Fala galera! Como diz o título, depois de tanto tempo, tô de volta nessa comunidade. Na real, nunca fiquei totalmente ausente, sempre me deliciava com os contos de outros usuários. Acho que em algum outro relato eu já falei, mas se não falei, vou falar agora: sou mãe de uma menina de quase 3 anos, cuido dela praticamente sozinha e não tenho tempo pra mais nada além dela. Na verdade, às vezes nem quero arrumar tempo, quero aproveitar minha filha o máximo que der antes que ela cresça e depois não me queira mais HAHAHAHA e isso também às vezes significa abrir mão do meu lado mulher. Quem é mãe e frequenta essa comunidade vai me entender (espero). Bom, pra não encher o saco de vocês, quero contar um episódio que rolou poucos meses antes de eu engravidar... Conheci o Mati quando tava namorando, lá por 2015 (hoje não tô mais) e um tempo depois percebi que ele podia ter um certo interesse em mim. Não sei se era real ou se meu ego de putaria entendia assim hahaha questão é que a gente se viu de novo 2 anos e meio depois, quando eu já não tava mais com meu namorado da época. Ele me chamou pra sair, eu aceitei. Tava um friozinho naquela época, mas mesmo assim, era o primeiro cara que mostrava ALGUM interesse em mim depois do término. Fomos tomar umas cervejas e beliscar alguma coisa. Conversa vai, conversa vem, acabamos num beijo na praça. Pra mim era surreal, depois de tantos anos um cara reparar em mim era demais (aí vocês veem como um término afeta a autoestima de uma mulher). Não passou disso, e um tempo depois fui morar em outra cidade e trabalhar. Voltei alguns meses depois e entrei em contato com ele de novo. Parecia que o tempo não tinha passado, aparentemente a gente tinha e tem coisas em comum. Combinamos de nos ver pra assistir um filme e tomar algo. Até aí tudo bem, normal, um filme bom (que até hoje vejo e lembro dele), cigarro, cerveja, boa companhia. Do nada, Mati começou a me beijar e me tocar, eu tava nas nuvens, fazia tempo que queria que isso rolasse mas nunca acontecia. Mati é um pouco mais Moleque mais novo que eu (quem é que liga, né 🤣), magro, nem muito bombado nem muito frango, bem do meu gosto, cabelo castanho, um sorriso bonito, um piercing no nariz, umas mãos firmes e grandes que depois combinariam com o tamanho da arma dele. Ou talvez não, fosse MAIOR. Quase posso dizer da grossura de um desodorante 😳🙊 A gente tirou a roupa e continuou se beijando, se tocando suave e forte, ele soltou meu sutiã e fez o que quis com meus peitos (sempre tive uns peitos bons mesmo sendo magra), me amassou toda, minhas pernas e minha bunda também ganharam uma parte das carícias dele. Continuei beijando ele enquanto tirava a camiseta dele com uma atitude de putinha, olhando nos olhos dele e mordendo os lábios. Ele se levantou e abaixou a bermuda, mostrando a piroca. A verdade é que não era como eu imaginava, era melhor! Nada a ver com o tamanho das mãos dele, era maior. Comecei a masturbar ele devagar, molhando a mão e tocando. Fui colocando na boca aos poucos, digo aos poucos porque como falei: era grossa igual um tubo de desodorante. Acho que entrou um pouco mais da metade. Eu sou de garganta funda, mas essa piroca passava dos limites. Comecei a chupar do jeito que eu sempre gosto, devagar pra cima e pra baixo, mais forte, só na pontinha, no tronco, de novo inteira na minha garganta, passei a língua nos ovos dele e meus dedos batendo uma, Mati gemia e segurava minha nuca pra meter forte na minha boca. Impossível fazer isso com aquele troço, eu segurava com a mão, mas mesmo assim, queria testar meu próprio limite e profundidade. Tirei da boca toda babada e sentei ele no sofá, costas no encosto, enquanto ele colocava uma camisinha rápido, montei em cima dele, bahhh em cima daquele cano de carne viva. Custou um pouco, por mais que eu estivesse muito molhada, custou a encaixar minha buceta naquela piroca monstra. Quando consegui, comecei a rebolar, mas ao mesmo tempo sentia um pouco de dor. Mesmo assim, fiz minha parte. Gemia como a putinha que sou, Mati marcava o ritmo apertando meus peitos e minha bunda. Ficava louca vendo ele morder o lábio, dava vontade de que aquela pica me enfiasse até o útero kkkkk ficamos assim uns minutos, depois ele se deitou no sofá e continuamos plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf. Nem preciso dizer que aquela HUMANIDADE me fez gozar rápido e forte. Mati me levantou e me colocou de costas pro sofá, me metia tão bem, tão no ritmo, que só de lembrar meu corpo treme. Transamos como loucos no sofá dele, na cama da mãe dele (ali era um calor do caralho, não dava nem pra respirar), deitamos um pouco e eu vi que ele tinha tatuagens. No omoplata. Levantamos pra pegar algo pra beber e nos refrescar, o filme até lá já tinha avançado o quanto quis kkkkkkkkk colocamos de novo e dessa vez assistimos, abraçados e trocando beijinhos. Não demorou muito pra esquentar de novo, pausei o filme 😜 e voltamos pra nossa bagunça. Um blow job do caralho, muito apalpada, ele me levantou e me levou até a escrivaninha onde às vezes trabalhava com o pai dele. Me meteu de costas, levantando minhas pernas. Tanta umidade que tinha na minha buceta que a escrivaninha se mexia e eu junto, não conseguia me equilibrar. Também, com uma pica dessaaaaa não dava pra esperar menos!! Nem vou contar meus gemidos, as gostosas que leem isso e já transaram com gemidos vão entender 😏 Voltamos pro sofá pra continuar, já com mais estabilidade. Ele perguntou se eu deixava ele fazer no meu cuzinho. Tá loucoooo!! Ia deixar meu cu igual uma flor 🤣🤣🤣🤣 Gozamos várias vezes, sim, mas eu conto meus orgasmos, foram vários e fortes, uff. Mati, não sei se ele é muito doido pra transar e eu, sendo fogosa PRA CARALHO, ofusquei ele, ou se ele é tranquilo mas te deixa de cama kkkkkkkkk mas sei que aquela pica me enlouqueceu. Terminamos, nos cobrimos, o filme acabou, colocamos um documentário de rock e acendemos uns cigarros pra assistir. Dormimos e depois ele me trouxe pra casa. Uma das melhores noites de sexo que já tive 🙌🏼 Agora estamos prestes a nos ver de novo porque ficou aquela pica kkkkkkkkk mas isso fica pra outro relato. Adieuuuu
2 comentários - Depois de tanto tempo...