Dormi bem relaxado, mas acordar não foi de graça, uma baita ressaca e um sentimento de culpa enorme, mas o que tava feito tava feito e eu tinha curtido, a culpa e o prazer moravam em mim. Nem de longe me considero atraente ou um grande fodedor, tenho outras qualidades, mas no geral sinto que sou um sortudo filho da puta, só isso. Já tive experiências incríveis, mas entendia que eram mais um golpe de sorte que soube aproveitar e pronto, e a experiência da noite anterior não era exceção.
Primeiro um banho, depois um café e um cigarro, tinha dormido pouco porque ouvi barulhos, era meu tio indo trabalhar, ele era bêbado mas muito responsável. Enquanto tomava banho, depilei a rola, não tinha muito pelo mas já era costume deixar lisinha, passei creme e naquele dia avisei no trampo que não ia, tinha licença pra organizar meus dias. Na minha cabeça só cabia a ideia de ver a Graciela de novo, mas não sabia como, sabia que ia ser estranho. Quando saí no quintal dos fundos, vi ela fumando sentada, tinha na mesinha um cinzeiro com várias bitucas, não era o cinzeiro de ontem, tava limpo mas com várias bitucas dela; talvez o nervosismo já me fizesse pensar que tantas bitucas podiam ser um rastro que levantasse suspeita, quem sabe. Ela tava impecável, cabelo penteado com gel, cumprimentei ela mas ela não me olhava enquanto falava, olhava um ponto fixo perdido.
_ Bom dia Graciela, como você dormiu?
_ Oi... mal, nervosa, como você esperava que eu dormisse?
_ Graciela, eu...
_ Desculpa, não é contra você, você é um amor, mas e se seu tio desconfiar de algo? Essa manhã ele nem me deu bola...
_ Bom, valeu pelo "amor", eu não posso dizer o mesmo, passei tão bem que dormi super relaxado...
_ É, claro, a gente tava meio bêbado e você tava de pau duro, eu servi pra te aliviar a quentura, moleque...
_ Tava ou tava? E já te falei pra parar de falar assim, não gosto que você se diminua, repito: tava ou tava?
_ Não importa, Julião, não importa... Não Parei de pensar que ela pode suspeitar...
— Que porra a Graciela vai suspeitar? Tô te perguntando sério, o cara tava apagado de bêbado, nem a música mexia com ele, cê acha que ia acordar por causa de uma foda no banheiro?
— SHHHHHH, baixa a voz, idiota, os vizinhos tão acordados do lado... Pode ser como cê diz, senão ela já teria falado alguma coisa...
— É assim, Graciela... e... mais uma coisa... não foi só tesão do momento... eu repetiria, Graciela.
Apoiei a mão na perna dela, ela tava de short jeans, era pele com pele, ela engoliu seco e balançou a cabeça fazendo sinal de "não", levantou e me beijou na testa, e na sequência foi pra dentro de casa. Não sabia como continuar, mas sabia que tinha desejo dos dois. Já eram umas 13h e eu continuava no café e cigarro, ela saiu de novo no quintal pra pendurar lençóis, perguntei se queria almoçar comigo, meio na dúvida ela respondeu que sim, mas pra dar uma variada falei que a gente ia almoçar na minha casa. Umas meia hora depois ela apareceu lá, entrou direto, perfumada e maquiada, tava uma gostosa, esperei ela com a música que ela gostava e uma cerveja aberta, começamos a beber e rir de outras coisas sem muito sentido, eu era bom pra fazer os outros rirem.
— Julián... aquilo que cê me disse... que não foi só tesão, é verdade?
— Claro, Graciela, cê é uma mulher linda, mais que isso, pra mim foi uma honra, entendo que a situação pode ser estranha, mas não deixou de ser lindo...
— Valeu, lindo, desculpa se falei que foi só tesão, é estranho na minha idade um cara como você me olhar, sabe? com tanta novinha gata por aí... Seu tio não é ruim, mas tem suas coisas... sei lá, e aí vem um cara bonzinho e te dá atenção, ainda mais bonito e novo... Foi um momento muito gostoso...
Ela falava com uma certa timidez e um sorriso que parecia nervoso e como se pedisse desculpa pelo que tava dizendo ao mesmo tempo. Parei de picar os legumes e fiquei de frente pra ela, mas com um tom de voz suave, a ideia não era fazer ela se sentir uma presa, mas que sinta minha tranquilidade.
_ Olha, Graciela, você tem razão, foi um momento muito gostoso, mas me arrependo de uma coisa, sabe?
