HISTÓRIA FICTÍCIA. Era uma manhã de sábado e, como de costume, eu estava arrumando a casa. Tudo indicava que seria um dia normal, até que, enquanto arrumava a cama do meu filho, ao levantar o colchão, me deparei com uma meia preta com umas manchas brancas e um biquíni meu também com umas manchas brancas. Não tinha certeza do que era, mas ao cheirar e tocar, não havia dúvida de que era esperma seco do meu filho. Peguei o biquíni e a meia e coloquei para lavar, mas antes de fazer isso, peguei a meia, fiquei olhando para ela por alguns segundos, cheirei novamente, dessa vez muito mais profundamente e várias vezes (umas 5 ou 6). Coloquei o biquíni para lavar e deixei a meia em cima da cama do meu filho para que ele visse quando voltasse (ele tinha ido ao supermercado comprar para a semana toda). Naquele dia, não aconteceu mais nada. Na semana seguinte, aconteceu a mesma coisa, com um pequeno detalhe: a meia não estava mais lá. Então, comecei a procurar por todo o quarto até que, em um momento, percebi que o colchão tinha um corte de uns 3 ou 4 cm, onde dava para ver um saquinho. Tirei ele e lá estava, junto com uma das minhas calcinhas fio dental que eu tinha usado no dia anterior. Fiquei surpresa ao ver que ela não estava manchada, ao contrário da meia, que dessa vez estava muito mais manchada. Comecei novamente a cheirar e tocar até que senti uma mancha ainda úmida. Não pensei nem por um segundo e comecei a lamber aquela mancha. Fiquei ali por alguns segundos. Coloquei a meia e a calcinha de volta no saquinho, mas dessa vez decidi deixar a roupa íntima que eu estava usando, um pouco úmida. Na mesma tarde, por volta das 4 ou 5, notei que não se ouvia nenhum barulho vindo do quarto do meu filho, o que achei estranho, já que ele ou está jogando com os amigos no PC ou ouvindo música. Decidi me aproximar (a porta do quarto não pode ser fechada porque a fechadura está com defeito; se você fechar, depois não consegue abrir). Quando estava um pouco mais perto, ouvi como se os lençóis estivessem se mexendo, então pensei que ele estivesse tirando um cochilo. Sesta, mas quando entro no quarto dele, vejo ele se masturbando enquanto cheirava a calcinha que eu tinha deixado de manhã. Rapidamente ele se cobriu como pôde, e eu dei uns passos pra trás, me desculpando por entrar sem permissão. Uns 2 minutos se passaram, e entrei de novo no quarto dele, dessa vez batendo na porta. Mãe – *toc-toc* – posso entrar? Filho – Pode. Sentei na cama e falei: Mãe – Me desculpa por não ter batido na porta antes de entrar. Filho – Me desculpa você, mãe, por ser tão tarado. Mãe – Não é questão de ser tarado, querido, é normal na sua idade. Filho – Não queria que você me visse assim. Mãe – Querido, faz anos que imagino que você faz isso, não precisa ter vergonha, é normal. O que não é normal é fazer isso cheirando a calcinha da sua mãe. Nesse momento, percebi que ele ainda não tinha broxado. Filho – Desculpa, é que... não sei... Mãe – Então por que você faz isso? Filho – Não sei, só gosto, sei lá. Mãe – Então você gosta, hein? Nessa hora, eu me levantei, baixei a calça e tirei a calcinha na frente dele. Filho – O que você tá fazendo, mãe? Mãe – Pega, filho, pra você terminar. Deixei a calcinha em cima do pau dele enquanto subia a calça. Mãe – Vai, termina logo. Filho – O que você tá fazendo, mãe? Mãe – Vai, bate uma. Filho – ..... Nesse momento, levantei o lençol, baixei a cueca dele e comecei a masturbá-lo. Ficamos os dois em silêncio. Fiquei uns 7 ou 8 minutos até ele gozar. Antes de gozar, ele falou: Filho – Tô quase gozando. Aproximei minha boca devagar do pau dele e comecei a chupar. Foram uns 30 segundos até ele gozar. Engoli tudo e continuei ali por uns 3 minutos até parar. Tirei a boca do pau dele, dei dois beijinhos nos ovos dele, subi a cueca de novo e saí do quarto.
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