única coisa que dava pra ouvir de longe era a respiração pesada dos dois. Eu tava meio bêbado (naquela época não era problema beber no trem, então tinha tomado várias latas no caminho, um descontrolado), ajoelhado no quintal, desabotoei o cinto e tirei a pica pra fora. Ela continuava trepando. o cara que de vez em quando dava um tapa na bunda dela. Os quadris e as coxas largas dela pulavam sobre o homem desconhecido, ela tinha os movimentos mais variados. Eu já estava me masturbando de verdade, ajoelhado na grama do quintal dos fundos. O homem parou, ela ficou de quatro, o rosto dela descansava no colchão, o cara bombava sem piedade agora, ela tentava segurar os gemidos sem sucesso, mesmo contra o colchão ela gemia mostrando como estava gostando. Não dava tempo de sentir culpa, só queria me masturbar vendo alguém comendo ela direito, como ela merecia depois de anos tristes de casamento. A ejaculação chegou, antes a minha tinha chegado, que banhou a parede externa daquele cômodo, mas ele penetrou ela uma última vez com força pra gozar, saiu dela com a camisinha cheia de porra, ela ficou exausta, deitada de barriga pra baixo. Enquanto ele tirava a camisinha, pensei que talvez devesse ir embora e voltar depois.

Passaram-se alguns anos, minha mãe estava cada dia mais gostosa, a academia tinha ajudado, ela parecia muito relaxada e livre. Pra quem vem pela primeira vez, recomendo ler "Visita à minha irmã", uma saga curta onde conto o que rolou com ela. Eu já ia fazer 24 anos, o negócio com a Julieta tinha sido um antes e um depois na minha vida, um tesouro que eu sempre guardaria; naqueles momentos com ela, fiquei sabendo muita coisa sobre minha mãe, até coisas que nem imaginava. Da minha parte, consegui curar várias feridas do passado e curtia uma vida sexual bem ativa. Estávamos na cozinha tomando café da manhã.

_ Filho, quando é que a gente vai comer alguma coisa fora? Faz tempo que não saímos e tô começando a achar que você não quer mais passar tempo comigo...
_ Como assim não? Claro que eu gostaria de passar tempo... é que... você viu que meus trampos ultimamente são curtos e às vezes não pagam bem, não daria pra te convidar pra lugar nenhum.
_ Juliano! Sem desculpas, hein.
_ É sério, quem eu posso convidar? Ninguém, não tenho um puto.
_ Você saiu bastante com sua irmã... Aliás, como é que tá isso? Vocês não se veem tanto. já tô indo...

Eu entendia a malícia por trás da pergunta dela, sabia que era sobre algo óbvio, mesmo sem a gente falar diretamente.

_ Com a Julieta, a gente decidiu não passar tanto tempo junto como antes... talvez... dar um tempo e cada um seguir sua vida.
_ Entendo... mas sabe que não pergunto por mal, nem pra julgar, só quero saber se vocês dois tão felizes, a gente passa tanto tempo junto... Tem coisa que eu não acho errado, mas também tem que ter responsabilidade pra não sofrer consequência, cê sabe...
_ Sim, mãe, entendo, por isso a gente achou que talvez fosse bom dar um tempo... Não rolou nada de ruim, pelo contrário, foi tudo lindo... mas é...
_ Mas isso não muda que pra ela você tinha grana e pra mim não
_ Véia! Chega!
_ Hahaha, calma, tô só te zoando, o que quero te dizer é que não precisa ter grana, só precisa ter vontade...

Ela sorria e eu só podia falar sim. Então naquele mesmo dia a gente combinou de sair pra comer fora, ela tava de boa com as coisas dela, escolheu um restaurante bom pra me agradar, não precisava, mas ela insistiu.

Eu tinha vestido uma camisa e uma calça social que, pra ser sincero, me caíam muito bem. Ela saiu do quarto dela com um vestido preto simples, mas justo, e o verdadeiro destaque era o corpo dela valorizado por aquele vestido, que mal passava uns centímetros da bunda dela e, puta merda, eu tava adorando. Ela tinha alisado o cabelo, passado perfume e se maquiado; eu dei uma volta nela e ela ria feito boba, a bunda dela tava linda, dava pra ver o relevo da calcinha fio dental. Na parte de cima não era muito decotado, mas os peitões grandes dela já se destacavam sozinhos; abracei ela e dei um beijo longo na bochecha enquanto ela ria, eu brincava de fazer elogios e ela ria que nem uma menininha. Segurar ela pela cintura e sentir as gordurinhas dela era uma experiência que, pra ser honesto, já me deixava com muito tesão, acariciei sem ser muito direto o quadril dela enquanto ela, sorrindo, me olhava fixo nos olhos.