_ De... do quê?
_ De não ter tido mais tempo pra fazer mais coisas, teria adorado te ter pelada na cama, ter te comido com calma, pra você aproveitar mais, saber do que você gosta e como...
Graciela tremia e respirava ofegante, não parava de olhar nos meus olhos enquanto tocava uns boleros de fundo, parecia clima de novela, que diferença fazia? Mesmo que fosse só brincar de novela por um tempo, já tirava ela da tristeza do relacionamento ou dos nervos. Ela deu uns passos até ficar com a boca perto da minha, senti todo o hálito dela de chiclete de menta e tabaco, segurei ela pela cintura e beijei; não queria que fosse uma parada selvagem como ontem à noite, sentia que ela queria tranquilidade. Os beijos foram mais carinhosos, com cada massagem de língua que a gente dava, sentia ela relaxar e o peso do corpo dela cair contra o meu. As mãos dela passeavam pelo meu corpo, mexia na minha bunda, no meu peito, acariciava meu cabelo. Não eram beijos desenfreados, eram calmos mas com um fogo especial, eu brincava com minha própria fraqueza, a bunda dela. Beijei o queixo dela e ela entendeu o código, esticou o pescoço e me ofereceu pra eu fazer o que quisesse, já tava entregue ao momento dos dois. Ela retribuía os favores lambendo meu pescoço e orelhas enquanto apertava meu pau por cima da calça. Levei ela pro quarto onde, aos poucos, fui tirando a roupa dela, deixei ela de bruços pra beijar toda a costa dela e enfiar um tempo minha cara naquela bunda linda, queria cheirar, lamber, morder. Ela pediu pra eu tirar o sutiã dela, o que obedeci, tirei a calcinha fio dental e dei uns beijos pretos nela, não tinha pressa, o primeiro elogio dela: "que lindo, nunca tinham feito isso comigo". Virei ela e, diferente de ontem à noite, ela tava depilada, ontem tinha um montinho de pelos que ficava bem nela, mas hoje tava completamente lisinha.
Abri as pernas dela e me joguei por cima pra dar uns beijos e chupar os peitos dela, toda uma pele perfumada e branca, "já vai colocar em mim, lindo?" ela perguntou sorrindo, sussurrei que não, que ainda faltava e fui descendo devagar até chegar na pussy dela, bem quando ia dar um oral ela me parou e perguntou:
_ O que você vai fazer?
_ Ia chupar você, Graciela... tá tudo bem?
_ Tá, sim... só que... nunca fizeram isso em mim, aquela coisa de lamber por trás... bom, também não... ha, mas se você gosta de fazer, eu quero experimentar...
Só abaixei a cabeça, na minha mente não conseguia acreditar que uma mulher tão gostosa tinha vivido sem ninguém chupar a pussy dela, nem mesmo meu tio que se achava um campeão na cama, mas tinham me chamado pra jogar, eu adorava chupar uma pussy. Depois de um tempo ela já gemia descontroladamente, ia levar todo o tempo do mundo se preciso pra ela ficar bem quente e ter os orgasmos dela, me ajudei com uns dedos até que ela gemeu tão forte que dobrou os joelhos contra o peito e me segurou firme pela cabeça, dei uma pausa de um segundo e continuei com a mesma coisa, tentava tocar os peitos dela, massagear o cu ou lamber e beijar as pernas. Vários minutos depois veio a segunda explosão, o corpo dela mais descontrolado, se contorcia selvagemente, empurrou minha cabeça pro lado e ficou deitada feito um casulo por uns minutos, tinha os olhos fechados e tentava diminuir o ritmo da respiração. "Me dá um minuto, por favor, já continuamos... Por favor... que gozada, tão forte e tão rápido..." Eu me sentia completo, mas não por me achar, me sentia completo porque ela parecia feliz, trouxe um copo d'água, ela sentou e tomou uns goles enquanto de vez em quando soltava umas risadas.
