aqui vai a continuação dessa história bem quente
MUITO OBRIGADO PELOS PONTOS
E PELOS COMENTÁRIOS
TERCEIRA PARTE
Passei a semana tranquilamente, na nossa relação nada tinha mudado... ou sim, agora éramos mais cúmplices e até me contava suas aventuras, o que me excitava muito. Já era normal ser a "women" dele quando transávamos, embora tivéssemos combinado que ela seria só minha "male". Por isso, paramos de convidar o Edu pra casa, só combinava com ele algum encontro particular, embora por minha parte, um dia no trabalho chegou um cara novo, bem sem preconceitos, que virou meu amigo rapidinho. O nome dele era Ricardo, de bom caráter e mais engraçado, sempre com uma piada na ponta da língua. Um dia me convidou pra casa dele, falei que não podia, que a mina ia ficar brava. Então ele disse pra eu não ser dominado, mas deixei pra lá. Quando cheguei em casa, contei pra Sol e ela falou:
Sol: "Amor, qual o problema de você ir? É um colega de trabalho, não é o Edu, querido."
Eu: "Já sei, bebê, mas não queria ir sem te avisar."
Sol: "Tá bem, amor. E como ele é?"
Eu: "Amor, você quer pegar ele? Essa não é uma boa ideia... e se descobrirem no trampo o que eu faço?"
Sol: "Você não ia gostar, querido? Quem sabe eu posso te ajudar com seu chefe, bebê."
Eu: "Não, amor, meu chefe é meu pai, querido, você já sabe."
Sol: "E daí? Não me diga que não seria bom, docinho... ou não? Por acaso você puxou ele, bebê?"
Eu: "Nada a ver. Segundo minha mãe, ele é um touro, e acho que ele tem algo com a secretária dele."
Sol: "Bom, mas sua mãe não liga. Com a vida que ela leva, com certeza tem um reserva."
Eu: "São problemas dela, eu não me meto."
Sol: "Adoraria ser a secretária do seu pai."
Eu: "Você quer pegar ele de verdade, não é, amor? Olha que ele vai te partir no meio, bebê."
Sol: "Agora mais do que nunca."
De tanta excitação, aquela noite foi tremenda, terminei com meu rabo bem aberto. No dia seguinte, finalmente... Fui na casa do Ricardo, ouvimos música e bebemos um pouco até que, depois de um bom tempo no meio da conversa, ele me disse:
Ricardo: "Eu sou gay."
Fiquei chocado e demorei um pouco pra responder, mas no fim eu falei:
"Eu também."
Ricardo: "Sério? Que bom! E a sua mulher sabe?"
"Sim, claro. Toda noite ela enfia os dedos em mim."
Ricardo: "Você deve ter o cu bem aberto, né? Deixa eu ver, me mostra."
Abaixei minha calça, me inclinei e abri minhas nádegas pra ele ver bem meu buraquinho.
"Você acha que tá muito aberto? Dá pra ver bem daí?"
Ricardo: "Deixa eu ver direito."
Ele se aproximou e, feito um idiota, eu abri mais minhas pernas pra ele ver melhor, mas não era essa a intenção dele. Senti ele apoiar o pau na entrada do meu cu e, me segurando pelos quadris, enfiou tudo.
Ricardo: "Perdeu, otário. Hoje você chega em casa com o cu arrombado."
Tentei aguentar o pau dele, mas não consegui, quase caí de tão forte. Esse pau era maior que o do Edu, e por isso eu sentia muito mais. Cada vez que ele metia, eu via estrelas, mas adorava a sensação e comecei a pedir mais.
Ricardo: "Que viado desgraçado você é. Da próxima vez, traz a sua puta que eu vou foder ela também."
"O que você quiser, mas não goza ainda, quero maaaaais."
Meu novo macho se segurava e metia forte, me humilhava e ria de como me comia. Quando cansou de me dar pica, tirou do meu cu sem gozar, me virou e fez eu engolir. Eu deixava ele fazer o que quisesse, estava completamente dominado e amava. Ele comeu minha boca e não parou até encher ela de porra. Tive que engolir, mesmo não conseguindo tudo, juntei e mostrei pra ele como eu bebia. Foi foda. Depois disso, avisei que se ele quisesse manter o emprego, ninguém podia saber do que tinha rolado. Ricardo entendeu e me disse: sorrindo
Ricardo, só com a condição de você vir quando eu chamar
Fechado
Ao chegar em casa, Sol percebeu o que tinha acontecido
Sol, então você acabou dando pro novo, não perde tempo, não é promíscua, que tal é a pica dele? Talvez se for grande, da próxima vez eu vou junto
Não, amor, você só quer comer meu velho. Agora vamos pra cama, não aguento mais, o novo me acabou
Naquela noite, Solzinho ficou com tesão. No dia seguinte, falei pro meu velho de tomar um algo, queria conversar com ele. Meu velho é um cara estranho comigo, tenho certeza que ele acha que não sou filho dele, que sou produto de alguma transa da minha mãe. Deve ser por isso o pouco contato que a gente tem. Eu sei que ele não perdoa nenhuma mulher, pelo menos é o que comentam no trabalho. Também sei o que ele gostaria de fazer com a minha mina: ter ela trabalhando pra ele, e nem preciso falar em partir ela ao meio, porque sei muito bem que ele faria isso, pelo menos pelo que comentam. Parece que ele tem uma pica enorme e, embora se saiba que já comeu a secretária várias vezes, desde que casou, isso mudou muito. Então combinamos de nos encontrar à tarde, de má vontade
— Então, velho, queria falar com você e pedir um favor. Eu e Sol estamos quase comprando um carro.
— Perfeito, velho, mas não conte comigo. Aqui você é só mais um funcionário.
— Não, não é isso. Não queremos pedir nada, muito menos dinheiro. O que a gente conversou é que a Solzinho teve a ideia de trabalhar aqui com você. Você se dá muito bem com a gata, e ela aprende rápido.
— Velho, não sei se seria uma boa ideia.
— Qual é, velho, seria só até a gente comprar o carro e nada mais. Depois, se não der certo, ela volta pra casa. Além disso, você sabe que ela é um túmulo e nunca se deu muito bem com a velha.
— Velho, isso é o que me preocupa, já basta ter você aqui.
