Terceira parte da série de contos, valeu pelo apoio que vocês tão dando. Continuo escrevendo e vou seguir compartilhando por aqui. Curte essa parte, as próximas já vêm mais quentes.
Depois da minha última aventura, minha bunda ainda tava meio dolorida, mas cada vez menos. Tava morrendo de vontade de saber o que viria a seguir, e já tinham passado dois dias desde a última mensagem no chat. Eu continuava de gaiola, só tirava pra me lavar. Sentia os ovos inchados de tão cheios que tavam, a gaiola me excitava e ao mesmo tempo me impedia de me tocar, então era um ciclo vicioso.
Naquele mesmo dia chegaram os artibundas que eu tinha pedido, umas pinças para os bicos ajustáveis na pressão que faziam, dois plugs de tamanhos diferentes, um era um pouco maior do que o que eu já tinha e o outro, sinceramente, era grosso demais. Não sabia como aquilo ia caber em mim.
Coloquei tudo na mochila onde estava o dildo e o resto das coisas e deixei tudo pronto.
Em seguida, peguei o celular e mandei no chat que já tinha chegado tudo e se eu precisava seguir alguma ordem. — Tava desesperado pra gozar.
A manhã seguiu sem notícias, fiquei em casa já que era meu dia de folga e fui fazendo umas coisas pra me distrair. Depois de almoçar, tomei um banho onde soltei meu pequeno, e assim que o liberei, ele ficou duro como uma rocha, as veias aparecendo e parecia que ia explodir. Quando terminei de me lavar sem me tocar, coloquei o jato de água bem fria e acertei em cheio na piroca, que foi diminuindo até ficar no tamanho perfeito pra colocar a gaiola.
Me vesti, liguei o computador pra dar uma olhada e, mais ou menos meia hora depois, recebi uma mensagem do chat.
X: Boa tarde, submisso. Já que você recebeu esta tarde, vai ter uma nova aventura. Esperamos que cumpra. Antes de sair, você tem que colocar o plug, continuar com a gaiola, vestir a tanga de novo e colocar os prendedores nos mamilos. De roupa, vai com um moletom que tenha zíper e sem camiseta por baixo, e uma calça de moletom sem cueca, já que você já está de tanga. Manda foto pra gente e a gente te fala o próximo passo.
Total que me meti nisso, me despi completamente, lubrifiquei o plug menor e enfiei sem problema, verdade. Peguei as pinças e coloquei uma em cada mamilo, me deram uma sensação de prazer e ao mesmo tempo de dor que eu amava, mas não sabia como ia ser daqui a pouco. Já preparado, vesti o moletom, o tênis e o casaco, que subi o zíper até em cima. Na frente do espelho, tirei uma foto e mandei pro grupo.
X: Perfeito, enfia sua mochila com tudo que você tem e vai pro carro. No caminho pro destino, você vai com o moletom aberto. Tem que escolher um lugar bom, porque hoje você vai depender muito da sorte. Avisa a gente quando chegar.
Entrei no carro e, antes de sair, fiquei pensando num lugar bom pra não ter sustos. Assim que decidi, desabotoei meu moletom, deixando meus mamilos beliscados de fora, e arranquei pra lá. No caminho, já tava sujando a calcinha fio dental porque eu ficava molhada do nada. Entre o plug e as pinças, cada vez que pegava um buraco na estrada, eu ficava doida.
No caminho, tive que deixar uma mulher passar na faixa de pedestres. Ela ficou me encarando, e eu não consegui me cobrir nem nada, porque fiquei paralisado. Não pareceu que ela se importou de ver um cara com o peito de fora e os mamilos presos por duas pinças. Depois de passar vergonha, continuei o caminho e não demorei pra chegar. Não era nenhum estacionamento, mas sim uma estrada de terra onde estacionei na lateral.
Estacionei o carro e mandei uma mensagem enquanto descia e pegava a mochila.
X: Beleza, vamos ver que essa aventura vai aumentar e a cada dia que passar vai ficar melhor. Agora você vai pegar sua mochila, vai começar a andar um pouco como sempre. A diferença de hoje é que quando chegar nos primeiros 50 metros, você vai tirar o moletom e esconder ele do lado do caminho. Quando fizer isso, avisa a gente.
