OiOi, meu nome é Andrés e minha mulher e eu temos uma casa nos arredores de Guadalajara, uma casa linda cercada por um jardim enorme e delimitada por uma cerca que impede que curiosos espiem de fora. No verão passado, minha esposa Laura e eu estávamos prestes a passar uma noite com um dos meus amigos, Carlos, quando surgiu uma entrevista inesperada para mim bem cedo da manhã em Madri, nossa residência habitual. Minha esposa não gosta que eu acorde muito cedo para sair correndo de carro, então decidimos que depois do jantar eu partiria e passaria a noite em Madri.
A noite transcorreu normalmente, Carlos chegou com um buquê de flores para minha esposa, em agradecimento à nossa hospitalidade, e ela nos presenteou com um jantar magnífico. O tempo passou rápido e chegou a hora de eu partir para Madri. Carlos insistiu em ir embora também, mas implorei que ficasse fazendo companhia à Laura, já que eu não poderia ficar por mais tempo.
A verdade é que eu não estava tranquilo, porque notei no olhar do Carlos um algo especial que me fez desconfiar dele. Tenho uma relação maravilhosa com minha esposa, mas ele é divorciado e não parava de olhar as pernas longas dela.
Não sei por que decidi pregar uma peça, me despedi deles, mas estacionei o carro na esquina da casa e entrei no jardim pela porta lateral de acesso. Como já disse, ninguém podia me ver de fora, já que a cerca impede, então as cortinas geralmente não ficam fechadas em casa.
Espiei de fora a evolução dos movimentos deles, na verdade estavam tomando uma bebida na sala enquanto eu os observava por trás das cercas vivas, depois de uns quinze minutos eles se levantaram entre risas e foram para a sala de sinuca, devo dizer que tanto Carlos quanto eu somos jogadores excelentes, mas Laura nunca demonstrou interesse algum no jogo, então me surpreendeu.
Carlos foi colocando as bolas e começou a fazer umas carambolas, depois Laura pegou um taco e ele, por trás, segurando suas mãos, guiava seus movimentos. A verdade é que eu não gostava muito daquela situação, mas invadir a casa por aquela bobagem teria sido pior, então aos poucos eu via como Carlos a agarrava com mais força e seu rosto se aproximava do de Laura, ela entre risadas e copos parecia não rejeitar seus toques.
Carlos começou a sussurrar coisas no ouvido dela, enquanto Laura continuava curvada sobre o tapete e parecia estar gostando. Então Carlos, com a mão esquerda sobre a de Laura, apoiou a mão direita na bunda dela e começou a acariciar lentamente com a palma da mão, enquanto ela, nada descontente, rebolava agradecendo as carícias.
A verdade é que a situação me deixou confuso e excitado ao mesmo tempo, então decidi continuar olhando sem interromper. Carlos deslizou a mão por baixo da saia dela para acariciar diretamente a bunda, e depois, com ela na posição de jogar sinuca, posicionou-se bem atrás e com uma mão em cada nádega, começou a esfregar o pau nelas - pelo volume que dava pra ver na calça dele, devia estar totalmente duro.
A bunda dela se movia ritmicamente, esfregando seu pau por cima da calça, transformando os sorrisos em seus rostos no prazer da excitação... Carlos levantou sua saia, expondo sua bunda, apenas coberta por um fio dental que ele foi puxando para baixo enquanto, curvado para frente, beijava suas nádegas e, de joelhos, a retirava de suas pernas, afastando-a para o lado. Ele se levantou e, em seguida, Laura virou-se e, ajoelhando-se, foi desabotoando os botões de suas calças até revelar sua cueca apertada por seu grande pau ereto, baixou suas calças e começou a beijá-lo ao redor da cueca, tirando sua língua e passando-a pelas bordas dela, assim como por suas virilhas.
Ela tirou sua calcinha e, segurando seu membro com as duas mãos, puxou a pele que envolvia a cabeça e com a língua acariciou, deslizando depois pelas laterais do pau, mordiscou com cuidado, dando-lhe muito prazer, para finalmente enfiá-lo em sua boca quente. O grande pau desapareceu entre seus lábios, aparecendo apenas suas bolas, duras de excitação, que ficaram fora de sua boca. Nunca Laura tinha feito algo assim comigo, dizia que não tinha vontade de fazer, mas agora com Carlos ela saboreava seu pau, extraindo os fluidos que brotavam dele, enfiava na boca para frente e para trás com frenesi, acariciando suas bolas, colocando as mãos em suas nádegas e ajudando-o a enfiar mais fundo, no fundo de sua garganta. Carlos, com as mãos na cabeça dela, dirigia o ritmo do boquete que ela estava fazendo. Parecia que ela sentia tanto prazer quanto ele; o sabor de um grande pau em sua boca era novo e ela não desgostava de saboreá-lo e sentir o gosto do sexo.
