Divirtiéndome con los amigos de mi esposo 6

Acontece que fui viajar com meu marido David para um congresso em Cartagena. Chegamos na terça à tarde, nos instalamos no hotel e decidimos sair para caminhar pela cidade heroica. O clima é lindo, o povo alegre, entrávamos em bares e pedíamos cerveja gelada, ficávamos um tempo, seguíamos para outro bar. Até que em um, dois cavalheiros me convidaram para dançar, e não tive nenhum problema em aceitar, já que ambos estavam deliciosos.

Dançamos várias músicas, tudo que dava para dançar: cumbias, porros, salsa. Até um vallenato, que foi o culpado por me fazer perceber o quanto o Fernando era bem dotado. Ao apertá-lo contra mim pela cintura, coloquei minha cabeça sobre seu peito e acariciei suas costas, o que fez com que ele me apertasse, me fazendo sentir o pau dele totalmente ereto, saindo de mim um suspiro:

— Ah, papacito, isso que você tem aí está uma delícia.

E disfarçando a situação, toquei nele por cima da calça por vários segundos, acariciando. Levantei meu rosto e com a outra mão agarrei sua cabeça, atraindo-o para beijá-lo por quase um minuto.

A música continuava tocando e houve uma troca de disco, mas não de ritmo — outro vallenato, que íamos continuar, mas seu amigo Diego se aproximou pedindo a música, e eu aceitei, deixando Fernando um pouco contrariado, pois ele queria continuar esquentando os motores.

Com Diego aconteceu exatamente a mesma coisa, com a diferença de que, ao dançar bem coladinhos, senti como o pau dele crescia. Ele era quase da mesma altura que eu, então foi fácil abraçá-lo pela cabeça, e quando já o sentia totalmente ereto, agarrei sua cabeça e coloquei seus lábios sobre meus ombros, que ele beijou, e minha mão direita desceu para dentro da calça dele, agarrando seu pau.

— Uau, pelo que vejo, esta noite vou passar uma delícia. Que pau tão gostoso você tem.

— Gostou?

— Sim, adorei.

— É todo seu, mamita.

— Eu sei que sim. Então vai lá e diz ao Fernando que nós três vamos para o hotel dele.

Me aproximei da mesa e, pegando minha bolsa, tirei meus cosméticos e, dando um beijo na boca do Fernando, me... Fui ao banheiro piscando o olho pro meu marido, que me mandou um beijo de dedinhos. Quando voltei, o Diego estava de pé me esperando e nos abraçamos e beijamos.
- Já cancelaram a conta?
- Sim, senhora, já está tudo pago.

Me aproximei pra me despedir do meu marido.
- Papi, a gente se vê amanhã, descansa.
Nos beijamos e ele me sussurra no ouvido:
- Minha boneca linda, se divirta que nem uma verdadeira putinha.
- Essa é a ideia, meu amor, só imagina: além de ambos serem bem dotados, sua mulherzinha penetrada por dois paus deliciosos. A gente se vê amanhã e eu conto como foi.

Nos beijamos de novo e saímos com o Diego e Fernando pro hotel.
- Bom, cavalheiros, vamos nos divertir pra caralho. Meu corpo todo tremia, minha ansiedade era evidente pra chegar. Entramos no quarto e mal fechamos a porta quando os dois já me despiram, tirando seus paus por entre os zíperes. E ao vê-los, me ajoelhei e os agarrei, maravilhada com a grossura.

QUE DELÍCIA, PAPAIS GOSTOSOS, OS DOIS PAUS ESTÃO DO JEITO QUE EU GOSTO!!!

Juntei as cabecinhas e com a língua lambi os dois, chupando intermitentemente pra depois enfiar um de cada vez, mamando eles por quase vinte minutos.
Tempo em que os dois se despiram.

Me levantei e, agarrando eles pelos paus, os levei pra cama. Fiz o Fernando sentar contra a cabeceira e deitei o Diego de barriga pra cima, colocando minha bucetinha pra ele chupar enquanto eu mamava o pau do Fernando, ficando de quatro. Quase 10 minutos ficamos mudando de posição.
- Aí, filho da puta, que gostoso, eu adoro, papai gostoso.

E montando em cima do Fernando, coloquei o pau dele na minha bucetinha, deixando meu corpo rolar pelo tronco dele, vibrando de emoção.
- Ahhh, isso que é vida, meu amor.
Nos beijamos apaixonadamente.