Do nada o telefone tocou, era meu tio, mas longe de cortar o momento ela atendeu calma, "Oi, meu amor... sim, dormi de novo... sim, sim, agora tava rindo com a TV... Sim, vou comer alguma coisa, você tá se sentindo bem?... Bom, vai com calma, te espero mais tarde". Ela parou e me olhou, eu estava ajoelhado, já tinha broxado, mas ela, ajoelhada, começou a lamber, e em segundos ficou dura de novo. Me deitou e agora o boquete dela era diferente, como quem tem algo gostoso e come devagar pra não acabar rápido. Continuava sendo uma chupada suave, mas ela pegava a cock, olhava pra ela e chupava. Numa mudança de atitude, colocou as mãos no meu abdômen e chupava sem tirar da boca, mas me dava o melhor olhar lascivo; não tirava os olhos dos meus. Pouco depois, subiu em cima de mim, ajeitou a cock e, com algumas cuspidas pra lubrificar, sentou em cima. Dava pra ver entrando e saindo, ou melhor, como ela devorava minha cock com a pussy, aos poucos os movimentos ganhavam força. Eu tava muito excitado, mas queria prestar atenção em cada parte do corpo dela, tocando a bunda dela, beijando ela, beijando o pescoço, chupando os peitos. Ela me olhava de cima e as respirações dela eram sopros de vento no meu rosto, sussurrou "hoje sou sua puta" e começou a cavalgar forte. Parecia que a gente tava naquela posição há um tempão, ou talvez não, não sei, mas era tempo de qualidade e a gente não sentia necessidade de mudar. A gente tava sem camisinha, igual na noite anterior, então avisei que ia gozar. Ela, entre gemidos descontrolados, só disse "goza dentro de mim". Assim que ela falou, gozei tremendo dentro dela, Graciela jogou todo o peso dela em cima de mim. A gente ficou parado, a música ainda tocando ao fundo. Ficamos assim por um tempo até eu tirar a cock, mas ela continuava abraçada em mim, montada. Ficamos nos beijando por um tempo. "Valeu", ela disse e foi pro banheiro, foi pro bidê se lavar. Eu sentia as pernas cansadas. Quando voltou, começou a se vestir; a gente podia ter partido pra uma segunda transa, mas por alguma razão estranha, nenhum dos dois sentiu que era necessário.
No final, a gente não comeu nada, tomou mais umas cervejas. Ela confessou que nunca tinha tido um orgasmo igual quando chupei ela, talvez tenha dito só pra agradar. Me elogiar, não sei. Quando meu tio chegou, ela o recebeu com muito carinho, parecia outra mulher. Ficaram juntos por mais um ano até se separarem; de vez em quando trocávamos mensagens, mas sem segundas intenções. Aquele momento, de certa forma, serviu para nós dois. Depois, perdi o contato e nunca mais soube dela, nem eu a procurei, nem ela a mim. Tomara que ela esteja bem e tenha encontrado alguém que não a encha o saco e que, de quebra, dê um bom boquete nela.
Primeiro um banho, depois um café e um cigarro, tinha dormido pouco porque ouvi barulhos, era meu tio indo trabalhar, ele era bêbado mas muito responsável. Enquanto tomava banho, depilei a rola, não tinha muito pelo mas já era costume deixar lisinha, passei creme e naquele dia avisei no trampo que não ia, tinha licença pra organizar meus dias. Na minha cabeça só cabia a ideia de ver a Graciela de novo, mas não sabia como, sabia que ia ser estranho. Quando saí no quintal dos fundos, vi ela fumando sentada, tinha na mesinha um cinzeiro com várias bitucas, não era o cinzeiro de ontem, tava limpo mas com várias bitucas dela; talvez o nervosismo já me fizesse pensar que tantas bitucas podiam ser um rastro que levantasse suspeita, quem sabe. Ela tava impecável, cabelo penteado com gel, cumprimentei ela mas ela não me olhava enquanto falava, olhava um ponto fixo perdido.
_ Bom dia Graciela, como você dormiu?
_ Oi... mal, nervosa, como você esperava que eu dormisse?
_ Graciela, eu...
_ Desculpa, não é contra você, você é um amor, mas e se seu tio desconfiar de algo? Essa manhã ele nem me deu bola...
_ Bom, valeu pelo "amor", eu não posso dizer o mesmo, passei tão bem que dormi super relaxado...
_ É, claro, a gente tava meio bêbado e você tava de pau duro, eu servi pra te aliviar a quentura, moleque...
_ Tava ou tava? E já te falei pra parar de falar assim, não gosto que você se diminua, repito: tava ou tava?
_ Não importa, Julião, não importa... Não Parei de pensar que ela pode suspeitar...
— Que porra a Graciela vai suspeitar? Tô te perguntando sério, o cara tava apagado de bêbado, nem a música mexia com ele, cê acha que ia acordar por causa de uma foda no banheiro?
— SHHHHHH, baixa a voz, idiota, os vizinhos tão acordados do lado... Pode ser como cê diz, senão ela já teria falado alguma coisa...
