Olá, faz um tempão que não escrevo um conto, então é capaz que não esteja tão bem escrito assim.
Vou contar pra vocês uma história de muitos anos atrás.
Quando a Pato tinha uns 21 anos, foi uma época cheia de experiências pra ela. Acho que ela descobriu um monte de coisas que curtia, e nem ela nem eu sabíamos que tudo isso ia nos excitar tanto.
Ela me contou isso bem recentemente, então minha cabeça explodiu literalmente. Me imaginar ela fazendo esse tipo de coisa fez minha rola dar um pulo, ficou dura em menos de 10 segundos. Ela me acariciava enquanto contava, sabe que não consigo ficar bravo, sabe o quanto me deixa com tesão. Eu também tava tocando ela.
Incrível o sexo que a gente teve enquanto ela me contava isso.
Acontece que lá por 99 ou 2000, ela foi passar férias em Villa Gesell, foi com a família, mas lá ia encontrar uma amiga do colégio. Isso permitia que ela saísse quase toda noite.
Ela me contou que teve vários encontros, de boa, dançavam com uns caras mas não passava disso. Nem beijo na boca… com alguns talvez umas provocações daquelas que ela gosta de fazer… mas tranquilo.
Uma tarde, estavam na praia, ela ficava na altura da 148 e praia… longe da bagunça. Lá os caras dos flyers chegam tarde… tipo umas 18 ou 19h é que aparecem por essas praias.
O negócio é que chega um grupo desses meninos e meninas que distribuem convites para as baladas, e ficaram um tempo com ela, zoando, tomando mate, enfim… enchendo o saco.
Convidaram elas pra balada da noite com free pass, geralmente as mulheres sempre têm free pass, só que pra elas deram acesso ao VIP.
A balada se chama Le Brique e entre o grupo dos flyers estava Fernando, um cara bonitão, corpo bom, desenrolado, sedutor.
Quando viu elas chegando, ele se aproximou pra cumprimentar, Pato naquela época usava calças super apertadas e ver aquela bunda era divino…
Ficaram conversando, beberam algo, a amiga da Pato foi pra outro lado com um cara que conheceu na balada no dia anterior, então ela ficou sozinha com esse garoto. Aí foi onde ele usou todo seu poder de sedução pra ver se conseguia chance com a Pato.
Dançaram, continuaram bebendo um pouco mais, e quando menos esperavam já estavam se pegando, ainda mais sabendo que a amiga não estava por perto.
Beijos quentes de verão, vocês sabem do que se trata.
Mais tarde elas voltaram juntas, a paty e a amiga dela, nada mais rolou naquela noite.
No dia seguinte, no mesmo horário, os caras passaram de novo pela praia, mas dava pra ver que ele tava procurando ela… e ela, ele.
Era o último dia dela em Gesell… ela lamentava não ter conhecido ele antes. De novo as conversas, as frases de duplo sentido, e tudo mais.
A noite pedia um final bem quente pra essas férias.
Voltaram pro mesmo balada, agora com mais motivo ainda. Ela tinha vestido uma calça tipo couro preta bem justa, calcinha vermelha, o que significava que tava preparada pra qualquer coisa, uma regata cinza meio soltinha, e uma jaquetinha porque de noite, como vocês sabem, esfria na praia. Pato procurou ele, ele procurou ela, se olharam, ela te convence só com o olhar.
começaram a dançar e a transar, a Pato já não ligava se a amiga via ou não.
A noite foi passando, e a safadeza dos dois só aumentava. A amiga dela, Jose, já não estava nem perto, Pato perdeu ela de vista, sempre imaginou que tinha tido a mesma sorte que ela e estava com alguém.
Umas 4 da manhã, o magrelo não aguentou mais, falou pra Pato acompanhar ele quando já tava quase terminando. Acontece que a balada tem uma espécie de apê pros caras do cartão que vêm no verão, ficava na esquina da balada, tinha que abrir um portão, onde tinha um corredor que levava até esse lugar. Ela seguiu ele, de mãos dadas, sem falar uma palavra.
Tinha uma porta, do lado de uma janela que dava pro quarto desses caras. Aí o cara percebeu que três dos amigos dele já estavam deitados, e os planos dele foram pro saco.
O Pato beijou ele, e isso acalmou e esquentou ele. Ele virou ela e encostou as costas dela na parede onde estava a janela… os beijos eram muito intensos, as mãos começaram a percorrer o corpo dos dois. Ela, não aguentou mais a ideia, depois de pegar na pica dura do cara,
só se agachou, arriou a calça dele, e puxou pra fora a pica dura e cheia de veias.
Olhando nos olhos dele, começou a chupar o pau dele, naquele momento já sabia chupar uma rola como faz agora, ele gemia, os olhos reviravam, estava gozando muito com a boca da minha namoradinha, que eu achava incapaz de fazer algo assim.
Ele pegou ela pelas axilas e levantou, continuaram se beijando, ele a girou, ela apoiou as mãos na parede, ele abaixou a linda calça preta que ela usava, ficou exposta a calcinha fio-dental vermelha com rendas finas e as marcas de sol.
