Mamãe com prisão de ventre

Hoje quero contar como consegui comer o cu da minha mãe. Não foi algo planejado, mas vi a oportunidade e não deixei escapar.
Vou começar situando vocês no contexto. Na época, eu tinha 19 anos. Era bem definido e, sem ser bonito, era agradável de se olhar. Tipo, normalzinho. Praticava bastante esporte, então tinha um corpo sarado e bem torneado. De baixo, estava bem servido. Embora não tivesse um pau muito comprido, era bem grosso, e minhas amantes ocasionais agradeciam.

Morava com minha mãe, Ângela. Ela era mãe solteira graças a um filho da puta que vazou assim que soube que ela estava grávida. Nunca vi a cara dele nem quero ver. Com minha mãe e a família materna, tenho carinho de sobra. Então nunca senti falta.

Minha mãe era 21 anos mais velha que eu. Ou seja, 40. E ela estava, porque eu sabia muito bem, mesmo tentando ignorar, muito gostosa. Não era muito alta, uns 1,65 ou um pouco mais. Um corpo muito bem desenhado, com umas pernas finas, uma bunda empinada que atraía os olhares dos homens e um par de peitos que formavam um decote de enlouquecer. O rosto dela parecia o de um anjo. Um oval perfeito, com uns lábios pequenos mas carnudos e uns olhos castanhos que pareciam sorrir sempre.

Um dia, eu estava no meu quarto quando ela entrou com cara de preocupação.
— Nesto. Vê se você pode me fazer um favor — pediu com a voz mostrando a preocupação.
— Fala aí. Se estiver ao meu alcance, claro que sim.
— Eu não entendo muito de computador nem internet. Vê se você pode procurar algum remédio para prisão de ventre.
— Mãe. Você não pode confiar no que fala na internet. Metade é mentira e a outra metade também — respondi —. Por que você não vai ao médico?
— Pra ele me dar os mesmos comprimidos de sempre? Eles estão aí. Já tomei, mas nada, nada.
— E há quanto tempo você tá..? já sabe — não sei por que não tive coragem de terminar a frase.
— Dois dias, filho. E tô estourando. Mas não tem jeito — disse se apalpando a barriga —. Me faz esse favor, Nesto. Não custa nada. Nada. Vale? —pediu, acariciando meu cabelo.
—Vale. Eu procuro. Mas não prometo nada.
—Obrigado, filho. Você é o melhor —ela sorriu, me dando um beijo na bochecha antes de ir.

Eu abri o navegador e, sem muita confiança, digitei na busca: “Remédio caseiro para prisão de ventre”.
Na hora apareceram mil anúncios de outros tantos medicamentos. Alguns eu conhecia. Outros estavam escritos em caracteres chineses, ou pelo menos me pareceram. Abri várias páginas que pareciam mais sérias, mas não encontrei nada que me parecesse confiável. Tinha de tudo: desde shakes com mil frutas e ingredientes esquisitos até enemas mais estranhos ainda.

Lá pro final da página, vi um link pra um site pornô. Isso me deu uma graça e abri por curiosidade. Devo admitir que, de todas as lorotas que eu tinha visto, era a que oferecia a solução mais lógica, do meu ponto de vista. Era uma série de fotos de sexo anal. Nas últimas, dava pra ver a mina com o cu aberto igual boca de metrô, e na última — bem desagradável de olhar, por sinal — como se um tolete estivesse saindo. Fechei a página com uma sensação de nojo pela última foto e continuei procurando. Mas não achei nada.

Fui procurar minha mãe pra dar a notícia do fracasso da busca e a encontrei na sala. Ela estava numa poltrona, levemente curvada, se acariciando a barriga. A cara dela dizia que se sentia muito desconfortável. Quando me viu, levantou o olhar com um brilho de esperança nos olhos.

