A mulher gostosa do meu amigo (1)

Meu nome é Paco, tenho 45 anos, e o que vou contar aconteceu há um ano. Estou divorciado há dois anos e tenho um casal de amigos, Maite e Pedro. Nos conhecemos há muitos anos e sempre tivemos uma amizade muito forte. Eles têm dois filhos, e sou padrinho de um deles.
Depois do meu divórcio, eles foram um apoio constante e, sinceramente, agradeci muito, pois me ajudou a levantar o astral. Maite tem 42 anos e é uma mulher muito gostosa, morena e super simpática. Pedro, com quem trabalhei por muito tempo, tem 51. Muitas vezes a gente se encontrava pra comer, curtia dias juntos em excursões e atividades. Sempre foi uma relação muito saudável, embora eu admita que Maite muitas vezes me provocava umas sensações que mexiam com meu corpo, mas eu tentava tirar isso da cabeça na hora, porque ela era a mulher do meu melhor amigo.
Eles têm um chalé na serra de Madrid e, quando tirei férias, me convidaram pra passar uns dias lá. Bom, não tinha nada melhor pra fazer e aceitei o convite. Fui pra lá passar uma semana com eles e os filhos.
No primeiro dia, estava um calor do caralho. Como eles tinham piscina, depois do almoço vestimos os sungões e fomos deitar. Maite estava linda com um biquíni vermelho. A filha dela, Marisa, de 18 anos, também estava lá e, pra idade que tinha, já prometia muito. O filho, Luis, tava mais que satisfeito com o videogame. Lá estavam mãe e filha deitadas de barriga pra cima, tomando sol. Eu estava na frente e, de vez em quando, elas abriam as pernas e deixavam ver uma virilha que só a tanguinha do biquíni cobria. Comecei a ter pensamentos tarados vendo a mãe e a filha, mas tentava pensar em outra coisa, porque eram a mulher e a filha do meu melhor amigo. Mas admito que o volume da sunga começou a crescer, e fiquei meio sem graça de me mexer, porque tava de pau duro. Pensei em outra coisa, porque não dava. ser.
Pouco depois eu disse que ia tomar banho pra já me preparar pro jantar……..enquanto tava no chuveiro não conseguia parar de pensar na imagem de mãe e filha deitadas na toalha e me deu uma tesão que fez meus dedos percorrerem meu pau que já tava duro, entre o calor da água e do sabão comecei a bater uma pensando na Maite e na Marisa até que gozei, meu corpo tremia e tive que morder os lábios pra não gemer.
Durante o jantar a gente se juntou todo mundo em volta da mesa e depois ficamos tomando café, a Maite tava com um top justo que marcava os peitos dela, eram redondos e firmes e muito bem colocados pra quem teve dois filhos, e uma minissaia jeans que caía muito bem nela, o cabelo preso e eu pensando no que meu amigo deve aproveitar com essa mulher na cama enquanto eu me acabo na punheta.
A Marisa, a filha, tava com uma blusa branca grande com os botões de cima desabotoados marcando um decote sugestivo, pensando no que guardava por dentro, a noite passou entre conversas e risadas até que fomos pra cama.
No silêncio da noite comecei a ouvir barulhos e gemidos, o quarto dos meus amigos era vizinho do meu e imaginei que eles tavam transando, pensar que meu amigo tava comendo a mulher dele me deixou duro de novo, durante a noite não parei de ter pensamentos na Maite e não parava de me virar na cama, até que o sono me venceu.
Na manhã seguinte o Pedro tinha que ir trabalhar e até a hora do almoço não voltava, eu recebi uma ligação da minha ex sobre uns problemas que tinham com a nossa filha na universidade e aquilo me deixou preocupado.
No café da manhã a Maite me serviu o café e a gente ficou um tempinho conversando e ela disse que me notava preocupado e a verdade é que eu tava,
— “Problemas na universidade com a Patrícia, que era o nome da minha filha, e a Sara, que era minha ex, diz que não tem dinheiro pra pagar e como sempre sobra pra mim”
Mas enfim, eu tentava tirar a importância disso, a gente sentou. no sofá e começamos a conversar. Ela estava usando um roupão fino, preso com um cinto. Tentava me acalmar, dizendo que tudo ia se resolver. Depois de relaxar um pouco, sentia o calor dela perto e o cheiro gostoso. Ela estava com as pernas cruzadas, o que deixava ver as coxas quando o roupão abria. Colocava a mão no meu braço quando falava comigo, e a maciez das mãos dela me deixou excitado. Ela deve ter notado, porque rapidamente tentou se afastar e ajustou o roupão. Vi que ficou vermelha, porque percebeu minha ereção.

— "Vou me vestir", ela disse, porque precisava sair pra fazer umas compras.

Eu estava muito excitado e fui pro banheiro. Sentei no vaso e comecei a me tocar, mas cometi um erro: não tranquei a porta. Quando a porta abriu e ela me viu me masturbando, ficou muito surpresa ao me ver naquela situação. A primeira reação dela foi:

— "Desculpa, Paco, não sabia que você estava aqui."

O olhar dela ficou preso no meu pau duro e vermelho, mas ela fechou a porta na hora.

Fui pra cozinha e pedi desculpas. Ainda bem que os filhos dela não tinham acordado ainda, porque ia ser uma situação foda. Ela disse que da próxima vez eu tranque a porta, porque não foi legal me ver naquela situação, e os filhos podiam ter aparecido... Eu me sentia envergonhado e excitado ao mesmo tempo. Pelo roupão, vi os mamilos dela duros — ela não estava de sutiã. Ela tentava olhar pra outro lado, mas percebia minha situação.