Comecei a andar pensando que ia perder a chance de me cobrir se viesse alguém, que ia ficar com a buceta de fora o tempo todo. Cheguei mais ou menos na distância e tirei o moletom, andei um pouco entre os arbustos e deixei pendurado numa árvore que não dava pra ver da estrada. Mandei uma foto de teste no chat e voltei pro caminho.
X: Agora a gente repete a mais 50 metros, tchau calças. Foto de teste submisso.
Se é verdade que cada vez me custava menos ficar pelada por aí, então continuei o caminho e, a 50 metros, fiz a mesma coisa, mas com a calça. Mandei foto e voltei pro caminho. A imagem era humilhante e muito quente ao mesmo tempo. De pé no meio da estrada, com uns clipes prateados nos mamilos, um plug, uma gaiola e uma tanga. E, claro, meu pau escorrendo.
X: Agora você vai continuar andando uns 200 metros e quando chegar lá, avisa a gente.
Eu tava me afastando cada vez mais da roupa e entrando mais no caminho. Quando já tinha andado uns 100 metros, o caminho se dividiu e eu não sabia pra onde ir. Aí olhei lá na frente pra ver qual se estendia mais e fui por aquele. Depois de mais uns 100 passos, escrevi no chat.
X: antes de seguir andando, você vai pegar o plug grande e vai enfiar ele, sem passar pelo médio. Até você fazer isso, não pode sair do caminho nem avançar. Sorte, seu submisso.
Parei ali no meio, larguei a mochila de lado e, me abaixando, tirei o plug do meu cu. Adorava aquela sensação de sentir ele se abrindo. Limpei e guardei na mochila, sempre levava uns lencinhos pra não sujar tudo. Depois peguei o plug grande, olhei pra ele com medo de não entrar fácil, então peguei o lubrificante e banhei ele inteiro. Aproximei do meu ânus e já fui ficando com tesão só de pensar no quanto ia abrir. Coloquei a ponta apertando e, aos poucos, fui girando e empurrando, de vez em quando soltava e voltava de novo. Consegui ir abrindo devagar, mas ele era grosso demais pra entrar sem dificuldade. Depois de 10 minutos ali no meio do caminho, de joelhos, tentando fazer aquele plug entrar, decidi aplicar um pouco mais de força e, soltando um gemido que com certeza deu pra ouvir de longe, consegui enfiar ele de uma vez. Fiquei parado uns segundos assimilando o que tinha dentro e deixando meu cu se acostumar. Levantei, subi a calcinha fio dental, peguei a mochila, avisei no chat e comecei a andar devagar. Sentia ele se mexendo lá dentro, me abrindo, a sensação tava me deixando louco, mesmo sendo meio desconfortável no começo.
X: Agora que você está com o plug enfiado, vai tirar os clipes dos seus mamilos e deixá-los mais durinhos. Depois de fazer isso, vai continuar andando por mais 100 metros até que seu cu esteja bem aberto. Quando chegar nessa distância, vai voltar andando esses 100 metros de volta pra garantir que você esteja bem dilatado. Assim que chegar onde está agora, vai tirar o dildo e andar mais 50 metros chupando ele bem e babando tudo, porque hoje você vai ter que meter sem lubrificante. Sorte, seu submisso.
Cada vez os desafios iam ficando mais pesados, pelo menos pra mim que não tava nessa há muito tempo. Então comecei a fazer o que pediam, voltei e peguei o dildo. Comecei a chupar ele igual uma louca, queria encharcar ele de saliva, cuspindo, enfiando e tirando, lambendo de baixo até a ponta, não queria deixar nenhum cantinho sem molhar.
Quando cheguei no local, escrevi que tinha cumprido e continuei lambendo aquilo como se minha vida dependesse disso.
X: Vale, cachorra, agora você vai tirar o plug, mas vai tirar empurrando com a sua bunda. Assim que ele sair, você vai enfiar o dildo e vai foder o seu cu. Daí não sai do lugar até ele estar inteiro enterrado em você. Manda foto quando conseguir. E se vier gente, nem pense em se mexer. Pode ficar de lado no caminho, mas não pode se esconder atrás de nada.
