Me divertindo com os amigos do meu marido 10

Muito boas a todos os meus leitores, esperando que estejam todos com saúde e dispostos a ler mais uma das minhas experiências sexuais. Estávamos em pleno dezembro lá por 2002, mês em que eu saio de férias porque os tribunais fecham na temporada de Natal. Eu estava fazendo planos para ir para a fazenda e passar o Natal com meu amado esposo. E enquanto revisava os papéis, o David me chega. - Mami, nos convidaram para uma fazenda no plano, me interessa ir ver um gado, e o dono quer que a gente faça uma obra para os currais dele, você quer ir? - Aí te conto que sim, eu adoraria, meu amor. Nesses dias o David estava todo empolgado com a fazenda dele, tinha comprado recentemente e estava investindo em tudo. E surgiu essa oportunidade fantástica de fazer troca com o pecuarista. - Bom, mami, vou resolver uns assuntos hoje à tarde e a gente sai amanhã por volta das três da manhã. - Nossa, papi, mas cê acha que eu sou o quê, uma galinha? - Hehehe, mami, tem que sair cedo senão a gente se fode no trânsito e demora pra sair. E eu prometi chegar cedo. - Não, mas vai ter que me dar uma porrada pra eu dormir cedo, você já tá acostumado na fazenda, mas eu não. - Bom, mami, vou tentar chegar cedo e eu durmo e acordo cedo, e você pode ir dormindo na viagem. E foi assim, depois de Villavicencio, onde pegamos uma família do pecuarista que viajava até a fazenda, não consegui dormir, a paisagem não me deixou. Chegou um momento em que eu já não via mais nossas montanhas. Tudo era plano, a estrada de terra, o senhor que ia com a gente indicava por onde passar os riachos, uma aventura que achei genial. Chegamos na fazenda, um casarão coberto de árvores, pássaros de todas as cores, cachorros, gatos, gansos que os empregados espantavam. Seu Alcides saiu pra nos receber. - Engenheiro, muito bom dia. - Seu Alcides, muito bom dia. Eu, ao lado dele, me apresento. - Te apresento minha esposa. - Muito prazer, senhora. Te conto que eu teria lamentado que não tivesse vindo, o marido dela eu não dou por certo. Fico feliz em tê-la, bem-vinda.
- Muito obrigada, seu Alcides, e te conto que estou fascinada com a viagem, apesar da estrada ter sido uma aventura pra mim, e não me arrependo.
- Querem tomar algo?
- Sim, uma cerveja bem gelada.
- Como quiser, dona Diana.
- Dona! Quando eu for dona de uma fazenda como essa, seu Alcides, pra meus amigos é Diana, só isso.
- Dianita, é um prazer.
Eu estava com uma calça jeans azul elástica colada no corpo, um tênis, uma blusinha branca amarrada na cintura e com poucos botões, só dois. O senhor que nos trouxe ajudou a descer as malas e as levaram pro quarto. Ao entrar na casa grande, três camionetes chegaram, visitantes que estavam chegando. Ainda estávamos num corredor de pedra com pilares a cada quatro metros, cadeiras, poltronas e mesas formavam a mobília, luminárias artesanais e candelabros cheios de velas. Naquele momento, me senti no século passado, quando não tinha luz e tinha que iluminar com vela, senti uma sensação tão gostosa que até via as coisas em preto e branco.
Acordei do devaneio quando as portas dos carros que chegaram bateram. Tomei um gole da minha cerveja virando pra olhar na direção dos carros e vi um dos ocupantes descendo, que também ficou me encarando. Seu Alcides nos convidou pra entrar enquanto ele recebia os que chegavam, e enquanto eu caminhava, a gente não parava de se olhar. Sorri pra ele e entramos na casa, esperamos na sala. Eu continuei admirando a casa, os jardins, os corredores, cheio de orquídeas. Não, eu tinha que fazer meu cultivo de orquídeas na fazenda, esse era um dos meus planos. Todos entraram na sala, seu Alcides nos apresentou, o último a me cumprimentar com aperto de mão foi ele, e o único que beijei na bochecha, onde senti outro choque pelo corpo.
- Muito prazer, Dianita, um prazer te conhecer, gostosa.
- Muito prazer, gato.
Sorri pra ele olhando de canto.
Ele era irmão do seu Alcides, ficou do meu lado e, como era de espera, conversamos sobre a viagem, a fazenda, ele ficou de me mostrar, achei ele todo um cavalheiro, dava pra notar a educação dele. Depois de conversar com todos, dom Alcides nos convidou pra ir pra mesa almoçar. Dario, que era assim que ele se chamava, me ofereceu o braço, e eu aceitei sem pensar duas vezes, mesa enorme, umas vinte lugares, eu adoro comida de roça e nesse dia prepararam uma sobrebarriga assada no forno a lenha deliciosa. Dario sentou do lado esquerdo e David do meu direito. Vi que serviram pra ele uma carne meio redonda. Ele me viu cortando e me ofereceu com o garfo.
- Quer?
- O que é?
- Vai, prova que você vai gostar.
Ele colocou na minha boca. Mastiguei e engoli.
- Gostou?
- É peixe, tinha gosto de peixe, meio arenosa.
Todos riam, menos meu David, que também não sabia o que era.
- Não, preciosa, não é peixe. É cobra.
Eu, no meio da risada, engoli seco e dei vários socos no braço dele, e ele e todos continuavam rindo.
- Ah, não, que malvado, por que não me falou antes? Eu teria feito um tratamento psicológico, bom, e não sei se teria comido.
- Quer mais?
- NÃO! Muito obrigada. Me desculpa pelos socos no seu braço.
- Não se preocupa, foram só carícias.
Ai ai ai, e ele se tocou no braço. Continuavam rindo. Ele me mostrou como preparam, bom, de sabor não era nada ruim, mas é a impressão de que era uma cobra, credo, que nojo.
Um dos sobrinhos mais velhos estava gravando tudo, estreando a câmera de vídeo que tinha comprado com as economias de um ano inteiro de trabalho. Terminamos de almoçar e voltamos pro corredor da entrada pra tomar um cafezinho. Comecei a perguntar pro dom Alcides sobre a fazenda, ele contou a história e nos convidou pra dar um passeio por ela. Acendi um cigarro e Dario acendeu pra mim. Dario pediu a câmera emprestada pro sobrinho pra gravar o tour pela fazenda, a fita já estava acabando, então o moleque pegou uma nova e trocou. Dom Alcides pegou o chicote dele e Saímos vários pra caminhar pela casa toda, porque tinha gente que era a primeira vez na fazenda, mostrando os quartos e as paisagens. O Darío ia filmando tudo e em várias oportunidades vi ele filmando minha bunda. Tinha música variada nos quartos, depois passamos pela piscina e fomos até os currais, tudo de madeira, vários cavalos de raça. O curral tinha um lugar onde guardavam as selas e os apetrechos, bem organizado, e uma mesa de madeira. Tocava um reggaeton naquele momento e eu dancei na frente da câmera, os outros estavam olhando um cavalo novo que ele tinha acabado de comprar. Me aproximei do Darío.