Mas será que eu falei de trabalho alguma vez? Alguma vez você ouviu algo que eu tivesse dito em casa?
Velho, dessa vez você tem razão. Bom, a questão é onde vamos colocá-la pra trabalhar. Deixa eu ver e fala pra ela vir amanhã, vou inventar alguma coisa pra gata. Mas me diz, você dá comida pra ela? Sua mulher é um esqueleto.
É verdade, mas mesmo assim, você não sabe como alguns caras se animam com ela, hahahaha.
Quando cheguei em casa, comentei com a Solzinho sobre a reunião com meu velho. Ela ficou muito contente com isso, ou melhor, ansiosa. Falei que ela ia trabalhar com ele e que com o salário dela a gente compraria um carro, mesmo que levasse meses pra conseguir. Naquela noite não transamos, e no dia seguinte já fomos juntos pro trabalho. A sem-vergonha queria ir vestida de puta, foi um saco convencê-la a ir mais simples, mas consegui. Quando chegamos, ela foi direto se encontrar com meu velho no escritório, onde ficaram um tempão. Por outro lado, Ricardo quase não falava comigo e, pelo visto, não tinha comentado nada sobre o que aconteceu comigo. Isso me deixou bem tranquilo, e eu me concentrei no que podia rolar entre meu velho e a Solzinho. Não parava de imaginar ele comendo ela, e isso me excitava ainda mais. De tarde, quando voltamos pra casa, veio logo o interrogatório, já que voltamos separados — ela tinha vindo com meu velho.
— E aí, como foi com meu velho? Que tarefa ele te deu? Falou de salário?
— Sol, foi incrível, amor. Tarefa, se é que dá pra chamar assim, é ficar do lado dele e ajudar em tudo que ele precisar.
— E o que você fez hoje, então? Porque ele já tem a secretária dele.
— Sol, olha só: quando ele disse que ia me contratar pra fazer quase nada e pagar o mesmo salário que paga pra você, eu não me segurei e dei um abraço e um beijo nele. Ele me... Abraço também e enquanto me dizia que não era nada, senti a mão dele descer até minha bunda e dar um tapinha. Foi divino. Eu me mexi um pouquinho pra ele ver que não me incomodava, e aí falei que não sabia como agradecer. Na hora, senti o pau dele endurecer, e mesmo ele não dizendo nada, eu acariciei aquele volume que não era nada pequeno. Aí seu velho me soltou um pouco e, com o olhar, entendi tudo. Me agachei sem dizer palavra, tirei o pau dele e chupei. É um pau tremendo, quase não cabia na minha boca. Ele mandou eu parar, mas não parei. Então ele segurou minha cabeça e começou a se mexer como se estivesse comendo, até gozar dentro da minha boca. Depois disso, ele sentou, me serviu um café e a gente conversou.
— Porra, Sol, não esperou nada?
— Não, para, que aí não terminou a coisa. Ele me perguntou de você, se me comia direito. E o que você acha que eu disse? Que com essa pica minúscula que você tem, mal me faz sentir mulher. Que isso já está claro entre a gente e você aceita. Aí ele me perguntou como eu fazia pra transar com outros e se eu tinha um touro fixo. Falei que era isso que eu procurava, que não gosto de me dar por aí. Mas isso não acontece todo dia, só de vez em quando. Não falamos mais do assunto e ele me mandou fazer umas coisinhas.
— Então você só chupou ele, love?
— Sol, sim, bebê. Acho que ele me quer como puta exclusiva dele, mas também tem a secretária.
— Sim, mas ela tá evitando ele agora porque parece que o marido come muito bem.
— Sol, cê acha? Bom, se for assim, tenho que comer ele urgenteee pra ele não arrumar outra.
— Fica tranquila, bebê. Ninguém vai dar mais tesão pra ele do que você. Não imagino o que é pra ele comer a esposa do próprio filho.
— Sol, sim, bebê, você tem razão. E imagina se ele fizer na sua frente? Um verdadeiro sonho pra ele, lo. que não daria pra conseguir isso
Se humilhar assim não tem preço pra ele
Sol, então a gente tem o carro segurado, vida, e nem te conto o que você conseguiria se se entregasse pra ele
Não sei, love, isso sim que eu não queria fazer
Naquela noite, zero sexo, ele me disse que por enquanto só ia transar com meu velho, se eu quisesse sexo, que fosse com o Ricardo, já que ele tinha mostrado cumprir a palavra
Assim passou a semana, eu mais tesuda do que nunca e o Sol que ainda não tinha comido meu velho, ia ter que ver como isso tudo continuava
PARTE QUATRO
Na sexta, o Sol me deu uma surpresa, tinha convidado meus velhos pra jantar no sábado à noite, eu tava disposta a comer ele de qualquer jeito e o mais louco é que meu velho aceitou
Mas o que cê tá fazendo, love
Sol: bom, você tem que me ajudar, love, porque cê não convida o Ricardinho?
Pra quê? Que sentido tem?
Sol: você me disse, se não me engano, que seus velhos cada um faz a sua, então ele já tem a putinha dele garantida, mas ela não
Você quer que eu apresente o Ricardo pra ele comer ela?
Sol: acertou, love, segundo você, ele tem pau grande, mas não como o do seu velho, não acho que vai ter problema nisso, ou não?
Conhecendo minha velha, com certeza vai comer ele com vontade, mas e eu, que papel eu faço?
Sol: bom, pode ser que você veja como seu velho me arromba ou participe com eles, isso pode ir rolando ou não
Com eles não, love, isso com certeza, minha velha morre se me ver transando com o Ricardo
Sol: ou talvez não, love, olha pra mim, eu aceito porque sei que assim você é muito feliz
Beleza, vamos tentar, qualquer coisa antes do meu velho, amanhã vou visitar o Ricardo e convidar ele pra jantar
Sol: mas não come ele, amor, assim vocês chegam bem tesudos
Foi assim que a gente fez, naquele sábado, perto do meio-dia, fui na casa do Ricardo convidar ele pra jantar em casa Ele não podia acreditar, mas quando contei que a gente podia se divertir pra caralho, ele se animou. Voltei pra casa esperando pra ver como ia ser, mas no fundo tava doido pra ver a Sol ser arrebentada pelo meu velho. Já imaginava a magrinha se contorcendo, e fiquei de pau duro na hora, ainda mais com a putaria de ser meu velho, com quem eu tinha uma relação de amigo-inimigo, mais pra inimigo mesmo. Bem diferente da minha mãe, que não separou dele só pra manter as aparências, mas cada um vivia a vida. Quem chegou primeiro foi o Ricardo, que finalmente conheceu minha Solzinha. Ela achou ele super simpático. A gente tava tomando uma cerveja quando minha mãe chegou. A Sol não gostou muito dela, mas disfarçaram bem. Minha mãe é uma mulher que, apesar da idade, continua uma gostosa, graças a horas de academia todo dia. Sempre teve uns peitões do caralho, e agora a bunda não ficava atrás. As duas arrumaram as coisas que minha mãe trouxe, e pra ser sincero, demoraram pra caralho.
