Meu nome é John e minha esposa se chama Janine. Estamos casados há 10 anos. Ela tem 33 e eu 36. Minha esposa é uma mulher bonita, embora bem baixinha, só tem 1,52m de altura. Ela tem cabelo liso castanho claro abaixo dos ombros, olhos verdes e um sorriso doce e delicado. É isso: ela é toda delicada. Tem uns peitos macios (apesar de ter um filho de 2 anos) com mamilos rosados, uma barriguinha de mulher na casa dos trinta e uma buceta apertada e rasa, com lábios rosados e um triângulo denso de pelos marrons no púbis.
Ela é uma mãe carinhosa e uma dona de casa jovem. Uma esposa responsável e uma psicóloga recém-formada.
Ela é psicóloga infantil, já que sua doçura e delicadeza sempre foram sua vocação, e é o trabalho perfeito para ela. É uma garota conservadora e inteligente.
Eu fui seu primeiro homem e tentei ensinar tudo sobre sexo, embora eu também não tivesse muita experiência prévia. Fazemos amor duas ou três vezes por mês, só depois que a menstruação dela termina e ela está nos dias de maior fertilidade e tesão. Nessa fase, os seios dela incham levemente, aumentando a sensibilidade. E os mamilos escurecem alguns tons, sinal de que o corpo dela está pronto para ser fertilizado.
Como ela ainda não queria ter outro filho – dado o tempo que dedica à profissão – usamos camisinha para fazer amor, embora eu saiba que tenho uma baixa quantidade de esperma fértil. Na verdade, para ter nosso filho, tentamos por 6 anos, até que finalmente conseguimos.
O médico que consultávamos nos disse que ela é muito receptiva porque ovula assim que a menstruação termina e, por 12 ou 13 dias, a vagina dela fica muito exposta, então seria fácil engravidá-la se eu tivesse uma quantidade normal ou alta de esperma potente. Mas como não é o caso, as camisinhas são mais que suficientes para não haver risco de gravidez. Além disso, a quantidade de sêmen que eu ejaculo é muito pequena porque – segundo o médico – meus Os peitos dela são bem pequenos.
Meu pau também é bem pequeno: menos de 10 centímetros e, mesmo que a Janine tenha o útero bem baixo porque a vagina dela é muito curta e o canal cervical também, a cabeça do meu pau não chega a encostar nele.
Sempre fui meio sonhador e, depois do nascimento do nosso filho e com a minha esposa tão ocupada com o trabalho, comecei a ver vídeos e fotos na Internet. Às vezes eu batia uma na frente do PC vendo pornografia. Sempre tomei cuidado pra minha esposa não descobrir minhas "práticas" até uma noite em que ela estava de TPM e já fazia mais de vinte dias que a gente não transava. Eu tava excitado e precisei aliviar enquanto lia uma história erótica sobre um casamento onde a mulher traía o marido com um cara maior, mais alto, forte e mais bem dotado. Janine me pegou no flagra me tocando:
— "O que você tá fazendo, John? Me mostra o que você tá vendo".
Eu minimizei a tela, mas esqueci de limpar o histórico de navegação, e mais tarde, enquanto eu dormia, minha esposa viu a história que eu tava lendo.
No dia seguinte, ela me chamou de pervertido e de "punheteiro de merda", tava muito puta e disse que a gente não ia transar por um tempo porque o que aconteceu deu nojo nela.
Chegou o fim de semana e ela me avisou que, na sexta à noite, ia sair pra jantar com a amiga Laura. Eu combinei de levar nosso filho pra casa dos meus pais e a gente dormir lá, voltando pra nossa casa no sábado ao meio-dia.
Janine topou e disse:
— "Fantástico, boa ideia, assim posso ficar mais tempo com a Laura e colocar a conversa em dia".
Eu perguntei:
— "Pra onde vocês vão com a Laura?" Ela respondeu: "Jantar no African Food, um lugar novo que ela conhece". Eu quis saber um pouco mais e perguntei se era muito longe, e ela disse que não sabia exatamente, mas que era no bairro onde a Laura mora, uma área central da cidade a uns 30 minutos daqui. do nosso bairro suburbano, família e classe média.
— "Vão com o carro da Laura?", perguntei
— "Sim, meu amor — ela disse — fica tranquilo que ela me traz pra casa depois do jantar. Você vai pra casa dos seus pais e a gente se vê amanhã ao meio-dia."
Eu não consegui evitar tocar no assunto dos dias anteriores:
— "Você tá brava por causa da quarta-feira."
— "Já vai passar — ela me disse — mas doeu muito o que você fez."
— "Me perdoa, por favor — implorei — é que tô com vontade de fazer amor e você tá com pouco tempo e ainda por cima tá indisposta e..."
— "Tá bom, mas me dá uns dias pra passar. Vou jantar e tomar uns drinks com a Laura e amanhã a gente conversa."
Eu a via se arrumando pra sair com a amiga e notei que não tava protegendo a buceta com um absorvente íntimo. Ela comentou que a menstruação tinha ido embora na quinta... Tava morena do sol porque levava nosso filho pra piscina, e tinha a marca do biquíni totalmente gravada no corpo. Ela não usa biquínis pequenos, mas adoro como aparece a mata de pelos marrons na pele branca que não pegou sol.
Ela vestiu uma saia de seda vinho que marcava as coxas, a raba e o montinho da ppk. Também colocou uma regata branca decotada e justa que marcava a barriguinha, e umas tamancas brancas de salto médio.
— "Porra!!!!!!" Pensei. Ontem começou a fase de ovulação e — consequentemente — de maior receptividade pro sexo.
Fui com nosso filho pra casa dos meus pais de carro às 19h. A Laura passaria pra buscar a Janine às 20h30.
Quando cheguei na casa dos meus pais, jantamos e procurei na internet o endereço do lugar African Food. O site dizia: "Pra jantar e dançar como na África."
Era um lugar pra jantar que depois virava pista de dança e tocava música africana, claro.
Às 23h, liguei no celular pra Janine e ela disse que ela e a amiga iam ficar mais um pouco porque ia ter um show de dança africana e ela queria ver. Disse que a bateria do aparelho dela tava acabando e pra eu não me preocupar, que não voltaria muito tarde: "John, a gente se vê amanhã meio-dia em casa, fica tranquilo e curte aí".
O menino já tinha dormido e eu e meu pai estávamos vendo um jogo de tênis. Meu pai também foi deitar e eu fiquei sozinho. Já era 0h30 quando decidi ir até o lugar onde minha esposa estava. Peguei o carro e saí rápido pro centro da cidade. Cheguei lá em 20 minutos.
Entrei no lugar e era realmente enorme. Tinha uma pista central onde casais e parceiros brancos estavam dançando, mas também tinha muitos homens negros que faziam parte do staff de dançarinos e músicos tocando uns tambores.
À esquerda, tinha uns reservados bem escuros pros casais que queriam se pegar.
Mais pro fundo, tinha um balcão enorme de bebidas. Lá, me perdendo na multidão, vi a Janine, sozinha, sentada num banquinho, com um cotovelo apoiado no balcão e com a mão esquerda segurando uma taça de vinho branco, espumante e doce. Sempre que a gente toma isso, ela fica tonta e a gente usa como um plus pra nossa transa. Ela relaxa e esquece as obrigações de mãe jovem e profissional responsável.
— "Mas cadê a Laura?", pensei.
Me escondi atrás de uma coluna grande bem perto dela e via os caras se aproximando, e ela recusava dizendo: "tô com meu marido", mostrando a aliança de casamento de ouro enquanto segurava a taça de vinho branco.
De repente, um negão enorme se aproximou dela. Alto, muito alto, fácil uns 2 metros e era preto, pretíssimo, carvão. Devia ter uns 45 anos e eu ouvi a voz grossa dele falando com minha mulher:
— "Oi, sou Modou Moussa, da Nigéria, posso te acompanhar com uma taça?"
Janine fez cara amigável pra não parecer racista, mas disse: — "Tô esperando meu marido que foi ao banheiro, valeu."
Minha esposa quase nunca tinha falado com um negro, ainda mais um africano. autêntico, e como toda mulher branca de classe média, sentia um pouco de medo porque no jornal são sempre os negros que cometem crimes (embora a gente saiba que não é bem assim).
— "Sei que você não está com seu marido, mesmo exibindo orgulhosa sua aliança de casada. Você veio com sua amiga Laura, que está por aí com um amigo meu branco chamado Josh. Só vou te acompanhar e a gente conversa enquanto sua amiga se diverte."