— "Por favor, Paco, vamos esquecer isso. Preciso ir, e meus filhos estão quase acordando."

Passei o dia inteiro, mas não tirava da cabeça o corpo que Maite insinuava por baixo do roupão. À noite, depois do jantar, Pedro disse que ia dormir, estava muito cansado. A filha dele tinha saído, e Luís tinha ficado na casa de um amigo pra dormir. Ficamos vendo televisão, não conversamos, mas o clima estava tenso.

— "Me desculpa, Maite, pelo que aconteceu de manhã."

— "Não se preocupa, já passou", ela disse.

— "Na noite passada... Ouvi você e o Pedro gemendo, fiquei excitado e por isso reagi assim, desculpa.
Mayte não sabia onde se meter, disse que ia se deitar, mas quando se levantou, peguei na mão dela, me aproximei dos lábios dela e a beijei.
— "Você é um sem-vergonha", ela disse. "Me solta, por favor, o Pedro pode aparecer."
Senti a respiração ofegante dela. Coloquei a mão nas coxas dela, quentes e macias. Ela tentava afastar minha mão, mas eu não parava de acariciá-las. Meus lábios buscavam os dela, eram quentes e doces. Peguei a mão dela e coloquei sobre meu pau duro. Ela resistia, implorava, mas no fim cedeu. Continuei beijando ela, e minha língua procurou a dela enquanto minhas mãos tentavam abrir as coxas dela. Tirei meu pau da calça, e os dedos dela percorreram o tronco que pulsava. Quantas punhetas eu tinha batido imaginando essa situação, e estava se tornando realidade. Ela começou a me masturbar, nossa respiração ficou ofegante. Tirei a mão das coxas dela e tirei o cinto do roupão. Dois peitos lindos com mamilos duros apontando para mim. Aproximei minha língua deles, apalpei enquanto ela aumentava o ritmo no meu pau. Comecei a mordiscar e chupar eles. Minha mão já começou a se abrir na virilha dela, estava quente e molhada. Tirei a tira da calcinha fio dental, a buceta dela estava encharcada. Meus dedos molharam e não tiveram dificuldade para entrar. Comecei a mexer eles enquanto ela gemia e aumentava o ritmo no meu pau. Não dava para continuar assim, porque eu ia gozar rápido desse jeito. Tirei a mão dela e deitei ela no sofá. Abri bem as pernas dela, e minha língua foi percorrendo as coxas até chegar no calor da buceta dela, ensopada e babando de sucos. Minha língua foi saboreando ao redor enquanto meus dedos a penetravam. Procurei o clitóris dela, duro e vermelho, e chupei ele com meus lábios. As pernas dela tremiam, e uma corrente de sucos invadiu minha boca enquanto ela ofegava e segurava minha cabeça. Coloquei um travesseiro no quadril dela para ter uma visão melhor da buceta. Ela tinha grandes lábios vulvares, que eu abri. Suavemente com minha língua... com os próprios sucos dela, molhei um dedo e, bem devagar, coloquei na ponta do cu dela.
— “Nunca me tocaram aí, não quero, por favor” — ela disse.
— “Fica tranquila, vou lubrificar bem o buraquinho antes de enfiar o dedo, prometo que vou fazer bem suave.”
— “Por favor, para com isso, Paco. Pedro pode acordar, ou minha filha aparecer.”

Pensar que isso podia acontecer me excitava ainda mais. Enquanto chupava o clitóris dela, um dedo entrava na buceta dela e outro penetrava o cu dela. Fiz tudo bem devagar, tive que segurar os quadris dela porque ela começou a ter espasmos fortes e tapava a boca pra ninguém nos ouvir. Aumentei o ritmo da penetração com meus dedos. Se sentir sendo fodida pelos dois buracos fez ela gozar na minha boca, abundantemente.

Me ajoelhei sobre a boca dela. Ela começou a massagear minhas bolas duras e a língua dela percorreu meu pau enquanto eu esfregava a buceta dela, que não parava de babar. Aquilo era incrível, não dava pra imaginar. Me afastei da boca dela e, abrindo totalmente as pernas dela, coloquei a ponta do meu pau na entrada dela e comecei a esfregar, percorrendo a fenda dela. Com os dedos, ela pegou e guiou pra dentro. Fui penetrando devagar, parando conforme entrava. Era apertada e o atrito era intenso. Nos beijamos apaixonadamente, beijei os mamilos dela, até que meu pau entrou por completo e eu parei. Um grito saiu da garganta dela. Ela agarrava meus quadris enquanto eu, com minhas mãos, levantava os quadris dela pra penetração ser completa. Comecei a aumentar o ritmo, tava no cio total. Tirava ele inteiro e penetrava de novo. Ela implorava por mais e mais. Me pediu, por favor, pra não gozar dentro. Eu tava a ponto, então tirei e coloquei na boca dela. Ela chupou com muito desejo até que uma corrente me invadiu e soltei todo meu gozo na boca dela. Ver meus sucos escorrendo pelos lábios dela foi maravilhoso.

— “Isso é uma loucura, Paco. Meu marido podia ter aparecido, e não quero nem pensar.”
Beijei ela na boca e misturamos os sucos que ambos soltamos. “Você Tô querendo isso há muito tempo" – falei e fui pro meu quarto.
Um pouco depois, a filha dela chegou e ouvi ela dizer que ainda tava acordada. Escutei elas conversando e, logo depois, cada uma foi pro seu quarto.
Isso foi o começo de algo que nunca imaginei que fosse rolar, mas que vou contar pra vocês em outro capítulo.

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