Meu irmão corno no Natal

Olá, leitores, a Mara voltou na base de chifre e humilhação. Como diz o título, meu irmão comeu a Paola no Natal. Depois de uma noite longa de bebida e uma comemoração até que controlada, bateu umas 4 e pouca da manhã e tudo começou. A Paola tava vestida com uma saia preta e um top vermelho, cabelo preto e lábios vermelhos também. Salto alto e óculos. Ela tinha bebido na medida, mas eu e meu irmão não. Quando tudo se acalmou e a noite já tava no auge, eu me afastei e fui pro meu quarto, deixando os dois sozinhos. Deitei e, enquanto todo mundo dormia, comecei a ficar excitado com a demora da Paola. Porque esse era um limite que a gente nunca tinha ultrapassado. Nossa vida privada nunca tinha tocado na nossa família, mas ela sempre se deu bem com meu irmão, e o tesão tomava conta da gente. Não acreditava no que ia rolar, mas por dentro queria que acontecesse. Depois de alguns minutos, a Paola vem e me pergunta pela janela se eu queria ir fumar com eles. Eu respondi que não, mas que se ela quisesse, que fosse. Quando ela entra no quarto, chega uma mensagem do meu irmão perguntando se ela queria ir fumar. No tempo que ela demorou pra vir me perguntar isso, não tinha rolado nada além de olhares ou um roçar não tão intenso. Só que ele ficava vidrado olhando pra boca dela, e ela se excitava com a ousadia e a passividade dele. Falei pra ela: "Ele quer que você vá, vai." Ela: "Sério? Você acha? Não vai ficar bravo?" Eu: "Não, bebê, vai tranquila. Não tem problema." E sorri pra ela, confirmando que tava de boa. Ela foi, e os minutos foram passando. Eu tava bêbado e cansado, deitado, então o sono também me pegava, mas a excitação não deixava eu dormir, e na real eu também não queria. DEPOIS DOS PRIMEIROS 15 MINUTOS, comecei a me masturbar feito um louco e, entre triste, com tesão e humilhado, soluçava no escuro. O álcool tinha me levado a um outro nível de êxtase e tesão, não tinha mais volta... 20 MINUTOS... já tá rolando, sim, se ela não voltou já... isso está acontecendo (pensei e não me enganei). depois de meia hora e mais um pouco, quase uma hora, meu tesão se deixou levar pela confirmação do que nunca neguei. não me importava como lidar com o ciúme, a raiva ou se esses sentimentos surgiriam, se a nossa relação ia acabar ou o que... já nada importava, a única coisa que eu queria era que ela mandasse alguma coisa, algum material. já tinha mandado uma mensagem no zap que ela não tinha lido, um "você está bem?" que, depois dessa quase hora que passou, respondeu "SIM, MEU LOVE, TÁ ME DESTRUINDO A BUNDA". Seguido de um áudio de uns 8 segundos (com gemidos dela e pedindo mais forte, pela bunda da minha mulher, obviamente porque estavam transando anal). SIM, NO PRIMEIRO ENCONTRO DELES, MEU IRMÃO METEU UM SEXO ANAL DURO E FURIOSO NA MINHA NAMORADA NO NATAL. Minha namorada me ordenou especificamente que eu destacasse esses detalhes e que muitas pessoas lessem. Abaixo do áudio, um "Obrigado" encerrava aquela leva de mensagens. Logicamente, não aguentei mais e fui ao banheiro gozar, não conseguiria dizer o que senti porque queria gozar rápido para me tocar de novo. O tesão, apesar do baque que o "gozar" traz, continuava ali. Intacto e latente. E mesmo com a rola meia mole, eu continuava me tocando e excitado. Por último (porque não teve muito material, já que estavam bem entretidos), chegaram duas fotos e um vídeo curto da minha namorada chupando rola e fazendo garganta profunda. Minha rola estava a mil e elas não voltavam, já tinham passado umas 3 horas. O tempo era meu inimigo na humilhação e no tesão, mas não consigo tentar distinguir como me sentia. Deixo os fatos com vocês, leitores, e se aqueçam com sua interpretação ou como se sentiriam. Chegou uma mensagem igualmente humilhante e degradante, mas sou uma cross slut sissy e corna, então vocês já sabem que eu adoro isso. "TOMEI A PORRA E VOU, LOVE". Uma hora depois, minha namorada voltou sorrindo, óbvio que me encontrou acordado e excitado, jogou o par de sapatos dela na minha cara (talvez um reflexo automático de domínio e pra começar a me humilhar) a paola tem em particular que obviamente gosta de ter liberdade sexual, mas sim que AMA ME HUMILHAR COM CHIFRES. ELA NÃO TEM PENA E É MUITO CRUEL, se percebe que me machuca, é ainda mais incisiva. Em seguida, abriu as pernas e sentou em cima de mim, dizendo que não tinha lavado a boca. Automaticamente nos beijamos e ela acumulou o máximo de saliva possível e passou pra mim num beijo, quase como uma ordem imediata de início de um ritual. "QUE gostoso QUE TAVA O GOZO dela, KKKK A VERDADE ME ACABOU, CARALHO, QUE BEM QUE SEU IRMÃO COME, TAVA MUITO TESUDA", meu pau pulsava e eu não aguentava mais a onda que tava. Ela disse "arrebenta minha bunda que a gente ficou muito tesuda" fui ver e tava vermelho, molhado e dilatado. Ela tinha voltado de transar com meu irmão e agora me mandava cuidar dela. Coisa que fiz o melhor que pude. Gozei na bunda dela meu gozo quente e humilhado. Não paro de sorrir e no outro dia depois disso ia ser fundamental... Depois vou continuar, leitores. Mas é assim que essas coisas acontecem, minha senhora ama paola me mandou voltar. E aqui estamos.

2 comentários - Meu irmão corno no Natal

Que linda relación cornudo, no creo que sea su primer encuentro