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Saudações e obrigado
Só pra avisar que todas as histórias continuam, trago um gostinho do que viria em 2022. Não sei quando, deixo claro. Mas em algum momento do ano, vai sair a segunda parte de "Minha Jovem Tia".
Dessa vez, e só no meu site, trago o PRELÚDIO da segunda parte.
Tem a forma de um capítulo único, por assim dizer, e antecipa de forma genérica o que vai rolar no segundo livro.
Se você não leu o anterior, já sabe...
Sem mais, deixo aqui o capítulo do primeiro livro pra quem não leu, e lembro que vocês podem seguir, comentar, perguntar, criticar ou o que vier na cabeça.
Também, que tudo tem seu tempo, então posso demorar pra lançar conteúdo novo, mas sempre acaba saindo.
Sempre o que é bom demora, dizem...
Minha Jovem Tia
por Hiphop911
CAPÍTULO 1
O nome dela é Tanya. A jovem mulher do meu falecido tio Roberto.
De origem genovesa, veio pra Argentina bem pequena e pouco depois dos 20 anos se casou com ele.
O pessoal não entendia a diferença de idade de quase 30 anos entre eles, mas se viam bem juntos.
Hoje, ela tem 28 anos, quase 10 a mais que eu. Uma loira gostosa. Cabelo comprido, meio castanho. Olhos verdes claros. Muito parecida com a atriz Rebecca Romijn na juventude. A primeira Mística do live action dos X-Men.
Aliás, meu nome é Ramiro, hehe. Tenho quase 1,80m. Estudo Engenharia e, não é por me gabar, mas Deus me abençoou bem lá embaixo.
A tana, como chamam no bairro, sempre foi muito na dela. Nunca ia encontrar alguém que falasse mal dela.
Talvez por estar com alguém muito mais velho, se sentia obrigada a agir assim.
Eu, que a conheço desde os 10 anos, posso dizer que ela é um doce. E que doce!!
Lembro que sempre que ficava na casa do tio, ela era muito boa comigo.
Eu era um menino, claro, mas conforme fui crescendo, fui percebendo o quanto ela era gostosa.
Posso dizer que, de certa forma, ela me chamava a atenção. Ainda mais considerando o quanto ela sempre foi carinhosa.
Meu tio não tinha filhos, não sei se porque não podia ou não queria, mas sempre me tratou como se fosse filho dele, não posso negar.
Numa das últimas conversas que tive com ele, ele me disse isso e me pediu que nunca deixasse de visitar a casa dele quando ele não estivesse mais aqui e que não deixasse a tia sozinha.
Um cara legal. Além disso, acho que esse último pedido era mais por medo de quem poderia se aproximar dela do que outra coisa, haha.
Minha "tia" é uma deusa.
Alta, com mais de 1,70 de altura.
Ele a conheceu quando ela dava os primeiros passos no mundo da moda. Coisa que ela largou depois.
Eu, poucas vezes tive a chance de vê-la, digamos, de pouca roupa.
No máximo na piscina do tio, mas ela usava maiôs inteiros que cobriam tudo.
Uma ou outra vez eu a vi de camisola. E sim, bati várias punhetas pensando nela. Era difícil não fazer isso depois que ela vinha me dar um beijo de boa noite com aqueles tecidos de seda, mal presos no corpo dela.
Além disso, ela não conseguia esconder aquela bunda enorme que tinha.
Disso eu já tinha ouvido alguns comentários.
Não importava o que ela vestisse, marcava tudo.
Uma bunda linda.
Ela também era peituda. Embora eu sempre achasse que ela aparentava ter mais peitos do que parecia.
Eu era um dos poucos que tinha tanto contato com ela, além do meu tio.
Muitas vezes eu fazia companhia para ela enquanto ela escrevia seus romances.
Claro, eu era um garoto naquela época. Não como agora.
Mas uma coisa não tinha mudado. Ela continuava sendo uma gostosa. E eu já tinha 19 anos.
Em parte por causa do meu tio e em parte por carinho, uma vez por semana eu ia visitá-la por uns três meses. Ela sempre esteve preparada para isso. Mas mesmo assim, eu a acompanhei na tristeza dela. Tomávamos chimarrão, víamos TV na sala.
Já não existia mais aquela cerimônia de tia-sobrinho. Parecia mais um amigão ou um irmão, pode-se dizer.
Sentia ela mais solta, menos estruturada.
Zoamos, claro, tinha muito mais intimidade do que antes.
E muito mais confiança. Eu amava aquilo.
Ela começou a me chamar carinhosamente de “guy”.
E eu gostava disso.
Mas agora o interessante.
O que eu mais curtia era poder ver um pouco do decote dela, ou as pernas e as leggings justas.
Cheguei a confirmar que minha teoria era verdade.
Muitas vezes ela não usava sutiã e dava pra ver claramente que tinha uns peitões bons. Grandes.
Às vezes, vendo algum filme, eu dava uma espiada. Talvez ela se mexia e mostrava pele a mais.
Dava pra notar que ela tinha uns globos lindos.
Mas o ponto de virada foi um dia em que eu passava na frente da casa dela.
Era quase uma mansão, com muitos metros de frente e fundos.
Era uma casa imensa e grande demais pra uma pessoa só.
A piscina ficava nos fundos, mas dava uma aparecida pelo lado da casa.
Se alguém olhasse por alguma parte do portão da entrada, não via nada.
Mas mais pro lado, entre as plantas, tinha um ponto cego que dava pro lado da casa.
Quando eu tocava a campainha e não abriam, sempre olhava pra ver se via alguém por ali.
Mas naquele dia eu não ia entrar, só tava passando por lá.
Tava muito calor.
E algo na minha mente me fez chegar perto do portão.
Por reflexo, fui tocar a campainha, mas tirei a mão rapidinho.
Eu ouvia música ao longe.
Não sei por que, mas fui na direção daquele setor que eu conhecia bem.
Comecei a olhar e não tinha nada de outro mundo.
Até que aconteceu algo que mudou minha vida.
Vi minha tia Tanya, lá longe.
Ela tava saindo da piscina, e me parecia que tava pelada.
Claro que de quase meia quadra não dava pra ver direito, muito menos apreciar como ela tava. Mas dava pra ver pele demais pra pensar que Ela tava de roupa.
Consegui ver as pernas dela inteiras, de lado.
Foram só dois segundos, mas o suficiente pra fantasiar um tempão. Amei a pele lisa dela, as curvas.
Será que tava pelada? Ou talvez de biquíni e minha mente viajou sozinha um pouco.
De cima não consegui ver nada direito.
Naqueles segundos, suei mais que num jogo de futebol.
Tava tremendo.
De repente, lembrei que tinha câmeras de segurança na entrada, então saí na hora. Pra não correr o risco de ver o vídeo e eu lá fuçando sei lá o quê.
Me recomponho e continuei andando.
Atônito.
Não conseguia acreditar.
Será que tava no pelo?
Não sei, mas mesmo de longe, nunca tinha visto ela assim.
Fiquei feito um idiota o dia inteiro.
Tava em casa, olhando pro teto a tarde toda.
Tentava lembrar de cada parte.
Investigava na minha mente, tentava ver além. Sem sucesso, inventei o resto eu mesmo.
No banho, bati uma punheta gostosa.
Não teve jeito de não subir a pica.
Senti um pouco de culpa, quando saiu todo o esperma de dentro.
Era a mulher do meu tio, no fim das contas.
Mas curti pra caralho.
Até já tinha ficado com algumas minas, mas fazia um tempão que não me masturbava pensando em alguém assim.
E ainda por cima, era minha tia. Minha tia nova.
Será que tava errado o que fiz?
Não sei, mas me invadiu um desejo estranho de conseguir mais momentos como aquele.
Uns dias depois, Tanya me mandou zap.
Normalmente a gente se falava assim.
TAN: E aí, mano!!
EU: Tan! Como cê tá???
TAN: Bem, bem! Tinha me falado que veio outro dia, seu otário!
Como assim?
Pensei "ela me viu, ferrei tudo".
O coração começou a bater de nervoso.
Tentei me acalmar e não piorar a situação.
EU: Ahhh sim! Só passei mesmo, hehe
TAN: Te vi pela câmera que tocou a campainha, mas não ouvi kkk. Tinha me mandado mensagem!!
Agradeço ao céu por aquele movimento involuntário de quase tocar a campainha. Me salvou a vida.
EU: Kk sem problema! Achei que cê não tivesse em casa
TAN: Tava sim, na piscina ouvindo música, por isso não Te escutei 😅
Já tinha me acalmado.
Como tinha escapado.
Me dava tesão ela falar aquilo. Que tava na piscina. Só faltava me contar como tava e pronto haha.
EU: Ahhh, então era isso haha
TAN: Jeje... eu, quando você vai ter um tempo livre pra me ajudar com uma coisa?? Vai, se quiser
EU: Quando quiser, Tan, do que cê precisa??
Amava que ela me pedia coisas e que a gente passava tempo junto.
TAN: Tenho um monte de coisa pra jogar fora do fundo, mas são pesadas pra mim sozinha 😁
EU: Fala a hora, vou lá e te ajudo!
TAN: Valeu, gato! Depois você dá um mergulho na piscina... não vou te explorar nesse calor haha
Por dentro pensei “coisas que nunca vão te acontecer na vida”. Meu verão tava prestes a começar.
Será que ela ia querer algo comigo?
Seria um sonho.
EU: Haha, bora!!
TAN: Beleza, amanhã cê topa??
EU: Tô lá... hahaha
TAN: Fechou, gato! Te espero 😘
EU: Fechou!
Sei que é uma besteira. Mas aquele beijinho fez meu pau subir.
Ia trampar um pouco. Mas tenho certeza que ia me divertir pra caralho com ela.
Era meio de semana e naquele dia não ia trabalhar com meu pai. Ele tem uma empresa de segurança de informática e sempre tava me ensinando como tocar os negócios. De vez em quando me passava alguma tarefa. Mas como eu estudava, não me obrigava a cumprir horário.
Era muito sortudo. Por isso sempre tentei aproveitar essa situação e levar tudo muito a sério.
Tomei café e mandei mensagem pra Tanya falando que quando ela quisesse eu ia.
Não morava longe da casa dela.
EU: Bom dia! Quando cê quiser, eu vou!
TAN: Bom dia 😊. Daqui meia hora passo pra te pegar.. Tô voltando das compras
EU: Fechou!!
TAN: 👌
E foi assim.
