O olhar do meu irmão e o meu disseram tudo... A Sofi vai levar dupla penetração. Levantando daquele futon sem falar uma palavra, fomos pro quarto: luz baixa e o ambiente perfumado pelos fluidos corporais criaram o clima perfeito pra foder. - Sofi: Deita de costas, deixa eu cavalgar - enquanto se esfregava o clitóris ainda de pé, na beira da cama, enquanto escorria sucos pelas pernas - Sofi se dirigiu exclusivamente ao meu irmão, seu novo brinquedo sexual. Onde, sem mais delongas, se agachou sobre a piroca dura e venosa, maciça. Enfiou sem muita dificuldade na buceta dela, de costas pro meu irmão, ficando eu de frente, olhando todas as caras que a Sofi fazia enquanto pulava que nem uma louca na piroca do Tomi. - Sofi: Continua assim, gostoso, me come! - exclamava enquanto me fazia sinal pra eu ficar de pé na cama - Quando fiz, de novo a Sofi, enquanto cavalgava meu irmão, enfiou minha piroca na boca dela, e sem hesitar, colocou minha mão na nuca dela, num sinal de que queria que eu comesse a boca dela... Meu irmão, com uma vista perfeita daquele rabo enorme, redondo e macio, começou a brincadeira de enfiar os dedos na bunda da Sofi, que com um movimento rápido, tirou um vibrador tamanho pequeno, um dilatador ainda mais grosso que minha piroca, que tava escondido debaixo de um dos travesseiros, entregando pro Tomás. - Tomás: ahhh, você é uma puta viciada! Olha só que brincalhona você é... - Javi: Enfia logo na bunda dela, que ela adora... A Sofi só se dedicava a receber prazer enquanto tava num sobe e desce rápido, violento e profundo, onde sentia que a piroca dura do meu irmão já tava batendo no fundo da buceta dela, que não dava pra entrar mais. Tomás, ao perder a pouca compostura que ainda tinha por causa da luxúria que tava sentindo, decidiu enfiar o vibrador de um jeito tão brusco, que tive que segurar a Sofi pra ela não sair do lugar. - Sofi: Não para! Tira, filho da puta! Você tá me arrebentando! Uffff... - Javi: Fica quieta que agora você é nossa, puta - sussurrando no ouvido dela com um tom autoritário e segurando ela firme pelo pescoço, enfiando meu pau na garganta dela - Essas palavras, junto com o aperto que eu dei por ela querer se mexer e com meu pau na boca dela, fizeram a Sofi gozar o squirt mais gostoso da vida dela, molhando até as pernas do meu irmão, que ainda aguentava os pulos da Sofi em cima do pau dele. - Javi: Já tá pronta, irmão, fica do jeito que tá, Sofi vira - Ficando assim deitada no peito do meu irmão, ainda sendo penetrada - A cabeça da Sofi ficou apoiada no peito do Tomás, que quando me viu chegar, abriu com as duas mãos as nádegas da Sofi, me entregando assim a melhor vista dela. Comecei passando a língua ao longo de toda a racha dela, passando bem perto do pau do meu irmão, que nessa altura do campeonato, não teria problema nenhum em lamber, mas parei ali. Fiquei observando como escorriam os sucos da buceta da Sofi, escorrendo por toda a haste do pau do Tomás, até molhar os ovos, duros, já quase espremidos, mas ainda assim de um bom tamanho, peguei eles e limpei com a mão, fazendo a Sofi passar a língua ali, pra sentir o gosto que a boceta dela soltava. - Javi: Fica assim, puta, gostou do gosto? - encostando a cabeça do meu pau no cu da Sofi - Sem mais palavras, consegui me encaixar entre as pernas do meu irmão, que já tinha começado a bombar de leve, mas até o fundo, e meti no cuzinho dela do jeito mais brutal possível, fazendo a Sofi soltar um grito de dor e prazer. - Javi: Tá entrando, puta? Tá sentindo? - Sofi: Sim, amor, mete forte! Me comam! Ahhh! - Gritava igual uma puta no cio, igual uma possuída por dois paus - Começamos a meter e tirar do jeito mais violento que já fizemos na vida, a Sofi já tava toda ofegante, mas ainda assim se submetia à nossa vontade, com movimentos intensos meus e do Tomás, ela chegou O orgasmo mais quente que ela já sentiu na vida. Quase desmaiando, Sofi caiu no peito do Tomás, achando que já tinha acabado...
