Minhas Memórias 5

Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Esse ano passou rápido, Arturo, meu namorado oficial, vinha me ver a cada 15 ou 20 dias. No meio do ano, eu estava em Bogotá e quase fui pega com um amigo da minha irmã, que estava me visitando na casa da minha prima Sara, que morava em Chapinero alto, perto da 70 com 3ª. A gente já estava na cama, já tinha transado, quando ele chegou. Minha prima me ajudou com a história, levando ele para o quarto dela.
Tive que esperar ela tomar banho e depois fomos caminhar por Chapinero, que é uma área comercial, de mãos dadas como dois apaixonados. Conheci a família dela, que achei muito gente boa, e meu sogro era advogado. Pedi conselhos a ele sobre estudar essa carreira, e ele me orientou super bem na busca por uma universidade.
Pra esses dias, aproveitei minha estadia e, na companhia das minhas irmãs, conheci vários senhores que tornaram tudo muito lucrativo e divertido sexualmente. Mesmo que o Arturo viesse me visitar todo dia, eu dava um jeito de ele ir embora umas 8 da noite pra poder sair e trabalhar um pouco. A gente tinha um bar onde íamos e éramos bem-vindas, porque pra trabalhar lá, a gente tinha que fazer os caras gastarem, e eu era muito bem recebida entre os cavalheiros por causa da minha juventude. Foi lá que aprendi a tomar uísque, rum, tequila, vodka, até que me envolvi com o Dubonet, um vinho delicioso e mais fácil de lidar pro meu trampo. As férias acabaram e eu já tinha uma boa grana guardada.
Me dei a tarefa de procurar vaga na universidade. Procurei em várias, mas a nota que eu tinha era muito baixa pra poder estudar, tive que melhorar e só em março do ano que vem eu conseguiria fazer isso.
Então eu me dediquei a estudar pesado esses meses, revisar tudo que vi nos 6 anos do ensino médio, sem largar meu jeito de ganhar dinheiro, aumentei a tarifa. E nas férias de fim de ano terminei e no outro dia já fui pra Bogotá, de novo me encontrar com o Arturo e me prostituir à noite. O Arturo começou a trabalhar num depósito e ficou bem difícil a gente se ver, só umas duas ou três vezes durante a semana e nos fins de semana.
Mas chegou janeiro e minha prima Anabel tinha o grupinho de amigos dela. Numa dessas festas em casa, conheci o David, um cara de cabelo black e olhos brilhantes, tipo, espetaculares. A gente já tinha chegado quando vi ele entrar — meus olhos grudaram nele e os dele em mim, foi amor à primeira vista. E naquela mesma noite a gente se beijou na cozinha de casa. Os amigos da minha prima não curtiram muito a foda, porque na época eles estavam meio que brigados com o David. Tudo por causa de uma mina do grupo que não foi nesse dia, e que eu só fui conhecer muitos anos depois.
Com o David, me identifiquei na hora. Ele foi, desde aquele momento, a pessoa que ia me acompanhar pelo resto da minha vida. Graças a ele, consegui uma vaga no Externado da Colômbia, porque ele conhecia o reitor. Fora isso, ele me ajudou a pegar um crédito com o Icetex, que é um instituto nacional que financia faculdade.
Minha mãe quando conheceu ele ficou encantada. Porque ele dizia umas coisas bonitas e flertava com ela, levou um puta buquê de flores e com isso ele matou ela, ai minha mãe me disse que eu tinha que cultivá-lo e que tomara que ele nunca soubesse do nosso passado e do que a gente faz.
Terminei com o Artur porque já não sentia nada por ele, e isso foi meio traumático. Um cara legal, mas nada demais.
David também entrou pra fazer a faculdade dele, mas teve que ir pra longe, fora de Bogotá. Ele estudou Engenharia Civil.