— Deixa eu ver o vídeo da dança.

Ele voltou e a gente viu os dois, eu ficando na frente dele pra ver, ele segurando a câmera com a esquerda e a direita mexendo nos controles, e pela posição em que estávamos, ele me cobre com o corpo, colocando a mão direita na minha cintura quando não tava mexendo nos controles. Vendo o vídeo, dancei um pouco.

— Como é que eu danço? — E falando no meu ouvido.

— Adorei, como você rebola gostosa.

— Quer que eu continue dançando pra você?

— Nada me daria mais prazer do que te ver até se despir.

Me virei pra olhar pra ele, aproximei meu rosto do dele e a gente se beijou. Me virei e a gente se abraçou, as mãos dele agarraram minha bunda e me puxaram contra ele. Teve um relincho de um cavalo que chamou nossa atenção, a gente se virou e vi os outros já meio afastados, e falei pro Darío:

— Me espera aqui, gato, já volto.

Caminhei até o grupo, me aproximei do David e falei no ouvido dele:

— Papi, vou ficar com o Darío, dá um jeito de vocês seguirem sem a gente. Vou demorar um bom tempo. Se o seu Alcides perguntar, fala que fiquei com o irmão dele.

— Ok, mami, fica tranquila, eu cuido disso. Fica e aproveita gostoso.