Janine não soube o que dizer quando viu Laura indo para os camarotes de casais junto com um cara branco da idade dela. Laura é solteira e era óbvio que, com tanta farra, ia encontrar companhia masculina.
Modou sorria, e Janine disse que ele usava aquela técnica para espantar os "chatos". Eles riram, e Modou — sem pedir permissão a ela — pediu uma garrafa inteira do vinho que Janine estava tomando. Essa foi a primeira amostra da firmeza e da condição de macho dominante dele; na verdade, Janine não teve coragem de dizer não ao vê-lo tão decidido.
Minha linda e pequena esposa já tinha tomado três taças de vinho — duas durante o jantar e estava terminando a terceira. Então, não sobrava muito espaço no corpinho delicado dela para aguentar mais álcool. Mesmo assim, a taça dela foi enchida por Modou enquanto ele contava que era um dos músicos africanos que liderava o show. Com seus 45 anos, era o mais conhecido de todos no lugar.
— "O que significa seu nome, Modou Moussa?" — perguntou minha esposa com delicadeza, enquanto levava a taça aos lábios.
O barman do outro lado sorriu e fez um gesto cúmplice para o negro.
— "É uma história antiga, mas não é meu nome de nascimento. Me deram esse nome há 15 anos, aos 30, antes de vir para a Améyummy. Não quero te entediar com isso; um dia você vai saber."
— "Que intrigante!!!!" — pensou Janine consigo mesma — "Esse negro se acha uma estrela, e acha que eu tô interessada nele, hahaha!!!!" — pensava ela enquanto esboçava um sorriso debochado sem querer. Modou percebeu aquele sorriso e, por sua vez, fez um muito maior. mais safada.
Eu era observador e ouvinte privilegiado ali, atrás da coluna, esperando como aquela situação tão estranha ia se desenrolar.
O negão encheu a taça dela de vinho de novo. Ela tentou recusar, mas ele nem ligou. Era claro que queria dominar a situação e nada ia impedir ele de fazer isso.
— "Você é muito alto, Modou!" — disse Janine, olhando como o africano derramava o vinho na taça dela e se surpreendendo com o tamanho das mãos do negão.
— "Sim. E você, muito pequenininha!"
Eles riram de leve.
Janine contou sobre a profissão dela e teve um brilho nos olhos de Modou quando minha esposa mencionou o quanto ela gostava de crianças.
— "Quantos filhos você e seu marido têm?" — perguntou o homem gigantesco.
— "Ah! Só um, a gente trabalha muito e, além disso, meu marido tem uns problemas com…"
Minha esposa percebeu que estava contando uma coisa íntima pra um homem negro e desconhecido.
"Ji ji" — ela riu de leve, e Modou foi ficando cada vez mais certo de que o plano dele tava dando certo: Minha linda e delicada esposa já tava bem tonta e toda quente. Os olhos de Modou tinham se enchido de sangue e tesão.
Naquela hora, Laura apareceu com o menininho branco, pedindo desculpas pra minha esposa, mas que Josh tinha convidado ela pra ir "pra outro lugar"… Minha esposa olhou pra ela com cara de súplica, mas a amiga foi embora sem ter pena dela.
— "Vamos dançar um pouco" — propôs Modou Moussa pra minha princesinha. "Pelo menos fica mais um tempo, depois te levo pra casa na minha caminhonete" — garantiu o negão.
Era 1h15 da manhã.
Janine fez cara de quem não tava muito convencida, mas o grandão pegou ela pela cintura e com a mão dele tirou ela do banquinho com facilidade. Minha esposa meiga sentiu a pressão daqueles dedos enormes nas costas dela.
Enquanto iam andando pra pista de dança central, ele ia na frente e ela atrás, segurando na mão dele. Parecia uma criança do lado dele, só chegava na metade do peito dele. Apesar de ser um dance africano com clientes brancos, quase não tinha casais. interraciais, e algumas mulheres brancas olhavam para Janine com preconceito…
Eu segui eles de perto e tentei continuar ouvindo o que conversavam.
— "E você, Modou – perguntou minha pequena, incrédula – quantos filhos você tem?"
— "16", ele disse secamente, sem se virar. Só quando a pegou pela cintura e olhou para baixo com um sorriso maldoso, completou: "Viu, eu não tenho o problema que seu marido tem."
Ela olhou para cima com cara de terror e espanto. Uma sensação estranha atravessou sua buceta, um formigamento. Seu período de ovulação, o álcool, e estar dançando com um homem africano preto como carvão e enorme como um urso causou um calor na sua vulva e na ponta dos seus biquinhos rosados.
A música já era lenta naquela hora, e ele a apertou um pouco contra o corpo, fazendo ela sentir um volume grande na altura dos peitos dela. Acariciava suas costas com as mãos pesadas, e a cada passo de dança pressionava um pouco mais seu corpinho pequeno contra o dele.
Ela, num ato reflexo, apoiou por um segundo sua carinha de anjo no peito de Modou e sentiu eletricidade de novo, desde os peitos – em contato com o volume do negro – até a entrada da sua buceta.
— "Vou um segundo no banheiro, Modou, e depois me leva pra casa, por favor." Disse ela.
— "Ok." Disse o negro com sua voz de trovão. "Te espero sentado nas mesinhas ali."
As mesinhas estavam na escuridão do lugar, e Modou comprou outra garrafa de vinho antes de se sentar lá.
Janine entrou no banheiro feminino com as bochechas vermelhas e acaloradas. Urinou no vaso e, enquanto se secava a buceta, uma gosma escorreu entre seus pelos pubianos, sinal inequívoco da receptividade da sua vulva. Teve que se secar de novo com mais papel higiênico.
Tentou se controlar. Uma mulher jovem, inteligente, psicóloga, mãe de um bebê de dois anos e esposa conservadora tinha se molhado por um homem negro enorme, 13 anos mais velho que ela, preto como carvão, africano e pai de 16 filhos!!!!!!!!
— "O que é que eu tô fazendo? Pensou seriamente.
Pensou em não voltar com ele, mas sabia que eram 2 da manhã e que não tinha como voltar pra casa.
Voltou pras mesinhas "escuras" e lá estava Modou, esperando ela com uma nova taça cheia.
— "Ah, não!!!, eu não bebo mais – obrigada, Modou – já deu pra mim".
Pegou outra taça e já era a sexta.
— "Você tá com calor, né?", disse o africano cravando o olhar na camiseta branca da minha mulherzinha, onde se desenhava a dureza dos bicos dos peitos dela.
Ela tentou se cobrir, mas o homem se apressou e plantou um beijo nela, abrindo a boca dela e enfiando a língua enorme. Ao mesmo tempo, uma das mãos de macaco dele voou pra um dos peitos dela e roçava eroticamente o mamilo duro. Ela gemeu quase imperceptivelmente e devolveu o beijo, mostrando a língua rosada e pequena.
A mãozinha esquerda dela – com a aliança de mulher branca casada – alcançou a parte de dentro da camisa dele, acariciando o peito dele e brincando com os bicos. Ela sabe muito bem como eu gosto disso. Sempre falei pra ela que toda vez que ela faz esse joguinho com meus bicos, sinto um fogo nos meus testículos. Claramente, ela tava buscando causar esse efeito no africano, sem mais pensar em como a noite ia acabar.
Sabia internamente que, se não parasse, o risco de ser seduzida seria muito alto.
Modou enfiou a outra mão por baixo da saia de Janine, e ela deu um pulo na cadeira. O negro acariciava a parte interna das coxas dela e se esforçava pra abrir mais e mais as pernas dela.
— "Chega, Modou! Chega, por favor! Sou uma mulher casada. Não quero, por favor!!!"
Ele segurou ela firme pela cintura, mostrando quem mandava, e enfiou a mão por baixo da calcinha dela, batendo no arbusto peludo da virilha delicada. Puxou a calcinha de lado e esfregou habilmente o dedão enorme na racha dela.
Janine reagiu, tirando a língua e buscando a boca dele; tinha a buceta à mercê dele. Bem no período mais fértil dela.
Ela parou de repente, tentando mais uma vez parar aquilo. investidas. Ele tirou a mão preta de debaixo da saia dela e ela se levantou…
—"Me leva pra casa, isso já não dá mais"
—"Como quiser, gostosa, te levo pra sua casa".
Saí antes deles, entrei no meu carro e liguei pra casa dos meus pais. Minha mãe, meio sonolenta, disse que estava tudo bem por lá.
