Ano Novo, 6h30 da manhã. Tava voltando da casa dos meus amigos, onde tive uma noite linda, conhecendo gente nova, provando drinks novos, brindes, fotos, etc. Me sentia excitada, com tesão, talvez pelo álcool ou pelos roces na hora de dançar, sei lá. O fato é que eu tava decidida a fazer alguma coisa com o cara. Sei que faz tempo que não posto nenhum relato, é que todos são parecidos com os anteriores, já transei com amigas/os, com o cara (meu padrasto), mas sinto que são as mesmas experiências de antes pra contar, só que dessa vez foi diferente. Enquanto viajava de ônibus indo pro meu trabalho, viajava em pé, dei o lugar pra uma senhora, tava bem cheio o ônibus urbano, hoje é segunda-feira, 3 de janeiro, e tem que começar de novo com a rotina, eu ia em pé quase no fundo, e cada vez que alguém passava por trás de mim pra apertar a campainha e descer no ponto, eu dava uma inclinada pra trás, meio que empinando um pouco a bunda, pra pessoa que passasse por trás me roçar com as partes ou com a mão, isso sim, assim que sentia qualquer contato físico, eu voltava pro meu lugar pra essa pessoa sentir que foi culpa dela. Tava pensando em como contar esse relato pra ser o mais detalhado possível. E sentir o povo me esbarrando ou me apoiando sem querer me deixava com mais tesão e talvez pensar mais fundo nos detalhes. Cheguei em casa 6h30, entrei devagar, meu meio-irmão tinha saído, e pensei que meus pais com certeza dormiam no quarto deles, pra minha sorte, meu padrasto tava dormindo no sofá e minha mãe no quarto. Chutei o pé do cara, quando ele abriu os olhos, levantei uma das minhas sobrancelhas apontando pro banheiro, ele já sabe o que vem. Já de tantos anos, a gente se conhece ou entende as indiretas. Às vezes quando temos pouco tempo, fazemos uma rapidinha na mesa ou na sala, e são 3 ou 5 minutos onde ele goza ou nem isso, temos que parar antes porque já sentimos e vemos que minha mãe ou meu meio-irmão abrem o portão. É muito pouco tempo, mas às vezes suficiente pra sentir a adrenalina e o prazer, aliviar um pouco a vontade, ou dar aquela faísca pra noite pegar fogo de paixão. O magrelo me abraçou, me desejando feliz ano novo, falando umas palavras enquanto com a mão safada apertava minha bunda e aos poucos levantava meu vestido. Vou me lavar um pouco. Ele falou isso enquanto ia pro banheiro, esperei ele no sofá, mas depois resolvi ir pro banheiro com ele e ajudar, pra ser um pouco mais safada. Quando entrei, ele tava se secando com a toalha, passei a língua no peito dele enquanto esfregava o pau dele no meu umbigo, levei ele até a máquina de lavar e falei pra ele sentar na borda pra as bolas não ficarem amassadas. Ele se reclinou um pouco, coloquei um balde onde a gente deixa a roupa suja de lado, pra ele apoiar uma das pernas e se reclinar melhor. O pau dele tava bem mole, embora sempre que a gente começa algo já fica duro ou já tá de pé, dessa vez não. Talvez porque ele ainda tava meio bêbado, e não tinha passado de vez, pra mim não tinha problema, de um jeito ou de outro ia começar a endurecer. Comecei dando beijos nas bolas dele, lambendo elas, enquanto masturbava ele, por um momento senti que ia dar mais trabalho que o normal porque o pau dele não dava sinal de vida, até que notei que tava crescendo, foi mínima a diferença, continuava bem mole, mas era um avanço. Claro que não parei, continuei chupando os ovos a todo vapor, bem porca, cuspindo, passando a língua de novo onde tinha cuspido, colocar um ovo na boca e soprar a saliva que tinha na boca pra escorrer pelas pernas dele e cair a baba na borda da máquina de lavar, absorver essa saliva como se meus lábios fossem um canudinho e cuspir de novo nas bolas dele, tudo isso enquanto batia uma pra ele. Não queria chupar o pau dele ainda, queria que aos poucos ele começasse