Iniciando na dominação e exibicionismo | 6

Já tinha passado um dia desde a Reunião com as donas. Por causa de uns problemas pessoais delas, não tinham conseguido me ver no dia anterior, então foi bem tranquilo, com tarefas sim, mas mais sossegado do que eu imaginava. Usar o plug, a calcinha, ir no carro sem calças e as mesmas tarefas dos outros dias.


Acordei de manhã e era meu dia de folga, fiz minha tarefa de vestir uma calcinha nova e mandar uma foto de bom dia pras minhas Donas, fui fazer meu café e minhas torradas. Preparei tudo na varanda e comecei a tomar café da manhã esperando alguma resposta das minhas Donas.


Como não tinha nada pra fazer, fiquei um tempão na varanda, fumando um cigarro e tomando outro café. Se dependesse de mim, viveria só de café.
Recebi a primeira mensagem das minhas Donas.


A: Bom dia, escravo, olha que gostoso com suas calcinhas. Hoje você vai ter um dia bem cheio, e ainda nos disse que está de folga, então vamos aproveitar isso. Sua primeira tarefa vai ser se vestir. Coloca uma calça, com sua calcinha por baixo, um moletom sem nada por baixo e manda foto de comprovação. Depois pega o plug médio e as pinças, coloca tudo e nos avisa com foto também.


É preciso dizer que, desde a brincadeira dela comigo no último dia no campo, eu continuava sem gozar com a gaiola colocada.
Fui fazer minhas tarefas, me vesti rapidinho pra mandar a foto e me preparei pra sair. Coloquei as presilhas e enfiei o plug com bastante facilidade. Minha bunda já tava se acostumando a ter ele lá dentro.


Assim que mandei as fotos, fiquei esperando mais instruções. E não demorou muito pra chegarem.


A: Porquinho, hoje você vai descobrir na prática que somos suas Donas e que tem que nos obedecer. Agora você vai sair andando, vai colocar os pesos nas pinças dos mamilos e, quando estiver na rua, queremos foto de comprovação.


Peguei os pesos, eram umas bolas de metal brilhante que se prendiam nas pinças e pesavam pra caralho. Faziam o mamilo ficar puxando pra baixo.
Desci pra portaria e mandei a foto com o moletom levantado e minhas bolas balançando.


A: Seus bicos vão sofrer pra caramba hoje. -A verdade é que não tinha nada a ver usar eles com pesos, dava pra sentir bem o peso.- Agora dá uma volta, uns 10 minutos andando, quando passar o tempo, vai num banco, senta e avisa a gente.


Comecei a andar e coloquei o celular no modo vibração. Assim não precisaria ficar com ele na mão o tempo todo. Enquanto caminhava, meu pau estava quente, o plug se movendo a cada passo era muito gostoso, dava pra sentir ele balançando de um lado pro outro. Meus mamilos naquele momento não doíam, só aumentavam a tesão, sentia os pesos pendurados e roçando na pele, estavam meio frios e isso dava mais sensação. A tentativa dos meus mamilos de ficarem duros aumentava a pressão das pinças, fazendo eu sentir um pouco mais de dor.


Meu celular me avisou com a vibração e, desligando o alarme, fui procurar um banco, o que não me levou mais de 1 minuto. No fim, pelas ruas sempre tem algum. Tinha uma árvore de um lado, uma parede na frente e a rua atrás. Era aquele banco de madeira típico, feito de tábuas e com os braços de metal. Sentei e pude sentir como o plug ficava enfiado até o fundo, o que me deu muito prazer.
Avisei minhas donas que tava sentado e esperando as ordens delas.


A: Vale, porquinho, agora você vai abrir o zíper da calça e vai tirar seu pau com a gaiola pra tomar um ar. Fica mais 10 minutos aí com a gaiola pra fora, bem à mostra.


Com os nervos à flor da pele, abri a braguilha da calça e deixei minha gaiola pra fora, afastando a calcinha pro lado. Tive que pegar um cigarro enquanto isso pra fazer alguma coisa com as mãos e mantê-las ocupadas. Assim, pelo menos, não dava pra perceber tão fácil que eu tava nervoso.
A vila tava tranquila, sem muito movimento. Quando já tinham passado uns 7 minutos, um homem veio andando na minha direção, passou direto. Nem quis olhar na cara dele pra ver se ele tinha reparado em mim, e continuei besta com meu cigarro, que dei uma última tragada e apaguei.