Quase sem perceber, eu estava atrás de uma grande cerca vendo meu amigo ir foder minha mulher na minha frente, e eu, cheio de tesão, estava com as calças abaixadas, com meu pau grande e duro como uma pedra na mão, lubrificado e querendo gozar. Minha mão não parava de masturbar enquanto ela chupava ele.
Carlos afastou minha mulher e a fez levantar, sentou-a sobre a mesa de sinuca e, ajoelhando-se diante dela, preparou-se para retribuir a carícia. Levantou sua saia até a cintura e, abrindo suas longas pernas, beijou seu ventre, a pouca penugem que cobria exatamente sua buceta, beijou suas virilhas, o interior de suas panturrilhas, mordiscou-as e introduziu lentamente sua língua em seu sexo. Quantas vezes eu tinha querido fazer aquilo... Ela, com as mãos apoiadas no feltro e a cabeça para trás, não parava de gemer, estava curtindo como há tempos eu não a via fazer. Eu continuei olhando enquanto com uma mão agarrava meu pau e com a outra brincava com minhas bolas.
Meu amigo se levantou e apoiou o pau na buceta dela, sem chegar a entrar, enquanto com as mãos levantava o vestido dela, tirando pela cabeça, deixando à mostra aquele par de tetas lindas que ela tem. Beijou seu pescoço e beijou seus mamilos, agarrando-os com os lábios e com as mãos acariciava seus quadris, tudo isso sem parar de mover o corpo para que o atrito roçasse seus sexos.
Laura sentia o pau duro roçando seu púbico bem cuidado e como sua parte central abria os lábios de sua buceta encharcada, macia pelo fluido que escorria dela. Ela desejava que aquele pau a perfurasse e saciasse sua fome de sexo.
Carlos a derrubou sobre a mesa, segurou cada uma de suas pernas com os braços e, movendo a bunda, fez a cabecinha do seu pau roçar na entrada da sua buceta, que já estava aberta permitindo a penetração. Laura gemía de prazer, a putinha estava sentindo o pau duro dele entrando suavemente na sua buceta molhada, que depois da chupada que ele tinha dado devia estar escorrendo de tesão. Carlos movia a bunda dura para que a penetração fosse mais gostosa e dava para ouvi-la gritar de prazer, pedindo para ele comer ela com força, que queria ser encharcada com a porra dele, queria se inundar com os líquidos. Carlos aumentou a velocidade dos movimentos, metendo com fúria e sem controle, o pau dele entrava e saía da sua xota encharcada, a cabecinha brilhando de lubrificação saía completamente dela e voltava a entrar, deslizando pelas paredes da sua buceta totalmente aberta. Ele deu com prazer o que ela pedia, gozou abundantemente dentro dela, tirou o pau duro e, segurando com a mão direita, jorrou porra nos peitos dela, que ela esfregava, molhando todo o corpo com o líquido que saía do seu pau. Todo o corpo dela estava coberto de porra... ela pedia mais, mais e ele continuava totalmente ereto, o pau duro brilhando de sêmen e da cabecinha ainda escorria gozo. Carlos a virou e, aproveitando a lubrificação, disse que ia encher o cu dela de porra.
Laura disse que seria sua primeira vez, o que os excitou ainda mais... apoiada sobre a mesa de sinuca e com os peitos sobre o feltro, ela ofereceu sua bunda para ele. Ele introduziu primeiro um dedo, dilatando seu esfínter, depois dois, e então sua rola encharcada foi entrando em sua buceta. Ela gritava de prazer; a sensação de ser desvirginada por alguém que não era seu marido, com um pau enorme que ela havia chupado com grande habilidade, a levou novamente ao orgasmo. Enquanto isso, Carlos tirou seu pênis de sua buceta e deixou todo seu gozo jorrar sobre ela. Seus corpos se fundiram sobre a mesa de sinuca e descansaram.
Eu no jardim me contorcia de prazer e raiva ao mesmo tempo, era muito excitante ver um casal fazendo amor sem pudor, sem ensaios, sem fingimento, meu pau ia explodir e assim o fez, quase ao mesmo tempo saiu um grande jato de porra que inundou minha mão completamente, deixando-a encharcada de sêmen, enquanto da minha rola continuava a emanar aquele maravilhoso líquido viscoso.
