Ela se virou lentamente, os olhos brilhando com uma mistura de desejo e travessura. "Você gosta do que vê?" perguntou, a voz rouca e provocante. Eu engoli seco, sentindo o calor subir pelo meu corpo. Ela se aproximou, cada passo um convite, e sussurrou no meu ouvido: "Então vem me pegar, gostoso.Essa história aconteceu lá pra 90, época de Copa do Mundo na Itália, e nossa seleção tava jogando naquele dia uma partida que ficou gravada na memória de muito colombiano. A Alemanha era nossa rival e foi um dia de glória e festa. O jogo deixou o país paralisado, o povo se amontoava em lugares públicos onde tinham instalado telões pra ver o jogo, boteco, cafeteria, restaurante ou até loja de eletrodoméstico servia pra assistir. E meu marido, que é bem fanático, nesse dia convidou os amigos dele pra ver em casa.
Foram chegando até estarem todos reunidos, o último a chegar foi Hugo, um colega do escritório do David pra quem eu dei.
– Hugo, meu amor, como você tá?
Estendi a mão e me aproximei dele, me abraçando e dando um beijo no rosto. A verdade é que ele me deixou surpresa.
– Lucia está uma delícia, tava doida pra te ver... Sua beleza me deixa hipnotizado, você é meu sonho, gostosa. – Que coisa você fala, Hugo. – A verdade, gostosa, a pura verdade.
Ele me mantinha abraçada, sem soltar, e com o rosto a centímetros do dele, eu disse.
- Segue para a sala que já estão todos.
E me abraçando, ele me levou, eu também o abracei pra caminhar com meu braço direito nas costas dele e o esquerdo na barriga, ao chegar na sala a gente se soltou, cumprimentou todo mundo e ele sentou. Começamos a oferecer cerveja ou cachaça, a maioria pediu cerveja. Hugo e Javier foram os únicos que pediram rum. Fui pra cozinha e o Hugo foi comigo.
- Em que posso te ajudar. - Ah, obrigado, Huguito.
Tocando o rosto dela com minha mão, dei um beijo na bochecha.
– Olha na geladeira tá a cerveja, me alcança ela.
Enquanto eu tirava os copos descartáveis do armário. E abria dois pacotes de petiscos. Entreguei a bandeja e saímos para a sala e distribuímos. O jogo rolava, e os alemães saíram na frente no placar, todo mundo se abateu, mas o time continuava dando luta. Terminou o primeiro tempo, servi mais cerveja e o Hugo voltou a me ajudar. A Ana Maria desceu por uns momentos, mas tinha muita fumaça de cigarro e eu disse pra ela subir. No forno, tinha umas costelinhas defumadas que já estavam prontas pra tirar. Esperei a travessa esfriar um pouco pra poder levar pra sala. Quando saí, o Hugo estava no comedor sozinho, ficou me encarando enquanto eu andava. Virei pra olhar pra ele, sorri e mostrei a língua. Deixei a travessa na mesinha de centro e todo mundo, ao ver, queria provar minhas costelinhas. Mas eu tinha esquecido os guardanapos, então pedi o favor ao Hugo.
– Hugo, meu amor, me faz um favor na cozinha, deixei os guardanapos, me traz eles.
Ele se levantou na hora e foi pegar elas. Serviu duas num guardanapo e voltou pra sala pra comer. Eu olhei pra ele e também peguei duas e fui sentar com ele.
- E por que você não tá ligado no jogo? – Não gosto de futebol, nunca pratiquei. – Ah, é? – Não, eu pratico outros esportes, tipo natação, patinação e ciclismo. E você, gostosa, curte futebol? – Bom, curtir, curtir, não, mas eu me empolgo como todo mundo. – Mas não te vejo ligada no jogo. – A verdade é que agora eu tô mais ligada em você. – Ah, é? – Não te vejo muito sozinho e com vontade de que eu te faça companhia, além disso, acho que você veio foi pra me ver, ou tô enganada? – De jeito nenhum, Dianita, você tá certa. – Ah, isso me alegra, papacito gostoso. O jogo começou e os outros já tavam se empolgando. E como eu tava de costas pra sala, numa das viradas que dei pra ver um pouco do jogo, encostei na perna direita dele, deixando a mão ali por um bom tempo enquanto olhava e acariciava, como se tivesse me empolgando com o jogo.
Sentados no refeitório, a gente conversava já bem juntinhos, as mãos dele acariciavam minhas pernas, a gente ria que nem dois safados destinados a curtir os prazeres da cama. Eu olhava pra calça dele e dava pra ver a pica dele, toda dura, de pau duro.
Quer tomar alguma coisa? – Tô com sede. – Vem, vamos pra cozinha.
Levei ele pela mão, entramos e quando ele virou pra me olhar, me aproximei e, segurando a cintura dele, desci minhas mãos pela calça e toquei o volume da pica, beijei ele por uns segundos
- Nossa, garoto, dá pra ver que você tá bem excitado.
Fiquei esperando a reação dele e agora ele me beijava, minhas mãos agarraram a bunda dele puxando ele mais pra perto de mim.
- A gente devia... sei lá, aproveitar que meu marido e os amigos dele tão vendo o jogo e subir pro meu quarto, ou você tem outra ideia? Eu me aproximo dele, as mãos dele acariciando minha bunda, a boca dele beijando meu pescoço.
– Posso te apostar que nem vão perceber se a gente fizer aqui na cozinha. – Não duvido nem um pouco.
E soltando o cinto, abaixando a braguilha, tirei o pau dele pra fora, deixei a calça escorrer, sentei numa das banquetas e chupei ele por 5 minutos. Ele subiu minha blusa, deixando meus peitos de fora pro ar pra ele acariciar. Subi minha saia, tirei a calcinha e, me apoiando nos pés da banqueta, montei em cima dele e, enfiando o pau dele na minha buceta, a gente transou uns 15 minutos sem ser incomodados. Tinham 8 homens e três mulheres na sala e ninguém soube o que rolava na cozinha. Depois me encostei na porta, olhei pela janelinha, voltei a olhar pra ele e, levantando minha bunda, ele se aproximou, me penetrando de novo minha buceta. Eu olhava pra sala enquanto o Hugo me comia. A bagunça na sala era tremenda, o povo cada vez mais animado, mas não era à toa: a gente tava dando luta pra um time grande e eu me divertia pra caralho, sentindo sensações inexplicáveis, deliciosas. Gozei rapidinho, saber que meu marido tava na sala com os amigos e eu ali transando com o Hugo me deixou com um tesão absurdo. Paramos a tempo, porque quando saímos da cozinha o time empatou o jogo. A gritaria não demorou, todo mundo se abraçou de alegria, o neguinho fez um golaço, eu vi ele correr o campo todo e soube que ia ser gol. Mesmo sendo só um empate, foi como uma vitória pra gente. E no fim do jogo, resolveram sair pra comemorar pelas ruas, minha filha tinha descido e eu tava com ela nos braços. Me aproximei do Hugo e, disfarçadamente, falei:
– Fica aqui que a gente pode se divertir mais os dois aqui. – O que você me diria que essa era a minha ideia.
– Que estamos conectados.
Rimos como crianças levadas com vontade de transar.
— E você não vai? Pergunta meu marido. — Não, não vão vocês, eu fico pra cuidar da menina. — Vamos, mami, anda, se anima, arruma a menina e a gente vai. — Não, papi, como é que você pensa isso, vocês tão bebidos e além disso não cabe mais gente nos carros, e eu não vou tirar o meu, vão lá e me estragam ele.
E mentalmente eu pensava "além disso, eu já tenho algo mais prazeroso pra fazer". E na real, sair pra esses eventos podia acabar com o carro dele todo arranhado. Uma das minas também não ia, porque tava indo pra casa dela, então peguei o telefone e chamei um táxi, e em menos de 10 minutos ele chegou, bem quando os dois carros também tinham acabado de sair, despachando ela rapidinho, pra não correr o risco dela ficar mais um tempo, porque a verdade é que eu já tava doida pra ficar com o Hugo. Entramos e, ao fechar a porta, nos beijamos apaixonadamente. – Vem, meu amor, vamos subir pro quarto que eu quero realizar o seu sonho.
Levei ela na hora pro quarto.
Entramos e, fechando a porta, nos abraçamos nos beijando apaixonadamente, nossas mãos despiam nossos corpos cheios de paixão e desejo. Me ajoelhei para chupar a pica dele, acariciando as bolas, comecei a lamber, minha língua percorria o tronco de cima a baixo saboreando, pra depois meter na boca e sugar o tronco. Sentindo a carnosidade venosa, rígida, a textura macia, roçando contra minhas bochechas. Me levanto e a gente vai pra cama, ele deitando de barriga pra cima.
– Vem, gostosa, vem chupar minha pica, quero sentir sua boca me deixando todo gostoso.
Me montei me aproximando dela como uma puta no cio, acariciando as pernas dela, subindo devagar, dando mordidinhas nas coxas até chegar na pica dela, abrindo minha boca e mostrando como se fosse morder, coloquei meus dentes no tronco dela, movendo bem suavemente. – Humm, quero muito chupar ela. – Cuidado, mulher, só chupa bem gostoso, preciosa.
Continuei metendo e depois tirando pra lamber, minha boca produzia saliva que eu ia usar nela. Deixando ela bem molhada, chupei por um bom tempo, sem pressa como na cozinha, já tínhamos tempo suficiente pra curtir o Hugo à vontade antes do meu marido chegar, eu sabia que eles iam demorar um bom tempo e tinha que aproveitar esse tempo com o Hugo. Levantei as pernas dele pra lamber o cu e chupar as bolas, depois montei em cima dele deixando minha bucetinha na cara dele e continuei chupando ele, um delicioso 69 combinado com um 73. Depois mudei de posição, montando em cima do pau dele, meus lábios vaginais se abriam conforme o pau entrava no meu corpo até chegar no fundo.
–Hooo… mamacita, eu queria fazer isso com você há um tempão, você me deixava obcecado. Correu o boato sobre os mexicanos e como eles se divertiram de um jeito gostoso, que eu não fiz nada além de pensar em te ter na minha cama.
Bem, isso me irritou um pouquinho e fiquei pensativa, ha! Mas foda-se. O que eles pensam não me dá de comer, nem sustenta meu marido. Só iam falar que eu sou uma puta e eu não ligava. Era a verdade e daí?