Era pouco o tempo que a gente se via, porque ele morava na casa dele com os pais e eu com minhas duas irmãs mais velhas, que se viravam na prostituição quando tavam sem trampo. No primeiro semestre, conheci duas minas de Medellín que me colocaram numa agência de acompanhantes, e eu coloquei minhas irmãs também, melhorando a qualidade. A dona viu minhas fotos e quis me conhecer, então fui com um vestido minissaia bem justo no corpo, destacando minhas curvas, e umas sapatilhas de salto alto abertas. Uma das minas de Medellín me falou na lata que era sapatão e que adorava levar as novinhas pra comer, e eu só pensei: tomara que eu seja a querida da porra.
Quando cheguei, me fizeram esperar um tempão. Li uma revista que tinha na salinha, me ofereceram café, e depois de um tempo fui atendido. Quando entrei, ela estava de pé, olhando pela janela, e quando virou pra me olhar, sorriu. Era uma mulher de uns 30 anos, morena, com 1,70 de altura, olhos pretos e dois sinais no rosto, do tamanho de uma lantejoula, ao lado da boca. Ela estava com o braço esquerdo cruzado segurando o direito, que estava levantado perto da boca, e o dedo mindinho era meio mordido pelos dentes. Me olhou de cima a baixo e disse:
—Mamacita, vira pra cá.
Eu me virei, mostrando todo o meu corpo pra ela. Ela se aproximou e agarrou minha bunda com a mão direita.
—nossa, isso é pura carne fresquinha
Fiquei parada deixando ele me tocar e sorri pra ele. Ele perguntou coisas sobre mim, no meio da conversa me fez tirar a roupa e com palavras me dizia que eu poderia me dar muito bem, que eu tinha um corpo espetacular. Se colocando atrás de mim, agarrou meus peitos e sugestivamente me disse:
—Aqui você pode se dar muito bem, mas tudo depende de você, gostosa, se quiser ganhar uma grana boa.
Ela me vira e toca meu rosto com as duas mãos, e continua:
—Então, se você quiser, eu posso te ajudar a conseguir os melhores clientes.
—seria muito bom.
Falo pra ele. Aí ele pega a câmera dele e tira várias fotos minhas em poses diferentes, vê que eu me molhei e a mão dele toca na minha bucetinha, larga a câmera na mesinha de centro e enfia os dedos em mim, me dizendo:
—então, o que você acha? Toparia atender meus melhores clientes? Dá pra ganhar uma grana boa lá.
Eu ouvia ela sentindo os dedos dela esfregando minha bucetinha e meus lábios se mordiam de prazer.
—sim, adoraria.
E sorrindo, a boca dela procurou beijar meus lábios vaginais, lambendo eles com a língua, chupando. Ficou assim por um bom tempo. Depois se despiu, ficando só com os sapatos, e sentando, me fez chupar a bucetinha dela.
Minha língua começou a fazer ela gozar, seus gemidos de prazer me diziam isso, eu provocava orgasmos nela a todo momento, inundando minha boca com seus sucos. Quando terminamos, deitamos no chão e juntamos nossas bucetinhas para nos masturbar juntas. O tempo passou rápido e dona Aleida suava como uma louca. Quando acabou, vi que a gente tinha passado quase duas horas ali. Ela se levantou e chamou um senhor para vir — era o marido dela — e eu já ia me vestir quando ele chegou e me disse:
—Quero que você transe com meu marido.
Eu fiquei olhando pra ela e perguntei:
—Com o marido dela?
E apontando pra ele.
—Com ele, tem algum problema ou o quê?
—Vamos, gatinha, preciso ver como você faz.
—Fica tranquila, dona Aleida, que eu não tenho problema nenhum, pelo contrário, adoro fazer isso.
Me aproximei bem sugestivamente e, beijando ele, mordia seus lábios devagar. Desabotoei a calça dele pra tirar a pica e acariciar até ela ficar dura. Me agachei abrindo minhas pernas, deixando Dona Aleida ver minha bunda, enfiei a pica dele na minha boca e fiquei olhando pra ela se masturbando.