A cena durou pouco mais, Laura vestiu um roupão e ele foi embora em cinco minutos. Já tinha conseguido o que veio buscar. Laura subiu para os quartos no andar de cima, e eu aproveitei para entrar na casa, não sabia o que ia fazer, estava confuso, então continuei observando ela.
Ela havia entrado na banheira, esvaziado um pote de sais e enchido a banheira. Precisava limpar todo o seu corpo coberto pelo sêmen de Carlos. A música chegava até o banheiro e, com a porta aberta, a música relaxante de Mozart se infiltrava ali.
Laura, de olhos fechados, não podia ver como eu, da escuridão do nosso quarto, a observava. Seus mamilos endureceram, não por causa do frio – ela ainda tinha na mente aquele homem que a tinha comido sobre a mesa de sinuca. Suas mãos percorriam seu corpo; enquanto uma mão massageava um de seus peitos, a outra brincava com a parte interna de suas coxas, para aos poucos ir acariciando a entrada de sua buceta, esfregando suavemente seu clitóris e começando a se masturbar. Eu podia ver como em sua mente aparecia aquele pau enorme que ela tinha chupado – era sua primeira vez, ela nunca esqueceria o gosto. Ela se contorcia na água acariciando o próprio corpo, seus dedos entravam em sua buceta aumentando o ritmo.
Eu também ainda estava excitado, e aquela cena da minha mulher relaxando o corpo recém-comido na água fez meu pau recuperar a vitalidade, atingindo uma nova ereção.
Ela se levantou e, abrindo um armário do banheiro, atrás de todos os perfumes e loções de limpeza, abriu uma caixa e tirou um grande segredo: era uma enorme pica vibratória de látex. Eu nunca imaginaria que ela tivesse uma, mas era óbvio que ela não desperdiçava minhas ausências... Voltando para a banheira e de pernas abertas, foi introduzindo aquela pica na sua buceta, lubrificada pelo desejo, pelo sêmen do Carlos e pela água quente da banheira.
Aquele aparelho parecia dar um prazer enorme a ela, pois seus peitos estavam quase explodindo e ela enfiava e puxava o pau da sua buceta enquanto as vibrações provocavam um orgasmo extraordinário, quase igual ao que novamente inundou minha mão. Ainda tinha porra suficiente para lubrificar todo meu pau e minha mão de novo, pingando no chão.
Saí de casa e caminhei confuso em direção a Madri, sem saber como agir, pois minha mulher tinha me traído, mas isso me causou um enorme prazer. Atordoado, decidi ir ver minha amiga Alicia, que trabalha à noite num pub. Ela é minha grande confidente e antiga namorada, até que Laura apareceu. Ela sempre desejou continuar nosso relacionamento, mas minha fidelidade impedia.
A gente conversou por um tempão e eu bebi pra caramba, contei a história que tinha acontecido comigo e, ao amanhecer, bêbado como eu estava, ela decidiu me levar pra casa dela de táxi, me ajudou a subir e quando cheguei caí fulminado na cama. Ela começou a me despir pra eu passar a noite, desabotoou minha camisa e minha calça, e quando fiquei só de cueca, talvez pela bebedeira, talvez pelos acontecimentos, ela pôde apreciar meu pau em seu máximo esplendor. Acho que foi isso que a decidiu a se jogar em cima de mim e começar a me beijar. Eu estava atordoado e não lembro muito bem o que aconteceu, pois estava muito bêbado, mas a Alicia esfregava o corpo no meu, beijando meu pescoço e acariciando com as mãos.
A língua dela percorreu meu peito, eu sentia o calor suave sobre meu corpo, era como um sonho, não sabia se estava realmente acontecendo. Ela chegou à minha cueca e, quase rasgando, se livrou dela. Queria ver aquele pauzão que havia desejado por tantos anos. Agora, finalmente, ele estava indefeso diante dela e em suas mãos. Ela o pegou com as mãos e sua língua percorreu a cabeça, para então seus lábios o beijarem e começarem a introduzi-lo em sua boca até fazê-lo desaparecer nela.
A ponta do pau chegava até sua garganta e seus lábios até as bolas, ela tinha tudo dentro e sabia o que fazer com um homem. Minha mente viajava para minha mulher transando com Carlos, enfiando o pau dele dentro dela. Eu estava quase gozando quando ela se afastou e tirou toda a roupa. Eu não conseguia nem me mexer, mas ela sim. Pulou na cama, com a mão direita abriu sua buceta molhada e com a esquerda pegou meu pau e se enfiou nele. De joelhos sobre mim, rebolava a bunda e gritava de prazer. Me pedia para foder ela como a puta da minha mulher, para fazê-la sentir o que Carlos fazia com Laura. Que ela era uma vadia querendo cavalgar em cima de mim e sentir um pau duro entre as pernas.