Olhei ao redor e procurei um lugar que servisse pra mim, tinha dois arbustos juntos com um buraco no meio, então me enfiei ali. Se passasse alguém de bike ou algo assim, achava que não iam reparar, e se passasse alguém, era só rezar pra não me verem.
Me agachei e, puxando a tanga pro lado, comecei a empurrar. Parecia que saía, mas voltava pra dentro. Fiquei assim uns minutos tentando tirar, bufando porque não tava dando conta, até que numa das tentativas consegui cuspir o plug e sentir como meu cu tinha ficado aberto.
Antes de meter o dildo, chupei ele de novo e cuspi até ver que tava bem molhadinho, aí me preparei pra enfiar a ponta, que entrou numa boa. Adorei a sensação de entrar tão macio, fui descendo no dildo até chegar na metade, daí pra frente foi um pouco mais difícil, principalmente por não ter lubrificante. Fiquei uns minutos subindo e descendo, cada vez empurrando um pouco mais.
Pouco a pouco, eu ia enfiando cada centímetro da pica de plástico dentro de mim. Comecei a ouvir uns passos quando já estava prestes a engolir o dildo inteiro e fiquei paralisado, não conseguia me mexer conforme os donos mandavam e também não tinha forças pra isso. Então só esperava que não olhassem pro meu lado.
Cada vez tavam mais perto e meu coração tava a mil, vi a ponta de um pé aparecer e eram duas mulheres de uns 40 anos. A primeira, por sorte, não reparou, mas a segunda, por um momento, olhou e quando me viu ficou parada me encarando. Não soube o que fazer nem o que dizer, ela chamou a amiga e as duas me olharam. Se entreolharam e caíram na risada.
-Olha o tarado desse aí no meio do mato.
-As pessoas estão cada vez piores, olha se ele tem a pica numa gaiola dessas.
- Ei, tarado, de que tamanho é o vibrador que você tem enfiado na buceta?
Não respondi, não conseguia nem falar.
- Olha, se não quer que a gente pegue o celular e te grave, já pode mostrar como é que é.
A única coisa que pude fazer foi subir até tirar ele pra fora e deixar todo mundo ver.
-Porra, pelo menos uns 20cm. Vai, agora dá uma fudida nele.
- E ainda leva até pinças nos peitos, seu tarado.
A situação tava me deixando muito excitado, mas eu sabia que podia dar uma merda grande. Então comecei a descer até a ponta entrar e continuei descendo até enfiar tudo. Subi de novo e fiquei nessa por um tempo até elas quererem parar. Minha pica não parava de escorrer líquido por causa da situação e do tesão.
Uma delas, sem avisar, tirou uma foto. Fiquei branco e reclamei.
-Se você disser mais alguma coisa, eu posto nas minhas redes e mando pra todo mundo. Olha aqui, cachorro, a gente passa por aqui todo dia nesse horário. Amanhã quero você aqui igual hoje, porque vamos nos divertir. Se não quiser ter problema, é melhor você estar aqui, e se se comportar direitinho, eu vou apagar a foto.
A amiga não dizia nada, só olhava com cara de prazer e de vez em quando soltava uma risadinha.
Sem dizer mais nada, seguiram o caminho deles e eu escrevi no chat explicando o que tinha rolado.
X: Caralho, mano, que situação do caralho. Agora vai pegar suas roupas e pro carro, que já passou porra nenhuma hoje. Mas não pode gozar, tira o dildo e mete o plug grande de novo.
Fiz isso e fui voltando pra pegar minhas roupas e o carro. Achei a roupa sem problema e, quando cheguei no carro, mandei mensagem no chat avisando.
X: Vale, cachorra, vai pra casa assim mesmo, mas com o moletom aberto, do jeito que você veio.
No caminho pra casa, não conseguia parar de pensar na situação com aquelas mulheres e no que ia rolar no dia seguinte. Além disso, precisava gozar, tava há muito tempo sem que me vissem fazer isso e já tava há vários dias com a porra da gaiola. Queria poder soltar meu pau e fazer ele gozar.