— É assim, Graciela... e... mais uma coisa... não foi só tesão do momento... eu repetiria, Graciela.
Apoiei a mão na perna dela, ela tava de short jeans, era pele com pele, ela engoliu seco e balançou a cabeça fazendo sinal de "não", levantou e me beijou na testa, e na sequência foi pra dentro de casa. Não sabia como continuar, mas sabia que tinha desejo dos dois. Já eram umas 13h e eu continuava no café e cigarro, ela saiu de novo no quintal pra pendurar lençóis, perguntei se queria almoçar comigo, meio na dúvida ela respondeu que sim, mas pra dar uma variada falei que a gente ia almoçar na minha casa. Umas meia hora depois ela apareceu lá, entrou direto, perfumada e maquiada, tava uma gostosa, esperei ela com a música que ela gostava e uma cerveja aberta, começamos a beber e rir de outras coisas sem muito sentido, eu era bom pra fazer os outros rirem.
— Julián... aquilo que cê me disse... que não foi só tesão, é verdade?
— Claro, Graciela, cê é uma mulher linda, mais que isso, pra mim foi uma honra, entendo que a situação pode ser estranha, mas não deixou de ser lindo...
— Valeu, lindo, desculpa se falei que foi só tesão, é estranho na minha idade um cara como você me olhar, sabe? com tanta novinha gata por aí... Seu tio não é ruim, mas tem suas coisas... sei lá, e aí vem um cara bonzinho e te dá atenção, ainda mais bonito e novo... Foi um momento muito gostoso...
Ela falava com uma certa timidez e um sorriso que parecia nervoso e como se pedisse desculpa pelo que tava dizendo ao mesmo tempo. Parei de picar os legumes e fiquei de frente pra ela, mas com um tom de voz suave, a ideia não era fazer ela se sentir uma presa, mas que sinta minha tranquilidade.
_ Olha, Graciela, você tem razão, foi um momento muito gostoso, mas me arrependo de uma coisa, sabe?
_ De... do quê?
_ De não ter tido mais tempo pra fazer mais coisas, teria adorado te ter pelada na cama, ter te comido com calma, pra você aproveitar mais, saber do que você gosta e como...
Graciela tremia e respirava ofegante, não parava de olhar nos meus olhos enquanto tocava uns boleros de fundo, parecia clima de novela, que diferença fazia? Mesmo que fosse só brincar de novela por um tempo, já tirava ela da tristeza do relacionamento ou dos nervos. Ela deu uns passos até ficar com a boca perto da minha, senti todo o hálito dela de chiclete de menta e tabaco, segurei ela pela cintura e beijei; não queria que fosse uma parada selvagem como ontem à noite, sentia que ela queria tranquilidade. Os beijos foram mais carinhosos, com cada massagem de língua que a gente dava, sentia ela relaxar e o peso do corpo dela cair contra o meu. As mãos dela passeavam pelo meu corpo, mexia na minha bunda, no meu peito, acariciava meu cabelo. Não eram beijos desenfreados, eram calmos mas com um fogo especial, eu brincava com minha própria fraqueza, a bunda dela. Beijei o queixo dela e ela entendeu o código, esticou o pescoço e me ofereceu pra eu fazer o que quisesse, já tava entregue ao momento dos dois. Ela retribuía os favores lambendo meu pescoço e orelhas enquanto apertava meu pau por cima da calça. Levei ela pro quarto onde, aos poucos, fui tirando a roupa dela, deixei ela de bruços pra beijar toda a costa dela e enfiar um tempo minha cara naquela bunda linda, queria cheirar, lamber, morder. Ela pediu pra eu tirar o sutiã dela, o que obedeci, tirei a calcinha fio dental e dei uns beijos pretos nela, não tinha pressa, o primeiro elogio dela: "que lindo, nunca tinham feito isso comigo". Virei ela e, diferente de ontem à noite, ela tava depilada, ontem tinha um montinho de pelos que ficava bem nela, mas hoje tava completamente lisinha.
Abri as pernas dela e me joguei por cima pra dar uns beijos e chupar os peitos dela, toda uma pele perfumada e branca, "já vai colocar em mim, lindo?" ela perguntou sorrindo, sussurrei que não, que ainda faltava e fui descendo devagar até chegar na pussy dela, bem quando ia dar um oral ela me parou e perguntou:
_ O que você vai fazer?
_ Ia chupar você, Graciela... tá tudo bem?