a sentir o pau dele tomando forma, pra depois meter na minha boca. De tanto chupar os ovos dele, comecei a passar minha língua por baixo das bolas dele, como na direção do ânus, entre as pernas dela, a pele era tão macia nessa área que me dava mais vontade de passar a língua ali do que nas bolas dela, talvez por causa da baba pegajosa que ia ficando, então enquanto eu lambia as bolas dela, também passava a língua por baixo dos ovos. Depois, ela levou uma das pernas até o peito, tipo, o joelho no peito, deixando o ânus mais exposto. Percebi que era isso que ela queria, que eu chupasse o cu dela, indiretamente fui me aproximando aos poucos, de lambida em lambida, acabei chupando o cu dela até as bolas, feito uma puta bebendo água. Ela parecia bem... não me disse não, e pelo visto era algo que ela tinha preparado, eu sentia cheiro de sabão no cu dela. Não era gosto de sabão, era cheiro de sabão. Aroma de limpeza, de boa higiene. Ela nunca foi desses, de deixar tocar o cu. Mas estando um pouco bêbada, talvez foi algo que a soltou mais. O pau dela já estava tomando forma, uns 70 ou 80 por cento do normal. Eu estava com a calcinha toda ensopada. Não me toquei muito, porque se eu fizesse isso, me dava mais vontade de transar do que de chupar. Eu puxei a calcinha para o lado para enfiar os dedos e tirar meus fluidos e colocar na boca, às vezes faço tipo bochecho, para ter mais saliva ou criar uma espuma, acho mais gostoso e deixo o pau escorrendo, assim eu amo. Ela pediu para irmos para o sofá e que eu fechasse a porta, assim a gente vigiava os dois lados, porque a escada range quando alguém desce, então se minha mãe descesse, a gente ouvia. Já no sofá. Ela se deitou, como se quisesse que eu continuasse chupando, de barriga para cima, com as duas plantas dos pés apoiadas no sofá, eu me deitei na frente dela, tipo de bruços, deixando minha cabeça na frente do pau dela, e continuei com o que estava fazendo, só que dessa vez comecei pelo pau dela, senti que era hora de enfiar na boca, toquei minha campainha, as paredes profundas da minha garganta, para começar a soltar minha saliva. Comecei a enfiar até o fundo repetidas vezes, dando engasgadas leves. controlável, sem juntar saliva e também sem tirar a pica da minha boca, deixei toda aquela baba que minha garganta ia fabricando e o pré-gozo dele escorrer pelo tronco da pica dele até as bolas. Com uma das minhas mãos, eu massageava as bolas dele, de vez em quando passava meu dedão naquela parte onde a pele dele era macia, entre as bolas e o cu dele. Eu tava estudando ele, ia devagarzinho, devagarzinho, até chegar no cu dele. Quando meu dedão chegou lá, comecei a esfregar e empurrar as bordas do cu dele, como se quisesse dilatar, tudo isso enquanto fazia garganta profunda. Descobri que se a pica dele não tá 100% dura e tá uns 90% mais ou menos, ela fica mais esponjosa e um pouco mais flexível. Gostei mais dela assim do que dura igual pedra, porque desse jeito é mais fácil colocar na boca e esticar a língua pra chupar as bolas dele, consigo brincar melhor, sem medo de dar uma ânsia horrível. Não tinha noção do tempo, de quanto tempo tava chupando ele, cuspindo a pica dele, chupando o cu dele e esfregando meu dedão nas bordas do cu dele. Senti ele mais dilatado, mais aberto (haha, soa muito estranho eu falar isso de um homem), mas cada vez que meu dedo fazia pressão no cu dele, notava como ele abria mais. Não pedi, ele também não pediu, mas quando comecei a masturbar ele com uma mão, chupar as bolas dele, e com a outra mão comecei a aproximar meu dedo indicador, empurrando devagar, devagar. Primeiro enfiando e tirando só a pontinha da unha, depois já enfiei o dedo inteiro. Quando cheguei nesse ponto, não quis tirar de jeito nenhum, e também parei de chupar as bolas dele. Foi só