Dirigi a toda velocidade pra casa, quase tomei uma multa por passar no sinal vermelho. Meu coração estava saindo pela boca. Não conseguia acreditar que minha mulher estava agindo daquele jeito. Minha Janine, a mãe doce, a "doutora" que entende as crianças e é exemplo pra todas as mulheres do nosso bairro cristão e de classe média.
Deixei o carro a duas quadras e entrei em casa por um quartinho-biblioteca, de onde dá pra ver a sala e a porta do quarto.
Ouvi um veículo estacionar. Era uma caminhonete enorme, meio velha. Era do Modou Moussa. Janine se perdia na imensidão da Pick Up, mas pro preto ela era pequena.
Minha esposa não descia do veículo e imaginei que algo estava rolando de novo. Ele estava beijando ela de novo e minha mulherzinha fazia o joguinho do peito, eu não queria nem pensar como estariam os colhões do africano se ele gostava daquela carícia igual a mim.
Ela dava pequenos pulinhos no banco e percebi que ele continuava massageando a buceta dela e pensei que não tinha mais volta.
Ele falava algo e ela balançava a cabeça que não, ele mais uma vez mostrou seu jeito dominador e submeteu minha pequena e linda mulher ao pedido dele.
Ela tinha sido traída pelo inconsciente e tinha contado que nem eu nem nosso filho estávamos em casa até o dia seguinte, e ele estava pedindo pra ela convidá-lo pra um café dentro de casa.
Enquanto entravam, ouvi a seguinte conversa…
—"Só um café, Janine, vai nos fazer bem depois de tanto vinho e vai nos confortar". Insistia Modou
—"Tomamos o café e depois você vai, ok? Já fizemos loucuras demais por hoje". Disse minha mulher tentando fechar o trato pra não passar do limite.
O preto fez um carinho nela a cabecinha dela olhando de cima, pareciam Davi e Golias. Ele sentou no sofá da sala e minha mulher voltou da cozinha com uma bandeja e dois cafés e açúcar.
Pra Modou foi o fim da farsa. Ele tirou a bandeja das mãozinhas dela e deu o beijo que não teria volta. Comeu a boca dela e meteu a língua sem cerimônia. Além disso, voltou a atacar, apalpando as tetinhas pequenas da Janine e por baixo da saia dela. Ela gemeu, se resignando, agora sim, que não tinha escapatória e que ia acabar furada naquela noite. Mas não imaginava o que viria…
Em cinco minutos ele a despiu e a deitou nos almofadas do sofá, abrindo as perninhas dela com os antebraços poderosos e segurando os bracinhos dela com as mãos. Ele a imobilizou e chupava a buceta enquanto Janina reclamava e gemia. Passava a língua por toda a racha e molhava todos os pelinhos ao redor da abertura dela.
Modou cheirava o ar enquanto lambia a buceta da minha esposa e percebia o estado de cio dela, sem dúvida ele sentia o cheiro da buceta como sinal de receptividade e – sem minha mulher ver – ria e fazia uma careta maliciosa.
Não deixou ela chegar ao orgasmo e sentou ao lado dela, esperando a reação. Ela hesitou, mas olhou a virilha dele e começou a desabotoar a calça…
– "Janine, agora você vai saber o que significa Modou Moussa", disse o africano, "Quer dizer Garanhão Implacável".
Minha esposa estava abaixando a calcinha dele e viu com espanto o que Modou carregava entre as pernas.
– "Me chamam assim pelo tamanho do meu pau e do meu saco, e pela potência do meu esperma", disse calmo, com a voz grossa e imperturbável.
Ainda estava mole, mas o pau dele tinha 10 polegadas e era grosso como uma lata de cerveja. Se o corpo dele era preto carvão, os genitais eram ainda mais pretos.
Janine, muito assustada, pegou ele com uma das mãos e notou o peso daquele porrete. Bateu uma punheta nele um pouco e ele começou a crescer. Levantou e viu o resto do espetáculo: realmente impressionante. As bolas dele descansavam entre as pernas dentro do saco escrotal, que pendia até a metade das coxas compridas. Cada uma das bolas era do tamanho de uma bola de sinuca e pareciam pesadas, Deus sabe com quanta carga de esperma dentro delas.
Ele ficou de pé ao lado do sofá, e Janine fez o mesmo. Ele mostrou a ela o tamanho do saco escrotal e até onde ele pendia. Facilmente, o saco descia uns 20 centímetros. Janine, em silêncio, comparou com minhas bolas, que mal passam do tamanho de azeitonas. Quase sem se abaixar, ela levantou a pica e passou a língua na ponta, devagar. Modou grunhiu. Ela, com a outra mãozinha, pegou uma das bolas dele e se surpreendeu com a temperatura alta que emanava delas, sinal da capacidade fertilizadora do esperma que continham.
— "Faz dois meses que não fico com uma mulher" — disse o preto no ouvido dela, abaixando-se e acariciando de novo a buceta peluda dela. A rachadura dela babava, sinal do estado de tesão e receptividade.
A pica do africano cresceu até uns 30 centímetros com as lambidas delicadas da minha mulher, e a grossura aumentou uns 10%. As bolas também incharam ainda mais. Da cabeça da pica escorriam fios grossos de líquido pré-seminal, uma quantidade muito maior que qualquer gozada minha, e Janine passava a língua rosada pequenininha.
— "Vamos pro quarto, Modou" — disse minha esposa — "lá tem camisinhas do meu marido".
Ele sorriu e foi atrás dela, que o pegava pela mão.
O preto ficou de pé ao lado da cama, e Janine subiu como uma putinha no colchão, abrindo a gaveta do criado-mudo pra encontrar "a única camisinha que tinha lá".
Ela abriu o pacote e começou a tentar cobrir a pica imensa do gigante preto. Manobrou com esforço pra desenrolar, mas a grossura do pau era demais.
— "Você tem que usar camisinha, Modou. É meu período mais fértil. Tô ovulando e suas bolas estão muito inchadas. Continuou manobrando e encaixou um pouco da camisinha na glande, mas quando tentou desenrolar o resto, o preservativo rasgou de ponta a ponta. Ficou um rasgo completo.
— "Só vou meter por uns instantes e depois a gente se alivia de outro jeito", disse o negro com um sorriso malicioso e os olhos injetados. Janine deu a última resposta errada da noite.
— "Mas você tem muito líquido pré-seminal. Tô no meu período mais perigoso, Modou." Respondeu ela.
— "Só um instante. Não vai acontecer nada."
Ela pensou por um momento, olhando pra pica babando e pros testíbootes terríveis do Modou, que tava de pé na frente da cama. Ficou pensativa, mas o estado receptivo da buceta dela ia traí-la mais uma vez. E aceitou que ele tentasse enfiar por um instante.
Ele deitou ela na cama e montou. Com os antebraços enormes, abriu as pernas dela, e com as mãos de gorila pegou os bracinhos finos da minha mulher, prendendo ela contra a cama. Depois, apresentou a cabeça do pau na frente da buceta da Janine e, com um empurrão, enterrou metade. O grito da minha esposa deve ter sido ouvido a um quilômetro de distância. Abriu a vagina dela enormemente por causa da grossura anormal do troço.
Com só metade da porra da pica, Modou tinha atravessado o canal cervical da buceta da minha esposa e a cabeça dele — do tamanho de um limão — ficou alojada no útero fértil dela.
Os testíbootes ficaram apoiados contra o colchão. Pareciam maiores e mais duros. Eram, literalmente, duas bolas de sinuca pela cor preta e pelo peso e dureza que tinham.
— "Agrhhhhhh, ochhhhhhhhhhh. Tira, tira por favor que dói. É gorda demais! Agggrrrrrrhhhhhh!!!!!!"
Ele ignorou os pedidos, sem recuar um centímetro, prendeu ela ainda mais e os músculos da bunda e das costas dele se impulsionaram, dando um grunhido de búfalo no cio, enterrou o troço todo. A cabeça do pau se esmagou contra a parede mais distante do útero da Janine e o escroto bateu com força na bunda dela. contra o colchão, dado o tamanho enorme dela.
Minha esposa estava totalmente cravada e reclamava abafado, sem fôlego.
Modou começou a bombar com dificuldade, o pau arrastava as paredes internas da buceta apertada e os pelos pubianos da minha esposa entravam e saíam junto com o cacete. Ele acelerou o ritmo e os ovos de touro dele começaram a bater nas nádegas brancas da Janine e no colchão. O som do saco escrotal contra minha esposa era parecido com o de um saco de areia batendo numa parede.