Depois de 30 minutos ouvi a buzina.
Ela veio no audi a4 branco dela.
O sorriso dela do carro fez meu dia começar do jeito mais foda.
Que anjo, pensei.
Pra minha surpresa, ela tava vestida de ficar em casa.
Tinha o cabelo preso num coque e uma regatinha decote V, que deixava ver a parte de cima dos peitos dela.
Por baixo, um jean desbotado azul.
TAN: Pronto pra trampar? Kkk
EU: Kkk sim... imagino que vai me fazer uns bons mates...
TAN: Ah é? Kkk
EU: Que? Cê acha que isso é de graça kkk
TAN: Droga, droga!! Kkk.- Como diria Emmett Brown. Sempre falava essa frase. Devia ser porque o filme favorito dele era De Volta pro Futuro.
EU: Kkkk
TAN: Óbvio, gato!
Como ela era gostosa.
Fiquei meio vermelho, pra ser sincero.
Mesmo não sendo do meu sangue, era minha família. Mas já sentia que tava afim dela.
Chegamos e comecei a limpar umas coisas do galpãozinho que tinha do lado do churrasqueiro.
Muita coisa velha e sem serventia.
TAN: Vou me trocar pra te dar uma mão!
EU: Oka!
Enquanto isso, eu continuei.
Pouco depois, vi ela vindo de longe.
Parecia que só tinha trocado o jeans.
Colocou uma legging.
Marcava todas as pernas dela.
Já começava a pensar coisas que não devia.
Era cinza, meio desbotada.
De vez em quando eu olhava pra ela.
Parecia ter a minha idade, tranquilamente.
Não queria ter uma ereção na frente dela, então tentei não olhar.
Mas num momento ela se abaixou pra frente e eu vi ela como nunca tinha visto até agora.
A bunda dela marcou.
Fiquei hipnotizado.
Era uma raba monumental.
Fiquei paralisado olhando aqueles glúteos.
A xereca que se formava no meio era demais.
Os lábios da buceta se contornavam.
Não acreditava no que tava vendo.
Além disso, marcava a fio dental.
Fiquei duro e quando ela se ajeitou, me fiz de desentendido como um profissional.
Mas o pau tinha subido.
Agora tinha que esconder de qualquer jeito.
Me concentrei, mas toda vez que ia abaixar, ela fazia um movimento na minha frente e eu via os peitos balançando ou ela de costas com a raba marcada.
Era impossível.
Notei que não tava de sutiã. Já que dava pra ver os biquinhos marcando de leve.
Que dia foda que eu tava vivendo.
A blusa verde que ela usava era bem larga. Era uma tortura ver os peitos se mexendo.
Sofri a manhã inteira.
Já tava desejando que acabasse pra ver se ela entrasse na piscina comigo.
Já depois do meio-dia a gente tinha terminado.
Almoçamos uns sanduíches no quiosque.
Eu ficava olhando pra ela.
Não podia ser tão gostosa e ainda por cima o sol batia no rosto dela e dava pra ver umas sardas.
TAN: Tá morrendo de vontade de se jogar de cabeça na piscina, né? Kkk
EU: Kkkk sim... um calorão..
TAN: Trouxe outra roupa, né? Tá podre kkkk
EU: Eeee kkk. Sim!
TAN: Kkkk brincadeira brincadeira
EU: Vai entrar também??
TAN: Hmm talvez um pouquinho... – Falou revirando os olhos pro lado
EU: Como assim talvez? Kkk
TAN: Sei lá, ué... kkk
EU: Muito chato sozinho..
TAN: Kkk tá bom, já que você insiste tanto... kkk
EU: kkk assim que eu gosto kkk
TAN: Calma aí, cara, hein!!
EU: Kkkk
TAN: Beleza.... entra você que eu vou me trocar..
Meus olhos se encheram de felicidade.
Só esperava que ela não colocasse aqueles maiôs dos anos 50.
Era a primeira vez que a gente ia ficar sozinho com pouca roupa.
Eu me joguei de cabeça e esperei por ela.
Era foda o que eu tava fazendo. Olhar pra mulher do meu tio. Ex-mulher, mas dá pra entender.
Tava só de short.
Quando vi ela vindo de casa.
Ela caminhava como se tivesse desfilando.
Fiquei olhando pra ela.
Toda vez que eu olhava, a Tanya soltava aquele sorriso que desmontava os ossos da gente.
Dessa vez não foi diferente.
Ela tava com um shortinho minúsculo. Metade do tamanho do meu, pra fazer uma comparação.
Mas em cima só o sutiã da bikini.
Fiquei babando sozinho.
Ela não só tinha uma cintura fitness de dar inveja, como também os peitos dela eram lindos.
Nunca tinha visto ela de bikini.
Não conseguia evitar ficar nervoso.
TAN: O quê?? Kkk
EU: Nada não kkk
TAN: Você ficou paradão kkk
EU: Só tava te vendo desfilar kkk. – Falei, todo esperto.
Ela soltou um sorriso daqueles que apaixonam.
TAN: Kkkk vai nessa!!
Não sei se era por causa do sol, mas ela tava corada.
EU: Kkk sério!! Modelo demais
TAN: Kkk beleza, que elogio! – Falou enquanto se abaixava pra colocar os pés na piscina.
Foi aí que vi aqueles peitos levitando.
Não podia ser.
O biquíni era vermelho.
Ela tinha uns peitos que dava vontade de chupar sem parar.
Acho que ela percebeu que eu tava olhando.
Não dava pra ser mais otário.
TAN: O que você tá olhando? – Falou com cara de quem tava provocando.
Que pedaço de idiota.
O que eu falo? Pensei.
EU: Que estranho te ver de biquíni... você sempre usava aqueles maiôs, hahaha
TAN: Aahh... é... seu tio não gostava que, digamos, eu mostrasse tanto...
EU: Ahh
TAN: Olha o que tô te contando, haja... – Mexia os pezinhos na água.
EU: Haha e aí? Não vai entrar?
TAN: Tá fria, haja
EU: Bom, agora vou sair e te jogar dentro, hahaha
TAN: Não se atreva... Nem pense, haja
Eu adorava zoar com ela.
Ela embarcava de boa. Muito brincalhona, sempre.
EU: Mmmm, sei não. Talvez...
TAN: Tá muito confiante, hein... – E ria de lado, de brincadeira.
EU: Hahaha tá bão... – E fingi que fiquei ofendido.
TAN: Hahaha tô te zoando, bobão, hahaha
Fiz que tava andando triste.
Ela ficou parada.
TAN: Eii!! Ficou bravo?
Ficou me olhando enquanto eu me aproximava como se fosse sair.
Quando de repente peguei ela pelos braços e joguei dentro da piscina.
Ri pra caralho.
Fiz ela entrar feito um cavalo.
TAN: Aaaa... puta que pariu... Oooo, tá gelada!! – Dizia morrendo de frio, mas rindo.
EU: Hahaha nunca confie em mim.
TAN: Como você me enganou, seu filho da puta, haja
Como os peitos dela brilhavam com a água.
Que delícia que pareciam.
EU: Hahaha você tá linda toda molhada. – Escapou de mim. Nem percebi.
O inconsciente me traiu.
TAN: Ei, ei, calma aí!! Que eu não sou nenhuma das suas namoradas...
EU: Hahaha – Só ri. Mas adorei que ela falou isso.
TAN: Não queria molhar o short... Droga, droga, hahaha vou te matar...
EU: Hahaha mas você riu... Era meu objetivo!
TAN: É... – E ria concordando comigo.
Que momento gostoso.
Aproveitei como nunca.
Ela se mexia e os peitos pareciam flutuar.
Tipo Elas se mexiam!
Uma loucura.
Ficamos um tempinho.
O sol batendo no rosto dela, deixava ela ainda mais linda de um jeito especial.
Dava prazer só de olhar.
Ela é bonita demais.
Verdade que eu me divertia pra caralho com ela.
Gostava muito dela.
Uns minutos depois, a gente já ia sair. Ela saiu primeiro.
Fiquei olhando como ela caminhava de costas.
Tava feito um tarado malicioso.
O shortinho fino colava divino na bunda dela.
Fazia ela parecer bem voluptuosa.
Foda.
Eu saí atrás dela.
Ela se secou na minha frente. Se inclinava passando a toalha e as tetas balançavam pra caralho.
Implorava pra alguma escapar.
TAN: Vou tomar um banho e volto, você me espera ou quer ir?
EU: Não, não, sem problema, te espero!
TAN: Oka...
Assim que ficou pronta, foi tomar banho.
Me troquei e fiquei na sala.
O notebook dela tava na mesa, aberto.
Toquei no touchpad e tava ligado.
Bateu aquela curiosidade doentia de procurar alguma coisa.
Ver se tinha fotos ou vídeos.
Tava errado.
Mas mesmo assim, fui fundo.
Com o coração batendo forte, comecei a procurar. De longe ouvia a chuva do chuveiro.
Tinha fotos soltas, mas todas normais, de família.
Arquivos de texto e tal.
No canto superior da área de trabalho tinha uma pasta.
Chamava "Tanya".
Passei o cursor em cima e na descrição dizia que pesava mais de 15 gigas.
Engoli seco e cliquei.
Mas não consegui entrar.
Tinha senha.
Que merda!
Mas se tinha senha, alguma coisa privada guardava ali.
Coisas privadas, íntimas?
Precisava ver o conteúdo.
Mas como?
Pelo menos naquele dia não ia dar.
Tanya ia sair do banheiro a qualquer momento.
Pra piorar, ia ter que evitar que ela viesse no note, até a tela apagar de novo como tava.
A curiosidade ainda me consumia.
Na lixeira tinha arquivos.
Entrei, mas nada. Nada que me interessasse.
Fui além e abri o navegador de internet.
Coloquei Facebook e entrei.
A conta dela abriu. Tava com a senha salva, então entrei.
Tinha perdido o controle.
Tá envolvidão numa curiosidade incontrolável.
Mas era um perigo.
Na hora o medo me tomou e eu saí.
Mas não sem antes ir em "opções avançadas" pra ver se a senha tava salva.
Pensei que talvez ela tivesse alguma conversa quente ou mandado alguma foto por aí.
Não achei que ia dar certo.
Normalmente não salvam senha daquele site.
Pra minha surpresa, essa era a exceção.
Tava salva.
Me senti um espião secreto.
"Ibiza2017" era a senha.
Na hora tentei na pasta.