Ricardo: "Caralho, tua mãe é uma gostosa."
Eu: "Queria comer ela?"
Ricardo: "Eu vim preparado pra te dar, mas agora tudo mudou. Mas tua mulher, apesar de magrinha, também me dá tesão. Será que ela aguenta uma pica como a minha?"
Eu: "Acho que sim. A dúvida é se vai aguentar a do meu velho. Essa noite vou descobrir, com certeza vou partir ela ao meio."
Ricardo: "Teu velho vai comer ela? Pobrezinha, vai ter que levar pro hospital, com certeza. Dizem que a pica dele é monstruosa."
Eu: "Queria ver ele arrebentando ela, mas vai ser foda. Além disso, vou estar ocupado."
Ricardo: "Imagino. E agora, como vão fazer?"
Eu: "A Sol já planejou tudo comigo."
Ricardo: "Espero que dê tudo certo."
Eu: "Todo mundo vai se divertir pra caralho."
Quando elas voltaram, meu velho chegou. Era cedo. Ele... como tinha combinado com a sol, ela trouxe o churrasco, mesmo sem saber fazer direito, quem ia ter que fazer era eu e esse era o plano, a gente ia pro quincho que fica no fundo e ia deixar meu velho e a sol sozinhos em casa, coisa que a gente ia repetir depois da janta
Velho não sabia que você ia ter convidada
Sol é um amigo de casa, pela comida não tem problema
Beleza, mas senta e toma alguma coisa, hoje de trabalho nem uma palavra
Velha, você não me contou que tinha contratado a sol, que bom, vocês sempre se deram muito bem
Sim, mãe, e a gente realmente precisa, ela em casa fica sozinha quase o dia todo, agora já é outra
Sol e sim, a verdade é que a gente se dá muito bem
Ricardo, é que é muito difícil se dar mal com você
Beleza, eu vou acender o fogo, você velho fica tranquilo vendo o jogo, eu vou com o riki, levo umas cervejas
Fomos pra churrasqueira do quincho, já tava tudo preparado lá
Ricardo, beleza, e como é que continua isso?
Acendo o fogo e você vai buscar a carne e traz pra minha velha, assim vocês deixam eles sozinhos pra irem se esquentando, talvez ele dê uma rapidinha em casa
Ricardo e a gente, qual é a nossa?
Deixa comigo que eu sei o que faço
Acendi o fogo e quando as brasas já tavam no ponto, Ricardo foi buscar a carne e voltou com a minha velha e mais cervejas
Senta aqui, velha, tenho churrasco pra um tempão e cuidado com esse aqui
Velha, cuidado com o quê?
Cheguei perto do ouvido dela e falei
Você não sabe a pica que o filho da puta carrega
Velha, sério? Isso eu tinha que ver
Por mim, fica à vontade pra conferir, o velho com certeza tá entretido
Velha, e você vai deixar ele com aquela puta? Com certeza já tá em cima dele
Adoraria ver como ele arrebenta ela
Velha, eu sabia que ela era muito puta, não sei o que você viu nela
Beleza, velhinha, ela me ama, claro que não como você, mas a mim adoraria que vocês fossem amigas, eu te amo, mas também amo ela, faz o impossível pra ela não ser sua rival, pelo menos faz isso por mim
Velha, tá bem, pelo menos ela é tão puta quanto eu, meu amor
Agora senta e se quiser carne grande e quente, tá aí, não perde
Velha, se você diz, já quero ver ela
Minha velha sentou do lado do Riki e começaram a conversar enquanto eu já colocava a carne na churrasqueira, depois saí do quincho e fui pro galpão, antes de ir consegui ver minha velha acariciando a pica dele por cima da calça, espiei eles por uma janela de onde sabia que não podiam me ver, minha velha não demorou nada pra chupar a pica do Ricardo, foi muito morbid ver como o cara que dias atrás tinha me comido agora tava comendo minha velha em cima da mesa enquanto brincava com as tetonas dela, não consegui parar de me masturbar, por um lado sentia o tesão de ver minha velha sendo comida e por outro queria estar no lugar dela sentindo aquela pica entrando e saindo do meu cu me fazendo gozar igual fazia ela gozar, esperei eles pararem de transar pra entrar de novo no quincho, não tinha tido coragem de espionar a Solzinho, embora imaginasse que não tinha rolado nada ou no máximo uma boquete e só, quando entrei o Ricardo tava subindo a calça e minha velha arrumando as tetas, olhei pra eles e sorri, fui direto pra churrasqueira, virei toda a carne e pedi pra minha velha trazer mais cerveja, quando voltou perguntei
E aí, tão fazendo o que lá?
Velha, não sei, mas a Sol não tava tomando cerveja, isso eu garanto
Por quê? Como você sabe? Viu eles em algo?
Velha, não, amor, mas quando falei com ela tava com cheiro de pica na boca, eu conheço esse cheiro, meu bem, te juro
Tô morrendo de vontade de ver o velho comendo ela
Ricardo, isso é muito morbid, amigo
Bom É isso que me falta, já vi vocês dois
Ricardo e você curtiu, suponho?
Você sabe muito bem que era minha ideia, mesmo que eu quisesse entrar junto
Velha, amor, como você fala isso, quer me comer, meu céuzinho?
Ricardo, não... certeza que queria ser a outra mulher, não é?
Nem preciso dizer, e você sabe que sim
Velha, desde quando você é viado?
