Malabarista Gostosa - Capítulo 2

Passou a pandemia, e continuamos trabalhando de casa, mas menos dias por semana, e é normal eu passar naquela esquina onde conheci ela e pegar ela umas vezes. Era sexta-feira, eu ia me encontrar com uns amigos, um casado como eu, outro separado e o dono da casa onde a gente ia se reunir. Eles sabiam da baixinha malabarista e tinham visto umas fotinhas e queriam curtir com ela. Nunca tinha proposto isso pra ela e não fazia ideia de como ela reagiria, então, quando fui buscá-la, não falei nada, só que íamos tomar algo e no meio do caminho, por acaso, chegou uma mensagem do meu amigo e, quando li, comentei que um amigo me convidou pra casa dele comer um churrasco, e "você também tá convidada". O comentário dela foi: "sim, bora, sem problemas". Fomos pra lá, chegamos, apresentei ela pros meus dois amigos, ela super simpática com a mochilinha dela onde dava pra ver as claves. Tomamos algo ali do lado da churrasqueira, eles curiosos perguntaram de tudo, e ela super gente boa contava: correntina, morando em Buenos Aires há 20 anos, tinha largado a faculdade de sociologia, fazia bicos e de quebra fazia malabarismo na rua, às vezes em Tigre, San Fernando, às vezes ia pra CABA. A noite foi passando, comemos algo, bebemos bastante, ficamos na resenha, olhando a lua, fumando uns bagulhos gostosos, em umas cadeiras, ela sentada no meu colo, estávamos agarradinhos e eu beijava ela, enfiava a língua até a garganta e ela fechava os olhinhos e fazia o mesmo e me deixava apalpar ela toda sem falar nada. Passou um tempinho e pedi pra ela mostrar como fazia malabarismo, e a real é que ela tinha fumado algo gostoso e bebido muito, então ela se levantou e o que tentou fazer não saiu nada, as claves caíam, e a gente ria e ela ria também. Aí a gente disse: vamos jogar algo, você faz malabarismo, se acertar, a gente te dá mil reais cada um, e se cair, você tem que fazer uma prenda. Ela aceitou e começou a fazer malabarismo e deixou cair. Prenda. Dar um beijinho no Fernando, o dono da casa; feito. Tentou de novo e, pá, caiu de novo, risadas e prenda: beijinho no Anjinho. Feito sem problema, tenta de novo e cai, aí ela olha pra mim e eu falo: "Pega e dá pra ele, Fernando". Ele me olhou, não disse nada e deixou o Fernando beijar ele, também abrindo bem a boca, fechando os olhos e sentindo as mãos do Fernando tocarem a bunda dele por cima da babuchinha branca. Quando termina de beijar, eu falo: "E no Anjo também". Mesma coisa, beijo profundo e aí já levantei, apoiei ela por trás e tirei a regata dela, deixando ela de peitos porque não usa sutiã, e meus amigos começaram a chupar eles. Assim, de peitos, ela já tava pegando fogo, respiração ofegante, olhinhos fechados e procurando bocas pra beijar. O dono da casa, Fernando, falou: "Vê, bebê, quero ver essa bunda que tô de olho desde que você chegou". E o Anjo puxou a babuchinha dela pra baixo, ela tirou o tênis, tirou a babucha também, e o Fernando pegou na mão dela, fez ela dar uma voltinha, e aquela bunda gorda devorando a fio dental pequena era um poema. Levaram ela pra dentro de casa, ela se ajoelhou sem a gente pedir, e a gente puxou a rola, e ela começou a chupar, um pouco de cada um, até que um pegou na mão dela, colocou ela de quatro num sofá, puxou a fio dental pra baixo e, assim, no pelo, meteu nela. Os suspiros dela viraram gemidos, e a gente, doido, vendo a gostosa gozar. Um pouco Fer, um pouco Anjinho, um pouco Eu, arrumar ela, aproveitar ela de quatro, e enquanto um comia ela, outro colocava na boca dela, e ela, submissa, não falava nada, só gemia. Terminamos gozando os três, enchendo as costas dela e depois a barriguinha de porra, e ela com a mão tocando, levando à boca, de olhos fechados, toda comida. Perguntou onde era o banheiro, o Fer falou pra usar o banheiro do quarto dele, e ela subiu pra tomar banho. Daí a pouco subi, ela ainda tava no chuveiro, me falou pra entrar, a gente se beijou, eu já tava duro de novo, perguntei se ela tava bem, se tava gostando, e ela disse que sim, a gente se beijou de novo, ela tocou na minha pica que já tava dura de novo, saímos do chuveiro, nos secamos um pouco e fomos pra cama do meu Amigo, eu peguei o creme enxaguante. Joguei ela de quatro e comecei a chupar ela, primeiro foi um "não, não dá" e depois foi um "sim, meu amor" quando eu metia a língua e com ajuda dos dedinhos e um pouco de creme enxaguante, apoiei a pica e enfiei tudo. De pouquinho em pouquinho fui penetrando e ela com a bunda rebolando pra entrar tudo. Claro, meus amigos ao ouvir os gritos subiram e eu já tava selvagemente arrebentando aquele cuzinho gostoso e ela pedindo "não para". Aí o Fer me olhou e eu entendi tudo, gozei e ele entrou. Eu tinha deixado bem dilatado e ela ao sentir ele dentro começou a gritar de novo e pedir pra ele não parar, eu fiz uma punheta gostosa vendo Fernando e Angel arrebentando a bunda dela e ela curtindo como a melhor das putas submissas. A gente ficou lá um tempinho, conversamos, zoamos, ela tomou outro banho e daí a pouco quando desceu a gente foi embora e deixei ela no prédio onde mora com a amiga. Experiência maravilhosa que não queria deixar de compartilhar.

3 comentários - Malabarista Gostosa - Capítulo 2

Qué buena secuencia querido! Quiero creer que la amiguita del ph también protagonizará algún relato futuro, no?
exacto