Não deu, não era.
Mas pelo menos tinha a senha do Facebook dela.
Tava errado o que eu tava fazendo.
Mas minha rola agia sozinha.
Apaguei todos os rastros e ouvi que ela tinha terminado o banho.
Fui pra cozinha.
Num minuto a Tanya apareceu.
Com uma camiseta comprida e uma toalha na cabeça.
Em algumas partes tava transparente por causa da água.
Será que tava pelada por baixo?
TAN: Tudo bem, neném??
EU: Sim... mas... por que neném??? Kkk
TAN: Porque você é um neném kkk
EU: Tô a umas semanas de chegar nos 20 como você kkkk
TAN: Kkk... é verdade...
Ela viu que eu tava olhando pra ela.
Olhou pra si mesma.
TAN: Me sequei que nem merda... vou me trocar antes que você veja um peito kkkk
Deus. Não se troca não...
Eu ri de tão atônito que fiquei.
Ela virou e foi embora.
Enquanto ia, dava pra ver como a camiseta se encaixava na bunda dela.
Mal cobria quando ela secava o cabelo e subia.
Parecia que não tava usando nada por baixo.
Meses atrás, nem louca ia andar assim pela casa na minha frente ou de qualquer um.
Tipo, pra lei, ela era minha tia.
Mas a real é que a Tanya ainda era uma garota. Só um pouco mais velha que eu.
Fiquei pensando no jeito que ela falou comigo. Gostei.
Daí a pouco, ela voltou já trocada.
Eu tinha o que fazer em casa, então falei que já ia.
EU: Tan, vou nessa!
TAN: Ué, já vai?? — Ela falou meio tristonha.
EU: Sim, por quê?
TAN: Pensei que você ia ficar mais um pouco... mas Se tiver que fazer alguma coisa, não liga pra mim, vai...
EU: Não, como assim?
TAN: Sei lá... ver alguma mina, por exemplo kkkk
EU: Kkkk não, nada a ver..
TAN: Não seria nada demais, digo.. kkk
EU: Não não... só pensei que você ia querer ficar de boa, talvez... sei lá
TAN: Kkk não.... do jeito que você sempre fica... por isso achei estranho..
EU: Kkk ok..
TAN: Vamos ver um filme, parceiro?
Não podia ser mais doce.
Como dizer não pra ela?
EU: Bora!
Ela curtia muito minha companhia.
Preparou uns cafezinhos e fomos ver um filme.
Um de espaço.
Era bom. E a gente era muito bom de ver filme junto, sério.
Eu olhava pra ela, com aquela regatinha na barriga e o shortinho jeans.
Porra! Teve hora que eu queria pular em cima dela.
Tava muito gostosa.
Além disso, a gente se dava super bem.
Tanto que num momento, se acabando de rir, ela falou que “tava mais pra ser minha prima do que tia”.
Tanta razão.
Naquela tarde eu olhei demais pra ela umas vezes.
Não sei se ela percebia, mas quando notava, ria. Talvez não soubesse com que olhos eu olhava.
Ela me encarava como se não fosse nada.
Na real, curti muito aquela tarde.
Ela é dessas pessoas que até visualmente satisfazem.
Mas já tava meio tarde.
TAN: Bom... vou te pagar todo o trampo, me espera
EU: Que? Nada kkk
TAN: Como assim não?
EU: Fiz pra te ajudar, não pra você me pagar.... além disso a gente se acabou de rir...
TAN: Trampo é trampo..
EU: Se não, não ajudo mais kkk
TAN: E então.... você arruma as coisas e não ganha nada?
EU: Me sinto útil, aprendo também... e a gente passa um tempo legal... além disso, bom, você sabe.. às vezes me sinto em casa aqui..
TAN: Bom.... certeza?
EU: Sim... e se quiser a gente troca a fiação das luzes do fundo.... já tá velha e uma hora na chuva vai dar curto em tudo
TAN: Isso é um trampão...
EU: Você me paga com comida kkk
TAN: Kkkk que barato!
EU: Viu? kkk
TAN: Bom, a gente vê depois...
Quando já era hora de ir, ela se ofereceu pra me levar.
TAN: Te levo??
EU: Naaa, são só uns quarteirões
TAN: Certeza?? Te incomoda se eu te levar? Kkkk
EU: Kkkk não, por quê?
TAN: Sei lá... não é que eu te trate como criança, hein... é que é o mínimo que posso fazer
EU: Kkkk não, já entendi...
TAN: Você não quer que alguma mina te veja descendo do carro de uma deusa como eu? Kkkkk. E fazia caretas
EU: Kkkkkk não. Me leva, vai!
TAN: Kkkk vai... dirige você..
Ela me jogou as chaves do carro igual o Han fez com o Sean em Tóquio, e fomos pro carro.
Era perto também.
Mas passar mais um tempinho com a Tanya nunca podia ser ruim.
A gente ia conversando, morrendo de rir.
Combinamos de continuar amanhã.
Ela subiu um pé no banco.
Ficava sentada toda descolada.
Não dava pra ser mais gostosa.
O cabelão caía pra frente.
Ela tinha um braço apoiado no joelho.
EU: Só falta o boné e você parece uma rapper kkkk
TAN: Kkkk ah é? Yoyo!! E fez o gesto com as mãos
EU: Kkkk demais
TAN: E como seria meu nome de rapper, hein??
EU: Hmm sei lá... Tany tan... Taz-Tanya.. kkkk
TAN: Siiim, Taz-Tanya, adorei!! Kkkk
EU: Kkkk viu... depois me fala que horas a gente começa amanhã
TAN: Se quiser, vem às 10... tá bom?
EU: Fechou!
TAN: Pega a chave do portão, caso eu tenha saído ou algo, entra.
EU: Ok..
Já tínhamos chegado.
Conversamos 2 minutos sobre o que precisava comprar e tal.
TAN: Agora vou me sentir sozinha em casa. Maldição, maldição kkkk. Ela me deu um sorriso doce que me derreteu.
EU: Kkkk é, eu também... foi mó legal hoje! Mas amanhã a gente continua!
TAN: Siiim kkkk, beleza, cara!!
EU: Kkkk
Parecíamos dois namorados no carro conversando, né.
Depois descemos e ela veio se despedir.
TAN: Até amanhã!
EU: Te vejo amanhã, Taz-Tanya kkkkk
Ela me cumprimentou e subiu no carro morrendo de rir.
Fiquei olhando até ela ir embora.
Que dia!
Tava sentindo algo estranho em mim.
Será que eu tava afim da minha tia?
Podia ser um problema se fosse.
Não só por ser da família, mas pelo fato de ser a mulher do meu tio. Aquele que eu tanto amava.
Já em casa, à noite, não parava de pensar nisso. A parada do computador dela.
Fiquei com muita vontade de ver se tinha algo no Facebook dela.
Um tesão enorme me invadiu.
Mas uma parte de mim sabia que era errado.
Me mordi e me mordi pra não fazer. A Tanya era um anjo comigo. Não dava pra fazer isso.
E bom, no final, não fiz.
Tomei um banho e, isso sim, me mandei uma baita punheta.
Lembrava daqueles peitos na piscina. Das coxas lindas dela.
Acho que já tava passando do limite.
Mas se era o que eu sentia por dentro, por que teria que ser errado?
Quando gozei, pensando nela, talvez tenha batido um pouco de culpa, hehe.
Fui dormir mais aliviado.
No dia seguinte, acordei cedo e preparei umas ferramentas.
Fiquei orgulhoso de mim mesmo por não cair na tentação e não fuçar nas coisas da Tanya.
Tomei um café e lá pras 10 meu velho me levou na casa dela.
Me deixou na porta e foi embora.
Toquei a campainha e nada.
Olhei pelo lugar secreto e não vi nem ouvi nada.
Parecia que não tinha ninguém em casa.
Aí, como a Tanya tinha falado, decidi entrar por conta própria.
A frente da casa era foda, muito verde, caminho de pedra, árvores.
Fácil, uns 2 milhões de reais valia aquela casa.
Fui pelo lado pra levar a bolsa de ferramentas pro fundo.
Um silêncio tomava conta do lugar.
Só o canto dos passarinhos se ouvia.
Mas quando cheguei na área da piscina, meu coração foi a mil.
Na borda da piscina tava a Tanya, tomando sol, de bruços.
Tava com uma micro biquíni verde claro.
Quase explodi a cabeça.
Era a primeira vez que via ela com tão pouca roupa.
A bunda em forma de maçã apontava pro céu.
Quase descoberta pela fio dental, brilhava de um jeito que fazia minhas papilas gustativas trabalharem como nunca.
Dava pra ver um pouco de carne do lado da rachadura que se formava entre as nádegas.
Fiquei vermelho.
A pele lisa da bunda e das pernas dela endureceu minha pica pra caralho.
Não acreditava no que tava vendo.
Ela percebeu minha presença e pulou chão.
TAN: Neném!! – Ela se cobria com a toalha.
Eu vi a parte da frente da sunga dela.
Os triângulos eram meio pequenos.
Cobriam só uns 30% dos peitos dela.
Que infarto.
Olhei pro lado.
EU: Desculpa, Tan... você falou pras 10 e pra eu entrar se não atendesse...
TAN: Que horas são? – Perguntou perdida.
EU: Umas 10h20 já...
TAN: Ahh, nem percebi a hora... haha – Começou a rir meio envergonhada.
Eu comecei a me acalmar vendo que ela levou numa boa.
TAN: Nossa... desculpa... tô quase pelada.
Eu tinha que falar algo pra amenizar a situação.
EU: Pelada? O povo não vai assim pra praia ou piscina? Haha
Ela me olhou. Fez uma careta. Tipo “agora assim? Não”.
TAN: Haha do jeito que eu tô... fico sem graça de você ter me visto, cara...
Eu vi ela meio triste. Estranho.
EU: Haha como se eu nunca tivesse visto ninguém assim... – O remador dentro de mim falou mais alto.
TAN: Mesmo assim haha... – Ela se cobria bem com a toalha pra ir se trocar.
Eu só esperava que ela não olhasse pro volume que tinha crescido entre minhas pernas.
Meio corada, ela levantou e foi pra dentro.
Nunca vou esquecer aquela imagem.
Nunca mais.
Um minuto depois, ela saiu com um shortinho e uma regata rosa.
TAN: Agora sim, botei uma roupa haha
EU: Haha
TAN: Por favor, não conta que você me viu assim, hein...