_ Tá, sim... só que... nunca fizeram isso em mim, aquela coisa de lamber por trás... bom, também não... ha, mas se você gosta de fazer, eu quero experimentar...
Só abaixei a cabeça, na minha mente não conseguia acreditar que uma mulher tão gostosa tinha vivido sem ninguém chupar a pussy dela, nem mesmo meu tio que se achava um campeão na cama, mas tinham me chamado pra jogar, eu adorava chupar uma pussy. Depois de um tempo ela já gemia descontroladamente, ia levar todo o tempo do mundo se preciso pra ela ficar bem quente e ter os orgasmos dela, me ajudei com uns dedos até que ela gemeu tão forte que dobrou os joelhos contra o peito e me segurou firme pela cabeça, dei uma pausa de um segundo e continuei com a mesma coisa, tentava tocar os peitos dela, massagear o cu ou lamber e beijar as pernas. Vários minutos depois veio a segunda explosão, o corpo dela mais descontrolado, se contorcia selvagemente, empurrou minha cabeça pro lado e ficou deitada feito um casulo por uns minutos, tinha os olhos fechados e tentava diminuir o ritmo da respiração. "Me dá um minuto, por favor, já continuamos... Por favor... que gozada, tão forte e tão rápido..." Eu me sentia completo, mas não por me achar, me sentia completo porque ela parecia feliz, trouxe um copo d'água, ela sentou e tomou uns goles enquanto de vez em quando soltava umas risadas.
Do nada o telefone tocou, era meu tio, mas longe de cortar o momento ela atendeu calma, "Oi, meu amor... sim, dormi de novo... sim, sim, agora tava rindo com a TV... Sim, vou comer alguma coisa, você tá se sentindo bem?... Bom, vai com calma, te espero mais tarde". Ela parou e me olhou, eu estava ajoelhado, já tinha broxado, mas ela, ajoelhada, começou a lamber, e em segundos ficou dura de novo. Me deitou e agora o boquete dela era diferente, como quem tem algo gostoso e come devagar pra não acabar rápido. Continuava sendo uma chupada suave, mas ela pegava a cock, olhava pra ela e chupava. Numa mudança de atitude, colocou as mãos no meu abdômen e chupava sem tirar da boca, mas me dava o melhor olhar lascivo; não tirava os olhos dos meus. Pouco depois, subiu em cima de mim, ajeitou a cock e, com algumas cuspidas pra lubrificar, sentou em cima. Dava pra ver entrando e saindo, ou melhor, como ela devorava minha cock com a pussy, aos poucos os movimentos ganhavam força. Eu tava muito excitado, mas queria prestar atenção em cada parte do corpo dela, tocando a bunda dela, beijando ela, beijando o pescoço, chupando os peitos. Ela me olhava de cima e as respirações dela eram sopros de vento no meu rosto, sussurrou "hoje sou sua puta" e começou a cavalgar forte. Parecia que a gente tava naquela posição há um tempão, ou talvez não, não sei, mas era tempo de qualidade e a gente não sentia necessidade de mudar. A gente tava sem camisinha, igual na noite anterior, então avisei que ia gozar. Ela, entre gemidos descontrolados, só disse "goza dentro de mim". Assim que ela falou, gozei tremendo dentro dela, Graciela jogou todo o peso dela em cima de mim. A gente ficou parado, a música ainda tocando ao fundo. Ficamos assim por um tempo até eu tirar a cock, mas ela continuava abraçada em mim, montada. Ficamos nos beijando por um tempo. "Valeu", ela disse e foi pro banheiro, foi pro bidê se lavar. Eu sentia as pernas cansadas. Quando voltou, começou a se vestir; a gente podia ter partido pra uma segunda transa, mas por alguma razão estranha, nenhum dos dois sentiu que era necessário.
No final, a gente não comeu nada, tomou mais umas cervejas. Ela confessou que nunca tinha tido um orgasmo igual quando chupei ela, talvez tenha dito só pra agradar. Me elogiar, não sei. Quando meu tio chegou, ela o recebeu com muito carinho, parecia outra mulher. Ficaram juntos por mais um ano até se separarem; de vez em quando trocávamos mensagens, mas sem segundas intenções. Aquele momento, de certa forma, serviu para nós dois. Depois, perdi o contato e nunca mais soube dela, nem eu a procurei, nem ela a mim. Tomara que ela esteja bem e tenha encontrado alguém que não a encha o saco e que, de quebra, dê um bom boquete nela.
4 comentários - A gostosa do meu tio II (final)