— "Não goza dentro de mim, Modou. Tira agora, por favor. Lembra que eu tô ovulando. AIH, AIH", entre cada estocada do negro.
Ele tirou a porra monstruosa com esforço porque a cabeça estava totalmente encravada no útero da minha esposa. Conseguiu se soltar e a Janine deu um gritinho. Ele levantou minha mulher no ar com uma facilidade impressionante. Deitou de costas com minha esposa num dos braços. Segurou ela firme pela cintura só com uma mão e com a outra apontou a cabeça da ferramenta preta pra buceta inchada da minha pequena esposa. Empurrou ela pra baixo e enterrou de novo até o talo aquele tronco grosso.
Minha esposa ficou de costas pra mim e a visão da buceta tão aberta recebendo aquela grossura e do escroto pendurado na base era impressionante.
Também notei o contraste extremo da pele da minha esposa com a do negro e a marca de biquíni de mulher casada na bunda redonda e carnuda dela.
Ele subia e descia minha mulher com uma mão. Tirava um pouco mais da metade do comprimento e enterrava tudo de novo. Minha mulher curtiu um pouco mais nessa posição, embora gritasse com os dentes apertados. Num momento, ele ficou parado com o pau cravado no útero da minha mulher e ela jogou a mão esquerda pra trás pra acariciar um por um os testículos enormes. No dedo anelar brilhava a aliança de casamento dela.
Com a mão direita, ela acariciava o peito dele.
— "Que testículos enormes, Modou. Não goza dentro de mim, por favor".
Ela tirou a mão esquerda e eu vi que os ovos enormes do Modou pulsavam dentro do saco escrotal dele, sinal do aumento de esperma dentro deles. O tamanho era inacreditável, já maior que uma bola de sinuca.
Ele bombou a buceta da Janine por mais uns minutos e começou a tirar de novo o comprimento imenso da pica de dentro da minha mulher.
Ela se desmontou do negão rangendo os dentes quando se soltou da rola. E sentou ao lado do corpo pretíssimo do africano pra começar a bater uma pra ele e fazer ele gozar. Olhou de novo com espanto pra grossura da pica do negão e o comprimento dela e o jeito que as bolas enormes, cheias da carga pesada de esperma do Modou, pulsavam. Passou a mão de novo no saco escrotal e se inclinou contra o peito gigantesco do africano, passando a língua nos bicos. O corpo dele exalava um cheiro forte de macho preto no cio, e da cabeça da pica grossa continuavam saindo gotas pesadas de líquido pré-seminal transparente.
O negão acariciava as costas pequenas da Janine com a mão enorme, que cobria ela toda, até que puxou ela contra o corpo dele e se levantou da cama enquanto dizia:
— "Vou meter mais uns instantes na sua buceta".
— "Ah não, Modou. Não tomo anticoncepcional, você já percebeu quando tentei proteger seu pau com a camisinha. Tô ovulando e são meus dias mais arriscados".
Ele olhou pra ela de novo sério, com olhos penetrantes, mostrando que ele era o macho que decidia.
Pegou um travesseiro e colocou ela na cama. Posicionou a minha delicada Janine de barriga pra baixo com o travesseiro debaixo da barriguinha dela. Assim a bunda da minha esposa ficou pra cima e a buceta dela ficou exposta pra ser atacada por trás pelo gigante africano. Ele acariciou a buceta peluda dela por trás.
Depois subiu na cama e se agachou atrás dela. Com uma mão segurou forte a bunda dela e com a outra se apoiou pesadamente nas costas da minha esposa. Era Incrível ver aquele homem negro tão grande comparado com a bonequinha da minha mulher.
Ele apresentou de novo a cabeça do tamanho de um limão na fenda da minha mulher.
Ela sabia que naquela posição estava mais exposta do que nunca e tentou se mexer, mas ele a segurou contra o colchão e empurrou mortalmente com o peso do corpo para baixo e para frente, enterrando toda a pica na buceta da Janine e cravando a cabeça na parede mais distante do útero. O empurrão foi tão forte que o corpinho da minha mulher voou quase 60 centímetros para frente com a estocada, e ela deu um gritinho terrível.
Ele segurou ela de novo pela bunda e pelo pescoço e começou a bombar com força. O saco escrotal dele agora batia contra a xota peluda da Janine e também acertava um pouco da barriguinha dela. Aqueles ovos eram enormes.
Aí ele parou uns instantes e lentamente puxou quase todo o comprimento do pau. Minha esposa achou que ele ia tirar completamente, mas imediatamente ele empurrou de novo com uma brutalidade desproporcional, dando uma estocada que enterrou a pica até o talo e perfurou o útero fértil. Ele puxou devagar de novo e cravou com violência. Fez isso várias vezes, e a Janine soltava um gemido sofrido e abafado a cada vez.
Depois ele voltou a bombar rapidamente por uns cinco minutos até que as bolas dele incharam ao máximo no saco escrotal e o Modou começou a grunhir como um bicho a cada estocada. Janine sabia o que vinha e implorou mais uma vez entre gemidos.
— "Não goza dentro de mim, Modou. Eu te imploro. ARGHGGHH, OUUCCCHHH, AAAYYYY. Você vai me engravidar!!!!!"
— "Sim, pequena — gritou Modou com a voz de trovão — vou plantar um filhão preto no seu útero fértil de mulher casada."
— "Não, pelo amor. Não, o que minha família vai dizer, OCUHHHH, GGGGRRRRRRRR, ARAAARRRRRRGGGHHHH, tira, por favor. Não faz isso."
Modou bombava com toda a força do corpo e fazia o peso das bolas dele bater contra a Janine. Ela sabia que ali estava alojada a carga bestial do Modou.
—"Não me enche, Modou. Te imploro, tira isso da minha buceta. AI, CARALHO. Que pau enorme, você tá me enterrando até o útero!!!! OOOOOOHHHHH, Que bolas descomunais você tem, Modou, AAAARRRRGGGGG, Tira isso, eu sou casada".
O negão enorme acelerou o ritmo ao máximo, grunhindo como um animal, até que a agarrou com força pela cintura e pela nuca. Os dedos dele envolviam toda a circunferência do pescoço da minha mulher.
Minha doce esposa tentou escapar pra frente antes que Modou Moussa gozasse, mas o negão a segurou contra a cama.
—"Fica quieta", ordenou o negão pra minha esposa.
Ele meteu com força na buceta dela até que, com todo o peso do corpo, deu uma estocada fortíssima que esmagou o útero da Janine. O corpo dela se tensionou, e as bolas dele começaram a disparar jatos potentes de esperma grosso e altamente fértil.
Janine abria os olhos e gritava a cada descarga que o africano dava. A buceta fértil dela estava recebendo as potentes ejaculações do Modou.
A cada dose que o negão servia na buceta da minha mulher, as bolas dele subiam dentro do saco escrotal enorme, aqueles tanques enormes impulsionavam forte a porra pelo cano do pauzão, e ela era depositada contra a parede do útero, fertilizando ele.
Foram pelo menos 24 descargas enormes ao longo de um minuto, até que o negão começou a se retirar de dentro da minha esposa. A cabeça estava mais cravada na buceta dela do que das outras vezes, e minha mulher gritava enquanto o negão puxava pra fora.
Quando ele finalmente tirou a cabeça, uma corda grossa e espessa de esperma começou a escorrer da racha da minha esposa, descia pelo arbusto peludo dela e caía nos lençóis, formando uma poça enorme.
Modou ficou um momento parado ao lado da cama. O pau dele continuava inchadíssimo, as bolas tinham reduzido de tamanho, mas ainda eram enormes sem a carga de esperma dentro.
Janine se levantou. Devagar, ela fez uma careta de dor e preocupação com a quantidade de semente poderosa do macho que Modou tinha depositado direto na matriz dela.
Modou deu um sorriso malicioso e foi se vestir na sala. Uns minutos depois, ele saiu da nossa casa.
Yanina ficou preocupada porque sabia que Modou tinha engravidado ela.
Ela tirou os lençóis, que estavam cheios de manchas do esperma potente do negão, e lavou tudo.
Depois, higienizou a buceta, que estava bem dolorida, e passou um creme cicatrizante porque os lábios e o interior da vagina estavam irritados.
Eu saí pela porta de serviço e caminhei feito um zumbi um quarteirão até onde tinha estacionado o carro. Voltei pra casa dos meus pais e tentei dormir, mas não consegui.
Decidi não contar nada pra Janine que eu tinha visto tudo.