EU: De sunga? Qual o problema? Haha – Eu minimizava tudo.
TAN: Tá bem... mas não era uma sunga qualquer... era bem pequena... tava aparecendo tudo... não quero que fiquem falando merda de mim depois.
Eu parei.
EU: Claro... fica tranquila... mas você não devia se preocupar tanto com o que os outros pensam...
Era compreensível ela pensar assim. Afinal, era viúva há uns meses.
Eu notei ela meio estranha.
Ela ficou desconfortável por eu ter visto ela daquele jeito.
Tipo, era algo novo. Mas também não era o fim do mundo. Pelo menos eu achava isso.
TAN: Bom... você já tomou café?
EU: Já sim... se quiser, eu começo...
TAN: Como quiser... bora!
Com a companhia dela, fiz o trampo. Ficamos até quase tarde. Já eram umas 15h. Se eu disser que não imaginei aquela bunda quase nua enquanto trabalhava, tô mentindo.
O trabalho ficou espetacular.
Tinha que ver de noite como a iluminação ficava.
Mas ela tinha economizado uma grana com a minha mão de obra.
TAN: Gênio!! Quero que seja noite pra ver como fica haha
EU: Haha depois tira foto e me manda
TAN: O quê, não vai ficar pra ver sua obra?
De novo ela me pedia pra ficar.
Adorava que ela fizesse isso.
EU: Beleza... se você quiser... – falei
TAN: Claro... te devo um jantarão, no mínimo haha
EU: Hahaha. Agora vou me jogar de cabeça na piscina com sua permissão
TAN: Fala sério... eu também... vou vestir algo a altura haha
Me veio uma ideia.
EU: Entra assim haha, vai que você vai se trocar por minha causa...
TAN: Assim como eu tô?? Haha
EU: Com a sunga que já tem por baixo...
TAN: Ahh tá. Quase pelada haha
EU: Pelada... hahaha meu deus
TAN: Cê tá cheio de confiança, hein... haha – Ela ria incrédula da minha atitude.
EU: Mmmm já sei...
TAN: O quê? – Me olhou curiosa
EU: Viu que você é modelo...
Ela me olhou com cara de “com o que esse cara vai vir agora”
TAN: Siiim... era... e daí?
EU: Então... entra na piscina como tava antes e é tipo um show que você tá e me paga assim, me deixando assistir hahaha
Ela me encarou.
Pronto, vai me mandar pastar, pensei.
TAN: Posso te perguntar uma coisa?
EU: Pode. – Espero que ela não tenha levado a mal.
TAN: Como é que você pensou nessa merda? Hahahaha – Ela riu, se divertindo.
Uffa.
Quase morri.
EU: Haha acabei de inventar.
TAN: Dá pra ver, Engenheiro, mais elaboração na próxima haha
EU: Beleza haha, vou tentar.
Meio que eu olhava pro chão. Pensava.
Ela levantou a cabeça e me olhou.
TAN: Tá bom... mas não fica me olhando, hein..
Excelente. Quando eu já tinha perdido as esperanças, ela disse sim!
O dia não podia ser melhor.
EU: Haha beleza. Vou pegar o short.
Fui me trocar.
Pensei em como ia fazer pra olhar a bunda dela sem ela perceber.
E sem perceber meu Ereção segura!
Essa parada de fazer coisas no limite do pudor tava me dando um tesão danado no estômago.
Minha tia ter essa intimidade comigo era o máximo.
Quando voltei, ela já tava na água.
Deus, não dava pra ser mais gostosa.
Vi a rabeta dela debaixo d'água, de costas.
Só um pouquinho até ela perceber que eu tava entrando.
Ela se cobria um pouco com os braços.
Tava vermelha, e não era só por causa do sol.
TIA: Fica aí, hein! Kkkk
EU: Kkkk nervosa, Potter? Kkkk
TIA: Kkkk se acha, né... e mais respeito, que sou sua tia...
EU: Mas podia ser minha prima, melhor... – zoava ela pra provocar. Ela entrava na brincadeira.
TIA: Kkkk quase que eu trocava suas fraldas...
EU: Vai, exagerada! Kkkk
TIA: Kkkk você é um menino.
Olhei pra ela com a cara do careca da Múmia.
Ela morreu de rir.
TIA: Bom, não é um moleque, mas sou sua tia... pelo menos legalmente, kkkk
EU: Kkkk minha tia gostosa!!! Kkkk
TIA: Como é que é??? – Ela parou. Me olhou sem saber se ria ou me matava.
EU: Ué, kkkk que outro cara tem uma tia tão jovem e gata? Absolutamente ninguém, kkkk
Ela não aguentou e se acabou de rir.
TIA: Mano... vou te matar, tia gostosa... meu deus... kkkk
Ela ria de um jeito tão lindo.
EU: Além disso... a gente tem quase a mesma idade...
Ela me olhava como se concordasse. Mas não entendia minha confiança repentina.
Quando ela se distraía, eu olhava pras tetas dela.
Que vontade de lamber.
TIA: Bom... acho que já me refresquei o suficiente...
Ela continuava se cobrindo os peitos com os braços.
EU: Já?
TIA: É... além disso, tô com vergonha de ficar assim na sua frente...
EU: Por mim, fica, kkkk
TIA: Sim, sim... vejo que você não tem problema... é bem atrevido
Ela ria, como se pensasse.
EU: Kkkk mas o que tem de errado?
TIA: Acho que nada...
Como essas situações me excitavam.
EU: A água tá gostosa
TIA: É... você tá com o pescoço todo vermelho... – ela disse
EU: É... não me liguei de passar protetor quando tava fazendo as coisas
TIA: Depois passa um dermaglós
EU: Fechou!
TIA: Belos abdominais, hein...
EU: Haha, viu...
TAN: Também não se acha o tal... — e riu
EU: Haha, você também tem tanquinho...
Ela baixou a mão pra tocar neles e soltou um pouco os peitos.
Que delícia.
Cada centímetro quadrado daqueles peitos lindos era terrivelmente gostoso de olhar.
A pele lisa brilhava de um jeito esplêndido.
Ela viu que eu tava olhando.
TAN: O que você tá olhando? Se é que se pode saber...
EU: Seu tanquinho, haha
TAN: É, claro! — como quem diz "tava olhando pras minhas tetas, cara"
Ela riu, e eu amei que ela fez isso.
Dava aquele toque especial de que a gente tava fazendo algo errado.
Foda.
A gente conversou um pouco assim, e depois ela já ia sair.
Ela se cobria um pouco, me olhava. Deixava algo mais à mostra. Se cobria de novo.
Eu também não olhei muito descarado.
Com menos vergonha já, andando de costas, ela saiu.
Vi a bunda dela nua de novo.
Era inacreditável.
Te deixava duro pra caralho.
E ainda nem se cobriu. Isso sim me pareceu estranho.
Ela se virou se secando e agiu como se fosse normal eu estar vendo.
Como se nada, me disse que ia preparar um lanche.
A safadeza me invadiu de novo.
Ela passou da vergonha extrema a não falar nada em questão de uma tarde.
Ou talvez por causa do reflexo do sol, ela não me viu.
Mas tomara que continuasse assim.
Ela andou rebolando igual uma deusa até entrar em casa.
Devorei ela com os olhos.
Do jeito que balançava aquela bunda pra cada lado a cada passo, era uma atração fatal.
Pouco depois, eu saí e fui pra dentro. Mas antes de entrar, parei numa das janelas.
Vi outra cena linda.
A Tanya, ainda de biquíni, tirando uma selfie de cima.
Fazendo biquinho de pato.
Que inferno que era.
Claramente, não ia postar nas redes sociais dela.
Seria pra alguém? Melhor não pensar nisso.
Aqueles peitos.
Toda uma femme fatale.
Observei ela enquanto se fotografava.
Dava vontade de tirar uma foto, mas não tinha o celular por perto.
Depois, ela foi pro lado do quarto dela, e eu entrei.
Com o pau duro igual um ferro quente. Também me virei pra vestir a roupa.
Doeu um pouquinho fazer isso, hein.
Uns minutos depois, já trocados, a gente lanchou.
Ela vestiu uma roupa de ficar em casa e continuava com o coque no cabelo.
Enquanto comia, ela falou:
TAN: Fazia tempo que ninguém me via assim...
Gostei do rumo que a coisa tomou.
EU: Assim como? — Me fiz de sonso...
TAN: Tipo na piscina, bobo kkk
EU: Ahh kkk é mesmo?
TAN: É... — Disse com vergonha
EU: Mas você também não tava pelada, Taz-Tanya kkkk
TAN: Ai neném! Kkkk
EU: Pois é kkk
Me fiz de besta que nem um profissional.
TAN: Mas mesmo assim...
EU: Você tem uma rabuda, por que não deixar ela brilhar?
TAN: Opa opa kkk...
EU: Beeeem... só tô falando
TAN: Ah é?? Cê acha mesmo?? — E fez uma careta de satisfação. Aquilo me deixou louco.
EU: Sim... — Me animei a falar.
TAN: Quando tô sozinha é uma coisa... não tenho problema...
EU: Bom, mas é normal também... não é nada demais
TAN: Sei lá... é o costume de tantos anos...
Eu entendia ela.
Mas ainda assim não entendia o bronzeado uniforme que ela tinha.
Não tinha partes brancas.
EU: Mas... não, nada. — Parei
Não quis continuar.
TAN: O quê? Fala!
EU: Kkk não, nada, era uma besteira.
TAN: Então fala. — Continuou curiosa
EU: Não é que eu tenha te visto muito... mas não dava pra ver partes brancas, tipo marcas de biquíni, sabe...
Ela sorriu de um jeito safado e olhou pro lado.
TAN: Kkk
EU: O quê? Kkk
TAN: Não, nada... — E fez uma cara de quem escondia algo.
EU: Agora fala você! kkkk
TAN: É que às vezes.... não, não posso te contar isso... — Parou
EU: O quê? — Já sabia onde aquilo ia dar e tava me deixando doido.
TAN: Nada, cara... pra que eu falei!
Droga, droga kkk
EU: Aaa já sei onde isso vai dar....
Olhei pra ela e ri.
TAN: O que cê tá pensando... — Me encarou
EU: Você toma sol em... né?
O rosto dela ficou vermelho profundo. Vulcânico.
Acho que exagerei na pergunta.
Ela não falava nada. Só me olhava, tentando procurar a resposta certa.
Ela abriu os olhos como uma buceta e respondeu:
Sigam
É importante!