Voltei pro quartinho sorrindo, com as mãos apertando o punho e o dedão pra cima, pisquei o olho e mostrei a língua. O Darío continuava me filmando, a música ainda tocava, entrei dançando, olhando pra ele com cara de sedução. abrindo minha boca e mostrando minha língua, fechei a porta, desamarrei o nó da blusa e os botões, continuo dançando, tiro a blusa deixando ele ver meus peitos, e ele ficou surpreso, continuou gravando e eu dançando mexendo minha cintura, comecei a abaixar a calça, seguia dançando e olhando pra ele, mordia meus lábios, fechava meus olhos, ele sorria pra mim e se tocava no pau por cima da calça, tirei os tênis e continuei dançando, me deitei no chão e como se estivesse pedalando terminei de tirar a calça, engatinhei até onde ele estava, me levantei já completamente nua e o encostei na bancada, peguei a câmera e coloquei numa prateleira apontando pra bancada, soltei a calça dele, uma jeans que tive que puxar pra tirar, a gente se beijava, me ajoelhei pra chupar o pau dele, que aos poucos chegou à máxima ereção, grosso, duro como uma vara de metal, ele tirou a camisa me mostrando o peito peludo e atlético.
– Ah, adoro seu pau, tem um gosto delicioso, boneco.
Me levantei pra beijá-lo, lambi os mamilos dele e acariciei o peito, fiz ele sentar na bancada pra continuar chupando o pau dele, deixando a câmera gravar a gente, lambia dos lados e chupava as bolas, fiz um espanhol apertando o pau dele com meus peitos, depois subi na bancada e a gente foi pra parede, peguei o pau dele, enfiei na minha buceta, comecei a dar pra ele, sentindo a grossura entre minhas paredes vaginais, tento não fazer muito barulho e torcendo pra não ter nenhum espião no lugar, pulo sem parar até gozar, descemos da bancada e ele me vira de costas pra ele, eu me curvo levantando minha bunda e ele me penetra de novo me comendo em alta velocidade, agarra meus peitos, beija minha nuca e ombros sem parar de me comer, depois eu me viro e levanto minha perna direita apoiando num banquinho e ele se aproxima me penetrando de novo, a gente se beija, ele agarra minha bunda, me aperta contra ele, a velocidade aumenta e minhas sensações também, a gente goza num êxtase prolongado, o sêmen dele Escorre pelas minhas pernas. Eu me agacho e termino de limpar o pau dele com minha língua.
- Ah, boneco, adorei, que gostoso que estava.
- Hehehe, sim, preciosa, que delícia de trepada. Queria repetir.
- Já será em outro momento, boneco, por agora vamos andando, alcançamos o pessoal.
Nos vestimos e saímos, não tinha ninguém por perto, caminhamos rápido e os vimos que estavam nas pocilgas ao lado do rio. Atravessamos um pasto e fingimos que estávamos gravando, o que ajudou para que os outros não pensassem nada de estranho, ou seja, de boa, que aqui não aconteceu nada de mais. Já com o grupo, continuamos o passeio, faltava ver os galpões dos frangos, que eram bem afastados, e depois fomos até um pasto onde estavam as vacas que o seu Alcides ia oferecer ao meu marido. Momento em que aproveitamos com o Darío para ver o vídeo da foda, onde ficou tudo gravado, com bom som e imagem magnífica.
- Bom, aí fica pra você de lembrança.
- Hehehe, toda vez que eu ver vou bater uma punheta, olha que gostoso você chupa.
- Você gostou?
- Me fascinou, preciosa.