Comemos pra caralho e até tomamos um vinho bem gostoso, pedimos uma mesa lá fora porque acima de tudo a gente tem o vício do cigarro. Depois da janta, acendemos uns cigarros, minha mãe ficava me olhando, mas também soltava perguntas diretas:

— Faz um tempo que eu percebo que você é inseguro pra se relacionar com garotos ou garotas, posso saber por quê?
— Não... não sei, nunca me achei inseguro...
— Mas você é, e você é um garoto divino, lindo, bonzinho... Não entendo de onde vem sua insegurança
— Não sei... lembra daquela vez... aquele "acidente" enquanto você me explicava aquilo tão importante...
— Sim sim, nem precisa falar mais, entendi, não foi um "acidente", foi coisa da idade, já era... não precisa dar importância.

Tava um pouco frio, então a gente tava sozinho lá fora, mas mesmo assim eu falei bem baixinho, o mais baixo possível, enquanto me aproximava.

— Bom, acho que posso te contar, não tinha ninguém pra ficar, juntei uma grana e fui... fui numa puta, aquela mulher me tratou mal, não consegui ter uma ereção, e ainda gozei rápido.

Meus olhos ficaram meio tristes lembrando daquela experiência ruim, ela também ficou triste e pegou na minha mão.

— Julião... por que você não me contou? Me desculpa se te passei a imagem de que você não podia me falar isso, mas você não precisava digerir isso sozinho...
— Já foi, mãe, não tem problema, o tempo passou e do jeito que deu eu me virei... não sou o amante perfeito, mas de vez em quando vai bem e eu consigo curtir, agora tô melhor, graças a Deus, posso dizer que tô indo bem...
— E o que essa filha da puta fez pra te fazer sentir mal?
— Falou umas coisas...
— Que coisas?
— Nada... que... que eu tinha a piroca pequena e que... que eu tinha gozado rápido...

Eu me esforçava pra não chorar, ela só disse "você não é nada disso, nada disso é verdade". Pediu a conta e a gente foi andando de braço dado, xingando por ter que levar casaco, fumando achando que isso ia tirar o frio. Entramos num bar, tinha música e um clima de balada, ela queria que a gente se distraísse. Não tínhamos muito tempo porque precisávamos voltar e estávamos meio longe, devemos ter ficado umas duas horas, eu tava meio tímido, o pessoal olhava pra mim e, principalmente, olhava pra ela com aquela presença deslumbrante. De vez em quando eu ficava tomando minha cerveja de lado enquanto via uns caras tentando pegar minha mãe e até se atreviam a passar a mão na bunda dela sem o menor pudor, não me incomodava nem um pouco, só me incomodava não ter confiança pra puxar conversa. Ela se apresentou pra umas minas, disse que eu era amigo dela e me fez falar com elas, depois foi embora, coisa do destino acabei pegando o telefone delas. Minha mãe era muito boa em fazer social, coisa que eu aprenderia com ela depois e me ajudaria a me dar melhor nos relacionamentos.