— Tomás: Sai, Sofi. Javi, deixa comigo agora, quero meter na bunda dela — já se levantando e se pondo de pé, empurrando Sofi como um pano de chão —
— Javi: Fala sério, quero encher ela de porra agora — me deitando de costas, enquanto ajeitávamos a Sofi, que já tava exausta —
Depois que todo mundo se acomodou, eu penetrei a Sofi pela buceta, e ela quase nem se mexeu, de tão moldada que ficou pelas investidas do meu irmão. Mas não parava por aí: minha esposa, repetindo a mesma posição que com meu irmão, se colocou sobre o meu peito, levantando a bunda, toda pro cunhado dela.
— Tomás: Uff, agora sim vai ficar bom — enquanto, com o pau dele, segurando pela base, dava batidinhas nas nádegas da Sofi —
A Sofi já não tinha mais energia, e muito menos vontade, pra aguentar ou resistir ao que vinha pela frente. O cunhado dela, com 20 cm de pura carne, uma cabeça grossa e um par de bolas que batiam na bunda dela a cada bombada, ia fazer ela passar o melhor sexo anal da vida dele...
Ele penetrou até o fundo, tão fundo que minhas bolas começaram a roçar nas do meu irmão, formando o trio perfeito, incestuoso, morbidão. Um vai e vem tão selvagem que durou uns dez minutos de gemidos incessantes de prazer da Sofi, do cunhado dela e do marido.
— Tomás: Uff, que cu apertado, irmão, que mulherão que tu tem! — enquanto dava tapas nas nádegas da Sofi —
Sofi não acreditava que aquele pau todo tinha entrado no cu dela, gemendo como nunca em cima do pau do marido, pedindo aos gritos pra gozar... O primeiro orgasmo da Sofi, depois de receber o pau do meu irmão na bunda, veio junto com o meu, soltando a pouca ou nenhuma porra que me restava. Eles ficaram uns segundos parados, na expectativa do que eu queria fazer, que naquele momento era só respirar. Fui pro banheiro me lavar. um banho, achando que tudo tinha acabado ali, mas não.... A festa continuou e eu, no banheiro, com o pau mole, ouvindo de novo Sofi gemer, e meu irmão também. Continua.
— Tomás: Sai, Sofi. Javi, deixa comigo agora, quero meter na bunda dela — já se levantando e se pondo de pé, empurrando Sofi como um pano de chão —
— Javi: Fala sério, quero encher ela de porra agora — me deitando de costas, enquanto ajeitávamos a Sofi, que já tava exausta —
Depois que todo mundo se acomodou, eu penetrei a Sofi pela buceta, e ela quase nem se mexeu, de tão moldada que ficou pelas investidas do meu irmão. Mas não parava por aí: minha esposa, repetindo a mesma posição que com meu irmão, se colocou sobre o meu peito, levantando a bunda, toda pro cunhado dela.
— Tomás: Uff, agora sim vai ficar bom — enquanto, com o pau dele, segurando pela base, dava batidinhas nas nádegas da Sofi —
A Sofi já não tinha mais energia, e muito menos vontade, pra aguentar ou resistir ao que vinha pela frente. O cunhado dela, com 20 cm de pura carne, uma cabeça grossa e um par de bolas que batiam na bunda dela a cada bombada, ia fazer ela passar o melhor sexo anal da vida dele...
Ele penetrou até o fundo, tão fundo que minhas bolas começaram a roçar nas do meu irmão, formando o trio perfeito, incestuoso, morbidão. Um vai e vem tão selvagem que durou uns dez minutos de gemidos incessantes de prazer da Sofi, do cunhado dela e do marido.
— Tomás: Uff, que cu apertado, irmão, que mulherão que tu tem! — enquanto dava tapas nas nádegas da Sofi —
Sofi não acreditava que aquele pau todo tinha entrado no cu dela, gemendo como nunca em cima do pau do marido, pedindo aos gritos pra gozar... O primeiro orgasmo da Sofi, depois de receber o pau do meu irmão na bunda, veio junto com o meu, soltando a pouca ou nenhuma porra que me restava. Eles ficaram uns segundos parados, na expectativa do que eu queria fazer, que naquele momento era só respirar. Fui pro banheiro me lavar. um banho, achando que tudo tinha acabado ali, mas não.... A festa continuou e eu, no banheiro, com o pau mole, ouvindo de novo Sofi gemer, e meu irmão também. Continua.
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