Mas uma semana depois, ela confessou o que aconteceu, e pouco tempo depois vimos que a menstruação dela não veio.
Ela estava grávida do Modou Mossa. O esperma africano poderoso dele tinha feito jus ao apelido, e minha mulher foi a vítima número 17 dele.
Ela é uma mãe carinhosa e uma dona de casa jovem. Uma esposa responsável e uma psicóloga recém-formada.
Ela é psicóloga infantil, já que sua doçura e delicadeza sempre foram sua vocação, e é o trabalho perfeito para ela. É uma garota conservadora e inteligente.
Eu fui seu primeiro homem e tentei ensinar tudo sobre sexo, embora eu também não tivesse muita experiência prévia. Fazemos amor duas ou três vezes por mês, só depois que a menstruação dela termina e ela está nos dias de maior fertilidade e tesão. Nessa fase, os seios dela incham levemente, aumentando a sensibilidade. E os mamilos escurecem alguns tons, sinal de que o corpo dela está pronto para ser fertilizado.
Como ela ainda não queria ter outro filho – dado o tempo que dedica à profissão – usamos camisinha para fazer amor, embora eu saiba que tenho uma baixa quantidade de esperma fértil. Na verdade, para ter nosso filho, tentamos por 6 anos, até que finalmente conseguimos.
O médico que consultávamos nos disse que ela é muito receptiva porque ovula assim que a menstruação termina e, por 12 ou 13 dias, a vagina dela fica muito exposta, então seria fácil engravidá-la se eu tivesse uma quantidade normal ou alta de esperma potente. Mas como não é o caso, as camisinhas são mais que suficientes para não haver risco de gravidez. Além disso, a quantidade de sêmen que eu ejaculo é muito pequena porque – segundo o médico – meus Os peitos dela são bem pequenos.
Meu pau também é bem pequeno: menos de 10 centímetros e, mesmo que a Janine tenha o útero bem baixo porque a vagina dela é muito curta e o canal cervical também, a cabeça do meu pau não chega a encostar nele.
Sempre fui meio sonhador e, depois do nascimento do nosso filho e com a minha esposa tão ocupada com o trabalho, comecei a ver vídeos e fotos na Internet. Às vezes eu batia uma na frente do PC vendo pornografia. Sempre tomei cuidado pra minha esposa não descobrir minhas "práticas" até uma noite em que ela estava de TPM e já fazia mais de vinte dias que a gente não transava. Eu tava excitado e precisei aliviar enquanto lia uma história erótica sobre um casamento onde a mulher traía o marido com um cara maior, mais alto, forte e mais bem dotado. Janine me pegou no flagra me tocando:
— "O que você tá fazendo, John? Me mostra o que você tá vendo".
Eu minimizei a tela, mas esqueci de limpar o histórico de navegação, e mais tarde, enquanto eu dormia, minha esposa viu a história que eu tava lendo.
No dia seguinte, ela me chamou de pervertido e de "punheteiro de merda", tava muito puta e disse que a gente não ia transar por um tempo porque o que aconteceu deu nojo nela.
Chegou o fim de semana e ela me avisou que, na sexta à noite, ia sair pra jantar com a amiga Laura. Eu combinei de levar nosso filho pra casa dos meus pais e a gente dormir lá, voltando pra nossa casa no sábado ao meio-dia.
Janine topou e disse:
— "Fantástico, boa ideia, assim posso ficar mais tempo com a Laura e colocar a conversa em dia".
Eu perguntei:
— "Pra onde vocês vão com a Laura?" Ela respondeu: "Jantar no African Food, um lugar novo que ela conhece". Eu quis saber um pouco mais e perguntei se era muito longe, e ela disse que não sabia exatamente, mas que era no bairro onde a Laura mora, uma área central da cidade a uns 30 minutos daqui. do nosso bairro suburbano, família e classe média.
— "Vão com o carro da Laura?", perguntei
— "Sim, meu amor — ela disse — fica tranquilo que ela me traz pra casa depois do jantar. Você vai pra casa dos seus pais e a gente se vê amanhã ao meio-dia."
Eu não consegui evitar tocar no assunto dos dias anteriores:
— "Você tá brava por causa da quarta-feira."
— "Já vai passar — ela me disse — mas doeu muito o que você fez."
— "Me perdoa, por favor — implorei — é que tô com vontade de fazer amor e você tá com pouco tempo e ainda por cima tá indisposta e..."
— "Tá bom, mas me dá uns dias pra passar. Vou jantar e tomar uns drinks com a Laura e amanhã a gente conversa."
Eu a via se arrumando pra sair com a amiga e notei que não tava protegendo a buceta com um absorvente íntimo. Ela comentou que a menstruação tinha ido embora na quinta... Tava morena do sol porque levava nosso filho pra piscina, e tinha a marca do biquíni totalmente gravada no corpo. Ela não usa biquínis pequenos, mas adoro como aparece a mata de pelos marrons na pele branca que não pegou sol.
Ela vestiu uma saia de seda vinho que marcava as coxas, a raba e o montinho da ppk. Também colocou uma regata branca decotada e justa que marcava a barriguinha, e umas tamancas brancas de salto médio.
— "Porra!!!!!!" Pensei. Ontem começou a fase de ovulação e — consequentemente — de maior receptividade pro sexo.
Fui com nosso filho pra casa dos meus pais de carro às 19h. A Laura passaria pra buscar a Janine às 20h30.
Quando cheguei na casa dos meus pais, jantamos e procurei na internet o endereço do lugar African Food. O site dizia: "Pra jantar e dançar como na África."
Era um lugar pra jantar que depois virava pista de dança e tocava música africana, claro.
Às 23h, liguei no celular pra Janine e ela disse que ela e a amiga iam ficar mais um pouco porque ia ter um show de dança africana e ela queria ver. Disse que a bateria do aparelho dela tava acabando e pra eu não me preocupar, que não voltaria muito tarde: "John, a gente se vê amanhã meio-dia em casa, fica tranquilo e curte aí".
O menino já tinha dormido e eu e meu pai estávamos vendo um jogo de tênis. Meu pai também foi deitar e eu fiquei sozinho. Já era 0h30 quando decidi ir até o lugar onde minha esposa estava. Peguei o carro e saí rápido pro centro da cidade. Cheguei lá em 20 minutos.
Entrei no lugar e era realmente enorme. Tinha uma pista central onde casais e parceiros brancos estavam dançando, mas também tinha muitos homens negros que faziam parte do staff de dançarinos e músicos tocando uns tambores.
À esquerda, tinha uns reservados bem escuros pros casais que queriam se pegar.
Mais pro fundo, tinha um balcão enorme de bebidas. Lá, me perdendo na multidão, vi a Janine, sozinha, sentada num banquinho, com um cotovelo apoiado no balcão e com a mão esquerda segurando uma taça de vinho branco, espumante e doce. Sempre que a gente toma isso, ela fica tonta e a gente usa como um plus pra nossa transa. Ela relaxa e esquece as obrigações de mãe jovem e profissional responsável.
— "Mas cadê a Laura?", pensei.
Me escondi atrás de uma coluna grande bem perto dela e via os caras se aproximando, e ela recusava dizendo: "tô com meu marido", mostrando a aliança de casamento de ouro enquanto segurava a taça de vinho branco.
De repente, um negão enorme se aproximou dela. Alto, muito alto, fácil uns 2 metros e era preto, pretíssimo, carvão. Devia ter uns 45 anos e eu ouvi a voz grossa dele falando com minha mulher:
— "Oi, sou Modou Moussa, da Nigéria, posso te acompanhar com uma taça?"
Janine fez cara amigável pra não parecer racista, mas disse: — "Tô esperando meu marido que foi ao banheiro, valeu."
Minha esposa quase nunca tinha falado com um negro, ainda mais um africano. autêntico, e como toda mulher branca de classe média, sentia um pouco de medo porque no jornal são sempre os negros que cometem crimes (embora a gente saiba que não é bem assim).
— "Sei que você não está com seu marido, mesmo exibindo orgulhosa sua aliança de casada. Você veio com sua amiga Laura, que está por aí com um amigo meu branco chamado Josh. Só vou te acompanhar e a gente conversa enquanto sua amiga se diverte."
Janine não soube o que dizer quando viu Laura indo para os camarotes de casais junto com um cara branco da idade dela. Laura é solteira e era óbvio que, com tanta farra, ia encontrar companhia masculina.
