Uma tarde, minha mãe tinha combinado de se encontrar com uma amiga de longa data, a Carmina, mas não lembro por qual motivo ela teve que sair e esqueceu de avisar a Carmina e a mãe da minha namorada para não virem. Pois bem, a Carmina apareceu na hora que tinha combinado com minha mãe. Eu abri a porta, cumprimentei ela com dois beijos, afinal ela é a mãe da minha namorada. Ela perguntou se minha mãe estava, e eu respondi que não e convidei ela para esperar sentada no sofá. Nossa conversa foi:
- Quer algo pra beber ou comer?
- Tem café pronto?
— Não, mas não me importo de fazer isso.
- Pois eu agradeceria, porque lá fora tá um frio danado...
Quando o café ficou pronto, levei pra ela e a gente começou a conversar. Eu tenho uma boa relação com ela porque todo verão passo muito tempo num chalé que ela tem nos arredores da cidade. A Carmina é uma mulher de 43 anos, muito gostosa, tem uma bunda linda como poucas, os peitos são meio pequenos, mas são firmes. E tem mais: ela é super simpática e vive fazendo piadas. Também vale dizer que ela é loira e muito bonita, igual à filha dela. Eu tenho 18 anos e não me seguro pra falar de qualquer assunto, então a gente sempre troca uma ideia bem à vontade.
Depois de um tempo conversando e vendo TV, apareceu na caixa besta um programa daqueles de zapping, uma câmera escondida mostrando um casal transando no meio da rua. Aquilo devia ter despertado os instintos sexuais dela, porque ela se aproximou de mim e colocou a mão na minha perna. Quando viu que eu não falei nada, começou a acariciar. Não dei muita importância, porque ela já tinha feito isso várias vezes de brincadeira, e eu achei que era mais uma dessas. Mas, sem aviso, meu pau começou a crescer mais rápido que o normal. Ela percebeu e sorriu. Aí as carícias foram se aproximando cada vez mais do meu membro ereto, até que uma hora ela tocou descaradamente e disse:
- Pois é, tá durona hein?
Já, e não sei como, das vezes que você fez isso comigo, nunca tinha acontecido antes.
— Será que é porque dessa vez não tô de brincadeira?
Quando ela disse essa frase, ficou um silêncio de uns trinta segundos que passamos nos olhando nos olhos (ela continuava acariciando minha perna e de vez em quando tocava no meu pau duro, que tava cada vez maior). Do nada, ela parou de me acariciar e me beijou, foi um beijo que me lembrou minha namorada porque era muito parecido com o que ela me dá, ela não parava de meter e tirar a língua da minha boca, igual eu fazia. Depois de um bom tempo nos beijando, a gente se separou quase ao mesmo tempo e, antes de passar 15 segundos, nossas bocas e línguas já estavam juntas de novo. Esse beijo foi foda, com todo respeito, acho que durou uns 15 minutos sem exagero, e eu acho que tô sendo modesto.
Depois do segundo beijo, ela tirou a jaqueta. Eu não tinha certeza se queria botar chifre na minha namorada com a mãe dela, mas não deu tempo de pensar, porque a gente se fundiu num terceiro beijo ainda melhor que os dois anteriores. Em seguida, eu tirei a camisa e o sutiã dela e comecei a chupar os peitos dela e brincar com eles. Quando eles ficaram durinhos, puxei a calça dela pra baixo, e ela me deixou pelado da cabeça aos pés. Ela se jogou no sofá de pernas abertas, num gesto claro de "olha o que eu tenho pra você". Eu peguei a indireta, me ajoelhei na frente dela e comecei a lamber toda aquela buceta maravilhosa dela. Minha língua perdeu o controle, entrava e saía sozinha. Como vi que ela não gozava, usei os dedos: dois na buceta e um no cu. Ela agradeceu eu ter colocado mais componentes e gozou na hora na minha boca.
Quando ela gozou, me mandou ficar de pé, e ela se ajoelhou e começou a me bater uma punheta, mas logo mudou de ideia e enfiou meu pauzão na boca dela. No boquete que ela me fez, gozei na frente da cara dela, e logo deitei ela no sofá com as pernas abertas, pronto pra enfiar meu pau, mas pra fazer ela desejar mais, só colocava a cabecinha, coisa que ela não gostou nada e cravou as unhas nas minhas nádegas, aí eu reagi metendo até o fundo, e então saiu da garganta dela um sonoro: "Ai, meu Deeeeeeus". Eu não parava de meter e tirar, e ela não parava de gemer e gemer. Ela gozou de novo, deixando o sofá todo manchado com os sucos dela, eu virei ela e:
- Vira aqui que vou meter nessa bunda que teus pais te deram
- Isso nem pensar, ninguém nunca me penetrou por aí e você também não vai fazer isso.
Foi o que ela disse, mas eu enfiei um dedo pra começar a dilatar ela, e depois dois pra terminar o serviço. Na sequência, enfiei só a cabeça da pica pra bunda dela se acostumar com o tamanho, e quando acostumou, meti devagar, já que era a primeira vez que enfiavam algo ali. Nisso, ouvi um grito que não era exatamente de prazer, mas ignorei e continuei metendo devagar até o cu dela se acostumar a ter algo lá dentro. Aí ela disse: "Já vi mais rápidos no asilo", e eu acelerei o ritmo. Quando tava quase gozando, perguntei se ela queria comer porra, e ela respondeu pra eu gozar dentro. E foi o que eu fiz.
Tirei meu pau pra fora e ela quis chupar de novo, mas eu falei: "acho que não vai conseguir nada". Só que eu me enganei, meu pau endureceu de novo e ela começou a chupar que nem uma louca. Nem preciso dizer que gozei na boca dela, mas ela não engoliu. Levantou e me deu um beijo, que tinha um convidado especial: meu esperma circulando pelas duas bocas.
No final, ela engoliu, a gente se vestiu e fingiu que nada tinha acontecido. Mas no verão, numa das vezes que fui pro chalé, juntou tudo: minha namorada tinha ganhado uma viagem de duas pessoas pra Londres e, como eu não gosto de viajar, levei o pai dela, que manja muito de inglês. A gente tava as duas de biquíni. Dá pra imaginar o que rolou: foda de manhã, de tarde e de noite (as da tarde, algumas eram dentro da piscina) — assim por um mês, que foi a duração da viagem.
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