Depois me levantei e, me movendo ao redor dele, passei minhas mãos pelo corpo dele por cima da camisa, desabotoando a gravata e depois a camisa, acariciei os peitos peludos dele, continuei soltando a calça e, pegando na mão dele, levei ele pro sofá, sentando ele comecei a dançar esfregando meu corpo nele, exatos 10 minutos, vi no relógio. Antes de ser penetrada por ele, ao sentar em cima da pica dele.
Minha bucetinha gozava gostoso enquanto pulava e falhava com ele, virava pra olhar dona Aleida que continuava se masturbando, arqueando o corpo contra o sofá.
Mudei de posição, mas dessa vez enfiei o pau dele no meu cu. Vendo que aquela tinha acabado com meu dedo, mandei ela chegar mais perto pra chupar minha bucetinha. E de quatro, ela veio me olhando, a língua dela começou a lamber. Aí senti o marido dela começar a tremer, enchendo meu cu de porra. E dona Aleida continuava me masturbando até eu gozar. Descansamos, e o marido dela levantou, se vestiu e foi embora.
Pensei que a Aleida era bissexual, mas não, ela é só lésbica. O marido dela é só um objeto decorativo, e ela deixa ele transar com as garotas que chegam lá. Mas no meu caso, não foi assim. Naquela noite, eu virei amante dela por vários meses. Tinha que ir todo dia, e todo dia a gente se esfregava. Mas isso me serviu, porque ela cumpriu o que prometeu: comecei a ter clientes muito bons e conheci figuras que, com o passar dos anos, viraram meus clientes na minha profissão de advogada. E foram esses que me ajudaram a ganhar muito mais do que eu podia ganhar me prostituindo.
Aos três anos de idade, eu tive um pequeno atraso e, no fim das contas, tava grávida. Eu não tava muito a fim de ter o filho, mas o David encontrou o negócio no lixo do banheiro e me perguntou. Tentei desviar o assunto, mas no dia seguinte eu desmaiei, e justo tava com ele, e acabei vomitando. Aí tive que contar a verdade: tava grávida, mas o problema é que eu não sabia de quem era. E ele, sem pensar duas vezes, todo sorridente e feliz, me pediu em casamento. Eu não queria casar ainda, muito menos ter um bebê, aquilo era foda. O que eu ia fazer? Melhor dizendo, ainda não tava preparada pra minha vida mudar. Claro que eu ia continuar estudando, mas e o meu trampo? Só de pensar que não ia poder trabalhar por um tempão, já ficava pilhada. Minha meta era juntar uma boa grana antes de casar. A faculdade era cara pra caralho, mas o empréstimo dava uma aliviada, mesmo assim eu queria continuar trabalhando.
Mas o passo foi dado depois de discutirmos muito acaloradamente, mas David soube me manejar, entre nós, EU ME FODI. Pensava eu.
Chegou o dia do casamento e, nessa época, eu tinha conhecido um cara que trabalhava como garçom num bar que a gente frequentava com o David nos fins de semana, mas eu ia durante a semana e a gente transava. Com ele, 8 dias antes do meu casamento, fui pra Melgar pra minha festa de despedida. Falei pro David que minhas amigas de Girardot tinham me convidado, só pra poder ir com o Elias e passar o fim de semana inteiro na cama com ele.
Dois meses depois de eu ter casado, uma das minhas irmãs sofreu um acidente quando, ao atravessar a rua, um carro que virava a atropelou. O susto que eu levei ao vê-la voar pelo ar me fez perder o bebê, tive um aborto infelizmente, mas que me deixou descansada porque, veja só, eu tinha transado com três morenos de cabelo liso, hahaha, três negrinhos, e todos gozaram dentro de mim. Então, imaginem só como ia sair o negrinho, onde é que eu ia me meter?

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