Modou sorria, e Janine disse que ele usava aquela técnica para espantar os "chatos". Eles riram, e Modou — sem pedir permissão a ela — pediu uma garrafa inteira do vinho que Janine estava tomando. Essa foi a primeira amostra da firmeza e da condição de macho dominante dele; na verdade, Janine não teve coragem de dizer não ao vê-lo tão decidido.
Minha linda e pequena esposa já tinha tomado três taças de vinho — duas durante o jantar e estava terminando a terceira. Então, não sobrava muito espaço no corpinho delicado dela para aguentar mais álcool. Mesmo assim, a taça dela foi enchida por Modou enquanto ele contava que era um dos músicos africanos que liderava o show. Com seus 45 anos, era o mais conhecido de todos no lugar.
— "O que significa seu nome, Modou Moussa?" — perguntou minha esposa com delicadeza, enquanto levava a taça aos lábios.
O barman do outro lado sorriu e fez um gesto cúmplice para o negro.
— "É uma história antiga, mas não é meu nome de nascimento. Me deram esse nome há 15 anos, aos 30, antes de vir para a Améyummy. Não quero te entediar com isso; um dia você vai saber."
— "Que intrigante!!!!" — pensou Janine consigo mesma — "Esse negro se acha uma estrela, e acha que eu tô interessada nele, hahaha!!!!" — pensava ela enquanto esboçava um sorriso debochado sem querer. Modou percebeu aquele sorriso e, por sua vez, fez um muito maior. mais safada.
Eu era observador e ouvinte privilegiado ali, atrás da coluna, esperando como aquela situação tão estranha ia se desenrolar.
O negão encheu a taça dela de vinho de novo. Ela tentou recusar, mas ele nem ligou. Era claro que queria dominar a situação e nada ia impedir ele de fazer isso.
— "Você é muito alto, Modou!" — disse Janine, olhando como o africano derramava o vinho na taça dela e se surpreendendo com o tamanho das mãos do negão.
— "Sim. E você, muito pequenininha!"
Eles riram de leve.
Janine contou sobre a profissão dela e teve um brilho nos olhos de Modou quando minha esposa mencionou o quanto ela gostava de crianças.
— "Quantos filhos você e seu marido têm?" — perguntou o homem gigantesco.
— "Ah! Só um, a gente trabalha muito e, além disso, meu marido tem uns problemas com…"
Minha esposa percebeu que estava contando uma coisa íntima pra um homem negro e desconhecido.
"Ji ji" — ela riu de leve, e Modou foi ficando cada vez mais certo de que o plano dele tava dando certo: Minha linda e delicada esposa já tava bem tonta e toda quente. Os olhos de Modou tinham se enchido de sangue e tesão.
Naquela hora, Laura apareceu com o menininho branco, pedindo desculpas pra minha esposa, mas que Josh tinha convidado ela pra ir "pra outro lugar"… Minha esposa olhou pra ela com cara de súplica, mas a amiga foi embora sem ter pena dela.
— "Vamos dançar um pouco" — propôs Modou Moussa pra minha princesinha. "Pelo menos fica mais um tempo, depois te levo pra casa na minha caminhonete" — garantiu o negão.
Era 1h15 da manhã.
Janine fez cara de quem não tava muito convencida, mas o grandão pegou ela pela cintura e com a mão dele tirou ela do banquinho com facilidade. Minha esposa meiga sentiu a pressão daqueles dedos enormes nas costas dela.
Enquanto iam andando pra pista de dança central, ele ia na frente e ela atrás, segurando na mão dele. Parecia uma criança do lado dele, só chegava na metade do peito dele. Apesar de ser um dance africano com clientes brancos, quase não tinha casais. interraciais, e algumas mulheres brancas olhavam para Janine com preconceito…
Eu segui eles de perto e tentei continuar ouvindo o que conversavam.
— "E você, Modou – perguntou minha pequena, incrédula – quantos filhos você tem?"
— "16", ele disse secamente, sem se virar. Só quando a pegou pela cintura e olhou para baixo com um sorriso maldoso, completou: "Viu, eu não tenho o problema que seu marido tem."
Ela olhou para cima com cara de terror e espanto. Uma sensação estranha atravessou sua buceta, um formigamento. Seu período de ovulação, o álcool, e estar dançando com um homem africano preto como carvão e enorme como um urso causou um calor na sua vulva e na ponta dos seus biquinhos rosados.
A música já era lenta naquela hora, e ele a apertou um pouco contra o corpo, fazendo ela sentir um volume grande na altura dos peitos dela. Acariciava suas costas com as mãos pesadas, e a cada passo de dança pressionava um pouco mais seu corpinho pequeno contra o dele.
Ela, num ato reflexo, apoiou por um segundo sua carinha de anjo no peito de Modou e sentiu eletricidade de novo, desde os peitos – em contato com o volume do negro – até a entrada da sua buceta.
— "Vou um segundo no banheiro, Modou, e depois me leva pra casa, por favor." Disse ela.
— "Ok." Disse o negro com sua voz de trovão. "Te espero sentado nas mesinhas ali."
As mesinhas estavam na escuridão do lugar, e Modou comprou outra garrafa de vinho antes de se sentar lá.
Janine entrou no banheiro feminino com as bochechas vermelhas e acaloradas. Urinou no vaso e, enquanto se secava a buceta, uma gosma escorreu entre seus pelos pubianos, sinal inequívoco da receptividade da sua vulva. Teve que se secar de novo com mais papel higiênico.
Tentou se controlar. Uma mulher jovem, inteligente, psicóloga, mãe de um bebê de dois anos e esposa conservadora tinha se molhado por um homem negro enorme, 13 anos mais velho que ela, preto como carvão, africano e pai de 16 filhos!!!!!!!!
— "O que é que eu tô fazendo? Pensou seriamente.
Pensou em não voltar com ele, mas sabia que eram 2 da manhã e que não tinha como voltar pra casa.
Voltou pras mesinhas "escuras" e lá estava Modou, esperando ela com uma nova taça cheia.
— "Ah, não!!!, eu não bebo mais – obrigada, Modou – já deu pra mim".
Pegou outra taça e já era a sexta.
— "Você tá com calor, né?", disse o africano cravando o olhar na camiseta branca da minha mulherzinha, onde se desenhava a dureza dos bicos dos peitos dela.
Ela tentou se cobrir, mas o homem se apressou e plantou um beijo nela, abrindo a boca dela e enfiando a língua enorme. Ao mesmo tempo, uma das mãos de macaco dele voou pra um dos peitos dela e roçava eroticamente o mamilo duro. Ela gemeu quase imperceptivelmente e devolveu o beijo, mostrando a língua rosada e pequena.
A mãozinha esquerda dela – com a aliança de mulher branca casada – alcançou a parte de dentro da camisa dele, acariciando o peito dele e brincando com os bicos. Ela sabe muito bem como eu gosto disso. Sempre falei pra ela que toda vez que ela faz esse joguinho com meus bicos, sinto um fogo nos meus testículos. Claramente, ela tava buscando causar esse efeito no africano, sem mais pensar em como a noite ia acabar.
Sabia internamente que, se não parasse, o risco de ser seduzida seria muito alto.
Modou enfiou a outra mão por baixo da saia de Janine, e ela deu um pulo na cadeira. O negro acariciava a parte interna das coxas dela e se esforçava pra abrir mais e mais as pernas dela.
— "Chega, Modou! Chega, por favor! Sou uma mulher casada. Não quero, por favor!!!"
Ele segurou ela firme pela cintura, mostrando quem mandava, e enfiou a mão por baixo da calcinha dela, batendo no arbusto peludo da virilha delicada. Puxou a calcinha de lado e esfregou habilmente o dedão enorme na racha dela.
Janine reagiu, tirando a língua e buscando a boca dele; tinha a buceta à mercê dele. Bem no período mais fértil dela.
Ela parou de repente, tentando mais uma vez parar aquilo. investidas. Ele tirou a mão preta de debaixo da saia dela e ela se levantou…
—"Me leva pra casa, isso já não dá mais"
—"Como quiser, gostosa, te levo pra sua casa".
Saí antes deles, entrei no meu carro e liguei pra casa dos meus pais. Minha mãe, meio sonolenta, disse que estava tudo bem por lá.
Dirigi a toda velocidade pra casa, quase tomei uma multa por passar no sinal vermelho. Meu coração estava saindo pela boca. Não conseguia acreditar que minha mulher estava agindo daquele jeito. Minha Janine, a mãe doce, a "doutora" que entende as crianças e é exemplo pra todas as mulheres do nosso bairro cristão e de classe média.