Saudações e obrigado
Só pra avisar que todas as histórias continuam, trago um gostinho do que viria em 2022. Não sei quando, deixo claro. Mas em algum momento do ano, vai sair a segunda parte de "Minha Jovem Tia".
Dessa vez, e só no meu site, trago o PRELÚDIO da segunda parte.
Tem a forma de um capítulo único, por assim dizer, e antecipa de forma genérica o que vai rolar no segundo livro.
Se você não leu o anterior, já sabe...
Sem mais, deixo aqui o capítulo do primeiro livro pra quem não leu, e lembro que vocês podem seguir, comentar, perguntar, criticar ou o que vier na cabeça.
Também, que tudo tem seu tempo, então posso demorar pra lançar conteúdo novo, mas sempre acaba saindo.
Sempre o que é bom demora, dizem...
Minha Jovem Tia
por Hiphop911
CAPÍTULO 1
O nome dela é Tanya. A jovem mulher do meu falecido tio Roberto.
De origem genovesa, veio pra Argentina bem pequena e pouco depois dos 20 anos se casou com ele.
O pessoal não entendia a diferença de idade de quase 30 anos entre eles, mas se viam bem juntos.
Hoje, ela tem 28 anos, quase 10 a mais que eu. Uma loira gostosa. Cabelo comprido, meio castanho. Olhos verdes claros. Muito parecida com a atriz Rebecca Romijn na juventude. A primeira Mística do live action dos X-Men.
Aliás, meu nome é Ramiro, hehe. Tenho quase 1,80m. Estudo Engenharia e, não é por me gabar, mas Deus me abençoou bem lá embaixo.
A tana, como chamam no bairro, sempre foi muito na dela. Nunca ia encontrar alguém que falasse mal dela.
Talvez por estar com alguém muito mais velho, se sentia obrigada a agir assim.
Eu, que a conheço desde os 10 anos, posso dizer que ela é um doce. E que doce!!
Lembro que sempre que ficava na casa do tio, ela era muito boa comigo.
Eu era um menino, claro, mas conforme fui crescendo, fui percebendo o quanto ela era gostosa.
Posso dizer que, de certa forma, ela me chamava a atenção. Ainda mais considerando o quanto ela sempre foi carinhosa.
Meu tio não tinha filhos, não sei se porque não podia ou não queria, mas sempre me tratou como se fosse filho dele, não posso negar.
Numa das últimas conversas que tive com ele, ele me disse isso e me pediu que nunca deixasse de visitar a casa dele quando ele não estivesse mais aqui e que não deixasse a tia sozinha.
Um cara legal. Além disso, acho que esse último pedido era mais por medo de quem poderia se aproximar dela do que outra coisa, haha.
Minha "tia" é uma deusa.
Alta, com mais de 1,70 de altura.
Ele a conheceu quando ela dava os primeiros passos no mundo da moda. Coisa que ela largou depois.
Eu, poucas vezes tive a chance de vê-la, digamos, de pouca roupa.
No máximo na piscina do tio, mas ela usava maiôs inteiros que cobriam tudo.
Uma ou outra vez eu a vi de camisola. E sim, bati várias punhetas pensando nela. Era difícil não fazer isso depois que ela vinha me dar um beijo de boa noite com aqueles tecidos de seda, mal presos no corpo dela.
Além disso, ela não conseguia esconder aquela bunda enorme que tinha.
Disso eu já tinha ouvido alguns comentários.
Não importava o que ela vestisse, marcava tudo.
Uma bunda linda.
Ela também era peituda. Embora eu sempre achasse que ela aparentava ter mais peitos do que parecia.
Eu era um dos poucos que tinha tanto contato com ela, além do meu tio.
Muitas vezes eu fazia companhia para ela enquanto ela escrevia seus romances.
Claro, eu era um garoto naquela época. Não como agora.
Mas uma coisa não tinha mudado. Ela continuava sendo uma gostosa. E eu já tinha 19 anos.
Em parte por causa do meu tio e em parte por carinho, uma vez por semana eu ia visitá-la por uns três meses. Ela sempre esteve preparada para isso. Mas mesmo assim, eu a acompanhei na tristeza dela. Tomávamos chimarrão, víamos TV na sala.
Já não existia mais aquela cerimônia de tia-sobrinho. Parecia mais um amigão ou um irmão, pode-se dizer.
Sentia ela mais solta, menos estruturada.
Zoamos, claro, tinha muito mais intimidade do que antes.
E muito mais confiança. Eu amava aquilo.
Ela começou a me chamar carinhosamente de “guy”.
E eu gostava disso.
Mas agora o interessante.
O que eu mais curtia era poder ver um pouco do decote dela, ou as pernas e as leggings justas.
Cheguei a confirmar que minha teoria era verdade.
Muitas vezes ela não usava sutiã e dava pra ver claramente que tinha uns peitões bons. Grandes.
Às vezes, vendo algum filme, eu dava uma espiada. Talvez ela se mexia e mostrava pele a mais.
Dava pra notar que ela tinha uns globos lindos.
Mas o ponto de virada foi um dia em que eu passava na frente da casa dela.
Era quase uma mansão, com muitos metros de frente e fundos.
Era uma casa imensa e grande demais pra uma pessoa só.
A piscina ficava nos fundos, mas dava uma aparecida pelo lado da casa.
Se alguém olhasse por alguma parte do portão da entrada, não via nada.
Mas mais pro lado, entre as plantas, tinha um ponto cego que dava pro lado da casa.
Quando eu tocava a campainha e não abriam, sempre olhava pra ver se via alguém por ali.
Mas naquele dia eu não ia entrar, só tava passando por lá.
Tava muito calor.
E algo na minha mente me fez chegar perto do portão.
Por reflexo, fui tocar a campainha, mas tirei a mão rapidinho.
Eu ouvia música ao longe.
Não sei por que, mas fui na direção daquele setor que eu conhecia bem.
Comecei a olhar e não tinha nada de outro mundo.
Até que aconteceu algo que mudou minha vida.
Vi minha tia Tanya, lá longe.
Ela tava saindo da piscina, e me parecia que tava pelada.
Claro que de quase meia quadra não dava pra ver direito, muito menos apreciar como ela tava. Mas dava pra ver pele demais pra pensar que Ela tava de roupa.
Consegui ver as pernas dela inteiras, de lado.
Foram só dois segundos, mas o suficiente pra fantasiar um tempão. Amei a pele lisa dela, as curvas.
Será que tava pelada? Ou talvez de biquíni e minha mente viajou sozinha um pouco.
De cima não consegui ver nada direito.
Naqueles segundos, suei mais que num jogo de futebol.
Tava tremendo.
De repente, lembrei que tinha câmeras de segurança na entrada, então saí na hora. Pra não correr o risco de ver o vídeo e eu lá fuçando sei lá o quê.
Me recomponho e continuei andando.
Atônito.
Não conseguia acreditar.
Será que tava no pelo?
Não sei, mas mesmo de longe, nunca tinha visto ela assim.
Fiquei feito um idiota o dia inteiro.
Tava em casa, olhando pro teto a tarde toda.
Tentava lembrar de cada parte.
Investigava na minha mente, tentava ver além. Sem sucesso, inventei o resto eu mesmo.
No banho, bati uma punheta gostosa.
Não teve jeito de não subir a pica.
Senti um pouco de culpa, quando saiu todo o esperma de dentro.
Era a mulher do meu tio, no fim das contas.
Mas curti pra caralho.
Até já tinha ficado com algumas minas, mas fazia um tempão que não me masturbava pensando em alguém assim.
E ainda por cima, era minha tia. Minha tia nova.
Será que tava errado o que fiz?
Não sei, mas me invadiu um desejo estranho de conseguir mais momentos como aquele.
Uns dias depois, Tanya me mandou zap.
Normalmente a gente se falava assim.
TAN: E aí, mano!!
EU: Tan! Como cê tá???
TAN: Bem, bem! Tinha me falado que veio outro dia, seu otário!
Como assim?
Pensei "ela me viu, ferrei tudo".
O coração começou a bater de nervoso.
Tentei me acalmar e não piorar a situação.
EU: Ahhh sim! Só passei mesmo, hehe
TAN: Te vi pela câmera que tocou a campainha, mas não ouvi kkk. Tinha me mandado mensagem!!
Agradeço ao céu por aquele movimento involuntário de quase tocar a campainha. Me salvou a vida.
EU: Kk sem problema! Achei que cê não tivesse em casa
TAN: Tava sim, na piscina ouvindo música, por isso não Te escutei 😅
Já tinha me acalmado.
Como tinha escapado.
Me dava tesão ela falar aquilo. Que tava na piscina. Só faltava me contar como tava e pronto haha.
EU: Ahhh, então era isso haha
TAN: Jeje... eu, quando você vai ter um tempo livre pra me ajudar com uma coisa?? Vai, se quiser
EU: Quando quiser, Tan, do que cê precisa??
Amava que ela me pedia coisas e que a gente passava tempo junto.
TAN: Tenho um monte de coisa pra jogar fora do fundo, mas são pesadas pra mim sozinha 😁
EU: Fala a hora, vou lá e te ajudo!
TAN: Valeu, gato! Depois você dá um mergulho na piscina... não vou te explorar nesse calor haha
Por dentro pensei “coisas que nunca vão te acontecer na vida”. Meu verão tava prestes a começar.
Será que ela ia querer algo comigo?
Seria um sonho.
EU: Haha, bora!!
TAN: Beleza, amanhã cê topa??
EU: Tô lá... hahaha
TAN: Fechou, gato! Te espero 😘
EU: Fechou!
Sei que é uma besteira. Mas aquele beijinho fez meu pau subir.
Ia trampar um pouco. Mas tenho certeza que ia me divertir pra caralho com ela.
Era meio de semana e naquele dia não ia trabalhar com meu pai. Ele tem uma empresa de segurança de informática e sempre tava me ensinando como tocar os negócios. De vez em quando me passava alguma tarefa. Mas como eu estudava, não me obrigava a cumprir horário.
Era muito sortudo. Por isso sempre tentei aproveitar essa situação e levar tudo muito a sério.
Tomei café e mandei mensagem pra Tanya falando que quando ela quisesse eu ia.
Não morava longe da casa dela.
EU: Bom dia! Quando cê quiser, eu vou!
TAN: Bom dia 😊. Daqui meia hora passo pra te pegar.. Tô voltando das compras
EU: Fechou!!