Naquela tarde cheguei em casa sem problemas, ninguém me viu e consegui entrar na garagem numa boa. Sentia minha buceta aberta e cheia ao mesmo tempo por causa do plug, os bicos dos peitos pareciam que tinham crescido, estavam pesados. E do meu pau nem preciso falar nada, tava prestes a explodir, vazando líquido pré-seminal sem parar.
Mandei no grupo pra ver quais eram minhas instruções.
X: Beleza, cachorro, agora você vai tirar tudo aos poucos. A calcinha fio dental, coloca pra lavar, os bicos, solta eles devagar, tira o plug do seu cu e por último tira a gaiola. Hoje a gente vai deixar você se tocar, mas tem que gozar na sua cara. Depois que fizer isso, coloca a gaiola de novo e espera novas ordens. Porque amanhã você vai passar um dia interessante.
A parada de amanhã já tava na minha cabeça fazia um tempo, mas comecei a fazer tudo. Quando soltei os grampos, senti uma dor forte nos bicos dos peitos, mas ao mesmo tempo foi gostoso, não sei bem como descrever. Eles pulsavam muito e ficaram bem mais sensíveis.
Depois me deitei na cama e apoiei meu corpo na parede de um jeito que deixasse meu pau na frente e levantado, pra ficar mais fácil gozar na minha cara.
Tirei a gaiola e, enquanto tirava o plug, meu pau já tinha crescido, dava pra ver as veias saltadas e ela toda brilhando de tanto líquido. Peguei ele com a mão, apertando bem firme, e comecei a bater uma como um louco.
A cada subida e descida eu sentia prazer, de tanto tesão eu tava bufando, depois de dois dias enjaulado eu precisava gozar. Não demorei muito pra chegar no clímax e comecei a soltar jatos de porra quente no meu corpo, o primeiro acertou no meu peito, o segundo bem na cara, outro bateu na minha boca e assim até que minha cara tava como se tivesse levado um facial completo.
O que veio depois foi me recompor e pensar em tudo que tinha acontecido enquanto tomava um banho quente e demorado. Fui lavando o corpo devagar, passando por todos os meus cantinhos, mas não parava de remoer o dia seguinte.
Depois da minha última aventura, minha bunda ainda tava meio dolorida, mas cada vez menos. Tava morrendo de vontade de saber o que viria a seguir, e já tinham passado dois dias desde a última mensagem no chat. Eu continuava de gaiola, só tirava pra me lavar. Sentia os ovos inchados de tão cheios que tavam, a gaiola me excitava e ao mesmo tempo me impedia de me tocar, então era um ciclo vicioso.
Naquele mesmo dia chegaram os artibundas que eu tinha pedido, umas pinças para os bicos ajustáveis na pressão que faziam, dois plugs de tamanhos diferentes, um era um pouco maior do que o que eu já tinha e o outro, sinceramente, era grosso demais. Não sabia como aquilo ia caber em mim.
Coloquei tudo na mochila onde estava o dildo e o resto das coisas e deixei tudo pronto.
Em seguida, peguei o celular e mandei no chat que já tinha chegado tudo e se eu precisava seguir alguma ordem. — Tava desesperado pra gozar.
A manhã seguiu sem notícias, fiquei em casa já que era meu dia de folga e fui fazendo umas coisas pra me distrair. Depois de almoçar, tomei um banho onde soltei meu pequeno, e assim que o liberei, ele ficou duro como uma rocha, as veias aparecendo e parecia que ia explodir. Quando terminei de me lavar sem me tocar, coloquei o jato de água bem fria e acertei em cheio na piroca, que foi diminuindo até ficar no tamanho perfeito pra colocar a gaiola.
Me vesti, liguei o computador pra dar uma olhada e, mais ou menos meia hora depois, recebi uma mensagem do chat.
X: Boa tarde, submisso. Já que você recebeu esta tarde, vai ter uma nova aventura. Esperamos que cumpra. Antes de sair, você tem que colocar o plug, continuar com a gaiola, vestir a tanga de novo e colocar os prendedores nos mamilos. De roupa, vai com um moletom que tenha zíper e sem camiseta por baixo, e uma calça de moletom sem cueca, já que você já está de tanga. Manda foto pra gente e a gente te fala o próximo passo.