Meu pau entrava e saía da sua buceta suculenta, seus peitos pulavam com os movimentos e ela os agarrou com as mãos, apertando-os entre elas e sem parar de se mexer, pedindo por mais... tivemos um orgasmo intenso e caímos dormidos na cama.
Na manhã seguinte ela me fez entender que eu tinha gostado de ver outro foder minha mulher, e que talvez fosse isso que mais me excitava, então decidi botar um plano em prática e acabar com aquilo.
Liguei para o Carlos e marquei com ele para o fim de semana em casa, com a desculpa de que tive que sair correndo, ele pareceu encantado de ver minha mulher de novo.
Pedi pra Laura vestir aquele vestido preto super sexy e curto que ela tem, e colocar as meias com a liga, sem calcinha, porque isso me deixaria excitado durante o jantar, e ela topou.
No sábado, Carlos apareceu e os olhares deles se cruzaram com prazer, percebi a excitação da minha mulher e o volume que o pau do Carlos tomava debaixo da calça.
Durante o jantar fui colocando minha mão sobre a coxa da Laura, acariciando com a palma da mão, e brincando sob a toalha acariciava a parte interna de suas pernas, esticando meus dedos e roçando seu púbis, enquanto não parava de conversar com Carlos. Meus dedos tocavam a entrada de sua buceta e acariciavam suavemente seu clitóris, ela estava encharcada e apertava as pernas para que o atrito fosse maior, estava prestes a ter um orgasmo, então parei e fomos para os sofás tomar uns drinks.
Naquele ponto da noite, a bebida já estava fazendo efeito e o calor era palpável no ambiente. Nós três estávamos muito excitados. Comecei beijando minha mulher enquanto ela conversava com Carlos, que estava sentado à nossa frente. Beijei seu pescoço e sua boca, minhas mãos acariciavam suas pernas. Carlos estava com o pau duro diante de nós. Minha mão foi subindo por suas pernas até que, por baixo da saia, abri suas pernas enquanto a beijava, de modo que meu amigo visse que ela não usava nada por baixo do vestido. Laura gemia de prazer e abria e fechava as pernas, levando minha mão para dentro dela. Meus dedos entraram facilmente em sua buceta encharcada, enquanto Carlos não sabia como reagir.
Com minha mão, desci o zíper do vestido dela, libertando seus peitos. Seus mamilos estavam duros e ela estava adorando a situação. Beijei seus seios e Carlos abaixou suas calças, mostrando seu pau enorme e ereto, começando a masturbá-lo. Eu não parava de beijá-la e tocar seus peitos, e Carlos, ajoelhando-se diante dela, abriu suas pernas e começou a lamber sua buceta. Laura estava quase chegando ao orgasmo e eu também — ver minha mulher transando com outro e participar daquela cena era a coisa mais prazerosa que já tinha acontecido.
Já nua, Laura estava sobre o sofá de pernas abertas, com a língua de Carlos metendo nela. Eu me despi e enfiei meu pau na boca dela. Laura me chupava com muita vontade, e Carlos fazia o mesmo com ela. Laura pediu a Carlos que a penetrasse e a fizesse gozar. Ele enfiou o membro na buceta dela e começou a se mover, fazendo com que esse movimento empurrasse meu pau para dentro e para fora da boca dela. Gozei abundantemente dentro de sua boca e depois tirei para regar seus peitos com meu sêmen. Com as mãos, ela espalhava a porra sobre os seios, sentindo um prazer enorme. Carlos gozou na buceta dela e molhou seu púbis com sêmen. Laura, encharcada de porra, não parava de ter orgasmos.
Mudamos de posição e Carlos começou a beijá-la enquanto eu, sem soltar meu pau das mãos, enfiei na sua buceta molhada de porra. O sêmen escorria da sua buceta a cada empurrão do meu pau, e ela não parava de chupar o Carlos. Carlos se levantou e ela, erguendo-se, ficou de frente para ele e o chupou, oferecendo-me suas costas e pedindo que eu enfiasse na buceta por trás. Agarrei-a pelas nádegas e voltei a enfiar suavemente, batendo com meu pau na sua buceta, fazendo meus ovos baterem na sua bunda a cada golpe, enquanto ela lambia o pau do Carlos gritando de prazer. Gozamos ao mesmo tempo na sua boca e na sua buceta. Ela caiu no chão extasiada, seu corpo estava completamente coberto de sêmen, seus peitos brilhavam molhados e da sua buceta escorria um fio de porra.