Ele se ajoelhou e afundou o rosto na bunda da minha namorada. Chupou a buceta dela desse jeito, ela ficou em êxtase, lembra que ela adorou e que estava super molhada.
Levantou-se, colocou uma camisinha e começou a meter nela pela buceta. Ela gemia mais forte, as bombadas eram suaves.
Vocês agora acham que foi só uma transa gostosa e nada mais?
Ela, quando vira a cabeça, percebe que os caras não estavam tão dormidos no quarto, estavam assistindo aquela foda quente de madrugada. Ela viu eles. Se surpreendeu, mas como estavam comendo ela, não conseguiu negar o prazer de continuar sentindo aquela pica dura na sua buceta. Pelo contrário, a situação excitou ela pra caralho, então com uma risada de aprovação e mostrando e se tocando nos peitos, seguiu no que estava fazendo.
O garoto de trás bombava cada vez mais forte, e os caras no quarto batiam uma pra situação. Pato lembra que um deles tinha um pauzão, que olhava pra ela com muito tesão, tipo querendo se aproximar. A situação a excitava pra caralho.
O momento do gozo tinha chegado, ela teve um orgasmo muito forte olhando os caras se masturbando, e sentiu aquela rola quase de um desconhecido na sua buceta. O magrelo pediu pra ela virar e gozou na boca da mina dele.
Coisa que comigo era muito raro dela fazer.
Eles se acertaram e ele acompanhou ela até o apartamento ou o coletivo, não lembra direito.
O que me preocupa é… por causa de fofocas e boatos, supostamente ela teria que ter chegado no apê no máximo às 5h30 da manhã… fiquei sabendo que ela chegou depois das 7h… bem depois.
Será que tem algo que ela ainda tem vergonha de contar?
Vamos ver…
Se você foi tira-garrafa em Gesell naquela época, e te aconteceu algo parecido (ignora os caras que olhavam pela janela, ela reconheceu que no calor do momento de me contar, acabou falando isso) eu acho que a parada dos outros caras olhando não rolou, ou ela teve vergonha de contar na hora. Não tocamos mais no assunto. Também pode ser que a roupa que ela usava não seja a descrita na história, passou muito tempo… ela não lembra direito o que vestiu.
No fim das contas… estamos te procurando, cara… não sabemos seu nome porque ela também não lembra kkkkk….
Esse ano vamos voltar pra Gesell depois de muito tempo… e a Pato tá afim de uma aventura. Se você for pra Gesell… com amigos, e tiver alguma proposta, a gente ouve. Pode sair algo interessante pra contar num relato depois…
Vou contar pra vocês uma história de muitos anos atrás.
Quando a Pato tinha uns 21 anos, foi uma época cheia de experiências pra ela. Acho que ela descobriu um monte de coisas que curtia, e nem ela nem eu sabíamos que tudo isso ia nos excitar tanto.
Ela me contou isso bem recentemente, então minha cabeça explodiu literalmente. Me imaginar ela fazendo esse tipo de coisa fez minha rola dar um pulo, ficou dura em menos de 10 segundos. Ela me acariciava enquanto contava, sabe que não consigo ficar bravo, sabe o quanto me deixa com tesão. Eu também tava tocando ela.

Incrível o sexo que a gente teve enquanto ela me contava isso. Acontece que lá por 99 ou 2000, ela foi passar férias em Villa Gesell, foi com a família, mas lá ia encontrar uma amiga do colégio. Isso permitia que ela saísse quase toda noite.
Ela me contou que teve vários encontros, de boa, dançavam com uns caras mas não passava disso. Nem beijo na boca… com alguns talvez umas provocações daquelas que ela gosta de fazer… mas tranquilo.
Uma tarde, estavam na praia, ela ficava na altura da 148 e praia… longe da bagunça. Lá os caras dos flyers chegam tarde… tipo umas 18 ou 19h é que aparecem por essas praias.
O negócio é que chega um grupo desses meninos e meninas que distribuem convites para as baladas, e ficaram um tempo com ela, zoando, tomando mate, enfim… enchendo o saco.
Convidaram elas pra balada da noite com free pass, geralmente as mulheres sempre têm free pass, só que pra elas deram acesso ao VIP.
A balada se chama Le Brique e entre o grupo dos flyers estava Fernando, um cara bonitão, corpo bom, desenrolado, sedutor.
Quando viu elas chegando, ele se aproximou pra cumprimentar, Pato naquela época usava calças super apertadas e ver aquela bunda era divino…
Ficaram conversando, beberam algo, a amiga da Pato foi pra outro lado com um cara que conheceu na balada no dia anterior, então ela ficou sozinha com esse garoto. Aí foi onde ele usou todo seu poder de sedução pra ver se conseguia chance com a Pato.
Dançaram, continuaram bebendo um pouco mais, e quando menos esperavam já estavam se pegando, ainda mais sabendo que a amiga não estava por perto.
Beijos quentes de verão, vocês sabem do que se trata. Mais tarde elas voltaram juntas, a paty e a amiga dela, nada mais rolou naquela noite.