Continuei fodendo, aproveitando meu novo amante, quicando em cima dele e gozando duas vezes. Depois mudamos de posição, me deitei de barriga pra cima e, levantando minhas pernas, ele me penetrou de novo, momentos de prazer percorriam meu corpo inteiro, a pica dele me fazia sentir sensações deliciosas, gostosas demais. Até que comecei a sentir os espasmos dele, os gemidos ficaram mais fortes e, soltando gritos, ele gozou dentro de mim, me inundando com o esperma quente dele. Ficamos parados, ele dentro de mim me abraçando, a gente se beijando, e com papel higiênico a gente se limpou, jogando no cesto que eu trouxe do banheiro.
– Hof foi fantástico, mamita, que delícia você é, meu amor, como eu gosto de você. – E você pra mim também, boneco, eu adorei também.
Voltamos a nos beijar apaixonadamente. Ficamos deitados por um bom tempo, até que ouvi minha filha batendo na porta. Abri, coloquei ela na cama e comecei a brincar. Desci com ela até a cozinha para preparar a aveia dela e levá-la de volta ao quarto. Voltei para o Hugo, que estava deitado assistindo na TV a algazarra que tomava conta da cidade pelo empate da seleção.
Senti frio e a gente se enfiou debaixo das cobertas, agarradinhos vendo a galera enlouquecer na rua, já imaginando meu marido e os amigos dele jogando farinha.
– Demos sorte que seu marido resolveu sair pra comemorar. – Sim, senhor… tivemos muita sorte que ele fosse embora. E a gente vai agradecer por esse momento inesquecível que acabamos de ter.
Ele me segurou por trás e acariciou minhas tetas. Minha mão no pau dele, que aos poucos voltou a ficar ereto, ao ver ele já durinho me esgueirei por dentro das cobertas e me aproximei do pau dele pra chupar de novo. Curtindo a maciez e o tronco rígido por vários minutos. Sentei em cima dele e, enfiando fundo, voltamos a nos dar prazer, a curtir nossa intimidade, trocamos de posição duas vezes, vários orgasmos inundaram meu corpo até ele gozar na minha barriga, me levantei e procurei o pau dele pra chupar e limpar o esperma com minha língua. Ficamos na cama esperando meu marido chegar, nos vestimos. O Hugo ficou meio nervoso, tive que acalmá-lo e disse.
– Papi, age com naturalidade que aqui não aconteceu nada que ele não desconfie de nada, vamos, relaxa.
Dando um beijo nela.
- Obrigada, meu amor, você foi muito gostoso.
Descemos pra esperar eles entrarem. Quando abri a porta, me espiei: estavam todos brancos de farinha e os carros virados, uma bagunça. O Hugo também saiu pra ver eles chegarem e ainda conseguiram jogar farinha na gente. Sobrou pouca, né. Estavam bêbados e agitados, então entramos em casa pra não dar mais confusão nem motivo de fofoca. Continuaram bebendo por um bom tempo até ficarem chapados e irem embora. Meu marido tava tão bêbado que nem se aguentava. Os sóbrios éramos eu e o Hugo, que também bebemos, mas não tanto.
– Hugo, você quer ficar? A gente espera ele dormir e você fica comigo? – E se ele acordar? – Não deixa, ele dorme fundo até amanhã.
David caiu no sono no sofá. Dei de comer pra menina e coloquei ela na cama dela. Depois, com o Hugo, subimos pro quarto pra continuar no nosso rolê. A gente se despiu e, na cama, transamos gostoso e dormimos até o dia seguinte. Acordei, fui esquentar um cafezinho e lá estava meu marido, apagado no sofá. Voltei pro quarto levando um café pra ele.
- Bom dia, meu amor, como você amanheceu, minha vida? – E o David tá lá embaixo? – Sim, continua dormindo como uma pedra, esse aí não levanta daí até meio-dia. Te trouxe café, já tá com açúcar.
Peguei, ele se levantou se cobrindo as partes íntimas, estava olhando o que eu vestia e o abracei tirando a toalha que ele usava.
- Se quiser, pode tomar um banho. – Se eu me arrumar e for embora. Não vai que o David acorde e me pegue nessa situação.
Entramos com ele no chuveiro enquanto ensaboava o corpo inteiro dele. Saímos, ele se vestiu e descemos pra nos despedir. Ele passou pelo corredor e, vendo que o David tava dormindo, seguiu o caminho dele. Nos despedimos combinando de nos ver na segunda no apartamento dele, onde cheguei bem cedo, às 4 da tarde. Ele tava me esperando e a gente transou até às 10, duas transinhas que eu adorei.
– Ah, minha vida, eu adoro mulher, que delícia que você é, sério, você enlouquece qualquer um. – Você também, gostoso, é um ótimo amante. – Sabe, tem um colega que também gosta muito de você, se ele soubesse da nossa, morreria de inveja. – Sério? E é do seu escritório? Ele fica do meu lado, e toda vez que te vê, diz que sobe tudo, do coração até a pica. – Kkkk, vocês são malucos, imagino o que vocês devem falar de mim. Sabe, eu adoraria conhecê-lo, você devia convidá-lo, e a gente vai tomar uns drinks, tem um bar perto do seu escritório que eu gosto bastante.
Nos reencontramos na sexta-feira. Fomos a um bar perto do escritório, ele estava com o colega da empresa com quem batemos um bom papo. Um moreno alto de 1,90 com um vestido preto de tecido, a gravata bem alinhada, uma camisa branca, impecável, melhor dizendo, todo um cavalheiro. O amigo dele, ao me ver chegar, não podia acreditar. Com o Hugo, nos beijamos na boca, e o amigo dele ficou surpreso ao nos ver nos beijando. Eles estavam no balcão do bar, e eu me posicionei entre eles, em pé, entre as pernas do Hugo.
- Oi, meu amor, como você tá? - Bem, minha vida, aqui te esperando. Olha, te apresento o Daniel.
Sorri e, aproximando-me, dei um beijo no rosto dele, abraçando-o suavemente.
-Oi, boa tarde, como vai? – Dona Diana, muito prazer, como vai? – Muito bem, gostoso, um pouco cansada hoje, trabalhei bastante e a saída do escritório foi atrasando, por isso não deu pra passar em casa pra trocar de roupa.
Voltei a olhar para o Hugo e, segurando o queixo dele, a gente se beijou de novo.
– E aí, meu amor, como foi? – Ugh, hoje a gente teve que ralar pra caralho, tinha que fazer um relatório e a gente terminou a tempo. Olha, eles estavam bebendo cerveja, e eu peguei a do Hugo e dei um gole, olhei pro barman.
Conversamos por um bom tempo. Daniel estava encantado de me ter ali e não podia acreditar que entre Hugo e eu houvesse um romance à vista de todos. Eu era a esposa de um dos engenheiros da empresa e a mulher ideal dele. Hugo foi ao banheiro, ficando nós dois sozinhos, e entrando na confiança, continuamos conversando sobre coisas, e minhas mãos acariciavam as pernas dele, o que o deixava nervoso. A respiração dele acelerou, acompanhada de um sorriso nervoso persistente.
- O que foi, Danielzinho? Te deixo nervoso? - A verdade é que sim, eu imaginava de tudo, menos estar tão perto da senhora. - E o que eu tenho de especial pra te deixar assim? - Dona Diana, seu corpo espetacular, a senhora é muito gostosa e do seu jeito de ser, cada movimento seu é sensual, como se conhecesse perfeitamente a arte da sedução. – Uau, mas que coisas doces você me fala. Agora sou eu que tô derretendo.
– Pelo que vejo, você me deseja, não é? Você adoraria me levar pra cama? E fazer amor por horas e horas? – É o meu sonho, Dianita, é o meu sonho. – Eu também adoraria… fazer amor com você.
Caramba, ele ficou todo contente e bem nervoso. Desci do banco e, me aproximando dele, me meti entre as pernas dele, meus braços o abraçaram, aproximando minha boca da dele, nos beijamos nos abraçando. Nesse momento, o Hugo chegou, continuamos nos beijando e eu disse pra eles.
– Bem, cavalheiros, e pra onde vocês pretendem me levar? Porque agora eu queria algo mais excitante e privado.
Ficando entre os dois, eles ficaram se olhando.
- Não sei, Dianita... podia ser na sua casa? - Ah, que engraçadinho ele, lá é que tá meu marido. - Pode ser no meu apartamento? - Excelente ideia, Huguito, então vamos.
Dando um tapinha na testa dele. Entrei no banheiro pra me maquiar um pouco e subi a saia até a cintura, deixando ela como minissaia, soltei dois botões da blusa e saí. A gente tava no meu carro e eu entreguei as chaves pro Hugo dirigir, enquanto eu e o Daniel fomos pra trás. O Hugo ficou esperando eu sentar do lado dele. Ao subir, me acomodei junto do Daniel, que colocou o braço direito na minha nuca, acariciando. Senti a calça dele e notei a porra do pauzão dele.
- humm… Danielzinho… vamos nos divertir pra valer.
Nos beijamos, nos acariciando o resto da viagem toda, esquentando os motores. Ele enfiou a mão pela minha saia e me dedando, meu corpo inteiro estremecia. Ele soltou minha blusa, deixando meus peitos de fora, chupando meus bicos. Chegamos no prédio dele, tivemos que subir as escadas, não tinha elevador. Entramos no apartamento, coloquei uma música, o Hugo tirou gelo da geladeira pro rum, tiramos as jaquetas e sentamos nas cadeiras. A saia tava me incomodando, então me levantei e tirei, ficando pelada da cintura pra baixo porque o Daniel já tinha me tirado, rasgando minha calcinha no carro. Continuei com a blusa, não tava de sutiã, então fiquei só com minhas sandálias e na frente dois cavalheiros olhando meu corpo nu, extasiados, morrendo de vontade de me comer inteira.