Na verdade, não sei, mas adoro a pica
Velha, nunca imaginei isso, amor, não consigo acreditar
Ricardo, tenho certeza que você não acreditaria a menos que visse
Velha, se é assim, não quero ver, seria muito pesado pra mim
Tomamos a cerveja, arrumamos a mesa e fomos buscar o casal perdido, era verdade, Sol não conseguia disfarçar que tinha transado gostoso, o cabelo bagunçado e molhado mostrava que meu velho tinha feito ela suar, e nem preciso falar do vestido dela que já não estava no lugar certo, dava pra ver que tinha sido maltratado, enquanto meu velho, ao contrário, estava arrumado, embora bem cansado, mas se esforçava pra disfarçar. Sem dizer palavra, fomos pro quincho, e enquanto eu servia, meu velho sentou do lado da Sol, e Ricardo do lado da minha velha. Sobrou pra mim ficar de fora, como o bom corno que eu era. O jantar passou deliciosamente prazeroso, entre piadas e olhares cúmplices, parecia que tinha vontade de continuar transando, só faltava o momento. O vinho fazia estragos, e eu pude ver como meu velho, de vez em quando, baixava a mão, com certeza pra acariciar a buceta da minha esposa. Ele tava solto mesmo, e não era pra menos, com certeza tinha partido ela ao meio, e isso era muito erótico. Eu imaginava como minha solzinha tinha sofrido e gozado, e me sentia satisfeito, orgulhoso de dar tanto prazer pra minha amada. Como bom anfitrião, levantei a mesa e levei tudo pra cozinha enquanto eles continuavam. Falando nisso, quando voltei pra mesa, não podia acreditar que meu velho tava batendo um papo animado com a minha velha. Aí me veio uma ideia genial: levar o Sol e o Ricardo pra cozinha com a desculpa de preparar a sobremesa. Tive a visão de que eles iam transar de novo como não faziam há anos. Na cozinha, deixei os dois sozinhos e fui espiar o que rolava entre meus pais. Quando cheguei na janela, pude ver os dois trepando em cima da mesa com um tesão do caralho. De novo, me masturbei e, pra voltar pra casa, tive que engolir meu próprio gozo da mão. Ao entrar, vi o Ricardo arrombando o cu do meu Solzinho no sofá da sala.
— Sol, desculpa, amorzinho, é que o Riki me contou como ele comeu sua velha e me deixou com tesão. Me perdoa, bebê, eu sei que é seu macho, mas hoje ele já não é mais só seu.
— Mas eu posso participar? Essa noite vocês só se divertem, isso não é justo.
— Ricardo, não, amigo. Depois disso, acabou. E sua mulher é uma gata de verdade.
Me dei por vencido. Essa noite eu seria só um espectador de luxo. Deixei eles treparem tranquilos, fui pra cozinha, preparei tudo e, quando soube que tinham terminado, levei o sorvete pro quincho. Todo mundo tava exausto, menos eu. Então, depois da sobremesa e como a gente tinha bebido pra caralho, preparei os quartos. Todo mundo ia ter que ficar aquela noite, pelo menos. Ninguém tava em condições de dirigir. Meus pais num quarto e nós três no outro. Aí vi em primeira mão como o Riki comia o Solzinho devagar até os dois dormirem. Na manhã seguinte, tomamos café. Todo mundo parecia ter passado uma noite incrível. Meu velho, antes de ir, disse que precisava falar comigo. Então me convidou pra ir na casa dele naquela tarde e, claro, esperava o Solzinho também. Sinceramente, não fazia ideia do que era, só que ele queria falar comigo fora de lá. O trabalho era algo animador, embora eu não soubesse se ele realmente queria comer minha mulher de novo. Tinha certeza de que não tinha tocado na bunda dela. Quando ficamos sozinhos, finalmente, começou o interrogatório. Ele queria saber, com todos os detalhes, o que tinha rolado entre meu velho e ela. Então, fui direto e perguntei:
— Vai me contar o que aconteceu quando eu deixei vocês sozinhos? Quero saber tudo, love.
— Sol, que tarado você é, meu promíscuo. Então, olha: assim que vocês foram pro quincho, ele me disse que não tinha muito tempo. Me abraçou, e eu falei que vocês iam demorar demais. Ele perguntou se eu tinha planejado tudo, e eu disse: claro. Foi aí que ele descobriu que você tá de acordo com tudo. Fomos pro quarto e, depois de dar um boquete nele, falei que queria ele dentro de mim. Ele me colocou de quatro e, puta merda, você não sabe como ele abriu minha buceta, love, enquanto amassava meus peitos. O safado metia tudo e me fazia ver estrelas. Depois, ele quis me comer o cu, mas eu falei que não, que isso eu não ia conseguir segurar os gritos. Ele disse que não acreditava, que ia ser só a pontinha, e eu continuei negando. Falei que todo mundo ia ouvir, e ele disse que não importava. Aí eu mencionei o Ricardo, que não queria que ele ficasse sabendo. Ele entendeu e voltamos pra sala. Seu velho nunca soube que sua velha comeu o Ricardinho. Nem imaginou que ela ia comer ele na sua frente.
— Na minha frente não comeu, eu deixei vocês sozinhos e espiei pela janela.
— Sol, você curtiu pra caralho, love. Deve ter sido muito doentio ver ele comendo, não foi?
— Com certeza, mas continua me contando o que rolou com meu velho, por favor.
— Sol, que tesão você fica, meu amor. Quando estávamos na sala, ele me pediu pra chupar ele de novo. Dá pra ver que ele fica muito excitado em comer a própria nora, love. Ele dizia que, quando sua velha entrou, a gente já tinha... Terminado
Igual ela percebeu, me disse que você tinha cheiro de pica na sua cara
Só que, amor, depois eu falei pra ela que a gente não pode continuar sem carro, que você merecia um desde sempre e que o meu eu ia conquistar sozinho, acho que por isso ela quer falar com você
Pra mim ela quer te foder de qualquer jeito, amor, ele vai dar um jeito de vocês ficarem sozinhos na casa dele e se isso acontecer, segunda-feira vai ser impossível você ir trabalhar, ele vai te deixar na merda
Só que isso só vai rolar se eu tiver meu carrinho e não quero um usado, meu bem
Mas assim você vai virar a puta exclusiva dele, eu conheço meu velho
Só que qual é o problema? Pelo menos vou ter um macho fixo, bebê, e você não vai ter que ficar me vigiando, sei lá, pensa nisso, meu amor, pensa nisso
MUITO OBRIGADO PELOS PONTOS
E PELOS COMENTÁRIOS
TERCEIRA PARTE
Passei a semana tranquilamente, na nossa relação nada tinha mudado... ou sim, agora éramos mais cúmplices e até me contava suas aventuras, o que me excitava muito. Já era normal ser a "women" dele quando transávamos, embora tivéssemos combinado que ela seria só minha "male". Por isso, paramos de convidar o Edu pra casa, só combinava com ele algum encontro particular, embora por minha parte, um dia no trabalho chegou um cara novo, bem sem preconceitos, que virou meu amigo rapidinho. O nome dele era Ricardo, de bom caráter e mais engraçado, sempre com uma piada na ponta da língua. Um dia me convidou pra casa dele, falei que não podia, que a mina ia ficar brava. Então ele disse pra eu não ser dominado, mas deixei pra lá. Quando cheguei em casa, contei pra Sol e ela falou:
Sol: "Amor, qual o problema de você ir? É um colega de trabalho, não é o Edu, querido."
