Meu tio e minha mãe

Há dois anos, meus pais me disseram que eu podia ir em julho, já que eles seriam padrinhos de formatura de uma prima minha por parte de mãe, que tava saindo do ensino médio. As festas naquele lugar, não importa o motivo, são um puta porre que pode durar até três dias. Eu disse que sim, só precisava saber a data exata. A festa seria numa sexta, umas 2 da tarde. Um dia antes, fui pra minha cidade. No dia seguinte, antes de irmos pra cerimônia de formatura, meu pai se irritou com minha mãe porque ele nunca gostou da família dela, sempre foi assim. Então ele disse que não iria nem pra formatura nem pra festa. Minha mãe nem ligou, falou que tudo bem, e fui com ela pra formatura. O evento foi bem normal: ato cívico, danças, entrega dos documentos e tal. Depois disso, fomos pra casa da minha tia, onde seria a festa. Naquele dia, não tinha tanta gente na casa dela, umas 15 pessoas. Como em todo lugar tinha festa, o povo tava espalhado, então foi quase só a família mesmo: tios, primos, avós, o normal. A comida foi uma barbacoa típica da região, não aquela de asa ou poço como se conhece no resto do país. Pra beber, era só cerveja, mas era pra morrer: tinha caixas e caixas de cerveja. Naquele dia, minha mãe foi com uma calça jeans que tava estourando naquelas bundonas enormes que ela tem. Também usava uma blusa preta. Quando ela se abaixava, dava pra ver como os peitos enormes dela balançavam. Sei que eram meio caídos, mas ótimos pra umas siriricas. Só de imaginar meter meu pau dentro daquelas tetas grandes, carnudas e quentes, já me fazia gozar. Minha mãe começou a beber com toda a família, colocaram música tropical, dançamos e tudo. Lá pelas 10 da noite, minha mãe já tava bem bêbada, rindo de qualquer coisa. Uma das minhas tias tava chorando, e alguns parentes já estavam indo embora pra casa. Minha tia, a mãe da minha prima, continuava lá. Tomando com a minha mãe, foram as duas últimas. Lá pelas 11:30 da noite elas já estavam tão bebadas que mal conseguiam se levantar da cadeira, então o marido da minha tia (irmão da minha mãe) disse pra gente ficar na casa pra dormir, porque já era muito tarde pra ir pra nossa casa, e ainda tinha uma cama vazia, então eu aceitei. Parte 2: Meu tio levou a esposa dele pra cama dela enquanto arrumava o quarto e a cama onde eu ia ficar com a minha mãe, enquanto eu continuei no quintal limpando um pouco da bagunça que ficou. Pouco depois meu tio voltou e disse que tava tudo pronto, a gente ia ficar no quarto que fica subindo as escadas no segundo andar, eu falei que tava bem, que ia no banheiro, voltava e levava a minha mãe. Ele disse que ele mesmo levava ela pra eu ficar mais tranquilo. Peguei uns guardanapos e fui pro banheiro, meu tio viu isso e acho que pensou que eu não ia exatamente mijar. Ele pegou minha mãe pelo braço e levou ela pra dentro de casa, eu fui no banheiro, mijei e saí rápido. Como a subida das escadas da casa era meio inclinada, subi com cuidado, não fiz barulho nenhum, ia entrar no quarto quando ouvi meu tio falando, pensei que minha mãe tinha acordado. Com cuidado, me aproximei da porta que tava entreaberta pra ver o que tava rolando. Vi como meu tio, o próprio irmão dele, tava passando a mão na bunda da minha mãe, que tava deitada na cama dormindo, com as duas mãos naquelas bundonas enormes e carnudas, parecia que o filho da puta tava lustrando elas. Enquanto dizia: "Ah, irmãzinha, você é bem gostosa, tem uma rabuda deliciosa, desde criança sempre quis te comer, mas você nunca deixou, sua puta. Seu marido é um frouxo, eu te daria todas as noites no cu e na sua buceta, já até teria acabado com essa sua bunda". Minha mãe tava tão dormindo que nem percebia, enquanto meu tio apertava a bunda dela, que era tão grande que nem cabia na mão dele, ele se abaixou um momento e começou a dar vários beijos no cu dela, depois com uma mão começou a... esfregando os peitos dela, o filho da puta com uma mão esfrega a bunda dela e com a outra os peitos dela, que longe de me irritar, estava me excitando. Depois, ele abaixou as calças e começou a esfregar a pica na bunda dela, colocava na altura do rabo dela e dava empurrões, enquanto dizia: "porra, irmãzinha, você é muito gostosa, como eu queria te comer agora, mas esse filho da puta não deve demorar, pelo menos uma esquentada eu vou te dar".

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