O alarme do celular vibrou de novo e eu escrevi no chat sem me segurar na gaiola.


A: Muito bem, porquinho, agora você vai andar de novo, mais 10 minutos, em direção a casa mas pelo outro lado. E a gaiola você guarda, mas não prende, assim vai com cuidado pra não aparecer.
Quando passar os 10 minutos, você avisa a gente de novo.


Mesma ação de antes e mesma forma de resolver, enfiei a gaiola pra dentro da calça e deixei o zíper pra baixo. Comecei a andar com o alarme já contando e dessa vez fui mais tranquilo, se aparecia alguma coisa, era pouca, então caminhei sem problemas pelas ruas até que vibrou de novo. Quando parei, avisei e pedi permissão pra mijar, que já tava com vontade.


A: Claro que pode fazer xixi, mas vai fazer num cantinho onde der, com um arbusto ou algo, mostrando a sua bunda pra rua e com a calcinha bem à mostra. Depois de fazer xixi, você sobe a calça mas continua com o zíper aberto e vai embora pra casa.


Fui pra isso, olhando pra todo lado pra ver se alguém me via. Abaixei a calça até a metade da coxa pra deixar a calcinha à mostra e tirei meu pau enjaulado pra fora. Não fiz muito, talvez por nervoso, levantei a calça e fui embora pra casa.
Meus mamilos já não davam tanto prazer, era mais dor mesmo. Continuava sentindo o atrito com a roupa e com meu corpo, mas cada vez que roçavam, era um puxãozinho dos pesos neles. Ardiam com o contato, mas tentei pensar em outra coisa. Quando cheguei no portão, mandei uma mensagem e, antes de subir e deixar meus mamilos me fazerem sofrer ainda mais, fiquei ali esperando a resposta.


A: Tá se comportando bem, porquinho. Quem sabe hoje é o teu dia de gozar e tudo. Mas ainda é muito cedo. Agora sobe pra tua casa, tira os pesos mas não tira os grampos, deixa esses biquinhos sofrendo. Foda-se o dildo, o lubrificante, e vai pro carro.


Subi pra casa bem devagar porque os pesos já tavam doendo pra caralho. Assim que entrei, levantei a camiseta e soltei os pesos com todo cuidado, mas mesmo assim, só de segurar a presilha já sentia os peitos como se tivessem no fogo.


Quando consegui tirá-las, senti um certo alívio, os mamilos estavam bem sensíveis, mas agora não tinha nada puxando pra baixo, só os grampos, que não igualavam a dor dos pesos. Peguei os brinquedos e fui pro carro.
Assim que cheguei lá, avisei minhas Donas e esperei instruções.


A: Fica atento às tarefas, porquinho. Esperamos que cumpra tudo direitinho. Primeiro, enfia o dildo e, com a ventosa que ele tem, cola no vidro do carona. Assim, quando te virem, vão saber que você é um porco que adora levar uma surra bem forte. Depois, deixa o zíper do moletom no meio e deixa os peitos um pouco à mostra. E por último, a gaiola pra fora, claro. Quando estiver assim, manda foto de tudo pra gente.
Depois você segue pra localização que vou te mandar. Antes de chegar, tem um estacionamento bem grande onde geralmente ninguém estaciona, para lá e avisa a gente.


Coloca o dildo na janela, abaixei o zíper do moletom e tirei a gaiola pro ar. Tava nervoso, mas ao mesmo tempo com o tesão lá em cima. A sensação de se expor e o tesão de ser visto são coisas que não dá pra descrever direito, tem que viver pra sentir.


Saí da garagem e coloquei o GPS pra ir até o local, não conseguia parar de olhar pro dildo subindo e descendo com as vibrações do carro.
O que será que quem me visse pensaria?
Tentei não pensar muito pra não piorar a situação e fui seguindo as instruções. Antes de chegar no estacionamento onde tinha que parar, precisei frear numa faixa onde tinha um grupo de três minas. Parei na frente da faixa e elas começaram a atravessar, uma delas olhou pro carro e me olhou, depois avisou as amigas com o cotovelo. As três ficaram me encarando e soltaram umas risadas. Não sei se viram o dildo ou meus clipes nos mamilos. Fiquei muito vermelho, sentia o calor no rosto. E assim que elas passaram, saí dali bem rápido pro estacionamento.
Estacionei o carro e avisei minhas Donas.