fazer o boquete e brincar com meu dedo no cu dele. Sei bem que os homens têm o ponto G deles lá dentro. Mas não sei como é a sensação, se tem uma textura áspera como a minha, ou algo estranho que você sente. Eu só fazia o mesmo movimento que gostaria que fizessem em mim. Sentia o cu dele apertando, como se ele fechasse, e era porque Eu fazia movimentos nele, enquanto ele enfiava o pau na minha garganta. Fiz isso várias vezes e enchi ele de prazer. Ele empurrava minha cabeça bem lá no fundo com as mãos, quando sentia algo gostoso. Porque senão, ele só passava a mão no meu cabelo ou massageava minha nuca com a ponta dos dedos. Mas quando eu fazia aquilo que ele adorava, sentia um aperto no meu dedo, sentia o pau dele inchar, e quando eu tirava da boca e batia uma pra ele, via o pré-gozo saindo gota a gota. Ainda bem que o sofá é de couro, ou courino, porque tinha uma poça bonita de baba debaixo da bunda dele. Tava com vontade de sentar em cima dele. Na minha cabeça, pensei: enfio mais duas vezes até o fundo, tiro o dedo e subo em cima. Se o dedo saísse sujo ou não, não tava nem aí. Me limpava com alguma coisa, mas eu tava com vontade de transar. Quando terminei de pensar nisso, o Flaco me diz: "Você não sabe a quantidade de porra que eu tô acumulando..." Eu: (sorriso, enquanto passava o pau dele no meu rosto) "Por quê?" Flaco: "Porque antes de você chegar, eu tava pensando em você, e meu amiguinho já queria sair faz tempo." Eu: "Você tava batendo uma?" Flaco: "Não, não, só pensei em você e lembrei do vestido que você usou, não sabia que você ia fazer isso comigo hoje." Eu: "Eu também não. Foi do nada." Flaco: "Tô quase gozando, Eli, chupa devagar..." Na minha cabeça, puta que pariu. Vou ficar na vontade, mas por outro lado não me incomodou. Eu gosto de fazer oral e ficar com tesão, é como se depois a excitação baixasse e pra levantar de novo eu tivesse que trabalhar o dobro, mas nada que um bom banho não tire essa vontade de gozar e me deixe bolando combinações dentro do chuveiro. Chupei devagarinho por um tempo, sem mexer o dedo. Depois, veio a matança da galinha. Fiz garganta profunda várias vezes, deixando tudo em campo, como o Flaco diria, enquanto mexia o dedo pra caralho. Enfiava e tirava, enfiava e tirava, às vezes não até o fundo, porque precisa respirar ou controlar. a arcada que eu dava, mas na próxima bombada era até o fundo. Ela apertou a bunda, o cu dela de um jeito incrível, forte, e a piroca dela ficou dura pra caralho, ouvi o gemido dela e a respiração que ela faz quando tá prestes a gozar. Eu só chupei até a metade da piroca dela, sugando e mexendo a língua de um lado pro outro, o dedo entrava e saía em forma de gancho, esfregando o ponto G dela, eu diria. Quando senti o primeiro jato de leite, apoiei a parte de baixo da minha língua na ponta da piroca dela, pra não tomar um jato na garganta e me engasgar, e dentro do cu dela era uma festa, apertava e soltava, apertava e soltava. Sentia o canal por onde o sêmen passava inflando e desinflando, era perfeito junto com o jato dela, tudo ao mesmo tempo.. Escorreu um pouco da minha boca, ou fui eu que quis deixar vazar um pouco, não lembro. Mas era verdade, tinha porra acumulada porque foi bastante. Quando o orgasmo dela acabou, peguei um pouco do sêmen dela, e o que deixei cair, deixei na pélvis dela, e óbvio caindo nas bolas dela e no sofá xD. O que se vai fazer... Tirei meu dedinho, não olhei pra ele, chupei um pouco a cabecinha da piroca dela que já tava murchando. Sorri pra ela, e mais ainda, era pra dizer feliz ano novo... como se fosse um presente. Uma cara de feliz aniversário, ela passou a mão no cabelo pra trás enquanto sorria e soltava uma risadinha sincera. KKKK, Espero que vocês gostem, Feliz Ano!
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