– E vocês não vão fazer nada? Ou eu tenho que dançar um pouco pra animar vocês. - Na verdade, você dançaria pra gente. - Boneca, você me mata se fizer isso. – Ah, então não, porque te quero vivo e de bom humor. - Já cala a boca, cara, e deixa ela dançar pra gente. Troquei a música dançante por americana, caindo num tema perfeito pra dançar, meu corpo começou a se mover no ritmo da música, fui me aproximando de cada um aos poucos, depois me sentava no colo deles, me mexendo e roçando neles, voltando a me levantar, minhas tetas balançavam de um lado pro outro e em certos momentos eu me aproximava pra eles me beijarem e depois me levantava de novo. O Hugo ia soltar o cinto e eu bati na mão dele.
- Isso quem faz sou eu.
Soltando o cinto de cada um e tirando-os, continuei com os botões da calça e depois os zíperes, e fui tirando as calças de cada um, levantando suas pernas. Hugo e Daniel se olhavam e riam como crianças nervosas. Me aproximando, me ajoelhei na frente de Daniel e lambi a cueca por cima do volume do pau dele, que apareceu alguns centímetros para cima. Minha língua lambeu dos dois lados.
– Nossa, que pau tão gostoso que você tem, papacito.
Voltei a lamber ela, me movi para onde o Hugo, que esperava o mesmo tratamento, depois me levantei e, desabotoando as camisas deles, eles as tiraram, ficando só com as regatas, que fui levantando assim por cima, beijando os peitos de cada um. Já os tinha só de cueca e com os paus querendo sair, pra serem devorados pela minha boca. Levantei eles rebolando meu corpo e puxando as cuecas pra baixo. Estando eu atrás deles, me ajoelhei beijando as bundas deles, me levantei de novo, continuei dançando ao redor, ficando de frente, agarrei os paus deles, acariciando, masturbando. O pau do Daniel me deixava olhando e com tesão, estava do jeito que eu amo, grosso e comprido, chupei os dois por um bom tempo. Os dois cavalheiros estavam excitados ao máximo, os instrumentos de prazer deles podiam estourar a qualquer momento, mas isso era algo que eu não queria que acontecesse por enquanto. Não sem antes ter aproveitado tendo eles dentro de mim, me levando ao prazer máximo. O primeiro que montei foi o Daniel.
- Vamos, Danielzinho, senta no sofá.
Me montei em cima dele e, metendo na minha bucetinha, ele me levou rapidinho ao prazer. O tronco dele abria minhas paredes vaginais, que iam dilatando com aquela pica enorme, que eu curti dando por quase 15 minutos. O Hugo, parado de lado, deixava eu chupar a pica dele. A gente trocou, eu fiquei de frente pro Daniel, que tava sentado, me inclinei deixando o Hugo meter na minha buceta e chupava a pica do Daniel, molhando ela com minha saliva. Eu tava super excitada, a pica do Daniel me deixava alucinada, enlouquecida, o tamanho dele me levava a outro nível de prazer e, entre o Hugo me comendo e o Daniel deixando eu chupar ele, minha razão perdeu todo o controle. Momentos que eu nunca quero que acabem, que durem num orgasmo interminável de luxúria e desenfreado, erótico e sexual, pra coroar um momento tão delicioso. A gente parou e, tirando a pica do Hugo de mim, eu sentei no colo do Daniel e, cravando a pica dele na minha bucetinha, olhei pro Hugo.
- Meu amor, enfia no meu rabo. – Seus desejos são ordens, gostosa.
E montando o pé dele no sofá, coloquei o pau dele no meu rabo e, afundando, ele me penetrou aos poucos, fazendo ele dilatar, recebendo ele por completo dentro de mim. Aí os dois começaram a me foder e eu a curtir aquele momento maravilhoso, meus fluidos escorrendo pelas minhas pernas, molhando tudo. Foram quase 20 minutos de prazer espetacular, onde cheguei a ter um orgasmo, até que o Hugo gozou, deixando o semen dele no meu rabo. Ele saiu de mim ofegante e meio transtornado pelo trabalho pesado que fez no meu cu. Continuei com o Daniel por mais 30 minutos. Pulando em cima dele, tive mais dois orgasmos com ele. Mudamos de posição, ele montou em cima de mim, levantou minhas pernas e, deitados na cama, me penetrou de novo. Sentindo o pau dele me furar por mais 40 minutos. Três orgasmos meus me deixaram feliz, enlouquecida.
- Nossa, meu amor.
Continuamos, ela se virou de lado, de frente pra mim, levantou minha perna e colocou o pau dela, esfregando na minha bucetinha, e com uma única estocada me penetrou de novo, me fodeu por mais uns 20 minutos. Depois a gente virou, eu de barriga pra cima, e fechando minhas pernas eu apertava ela até ela gozar em dez minutos. Ela se ajoelhou e cuspiu uma quantidade absurda de porra. Eu me aproximei e deixei vários jatos caírem na minha boca.
– Hum delicioso papacito gostoso, eu sabia que você ia me matar de prazer.
Voltei a chupar a pica dele, deixando ela bem limpinha. Já era 1 da manhã e a gente tinha que sair pra casa.
- Nossa, que tarde já é, tenho que ir.
Ao arrumar meu cabelo, percebi que estava toda lambuzada de porra e precisava tomar banho. Entrei no chuveiro com o Daniel.
– A gente se vê essa semana, meu amor, eu te ligo, ok? – O que você mandar, gostosa, a partir de hoje eu sou seu escravo sexual. – Divino, boneco.
E nos beijamos longamente enquanto a água caía pelos nossos corpos, refrescando-nos do calor da tempestade de paixão e sexo que acabava de culminar. Fui pra casa, ao chegar o David estava dormindo, entrei no quarto na ponta dos pés e peguei o secador no closet e fui pro banheiro do corredor secar o cabelo. Terminei e me despi, cheirando a sabonete, "espero que ele não acorde" e com cuidado me meti na cama, já deitada sorria de satisfação e com a ilusão de repetir. Que noite... espetacular. Peguei no sono rapidinho. No outro dia acordei umas 10 da manhã, o David já tinha levantado e tava trabalhando no estúdio.
- Oi, gostoso, como você tá?
A gente se beijou.
– Oi, dona Diana, como a senhora amanheceu? – Ah... bem, meu amor, ontem à noite a gente foi com dois colegas tomar uns drinks, papi, e acabei me atrasando pra chegar. – Pois é, eu percebi, fui deitar às onze e você não chegava, já tava preocupado, não dava pra ter ligado ou algo assim? Sua irmã ficou aqui até as 8 te esperando. – E por quê? Que horas você chegou, às 8? – Não, eu cheguei às 6. – E o que ela queria, te contou? – Não, só te esperou, mas não me falou nada. O bom é que ela preparou a comida, porque eu tava cansado. Liga pra ela pra ver o que ela queria. – Tá, tá, vou ligar agora.
Ana Maria estava brincando na sala e fui levantá-la, o David já tinha dado o café da manhã e banhado ela. Mas ele colocou uma roupa que ficava pequena nela. Aí subi pra trocá-la. Aproveitei pra chamar ela.
– Oi Carol, como você tá? - Oi querida, e aí, como foi a farra? - Bem, mija, tava com dois colegas do escritório do David. – Ah... como assim? Me conta como foi e onde vocês foram? - Primeiro a gente se encontrou no San Carlos e depois me levaram pro apartamento do Hugo. Mas te conto, o amigo dele é um moreno que tá se comendo sozinho, me apaixonei, que coisa linda que esse cara tem, e uma resistência que me surpreendeu. – Nossa, e que horas você chegou? - Umas 2 da manhã. - Nossa, mija, mas você tava passando do ponto, por pouco ficava pra dormir com eles. - Hehehe, teria feito com maior prazer. – E o que o David te disse? Eu fiquei te esperando até as 8 e vi ele de mal humor. – Ah, ele me contou que você preparou comida pra ele. Obrigada, maninha, te agradeço muito. – Tá tranquilo, quando quiser é só me avisar que eu fico feliz em ajudar. - Ah, Carol, obrigada, querida. A gente se vê.
Descemos com a menina, eu fui tomar café da manhã e deixei ela no estúdio com o papai. Passei a manhã preparando o almoço, algo rápido, não tava a fim de cozinhar, espaguete com carne ao molho napolitano. Rápido e simples. Fui me deitar, tirar uma soneca, consegui dormir 15 minutos, minha filha me acordou quando entrou no quarto. Levantei pra fazer café e, ao descer, a campainha tocou. E quando vi quem era, fiquei chocada, abri a porta.
- Daniel e você o que fazem aqui? Achei estranho, super esquisito, pensei que estava na presença de um maluco. – Dianita, gostosa, seu marido pediu uns planos e eu estava exatamente naquele momento entregando uns papéis pra secretária e, como o mensageiro não estava, me ofereci pra trazê-los e assim aproveito pra te cumprimentar e vou embora, já não trabalho mais hoje.
– Continua, vai continua.
Ele ficou atrás de mim, fechei a porta e, ao me virar, vi ele olhando para dentro. A gente se abraçou, se beijando, minha perna direita envolveu as pernas dele e, me encostando na porta, ele desabotoou minha blusa.
– E o seu marido? – Ele está no estúdio.
Voltamos a nos beijar, tirei um moletom marrom que ela vestia e levantei a camiseta polo dela, que depois escorregou pelo braço direito dela até o chão. Desabotoei meu jeans e o abaixei, ela também foi tirando a calça e a calcinha, deixando a buceta dela já toda molhada. Me ajoelhei e meti a boca nela, chupando gostoso.
- Espera aí, e não te incomoda que teu marido esteja no estúdio e dê na telha dele sair? – Não, aquele ali entra no estúdio e ninguém tira ele de lá.
Voltei a colocá-la na boca, curtindo cada momento. A gente se mudou pra cozinha.
- Vem, gostoso, vamos pra cozinha e continuamos lá.
Entramos e peguei uma colcha do quarto de roupa e, nos posicionando atrás do balcão, deitei ele de barriga pra cima e montei em cima num 69, queria chupar a pica dele por um bom tempo. Aos 10 minutos ouvi a voz do David. – Mami, cadê você. Olhei pro Daniel e fiz sinal com o dedo na boca pra ele ficar quieto e continuei chupando, torcendo pra ele não vir até o balcão. A gente ouviu quando ele abriu a porta. – Mami, cadê você. Ele entrou e saiu de novo. Esperei ele subir e me levantei, vestindo a calça jeans e a blusa, e saí pra ver o que ele precisava.