Eu: "Já sei, bebê, mas não queria ir sem te avisar."
Sol: "Tá bem, amor. E como ele é?"
Eu: "Amor, você quer pegar ele? Essa não é uma boa ideia... e se descobrirem no trampo o que eu faço?"
Sol: "Você não ia gostar, querido? Quem sabe eu posso te ajudar com seu chefe, bebê."
Eu: "Não, amor, meu chefe é meu pai, querido, você já sabe."
Sol: "E daí? Não me diga que não seria bom, docinho... ou não? Por acaso você puxou ele, bebê?"
Eu: "Nada a ver. Segundo minha mãe, ele é um touro, e acho que ele tem algo com a secretária dele."
Sol: "Bom, mas sua mãe não liga. Com a vida que ela leva, com certeza tem um reserva."
Eu: "São problemas dela, eu não me meto."
Sol: "Adoraria ser a secretária do seu pai."
Eu: "Você quer pegar ele de verdade, não é, amor? Olha que ele vai te partir no meio, bebê."
Sol: "Agora mais do que nunca."
De tanta excitação, aquela noite foi tremenda, terminei com meu rabo bem aberto. No dia seguinte, finalmente... Fui na casa do Ricardo, ouvimos música e bebemos um pouco até que, depois de um bom tempo no meio da conversa, ele me disse:
Ricardo: "Eu sou gay."
Fiquei chocado e demorei um pouco pra responder, mas no fim eu falei:
"Eu também."
Ricardo: "Sério? Que bom! E a sua mulher sabe?"
"Sim, claro. Toda noite ela enfia os dedos em mim."
Ricardo: "Você deve ter o cu bem aberto, né? Deixa eu ver, me mostra."
Abaixei minha calça, me inclinei e abri minhas nádegas pra ele ver bem meu buraquinho.
"Você acha que tá muito aberto? Dá pra ver bem daí?"
Ricardo: "Deixa eu ver direito."
Ele se aproximou e, feito um idiota, eu abri mais minhas pernas pra ele ver melhor, mas não era essa a intenção dele. Senti ele apoiar o pau na entrada do meu cu e, me segurando pelos quadris, enfiou tudo.
Ricardo: "Perdeu, otário. Hoje você chega em casa com o cu arrombado."
Tentei aguentar o pau dele, mas não consegui, quase caí de tão forte. Esse pau era maior que o do Edu, e por isso eu sentia muito mais. Cada vez que ele metia, eu via estrelas, mas adorava a sensação e comecei a pedir mais.
Ricardo: "Que viado desgraçado você é. Da próxima vez, traz a sua puta que eu vou foder ela também."
"O que você quiser, mas não goza ainda, quero maaaaais."
Meu novo macho se segurava e metia forte, me humilhava e ria de como me comia. Quando cansou de me dar pica, tirou do meu cu sem gozar, me virou e fez eu engolir. Eu deixava ele fazer o que quisesse, estava completamente dominado e amava. Ele comeu minha boca e não parou até encher ela de porra. Tive que engolir, mesmo não conseguindo tudo, juntei e mostrei pra ele como eu bebia. Foi foda. Depois disso, avisei que se ele quisesse manter o emprego, ninguém podia saber do que tinha rolado. Ricardo entendeu e me disse: sorrindo
Ricardo, só com a condição de você vir quando eu chamar
Fechado
Ao chegar em casa, Sol percebeu o que tinha acontecido
Sol, então você acabou dando pro novo, não perde tempo, não é promíscua, que tal é a pica dele? Talvez se for grande, da próxima vez eu vou junto
Não, amor, você só quer comer meu velho. Agora vamos pra cama, não aguento mais, o novo me acabou
Naquela noite, Solzinho ficou com tesão. No dia seguinte, falei pro meu velho de tomar um algo, queria conversar com ele. Meu velho é um cara estranho comigo, tenho certeza que ele acha que não sou filho dele, que sou produto de alguma transa da minha mãe. Deve ser por isso o pouco contato que a gente tem. Eu sei que ele não perdoa nenhuma mulher, pelo menos é o que comentam no trabalho. Também sei o que ele gostaria de fazer com a minha mina: ter ela trabalhando pra ele, e nem preciso falar em partir ela ao meio, porque sei muito bem que ele faria isso, pelo menos pelo que comentam. Parece que ele tem uma pica enorme e, embora se saiba que já comeu a secretária várias vezes, desde que casou, isso mudou muito. Então combinamos de nos encontrar à tarde, de má vontade
— Então, velho, queria falar com você e pedir um favor. Eu e Sol estamos quase comprando um carro.
— Perfeito, velho, mas não conte comigo. Aqui você é só mais um funcionário.
— Não, não é isso. Não queremos pedir nada, muito menos dinheiro. O que a gente conversou é que a Solzinho teve a ideia de trabalhar aqui com você. Você se dá muito bem com a gata, e ela aprende rápido.
— Velho, não sei se seria uma boa ideia.
— Qual é, velho, seria só até a gente comprar o carro e nada mais. Depois, se não der certo, ela volta pra casa. Além disso, você sabe que ela é um túmulo e nunca se deu muito bem com a velha.
— Velho, isso é o que me preocupa, já basta ter você aqui.
Mas será que eu falei de trabalho alguma vez? Alguma vez você ouviu algo que eu tivesse dito em casa?