Eu sorri, virei para olhar os outros, ninguém estava nos vendo, então minha mão direita agarra o pau dele por cima da calça e caminho em direção ao grupo, soltando. Ele termina de adiantar a fita e continua gravando. O tour termina e chegamos em casa, nos servem cervejas para todos e o seu Alcides mostra os mapas ao meu marido, onde quer fazer a obra. É terra quente e os mosquitos começam a fazer das suas. O que obriga a usar repelente. Um chega a me picar na planta do pé e o ardor me desespera, aí o Darío percebe e manda trazer hortelã. Sentada na cadeira, ele se ajoelha na minha frente, levanta meu pé, tira as sandálias que eu tinha colocado e aperta a picada para tirar o líquido, aplica a hortelã que adormece aquela picadinha e passa repelente nos dois pés. Começa a chover, o céu tinha escurecido e pintava tempestade, e olha que choveu. forte, uma das senhoras da casa levantou todas as orquídeas que havia nos corredores do jardim e as protegeu da chuva, nos reunimos com três das senhoras que tinham vindo num dos corredores e conversamos sobre tudo um pouco e sobre homens, o Darío foi um deles, me contaram que o safadinho era danado, que não tinha casado porque ainda não chegou o momento dele se aquietar, já teve muitas mulheres mas nenhuma durou, porque é muito mulherengo, até a prima dele comentou que quase transou com ele mas que não foi possível tamanho despropósito, continuaram me contando e isso fez com que eu desejasse ficar com o Darío de novo. A tarde passou e graças ao temporal ficou fresca, os ventiladores funcionavam pela casa toda, seu Alcides nos trouxe cervejinhas às quatro e perguntou se queríamos mais alguma coisa, me olha e eu sugeri um rumzinho e ele mandou trazer uma garrafa e quatro copos, entre todas nós tomamos, cigarros, música e fofocas, por fim a mulher do seu Alcides se aproxima do grupinho de damas já tinha terminado de organizar tudo para os convidados e nos acompanhou o resto da tarde e noite, outra garrafa de rum mandaram buscar e seguimos bebendo e conversando, já quando terminou a conversa do meu marido com seu Alcides eles se aproximaram juntando cadeiras, Darío do meu lado, cerveja, cachaça e rum na mesa e música pra dançar arrastando o pé. Histórias do sertão ouvimos, um dos trabalhadores nos deleitou com poemas sertanejos, violões e guitarras tocavam mas faltou o instrumento principal, a harpa, pena, eu adoraria ter ouvido. Me aproximo do ouvido do Darío e comento.
-Me contaram que você é um terrível conquistador.
Ele sorri e coçando a cabeça.
-Ô, não enche, que fofoca te contaram essas velhas.
-Muita coisa, gato, que em vez de me assustar me deu vontade de ficar com você de novo.
-Espera elas ficarem mais bêbadas e a gente vai pro meu quarto.
-Fechado, bora nessa, gato.
Já eram oito da noite e vários tinham ido se deitar em no meio da bebedeira. Outros dançavam e continuavam bebendo.
Dário dançava com uma das cunhadas dele e eu com meu marido.
— Papi, vou com o Dário pro quarto dele.
— De novo, mami?
— É que a gente se divertiu pra caralho essa tarde com ele e tô morrendo de vontade, e a gente quer continuar.
— Tá bom, mami, vai e se diverte.
A gente se beijou.
E antes de terminar o disco.
— Bom, vou me acabar como uma puta, TE AMO, PAPI!
— Também te amo, meu amor.
Me aproximei do Dário e falei.
— Anda, boneco, e a gente continua nossa festa no teu quarto.
Sem dizer mais nada, abraço ele e a gente vai andando pro quarto dele, entramos e nos despimos, entramos no chuveiro e nos ensaboamos nos beijando, acaricio a rola dele, saímos pra nos secar e depois pra cama, deito de barriga pra cima e ele por cima fazendo um 69, chupa minha buceta e eu a rola dele, lambendo ela percorria todo o tronco e levantava a cabeça pra chupar as bolas dele, voltava a meter na boca, sentindo a grossura enchendo e abrindo minha boca toda, vinte minutos de prazer até eu gozar, mudamos de posição, ele deitou por cima de mim, me dedou a buceta e eu pego na rola dele metendo até o fundo, ele começa a me comer em alta velocidade, tento não fazer muito barulho ao gemer mesmo que todos estejam bêbados, não vai ter quem possa nos ouvir.