- Fica aqui, boneco, já volto e a gente continua. – Ok, vai.
Encontrei ele no quarto.
– Onde você estava? Te procurei e não te achei. – Tava na garagem arrumando o porta-malas. Vazou um galão de líquido de arrefecimento. – Mami, tão nos esperando no clube, acabaram de me ligar. Quer vir? Eu falei que te levava. – Ah... Não, papi, a verdade é que hoje tô meio doida por causa de ontem à noite, e olha que nem bebi muito. Prefiro ficar deitada na cama a tarde toda. E por dentro, pensava no Daniel nu dentro dela. Meu corpo começou a tremer de tesão. Ajudei ele com a roupa pra meu marido ir logo embora. Chamei um táxi que chegou rápido e fiquei em cima dele pra não fazer o motorista esperar. E deixei a banheira enchendo.
– Anda logo, papai, que o táxi já chegou. – Já vou, mamãe, tô saindo, chego rapidinho. – Ah, sim, bem eficientes. – É do escritório, vem me trazer uns projetos, mamãe. – Ok, meu amor, eu recebo por você, espero que cheguem logo pra gente transar a tarde inteira.
Despedi-me dele dando um beijo na boca. – Tchau, meu amor, que você se divirta no clube. Tchau, gostosa, e você descansa então. – Ah, é, hoje eu pretendo relaxar e curtir a tarde.
E foi embora. Ao fechar a porta, soltei um suspiro de emoção e alegria. Tirei o jeans e a blusa e, pulando, fui pra cozinha. Entrei e o encontrei ainda deitado em cima da colcha. – Oi, meu amor, sentiu minha falta? Tô te vendo com esse pauzinho todo durinho. – Huf, aqui pensando em você. – Sabe que tenho ótimas notícias pra você? – Sou todo ouvidos. – Meu querido marido acabou de sair pro clube, e isso deixa a casa só pra nós dois. – Sério, ele foi? – Sim, vem, vamos subir pro quarto. . . Subimos aquela escada rapidinho. Chegamos no quarto e eu o empurrei pra cama. Quando ele se virou pra me olhar, entrei no banheiro pra fechar a torneira, a banheira já tava pronta. Saí e, com o dedo, fiz sinal pra ele se aproximar.
– Vem, a gente se pega um pouquinho.
Encolamos ela contra a parede e eu por trás. A gente se beijava, acariciando o corpo inteiro um do outro, as mãos dela apertavam minhas tetas e depois ela me dedava. A gente continuava se beijando.
Continuamos brincando agora nós dois, me virei ficando de frente pra ele pra chupar a pica dele, me movendo no ritmo da água, minhas mãos e minha boca seguravam ela, acariciando com paixão e ternura, cuspia nela pra dar mais sensação erótica e safada.
– Ah, meu lindo gostoso, te conto que foi sem querer. Porque não estava planejado e querendo ficar os dois, imagino que você pensou nisso quando se ofereceu pra trazer os planos. – Te conto que sim, pensei na possibilidade de poder estar de novo te fazendo amor. – A mesma coisa, papai, desde que acordei desejava te ver de novo, te ter dentro de mim.
Enfiei o pau dele entre meus peitos e comecei a esfregar ali no meio, lambendo a cabecinha toda vez que ele subia. Ficamos uns 30 minutos na banheira, saímos, nos secamos e, deitados na cama, eu de barriga pra cima, abri bem as pernas e ele montou em cima de mim, me penetrando com aquela rola que foi me dilatando até ocupar tudo. Ele me olhava pelo espelho da penteadeira, aquele moreno gostoso pulando em cima de mim, me comendo com aquele pau, me levando a uma excitação sem limites, cheia de prazer.
– Que gostoso papacito, você me mata de prazer assim, me deixa louca, assim, vamos, mexe nessa pica, yummy, me faz gozar.
E assim ele fez por quase 30 minutos, tempo em que eu gozei duas vezes. Mudamos de posição, montei em cima dele e ao mesmo tempo me movia pra frente e pra trás sentindo a pica do Daniel todinha dentro de mim, entrava e saía aproveitando o momento. Que durou quase 40 minutos de paixão e safadeza. Tirei ela de dentro e desci pra chupar de novo.
Continuei chupando a pica do Daniel e depois me deitei de lado, ele atrás de mim voltou a me comer pela minha bucetinha. Depois a gente mudou de posição de novo, ele sentou na cabeceira da cama e eu montei em cima dele. Aí a gente deitou de novo de barriga pra cima e ele montou em mim com minhas pernas fechadas. Até que ele não aguentou mais e gozou, me inundando com o esperma dele, tirou a pica e minhas pernas na hora sentiram o cum quente dele, as últimas descargas caíram na minha barriga. Eu sentei e, me aproximando, terminei de limpar ela com a minha boca.
- Que gostoso, papi, foi espetacular de novo.
Ele se esparramou todo o esperma dele pela minha barriga, peitos e rosto, minhas mãos ficaram grudando. A gente deitou. O Daniel me abraçava.
- Vem, papai, vamos pra cozinha, tô com sede.
Descemos abraçados, acariciando as nádegas nuas dela, e lá embaixo percebi que o Daniel não devia ter almoçado.
– Você tá com fome? Sobrou do almoço. Cê gosta de espaguete? – Adoro, que delícia. – Já esquento pra você.
Me servi um refri e peguei o espaguete e o molho, esquentei, esperamos o Daniel almoçar, me coloquei na frente dele entre as pernas dele. Enquanto a gente conversava e se beijava.
- Minha vida, e você tem namorada? Me fala a verdade, não vai me mentir. – Tenho, estou numa relação com uma amiga da minha irmã que acabei de conhecer, a gente tá saindo faz pouco tempo. – E como tá isso? – Bom, agora não sei. – Como assim? – É que com o que aconteceu... – Não, não, Daniel, e o que aconteceu? Nada, só pra você deixar bem claro: eu adoro ficar com você, mas isso é só sexo, é só isso, não vai se iludir achando que pode rolar algo a mais entre a gente, eu tô muito bem com meu marido.
Fica me encarando.
- Bem, sendo assim não tem problema.
Nos abraçamos nos beijando apaixonadamente, o pau dele endureceu de novo e, sentado ali, chupei ele por quase 30 minutos colada no tronco dele que eu adoro. Fiz um espanhol nele que, pelo olhar, ele ficou em êxtase.
– Vem, vamos subir pra cama e continuar lá.
Subimos e deitamos, nos beijando e acariciando o pau dele, depois ele desceu pra beijar minhas tetas, continuou pelo umbigo e chegou na minha buceta, e enfiando a boca nos meus lábios vaginais ficou ali por um bom tempo. Me fazendo ter um orgasmo delicioso. Depois levantei minhas pernas, ele montou em mim e, penetrando minha buceta, voltou a me foder por quase uma hora. Me arrancando vários orgasmos. Mudamos de posição e ficamos de pé, ele de costas, eu me inclinei e ele enfiou por uns minutos a língua no meu cu todo. Olhei pra ele e, colocando os dedos na boca, falei.
Mete em mim por aí, papai, arrebenta minha bunda.
Ele cuspiu várias vezes e, se levantando, colocou na entrada e bem devagar foi enfiando, minha bunda foi dilatando conforme o tronco dele entrava, doía bastante, mas foi diminuindo com a ação dele, virando prazer. Louca com aquilo, meus gemidos não demoraram a sair, ecoando pela casa toda, e o Daniel continuava fodendo meu cu.
- Não, não para não, papai, que eu tô gozando.
Enquanto Daniel continuava me fazendo gozar, um jato dos meus fluidos respingou no chão. Terminei minha gozada e Daniel tirou de dentro de mim, levantando-se para ir ao banheiro se limpar, e depois se deitou. Daniel me esperava na cama e eu desci para chupar a pica dele de novo, por quase 10 minutos. Depois me deitei de barriga pra cima e Daniel abriu minhas pernas, levantando-as e colocando a pica dele na minha buceta, me penetrando de uma vez, e eu soltei um grito de dor prazerosa. Começando aí 30 minutos de foda intensa e selvagem, onde em várias ocasiões eu me olhava no espelho e não me reconhecia ao ver minha cara desfigurada pelas caretas que eu fazia. Foram dois orgasmos excitantes, enlouquecedores, sem controle. Mudamos de posição, eu me deitei por cima, abri minhas pernas e enfiei de novo. Conseguindo uma penetração melhor, assim eu podia beijá-lo, unir nossas bocas num mar de saliva. Eu pulava como uma louca sentindo ela nas minhas paredes, e nessa posição gozamos juntos, ficando totalmente exaustos e extasiados de prazer, com o esperma dele que em grandes quantidades inundou minha buceta, e eu tive que usar o lençol inteiro pra me secar. A noite chegou sem a gente perceber. Ficamos deitados na cama até quando meu marido chegou. Com toda a cara de pau, eu disse: "entra, vai pro quarto de hóspedes". Ao voltar, peguei uma roupa de cama e coloquei. Vestí um roupão e desci pra cumprimentá-lo, a Ana Maria já tinha descido. E como eu imaginava, ele estava bem bêbado, ficou um pouco pesado e ao me ver só de roupão, queria um pouco de sexo. Mas estava tão embriagado que aguentou até eu dar uma sopinha que tinha na geladeira. E ele foi caindo no sono sentado na mesa da cozinha. Ajudei ele a se levantar, mas não achei que conseguiria subir com ele. Então deitei ele no sofá da sala, apagou de vez. Coloquei cobertores nele e subi.
– Oi, ¿¿Daniel?? – Meu amor, deixei a roupa na cozinha. – Ah, não importa, o David caiu no sono na sala e esse aí não acorda até amanhã, se quiser pode ficar um tempo. – Tô afim, gostosa, mas esqueci que tenho que levar um remédio pra minha mãe. Melhor a gente se ver essa semana. – Ok, gato, me liga quando puder vir.
