Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Era um dia de verão ensolarado e eu tava de férias, mas minha mãe não, e ela me pediu pra levar um perfume e uns cremes pra minha tia, que morava perto. O negócio era um saco, mas topei porque minha tia é diferente da minha mãe. Ela é bem nova, tem lá seus 30 anos, então a gente se dava bem. Fui subindo pra casa dela com as coisas na mão eQuando cheguei, notei que a porta estava trancada. Chamei várias vezes, mas ninguém respondia, então usei uma chave que minha tia tinha me dado e entrei...
-Oi? Oi?
Me aproximei do quarto dela e abri a porta, ela estava lá dentro sentada na cama, só com um pano cobrindo o corpo. Ela se levantou e me cumprimentou, não tinha me ouvido chegar. Enquanto a gente conversava, eu não conseguia parar de pensar que ela estava só com um pedaço de pano impedindo de vê-la nua. Os peitos dela marcavam no pano de um jeito do caralho, e ele parecia quase curto demais pra cobrir todas as pernas dela, estava até bem acima dos joelhos. Eu tentava olhar pro rosto dela e não fazer muito óbvio que tava tentando espiar por cima da toalha. A gente conversava e conversava, e eu continuava tentando evitar olhar pra baixo do rosto dela, mas era muito difícil não ter essa curiosidade, ainda mais porque ela era uma mulher muito gostosa. A coisa piorou quando ela, com o pé, tentou coçar o joelho, expondo uma parte da bunda dela junto com o resto da perna nua.
- Emm, o que você tá olhando?
—Ah, desculpa, meu olhar escapou, foi mal!
—Quê? Será que tu quer ver? (dizia com um sorrisinho safado)
-É sério?
—Se prometer não contar nada, eu faço.
-....pois é....
Eu sorri pra ela e ela entendeu na hora. Se jogou em cima de mim, pegou minhas mãos e colocou na cintura dela. Eu beijei ela de língua e foi tão bom, tão tesudo...
-mmm, tem algo crescendo aí, hein?
Ela se virou, ficando de costas pra mim, e deixou a toalha cair. As costas dela estavam nuas e, mesmo usando uma daquelas calcinhas tipo boxer feminina, a bunda dela se marcava de um jeito extraordinário, levantando o tecido e deixando metade dela à mostra.
-Experimentamos o creme, sugeri
-jummm, essa sim é uma boa ideia...
Tirei a camisa e a calça, peguei o creme e comecei a massagear as costas dela, de cima pra baixo, aproveitando pra encostar meu pau nela de vez em quando. Ela estava de olhos fechados e eu comecei a massagear os peitos dela. Fiquei na frente dela e tava com uma ereção do caralho, tocava os ombros dela e voltava pros peitos, fazia movimentos circulares na barriga dela e a pele dela brilhava de um jeito muito gostoso. Aproveitei e meti a mão por dentro da calcinha dela, enfiei um dedo na buceta dela e sentia uns pelinhos suaves na minha palma. Masturbei ela sentindo ela gemer, ela abria as pernas cada vez mais e tremia...
Beijei ela de novo, fiquei atrás dela e puxei a calcinha pra baixo... ela gritou.
-Ahhhh! Diego, já é demais! Tamo indo longe demais!
Não respondi e, pelo contrário, tirei minha cueca e comecei a enfiar meu pau na buceta molhada dela. Levantei ela, sentindo as nádegas roçando na minha pele e os pés dela nas minhas costas. Encostei ela numa janela que dava vista pra casa de um vizinho, um andar abaixo, e comecei a penetrar ela sem me importar que fosse minha tia ou que alguém pudesse nos ver. Ela gritava, e os peitos dela ficavam amassados no vidro da janela.
Ela gemeu e gemeu até que de repente o vizinho saiu...
—O vizinho tá me olhando!!
Penetrei ela ainda mais forte e apertei ela contra a janela pra que nosso amigo curtisse mais a vista, as nádegas dela estavam totalmente coladas em mim e as pernas completamente abertas, a buceta dela exposta pro vizinho a excitava cada vez mais...
Eu, que tava com ele duro, tirei meu pau e joguei minha agora mulher na cama. Ela caiu de pernas abertas e braços estendidos, então aproveitei e enfiei o pau na boca dela enquanto eu lambia o clitóris dela, fazendo um 69... Minha língua penetrava ela, e ficamos assim por um bom tempo, até eu gozar dentro da boca dela.
Ela guardou o sêmen na boca e me mostrou orgulhosa, a boca dela estava toda coberta de porra. Logo em seguida, ela se debruçou na janela ainda pelada e, com o polegar pra cima e a boca aberta cheia de sêmen, cumprimentou o vizinho, que tava de olho nela. Ela ainda tava com vontade e, por minha culpa, tinha despertado um instinto exibicionista nela.
- Ficou sem vontade?
-Já vou!
Ela se apertou de novo contra a janela, dessa vez de costas, deixando as nádegas coladas no vidro. Eu meti nela de novo, tão forte que ouvia gritos em vez de gemidos. Ela berrava tanto que dava pra ouvir na casa inteira...
-Durooo, tô gozando, tô gozando, ai papai, isso
Minha tia gozou e a quantidade de fluidos na buceta dela era tanta que dava pra sentir, fazendo com que eu gozasse em cima do umbigo dela dessa vez.
Nós nos beijamos e ficamos os dois pelados, nos abraçando por mais um tempinho...
—Que bela pica cresceu pra você, sobrinho. Vamos repetir isso, né!?
-Já quando você quiser
—Vamos tomar banho juntos.