Mais de meia hora ele me deu com tudo me fazendo gozar de novo, mudamos de posição e deito ele de barriga pra cima, chupo a rola dele por uns minutos e monto em cima, coloco a rola na entrada da minha buceta e me deixo descer por ela pulando sem parar, a gente curte por mais um bom tempo, descanso me elevando um pouco e deixando o Dário me comer, depois deito em cima dele e a gente se beija e continuo comendo ele, mexendo meu corpo em cima do dele, carícias e beijos acompanham nosso encontro,
mudamos de posição e deito de lado, e ele atrás de mim me penetra de novo, volta a me comer com muita velocidade me dando um prazer imenso. De repente vejo a porta se abrir, Dário concentrado no que faz e eu fico parada calada deixando entrar a pessoa que chega, sua cunhada que se inclinando caminha até a cama coloca o dedo na boca em sinal de silêncio e se despe, Darío a vê e para. Eu digo a ele.
- Boneco continua, vai.
Darío prosseguiu me comendo, sua cunhada se aproxima subindo na cama e nos beijamos, depois os três juntamos nossos lábios enchendo-os de saliva, Amanda se levanta se aproxima da minha buceta lambendo meu púbis, tira o pau do Darío de mim e o coloca na boca chupando por alguns segundos e volta e coloca na minha buceta. Darío me fode uns minutos mais e para, nos ajoelhamos de cada lado e entre as duas chupamos o pau dele por uns dez minutos até quando Amanda se levanta, monta em cima do Darío, agarra o pau dele e coloca na buceta.
Começa a comer ele a toda máquina sem parar por cerca de dez minutos até gozar, tira o pau e eu agarro o pau dele e coloco na minha boca, eles se beijam, se abraçam e ela volta a se colocar em cima do pau dele se deixando rolar, transam por vários minutos e depois é a minha vez, sinto de novo a carnosidade dele nas minhas paredes vaginais, transamos por vinte minutos onde Amanda nos beija e acaricia os dois, eu gozo e me jogo pra chupar o pau dele, Amanda me acompanha, Darío a agarra e a deita de barriga pra cima, monta nela e a penetra pela buceta dando duro por outros vinte minutos mais ou menos.
Até quando acelera o ritmo, vejo ele sincronizar, tira o pau, Amanda também consegue gozar e eu me lanço pra chupar o pau dele enquanto Darío termina de gozar na minha boca, recebo os líquidos da Amanda no meu rosto, enquanto ela se masturba. Me levanto e me veem toda lambuzada, vou ao banheiro limpar o rosto.
- Porra, que gostoso foi isso.
Me sento na borda da cama me secando com a toalha.
Amanda ria.
- Huff, sim, sem dúvida nenhuma também adorei.
- E o Arturo, onde estava?
- Profundo, deixei ele na cama dele. Eu vi vocês quando saíram da sala e esperei o Arturo começar a... cair no sono na sala e eu o levei para o quarto pra poder vir acompanhar vocês.
–Aí, cunhada, espero que você não vire um problema pra mim.
–Fica tranquilo, cunhado, que o nosso negócio é só sexo, nada de nervosismo, cunhado.
Assim ficamos um tempo e depois voltamos à ação, de novo a transar entre os três até uma da manhã, terminando num orgasmo glorioso entre nós três. Pouco depois, cada uma pro seu quarto, não tinha mais ninguém e chegamos sorrateiramente, me deitei sem acordar o David e dormi até as dez da manhã. Tomei banho, vesti um maiô de uma peça e fui pra piscina nadar um pouco e me bronzear. O David, o Dom Alcides, o Darío, o Arturo, o Esteban e os trabalhadores da fazenda estavam no escritório olhando uns painéis com mapas e plantas do que iam construir. As meninas estavam na piscina.
–Bom dia.
–Bom dia, Dianinha, finalmente você acordou, eu já ia buscar um balde d'água pra jogar na sua cara.
Me diz a Amanda.
–E olha que não bebi muito ontem, mas é que pra mim fim de semana é pra descansar na cama.
–Mas e aí, você curtiu gostoso ontem?
–Ah, isso sim, pra mim adorei, a gente curtiu gostoso as duas.