TAN: 👌
E foi assim.
Depois de 30 minutos ouvi a buzina.
Ela veio no audi a4 branco dela.
O sorriso dela do carro fez meu dia começar do jeito mais foda.
Que anjo, pensei.
Pra minha surpresa, ela tava vestida de ficar em casa.
Tinha o cabelo preso num coque e uma regatinha decote V, que deixava ver a parte de cima dos peitos dela.
Por baixo, um jean desbotado azul.
TAN: Pronto pra trampar? Kkk
EU: Kkk sim... imagino que vai me fazer uns bons mates...
TAN: Ah é? Kkk
EU: Que? Cê acha que isso é de graça kkk
TAN: Droga, droga!! Kkk.- Como diria Emmett Brown. Sempre falava essa frase. Devia ser porque o filme favorito dele era De Volta pro Futuro.
EU: Kkkk
TAN: Óbvio, gato!
Como ela era gostosa.
Fiquei meio vermelho, pra ser sincero.
Mesmo não sendo do meu sangue, era minha família. Mas já sentia que tava afim dela.
Chegamos e comecei a limpar umas coisas do galpãozinho que tinha do lado do churrasqueiro.
Muita coisa velha e sem serventia.
TAN: Vou me trocar pra te dar uma mão!
EU: Oka!
Enquanto isso, eu continuei.
Pouco depois, vi ela vindo de longe.
Parecia que só tinha trocado o jeans.
Colocou uma legging.
Marcava todas as pernas dela.
Já começava a pensar coisas que não devia.
Era cinza, meio desbotada.
De vez em quando eu olhava pra ela.
Parecia ter a minha idade, tranquilamente.
Não queria ter uma ereção na frente dela, então tentei não olhar.
Mas num momento ela se abaixou pra frente e eu vi ela como nunca tinha visto até agora.
A bunda dela marcou.
Fiquei hipnotizado.
Era uma raba monumental.
Fiquei paralisado olhando aqueles glúteos.
A xereca que se formava no meio era demais.
Os lábios da buceta se contornavam.
Não acreditava no que tava vendo.
Além disso, marcava a fio dental.
Fiquei duro e quando ela se ajeitou, me fiz de desentendido como um profissional.
Mas o pau tinha subido.
Agora tinha que esconder de qualquer jeito.
Me concentrei, mas toda vez que ia abaixar, ela fazia um movimento na minha frente e eu via os peitos balançando ou ela de costas com a raba marcada.
Era impossível.
Notei que não tava de sutiã. Já que dava pra ver os biquinhos marcando de leve.
Que dia foda que eu tava vivendo.
A blusa verde que ela usava era bem larga. Era uma tortura ver os peitos se mexendo.
Sofri a manhã inteira.
Já tava desejando que acabasse pra ver se ela entrasse na piscina comigo.
Já depois do meio-dia a gente tinha terminado.
Almoçamos uns sanduíches no quiosque.
Eu ficava olhando pra ela.
Não podia ser tão gostosa e ainda por cima o sol batia no rosto dela e dava pra ver umas sardas.
TAN: Tá morrendo de vontade de se jogar de cabeça na piscina, né? Kkk
EU: Kkkk sim... um calorão..
TAN: Trouxe outra roupa, né? Tá podre kkkk
EU: Eeee kkk. Sim!
TAN: Kkkk brincadeira brincadeira
EU: Vai entrar também??
TAN: Hmm talvez um pouquinho... – Falou revirando os olhos pro lado
EU: Como assim talvez? Kkk
TAN: Sei lá, ué... kkk
EU: Muito chato sozinho..
TAN: Kkk tá bom, já que você insiste tanto... kkk
EU: kkk assim que eu gosto kkk
TAN: Calma aí, cara, hein!!
EU: Kkkk
TAN: Beleza.... entra você que eu vou me trocar..
Meus olhos se encheram de felicidade.
Só esperava que ela não colocasse aqueles maiôs dos anos 50.
Era a primeira vez que a gente ia ficar sozinho com pouca roupa.
Eu me joguei de cabeça e esperei por ela.
Era foda o que eu tava fazendo. Olhar pra mulher do meu tio. Ex-mulher, mas dá pra entender.
Tava só de short.
Quando vi ela vindo de casa.
Ela caminhava como se tivesse desfilando.
Fiquei olhando pra ela.
Toda vez que eu olhava, a Tanya soltava aquele sorriso que desmontava os ossos da gente.
Dessa vez não foi diferente.
Ela tava com um shortinho minúsculo. Metade do tamanho do meu, pra fazer uma comparação.
Mas em cima só o sutiã da bikini.
Fiquei babando sozinho.
Ela não só tinha uma cintura fitness de dar inveja, como também os peitos dela eram lindos.
Nunca tinha visto ela de bikini.
Não conseguia evitar ficar nervoso.
TAN: O quê?? Kkk
EU: Nada não kkk
TAN: Você ficou paradão kkk
EU: Só tava te vendo desfilar kkk. – Falei, todo esperto.
Ela soltou um sorriso daqueles que apaixonam.
TAN: Kkkk vai nessa!!
Não sei se era por causa do sol, mas ela tava corada.
EU: Kkk sério!! Modelo demais
TAN: Kkk beleza, que elogio! – Falou enquanto se abaixava pra colocar os pés na piscina.
Foi aí que vi aqueles peitos levitando.
Não podia ser.
O biquíni era vermelho.
Ela tinha uns peitos que dava vontade de chupar sem parar.
Acho que ela percebeu que eu tava olhando.
Não dava pra ser mais otário.
TAN: O que você tá olhando? – Falou com cara de quem tava provocando.
Que pedaço de idiota.
O que eu falo? Pensei.
EU: Que estranho te ver de biquíni... você sempre usava aqueles maiôs, hahaha
TAN: Aahh... é... seu tio não gostava que, digamos, eu mostrasse tanto...
EU: Ahh
TAN: Olha o que tô te contando, haja... – Mexia os pezinhos na água.
EU: Haha e aí? Não vai entrar?
TAN: Tá fria, haja
EU: Bom, agora vou sair e te jogar dentro, hahaha
TAN: Não se atreva... Nem pense, haja
Eu adorava zoar com ela.
Ela embarcava de boa. Muito brincalhona, sempre.
EU: Mmmm, sei não. Talvez...
TAN: Tá muito confiante, hein... – E ria de lado, de brincadeira.
EU: Hahaha tá bão... – E fingi que fiquei ofendido.
TAN: Hahaha tô te zoando, bobão, hahaha
Fiz que tava andando triste.
Ela ficou parada.
TAN: Eii!! Ficou bravo?
Ficou me olhando enquanto eu me aproximava como se fosse sair.
Quando de repente peguei ela pelos braços e joguei dentro da piscina.
Ri pra caralho.
Fiz ela entrar feito um cavalo.
TAN: Aaaa... puta que pariu... Oooo, tá gelada!! – Dizia morrendo de frio, mas rindo.
EU: Hahaha nunca confie em mim.
TAN: Como você me enganou, seu filho da puta, haja
Como os peitos dela brilhavam com a água.
Que delícia que pareciam.
EU: Hahaha você tá linda toda molhada. – Escapou de mim. Nem percebi.
O inconsciente me traiu.
TAN: Ei, ei, calma aí!! Que eu não sou nenhuma das suas namoradas...
EU: Hahaha – Só ri. Mas adorei que ela falou isso.
TAN: Não queria molhar o short... Droga, droga, hahaha vou te matar...
EU: Hahaha mas você riu... Era meu objetivo!
TAN: É... – E ria concordando comigo.
Que momento gostoso.
Aproveitei como nunca.
Ela se mexia e os peitos pareciam flutuar.
Tipo Elas se mexiam!
Uma loucura.
Ficamos um tempinho.
O sol batendo no rosto dela, deixava ela ainda mais linda de um jeito especial.
Dava prazer só de olhar.
Ela é bonita demais.
Verdade que eu me divertia pra caralho com ela.
Gostava muito dela.
Uns minutos depois, a gente já ia sair. Ela saiu primeiro.
Fiquei olhando como ela caminhava de costas.
Tava feito um tarado malicioso.
O shortinho fino colava divino na bunda dela.
Fazia ela parecer bem voluptuosa.
Foda.
Eu saí atrás dela.
Ela se secou na minha frente. Se inclinava passando a toalha e as tetas balançavam pra caralho.
Implorava pra alguma escapar.
TAN: Vou tomar um banho e volto, você me espera ou quer ir?
EU: Não, não, sem problema, te espero!
TAN: Oka...
Assim que ficou pronta, foi tomar banho.
Me troquei e fiquei na sala.
O notebook dela tava na mesa, aberto.
Toquei no touchpad e tava ligado.
Bateu aquela curiosidade doentia de procurar alguma coisa.
Ver se tinha fotos ou vídeos.
Tava errado.
Mas mesmo assim, fui fundo.
Com o coração batendo forte, comecei a procurar. De longe ouvia a chuva do chuveiro.
Tinha fotos soltas, mas todas normais, de família.
Arquivos de texto e tal.
No canto superior da área de trabalho tinha uma pasta.
Chamava "Tanya".
Passei o cursor em cima e na descrição dizia que pesava mais de 15 gigas.
Engoli seco e cliquei.
Mas não consegui entrar.
Tinha senha.
Que merda!
Mas se tinha senha, alguma coisa privada guardava ali.
Coisas privadas, íntimas?
Precisava ver o conteúdo.
Mas como?
Pelo menos naquele dia não ia dar.
Tanya ia sair do banheiro a qualquer momento.
Pra piorar, ia ter que evitar que ela viesse no note, até a tela apagar de novo como tava.
A curiosidade ainda me consumia.
Na lixeira tinha arquivos.
Entrei, mas nada. Nada que me interessasse.
Fui além e abri o navegador de internet.
Coloquei Facebook e entrei.
A conta dela abriu. Tava com a senha salva, então entrei.
Tinha perdido o controle.
Tá envolvidão numa curiosidade incontrolável.
Mas era um perigo.
Na hora o medo me tomou e eu saí.
Mas não sem antes ir em "opções avançadas" pra ver se a senha tava salva.
Pensei que talvez ela tivesse alguma conversa quente ou mandado alguma foto por aí.
Não achei que ia dar certo.
Normalmente não salvam senha daquele site.
Pra minha surpresa, essa era a exceção.
Tava salva.
Me senti um espião secreto.
"Ibiza2017" era a senha.
Na hora tentei na pasta.