Deixei o carro a duas quadras e entrei em casa por um quartinho-biblioteca, de onde dá pra ver a sala e a porta do quarto.
Ouvi um veículo estacionar. Era uma caminhonete enorme, meio velha. Era do Modou Moussa. Janine se perdia na imensidão da Pick Up, mas pro preto ela era pequena.
Minha esposa não descia do veículo e imaginei que algo estava rolando de novo. Ele estava beijando ela de novo e minha mulherzinha fazia o joguinho do peito, eu não queria nem pensar como estariam os colhões do africano se ele gostava daquela carícia igual a mim.
Ela dava pequenos pulinhos no banco e percebi que ele continuava massageando a buceta dela e pensei que não tinha mais volta.
Ele falava algo e ela balançava a cabeça que não, ele mais uma vez mostrou seu jeito dominador e submeteu minha pequena e linda mulher ao pedido dele.
Ela tinha sido traída pelo inconsciente e tinha contado que nem eu nem nosso filho estávamos em casa até o dia seguinte, e ele estava pedindo pra ela convidá-lo pra um café dentro de casa.
Enquanto entravam, ouvi a seguinte conversa…
—"Só um café, Janine, vai nos fazer bem depois de tanto vinho e vai nos confortar". Insistia Modou
—"Tomamos o café e depois você vai, ok? Já fizemos loucuras demais por hoje". Disse minha mulher tentando fechar o trato pra não passar do limite.
O preto fez um carinho nela a cabecinha dela olhando de cima, pareciam Davi e Golias. Ele sentou no sofá da sala e minha mulher voltou da cozinha com uma bandeja e dois cafés e açúcar.
Pra Modou foi o fim da farsa. Ele tirou a bandeja das mãozinhas dela e deu o beijo que não teria volta. Comeu a boca dela e meteu a língua sem cerimônia. Além disso, voltou a atacar, apalpando as tetinhas pequenas da Janine e por baixo da saia dela. Ela gemeu, se resignando, agora sim, que não tinha escapatória e que ia acabar furada naquela noite. Mas não imaginava o que viria…
Em cinco minutos ele a despiu e a deitou nos almofadas do sofá, abrindo as perninhas dela com os antebraços poderosos e segurando os bracinhos dela com as mãos. Ele a imobilizou e chupava a buceta enquanto Janina reclamava e gemia. Passava a língua por toda a racha e molhava todos os pelinhos ao redor da abertura dela.
Modou cheirava o ar enquanto lambia a buceta da minha esposa e percebia o estado de cio dela, sem dúvida ele sentia o cheiro da buceta como sinal de receptividade e – sem minha mulher ver – ria e fazia uma careta maliciosa.
Não deixou ela chegar ao orgasmo e sentou ao lado dela, esperando a reação. Ela hesitou, mas olhou a virilha dele e começou a desabotoar a calça…
– "Janine, agora você vai saber o que significa Modou Moussa", disse o africano, "Quer dizer Garanhão Implacável".
Minha esposa estava abaixando a calcinha dele e viu com espanto o que Modou carregava entre as pernas.
– "Me chamam assim pelo tamanho do meu pau e do meu saco, e pela potência do meu esperma", disse calmo, com a voz grossa e imperturbável.
Ainda estava mole, mas o pau dele tinha 10 polegadas e era grosso como uma lata de cerveja. Se o corpo dele era preto carvão, os genitais eram ainda mais pretos.
Janine, muito assustada, pegou ele com uma das mãos e notou o peso daquele porrete. Bateu uma punheta nele um pouco e ele começou a crescer. Levantou e viu o resto do espetáculo: realmente impressionante. As bolas dele descansavam entre as pernas dentro do saco escrotal, que pendia até a metade das coxas compridas. Cada uma das bolas era do tamanho de uma bola de sinuca e pareciam pesadas, Deus sabe com quanta carga de esperma dentro delas.
Ele ficou de pé ao lado do sofá, e Janine fez o mesmo. Ele mostrou a ela o tamanho do saco escrotal e até onde ele pendia. Facilmente, o saco descia uns 20 centímetros. Janine, em silêncio, comparou com minhas bolas, que mal passam do tamanho de azeitonas. Quase sem se abaixar, ela levantou a pica e passou a língua na ponta, devagar. Modou grunhiu. Ela, com a outra mãozinha, pegou uma das bolas dele e se surpreendeu com a temperatura alta que emanava delas, sinal da capacidade fertilizadora do esperma que continham.
— "Faz dois meses que não fico com uma mulher" — disse o preto no ouvido dela, abaixando-se e acariciando de novo a buceta peluda dela. A rachadura dela babava, sinal do estado de tesão e receptividade.
A pica do africano cresceu até uns 30 centímetros com as lambidas delicadas da minha mulher, e a grossura aumentou uns 10%. As bolas também incharam ainda mais. Da cabeça da pica escorriam fios grossos de líquido pré-seminal, uma quantidade muito maior que qualquer gozada minha, e Janine passava a língua rosada pequenininha.
— "Vamos pro quarto, Modou" — disse minha esposa — "lá tem camisinhas do meu marido".
Ele sorriu e foi atrás dela, que o pegava pela mão.
O preto ficou de pé ao lado da cama, e Janine subiu como uma putinha no colchão, abrindo a gaveta do criado-mudo pra encontrar "a única camisinha que tinha lá".
Ela abriu o pacote e começou a tentar cobrir a pica imensa do gigante preto. Manobrou com esforço pra desenrolar, mas a grossura do pau era demais.
— "Você tem que usar camisinha, Modou. É meu período mais fértil. Tô ovulando e suas bolas estão muito inchadas. Continuou manobrando e encaixou um pouco da camisinha na glande, mas quando tentou desenrolar o resto, o preservativo rasgou de ponta a ponta. Ficou um rasgo completo.
— "Só vou meter por uns instantes e depois a gente se alivia de outro jeito", disse o negro com um sorriso malicioso e os olhos injetados. Janine deu a última resposta errada da noite.
— "Mas você tem muito líquido pré-seminal. Tô no meu período mais perigoso, Modou." Respondeu ela.
— "Só um instante. Não vai acontecer nada."
Ela pensou por um momento, olhando pra pica babando e pros testíbootes terríveis do Modou, que tava de pé na frente da cama. Ficou pensativa, mas o estado receptivo da buceta dela ia traí-la mais uma vez. E aceitou que ele tentasse enfiar por um instante.
Ele deitou ela na cama e montou. Com os antebraços enormes, abriu as pernas dela, e com as mãos de gorila pegou os bracinhos finos da minha mulher, prendendo ela contra a cama. Depois, apresentou a cabeça do pau na frente da buceta da Janine e, com um empurrão, enterrou metade. O grito da minha esposa deve ter sido ouvido a um quilômetro de distância. Abriu a vagina dela enormemente por causa da grossura anormal do troço.
Com só metade da porra da pica, Modou tinha atravessado o canal cervical da buceta da minha esposa e a cabeça dele — do tamanho de um limão — ficou alojada no útero fértil dela.
Os testíbootes ficaram apoiados contra o colchão. Pareciam maiores e mais duros. Eram, literalmente, duas bolas de sinuca pela cor preta e pelo peso e dureza que tinham.
— "Agrhhhhhh, ochhhhhhhhhhh. Tira, tira por favor que dói. É gorda demais! Agggrrrrrrhhhhhh!!!!!!"
Ele ignorou os pedidos, sem recuar um centímetro, prendeu ela ainda mais e os músculos da bunda e das costas dele se impulsionaram, dando um grunhido de búfalo no cio, enterrou o troço todo. A cabeça do pau se esmagou contra a parede mais distante do útero da Janine e o escroto bateu com força na bunda dela. contra o colchão, dado o tamanho enorme dela.
Minha esposa estava totalmente cravada e reclamava abafado, sem fôlego.
Modou começou a bombar com dificuldade, o pau arrastava as paredes internas da buceta apertada e os pelos pubianos da minha esposa entravam e saíam junto com o cacete. Ele acelerou o ritmo e os ovos de touro dele começaram a bater nas nádegas brancas da Janine e no colchão. O som do saco escrotal contra minha esposa era parecido com o de um saco de areia batendo numa parede.
— "Não goza dentro de mim, Modou. Tira agora, por favor. Lembra que eu tô ovulando. AIH, AIH", entre cada estocada do negro.