Total que me meti nisso, me despi completamente, lubrifiquei o plug menor e enfiei sem problema, verdade. Peguei as pinças e coloquei uma em cada mamilo, me deram uma sensação de prazer e ao mesmo tempo de dor que eu amava, mas não sabia como ia ser daqui a pouco. Já preparado, vesti o moletom, o tênis e o casaco, que subi o zíper até em cima. Na frente do espelho, tirei uma foto e mandei pro grupo.
X: Perfeito, enfia sua mochila com tudo que você tem e vai pro carro. No caminho pro destino, você vai com o moletom aberto. Tem que escolher um lugar bom, porque hoje você vai depender muito da sorte. Avisa a gente quando chegar.
Entrei no carro e, antes de sair, fiquei pensando num lugar bom pra não ter sustos. Assim que decidi, desabotoei meu moletom, deixando meus mamilos beliscados de fora, e arranquei pra lá. No caminho, já tava sujando a calcinha fio dental porque eu ficava molhada do nada. Entre o plug e as pinças, cada vez que pegava um buraco na estrada, eu ficava doida.
No caminho, tive que deixar uma mulher passar na faixa de pedestres. Ela ficou me encarando, e eu não consegui me cobrir nem nada, porque fiquei paralisado. Não pareceu que ela se importou de ver um cara com o peito de fora e os mamilos presos por duas pinças. Depois de passar vergonha, continuei o caminho e não demorei pra chegar. Não era nenhum estacionamento, mas sim uma estrada de terra onde estacionei na lateral.
Estacionei o carro e mandei uma mensagem enquanto descia e pegava a mochila.
X: Beleza, vamos ver que essa aventura vai aumentar e a cada dia que passar vai ficar melhor. Agora você vai pegar sua mochila, vai começar a andar um pouco como sempre. A diferença de hoje é que quando chegar nos primeiros 50 metros, você vai tirar o moletom e esconder ele do lado do caminho. Quando fizer isso, avisa a gente.
Comecei a andar pensando que ia perder a chance de me cobrir se viesse alguém, que ia ficar com a buceta de fora o tempo todo. Cheguei mais ou menos na distância e tirei o moletom, andei um pouco entre os arbustos e deixei pendurado numa árvore que não dava pra ver da estrada. Mandei uma foto de teste no chat e voltei pro caminho.
X: Agora a gente repete a mais 50 metros, tchau calças. Foto de teste submisso.
Se é verdade que cada vez me custava menos ficar pelada por aí, então continuei o caminho e, a 50 metros, fiz a mesma coisa, mas com a calça. Mandei foto e voltei pro caminho. A imagem era humilhante e muito quente ao mesmo tempo. De pé no meio da estrada, com uns clipes prateados nos mamilos, um plug, uma gaiola e uma tanga. E, claro, meu pau escorrendo.
X: Agora você vai continuar andando uns 200 metros e quando chegar lá, avisa a gente.
Eu tava me afastando cada vez mais da roupa e entrando mais no caminho. Quando já tinha andado uns 100 metros, o caminho se dividiu e eu não sabia pra onde ir. Aí olhei lá na frente pra ver qual se estendia mais e fui por aquele. Depois de mais uns 100 passos, escrevi no chat.
X: antes de seguir andando, você vai pegar o plug grande e vai enfiar ele, sem passar pelo médio. Até você fazer isso, não pode sair do caminho nem avançar. Sorte, seu submisso.