Não deu, não era.
Mas pelo menos tinha a senha do Facebook dela.
Tava errado o que eu tava fazendo.
Mas minha rola agia sozinha.
Apaguei todos os rastros e ouvi que ela tinha terminado o banho.
Fui pra cozinha.
Num minuto a Tanya apareceu.
Com uma camiseta comprida e uma toalha na cabeça.
Em algumas partes tava transparente por causa da água.
Será que tava pelada por baixo?
TAN: Tudo bem, neném??
EU: Sim... mas... por que neném??? Kkk
TAN: Porque você é um neném kkk
EU: Tô a umas semanas de chegar nos 20 como você kkkk
TAN: Kkk... é verdade...
Ela viu que eu tava olhando pra ela.
Olhou pra si mesma.
TAN: Me sequei que nem merda... vou me trocar antes que você veja um peito kkkk
Deus. Não se troca não...
Eu ri de tão atônito que fiquei.
Ela virou e foi embora.
Enquanto ia, dava pra ver como a camiseta se encaixava na bunda dela.
Mal cobria quando ela secava o cabelo e subia.
Parecia que não tava usando nada por baixo.
Meses atrás, nem louca ia andar assim pela casa na minha frente ou de qualquer um.
Tipo, pra lei, ela era minha tia.
Mas a real é que a Tanya ainda era uma garota. Só um pouco mais velha que eu.
Fiquei pensando no jeito que ela falou comigo. Gostei.
Daí a pouco, ela voltou já trocada.
Eu tinha o que fazer em casa, então falei que já ia.
EU: Tan, vou nessa!
TAN: Ué, já vai?? — Ela falou meio tristonha.
EU: Sim, por quê?
TAN: Pensei que você ia ficar mais um pouco... mas Se tiver que fazer alguma coisa, não liga pra mim, vai...
EU: Não, como assim?
TAN: Sei lá... ver alguma mina, por exemplo kkkk
EU: Kkkk não, nada a ver..
TAN: Não seria nada demais, digo.. kkk
EU: Não não... só pensei que você ia querer ficar de boa, talvez... sei lá
TAN: Kkk não.... do jeito que você sempre fica... por isso achei estranho..
EU: Kkk ok..
TAN: Vamos ver um filme, parceiro?
Não podia ser mais doce.
Como dizer não pra ela?
EU: Bora!
Ela curtia muito minha companhia.
Preparou uns cafezinhos e fomos ver um filme.
Um de espaço.
Era bom. E a gente era muito bom de ver filme junto, sério.
Eu olhava pra ela, com aquela regatinha na barriga e o shortinho jeans.
Porra! Teve hora que eu queria pular em cima dela.
Tava muito gostosa.
Além disso, a gente se dava super bem.
Tanto que num momento, se acabando de rir, ela falou que “tava mais pra ser minha prima do que tia”.
Tanta razão.
Naquela tarde eu olhei demais pra ela umas vezes.
Não sei se ela percebia, mas quando notava, ria. Talvez não soubesse com que olhos eu olhava.
Ela me encarava como se não fosse nada.
Na real, curti muito aquela tarde.
Ela é dessas pessoas que até visualmente satisfazem.
Mas já tava meio tarde.
TAN: Bom... vou te pagar todo o trampo, me espera
EU: Que? Nada kkk
TAN: Como assim não?
EU: Fiz pra te ajudar, não pra você me pagar.... além disso a gente se acabou de rir...
TAN: Trampo é trampo..
EU: Se não, não ajudo mais kkk
TAN: E então.... você arruma as coisas e não ganha nada?
EU: Me sinto útil, aprendo também... e a gente passa um tempo legal... além disso, bom, você sabe.. às vezes me sinto em casa aqui..
TAN: Bom.... certeza?
EU: Sim... e se quiser a gente troca a fiação das luzes do fundo.... já tá velha e uma hora na chuva vai dar curto em tudo
TAN: Isso é um trampão...
EU: Você me paga com comida kkk
TAN: Kkkk que barato!
EU: Viu? kkk
TAN: Bom, a gente vê depois...
Quando já era hora de ir, ela se ofereceu pra me levar.
TAN: Te levo??
EU: Naaa, são só uns quarteirões
TAN: Certeza?? Te incomoda se eu te levar? Kkkk
EU: Kkkk não, por quê?
TAN: Sei lá... não é que eu te trate como criança, hein... é que é o mínimo que posso fazer
EU: Kkkk não, já entendi...
TAN: Você não quer que alguma mina te veja descendo do carro de uma deusa como eu? Kkkkk. E fazia caretas
EU: Kkkkkk não. Me leva, vai!
TAN: Kkkk vai... dirige você..
Ela me jogou as chaves do carro igual o Han fez com o Sean em Tóquio, e fomos pro carro.
Era perto também.
Mas passar mais um tempinho com a Tanya nunca podia ser ruim.
A gente ia conversando, morrendo de rir.
Combinamos de continuar amanhã.
Ela subiu um pé no banco.
Ficava sentada toda descolada.
Não dava pra ser mais gostosa.
O cabelão caía pra frente.
Ela tinha um braço apoiado no joelho.
EU: Só falta o boné e você parece uma rapper kkkk
TAN: Kkkk ah é? Yoyo!! E fez o gesto com as mãos
EU: Kkkk demais
TAN: E como seria meu nome de rapper, hein??
EU: Hmm sei lá... Tany tan... Taz-Tanya.. kkkk
TAN: Siiim, Taz-Tanya, adorei!! Kkkk
EU: Kkkk viu... depois me fala que horas a gente começa amanhã
TAN: Se quiser, vem às 10... tá bom?
EU: Fechou!
TAN: Pega a chave do portão, caso eu tenha saído ou algo, entra.
EU: Ok..
Já tínhamos chegado.
Conversamos 2 minutos sobre o que precisava comprar e tal.
TAN: Agora vou me sentir sozinha em casa. Maldição, maldição kkkk. Ela me deu um sorriso doce que me derreteu.
EU: Kkkk é, eu também... foi mó legal hoje! Mas amanhã a gente continua!
TAN: Siiim kkkk, beleza, cara!!
EU: Kkkk
Parecíamos dois namorados no carro conversando, né.
Depois descemos e ela veio se despedir.
TAN: Até amanhã!
EU: Te vejo amanhã, Taz-Tanya kkkkk
Ela me cumprimentou e subiu no carro morrendo de rir.
Fiquei olhando até ela ir embora.
Que dia!
Tava sentindo algo estranho em mim.
Será que eu tava afim da minha tia?
Podia ser um problema se fosse.
Não só por ser da família, mas pelo fato de ser a mulher do meu tio. Aquele que eu tanto amava.
Já em casa, à noite, não parava de pensar nisso. A parada do computador dela.
Fiquei com muita vontade de ver se tinha algo no Facebook dela.
Um tesão enorme me invadiu.
Mas uma parte de mim sabia que era errado.
Me mordi e me mordi pra não fazer. A Tanya era um anjo comigo. Não dava pra fazer isso.
E bom, no final, não fiz.
Tomei um banho e, isso sim, me mandei uma baita punheta.
Lembrava daqueles peitos na piscina. Das coxas lindas dela.
Acho que já tava passando do limite.
Mas se era o que eu sentia por dentro, por que teria que ser errado?
Quando gozei, pensando nela, talvez tenha batido um pouco de culpa, hehe.
Fui dormir mais aliviado.
No dia seguinte, acordei cedo e preparei umas ferramentas.
Fiquei orgulhoso de mim mesmo por não cair na tentação e não fuçar nas coisas da Tanya.
Tomei um café e lá pras 10 meu velho me levou na casa dela.
Me deixou na porta e foi embora.
Toquei a campainha e nada.
Olhei pelo lugar secreto e não vi nem ouvi nada.
Parecia que não tinha ninguém em casa.
Aí, como a Tanya tinha falado, decidi entrar por conta própria.
A frente da casa era foda, muito verde, caminho de pedra, árvores.
Fácil, uns 2 milhões de reais valia aquela casa.
Fui pelo lado pra levar a bolsa de ferramentas pro fundo.
Um silêncio tomava conta do lugar.
Só o canto dos passarinhos se ouvia.
Mas quando cheguei na área da piscina, meu coração foi a mil.
Na borda da piscina tava a Tanya, tomando sol, de bruços.
Tava com uma micro biquíni verde claro.
Quase explodi a cabeça.
Era a primeira vez que via ela com tão pouca roupa.
A bunda em forma de maçã apontava pro céu.
Quase descoberta pela fio dental, brilhava de um jeito que fazia minhas papilas gustativas trabalharem como nunca.
Dava pra ver um pouco de carne do lado da rachadura que se formava entre as nádegas.
Fiquei vermelho.
A pele lisa da bunda e das pernas dela endureceu minha pica pra caralho.
Não acreditava no que tava vendo.
Ela percebeu minha presença e pulou chão.
TAN: Neném!! – Ela se cobria com a toalha.
Eu vi a parte da frente da sunga dela.
Os triângulos eram meio pequenos.
Cobriam só uns 30% dos peitos dela.
Que infarto.
Olhei pro lado.
EU: Desculpa, Tan... você falou pras 10 e pra eu entrar se não atendesse...
TAN: Que horas são? – Perguntou perdida.
EU: Umas 10h20 já...
TAN: Ahh, nem percebi a hora... haha – Começou a rir meio envergonhada.
Eu comecei a me acalmar vendo que ela levou numa boa.
TAN: Nossa... desculpa... tô quase pelada.
Eu tinha que falar algo pra amenizar a situação.
EU: Pelada? O povo não vai assim pra praia ou piscina? Haha
Ela me olhou. Fez uma careta. Tipo “agora assim? Não”.
TAN: Haha do jeito que eu tô... fico sem graça de você ter me visto, cara...
Eu vi ela meio triste. Estranho.
EU: Haha como se eu nunca tivesse visto ninguém assim... – O remador dentro de mim falou mais alto.
TAN: Mesmo assim haha... – Ela se cobria bem com a toalha pra ir se trocar.
Eu só esperava que ela não olhasse pro volume que tinha crescido entre minhas pernas.
Meio corada, ela levantou e foi pra dentro.
Nunca vou esquecer aquela imagem.
Nunca mais.
Um minuto depois, ela saiu com um shortinho e uma regata rosa.
TAN: Agora sim, botei uma roupa haha
EU: Haha
TAN: Por favor, não conta que você me viu assim, hein...