A: Vale, porquinho. Agora, antes de ir pro local, você vai se despir e vai dirigir até aqui só com a sua gaiola e os grampos. E o plug, claro, espero que não tenha tirado. Fica tranquilo que é uma estrada de terra e não costuma passar muita gente.


Comecei a me despir no carro, meio desconfortável porque não sou exatamente baixinho. E bem nervoso, assim que tirei a roupa e fiquei pelado, liguei o carro e segui o caminho.
Era bem reto, com poucos buracos e cercado de árvores e sítios.


O GPS marcava 100 metros pra chegada, a estrada dava uma leve curva e na frente tinha um descampado bem grande. Onde o mapa tava me indicando a localização.
Chegou no destino" foi a única coisa que ouvi, seguido de uma mensagem das minhas Donas.


A: Porquinho, a gente tá te vendo. Agora você vai tampar os olhos, sair do carro e ficar de joelhos esperando. Se confiar na gente, não vai te acontecer nada. Você que sabe: se continuar e fizer isso, essa relação vai pra frente; se não quiser, para, se veste e vai pra casa. É a hora de decidir o que vai rolar daqui pra frente. Já vou te adiantar: se ficar, vai se divertir pra caralho, mas vai ficar às nossas ordens. E se for embora, fica tranquilo que não vamos fazer nada contra você.


Não precisei pensar duas vezes, queria seguir com tudo isso adiante e ver até onde a gente ia chegar. Então desci do carro, vendi os olhos e me ajoelhei. De olhos fechados, não soube exatamente quanto tempo passou, mas pareceu uma eternidade.
Comecei a ouvir passos, cada vez mais perto, meu coração acelerava. Imaginava que seriam minhas Donas, mas ao não ver nada, minha cabeça me fazia pensar em outras possibilidades.


As pisadas pararam do meu lado e ouvi umas risadinhas. Era a risada da Carmen, isso com certeza.


A: Oi, porquinho. – Era ela quem falava. – Você não pode tirar a venda, hoje é um dia especial e depois a gente te conta o porquê. Mas agora você vai ficar de quatro, igual o porco que você é.


Fiz como me pediram, senti umas mãos pegando na minha calcinha. Com os olhos vendados, eu sentia cada sensação ainda mais forte, como quando levantaram a calcinha e foram abaixando ela devagar até os joelhos. Ela voltou e acariciou minha bunda bem de leve, senti a mão deslizando devagar e meu pau queria reagir, mas a gaiola não deixava. A mão deslizou entre minhas nádegas e foi indo em direção ao plug, pegou ele devagar, senti a base sair um pouco e, aos poucos, foi tirando ele, fazendo meu cu abrir devagar, me dando muito prazer, e ele saiu suavemente.


Notei algo frio se aproximando, como uma ponta. Ela foi introduzindo devagar lá dentro e, aos poucos, comecei a sentir algo frio entrando, algo líquido.


A: Fica de boa porquinho, é um aplicador de lubrificante. Hoje a gente quer que você fique bem molhadinho aí atrás. Com certeza você vai curtir pra caralho.


Ao tirar o aplicador, senti umas gotas escapando e escorrendo até minhas bolas. Os dedos dela pegaram essas gotas e foram enfiando devagar.


A: Não vamos desperdiçar nada. Então, porquinho, hoje é o último dia da Carmen aqui, ela foi contratada em outra cidade e precisa ir embora. Já que você aceitou ser nosso submisso, vamos fazer com que ela se divirta e faça o que quiser com você. Pra começar, ela trouxe um brinquedo que nunca testou e vai estrear ele em você.


Sentia uma puta excitação, tava muito tarado e ao mesmo tempo nervoso, a Carmen era mais sádica que a Lucia e isso me dava um pouco de medo. Não sabia o que ela tinha planejado pra mim naquele dia.
Mas no fundo, só queria que ela continuasse com aquilo.