Parei ali no meio, larguei a mochila de lado e, me abaixando, tirei o plug do meu cu. Adorava aquela sensação de sentir ele se abrindo. Limpei e guardei na mochila, sempre levava uns lencinhos pra não sujar tudo. Depois peguei o plug grande, olhei pra ele com medo de não entrar fácil, então peguei o lubrificante e banhei ele inteiro. Aproximei do meu ânus e já fui ficando com tesão só de pensar no quanto ia abrir. Coloquei a ponta apertando e, aos poucos, fui girando e empurrando, de vez em quando soltava e voltava de novo. Consegui ir abrindo devagar, mas ele era grosso demais pra entrar sem dificuldade. Depois de 10 minutos ali no meio do caminho, de joelhos, tentando fazer aquele plug entrar, decidi aplicar um pouco mais de força e, soltando um gemido que com certeza deu pra ouvir de longe, consegui enfiar ele de uma vez. Fiquei parado uns segundos assimilando o que tinha dentro e deixando meu cu se acostumar. Levantei, subi a calcinha fio dental, peguei a mochila, avisei no chat e comecei a andar devagar. Sentia ele se mexendo lá dentro, me abrindo, a sensação tava me deixando louco, mesmo sendo meio desconfortável no começo.
X: Agora que você está com o plug enfiado, vai tirar os clipes dos seus mamilos e deixá-los mais durinhos. Depois de fazer isso, vai continuar andando por mais 100 metros até que seu cu esteja bem aberto. Quando chegar nessa distância, vai voltar andando esses 100 metros de volta pra garantir que você esteja bem dilatado. Assim que chegar onde está agora, vai tirar o dildo e andar mais 50 metros chupando ele bem e babando tudo, porque hoje você vai ter que meter sem lubrificante. Sorte, seu submisso.
Cada vez os desafios iam ficando mais pesados, pelo menos pra mim que não tava nessa há muito tempo. Então comecei a fazer o que pediam, voltei e peguei o dildo. Comecei a chupar ele igual uma louca, queria encharcar ele de saliva, cuspindo, enfiando e tirando, lambendo de baixo até a ponta, não queria deixar nenhum cantinho sem molhar.
Quando cheguei no local, escrevi que tinha cumprido e continuei lambendo aquilo como se minha vida dependesse disso.
X: Vale, cachorra, agora você vai tirar o plug, mas vai tirar empurrando com a sua bunda. Assim que ele sair, você vai enfiar o dildo e vai foder o seu cu. Daí não sai do lugar até ele estar inteiro enterrado em você. Manda foto quando conseguir. E se vier gente, nem pense em se mexer. Pode ficar de lado no caminho, mas não pode se esconder atrás de nada.
Olhei ao redor e procurei um lugar que servisse pra mim, tinha dois arbustos juntos com um buraco no meio, então me enfiei ali. Se passasse alguém de bike ou algo assim, achava que não iam reparar, e se passasse alguém, era só rezar pra não me verem.
Me agachei e, puxando a tanga pro lado, comecei a empurrar. Parecia que saía, mas voltava pra dentro. Fiquei assim uns minutos tentando tirar, bufando porque não tava dando conta, até que numa das tentativas consegui cuspir o plug e sentir como meu cu tinha ficado aberto.
Antes de meter o dildo, chupei ele de novo e cuspi até ver que tava bem molhadinho, aí me preparei pra enfiar a ponta, que entrou numa boa. Adorei a sensação de entrar tão macio, fui descendo no dildo até chegar na metade, daí pra frente foi um pouco mais difícil, principalmente por não ter lubrificante. Fiquei uns minutos subindo e descendo, cada vez empurrando um pouco mais.
Pouco a pouco, eu ia enfiando cada centímetro da pica de plástico dentro de mim. Comecei a ouvir uns passos quando já estava prestes a engolir o dildo inteiro e fiquei paralisado, não conseguia me mexer conforme os donos mandavam e também não tinha forças pra isso. Então só esperava que não olhassem pro meu lado.
Cada vez tavam mais perto e meu coração tava a mil, vi a ponta de um pé aparecer e eram duas mulheres de uns 40 anos. A primeira, por sorte, não reparou, mas a segunda, por um momento, olhou e quando me viu ficou parada me encarando. Não soube o que fazer nem o que dizer, ela chamou a amiga e as duas me olharam. Se entreolharam e caíram na risada.
-Olha o tarado desse aí no meio do mato.
-As pessoas estão cada vez piores, olha se ele tem a pica numa gaiola dessas.
- Ei, tarado, de que tamanho é o vibrador que você tem enfiado na buceta?
Não respondi, não conseguia nem falar.
- Olha, se não quer que a gente pegue o celular e te grave, já pode mostrar como é que é.