Descemos para a cozinha, ela se vestiu ao sair, viu o David dormindo e seguiu até a porta, onde nos despedimos com um beijo apaixonado. Caminhei até a sala olhando pro meu querido marido e suspirando, subi pro quarto. Passando pelo quarto da Ana Maria, que ainda estava brincando, coloquei o pijama nela e a deitei pra ela dormir. Segui pro meu quarto e, ao entrar, senti o cheiro de puro esperma. Que com certeza, se o Daniel não tivesse ficado lá embaixo e viesse tão bêbado, sentiria. Com o Daniel, a gente se viu na quarta-feira, fomos a um motel e fizemos amor por 4 horas sem parar, ele gozou duas vezes e eu umas dez. Com o Hugo, a gente se viu no sábado, passamos a manhã num motel aproveitando que o David foi jogar futebol com os amigos dele.
Foram chegando até estarem todos reunidos, o último a chegar foi Hugo, um colega do escritório do David pra quem eu dei.
– Hugo, meu amor, como você tá?
Estendi a mão e me aproximei dele, me abraçando e dando um beijo no rosto. A verdade é que ele me deixou surpresa.
– Lucia está uma delícia, tava doida pra te ver... Sua beleza me deixa hipnotizado, você é meu sonho, gostosa. – Que coisa você fala, Hugo. – A verdade, gostosa, a pura verdade.
Ele me mantinha abraçada, sem soltar, e com o rosto a centímetros do dele, eu disse.
- Segue para a sala que já estão todos.
E me abraçando, ele me levou, eu também o abracei pra caminhar com meu braço direito nas costas dele e o esquerdo na barriga, ao chegar na sala a gente se soltou, cumprimentou todo mundo e ele sentou. Começamos a oferecer cerveja ou cachaça, a maioria pediu cerveja. Hugo e Javier foram os únicos que pediram rum. Fui pra cozinha e o Hugo foi comigo.
- Em que posso te ajudar. - Ah, obrigado, Huguito.
Tocando o rosto dela com minha mão, dei um beijo na bochecha.
– Olha na geladeira tá a cerveja, me alcança ela.
Enquanto eu tirava os copos descartáveis do armário. E abria dois pacotes de petiscos. Entreguei a bandeja e saímos para a sala e distribuímos. O jogo rolava, e os alemães saíram na frente no placar, todo mundo se abateu, mas o time continuava dando luta. Terminou o primeiro tempo, servi mais cerveja e o Hugo voltou a me ajudar. A Ana Maria desceu por uns momentos, mas tinha muita fumaça de cigarro e eu disse pra ela subir. No forno, tinha umas costelinhas defumadas que já estavam prontas pra tirar. Esperei a travessa esfriar um pouco pra poder levar pra sala. Quando saí, o Hugo estava no comedor sozinho, ficou me encarando enquanto eu andava. Virei pra olhar pra ele, sorri e mostrei a língua. Deixei a travessa na mesinha de centro e todo mundo, ao ver, queria provar minhas costelinhas. Mas eu tinha esquecido os guardanapos, então pedi o favor ao Hugo.
– Hugo, meu amor, me faz um favor na cozinha, deixei os guardanapos, me traz eles.
Ele se levantou na hora e foi pegar elas. Serviu duas num guardanapo e voltou pra sala pra comer. Eu olhei pra ele e também peguei duas e fui sentar com ele.
- E por que você não tá ligado no jogo? – Não gosto de futebol, nunca pratiquei. – Ah, é? – Não, eu pratico outros esportes, tipo natação, patinação e ciclismo. E você, gostosa, curte futebol? – Bom, curtir, curtir, não, mas eu me empolgo como todo mundo. – Mas não te vejo ligada no jogo. – A verdade é que agora eu tô mais ligada em você. – Ah, é? – Não te vejo muito sozinho e com vontade de que eu te faça companhia, além disso, acho que você veio foi pra me ver, ou tô enganada? – De jeito nenhum, Dianita, você tá certa. – Ah, isso me alegra, papacito gostoso. O jogo começou e os outros já tavam se empolgando. E como eu tava de costas pra sala, numa das viradas que dei pra ver um pouco do jogo, encostei na perna direita dele, deixando a mão ali por um bom tempo enquanto olhava e acariciava, como se tivesse me empolgando com o jogo.
Sentados no refeitório, a gente conversava já bem juntinhos, as mãos dele acariciavam minhas pernas, a gente ria que nem dois safados destinados a curtir os prazeres da cama. Eu olhava pra calça dele e dava pra ver a pica dele, toda dura, de pau duro.
Quer tomar alguma coisa? – Tô com sede. – Vem, vamos pra cozinha.
Levei ele pela mão, entramos e quando ele virou pra me olhar, me aproximei e, segurando a cintura dele, desci minhas mãos pela calça e toquei o volume da pica, beijei ele por uns segundos
- Nossa, garoto, dá pra ver que você tá bem excitado.
Fiquei esperando a reação dele e agora ele me beijava, minhas mãos agarraram a bunda dele puxando ele mais pra perto de mim.
- A gente devia... sei lá, aproveitar que meu marido e os amigos dele tão vendo o jogo e subir pro meu quarto, ou você tem outra ideia? Eu me aproximo dele, as mãos dele acariciando minha bunda, a boca dele beijando meu pescoço.
– Posso te apostar que nem vão perceber se a gente fizer aqui na cozinha. – Não duvido nem um pouco.
E soltando o cinto, abaixando a braguilha, tirei o pau dele pra fora, deixei a calça escorrer, sentei numa das banquetas e chupei ele por 5 minutos. Ele subiu minha blusa, deixando meus peitos de fora pro ar pra ele acariciar. Subi minha saia, tirei a calcinha e, me apoiando nos pés da banqueta, montei em cima dele e, enfiando o pau dele na minha buceta, a gente transou uns 15 minutos sem ser incomodados. Tinham 8 homens e três mulheres na sala e ninguém soube o que rolava na cozinha. Depois me encostei na porta, olhei pela janelinha, voltei a olhar pra ele e, levantando minha bunda, ele se aproximou, me penetrando de novo minha buceta. Eu olhava pra sala enquanto o Hugo me comia. A bagunça na sala era tremenda, o povo cada vez mais animado, mas não era à toa: a gente tava dando luta pra um time grande e eu me divertia pra caralho, sentindo sensações inexplicáveis, deliciosas. Gozei rapidinho, saber que meu marido tava na sala com os amigos e eu ali transando com o Hugo me deixou com um tesão absurdo. Paramos a tempo, porque quando saímos da cozinha o time empatou o jogo. A gritaria não demorou, todo mundo se abraçou de alegria, o neguinho fez um golaço, eu vi ele correr o campo todo e soube que ia ser gol. Mesmo sendo só um empate, foi como uma vitória pra gente. E no fim do jogo, resolveram sair pra comemorar pelas ruas, minha filha tinha descido e eu tava com ela nos braços. Me aproximei do Hugo e, disfarçadamente, falei:
– Fica aqui que a gente pode se divertir mais os dois aqui. – O que você me diria que essa era a minha ideia.
– Que estamos conectados.
Rimos como crianças levadas com vontade de transar.
— E você não vai? Pergunta meu marido. — Não, não vão vocês, eu fico pra cuidar da menina. — Vamos, mami, anda, se anima, arruma a menina e a gente vai. — Não, papi, como é que você pensa isso, vocês tão bebidos e além disso não cabe mais gente nos carros, e eu não vou tirar o meu, vão lá e me estragam ele.
E mentalmente eu pensava "além disso, eu já tenho algo mais prazeroso pra fazer". E na real, sair pra esses eventos podia acabar com o carro dele todo arranhado. Uma das minas também não ia, porque tava indo pra casa dela, então peguei o telefone e chamei um táxi, e em menos de 10 minutos ele chegou, bem quando os dois carros também tinham acabado de sair, despachando ela rapidinho, pra não correr o risco dela ficar mais um tempo, porque a verdade é que eu já tava doida pra ficar com o Hugo. Entramos e, ao fechar a porta, nos beijamos apaixonadamente. – Vem, meu amor, vamos subir pro quarto que eu quero realizar o seu sonho.
Levei ela na hora pro quarto.
Entramos e, fechando a porta, nos abraçamos nos beijando apaixonadamente, nossas mãos despiam nossos corpos cheios de paixão e desejo. Me ajoelhei para chupar a pica dele, acariciando as bolas, comecei a lamber, minha língua percorria o tronco de cima a baixo saboreando, pra depois meter na boca e sugar o tronco. Sentindo a carnosidade venosa, rígida, a textura macia, roçando contra minhas bochechas. Me levanto e a gente vai pra cama, ele deitando de barriga pra cima.
– Vem, gostosa, vem chupar minha pica, quero sentir sua boca me deixando todo gostoso.
Me montei me aproximando dela como uma puta no cio, acariciando as pernas dela, subindo devagar, dando mordidinhas nas coxas até chegar na pica dela, abrindo minha boca e mostrando como se fosse morder, coloquei meus dentes no tronco dela, movendo bem suavemente. – Humm, quero muito chupar ela. – Cuidado, mulher, só chupa bem gostoso, preciosa.
Continuei metendo e depois tirando pra lamber, minha boca produzia saliva que eu ia usar nela. Deixando ela bem molhada, chupei por um bom tempo, sem pressa como na cozinha, já tínhamos tempo suficiente pra curtir o Hugo à vontade antes do meu marido chegar, eu sabia que eles iam demorar um bom tempo e tinha que aproveitar esse tempo com o Hugo. Levantei as pernas dele pra lamber o cu e chupar as bolas, depois montei em cima dele deixando minha bucetinha na cara dele e continuei chupando ele, um delicioso 69 combinado com um 73. Depois mudei de posição, montando em cima do pau dele, meus lábios vaginais se abriam conforme o pau entrava no meu corpo até chegar no fundo.
–Hooo… mamacita, eu queria fazer isso com você há um tempão, você me deixava obcecado. Correu o boato sobre os mexicanos e como eles se divertiram de um jeito gostoso, que eu não fiz nada além de pensar em te ter na minha cama.
Bem, isso me irritou um pouquinho e fiquei pensativa, ha! Mas foda-se. O que eles pensam não me dá de comer, nem sustenta meu marido. Só iam falar que eu sou uma puta e eu não ligava. Era a verdade e daí?