Desde então, nosso relacionamento melhorou e ocasionalmente convidamos o Carlos para jantar e para algo a mais...
A noite transcorreu normalmente, Carlos chegou com um buquê de flores para minha esposa, em agradecimento à nossa hospitalidade, e ela nos presenteou com um jantar magnífico. O tempo passou rápido e chegou a hora de eu partir para Madri. Carlos insistiu em ir embora também, mas implorei que ficasse fazendo companhia à Laura, já que eu não poderia ficar por mais tempo.
A verdade é que eu não estava tranquilo, porque notei no olhar do Carlos um algo especial que me fez desconfiar dele. Tenho uma relação maravilhosa com minha esposa, mas ele é divorciado e não parava de olhar as pernas longas dela.
Não sei por que decidi pregar uma peça, me despedi deles, mas estacionei o carro na esquina da casa e entrei no jardim pela porta lateral de acesso. Como já disse, ninguém podia me ver de fora, já que a cerca impede, então as cortinas geralmente não ficam fechadas em casa.
Espiei de fora a evolução dos movimentos deles, na verdade estavam tomando uma bebida na sala enquanto eu os observava por trás das cercas vivas, depois de uns quinze minutos eles se levantaram entre risas e foram para a sala de sinuca, devo dizer que tanto Carlos quanto eu somos jogadores excelentes, mas Laura nunca demonstrou interesse algum no jogo, então me surpreendeu.
Carlos foi colocando as bolas e começou a fazer umas carambolas, depois Laura pegou um taco e ele, por trás, segurando suas mãos, guiava seus movimentos. A verdade é que eu não gostava muito daquela situação, mas invadir a casa por aquela bobagem teria sido pior, então aos poucos eu via como Carlos a agarrava com mais força e seu rosto se aproximava do de Laura, ela entre risadas e copos parecia não rejeitar seus toques.
Carlos começou a sussurrar coisas no ouvido dela, enquanto Laura continuava curvada sobre o tapete e parecia estar gostando. Então Carlos, com a mão esquerda sobre a de Laura, apoiou a mão direita na bunda dela e começou a acariciar lentamente com a palma da mão, enquanto ela, nada descontente, rebolava agradecendo as carícias.
A verdade é que a situação me deixou confuso e excitado ao mesmo tempo, então decidi continuar olhando sem interromper. Carlos deslizou a mão por baixo da saia dela para acariciar diretamente a bunda, e depois, com ela na posição de jogar sinuca, posicionou-se bem atrás e com uma mão em cada nádega, começou a esfregar o pau nelas - pelo volume que dava pra ver na calça dele, devia estar totalmente duro.
A bunda dela se movia ritmicamente, esfregando seu pau por cima da calça, transformando os sorrisos em seus rostos no prazer da excitação... Carlos levantou sua saia, expondo sua bunda, apenas coberta por um fio dental que ele foi puxando para baixo enquanto, curvado para frente, beijava suas nádegas e, de joelhos, a retirava de suas pernas, afastando-a para o lado. Ele se levantou e, em seguida, Laura virou-se e, ajoelhando-se, foi desabotoando os botões de suas calças até revelar sua cueca apertada por seu grande pau ereto, baixou suas calças e começou a beijá-lo ao redor da cueca, tirando sua língua e passando-a pelas bordas dela, assim como por suas virilhas.
Ela tirou sua calcinha e, segurando seu membro com as duas mãos, puxou a pele que envolvia a cabeça e com a língua acariciou, deslizando depois pelas laterais do pau, mordiscou com cuidado, dando-lhe muito prazer, para finalmente enfiá-lo em sua boca quente. O grande pau desapareceu entre seus lábios, aparecendo apenas suas bolas, duras de excitação, que ficaram fora de sua boca. Nunca Laura tinha feito algo assim comigo, dizia que não tinha vontade de fazer, mas agora com Carlos ela saboreava seu pau, extraindo os fluidos que brotavam dele, enfiava na boca para frente e para trás com frenesi, acariciando suas bolas, colocando as mãos em suas nádegas e ajudando-o a enfiar mais fundo, no fundo de sua garganta. Carlos, com as mãos na cabeça dela, dirigia o ritmo do boquete que ela estava fazendo. Parecia que ela sentia tanto prazer quanto ele; o sabor de um grande pau em sua boca era novo e ela não desgostava de saboreá-lo e sentir o gosto do sexo.