Pedimos um táxi, nós dois andávamos sem rumo e rindo, já eram 4 da manhã, sorte que no dia seguinte as responsabilidades começavam tarde. Entramos no táxi e ela deu o endereço de casa, não ligava de pagar a mais só pra chegar logo. Minha mãe me abraçou e apoiou a cabeça no meu peito, o taxista me olhava pelo retrovisor e piscava o olho sorrindo, eu fazia o galã só pra não ter que dar mais explicações. O vestido da minha mãe levantava um pouco e aparecia o triângulo de tecido da calcinha fio dental, parecia vermelha. Ela tinha a bolsa em cima de mim, nem grande nem pequena, de repente senti a mão dela se aproximando da minha virilha, eu por ser novo já tava duro por padrão; rápido ela apertou meu volume, examinou bem apertando uma e outra vez, o taxista via e ria cúmplice levantando as sobrancelhas. Minha mãe sussurrou no meu ouvido "Aquela puta mentiu pra você, sabia? tá tudo mais que bem" e riu. Vi que o taxista não parava de prestar atenção. Ao chegar em casa minha mãe pagou e desceu primeiro, o taxista que queria fazer parte da história me disse "Até pagou a corrida e tudo, mais vale você dar conta do recado, hein mano, olha que as milf são as que mais pedem". Agradeci ele. O conselho, mesmo por dentro preferindo que ela não falasse. Assim que entrou, jogou os saltos e a bolsa, acendemos outro cigarro. Se por vício normal a gente fumava pra caralho, imagina naquele dia, já estávamos no segundo maço cada um. Abrimos uma última cerveja, dançamos um pouco com música do celular, era tudo muito engraçado, mesmo que o vestido dela subisse e já desse pra ver a bunda dela, não que eu não visse, mas aquela situação me deixava com tesão. A gente tava na sala, eu ainda com a pica dura e meio excitado com a situação.

_ Mãe, o que era aquilo de que estava tudo em ordem?
_ Tá me perguntando sério? Quer que eu repita?
_ Sim... por favor
_ Isso, Julião

Ela pegou minha pica de novo, mas com mais força e com cara de safada começou a apertar.

_ Ela mentiu que era pequena, é normal, mais que suficiente...
_ É? Então é assim que você gosta?
_ Eu gosto, sim, e gosto que saibam me tratar, sabia?

Sem hesitar, beijei ela num ataque de paixão, ela me abraçou pelo pescoço enquanto eu levantava o vestido dela e podia confirmar a calcinha fio dental vermelha de renda. Tirei o vestido dela, não conseguia tirar o sutiã por ser desastrado, então ela fez isso por mim. Tentei bancar o selvagem tentando arrancar os botões da minha camisa, mas ela segurou minhas mãos rápido e com agilidade desabotoou tudo, tirou tudo de mim, menos a cueca e as meias. Ela me levou pela mão até o quarto, lá dentro abaixou a cueca e minha pica deu aquele pulo que dá o toque estético na cena. Minha mãe exclamou "Ah, agora sim, filhão", se virou e sozinha ficou de quatro, antes tirei a calcinha fio dental e vi a buceta e a bunda dela totalmente depiladas, quis entrar de uma vez mas não consegui, ela encaixou minha pica na entrada e numa empurrada já tava dentro dela. Tinha a buceta ruiva dela à minha vontade, fiquei um segundo parado dentro dela tentando acalmar a mente enquanto ela se masturbava esfregando o clitóris. Soltava gemidos fininhos e tentando que fossem baixos, mas quanto mais se esfregava, mais se entregava, comecei a me mover devagar, entrando e Saindo, ela só gemia e dizia que tava bom. Tirei a pica porque achei que ia gozar, esperei uns segundos, entrei de novo e fui aumentando o ritmo aos poucos, não acreditava que era minha pica que tava entrando ali. Me animei a dar um tapa na bunda dela, e ela respondeu: "Mais forte, garoto!" Obedeci e bati mais forte, a bunda dela ficou vermelha, mas ela gemia e gritava "Isso!" a cada tapa, tentava me segurar com tanto tesão. Ela pediu pra puxar o cabelo dela, fez questão de me mostrar como, e entre tapa e puxão de cabelo eu penetrava ela, cada vez com mais vontade, ela continuava se estimulando também.

Do jeito que dava, tentava pegar um peito dela e apertar, mas a sensação de gozar apareceu e senti que não conseguia controlar. Não consegui avisar, mas assim que ela sentiu minha gozada, gritou: "Isso, garoto! Isso..." enquanto com a buceta parecia que tava espremendo minha pica, nunca tinham feito isso comigo, mas a contração era tão forte que não conseguia tirar minha pica. Depois que acabou, a gente se deitou abraçados.

_ Fui bem, mãe?
_ Perfeito, garoto
_ Não olhei o tempo
_ Para de falar merda, Julião! Foi tão... tão gostoso....

A gente dormiu enquanto foi ficando tarde, dormimos mas ia ter mais. Pensei na Julieta, na minha mãe, na puta que me tratou mal, em outra que me tratou bem, em homens e mulheres que passaram e pensei "nem tudo tá perdido".

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