Continuei fodendo, aproveitando meu novo amante, quicando em cima dele e gozando duas vezes. Depois mudamos de posição, me deitei de barriga pra cima e, levantando minhas pernas, ele me penetrou de novo, momentos de prazer percorriam meu corpo inteiro, a pica dele me fazia sentir sensações deliciosas, gostosas demais. Até que comecei a sentir os espasmos dele, os gemidos ficaram mais fortes e, soltando gritos, ele gozou dentro de mim, me inundando com o esperma quente dele. Ficamos parados, ele dentro de mim me abraçando, a gente se beijando, e com papel higiênico a gente se limpou, jogando no cesto que eu trouxe do banheiro.
– Hof foi fantástico, mamita, que delícia você é, meu amor, como eu gosto de você. – E você pra mim também, boneco, eu adorei também.
Voltamos a nos beijar apaixonadamente. Ficamos deitados por um bom tempo, até que ouvi minha filha batendo na porta. Abri, coloquei ela na cama e comecei a brincar. Desci com ela até a cozinha para preparar a aveia dela e levá-la de volta ao quarto. Voltei para o Hugo, que estava deitado assistindo na TV a algazarra que tomava conta da cidade pelo empate da seleção.
Senti frio e a gente se enfiou debaixo das cobertas, agarradinhos vendo a galera enlouquecer na rua, já imaginando meu marido e os amigos dele jogando farinha.
– Demos sorte que seu marido resolveu sair pra comemorar. – Sim, senhor… tivemos muita sorte que ele fosse embora. E a gente vai agradecer por esse momento inesquecível que acabamos de ter.
Ele me segurou por trás e acariciou minhas tetas. Minha mão no pau dele, que aos poucos voltou a ficar ereto, ao ver ele já durinho me esgueirei por dentro das cobertas e me aproximei do pau dele pra chupar de novo. Curtindo a maciez e o tronco rígido por vários minutos. Sentei em cima dele e, enfiando fundo, voltamos a nos dar prazer, a curtir nossa intimidade, trocamos de posição duas vezes, vários orgasmos inundaram meu corpo até ele gozar na minha barriga, me levantei e procurei o pau dele pra chupar e limpar o esperma com minha língua. Ficamos na cama esperando meu marido chegar, nos vestimos. O Hugo ficou meio nervoso, tive que acalmá-lo e disse.
– Papi, age com naturalidade que aqui não aconteceu nada que ele não desconfie de nada, vamos, relaxa.
Dando um beijo nela.
- Obrigada, meu amor, você foi muito gostoso.
Descemos pra esperar eles entrarem. Quando abri a porta, me espiei: estavam todos brancos de farinha e os carros virados, uma bagunça. O Hugo também saiu pra ver eles chegarem e ainda conseguiram jogar farinha na gente. Sobrou pouca, né. Estavam bêbados e agitados, então entramos em casa pra não dar mais confusão nem motivo de fofoca. Continuaram bebendo por um bom tempo até ficarem chapados e irem embora. Meu marido tava tão bêbado que nem se aguentava. Os sóbrios éramos eu e o Hugo, que também bebemos, mas não tanto.
– Hugo, você quer ficar? A gente espera ele dormir e você fica comigo? – E se ele acordar? – Não deixa, ele dorme fundo até amanhã.
David caiu no sono no sofá. Dei de comer pra menina e coloquei ela na cama dela. Depois, com o Hugo, subimos pro quarto pra continuar no nosso rolê. A gente se despiu e, na cama, transamos gostoso e dormimos até o dia seguinte. Acordei, fui esquentar um cafezinho e lá estava meu marido, apagado no sofá. Voltei pro quarto levando um café pra ele.
- Bom dia, meu amor, como você amanheceu, minha vida? – E o David tá lá embaixo? – Sim, continua dormindo como uma pedra, esse aí não levanta daí até meio-dia. Te trouxe café, já tá com açúcar.
Peguei, ele se levantou se cobrindo as partes íntimas, estava olhando o que eu vestia e o abracei tirando a toalha que ele usava.
- Se quiser, pode tomar um banho. – Se eu me arrumar e for embora. Não vai que o David acorde e me pegue nessa situação.
Entramos com ele no chuveiro enquanto ensaboava o corpo inteiro dele. Saímos, ele se vestiu e descemos pra nos despedir. Ele passou pelo corredor e, vendo que o David tava dormindo, seguiu o caminho dele. Nos despedimos combinando de nos ver na segunda no apartamento dele, onde cheguei bem cedo, às 4 da tarde. Ele tava me esperando e a gente transou até às 10, duas transinhas que eu adorei.
– Ah, minha vida, eu adoro mulher, que delícia que você é, sério, você enlouquece qualquer um. – Você também, gostoso, é um ótimo amante. – Sabe, tem um colega que também gosta muito de você, se ele soubesse da nossa, morreria de inveja. – Sério? E é do seu escritório? Ele fica do meu lado, e toda vez que te vê, diz que sobe tudo, do coração até a pica. – Kkkk, vocês são malucos, imagino o que vocês devem falar de mim. Sabe, eu adoraria conhecê-lo, você devia convidá-lo, e a gente vai tomar uns drinks, tem um bar perto do seu escritório que eu gosto bastante.
Nos reencontramos na sexta-feira. Fomos a um bar perto do escritório, ele estava com o colega da empresa com quem batemos um bom papo. Um moreno alto de 1,90 com um vestido preto de tecido, a gravata bem alinhada, uma camisa branca, impecável, melhor dizendo, todo um cavalheiro. O amigo dele, ao me ver chegar, não podia acreditar. Com o Hugo, nos beijamos na boca, e o amigo dele ficou surpreso ao nos ver nos beijando. Eles estavam no balcão do bar, e eu me posicionei entre eles, em pé, entre as pernas do Hugo.
- Oi, meu amor, como você tá? - Bem, minha vida, aqui te esperando. Olha, te apresento o Daniel.
Sorri e, aproximando-me, dei um beijo no rosto dele, abraçando-o suavemente.
-Oi, boa tarde, como vai? – Dona Diana, muito prazer, como vai? – Muito bem, gostoso, um pouco cansada hoje, trabalhei bastante e a saída do escritório foi atrasando, por isso não deu pra passar em casa pra trocar de roupa.
Voltei a olhar para o Hugo e, segurando o queixo dele, a gente se beijou de novo.
– E aí, meu amor, como foi? – Ugh, hoje a gente teve que ralar pra caralho, tinha que fazer um relatório e a gente terminou a tempo. Olha, eles estavam bebendo cerveja, e eu peguei a do Hugo e dei um gole, olhei pro barman.
Conversamos por um bom tempo. Daniel estava encantado de me ter ali e não podia acreditar que entre Hugo e eu houvesse um romance à vista de todos. Eu era a esposa de um dos engenheiros da empresa e a mulher ideal dele. Hugo foi ao banheiro, ficando nós dois sozinhos, e entrando na confiança, continuamos conversando sobre coisas, e minhas mãos acariciavam as pernas dele, o que o deixava nervoso. A respiração dele acelerou, acompanhada de um sorriso nervoso persistente.
- O que foi, Danielzinho? Te deixo nervoso? - A verdade é que sim, eu imaginava de tudo, menos estar tão perto da senhora. - E o que eu tenho de especial pra te deixar assim? - Dona Diana, seu corpo espetacular, a senhora é muito gostosa e do seu jeito de ser, cada movimento seu é sensual, como se conhecesse perfeitamente a arte da sedução. – Uau, mas que coisas doces você me fala. Agora sou eu que tô derretendo.
– Pelo que vejo, você me deseja, não é? Você adoraria me levar pra cama? E fazer amor por horas e horas? – É o meu sonho, Dianita, é o meu sonho. – Eu também adoraria… fazer amor com você.
Caramba, ele ficou todo contente e bem nervoso. Desci do banco e, me aproximando dele, me meti entre as pernas dele, meus braços o abraçaram, aproximando minha boca da dele, nos beijamos nos abraçando. Nesse momento, o Hugo chegou, continuamos nos beijando e eu disse pra eles.
– Bem, cavalheiros, e pra onde vocês pretendem me levar? Porque agora eu queria algo mais excitante e privado.
Ficando entre os dois, eles ficaram se olhando.
- Não sei, Dianita... podia ser na sua casa? - Ah, que engraçadinho ele, lá é que tá meu marido. - Pode ser no meu apartamento? - Excelente ideia, Huguito, então vamos.
Dando um tapinha na testa dele. Entrei no banheiro pra me maquiar um pouco e subi a saia até a cintura, deixando ela como minissaia, soltei dois botões da blusa e saí. A gente tava no meu carro e eu entreguei as chaves pro Hugo dirigir, enquanto eu e o Daniel fomos pra trás. O Hugo ficou esperando eu sentar do lado dele. Ao subir, me acomodei junto do Daniel, que colocou o braço direito na minha nuca, acariciando. Senti a calça dele e notei a porra do pauzão dele.
- humm… Danielzinho… vamos nos divertir pra valer.
Nos beijamos, nos acariciando o resto da viagem toda, esquentando os motores. Ele enfiou a mão pela minha saia e me dedando, meu corpo inteiro estremecia. Ele soltou minha blusa, deixando meus peitos de fora, chupando meus bicos. Chegamos no prédio dele, tivemos que subir as escadas, não tinha elevador. Entramos no apartamento, coloquei uma música, o Hugo tirou gelo da geladeira pro rum, tiramos as jaquetas e sentamos nas cadeiras. A saia tava me incomodando, então me levantei e tirei, ficando pelada da cintura pra baixo porque o Daniel já tinha me tirado, rasgando minha calcinha no carro. Continuei com a blusa, não tava de sutiã, então fiquei só com minhas sandálias e na frente dois cavalheiros olhando meu corpo nu, extasiados, morrendo de vontade de me comer inteira.
– E vocês não vão fazer nada? Ou eu tenho que dançar um pouco pra animar vocês. - Na verdade, você dançaria pra gente. - Boneca, você me mata se fizer isso. – Ah, então não, porque te quero vivo e de bom humor. - Já cala a boca, cara, e deixa ela dançar pra gente. Troquei a música dançante por americana, caindo num tema perfeito pra dançar, meu corpo começou a se mover no ritmo da música, fui me aproximando de cada um aos poucos, depois me sentava no colo deles, me mexendo e roçando neles, voltando a me levantar, minhas tetas balançavam de um lado pro outro e em certos momentos eu me aproximava pra eles me beijarem e depois me levantava de novo. O Hugo ia soltar o cinto e eu bati na mão dele.
- Isso quem faz sou eu.