Quase sem perceber, eu estava atrás de uma grande cerca vendo meu amigo ir foder minha mulher na minha frente, e eu, cheio de tesão, estava com as calças abaixadas, com meu pau grande e duro como uma pedra na mão, lubrificado e querendo gozar. Minha mão não parava de masturbar enquanto ela chupava ele.
Carlos afastou minha mulher e a fez levantar, sentou-a sobre a mesa de sinuca e, ajoelhando-se diante dela, preparou-se para retribuir a carícia. Levantou sua saia até a cintura e, abrindo suas longas pernas, beijou seu ventre, a pouca penugem que cobria exatamente sua buceta, beijou suas virilhas, o interior de suas panturrilhas, mordiscou-as e introduziu lentamente sua língua em seu sexo. Quantas vezes eu tinha querido fazer aquilo... Ela, com as mãos apoiadas no feltro e a cabeça para trás, não parava de gemer, estava curtindo como há tempos eu não a via fazer. Eu continuei olhando enquanto com uma mão agarrava meu pau e com a outra brincava com minhas bolas.
Meu amigo se levantou e apoiou o pau na buceta dela, sem chegar a entrar, enquanto com as mãos levantava o vestido dela, tirando pela cabeça, deixando à mostra aquele par de tetas lindas que ela tem. Beijou seu pescoço e beijou seus mamilos, agarrando-os com os lábios e com as mãos acariciava seus quadris, tudo isso sem parar de mover o corpo para que o atrito roçasse seus sexos.
Laura sentia o pau duro roçando seu púbico bem cuidado e como sua parte central abria os lábios de sua buceta encharcada, macia pelo fluido que escorria dela. Ela desejava que aquele pau a perfurasse e saciasse sua fome de sexo.
Carlos a derrubou sobre a mesa, segurou cada uma de suas pernas com os braços e, movendo a bunda, fez a cabecinha do seu pau roçar na entrada da sua buceta, que já estava aberta permitindo a penetração. Laura gemía de prazer, a putinha estava sentindo o pau duro dele entrando suavemente na sua buceta molhada, que depois da chupada que ele tinha dado devia estar escorrendo de tesão. Carlos movia a bunda dura para que a penetração fosse mais gostosa e dava para ouvi-la gritar de prazer, pedindo para ele comer ela com força, que queria ser encharcada com a porra dele, queria se inundar com os líquidos. Carlos aumentou a velocidade dos movimentos, metendo com fúria e sem controle, o pau dele entrava e saía da sua xota encharcada, a cabecinha brilhando de lubrificação saía completamente dela e voltava a entrar, deslizando pelas paredes da sua buceta totalmente aberta. Ele deu com prazer o que ela pedia, gozou abundantemente dentro dela, tirou o pau duro e, segurando com a mão direita, jorrou porra nos peitos dela, que ela esfregava, molhando todo o corpo com o líquido que saía do seu pau. Todo o corpo dela estava coberto de porra... ela pedia mais, mais e ele continuava totalmente ereto, o pau duro brilhando de sêmen e da cabecinha ainda escorria gozo. Carlos a virou e, aproveitando a lubrificação, disse que ia encher o cu dela de porra.
Laura disse que seria sua primeira vez, o que os excitou ainda mais... apoiada sobre a mesa de sinuca e com os peitos sobre o feltro, ela ofereceu sua bunda para ele. Ele introduziu primeiro um dedo, dilatando seu esfínter, depois dois, e então sua rola encharcada foi entrando em sua buceta. Ela gritava de prazer; a sensação de ser desvirginada por alguém que não era seu marido, com um pau enorme que ela havia chupado com grande habilidade, a levou novamente ao orgasmo. Enquanto isso, Carlos tirou seu pênis de sua buceta e deixou todo seu gozo jorrar sobre ela. Seus corpos se fundiram sobre a mesa de sinuca e descansaram.
Eu no jardim me contorcia de prazer e raiva ao mesmo tempo, era muito excitante ver um casal fazendo amor sem pudor, sem ensaios, sem fingimento, meu pau ia explodir e assim o fez, quase ao mesmo tempo saiu um grande jato de porra que inundou minha mão completamente, deixando-a encharcada de sêmen, enquanto da minha rola continuava a emanar aquele maravilhoso líquido viscoso.
A cena durou pouco mais, Laura vestiu um roupão e ele foi embora em cinco minutos. Já tinha conseguido o que veio buscar. Laura subiu para os quartos no andar de cima, e eu aproveitei para entrar na casa, não sabia o que ia fazer, estava confuso, então continuei observando ela.