O Diego se aproximou e eu o beijei também.
- Vem, gato, fica de pé e deixa eu mamar seu pau.
Ele fez isso e eu aproveitei um bom tempo até gozar, cuspindo meus líquidos em cima do Fernando, descendo pra mamar o pau dele.
- Não, não, que gostoso, Fercho, você tem um pau delicioso.
E enfiei ele na a boca novamente
- Mamacita, você adora uma pica, é uma deusa do sexo, com esse corpão seu não acredito que haja homens que resistam aos seus encantos.
- Sim, senhor, adoro homens bem dotados. Diego, sua vez, gostoso, vem em cima de mim.
Deito de costas e levanto minhas pernas para os lados. Diego monta em cima de mim e me penetra de uma vez até o fundo, sentindo ela toda dentro, começa a me foder, metendo e sacando, o que me faz gemer de prazer.
- Vamos, papacito lindo, me dá mais, mais, não para, filho da puta, me dá mais assim, com vontade, aí sim, continua.
Meus líquidos saíram de novo em jorro.
Tirei Diego e deitei Fernando de costas, montei em cima das pernas dele para chupar sua pica, deixá-la molhada, me movi até encaixar a pica dele na minha bunda e enfiei bem devagar, sentindo sua grossura em toda a minha bunda e comecei a foder, aumentando o ritmo aos poucos. Foram dez minutos de imenso prazer até me fazer gozar.
Descendo, me aproximei de Diego para chupar sua pica e depois me coloquei na frente dele, de costas, levantando minha perna, peguei a pica dele e enfiei na minha bunda, enquanto Fernando foi lavar sua pica.
Depois de um tempo, deitei Fernando e montei em cima dele, dizendo a Diego para continuar fodendo por trás enquanto Fernando me penetrava pela bucetinha, dando início a um dos prazeres mais extraordinários da vida: sentir duas picas arrombando minhas entranhas, enchendo meu corpo com seus instrumentos de prazer, que me transportam para o paraíso, me enchendo de sensações inexplicavelmente lindas, prazer que só nós mulheres podemos desfrutar e, no meu caso, com a complacência do meu amado marido, que nesse momento deve estar imaginando o delicioso que estou passando depois de ter contado o quão bem dotados ambos eram e o quão arrechada fico ao ter uma pica grossa e longa dentro de mim, e mais ainda se forem duas em dupla penetração, gemendo como uma louca, sentindo meu coração explodir de felicidade, geralmente lágrimas saem meus olhos cheios de emoção sentindo seus membros entrando e saindo, eu os abraço, os beijo com paixão, com luxúria transbordante até culminar os três numa tremenda gozada de líquidos seminais. Foram quase 30 minutos de dupla penetração anal e vaginal.

Exaustos, nos deitamos na cama.

— Ah, mamacita, que putinha tão gostosa você é, isso foi do outro mundo, nunca estive com uma mulher como você, dá pra ver que você é toda uma experiente.

— Eu adoro sexo e sim, sou toda uma experiente, ou melhor, toda uma vagabunda.

— Eu também digo o mesmo, gata, você é um ser espetacular e espero te ver de novo em Bogotá.

— Claro que sim, papacitos, temos que repetir. Eu ligo assim que chegar e a gente se vê na minha casa.

— Pena que amanhã temos que ir para Cúcuta.

— É, que pena, mas podemos fazer mais uma agora. Eu adoraria sentir vocês dentro de mim de novo.

— Claro que sim, Dianita, esta noite será inesquecível, não só mais uma, mas várias.

E assim foi. No total, foram 6 horas e quatro ejaculações de prazer, cansados, totalmente exaustos, mas satisfeitos e eu, contente com tanta pica que recebi. Acordei por volta das 11 da manhã, aqueles já tinham ido embora. Me vesti, encontrei a camareira ao sair, caminhei até o hotel, espiando o salão do congresso, vi que estavam projetando plantas. Subi para o quarto para tomar banho e me arrumar. Estava no chuveiro pensando em como a noite foi deliciosa e com vontade de contar ao meu corno o quão gostosa sua mulher passou a noite. Já imaginava a punheta que ele deve ter dado pensando no quão gostoso eu estava, o que também me excitou, e me dedando no chuveiro, acabei gozando.

Saí do chuveiro, sentei em uma cadeira, pentei meu cabelo. David chegou ao quarto e se jogou em mim, tirando a camisa. Nos beijamos apaixonadamente.