Ele tirou a porra monstruosa com esforço porque a cabeça estava totalmente encravada no útero da minha esposa. Conseguiu se soltar e a Janine deu um gritinho. Ele levantou minha mulher no ar com uma facilidade impressionante. Deitou de costas com minha esposa num dos braços. Segurou ela firme pela cintura só com uma mão e com a outra apontou a cabeça da ferramenta preta pra buceta inchada da minha pequena esposa. Empurrou ela pra baixo e enterrou de novo até o talo aquele tronco grosso.
Minha esposa ficou de costas pra mim e a visão da buceta tão aberta recebendo aquela grossura e do escroto pendurado na base era impressionante.
Também notei o contraste extremo da pele da minha esposa com a do negro e a marca de biquíni de mulher casada na bunda redonda e carnuda dela.
Ele subia e descia minha mulher com uma mão. Tirava um pouco mais da metade do comprimento e enterrava tudo de novo. Minha mulher curtiu um pouco mais nessa posição, embora gritasse com os dentes apertados. Num momento, ele ficou parado com o pau cravado no útero da minha mulher e ela jogou a mão esquerda pra trás pra acariciar um por um os testículos enormes. No dedo anelar brilhava a aliança de casamento dela.
Com a mão direita, ela acariciava o peito dele.
— "Que testículos enormes, Modou. Não goza dentro de mim, por favor".
Ela tirou a mão esquerda e eu vi que os ovos enormes do Modou pulsavam dentro do saco escrotal dele, sinal do aumento de esperma dentro deles. O tamanho era inacreditável, já maior que uma bola de sinuca.
Ele bombou a buceta da Janine por mais uns minutos e começou a tirar de novo o comprimento imenso da pica de dentro da minha mulher.
Ela se desmontou do negão rangendo os dentes quando se soltou da rola. E sentou ao lado do corpo pretíssimo do africano pra começar a bater uma pra ele e fazer ele gozar. Olhou de novo com espanto pra grossura da pica do negão e o comprimento dela e o jeito que as bolas enormes, cheias da carga pesada de esperma do Modou, pulsavam. Passou a mão de novo no saco escrotal e se inclinou contra o peito gigantesco do africano, passando a língua nos bicos. O corpo dele exalava um cheiro forte de macho preto no cio, e da cabeça da pica grossa continuavam saindo gotas pesadas de líquido pré-seminal transparente.
O negão acariciava as costas pequenas da Janine com a mão enorme, que cobria ela toda, até que puxou ela contra o corpo dele e se levantou da cama enquanto dizia:
— "Vou meter mais uns instantes na sua buceta".
— "Ah não, Modou. Não tomo anticoncepcional, você já percebeu quando tentei proteger seu pau com a camisinha. Tô ovulando e são meus dias mais arriscados".
Ele olhou pra ela de novo sério, com olhos penetrantes, mostrando que ele era o macho que decidia.
Pegou um travesseiro e colocou ela na cama. Posicionou a minha delicada Janine de barriga pra baixo com o travesseiro debaixo da barriguinha dela. Assim a bunda da minha esposa ficou pra cima e a buceta dela ficou exposta pra ser atacada por trás pelo gigante africano. Ele acariciou a buceta peluda dela por trás.
Depois subiu na cama e se agachou atrás dela. Com uma mão segurou forte a bunda dela e com a outra se apoiou pesadamente nas costas da minha esposa. Era Incrível ver aquele homem negro tão grande comparado com a bonequinha da minha mulher.
Ele apresentou de novo a cabeça do tamanho de um limão na fenda da minha mulher.
Ela sabia que naquela posição estava mais exposta do que nunca e tentou se mexer, mas ele a segurou contra o colchão e empurrou mortalmente com o peso do corpo para baixo e para frente, enterrando toda a pica na buceta da Janine e cravando a cabeça na parede mais distante do útero. O empurrão foi tão forte que o corpinho da minha mulher voou quase 60 centímetros para frente com a estocada, e ela deu um gritinho terrível.
Ele segurou ela de novo pela bunda e pelo pescoço e começou a bombar com força. O saco escrotal dele agora batia contra a xota peluda da Janine e também acertava um pouco da barriguinha dela. Aqueles ovos eram enormes.
Aí ele parou uns instantes e lentamente puxou quase todo o comprimento do pau. Minha esposa achou que ele ia tirar completamente, mas imediatamente ele empurrou de novo com uma brutalidade desproporcional, dando uma estocada que enterrou a pica até o talo e perfurou o útero fértil. Ele puxou devagar de novo e cravou com violência. Fez isso várias vezes, e a Janine soltava um gemido sofrido e abafado a cada vez.
Depois ele voltou a bombar rapidamente por uns cinco minutos até que as bolas dele incharam ao máximo no saco escrotal e o Modou começou a grunhir como um bicho a cada estocada. Janine sabia o que vinha e implorou mais uma vez entre gemidos.
— "Não goza dentro de mim, Modou. Eu te imploro. ARGHGGHH, OUUCCCHHH, AAAYYYY. Você vai me engravidar!!!!!"
— "Sim, pequena — gritou Modou com a voz de trovão — vou plantar um filhão preto no seu útero fértil de mulher casada."
— "Não, pelo amor. Não, o que minha família vai dizer, OCUHHHH, GGGGRRRRRRRR, ARAAARRRRRRGGGHHHH, tira, por favor. Não faz isso."
Modou bombava com toda a força do corpo e fazia o peso das bolas dele bater contra a Janine. Ela sabia que ali estava alojada a carga bestial do Modou.
—"Não me enche, Modou. Te imploro, tira isso da minha buceta. AI, CARALHO. Que pau enorme, você tá me enterrando até o útero!!!! OOOOOOHHHHH, Que bolas descomunais você tem, Modou, AAAARRRRGGGGG, Tira isso, eu sou casada".
O negão enorme acelerou o ritmo ao máximo, grunhindo como um animal, até que a agarrou com força pela cintura e pela nuca. Os dedos dele envolviam toda a circunferência do pescoço da minha mulher.
Minha doce esposa tentou escapar pra frente antes que Modou Moussa gozasse, mas o negão a segurou contra a cama.
—"Fica quieta", ordenou o negão pra minha esposa.
Ele meteu com força na buceta dela até que, com todo o peso do corpo, deu uma estocada fortíssima que esmagou o útero da Janine. O corpo dela se tensionou, e as bolas dele começaram a disparar jatos potentes de esperma grosso e altamente fértil.
Janine abria os olhos e gritava a cada descarga que o africano dava. A buceta fértil dela estava recebendo as potentes ejaculações do Modou.
A cada dose que o negão servia na buceta da minha mulher, as bolas dele subiam dentro do saco escrotal enorme, aqueles tanques enormes impulsionavam forte a porra pelo cano do pauzão, e ela era depositada contra a parede do útero, fertilizando ele.
Foram pelo menos 24 descargas enormes ao longo de um minuto, até que o negão começou a se retirar de dentro da minha esposa. A cabeça estava mais cravada na buceta dela do que das outras vezes, e minha mulher gritava enquanto o negão puxava pra fora.
Quando ele finalmente tirou a cabeça, uma corda grossa e espessa de esperma começou a escorrer da racha da minha esposa, descia pelo arbusto peludo dela e caía nos lençóis, formando uma poça enorme.
Modou ficou um momento parado ao lado da cama. O pau dele continuava inchadíssimo, as bolas tinham reduzido de tamanho, mas ainda eram enormes sem a carga de esperma dentro.
Janine se levantou. Devagar, ela fez uma careta de dor e preocupação com a quantidade de semente poderosa do macho que Modou tinha depositado direto na matriz dela.
Modou deu um sorriso malicioso e foi se vestir na sala. Uns minutos depois, ele saiu da nossa casa.
Yanina ficou preocupada porque sabia que Modou tinha engravidado ela.
Ela tirou os lençóis, que estavam cheios de manchas do esperma potente do negão, e lavou tudo.
Depois, higienizou a buceta, que estava bem dolorida, e passou um creme cicatrizante porque os lábios e o interior da vagina estavam irritados.
Eu saí pela porta de serviço e caminhei feito um zumbi um quarteirão até onde tinha estacionado o carro. Voltei pra casa dos meus pais e tentei dormir, mas não consegui.
Decidi não contar nada pra Janine que eu tinha visto tudo.
Mas uma semana depois, ela confessou o que aconteceu, e pouco tempo depois vimos que a menstruação dela não veio.
Ela estava grávida do Modou Mossa. O esperma africano poderoso dele tinha feito jus ao apelido, e minha mulher foi a vítima número 17 dele.
2 comentários - Esposa grávida por um negão