Ela havia entrado na banheira, esvaziado um pote de sais e enchido a banheira. Precisava limpar todo o seu corpo coberto pelo sêmen de Carlos. A música chegava até o banheiro e, com a porta aberta, a música relaxante de Mozart se infiltrava ali.
Laura, de olhos fechados, não podia ver como eu, da escuridão do nosso quarto, a observava. Seus mamilos endureceram, não por causa do frio – ela ainda tinha na mente aquele homem que a tinha comido sobre a mesa de sinuca. Suas mãos percorriam seu corpo; enquanto uma mão massageava um de seus peitos, a outra brincava com a parte interna de suas coxas, para aos poucos ir acariciando a entrada de sua buceta, esfregando suavemente seu clitóris e começando a se masturbar. Eu podia ver como em sua mente aparecia aquele pau enorme que ela tinha chupado – era sua primeira vez, ela nunca esqueceria o gosto. Ela se contorcia na água acariciando o próprio corpo, seus dedos entravam em sua buceta aumentando o ritmo.
Eu também ainda estava excitado, e aquela cena da minha mulher relaxando o corpo recém-comido na água fez meu pau recuperar a vitalidade, atingindo uma nova ereção.
Ela se levantou e, abrindo um armário do banheiro, atrás de todos os perfumes e loções de limpeza, abriu uma caixa e tirou um grande segredo: era uma enorme pica vibratória de látex. Eu nunca imaginaria que ela tivesse uma, mas era óbvio que ela não desperdiçava minhas ausências... Voltando para a banheira e de pernas abertas, foi introduzindo aquela pica na sua buceta, lubrificada pelo desejo, pelo sêmen do Carlos e pela água quente da banheira.
Aquele aparelho parecia dar um prazer enorme a ela, pois seus peitos estavam quase explodindo e ela enfiava e puxava o pau da sua buceta enquanto as vibrações provocavam um orgasmo extraordinário, quase igual ao que novamente inundou minha mão. Ainda tinha porra suficiente para lubrificar todo meu pau e minha mão de novo, pingando no chão.
Saí de casa e caminhei confuso em direção a Madri, sem saber como agir, pois minha mulher tinha me traído, mas isso me causou um enorme prazer. Atordoado, decidi ir ver minha amiga Alicia, que trabalha à noite num pub. Ela é minha grande confidente e antiga namorada, até que Laura apareceu. Ela sempre desejou continuar nosso relacionamento, mas minha fidelidade impedia.
A gente conversou por um tempão e eu bebi pra caramba, contei a história que tinha acontecido comigo e, ao amanhecer, bêbado como eu estava, ela decidiu me levar pra casa dela de táxi, me ajudou a subir e quando cheguei caí fulminado na cama. Ela começou a me despir pra eu passar a noite, desabotoou minha camisa e minha calça, e quando fiquei só de cueca, talvez pela bebedeira, talvez pelos acontecimentos, ela pôde apreciar meu pau em seu máximo esplendor. Acho que foi isso que a decidiu a se jogar em cima de mim e começar a me beijar. Eu estava atordoado e não lembro muito bem o que aconteceu, pois estava muito bêbado, mas a Alicia esfregava o corpo no meu, beijando meu pescoço e acariciando com as mãos.
A língua dela percorreu meu peito, eu sentia o calor suave sobre meu corpo, era como um sonho, não sabia se estava realmente acontecendo. Ela chegou à minha cueca e, quase rasgando, se livrou dela. Queria ver aquele pauzão que havia desejado por tantos anos. Agora, finalmente, ele estava indefeso diante dela e em suas mãos. Ela o pegou com as mãos e sua língua percorreu a cabeça, para então seus lábios o beijarem e começarem a introduzi-lo em sua boca até fazê-lo desaparecer nela.
A ponta do pau chegava até sua garganta e seus lábios até as bolas, ela tinha tudo dentro e sabia o que fazer com um homem. Minha mente viajava para minha mulher transando com Carlos, enfiando o pau dele dentro dela. Eu estava quase gozando quando ela se afastou e tirou toda a roupa. Eu não conseguia nem me mexer, mas ela sim. Pulou na cama, com a mão direita abriu sua buceta molhada e com a esquerda pegou meu pau e se enfiou nele. De joelhos sobre mim, rebolava a bunda e gritava de prazer. Me pedia para foder ela como a puta da minha mulher, para fazê-la sentir o que Carlos fazia com Laura. Que ela era uma vadia querendo cavalgar em cima de mim e sentir um pau duro entre as pernas.