— Meu amor, divina, não consegui prestar atenção no congresso de tanto imaginar toda a pica que você aproveitou ontem à noite.

Continuamos nos beijando.

— Ah, papi, te conto que foi espetacular, divino, sublime, que picas tão... Deliciosas, ainda sinto o gosto, o sêmen na minha boca, me deram pau até as três da manhã, poderia ter sido ainda mais mas estávamos exaustos e acabamos dormindo. Já estava precisando de algo assim delicioso, fazia tempo que não fazia com dois homens.

David termina de se despir e entramos na cama e enquanto eu contava, fazíamos amor como descontrolados com uma paixão imensa, transbordando luxúria e tesão. Foram 30 minutos de loucura, meu marido não parava de me foder e de me dizer o quanto me ama. Ambos terminamos em um mar de fluidos abraçados e jurando amor eterno.

Nos arrumamos e descemos para almoçar. Já no restaurante pedi uma cazuela de frutos do mar, David arroz com camarão.

- Mami, sabe uma coisa?
- O que será?

Nos olhando nos olhos.

- Preciosa, hoje você está radiante, dá pra notar, felicidade, uma alegria transbordante que ilumina seu andar.
- Na verdade, dá pra notar mesmo o quanto estou feliz. Papi, é que depois de uma noite daquelas...
- E o que você pensa em fazer hoje?
- Não sei o que fazer, de repente colocar o maiô que trouxe e exibir na piscina, assim com certeza vão cair que nem moscas.
- E se eu te contasse que não precisa esperar tanto e que você já poderia ter diversão?
- Sério? Como assim, papi? Pra onde tenho que ir, porque eu fiquei com vontade de pau.
- Não, minha linda, por se não percebeu, à sua direita há três cavalheiros que não tiraram o olho de você.

Discretamente virei para olhá-los e os três naquele momento estavam nos encarando, continuei olhando e me virei de volta e, sem querer querendo, dei uma piscadela e voltei o olhar para meu amado marido.

- Uau, papi, eles estão divinos.
- Pois é, minha linda, aí está sua diversão, espero que se divirta bem.

E me aproximando do ouvido dele, disse:

- Pronto, meu lindo corno, só espero que eles não tenham nada planejado, vamos esperar eles se levantarem da mesa e os seguimos.
- Não, mamita, te deixo, já deve ter começado a seção, eu vou ver, meu amor, se divirta à beça.
- Ah, isso eu espero.

David se levantou e nos despedimos com um beijo.

Nisso, virei para olhar para Os cavalheiros que não perdiam um detalhe me sorriram, fiquei olhando fixamente para eles, o que me deu a certeza de que a tarde eu iria desfrutar de três homens só para mim, além de sentir meu corpo tremer com os choques que meu estômago produzia. Levantei e caminhei direto até a mesa deles para cumprimentá-los enquanto meu marido observava, se retirando do salão.

- Muito boa tarde, cavalheiros.

Os três se levantaram para me cumprimentar com um beijo na bochecha.

- Muito prazer, linda, meu nome é Arturo. O meu é Luis Fernando. E eu, Gabriel.

Oferecendo-me a cadeira, sentei.

- Muito prazer, meu nome é Diana.

- Dianita, e estão de passeio ou a trabalho?

- As duas coisas. Meu marido está na convenção que tem no hotel e eu de passeio. E vocês?

- A trabalho, estamos instalando uns equipos no hospital de Cartagena.

- Ah, e agora vão continuar trabalhando?

- Não, não, esta manhã terminamos e só vamos esperar que tudo funcione bem. E eu vou só à tarde para revisar.

- Ah, que bom, porque eu adoraria passar a tarde com vocês, se não tiverem algum outro plano.

Os três se olharam e ao mesmo tempo responderam.

- Não, não temos nada planejado e seria um prazer que nos acompanhasse.

- Bom, que ótimo, agora sim têm um plano para a tarde.

- Hahahaha sim, senhora, agora sim, e que prazer ao lado de uma mulher tão linda.

Luis F. pergunta.

- E então, Dianita, para onde você quer ir? Aqui no hotel tem um bar ótimo.

Comenta Gabriel.

- Ou gostaria de conhecer a cidade velha?

Fiquei olhando para eles, meus seios se expandiram.

- Bom, vamos ao bar.

Saímos do restaurante comigo abraçada ao Luis Fernando, entramos no bar, nos acomodamos no balcão, pedimos rum, água e cigarros, nos serviram o primeiro gole e brindamos.