–É, Dianinha, foi fantástico de verdade.
A piscina era grande. Tomei um cafezinho e me trouxeram o café da manhã na piscina. Comia enquanto a gente batia papo. Terminei, me levantei e caminhei com a Amanda até as espreguiçadeiras. Ela me ajudou a passar o protetor solar, a gente se deitou pra aproveitar o sol, a música e o canto dos passarinhos, e um ou outro latido dos cachorros.
–E desde quando você transa com o Darío?
–Desde antes de casar, a gente era amigo com benefícios e num dos rolês eu conheci o Arturo, eles se parecem muito, mas eu formalizei com ele.
–E por que com o Darío não?
–Ele é um cachorro vira-lata, com ele já fizemos vários menage, tanto com outras minas quanto com outro cara.
Ele não gostou muito de eu ter casado com o irmão dele sabendo do que a gente tinha feito. A gente teve várias... discussões por causa do assunto.
- E a sua relação com o Arturo, como vai?
- Bem, ótima, ele é muito carinhoso, me sinto muito bem com ele e sei que é mais fiel que o irmãozinho dele, a gente se complementou em muitas coisas.
- Mas ele não sabe da sua coisa com o Darío?
- Aí não, e espero que ele nunca descubra isso. Me doeria muito se ele me largasse.
- Você tem que ter muito cuidado com isso.
Uma das irmãs do Darío se aproxima da gente e entra na conversa. Ela passa bronzeador e senta do lado.
Já faz uma hora que estamos aí com um calor do caralho e com meus óculos de sol e meus olhos fechados, quando de repente sinto uma baita duma água fria caindo em mim, que o Darío estava jogando.
- AI, ESSA ÁGUA TÁ GELADA!
Eu levanto e pego uma revista que estava em cima de uma mesa, enrolo e saio atrás do Darío pra bater nele, ele sai correndo e entrando em casa, deixo ele escapar. Todo mundo ficou tirando sarro de mim.
Como não consegui alcançar ele e o Arturo estava no corredor, me vinguei dele dando uma palmada com a revista. O David sai pra piscina com uma bermuda, senta numa mesinha com guarda-sol junto com a gente, traz cervejas e oferece pra nós. Todos os caras se jogam na piscina e nadam um pouco. Depois de um tempo eu entro e nado por um bom tempo fazendo exercício, mexendo meus músculos. Logo o cheiro de carne assada tomou conta do ambiente.
- Hum, que delícia esse cheiro.
- É uma capivara que tão preparando.
- Nossa, que maravilha.
Almoçamos por volta das três da tarde: carne assada, capivara, batata salgada, mandioca, banana assada e guacamole à vontade.
A tarde passou, continuamos tomando cervejinha, chegou a noite e trocamos pra rum, fomos todos dormir, a bebedeira não foi tão forte, então o pessoal foi deitar tarde. A gente tinha combinado com o Darío que esperaríamos meu marido dormir e ele caía no quarto mais tarde. Foi assim, à meia-noite e na ponta dos pés fui pro quarto dele aproveitar as carícias e a pica dele, ficamos duas horas transando como loucos, voltei pro meu quarto acordando por volta das... Oito da manhã e a gente se apronta pra sair pra cavalgar pela planície. Voltamos mais ou menos uma da tarde pra almoçar, tiramos uma soneca e depois voltamos pra piscina pra pegar um bronze. A tarde passou, a noite chegou, e eu voltei naquela noite pro quarto do Darío pra minha dose de pica, mais duas horas saboreando ela e sentindo ela nas minhas paredes vaginais. No dia seguinte, o David tinha que voltar pra Bogotá, se encontrar com a veterinária do povoado, comprar um remédio pra uma vaca que tava doente e ir pra nossa fazenda. Acompanhou a gente um dos trabalhadores da fazenda, que também ia pro povoado mais próximo comprar uns insumos. Com o Darío, eu me encontrava em Bogotá toda vez que ele vinha, a gente se via no lugar onde passávamos noites inteiras transando.

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