Velho, dessa vez você tem razão. Bom, a questão é onde vamos colocá-la pra trabalhar. Deixa eu ver e fala pra ela vir amanhã, vou inventar alguma coisa pra gata. Mas me diz, você dá comida pra ela? Sua mulher é um esqueleto.
É verdade, mas mesmo assim, você não sabe como alguns caras se animam com ela, hahahaha.
Quando cheguei em casa, comentei com a Solzinho sobre a reunião com meu velho. Ela ficou muito contente com isso, ou melhor, ansiosa. Falei que ela ia trabalhar com ele e que com o salário dela a gente compraria um carro, mesmo que levasse meses pra conseguir. Naquela noite não transamos, e no dia seguinte já fomos juntos pro trabalho. A sem-vergonha queria ir vestida de puta, foi um saco convencê-la a ir mais simples, mas consegui. Quando chegamos, ela foi direto se encontrar com meu velho no escritório, onde ficaram um tempão. Por outro lado, Ricardo quase não falava comigo e, pelo visto, não tinha comentado nada sobre o que aconteceu comigo. Isso me deixou bem tranquilo, e eu me concentrei no que podia rolar entre meu velho e a Solzinho. Não parava de imaginar ele comendo ela, e isso me excitava ainda mais. De tarde, quando voltamos pra casa, veio logo o interrogatório, já que voltamos separados — ela tinha vindo com meu velho.
— E aí, como foi com meu velho? Que tarefa ele te deu? Falou de salário?
— Sol, foi incrível, amor. Tarefa, se é que dá pra chamar assim, é ficar do lado dele e ajudar em tudo que ele precisar.
— E o que você fez hoje, então? Porque ele já tem a secretária dele.
— Sol, olha só: quando ele disse que ia me contratar pra fazer quase nada e pagar o mesmo salário que paga pra você, eu não me segurei e dei um abraço e um beijo nele. Ele me... Abraço também e enquanto me dizia que não era nada, senti a mão dele descer até minha bunda e dar um tapinha. Foi divino. Eu me mexi um pouquinho pra ele ver que não me incomodava, e aí falei que não sabia como agradecer. Na hora, senti o pau dele endurecer, e mesmo ele não dizendo nada, eu acariciei aquele volume que não era nada pequeno. Aí seu velho me soltou um pouco e, com o olhar, entendi tudo. Me agachei sem dizer palavra, tirei o pau dele e chupei. É um pau tremendo, quase não cabia na minha boca. Ele mandou eu parar, mas não parei. Então ele segurou minha cabeça e começou a se mexer como se estivesse comendo, até gozar dentro da minha boca. Depois disso, ele sentou, me serviu um café e a gente conversou.
— Porra, Sol, não esperou nada?
— Não, para, que aí não terminou a coisa. Ele me perguntou de você, se me comia direito. E o que você acha que eu disse? Que com essa pica minúscula que você tem, mal me faz sentir mulher. Que isso já está claro entre a gente e você aceita. Aí ele me perguntou como eu fazia pra transar com outros e se eu tinha um touro fixo. Falei que era isso que eu procurava, que não gosto de me dar por aí. Mas isso não acontece todo dia, só de vez em quando. Não falamos mais do assunto e ele me mandou fazer umas coisinhas.
— Então você só chupou ele, love?
— Sol, sim, bebê. Acho que ele me quer como puta exclusiva dele, mas também tem a secretária.
— Sim, mas ela tá evitando ele agora porque parece que o marido come muito bem.
— Sol, cê acha? Bom, se for assim, tenho que comer ele urgenteee pra ele não arrumar outra.
— Fica tranquila, bebê. Ninguém vai dar mais tesão pra ele do que você. Não imagino o que é pra ele comer a esposa do próprio filho.
— Sol, sim, bebê, você tem razão. E imagina se ele fizer na sua frente? Um verdadeiro sonho pra ele, lo. que não daria pra conseguir isso
Se humilhar assim não tem preço pra ele
Sol, então a gente tem o carro segurado, vida, e nem te conto o que você conseguiria se se entregasse pra ele
Não sei, love, isso sim que eu não queria fazer
Naquela noite, zero sexo, ele me disse que por enquanto só ia transar com meu velho, se eu quisesse sexo, que fosse com o Ricardo, já que ele tinha mostrado cumprir a palavra
Assim passou a semana, eu mais tesuda do que nunca e o Sol que ainda não tinha comido meu velho, ia ter que ver como isso tudo continuava
PARTE QUATRO
Na sexta, o Sol me deu uma surpresa, tinha convidado meus velhos pra jantar no sábado à noite, eu tava disposta a comer ele de qualquer jeito e o mais louco é que meu velho aceitou
Mas o que cê tá fazendo, love
Sol: bom, você tem que me ajudar, love, porque cê não convida o Ricardinho?
Pra quê? Que sentido tem?
Sol: você me disse, se não me engano, que seus velhos cada um faz a sua, então ele já tem a putinha dele garantida, mas ela não
Você quer que eu apresente o Ricardo pra ele comer ela?
Sol: acertou, love, segundo você, ele tem pau grande, mas não como o do seu velho, não acho que vai ter problema nisso, ou não?
Conhecendo minha velha, com certeza vai comer ele com vontade, mas e eu, que papel eu faço?
Sol: bom, pode ser que você veja como seu velho me arromba ou participe com eles, isso pode ir rolando ou não
Com eles não, love, isso com certeza, minha velha morre se me ver transando com o Ricardo
Sol: ou talvez não, love, olha pra mim, eu aceito porque sei que assim você é muito feliz
Beleza, vamos tentar, qualquer coisa antes do meu velho, amanhã vou visitar o Ricardo e convidar ele pra jantar
Sol: mas não come ele, amor, assim vocês chegam bem tesudos
Foi assim que a gente fez, naquele sábado, perto do meio-dia, fui na casa do Ricardo convidar ele pra jantar em casa Ele não podia acreditar, mas quando contei que a gente podia se divertir pra caralho, ele se animou. Voltei pra casa esperando pra ver como ia ser, mas no fundo tava doido pra ver a Sol ser arrebentada pelo meu velho. Já imaginava a magrinha se contorcendo, e fiquei de pau duro na hora, ainda mais com a putaria de ser meu velho, com quem eu tinha uma relação de amigo-inimigo, mais pra inimigo mesmo. Bem diferente da minha mãe, que não separou dele só pra manter as aparências, mas cada um vivia a vida. Quem chegou primeiro foi o Ricardo, que finalmente conheceu minha Solzinha. Ela achou ele super simpático. A gente tava tomando uma cerveja quando minha mãe chegou. A Sol não gostou muito dela, mas disfarçaram bem. Minha mãe é uma mulher que, apesar da idade, continua uma gostosa, graças a horas de academia todo dia. Sempre teve uns peitões do caralho, e agora a bunda não ficava atrás. As duas arrumaram as coisas que minha mãe trouxe, e pra ser sincero, demoraram pra caralho.