A única coisa que pude fazer foi subir até tirar ele pra fora e deixar todo mundo ver.
-Porra, pelo menos uns 20cm. Vai, agora dá uma fudida nele.
- E ainda leva até pinças nos peitos, seu tarado.
A situação tava me deixando muito excitado, mas eu sabia que podia dar uma merda grande. Então comecei a descer até a ponta entrar e continuei descendo até enfiar tudo. Subi de novo e fiquei nessa por um tempo até elas quererem parar. Minha pica não parava de escorrer líquido por causa da situação e do tesão.
Uma delas, sem avisar, tirou uma foto. Fiquei branco e reclamei.
-Se você disser mais alguma coisa, eu posto nas minhas redes e mando pra todo mundo. Olha aqui, cachorro, a gente passa por aqui todo dia nesse horário. Amanhã quero você aqui igual hoje, porque vamos nos divertir. Se não quiser ter problema, é melhor você estar aqui, e se se comportar direitinho, eu vou apagar a foto.
A amiga não dizia nada, só olhava com cara de prazer e de vez em quando soltava uma risadinha.
Sem dizer mais nada, seguiram o caminho deles e eu escrevi no chat explicando o que tinha rolado.
X: Caralho, mano, que situação do caralho. Agora vai pegar suas roupas e pro carro, que já passou porra nenhuma hoje. Mas não pode gozar, tira o dildo e mete o plug grande de novo.
Fiz isso e fui voltando pra pegar minhas roupas e o carro. Achei a roupa sem problema e, quando cheguei no carro, mandei mensagem no chat avisando.
X: Vale, cachorra, vai pra casa assim mesmo, mas com o moletom aberto, do jeito que você veio.
No caminho pra casa, não conseguia parar de pensar na situação com aquelas mulheres e no que ia rolar no dia seguinte. Além disso, precisava gozar, tava há muito tempo sem que me vissem fazer isso e já tava há vários dias com a porra da gaiola. Queria poder soltar meu pau e fazer ele gozar.
Naquela tarde cheguei em casa sem problemas, ninguém me viu e consegui entrar na garagem numa boa. Sentia minha buceta aberta e cheia ao mesmo tempo por causa do plug, os bicos dos peitos pareciam que tinham crescido, estavam pesados. E do meu pau nem preciso falar nada, tava prestes a explodir, vazando líquido pré-seminal sem parar.
Mandei no grupo pra ver quais eram minhas instruções.
X: Beleza, cachorro, agora você vai tirar tudo aos poucos. A calcinha fio dental, coloca pra lavar, os bicos, solta eles devagar, tira o plug do seu cu e por último tira a gaiola. Hoje a gente vai deixar você se tocar, mas tem que gozar na sua cara. Depois que fizer isso, coloca a gaiola de novo e espera novas ordens. Porque amanhã você vai passar um dia interessante.
A parada de amanhã já tava na minha cabeça fazia um tempo, mas comecei a fazer tudo. Quando soltei os grampos, senti uma dor forte nos bicos dos peitos, mas ao mesmo tempo foi gostoso, não sei bem como descrever. Eles pulsavam muito e ficaram bem mais sensíveis.
Depois me deitei na cama e apoiei meu corpo na parede de um jeito que deixasse meu pau na frente e levantado, pra ficar mais fácil gozar na minha cara.
Tirei a gaiola e, enquanto tirava o plug, meu pau já tinha crescido, dava pra ver as veias saltadas e ela toda brilhando de tanto líquido. Peguei ele com a mão, apertando bem firme, e comecei a bater uma como um louco.
A cada subida e descida eu sentia prazer, de tanto tesão eu tava bufando, depois de dois dias enjaulado eu precisava gozar. Não demorei muito pra chegar no clímax e comecei a soltar jatos de porra quente no meu corpo, o primeiro acertou no meu peito, o segundo bem na cara, outro bateu na minha boca e assim até que minha cara tava como se tivesse levado um facial completo.
O que veio depois foi me recompor e pensar em tudo que tinha acontecido enquanto tomava um banho quente e demorado. Fui lavando o corpo devagar, passando por todos os meus cantinhos, mas não parava de remoer o dia seguinte.
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