EU: De sunga? Qual o problema? Haha – Eu minimizava tudo.
TAN: Tá bem... mas não era uma sunga qualquer... era bem pequena... tava aparecendo tudo... não quero que fiquem falando merda de mim depois.
Eu parei.
EU: Claro... fica tranquila... mas você não devia se preocupar tanto com o que os outros pensam...
Era compreensível ela pensar assim. Afinal, era viúva há uns meses.
Eu notei ela meio estranha.
Ela ficou desconfortável por eu ter visto ela daquele jeito.
Tipo, era algo novo. Mas também não era o fim do mundo. Pelo menos eu achava isso.
TAN: Bom... você já tomou café?
EU: Já sim... se quiser, eu começo...
TAN: Como quiser... bora!
Com a companhia dela, fiz o trampo. Ficamos até quase tarde. Já eram umas 15h. Se eu disser que não imaginei aquela bunda quase nua enquanto trabalhava, tô mentindo.
O trabalho ficou espetacular.
Tinha que ver de noite como a iluminação ficava.
Mas ela tinha economizado uma grana com a minha mão de obra.
TAN: Gênio!! Quero que seja noite pra ver como fica haha
EU: Haha depois tira foto e me manda
TAN: O quê, não vai ficar pra ver sua obra?
De novo ela me pedia pra ficar.
Adorava que ela fizesse isso.
EU: Beleza... se você quiser... – falei
TAN: Claro... te devo um jantarão, no mínimo haha
EU: Hahaha. Agora vou me jogar de cabeça na piscina com sua permissão
TAN: Fala sério... eu também... vou vestir algo a altura haha
Me veio uma ideia.
EU: Entra assim haha, vai que você vai se trocar por minha causa...
TAN: Assim como eu tô?? Haha
EU: Com a sunga que já tem por baixo...
TAN: Ahh tá. Quase pelada haha
EU: Pelada... hahaha meu deus
TAN: Cê tá cheio de confiança, hein... haha – Ela ria incrédula da minha atitude.
EU: Mmmm já sei...
TAN: O quê? – Me olhou curiosa
EU: Viu que você é modelo...
Ela me olhou com cara de “com o que esse cara vai vir agora”
TAN: Siiim... era... e daí?
EU: Então... entra na piscina como tava antes e é tipo um show que você tá e me paga assim, me deixando assistir hahaha
Ela me encarou.
Pronto, vai me mandar pastar, pensei.
TAN: Posso te perguntar uma coisa?
EU: Pode. – Espero que ela não tenha levado a mal.
TAN: Como é que você pensou nessa merda? Hahahaha – Ela riu, se divertindo.
Uffa.
Quase morri.
EU: Haha acabei de inventar.
TAN: Dá pra ver, Engenheiro, mais elaboração na próxima haha
EU: Beleza haha, vou tentar.
Meio que eu olhava pro chão. Pensava.
Ela levantou a cabeça e me olhou.
TAN: Tá bom... mas não fica me olhando, hein..
Excelente. Quando eu já tinha perdido as esperanças, ela disse sim!
O dia não podia ser melhor.
EU: Haha beleza. Vou pegar o short.
Fui me trocar.
Pensei em como ia fazer pra olhar a bunda dela sem ela perceber.
E sem perceber meu Ereção segura!
Essa parada de fazer coisas no limite do pudor tava me dando um tesão danado no estômago.
Minha tia ter essa intimidade comigo era o máximo.
Quando voltei, ela já tava na água.
Deus, não dava pra ser mais gostosa.
Vi a rabeta dela debaixo d'água, de costas.
Só um pouquinho até ela perceber que eu tava entrando.
Ela se cobria um pouco com os braços.
Tava vermelha, e não era só por causa do sol.
TIA: Fica aí, hein! Kkkk
EU: Kkkk nervosa, Potter? Kkkk
TIA: Kkkk se acha, né... e mais respeito, que sou sua tia...
EU: Mas podia ser minha prima, melhor... – zoava ela pra provocar. Ela entrava na brincadeira.
TIA: Kkkk quase que eu trocava suas fraldas...
EU: Vai, exagerada! Kkkk
TIA: Kkkk você é um menino.
Olhei pra ela com a cara do careca da Múmia.
Ela morreu de rir.
TIA: Bom, não é um moleque, mas sou sua tia... pelo menos legalmente, kkkk
EU: Kkkk minha tia gostosa!!! Kkkk
TIA: Como é que é??? – Ela parou. Me olhou sem saber se ria ou me matava.
EU: Ué, kkkk que outro cara tem uma tia tão jovem e gata? Absolutamente ninguém, kkkk
Ela não aguentou e se acabou de rir.
TIA: Mano... vou te matar, tia gostosa... meu deus... kkkk
Ela ria de um jeito tão lindo.
EU: Além disso... a gente tem quase a mesma idade...
Ela me olhava como se concordasse. Mas não entendia minha confiança repentina.
Quando ela se distraía, eu olhava pras tetas dela.
Que vontade de lamber.
TIA: Bom... acho que já me refresquei o suficiente...
Ela continuava se cobrindo os peitos com os braços.
EU: Já?
TIA: É... além disso, tô com vergonha de ficar assim na sua frente...
EU: Por mim, fica, kkkk
TIA: Sim, sim... vejo que você não tem problema... é bem atrevido
Ela ria, como se pensasse.
EU: Kkkk mas o que tem de errado?
TIA: Acho que nada...
Como essas situações me excitavam.
EU: A água tá gostosa
TIA: É... você tá com o pescoço todo vermelho... – ela disse
EU: É... não me liguei de passar protetor quando tava fazendo as coisas
TIA: Depois passa um dermaglós
EU: Fechou!
TIA: Belos abdominais, hein...
EU: Haha, viu...
TAN: Também não se acha o tal... — e riu
EU: Haha, você também tem tanquinho...
Ela baixou a mão pra tocar neles e soltou um pouco os peitos.
Que delícia.
Cada centímetro quadrado daqueles peitos lindos era terrivelmente gostoso de olhar.
A pele lisa brilhava de um jeito esplêndido.
Ela viu que eu tava olhando.
TAN: O que você tá olhando? Se é que se pode saber...
EU: Seu tanquinho, haha
TAN: É, claro! — como quem diz "tava olhando pras minhas tetas, cara"
Ela riu, e eu amei que ela fez isso.
Dava aquele toque especial de que a gente tava fazendo algo errado.
Foda.
A gente conversou um pouco assim, e depois ela já ia sair.
Ela se cobria um pouco, me olhava. Deixava algo mais à mostra. Se cobria de novo.
Eu também não olhei muito descarado.
Com menos vergonha já, andando de costas, ela saiu.
Vi a bunda dela nua de novo.
Era inacreditável.
Te deixava duro pra caralho.
E ainda nem se cobriu. Isso sim me pareceu estranho.
Ela se virou se secando e agiu como se fosse normal eu estar vendo.
Como se nada, me disse que ia preparar um lanche.
A safadeza me invadiu de novo.
Ela passou da vergonha extrema a não falar nada em questão de uma tarde.
Ou talvez por causa do reflexo do sol, ela não me viu.
Mas tomara que continuasse assim.
Ela andou rebolando igual uma deusa até entrar em casa.
Devorei ela com os olhos.
Do jeito que balançava aquela bunda pra cada lado a cada passo, era uma atração fatal.
Pouco depois, eu saí e fui pra dentro. Mas antes de entrar, parei numa das janelas.
Vi outra cena linda.
A Tanya, ainda de biquíni, tirando uma selfie de cima.
Fazendo biquinho de pato.
Que inferno que era.
Claramente, não ia postar nas redes sociais dela.
Seria pra alguém? Melhor não pensar nisso.
Aqueles peitos.
Toda uma femme fatale.
Observei ela enquanto se fotografava.
Dava vontade de tirar uma foto, mas não tinha o celular por perto.
Depois, ela foi pro lado do quarto dela, e eu entrei.
Com o pau duro igual um ferro quente. Também me virei pra vestir a roupa.
Doeu um pouquinho fazer isso, hein.
Uns minutos depois, já trocados, a gente lanchou.
Ela vestiu uma roupa de ficar em casa e continuava com o coque no cabelo.
Enquanto comia, ela falou:
TAN: Fazia tempo que ninguém me via assim...
Gostei do rumo que a coisa tomou.
EU: Assim como? — Me fiz de sonso...
TAN: Tipo na piscina, bobo kkk
EU: Ahh kkk é mesmo?
TAN: É... — Disse com vergonha
EU: Mas você também não tava pelada, Taz-Tanya kkkk
TAN: Ai neném! Kkkk
EU: Pois é kkk
Me fiz de besta que nem um profissional.
TAN: Mas mesmo assim...
EU: Você tem uma rabuda, por que não deixar ela brilhar?
TAN: Opa opa kkk...
EU: Beeeem... só tô falando
TAN: Ah é?? Cê acha mesmo?? — E fez uma careta de satisfação. Aquilo me deixou louco.
EU: Sim... — Me animei a falar.
TAN: Quando tô sozinha é uma coisa... não tenho problema...
EU: Bom, mas é normal também... não é nada demais
TAN: Sei lá... é o costume de tantos anos...
Eu entendia ela.
Mas ainda assim não entendia o bronzeado uniforme que ela tinha.
Não tinha partes brancas.
EU: Mas... não, nada. — Parei
Não quis continuar.
TAN: O quê? Fala!
EU: Kkk não, nada, era uma besteira.
TAN: Então fala. — Continuou curiosa
EU: Não é que eu tenha te visto muito... mas não dava pra ver partes brancas, tipo marcas de biquíni, sabe...
Ela sorriu de um jeito safado e olhou pro lado.
TAN: Kkk
EU: O quê? Kkk
TAN: Não, nada... — E fez uma cara de quem escondia algo.
EU: Agora fala você! kkkk
TAN: É que às vezes.... não, não posso te contar isso... — Parou
EU: O quê? — Já sabia onde aquilo ia dar e tava me deixando doido.
TAN: Nada, cara... pra que eu falei!
Droga, droga kkk
EU: Aaa já sei onde isso vai dar....
Olhei pra ela e ri.
TAN: O que cê tá pensando... — Me encarou
EU: Você toma sol em... né?
O rosto dela ficou vermelho profundo. Vulcânico.
Acho que exagerei na pergunta.
Ela não falava nada. Só me olhava, tentando procurar a resposta certa.
Ela abriu os olhos como uma buceta e respondeu:
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