Ricardo: "Caralho, tua mãe é uma gostosa."
Eu: "Queria comer ela?"
Ricardo: "Eu vim preparado pra te dar, mas agora tudo mudou. Mas tua mulher, apesar de magrinha, também me dá tesão. Será que ela aguenta uma pica como a minha?"
Eu: "Acho que sim. A dúvida é se vai aguentar a do meu velho. Essa noite vou descobrir, com certeza vou partir ela ao meio."
Ricardo: "Teu velho vai comer ela? Pobrezinha, vai ter que levar pro hospital, com certeza. Dizem que a pica dele é monstruosa."
Eu: "Queria ver ele arrebentando ela, mas vai ser foda. Além disso, vou estar ocupado."
Ricardo: "Imagino. E agora, como vão fazer?"
Eu: "A Sol já planejou tudo comigo."
Ricardo: "Espero que dê tudo certo."
Eu: "Todo mundo vai se divertir pra caralho."
Quando elas voltaram, meu velho chegou. Era cedo. Ele... como tinha combinado com a sol, ela trouxe o churrasco, mesmo sem saber fazer direito, quem ia ter que fazer era eu e esse era o plano, a gente ia pro quincho que fica no fundo e ia deixar meu velho e a sol sozinhos em casa, coisa que a gente ia repetir depois da janta
Velho não sabia que você ia ter convidada
Sol é um amigo de casa, pela comida não tem problema
Beleza, mas senta e toma alguma coisa, hoje de trabalho nem uma palavra
Velha, você não me contou que tinha contratado a sol, que bom, vocês sempre se deram muito bem
Sim, mãe, e a gente realmente precisa, ela em casa fica sozinha quase o dia todo, agora já é outra
Sol e sim, a verdade é que a gente se dá muito bem
Ricardo, é que é muito difícil se dar mal com você
Beleza, eu vou acender o fogo, você velho fica tranquilo vendo o jogo, eu vou com o riki, levo umas cervejas
Fomos pra churrasqueira do quincho, já tava tudo preparado lá
Ricardo, beleza, e como é que continua isso?
Acendo o fogo e você vai buscar a carne e traz pra minha velha, assim vocês deixam eles sozinhos pra irem se esquentando, talvez ele dê uma rapidinha em casa
Ricardo e a gente, qual é a nossa?
Deixa comigo que eu sei o que faço
Acendi o fogo e quando as brasas já tavam no ponto, Ricardo foi buscar a carne e voltou com a minha velha e mais cervejas
Senta aqui, velha, tenho churrasco pra um tempão e cuidado com esse aqui
Velha, cuidado com o quê?
Cheguei perto do ouvido dela e falei
Você não sabe a pica que o filho da puta carrega
Velha, sério? Isso eu tinha que ver
Por mim, fica à vontade pra conferir, o velho com certeza tá entretido
Velha, e você vai deixar ele com aquela puta? Com certeza já tá em cima dele
Adoraria ver como ele arrebenta ela
Velha, eu sabia que ela era muito puta, não sei o que você viu nela
Beleza, velhinha, ela me ama, claro que não como você, mas a mim adoraria que vocês fossem amigas, eu te amo, mas também amo ela, faz o impossível pra ela não ser sua rival, pelo menos faz isso por mim
Velha, tá bem, pelo menos ela é tão puta quanto eu, meu amor
Agora senta e se quiser carne grande e quente, tá aí, não perde
Velha, se você diz, já quero ver ela
Minha velha sentou do lado do Riki e começaram a conversar enquanto eu já colocava a carne na churrasqueira, depois saí do quincho e fui pro galpão, antes de ir consegui ver minha velha acariciando a pica dele por cima da calça, espiei eles por uma janela de onde sabia que não podiam me ver, minha velha não demorou nada pra chupar a pica do Ricardo, foi muito morbid ver como o cara que dias atrás tinha me comido agora tava comendo minha velha em cima da mesa enquanto brincava com as tetonas dela, não consegui parar de me masturbar, por um lado sentia o tesão de ver minha velha sendo comida e por outro queria estar no lugar dela sentindo aquela pica entrando e saindo do meu cu me fazendo gozar igual fazia ela gozar, esperei eles pararem de transar pra entrar de novo no quincho, não tinha tido coragem de espionar a Solzinho, embora imaginasse que não tinha rolado nada ou no máximo uma boquete e só, quando entrei o Ricardo tava subindo a calça e minha velha arrumando as tetas, olhei pra eles e sorri, fui direto pra churrasqueira, virei toda a carne e pedi pra minha velha trazer mais cerveja, quando voltou perguntei
E aí, tão fazendo o que lá?
Velha, não sei, mas a Sol não tava tomando cerveja, isso eu garanto
Por quê? Como você sabe? Viu eles em algo?
Velha, não, amor, mas quando falei com ela tava com cheiro de pica na boca, eu conheço esse cheiro, meu bem, te juro
Tô morrendo de vontade de ver o velho comendo ela
Ricardo, isso é muito morbid, amigo
Bom É isso que me falta, já vi vocês dois
Ricardo e você curtiu, suponho?
Você sabe muito bem que era minha ideia, mesmo que eu quisesse entrar junto
Velha, amor, como você fala isso, quer me comer, meu céuzinho?
Ricardo, não... certeza que queria ser a outra mulher, não é?
Nem preciso dizer, e você sabe que sim
Velha, desde quando você é viado?