Continuava massageando com os dedos, abrindo minha buceta, já tinha 3 dedos lá dentro e tirou tudo de uma vez. Soltei um gemido porque não esperava, e logo senti outra coisa fria de novo, mas dessa vez era bem maior. Começou a entrar devagar e estava me abrindo muito, era maior que meu vibrador, e imaginei que seria outro, só que bem maior.
Ele tirou a ponta de novo e colocou pra dentro outra vez. Não tava doendo, tava gostando pra caralho, mas nunca tinha enfiado nada tão grande assim antes.
Fui empurrando devagarzinho, sentia como o pau de plástico deslizava dentro de mim e eu ia me acostumando com ele. Tirava ele de novo, deixando meu cu se fechar, e enfiava de volta. Sem perceber, eu já tava gemendo e meu pau escorrendo.
Notei que ele acelerou um pouco o ritmo, mas aquela coisa ainda não tinha entrado toda. A cada metida, eu sentia que me abria mais e mais.
Ouvi a Lucía se mexer e se colocar na minha frente, sentia a respiração dela perto e isso me excitava. As mãos dela começaram a deslizar pelos meus ombros devagar, os dedos dela eram tão macios que arrepiaram minha pele.
Carmen, enquanto isso, continuava se divertindo com minha bunda, cada vez mais fundo, eu não conseguia parar de gemer, tava com a boca aberta e a Lúcia, com uma das mãos, acariciou minha gaiola, pegando um pouco do líquido que eu tava soltando, e enfiou os dois dedos na minha boca pra eu limpar. Fechei meus lábios neles e comecei a lamber, passando a língua como se fosse um osso e eu quisesse tirar todo o caldo.
Levei uns tapas fortes da Carmen que me deixaram ainda mais tarado, se é que isso era possível.


Lúcia tirou os dedos da minha boca e, com as duas mãos, foi atrás dos meus mamilos. As pinças ainda estavam penduradas e eles estavam bem sensíveis. Assim que pegou nas pinças, soltei um gemido porque já estavam incomodando pra caralho. Com muito cuidado, ela soltou uma delas, e eu deixei escapar um gritinho. Elas adoravam fazer isso comigo, sentir o sangue voltando a circular depois de tanto tempo é doloroso pra cacete.
Em seguida, pegou meu outro mamilo e repetiu a ação, fazia com cuidado mas doía pra caralho.


Carmen com meu grito parecia que ficava ainda mais tesuda e acelerou bastante o ritmo, o dildo era muito comprido, eu sentia ele saindo e entrando até o fundo. O arnês dela roçava na minha bunda e ela gemia cada vez mais. As investidas dela ficavam mais fortes, eu gemia porque tava me partindo ao meio.
Lucia, enquanto isso, continuava brincando com meu corpo, agarrou meu cabelo e puxou minha cabeça para trás, eu continuava gemendo cada vez mais alto. Senti ela cuspir na minha boca e me beijar, tava ficando muito pesado. Minha rola queria sair da jaula de qualquer jeito.


Em poucos minutos, a Carmen tirou o dildo inteiro e começou a rir.


A: Olha, Lúcia, nosso porquinho tá com o buraco mais aberto do que nunca.
—Lúcia deu um passo pra trás.

Porra, porco, ela tá deixando tua buceta toda arrebentada.
E pior que vai gozar kkkk.


Carmen colocou a ponta e empurrou até o fundo, eu gemi igual um porco de tanto prazer que senti. E agora sim que ela tava pegando fogo, tava metendo no meu cu sem piedade. Ela enfiava no meu cu soltando umas palmadas de vez em quando. Eu sentia meu cu ardendo.


Senti de novo a mão macia da Lúcia na minha barriga, descendo até meu pau. Ouvi um som metálico e, de fato, era a chave da minha gaiola. Queria gozar e ficar duro que nem pedra. A gaiola caiu quando tirou o cadeado e a reação foi na hora, começou a crescer e a Lúcia agarrou ele com força, batendo uma devagar, com a outra mão tocando a cabecinha fazendo círculos.
Eu tava bem perto de gozar, fazia um tempão sem fazer isso, e segurando meus gemidos como dava, falei pra Lucia, que soltou minha rola dando um tapa seguido de outro tapa nos meus ovos.
Carmen se jogou em cima de mim, sentia o dildo bem fundo e as mãos dela agarraram meus bicos sem piedade, eu gritei mas o prazer era grande demais também.
Tava quase gozando só com as estocadas, com meu pau batendo e socando minha barriga e as palmadas que a Lúcia me dava de vez em quando.