Meu pau entrava e saía da sua buceta suculenta, seus peitos pulavam com os movimentos e ela os agarrou com as mãos, apertando-os entre elas e sem parar de se mexer, pedindo por mais... tivemos um orgasmo intenso e caímos dormidos na cama.
Na manhã seguinte ela me fez entender que eu tinha gostado de ver outro foder minha mulher, e que talvez fosse isso que mais me excitava, então decidi botar um plano em prática e acabar com aquilo.
Liguei para o Carlos e marquei com ele para o fim de semana em casa, com a desculpa de que tive que sair correndo, ele pareceu encantado de ver minha mulher de novo.
Pedi pra Laura vestir aquele vestido preto super sexy e curto que ela tem, e colocar as meias com a liga, sem calcinha, porque isso me deixaria excitado durante o jantar, e ela topou.
No sábado, Carlos apareceu e os olhares deles se cruzaram com prazer, percebi a excitação da minha mulher e o volume que o pau do Carlos tomava debaixo da calça.
Durante o jantar fui colocando minha mão sobre a coxa da Laura, acariciando com a palma da mão, e brincando sob a toalha acariciava a parte interna de suas pernas, esticando meus dedos e roçando seu púbis, enquanto não parava de conversar com Carlos. Meus dedos tocavam a entrada de sua buceta e acariciavam suavemente seu clitóris, ela estava encharcada e apertava as pernas para que o atrito fosse maior, estava prestes a ter um orgasmo, então parei e fomos para os sofás tomar uns drinks.
Naquele ponto da noite, a bebida já estava fazendo efeito e o calor era palpável no ambiente. Nós três estávamos muito excitados. Comecei beijando minha mulher enquanto ela conversava com Carlos, que estava sentado à nossa frente. Beijei seu pescoço e sua boca, minhas mãos acariciavam suas pernas. Carlos estava com o pau duro diante de nós. Minha mão foi subindo por suas pernas até que, por baixo da saia, abri suas pernas enquanto a beijava, de modo que meu amigo visse que ela não usava nada por baixo do vestido. Laura gemia de prazer e abria e fechava as pernas, levando minha mão para dentro dela. Meus dedos entraram facilmente em sua buceta encharcada, enquanto Carlos não sabia como reagir.
Com minha mão, desci o zíper do vestido dela, libertando seus peitos. Seus mamilos estavam duros e ela estava adorando a situação. Beijei seus seios e Carlos abaixou suas calças, mostrando seu pau enorme e ereto, começando a masturbá-lo. Eu não parava de beijá-la e tocar seus peitos, e Carlos, ajoelhando-se diante dela, abriu suas pernas e começou a lamber sua buceta. Laura estava quase chegando ao orgasmo e eu também — ver minha mulher transando com outro e participar daquela cena era a coisa mais prazerosa que já tinha acontecido.
Já nua, Laura estava sobre o sofá de pernas abertas, com a língua de Carlos metendo nela. Eu me despi e enfiei meu pau na boca dela. Laura me chupava com muita vontade, e Carlos fazia o mesmo com ela. Laura pediu a Carlos que a penetrasse e a fizesse gozar. Ele enfiou o membro na buceta dela e começou a se mover, fazendo com que esse movimento empurrasse meu pau para dentro e para fora da boca dela. Gozei abundantemente dentro de sua boca e depois tirei para regar seus peitos com meu sêmen. Com as mãos, ela espalhava a porra sobre os seios, sentindo um prazer enorme. Carlos gozou na buceta dela e molhou seu púbis com sêmen. Laura, encharcada de porra, não parava de ter orgasmos.
Mudamos de posição e Carlos começou a beijá-la enquanto eu, sem soltar meu pau das mãos, enfiei na sua buceta molhada de porra. O sêmen escorria da sua buceta a cada empurrão do meu pau, e ela não parava de chupar o Carlos. Carlos se levantou e ela, erguendo-se, ficou de frente para ele e o chupou, oferecendo-me suas costas e pedindo que eu enfiasse na buceta por trás. Agarrei-a pelas nádegas e voltei a enfiar suavemente, batendo com meu pau na sua buceta, fazendo meus ovos baterem na sua bunda a cada golpe, enquanto ela lambia o pau do Carlos gritando de prazer. Gozamos ao mesmo tempo na sua boca e na sua buceta. Ela caiu no chão extasiada, seu corpo estava completamente coberto de sêmen, seus peitos brilhavam molhados e da sua buceta escorria um fio de porra.
Desde então, nosso relacionamento melhorou e ocasionalmente convidamos o Carlos para jantar e para algo a mais...
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