Na verdade, não sei, mas adoro a pica
Velha, nunca imaginei isso, amor, não consigo acreditar
Ricardo, tenho certeza que você não acreditaria a menos que visse
Velha, se é assim, não quero ver, seria muito pesado pra mim
Tomamos a cerveja, arrumamos a mesa e fomos buscar o casal perdido, era verdade, Sol não conseguia disfarçar que tinha transado gostoso, o cabelo bagunçado e molhado mostrava que meu velho tinha feito ela suar, e nem preciso falar do vestido dela que já não estava no lugar certo, dava pra ver que tinha sido maltratado, enquanto meu velho, ao contrário, estava arrumado, embora bem cansado, mas se esforçava pra disfarçar. Sem dizer palavra, fomos pro quincho, e enquanto eu servia, meu velho sentou do lado da Sol, e Ricardo do lado da minha velha. Sobrou pra mim ficar de fora, como o bom corno que eu era. O jantar passou deliciosamente prazeroso, entre piadas e olhares cúmplices, parecia que tinha vontade de continuar transando, só faltava o momento. O vinho fazia estragos, e eu pude ver como meu velho, de vez em quando, baixava a mão, com certeza pra acariciar a buceta da minha esposa. Ele tava solto mesmo, e não era pra menos, com certeza tinha partido ela ao meio, e isso era muito erótico. Eu imaginava como minha solzinha tinha sofrido e gozado, e me sentia satisfeito, orgulhoso de dar tanto prazer pra minha amada. Como bom anfitrião, levantei a mesa e levei tudo pra cozinha enquanto eles continuavam. Falando nisso, quando voltei pra mesa, não podia acreditar que meu velho tava batendo um papo animado com a minha velha. Aí me veio uma ideia genial: levar o Sol e o Ricardo pra cozinha com a desculpa de preparar a sobremesa. Tive a visão de que eles iam transar de novo como não faziam há anos. Na cozinha, deixei os dois sozinhos e fui espiar o que rolava entre meus pais. Quando cheguei na janela, pude ver os dois trepando em cima da mesa com um tesão do caralho. De novo, me masturbei e, pra voltar pra casa, tive que engolir meu próprio gozo da mão. Ao entrar, vi o Ricardo arrombando o cu do meu Solzinho no sofá da sala.
— Sol, desculpa, amorzinho, é que o Riki me contou como ele comeu sua velha e me deixou com tesão. Me perdoa, bebê, eu sei que é seu macho, mas hoje ele já não é mais só seu.
— Mas eu posso participar? Essa noite vocês só se divertem, isso não é justo.
— Ricardo, não, amigo. Depois disso, acabou. E sua mulher é uma gata de verdade.
Me dei por vencido. Essa noite eu seria só um espectador de luxo. Deixei eles treparem tranquilos, fui pra cozinha, preparei tudo e, quando soube que tinham terminado, levei o sorvete pro quincho. Todo mundo tava exausto, menos eu. Então, depois da sobremesa e como a gente tinha bebido pra caralho, preparei os quartos. Todo mundo ia ter que ficar aquela noite, pelo menos. Ninguém tava em condições de dirigir. Meus pais num quarto e nós três no outro. Aí vi em primeira mão como o Riki comia o Solzinho devagar até os dois dormirem. Na manhã seguinte, tomamos café. Todo mundo parecia ter passado uma noite incrível. Meu velho, antes de ir, disse que precisava falar comigo. Então me convidou pra ir na casa dele naquela tarde e, claro, esperava o Solzinho também. Sinceramente, não fazia ideia do que era, só que ele queria falar comigo fora de lá. O trabalho era algo animador, embora eu não soubesse se ele realmente queria comer minha mulher de novo. Tinha certeza de que não tinha tocado na bunda dela. Quando ficamos sozinhos, finalmente, começou o interrogatório. Ele queria saber, com todos os detalhes, o que tinha rolado entre meu velho e ela. Então, fui direto e perguntei:
— Vai me contar o que aconteceu quando eu deixei vocês sozinhos? Quero saber tudo, love.
— Sol, que tarado você é, meu promíscuo. Então, olha: assim que vocês foram pro quincho, ele me disse que não tinha muito tempo. Me abraçou, e eu falei que vocês iam demorar demais. Ele perguntou se eu tinha planejado tudo, e eu disse: claro. Foi aí que ele descobriu que você tá de acordo com tudo. Fomos pro quarto e, depois de dar um boquete nele, falei que queria ele dentro de mim. Ele me colocou de quatro e, puta merda, você não sabe como ele abriu minha buceta, love, enquanto amassava meus peitos. O safado metia tudo e me fazia ver estrelas. Depois, ele quis me comer o cu, mas eu falei que não, que isso eu não ia conseguir segurar os gritos. Ele disse que não acreditava, que ia ser só a pontinha, e eu continuei negando. Falei que todo mundo ia ouvir, e ele disse que não importava. Aí eu mencionei o Ricardo, que não queria que ele ficasse sabendo. Ele entendeu e voltamos pra sala. Seu velho nunca soube que sua velha comeu o Ricardinho. Nem imaginou que ela ia comer ele na sua frente.
— Na minha frente não comeu, eu deixei vocês sozinhos e espiei pela janela.
— Sol, você curtiu pra caralho, love. Deve ter sido muito doentio ver ele comendo, não foi?
— Com certeza, mas continua me contando o que rolou com meu velho, por favor.
— Sol, que tesão você fica, meu amor. Quando estávamos na sala, ele me pediu pra chupar ele de novo. Dá pra ver que ele fica muito excitado em comer a própria nora, love. Ele dizia que, quando sua velha entrou, a gente já tinha... Terminado
Igual ela percebeu, me disse que você tinha cheiro de pica na sua cara
Só que, amor, depois eu falei pra ela que a gente não pode continuar sem carro, que você merecia um desde sempre e que o meu eu ia conquistar sozinho, acho que por isso ela quer falar com você
Pra mim ela quer te foder de qualquer jeito, amor, ele vai dar um jeito de vocês ficarem sozinhos na casa dele e se isso acontecer, segunda-feira vai ser impossível você ir trabalhar, ele vai te deixar na merda
Só que isso só vai rolar se eu tiver meu carrinho e não quero um usado, meu bem
Mas assim você vai virar a puta exclusiva dele, eu conheço meu velho
Só que qual é o problema? Pelo menos vou ter um macho fixo, bebê, e você não vai ter que ficar me vigiando, sei lá, pensa nisso, meu amor, pensa nisso
3 comentários - Corninho puto parte 3 e 4
van 10
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