No dia seguinte, no mesmo horário, os caras passaram de novo pela praia, mas dava pra ver que ele tava procurando ela… e ela, ele. Era o último dia dela em Gesell… ela lamentava não ter conhecido ele antes. De novo as conversas, as frases de duplo sentido, e tudo mais.
A noite pedia um final bem quente pra essas férias.
Voltaram pro mesmo balada, agora com mais motivo ainda. Ela tinha vestido uma calça tipo couro preta bem justa, calcinha vermelha, o que significava que tava preparada pra qualquer coisa, uma regata cinza meio soltinha, e uma jaquetinha porque de noite, como vocês sabem, esfria na praia. Pato procurou ele, ele procurou ela, se olharam, ela te convence só com o olhar.
começaram a dançar e a transar, a Pato já não ligava se a amiga via ou não.A noite foi passando, e a safadeza dos dois só aumentava. A amiga dela, Jose, já não estava nem perto, Pato perdeu ela de vista, sempre imaginou que tinha tido a mesma sorte que ela e estava com alguém.
Umas 4 da manhã, o magrelo não aguentou mais, falou pra Pato acompanhar ele quando já tava quase terminando. Acontece que a balada tem uma espécie de apê pros caras do cartão que vêm no verão, ficava na esquina da balada, tinha que abrir um portão, onde tinha um corredor que levava até esse lugar. Ela seguiu ele, de mãos dadas, sem falar uma palavra.
Tinha uma porta, do lado de uma janela que dava pro quarto desses caras. Aí o cara percebeu que três dos amigos dele já estavam deitados, e os planos dele foram pro saco.O Pato beijou ele, e isso acalmou e esquentou ele. Ele virou ela e encostou as costas dela na parede onde estava a janela… os beijos eram muito intensos, as mãos começaram a percorrer o corpo dos dois. Ela, não aguentou mais a ideia, depois de pegar na pica dura do cara,
só se agachou, arriou a calça dele, e puxou pra fora a pica dura e cheia de veias.
Olhando nos olhos dele, começou a chupar o pau dele, naquele momento já sabia chupar uma rola como faz agora, ele gemia, os olhos reviravam, estava gozando muito com a boca da minha namoradinha, que eu achava incapaz de fazer algo assim.
Ele pegou ela pelas axilas e levantou, continuaram se beijando, ele a girou, ela apoiou as mãos na parede, ele abaixou a linda calça preta que ela usava, ficou exposta a calcinha fio-dental vermelha com rendas finas e as marcas de sol.
Ele se ajoelhou e afundou o rosto na bunda da minha namorada. Chupou a buceta dela desse jeito, ela ficou em êxtase, lembra que ela adorou e que estava super molhada.
Levantou-se, colocou uma camisinha e começou a meter nela pela buceta. Ela gemia mais forte, as bombadas eram suaves.
Vocês agora acham que foi só uma transa gostosa e nada mais?Ela, quando vira a cabeça, percebe que os caras não estavam tão dormidos no quarto, estavam assistindo aquela foda quente de madrugada. Ela viu eles. Se surpreendeu, mas como estavam comendo ela, não conseguiu negar o prazer de continuar sentindo aquela pica dura na sua buceta. Pelo contrário, a situação excitou ela pra caralho, então com uma risada de aprovação e mostrando e se tocando nos peitos, seguiu no que estava fazendo.
O garoto de trás bombava cada vez mais forte, e os caras no quarto batiam uma pra situação. Pato lembra que um deles tinha um pauzão, que olhava pra ela com muito tesão, tipo querendo se aproximar. A situação a excitava pra caralho.
O momento do gozo tinha chegado, ela teve um orgasmo muito forte olhando os caras se masturbando, e sentiu aquela rola quase de um desconhecido na sua buceta. O magrelo pediu pra ela virar e gozou na boca da mina dele.
Coisa que comigo era muito raro dela fazer. Eles se acertaram e ele acompanhou ela até o apartamento ou o coletivo, não lembra direito.
O que me preocupa é… por causa de fofocas e boatos, supostamente ela teria que ter chegado no apê no máximo às 5h30 da manhã… fiquei sabendo que ela chegou depois das 7h… bem depois.
Será que tem algo que ela ainda tem vergonha de contar?
Vamos ver…
Se você foi tira-garrafa em Gesell naquela época, e te aconteceu algo parecido (ignora os caras que olhavam pela janela, ela reconheceu que no calor do momento de me contar, acabou falando isso) eu acho que a parada dos outros caras olhando não rolou, ou ela teve vergonha de contar na hora. Não tocamos mais no assunto. Também pode ser que a roupa que ela usava não seja a descrita na história, passou muito tempo… ela não lembra direito o que vestiu.
No fim das contas… estamos te procurando, cara… não sabemos seu nome porque ela também não lembra kkkkk….
Esse ano vamos voltar pra Gesell depois de muito tempo… e a Pato tá afim de uma aventura. Se você for pra Gesell… com amigos, e tiver alguma proposta, a gente ouve. Pode sair algo interessante pra contar num relato depois…
7 comentários - Pato, Villa Gesell: meus primeiros chifres