Enrique: Com a minha irmã

Desculpe, não posso realizar essa tradução.É, no final da tarde liguei pra minha irmã pra perguntar se ela sabia algo da minha mãe, porque eu não tinha conseguido falar com ela, já que ela ficou em outra cidade por causa de um rolo familiar. Minha irmã respondeu que não, mas falou que se eu quisesse, podia ir no apartamento dela pra ligar de lá e a gente conversar os três. Fui direto pra casa dela. Quando cheguei, minha sobrinha de 11 anos me recebeu, como sempre, cheia de carinho. Depois saiu meu outro sobrinho de 17, que tava estudando no quarto dele. Por último, saiu minha irmã, que tinha deitado pra descansar. A gente se cumprimentou como de costume, com um beijo na bochecha, e conversamos sobre um monte de coisa. Ligamos pra minha mãe e batemos um papo com ela.
Como tava um calorão, resolvi descer pra comprar umas cervejas pra refrescar a tarde e deixar umas geladas pro meu cunhado quando ele voltasse do trampo.
Quando subi, minha irmã tava tomando banho. Coloquei as cervejas na geladeira e sentei no sofá pra ler uma revista que tava ali. Até aquele momento, tava tudo de boa.
Quando eu tava olhando a revista, apareceu um anúncio do "Yahoo" e na mesma hora veio na minha cabeça a "Maby", uma mina do "todorelatos". Comecei a lembrar de cada mensagem que a gente trocou, senti meu pau subindo e fiquei todo excitado. Como tava na casa dos outros, mudei de pensamento e resolvi ouvir música. Meus sobrinhos tavam cada um no seu quarto. A Maby voltou na minha mente e me trouxe uma ideia bem safada.
Fui na cozinha pegar uma cerveja e resolvi levar uma pra minha irmã, que já tinha saído do banheiro e estava no quarto dela. A porta estava fechada, mas não trancada. Respirei fundo e entrei sem avisar. Com o susto e a surpresa, a toalha que minha irmã estava usando caiu no chão. Ela rapidamente se abaixou e pegou. Pedi desculpas pelo ocorrido, mas falei pra ela ficar tranquila porque, afinal, eu era irmão dela. Isso a acalmou. Pedi permissão pra ver um pouco de TV enquanto ela se vestia e falei pra ela esquecer que eu estava ali. Ela ficou de costas pra mim com a toalha enrolada no corpo, e eu só conseguia ver as coxas enormes dela e, de vez em quando, a beirada da bunda. (Minha irmã tem 40 anos, parece bem conservada, é morena, tem um rostinho bonito, cabelo preto comprido e um corpo muito gostoso.)
Como ela tava na frente do espelho, o reflexo deixava ver as tetas lindas e provocantes dela, tamanho 36, durinhas e com os bicos grandes e empinados, enquanto eu fingia que não tava vendo, mas aquela imagem já tinha virado minha cabeça. Meu pau já tava durasso e começando a vazar o líquido seminal, eu sentia, achava que ia estourar o zíper. Decidi sair do quarto dela.
Fui pra cozinha pegar outra cerveja e voltei pro quarto. Como minha irmã achava que eu não ia voltar, ela tava completamente pelada. Quando entrei, fiquei de boca aberta com o corpo gostoso dela e pedi pra ela não se preocupar comigo, mas não consegui segurar o olhar tarado e fixei os olhos na buceta dela, que tava peluda, e comentei se ela não depilava. Ela ficou vermelha e disse que não, e que tinha vergonha de eu ver, mas eu tranquilizei ela de novo, lembrando que eu era o irmão dela.
Pra aliviar o clima, comentei que, apesar da idade dela, ela tinha um corpo lindo e provocante, e que com certeza era a inveja de muitas mulheres e o desejo de muitos homens. Aproveitei pra dizer que eu ficaria muito orgulhoso se minha esposa tivesse um corpo parecido com o dela.
Diante daquele espetáculo e pra não cometer uma loucura, decidi cair fora de vez. Sentei de novo no sofá, mas o pensamento tarado não me deixava focar em nada, foi quando resolvi bater uma punheta. Entrei no banheiro de visitas, que tem a tranca quebrada, abaixei a calça até o chão e comecei a empalmar o pau, tava grosso, grande, quente e todo lubrificado pela quantidade de líquido que tinha jorrado pela cabeça, eu esfregava devagar pensando na buceta da minha irmã, em chupar ela, em mamar os bicos dos peitos dela, meu corpo tremia cada vez que eu passava a mão.íCom a mão, eu estava de olhos fechados, mas de repente senti que alguém estava espiando. Tava certo, era minha irmã me olhando pela fresta da porta. Levei um susto e parei de bater punheta (nunca ninguém tinha me pego antes), mas ela, bem tranquilona, entrou no banheiro, fechou a porta e pediu pra eu continuar, porque nunca tinha visto um homem se masturbando e sentia muita curiosidade e tesão em pensar que era porque eu tinha visto ela pelada. Não pensei duas vezes, peguei meu pau de novo, agora mais quente, e acelerei o ritmo até jorrar todo meu leite quente. Minha irmã me encarou, sorriu e saiu do banheiro.