Soltando o cinto de cada um e tirando-os, continuei com os botões da calça e depois os zíperes, e fui tirando as calças de cada um, levantando suas pernas. Hugo e Daniel se olhavam e riam como crianças nervosas. Me aproximando, me ajoelhei na frente de Daniel e lambi a cueca por cima do volume do pau dele, que apareceu alguns centímetros para cima. Minha língua lambeu dos dois lados.
– Nossa, que pau tão gostoso que você tem, papacito.
Voltei a lamber ela, me movi para onde o Hugo, que esperava o mesmo tratamento, depois me levantei e, desabotoando as camisas deles, eles as tiraram, ficando só com as regatas, que fui levantando assim por cima, beijando os peitos de cada um. Já os tinha só de cueca e com os paus querendo sair, pra serem devorados pela minha boca. Levantei eles rebolando meu corpo e puxando as cuecas pra baixo. Estando eu atrás deles, me ajoelhei beijando as bundas deles, me levantei de novo, continuei dançando ao redor, ficando de frente, agarrei os paus deles, acariciando, masturbando. O pau do Daniel me deixava olhando e com tesão, estava do jeito que eu amo, grosso e comprido, chupei os dois por um bom tempo. Os dois cavalheiros estavam excitados ao máximo, os instrumentos de prazer deles podiam estourar a qualquer momento, mas isso era algo que eu não queria que acontecesse por enquanto. Não sem antes ter aproveitado tendo eles dentro de mim, me levando ao prazer máximo. O primeiro que montei foi o Daniel.
- Vamos, Danielzinho, senta no sofá.
Me montei em cima dele e, metendo na minha bucetinha, ele me levou rapidinho ao prazer. O tronco dele abria minhas paredes vaginais, que iam dilatando com aquela pica enorme, que eu curti dando por quase 15 minutos. O Hugo, parado de lado, deixava eu chupar a pica dele. A gente trocou, eu fiquei de frente pro Daniel, que tava sentado, me inclinei deixando o Hugo meter na minha buceta e chupava a pica do Daniel, molhando ela com minha saliva. Eu tava super excitada, a pica do Daniel me deixava alucinada, enlouquecida, o tamanho dele me levava a outro nível de prazer e, entre o Hugo me comendo e o Daniel deixando eu chupar ele, minha razão perdeu todo o controle. Momentos que eu nunca quero que acabem, que durem num orgasmo interminável de luxúria e desenfreado, erótico e sexual, pra coroar um momento tão delicioso. A gente parou e, tirando a pica do Hugo de mim, eu sentei no colo do Daniel e, cravando a pica dele na minha bucetinha, olhei pro Hugo.
- Meu amor, enfia no meu rabo. – Seus desejos são ordens, gostosa.
E montando o pé dele no sofá, coloquei o pau dele no meu rabo e, afundando, ele me penetrou aos poucos, fazendo ele dilatar, recebendo ele por completo dentro de mim. Aí os dois começaram a me foder e eu a curtir aquele momento maravilhoso, meus fluidos escorrendo pelas minhas pernas, molhando tudo. Foram quase 20 minutos de prazer espetacular, onde cheguei a ter um orgasmo, até que o Hugo gozou, deixando o semen dele no meu rabo. Ele saiu de mim ofegante e meio transtornado pelo trabalho pesado que fez no meu cu. Continuei com o Daniel por mais 30 minutos. Pulando em cima dele, tive mais dois orgasmos com ele. Mudamos de posição, ele montou em cima de mim, levantou minhas pernas e, deitados na cama, me penetrou de novo. Sentindo o pau dele me furar por mais 40 minutos. Três orgasmos meus me deixaram feliz, enlouquecida.
- Nossa, meu amor.
Continuamos, ela se virou de lado, de frente pra mim, levantou minha perna e colocou o pau dela, esfregando na minha bucetinha, e com uma única estocada me penetrou de novo, me fodeu por mais uns 20 minutos. Depois a gente virou, eu de barriga pra cima, e fechando minhas pernas eu apertava ela até ela gozar em dez minutos. Ela se ajoelhou e cuspiu uma quantidade absurda de porra. Eu me aproximei e deixei vários jatos caírem na minha boca.
– Hum delicioso papacito gostoso, eu sabia que você ia me matar de prazer.
Voltei a chupar a pica dele, deixando ela bem limpinha. Já era 1 da manhã e a gente tinha que sair pra casa.
- Nossa, que tarde já é, tenho que ir.
Ao arrumar meu cabelo, percebi que estava toda lambuzada de porra e precisava tomar banho. Entrei no chuveiro com o Daniel.
– A gente se vê essa semana, meu amor, eu te ligo, ok? – O que você mandar, gostosa, a partir de hoje eu sou seu escravo sexual. – Divino, boneco.
E nos beijamos longamente enquanto a água caía pelos nossos corpos, refrescando-nos do calor da tempestade de paixão e sexo que acabava de culminar. Fui pra casa, ao chegar o David estava dormindo, entrei no quarto na ponta dos pés e peguei o secador no closet e fui pro banheiro do corredor secar o cabelo. Terminei e me despi, cheirando a sabonete, "espero que ele não acorde" e com cuidado me meti na cama, já deitada sorria de satisfação e com a ilusão de repetir. Que noite... espetacular. Peguei no sono rapidinho. No outro dia acordei umas 10 da manhã, o David já tinha levantado e tava trabalhando no estúdio.
- Oi, gostoso, como você tá?
A gente se beijou.
– Oi, dona Diana, como a senhora amanheceu? – Ah... bem, meu amor, ontem à noite a gente foi com dois colegas tomar uns drinks, papi, e acabei me atrasando pra chegar. – Pois é, eu percebi, fui deitar às onze e você não chegava, já tava preocupado, não dava pra ter ligado ou algo assim? Sua irmã ficou aqui até as 8 te esperando. – E por quê? Que horas você chegou, às 8? – Não, eu cheguei às 6. – E o que ela queria, te contou? – Não, só te esperou, mas não me falou nada. O bom é que ela preparou a comida, porque eu tava cansado. Liga pra ela pra ver o que ela queria. – Tá, tá, vou ligar agora.
Ana Maria estava brincando na sala e fui levantá-la, o David já tinha dado o café da manhã e banhado ela. Mas ele colocou uma roupa que ficava pequena nela. Aí subi pra trocá-la. Aproveitei pra chamar ela.
– Oi Carol, como você tá? - Oi querida, e aí, como foi a farra? - Bem, mija, tava com dois colegas do escritório do David. – Ah... como assim? Me conta como foi e onde vocês foram? - Primeiro a gente se encontrou no San Carlos e depois me levaram pro apartamento do Hugo. Mas te conto, o amigo dele é um moreno que tá se comendo sozinho, me apaixonei, que coisa linda que esse cara tem, e uma resistência que me surpreendeu. – Nossa, e que horas você chegou? - Umas 2 da manhã. - Nossa, mija, mas você tava passando do ponto, por pouco ficava pra dormir com eles. - Hehehe, teria feito com maior prazer. – E o que o David te disse? Eu fiquei te esperando até as 8 e vi ele de mal humor. – Ah, ele me contou que você preparou comida pra ele. Obrigada, maninha, te agradeço muito. – Tá tranquilo, quando quiser é só me avisar que eu fico feliz em ajudar. - Ah, Carol, obrigada, querida. A gente se vê.
Descemos com a menina, eu fui tomar café da manhã e deixei ela no estúdio com o papai. Passei a manhã preparando o almoço, algo rápido, não tava a fim de cozinhar, espaguete com carne ao molho napolitano. Rápido e simples. Fui me deitar, tirar uma soneca, consegui dormir 15 minutos, minha filha me acordou quando entrou no quarto. Levantei pra fazer café e, ao descer, a campainha tocou. E quando vi quem era, fiquei chocada, abri a porta.
- Daniel e você o que fazem aqui? Achei estranho, super esquisito, pensei que estava na presença de um maluco. – Dianita, gostosa, seu marido pediu uns planos e eu estava exatamente naquele momento entregando uns papéis pra secretária e, como o mensageiro não estava, me ofereci pra trazê-los e assim aproveito pra te cumprimentar e vou embora, já não trabalho mais hoje.
– Continua, vai continua.
Ele ficou atrás de mim, fechei a porta e, ao me virar, vi ele olhando para dentro. A gente se abraçou, se beijando, minha perna direita envolveu as pernas dele e, me encostando na porta, ele desabotoou minha blusa.
– E o seu marido? – Ele está no estúdio.
Voltamos a nos beijar, tirei um moletom marrom que ela vestia e levantei a camiseta polo dela, que depois escorregou pelo braço direito dela até o chão. Desabotoei meu jeans e o abaixei, ela também foi tirando a calça e a calcinha, deixando a buceta dela já toda molhada. Me ajoelhei e meti a boca nela, chupando gostoso.
- Espera aí, e não te incomoda que teu marido esteja no estúdio e dê na telha dele sair? – Não, aquele ali entra no estúdio e ninguém tira ele de lá.
Voltei a colocá-la na boca, curtindo cada momento. A gente se mudou pra cozinha.
- Vem, gostoso, vamos pra cozinha e continuamos lá.
Entramos e peguei uma colcha do quarto de roupa e, nos posicionando atrás do balcão, deitei ele de barriga pra cima e montei em cima num 69, queria chupar a pica dele por um bom tempo. Aos 10 minutos ouvi a voz do David. – Mami, cadê você. Olhei pro Daniel e fiz sinal com o dedo na boca pra ele ficar quieto e continuei chupando, torcendo pra ele não vir até o balcão. A gente ouviu quando ele abriu a porta. – Mami, cadê você. Ele entrou e saiu de novo. Esperei ele subir e me levantei, vestindo a calça jeans e a blusa, e saí pra ver o que ele precisava.
- Fica aqui, boneco, já volto e a gente continua. – Ok, vai.
Encontrei ele no quarto.