- Bom, cavalheiros, hoje quero brindar por vocês e pela sorte de conhecê-los, já que são homens do tipo que me encanta, todos uns gostosões.

Tomo meu rum sentindo seu sabor e textura, acendo um cigarro e cantoolar um vallenato que toca.

- Dianita, meu amor, e você, a que se dedica? Além de embelezar o mundo com a sua presença -Ah, que lindo! Pois eu sou advogada criminal, moro em Bogotá Agora era Gabriel quem quis fazer outro brinde -Eu quero brindar para que tenhamos uma tarde maravilhosa e você se torne uma amiga encantadora, pela amizade e tomamos o segundo drink. Nesse momento uma voz feminina pronunciava meu nome e eu viro para ver quem era. -Claudia Cano, mulher! E voz, o que você está fazendo por esses lugares? -Te procurando, gostosa! Ontem te vi com David na cidade amuralhada. E os senhores, quem são? -Ah, sim! Olha, te apresento Arturo, Gabriel e Luis, acabei de conhecê-los. -Muito prazer, gostosa -Muito prazer, cavalheiros. -Nos acompanha, gostosa? Sirvo uma taça para ela e ela toma de uma vez. -Sim, claro! Para isso estava te procurando, para passar um bom tempo com você e mais ainda te vendo tão bem acompanhada. Colocaram música dançante e eu chamei Gabriel para dançar, deixando Claudia com Luis e Arturo. E para que, mas ele é um bom dançarino que me divertiu por duas músicas. -Bom, gata, me conta o que você está fazendo em Cartagena. -Trabalho, Dianita! Estou defendendo um fazendeiro que está sendo acusado de abigeato. Já tivemos sessão hoje de manhã e só voltamos na sexta, então esta tarde estou disponível. E, Dianita, David, imagino que está no congresso que tem. -Sim, meu amor, ele adora esses eventos e eu adoro estes. E com minhas mãos as espalhei, mostrando o que fazemos. Rindo. -Então é isso, minha menina, você veio ao lugar certo se busca diversão. Tomando um drink, me sento e continuamos conversando, bebendo e dançando uma música ou outra. Entre minha amiga Claudia e Gabriel, houve uma boa química. E pedi que me acompanhasse ao banheiro. -E então, mamãe, gostou do Gabriel? Esse gato está divino. -Ah, sim, Dianita, para que, mas ele está gostosíssimo. -Comestível, você quer dizer, minha menina? Ei, mas você não está com seu marido aqui? -Não, Dianita, ele está em Cali e também trabalhando. -Ah, bom. Gata. Passo um pouco de batom nos lábios. -Sim, Dianita, você ia me dizer algo. -Sim, é que eu quero subir para o quarto com eles e continuar, não sei se você quer nos acompanhar.
Cláudia me olha estranhada.
- E para o quarto?
- Sim, gata, para o quarto.
- E isso, com qual você vai subir?
- Bom, com os três.
- Ah, eu pensei que você ia transar com algum deles, bom, tudo bem, vamos subir.
- Olha, minha filha, eu vou para o quarto com eles não só para transar com um deles, vou transar com os três, vem andando e vamos levar eles que já estou com vontade de pau.
Cláudia ficou muda e, como estava perto da saída, a direcionei para o bar onde os cavalheiros nos esperavam. Paramos na frente deles e eu disse:
- Bom, papacitos, queremos que a gente vá para o seu quarto e continue a festa
em outro nível.
- Outro nível, isso soa bem interessante.
Fala Arturo.
- Bom, eu espero que seja o sexual.
Fala Luis F.
Olho para ele e digo:
- Luis F, nada mais te agradaria.
E também Gabriel.
- Pronto, Dianita, vamos subir.
Eles se levantam das cadeiras. Gabriel oferece o braço para que Cláudia se agarre nele, mas como ela demora um pouco, ficando pensativa, pergunto:
- O que foi, minha filha?
- Não, Dianita, eu prefiro não acompanhar vocês.
- Não, como assim, minha filha! Vem que a gente vai se divertir pra caralho.
- Diana, eu sou casada, se meu marido descobrir, meu casamento acaba.
- E quem vai contar? Você teria que ter muita azar. E por ser fiel ao seu maridinho você vai desperdiçar um papacito desses? Você gostou do Gabriel, né? Então. Anda, mulher, que seu marido não vai ficar sabendo. Ou como você está fazendo com Ernesto, seu caso escuso, hein?
Ela me olha estranhada.
- Ernesto?
- Sim, senhora, seu Ernesto. Eu te vi muito agarradinha com ele um dia.
Gabriel se aproximou para convencê-la e, com minha insistência, ela aceitou.
Embora não muito animada, já imaginávamos o que poderia acontecer.
Chegamos no quarto, pegamos o rum que estava na geladeira e servimos. Arturo ligou o equipamento de som, pequeno, mas com um som espetacular. Tocava um reggaeton, e dancei com Luis F e Arturo, o que esquentou o ambiente. Pelo quão erótico que Gabriel estava fazendo, ele nos observava enquanto Claudia entrava no banheiro. Bebemos e dançamos várias músicas até que Luis e eu dançamos um vallenato romântico bem coladinhos, ou melhor, numa tremenda amassada, nos beijando e nos acariciando. O disco terminou e nos separamos para tomar outro gole. Outro vallenato tocou e eu puxei Arturo para dançar, abraçando-o pela cabeça, beijei-o, com minha mão direita acariciei seu pau por cima da calça, sentindo ele crescer, o que me fez gemer. Continuamos dançando e nos acariciando até o disco acabar. Tirei a camisa dele, sentindo seu peito bem torneado contra meu rosto e minhas mãos em suas costas, tomamos outro gole e eu disse a eles:

- Olha, cavalheiros, eu gostaria de aproveitar que meu marido está metido naquela sala e passar um tempo bem gostoso. Tenho uma pequena fantasia que adoraria realizar.

- Gostosa, diga qual é essa pequena fantasia e com prazer te satisfazemos.

Disse Arturo.

- Estamos todos ouvindo.

Comentou Luis F.

- Não sei se vocês estão dispostos a me satisfazer.

- Vamos, gostosa, deixa isso conosco.

- Bom, está bem. Eu gostaria de fazer sexo com os três.

Todos abriram os olhos e, olhando uns para os outros, responderam.

Arturo:

- Aceito.

Luis F:

- Pode deixar.

E Gabriel:

- Uau, que loucura.

E sem mais, soltei minha blusa, tirei-a, soltei meu sutiã, me ajoelhei sobre a cadeira entre Arturo e Luis F, que se dedicaram a chupar meus peitos como bebês famintos. Arturo e Luis desabotoaram suas calças e abaixaram os zíperes. Luis F se levantou e, abaixando-as junto com a cueca, me deixou ver seu pau já em ereção, que agarrei com minha mão direita e acariciei. Me levantei ao lado dele, agarrei sua cabeça, nos beijamos e enquanto minhas mãos acariciavam seus paus por cima da calça. Claudia e Gabriel estavam dançando muito amassados, parando ao nos ver. Claudia se virou, dando as costas e deixando Gabriel agarrar seus peitos, com as mãos ele abaixou o zíper e meteu a mão direita, procurando tirar seu pau. Acariciando-o, eles se beijam. apaixonadamente.
Aproveito por vários minutos, me levanto entre os dois que esfregam seus paus em mim, nos beijando apaixonadamente, Arturo que está atrás de mim com as mãos me empurra me inclinando, se ajoelha e metendo a cabeça na minha bunda começa a percorrer desde minha xereca até meu cu. Enquanto isso, Luis F. me abraça com meu braço esquerdo na cintura dele e eu chupo o pau dele, segurando com minha mão direita. Me ajoelho, aproximando seus paus em total ereção dos meus lábios, que começo a dar beijos nas suas cabecinhas, a do Arturo, sua glande cabudinha, sobressaía bastante do tronco, coisa que eu adoro, especialmente ao chupar, tento enfiar os dois paus na boca mas não é possível.
Observo Gabriel enfiado entre as pernas de Claudia e ela arqueada para trás, gemendo de prazer e com as mãos segurando a cabeça dele.
Arturo coloca seu pau na minha bunda, esfregando, percorre desde minha buceta até o cu, paro de chupar o do Luis e seguro o pau do Arturo, cuspindo nele, deixando-o molhado, me viro e ele me penetra na minha xereca, me fazendo gemer ao sentir seu tronco tocando minhas paredes vaginais.
Luis sobe na cama e eu atrás, sem parar de chupar seu pau, fico de quatro, Arturo volta e me penetra, me proporcionando prazer exquisito, investe com força, conseguindo bater minhas nádegas com seu quadril, suas mãos apertam minha cintura, aumentando sua metida. Minhas mãos e boca trabalham chupando o pau do Luis F., masturbando-o e chupando, meu corpo treme de emoção até me fazer gozar em líquidos e gemidos barulhentos, incontroláveis, que delatavam o quão gostoso eu estava.
Me levantei, montando no Luis sobre suas pernas, peguei seu pau e o esfreguei contra minha buceta e depois ele me deixou rolar por seu tronco venoso, sentindo ele todo dentro.
— Ah, delicioso, como eu gosto disso, oh, eu adoro, papacito gostoso, Arturo vem ao meu lado e deixa eu chupar o seu.
Arturo se aproximou e, segurando com a mão direita, enfio na boca.
Olho para Arturo e pergunto:
— Papacito Lindo, você gostaria de meter no meu cu?
- Claro que sim, sua puta gostosa. Com esse corpão que você tem, difícil não te satisfazer, mamacita divina.