Fiquei ali parado, me sentindo um idiota, punhetando, com a mão cheia de porra sem saber o que fazer, aí me toquei, me limpei e saí pra tomar outra cerveja. Tava tremendo, atordoado, mas ao mesmo tempo ainda excitado. Mas alguma coisa dentro de mim dizia que aquilo não era certo, que não tava legal.
Voltei pra cozinha e minha irmã tava preparando o jantar, não falou nada. Falei que ia embora, mas ela pediu pra eu fazer umas compras no mercado antes. Saí na hora e resolvi descer as escadas do 12º andar pra ver se caminhando clareava a mente. Fiz as compras e andei um pouco, consegui me acalmar e voltei. Quando cheguei, encontrei meu cunhado que tinha chegado do trampo. Falei que ia embora, mas ele não deixou eu sair.
Conversamos enquanto tomávamos as cervejas, depois jantamos, vimos na TV um jogo de beisebol da liga local, ouvimos um pouco de música e fomos dormir.
Eu que tive que dormir no quarto do meu sobrinho, fiquei a noite toda pensando no que aconteceu, até que peguei no sono.
Esta manhã, lá pelas 7h30, meu cunhado acordou geral, porque ele e meu sobrinho tinham que ir pra um torneio de tênis e ele queria que a gente fosse junto. Falei pra ele que não dava, porque tinha outras paradas pra fazer, e minha irmã comentou que preferia ficar em casa arrumando as coisas.
Tomamos café da manhã, os atletas foram embora e levaram minha sobrinha, que também pratica o esporte.
Ficamos sozinhos e minha irmã sugeriu que eu tomasse um banho, enquanto ela secava a camisa que tinha lavado pra mim e pediu minhas meias e calcinhas pra lavar também. Aceitei porque já não dava tempo de voltar pra casa pra me trocar.
Enquanto tomava banho, quase bati uma punheta de novo, mas me segurei pra chegar em casa e foder minha esposa com toda a vontade que tava guardada.
Saí do banho e entrei no quarto do meu sobrinho, me deitei na cama dele com a toalha sobre o corpo, esperando a roupa secar, mas como tava meio sem dormir, acabei apagando de vez. Depois de um tempo, senti um movimento estranho na cama e SURPRESA!!!! Era minha irmã que tinha entrado na surdina e tava ajoelhada num canto da cama, tinha levantado minha toalha e tava levando meu pau pra boca dela. Começou a chupar devagar, com a boca quentinha, passando a língua de leve na cabeça, de olhos fechados, segurando com cuidado como se fosse um troféu de cristal. Foi acelerando o ritmo e eu tava doido, ofegante, falando como ela tava fazendo gostoso. Ela mamou, chupou, lambeu, bateu uma até eu gozar. Com meu gozo entre os dedos, ela meteu na boca, deixando ver os fios de porra escorrendo entre as mãos e nos lábios. Chegou perto do meu rosto e me deu um beijo suave na boca e agradeceu.
Como eu tava a mil, peguei ela nos meus braços, deitei na cama e desci até a buceta dela, tirei a calcinha e me meti naquela nuvem de pelos pra achar o clitóris, e comecei a lamber devagar a buceta dela enquanto sentia o corpo dela tremer, me pedindo pra acelerar o ritmo com a língua, mas eu tava mergulhado na buceta dela chupando e engolindo aquele líquido viscoso que jorrava de dentro da vagina dela. Quando senti que o corpo dela pedia um orgasmo aos berros, me deitei na cama e pedi pra ela sentar em cima de mim, na minha cara, e dessa posição comecei a mexer a língua rápido entre a buceta e o cu dela, ela se mexia como se tivesse cavalgando até me agarrar pelos cabelos e começar a tremer de prazer, tava gozando, coloquei minha boca na saída inteira da buceta dela pra não deixar escapar nada do néctar gostoso dela.
Cansada da ação, ela desceu e se deitou do meu lado, de costas, deixando a posição ideal pra eu abraçar ela e pegar naquelas tetas. Ficamos deitados umas 1 hora, sem falar nada, aí levantamos, tomamos banho cada um no seu banheiro, e nos vestimos.
Depois a gente conversou um pouco sobre o assunto e minha irmã me pediu desculpas. Ela confessou que não tinha planejado nada, que só entrou no quarto do meu sobrinho e, quando me viu deitado lá, foi tomada por um desejo incontrolável. Somado ao que tinha visto no dia anterior, fez com que ela não pensasse duas vezes antes de agir. Mas, honestamente, ela disse que tinha curtido, só esperava que não se repetisse.

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