Falei de novo pra ele, não conseguia acreditar que eu pudesse gozar sem ele quase me tocar, só com aquelas palmadas e tapas.


A: Se mal tô te tocando, porquinho, nem pense em gozar ainda. Nada de porra até a gente te dar permissão.


Eu tentava aguentar de qualquer jeito, enquanto as investidas da Carmen me faziam gemer, ao mesmo tempo que ela beliscava meus mamilos, esticando eles, rodeando, me dando tapas. A Lúcia adorava judiar da minha rola.
Ficar de olhos fechados tava me deixando louco, sentia todas as sensações multiplicadas.
Avisei elas de novo porque não aguentava mais, ia gozar sem conseguir evitar.


Eu: Por favor, amor, não aguento mais, já vai sair. Deixem o porquinho de vocês gozar enquanto tão fodendo o cu dele e brincando com a pica!


A: HAHAHAHA olha ele aprendendo, vai porquinho, descarrega tudo que você tem.


Carmen acelerou ainda mais o ritmo e Lúcia agarrou minha pica, me masturbando bem rápido. Sentia a mão dela percorrer meu tronco, todo molhado, como seus dedos macios estavam me ordenhando. Não aguentei mais, com uma palmada da Carmen comecei a gozar e a bufar, sentindo que estava soltando tudo o que tinha.
A Lúcia não parava de me masturbar e eu tava muito sensível. Eu tentava me mexer porque meu pau tava explodindo.
Carmen também gozou, enfiou o dildo em mim até o talo, deixando ele enterrado fundo, fazendo eu soltar meus últimos jatos de porra. Senti ela relaxar e sentar no chão, respirando pesado, recuperando as forças.


A: Abre essa boquinha e come tudinho, seu porquinho, não deixa cair nada. —Era a Lúcia, tinha recebido minha gozada na mão dela e estava bem na minha frente. Dava pra sentir o cheiro— Vamos, não nos faça ficar brava agora, depois de ter se comportado tão bem.


Abri minha boca e a mão dela começou a se esfregar, com minha língua eu ia recolhendo tudo que podia, tentava não pensar no gosto, só engolia e lambia desejando que já acabasse logo. Ela enfiou os dedos um por um pra deixar limpos e depois de engolir o último, as duas se levantaram.


A: Bom, te fudemos, você gozou e comeu o próprio esperma. Agora sim, você é um porco de verdade. Se comportou muito bem e fez a Carmen se divertir pra caralho.
Vamos ver se você consegue sentar agora kkkkk


As duas estavam rindo, olhando pra minha bunda. Tiraram minha venda, a luz me cegou um pouco e, aos poucos, fui enxergando tudo melhor.
Jogaram um lenço na minha frente pra eu limpar a cara.


A: Vale, porquinho, agora você vai se limpar, vai limpar sua gaiola e colocar de novo, porque você não é livre sem a nossa permissão. Depois se veste, com sua roupa e a calcinha.


Enquanto eu me limpava de joelhos, olhava pra elas de pé, minhas Donas, eram gostosas pra caralho e eu tava me viciando nesse mundo. Não queria que acabasse nunca.
Carmen tirou o dildo e me fez lamber a parte que ela tinha dentro. Chupei com vontade até deixar limpinho dos sucos dela. Passei minha língua catando tudo que dava.


Quando terminei, continuei me vestindo e elas também, se arrumando.


A: Valeu, porquinho, adorei. — Disse a Carmen, simpática como poucas vezes eu tinha visto ela.
Agora vamos tomar umas cervejas num bar pra gente se despedir, aí te conto melhor e a gente se conhece mais. De agora em diante, a Lúcia vai ser sua dona, mas pode ter certeza que ela vai me mandar fotos e vídeos das suas aventuras.


Juntamos tudo e fomos tomar um negócio num terraço que tinha na vila. Pra mim, aquele dia foi foda, a experiência, o tesão, a excitação, o prazer de servi-las. Era verdade que seria o porquinho delas, não queria outra coisa.


Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.


Bom, antes de tudo, quero agradecer por todo o apoio nas histórias. Agora vem uma nova série, continuação desta, mas só com a Lucia. Resolvi dividir pra não ficar tão longa.
Daqui a pouco vou começar a postar os primeiros contos.

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