Arturo se posicionou atrás de mim e eu levantei um pouco a bunda, e seu pau na entrada do meu cu me penetrou lentamente.
- Aí, filho da puta, que delícia, me acaba, vai, Luis, me fode gostoso. Arturo, você também.

Meus gemidos aumentaram, cinco minutos de penetração dupla.
- Gabriel, meu amor, vem aqui, papacito.

Gabriel se aproxima e, colocando-se ao lado, me deixa ver o pau dele, que ao ver me surpreende pelo quão grossão é.
- Uau, Gabrielito, olha que DELÍCIA de pau você tem, meu amor.

Eu o enfiei de uma vez, acariciando-o, apertando suas bolas, esfregando-o no meu rosto e voltando a chupá-lo. Sem palavras, fiquei com três paus dentro de mim, e tudo graças ao meu marido, que me incentivou a fazer isso.

Foram quinze minutos de sensações prazerosas. Desmontada e sem sentidos, me deixei levar por aquele momento de prazer requintado, prazer que meu corpo desfrutava depois de uma seca de quase um mês sem ter relações sexuais com vários homens ao mesmo tempo.

Arturo não aguentou mais e gozou, derramando seu sêmen nas minhas costas. Seguimos com Luis e Gabriel, que sem dizer nada me penetrou pelo cu com seu pau grossão, terminando de me arrebentar.
- Ah, filho da puta... Não, o que é isso, papi, que gostoso... Não, não, me acaba, ha, fode-me, Gabriel, vamos, Papi, me mata de prazer.

Gabriel se movia, aumentando lentamente sua ação. Arturo tomou banho e, chegando perto de Claudia, se abraçam e se beijam, ela agarra o pau dele, acariciando-o com as duas mãos, o masturba.

Para então se ajoelhar, tira a língua e começa a lamber o pau dele desde as bolas, subindo pelo tronco venoso e chegando à cabeça, e voltar para repetir a lambida várias vezes, para no final enfiá-lo na boca em meio a gemidos barulhentos de ambos.

Gabriel estava me matando de prazer, seu pau entrava e saía como um pistão em plena aceleração, o que me fez gozar várias vezes, desmontada. completamente entregue àquelas duas picas. Luis Fernando. Ele gozou dentro de mim e continuou me fodendo.
Até que Gabriel também gozou dentro de mim, terminando a trepada, suados e cansados de tanto trabalho, e eu gozei. Ficamos eu e Luis deitados, e Gabriel foi ao banheiro limpar a pica. Enquanto isso, Claudia e Arturo continuavam transando, ela deitada de costas e Arturo em cima dela, metendo com frenesi. Até que vi Arturo gozar, fechando os olhos e gemendo em espasmos longos e prazerosos.
Desabando na cama de bruços.
Exaustos e sedentos, abrimos cervejas e tomamos de um só gole.
Meu celular tocou, era meu marido ligando para saber como eu estava indo.
— Oi, linda. Como tem sido?
— Excelente, meu amor, estou com os três cavalheiros no quarto deles, me divertindo do jeito que eu gosto.
— Bom, fico muito feliz em saber disso, mamacita gostosa. Também ligo para você se arrumar porque vamos jantar com um dos palestrantes, ele é daqui de Cartagena e sei que você vai gostar de conhecer.
— Sim, certo, meu amor, vou me arrumar então e te espero no quarto.
Me vesti com Claudia e saímos. Cheguei no meu quarto, tirei a roupa e entrei no chuveiro, me refrescando de uma tarde agradável. Mal havia passado um dia e já tinha transado com cinco homens, isso sim é aproveitar o meu corpo.

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