– Onde você estava? Te procurei e não te achei. – Tava na garagem arrumando o porta-malas. Vazou um galão de líquido de arrefecimento. – Mami, tão nos esperando no clube, acabaram de me ligar. Quer vir? Eu falei que te levava. – Ah... Não, papi, a verdade é que hoje tô meio doida por causa de ontem à noite, e olha que nem bebi muito. Prefiro ficar deitada na cama a tarde toda. E por dentro, pensava no Daniel nu dentro dela. Meu corpo começou a tremer de tesão. Ajudei ele com a roupa pra meu marido ir logo embora. Chamei um táxi que chegou rápido e fiquei em cima dele pra não fazer o motorista esperar. E deixei a banheira enchendo.
– Anda logo, papai, que o táxi já chegou. – Já vou, mamãe, tô saindo, chego rapidinho. – Ah, sim, bem eficientes. – É do escritório, vem me trazer uns projetos, mamãe. – Ok, meu amor, eu recebo por você, espero que cheguem logo pra gente transar a tarde inteira.
Despedi-me dele dando um beijo na boca. – Tchau, meu amor, que você se divirta no clube. Tchau, gostosa, e você descansa então. – Ah, é, hoje eu pretendo relaxar e curtir a tarde.
E foi embora. Ao fechar a porta, soltei um suspiro de emoção e alegria. Tirei o jeans e a blusa e, pulando, fui pra cozinha. Entrei e o encontrei ainda deitado em cima da colcha. – Oi, meu amor, sentiu minha falta? Tô te vendo com esse pauzinho todo durinho. – Huf, aqui pensando em você. – Sabe que tenho ótimas notícias pra você? – Sou todo ouvidos. – Meu querido marido acabou de sair pro clube, e isso deixa a casa só pra nós dois. – Sério, ele foi? – Sim, vem, vamos subir pro quarto. . . Subimos aquela escada rapidinho. Chegamos no quarto e eu o empurrei pra cama. Quando ele se virou pra me olhar, entrei no banheiro pra fechar a torneira, a banheira já tava pronta. Saí e, com o dedo, fiz sinal pra ele se aproximar.
– Vem, a gente se pega um pouquinho.
Encolamos ela contra a parede e eu por trás. A gente se beijava, acariciando o corpo inteiro um do outro, as mãos dela apertavam minhas tetas e depois ela me dedava. A gente continuava se beijando.
Continuamos brincando agora nós dois, me virei ficando de frente pra ele pra chupar a pica dele, me movendo no ritmo da água, minhas mãos e minha boca seguravam ela, acariciando com paixão e ternura, cuspia nela pra dar mais sensação erótica e safada.
– Ah, meu lindo gostoso, te conto que foi sem querer. Porque não estava planejado e querendo ficar os dois, imagino que você pensou nisso quando se ofereceu pra trazer os planos. – Te conto que sim, pensei na possibilidade de poder estar de novo te fazendo amor. – A mesma coisa, papai, desde que acordei desejava te ver de novo, te ter dentro de mim.
Enfiei o pau dele entre meus peitos e comecei a esfregar ali no meio, lambendo a cabecinha toda vez que ele subia. Ficamos uns 30 minutos na banheira, saímos, nos secamos e, deitados na cama, eu de barriga pra cima, abri bem as pernas e ele montou em cima de mim, me penetrando com aquela rola que foi me dilatando até ocupar tudo. Ele me olhava pelo espelho da penteadeira, aquele moreno gostoso pulando em cima de mim, me comendo com aquele pau, me levando a uma excitação sem limites, cheia de prazer.
– Que gostoso papacito, você me mata de prazer assim, me deixa louca, assim, vamos, mexe nessa pica, yummy, me faz gozar.
E assim ele fez por quase 30 minutos, tempo em que eu gozei duas vezes. Mudamos de posição, montei em cima dele e ao mesmo tempo me movia pra frente e pra trás sentindo a pica do Daniel todinha dentro de mim, entrava e saía aproveitando o momento. Que durou quase 40 minutos de paixão e safadeza. Tirei ela de dentro e desci pra chupar de novo.
Continuei chupando a pica do Daniel e depois me deitei de lado, ele atrás de mim voltou a me comer pela minha bucetinha. Depois a gente mudou de posição de novo, ele sentou na cabeceira da cama e eu montei em cima dele. Aí a gente deitou de novo de barriga pra cima e ele montou em mim com minhas pernas fechadas. Até que ele não aguentou mais e gozou, me inundando com o esperma dele, tirou a pica e minhas pernas na hora sentiram o cum quente dele, as últimas descargas caíram na minha barriga. Eu sentei e, me aproximando, terminei de limpar ela com a minha boca.
- Que gostoso, papi, foi espetacular de novo.
Ele se esparramou todo o esperma dele pela minha barriga, peitos e rosto, minhas mãos ficaram grudando. A gente deitou. O Daniel me abraçava.
- Vem, papai, vamos pra cozinha, tô com sede.
Descemos abraçados, acariciando as nádegas nuas dela, e lá embaixo percebi que o Daniel não devia ter almoçado.
– Você tá com fome? Sobrou do almoço. Cê gosta de espaguete? – Adoro, que delícia. – Já esquento pra você.
Me servi um refri e peguei o espaguete e o molho, esquentei, esperamos o Daniel almoçar, me coloquei na frente dele entre as pernas dele. Enquanto a gente conversava e se beijava.
- Minha vida, e você tem namorada? Me fala a verdade, não vai me mentir. – Tenho, estou numa relação com uma amiga da minha irmã que acabei de conhecer, a gente tá saindo faz pouco tempo. – E como tá isso? – Bom, agora não sei. – Como assim? – É que com o que aconteceu... – Não, não, Daniel, e o que aconteceu? Nada, só pra você deixar bem claro: eu adoro ficar com você, mas isso é só sexo, é só isso, não vai se iludir achando que pode rolar algo a mais entre a gente, eu tô muito bem com meu marido.
Fica me encarando.
- Bem, sendo assim não tem problema.
Nos abraçamos nos beijando apaixonadamente, o pau dele endureceu de novo e, sentado ali, chupei ele por quase 30 minutos colada no tronco dele que eu adoro. Fiz um espanhol nele que, pelo olhar, ele ficou em êxtase.
– Vem, vamos subir pra cama e continuar lá.
Subimos e deitamos, nos beijando e acariciando o pau dele, depois ele desceu pra beijar minhas tetas, continuou pelo umbigo e chegou na minha buceta, e enfiando a boca nos meus lábios vaginais ficou ali por um bom tempo. Me fazendo ter um orgasmo delicioso. Depois levantei minhas pernas, ele montou em mim e, penetrando minha buceta, voltou a me foder por quase uma hora. Me arrancando vários orgasmos. Mudamos de posição e ficamos de pé, ele de costas, eu me inclinei e ele enfiou por uns minutos a língua no meu cu todo. Olhei pra ele e, colocando os dedos na boca, falei.
Mete em mim por aí, papai, arrebenta minha bunda.
Ele cuspiu várias vezes e, se levantando, colocou na entrada e bem devagar foi enfiando, minha bunda foi dilatando conforme o tronco dele entrava, doía bastante, mas foi diminuindo com a ação dele, virando prazer. Louca com aquilo, meus gemidos não demoraram a sair, ecoando pela casa toda, e o Daniel continuava fodendo meu cu.
- Não, não para não, papai, que eu tô gozando.
Enquanto Daniel continuava me fazendo gozar, um jato dos meus fluidos respingou no chão. Terminei minha gozada e Daniel tirou de dentro de mim, levantando-se para ir ao banheiro se limpar, e depois se deitou. Daniel me esperava na cama e eu desci para chupar a pica dele de novo, por quase 10 minutos. Depois me deitei de barriga pra cima e Daniel abriu minhas pernas, levantando-as e colocando a pica dele na minha buceta, me penetrando de uma vez, e eu soltei um grito de dor prazerosa. Começando aí 30 minutos de foda intensa e selvagem, onde em várias ocasiões eu me olhava no espelho e não me reconhecia ao ver minha cara desfigurada pelas caretas que eu fazia. Foram dois orgasmos excitantes, enlouquecedores, sem controle. Mudamos de posição, eu me deitei por cima, abri minhas pernas e enfiei de novo. Conseguindo uma penetração melhor, assim eu podia beijá-lo, unir nossas bocas num mar de saliva. Eu pulava como uma louca sentindo ela nas minhas paredes, e nessa posição gozamos juntos, ficando totalmente exaustos e extasiados de prazer, com o esperma dele que em grandes quantidades inundou minha buceta, e eu tive que usar o lençol inteiro pra me secar. A noite chegou sem a gente perceber. Ficamos deitados na cama até quando meu marido chegou. Com toda a cara de pau, eu disse: "entra, vai pro quarto de hóspedes". Ao voltar, peguei uma roupa de cama e coloquei. Vestí um roupão e desci pra cumprimentá-lo, a Ana Maria já tinha descido. E como eu imaginava, ele estava bem bêbado, ficou um pouco pesado e ao me ver só de roupão, queria um pouco de sexo. Mas estava tão embriagado que aguentou até eu dar uma sopinha que tinha na geladeira. E ele foi caindo no sono sentado na mesa da cozinha. Ajudei ele a se levantar, mas não achei que conseguiria subir com ele. Então deitei ele no sofá da sala, apagou de vez. Coloquei cobertores nele e subi.
– Oi, ¿¿Daniel?? – Meu amor, deixei a roupa na cozinha. – Ah, não importa, o David caiu no sono na sala e esse aí não acorda até amanhã, se quiser pode ficar um tempo. – Tô afim, gostosa, mas esqueci que tenho que levar um remédio pra minha mãe. Melhor a gente se ver essa semana. – Ok, gato, me liga quando puder vir.
Descemos para a cozinha, ela se vestiu ao sair, viu o David dormindo e seguiu até a porta, onde nos despedimos com um beijo apaixonado. Caminhei até a sala olhando pro meu querido marido e suspirando, subi pro quarto. Passando pelo quarto da Ana Maria, que ainda estava brincando, coloquei o pijama nela e a deitei pra ela dormir. Segui pro meu quarto e, ao entrar, senti o cheiro de puro esperma. Que com certeza, se o Daniel não tivesse ficado lá embaixo e viesse tão bêbado, sentiria. Com o Daniel, a gente se viu na quarta-feira, fomos a um motel e fizemos amor por 4 horas sem parar, ele gozou duas vezes e eu umas dez. Com o Hugo, a gente se viu no sábado, passamos a manhã num motel aproveitando que o David foi jogar futebol com os amigos dele.
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