Ele pegou na minha piroca e me levou pro banheiro, me puxando pelo caminho como se eu fosse o brinquedo novo dele. Eu ia dando tapas na bunda dele, era óbvio que algo grande tava começando na nossa linda relação de tia e sobrinho.
-Oi? Oi?
Me aproximei do quarto dela e abri a porta, ela estava lá dentro sentada na cama, só com um pano cobrindo o corpo. Ela se levantou e me cumprimentou, não tinha me ouvido chegar. Enquanto a gente conversava, eu não conseguia parar de pensar que ela estava só com um pedaço de pano impedindo de vê-la nua. Os peitos dela marcavam no pano de um jeito do caralho, e ele parecia quase curto demais pra cobrir todas as pernas dela, estava até bem acima dos joelhos. Eu tentava olhar pro rosto dela e não fazer muito óbvio que tava tentando espiar por cima da toalha. A gente conversava e conversava, e eu continuava tentando evitar olhar pra baixo do rosto dela, mas era muito difícil não ter essa curiosidade, ainda mais porque ela era uma mulher muito gostosa. A coisa piorou quando ela, com o pé, tentou coçar o joelho, expondo uma parte da bunda dela junto com o resto da perna nua.
- Emm, o que você tá olhando?
—Ah, desculpa, meu olhar escapou, foi mal!
—Quê? Será que tu quer ver? (dizia com um sorrisinho safado)
-É sério?
—Se prometer não contar nada, eu faço.
-....pois é....
Eu sorri pra ela e ela entendeu na hora. Se jogou em cima de mim, pegou minhas mãos e colocou na cintura dela. Eu beijei ela de língua e foi tão bom, tão tesudo...
-mmm, tem algo crescendo aí, hein?
Ela se virou, ficando de costas pra mim, e deixou a toalha cair. As costas dela estavam nuas e, mesmo usando uma daquelas calcinhas tipo boxer feminina, a bunda dela se marcava de um jeito extraordinário, levantando o tecido e deixando metade dela à mostra.
-Experimentamos o creme, sugeri
-jummm, essa sim é uma boa ideia...
Tirei a camisa e a calça, peguei o creme e comecei a massagear as costas dela, de cima pra baixo, aproveitando pra encostar meu pau nela de vez em quando. Ela estava de olhos fechados e eu comecei a massagear os peitos dela. Fiquei na frente dela e tava com uma ereção do caralho, tocava os ombros dela e voltava pros peitos, fazia movimentos circulares na barriga dela e a pele dela brilhava de um jeito muito gostoso. Aproveitei e meti a mão por dentro da calcinha dela, enfiei um dedo na buceta dela e sentia uns pelinhos suaves na minha palma. Masturbei ela sentindo ela gemer, ela abria as pernas cada vez mais e tremia...
Beijei ela de novo, fiquei atrás dela e puxei a calcinha pra baixo... ela gritou.
-Ahhhh! Diego, já é demais! Tamo indo longe demais!
Não respondi e, pelo contrário, tirei minha cueca e comecei a enfiar meu pau na buceta molhada dela. Levantei ela, sentindo as nádegas roçando na minha pele e os pés dela nas minhas costas. Encostei ela numa janela que dava vista pra casa de um vizinho, um andar abaixo, e comecei a penetrar ela sem me importar que fosse minha tia ou que alguém pudesse nos ver. Ela gritava, e os peitos dela ficavam amassados no vidro da janela.
Ela gemeu e gemeu até que de repente o vizinho saiu...
—O vizinho tá me olhando!!
Penetrei ela ainda mais forte e apertei ela contra a janela pra que nosso amigo curtisse mais a vista, as nádegas dela estavam totalmente coladas em mim e as pernas completamente abertas, a buceta dela exposta pro vizinho a excitava cada vez mais...
Eu, que tava com ele duro, tirei meu pau e joguei minha agora mulher na cama. Ela caiu de pernas abertas e braços estendidos, então aproveitei e enfiei o pau na boca dela enquanto eu lambia o clitóris dela, fazendo um 69... Minha língua penetrava ela, e ficamos assim por um bom tempo, até eu gozar dentro da boca dela.
Ela guardou o sêmen na boca e me mostrou orgulhosa, a boca dela estava toda coberta de porra. Logo em seguida, ela se debruçou na janela ainda pelada e, com o polegar pra cima e a boca aberta cheia de sêmen, cumprimentou o vizinho, que tava de olho nela. Ela ainda tava com vontade e, por minha culpa, tinha despertado um instinto exibicionista nela.
- Ficou sem vontade?
-Já vou!
Ela se apertou de novo contra a janela, dessa vez de costas, deixando as nádegas coladas no vidro. Eu meti nela de novo, tão forte que ouvia gritos em vez de gemidos. Ela berrava tanto que dava pra ouvir na casa inteira...
-Durooo, tô gozando, tô gozando, ai papai, isso
Minha tia gozou e a quantidade de fluidos na buceta dela era tanta que dava pra sentir, fazendo com que eu gozasse em cima do umbigo dela dessa vez.
Nós nos beijamos e ficamos os dois pelados, nos abraçando por mais um tempinho...
—Que bela pica cresceu pra você, sobrinho. Vamos repetir isso, né!?
-Já quando você quiser
—Vamos tomar banho juntos.
Ele pegou na minha piroca e me levou pro banheiro, me puxando pelo caminho como se eu fosse o brinquedo novo dele. Eu ia dando tapas na bunda dele, era óbvio que algo grande tava começando na nossa linda relação de tia e sobrinho.
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