—Fala, Nesto. O que você achou?
—Desculpa, mãe. Mas não vi nada que pareça sério. Tem desde poções à base de lagarto asiático e plantas raras que acho que nem existem de verdade, até enemas com coisas mais estranhas ainda. Não me pareceu nada confiável. Até —aí não consegui evitar rir ao lembrar—. Um site pornô que recomenda sexo anal pra abrir o buraco.

Ela também riu. Mas de repente ficou séria, pensativa.
—Pô. Então talvez não seja besteira não —disse com o olhar perdido.
—Tá falando sério? Vai arrumar um preto pra uma boa tranca? —eu ri.
—Não. Mas tenho um brinquedo que uso de vez em quando que pode me ajudar —ela sorriu, me olhando com malícia.
Eu já imaginava que ela teria algum dildo ou algo assim. Nunca tinha conhecido um rolo dela e supunha que de alguma forma ela se “aliviava”. Mas era algo que nunca esperava ouvir da boca dela.
—Então tá. Testa aí e depois me conta —falei rindo, levantando as mãos em sinal de rendição e saindo.
Voltei pro meu quarto e fiquei jogando no computador. Mas não conseguia tirar da cabeça a imagem da minha mãe se acabando com um pau de borracha no cu. Contra minha vontade, acabei ficando duro que nem um burro, então entrei no banheiro e bati uma com aquela imagem na mente. Esperava que, depois de “aliviado”, aquela imagem sumisse. Mas não conseguia tirá-la da cabeça. Desliguei o computador e fui pra sala ver TV pra tentar pensar em outra coisa.
Quando entrei na sala, estava sozinho. Sentei, liguei a TV e escolhi um filme de ação. Quem sabe assim me distraía. Meia hora depois, minha mãe chegou com cara de puta e algo na mão.
Ela veio até mim e jogou um objeto no sofá. Era o famoso dildo dela. Um consolo pequeno, de metal e com função vibratória. Tinha uns dois centímetros de diâmetro, no máximo. Peguei na mão pra examinar enquanto ela reclamava.
—Nada. Essa merda não serve pra isso. Precisaria de um mais grosso —fiquei nervoso imaginando ela quando ouvi.
—Mãe, isso é fino demais pra isso. Foi feito pra outra coisa. Quando você disse que tinha a “ferramenta” certa, achei que fosse algo mais… potente.
—É igual enfiar um supositório —ela reclamou, me fazendo rir. Ela ficou me olhando e no fim caiu na risada também.
—Porra, Nesto. Já não sei mais o que fazer.
—Quer ir pro hospital?
—Pelo amor de Deus, não. Que vergonha!
—Então me fala. Porque eu não conheço nenhum preto —ri de novo.
—Nesto. Me mostra aquele site pornô que você falou? —ela pediu. surpreendendo-me.
—Claro. Mas pra quê?
—Não sei direito, filho. Não sei. Mas quero ver.
—Tá bem — falei, levantando pra pegar o computador.
Quando voltei, ela estava sentada, visivelmente nervosa. Abri o navegador e procurei no histórico. Cliquei na página e as fotos começaram a carregar.
—Toma — falei, passando o computador pra ela.
—Porra! — exclamou ela—. Que tranca.
—Também não é pra tanto — falei distraído, pensando que a minha era igual ou mais grossa.
—O quê? — perguntou, arregalando os olhos pra me olhar.
—Nada, nada — respondi nervoso.
Vi ela passando de uma foto pra outra e, conforme se aproximava do final, o rubor subia nas bochechas. Peguei ela mordendo o lábio. Como um flash, me veio uma ideia. Deixei ela terminar de ver as fotos. Uma das últimas era um close da bunda da modelo com o buraco totalmente aberto.
—Porra. Assim que eu preciso ter o meu pra soltar tudo que tenho dentro — disse minha mãe distraidamente.
—Bom. Sei como te ajudar. Se você estiver disposta — soltei.
—E como? Se é que se pode saber — a voz dela tava tingida de desconfiança.
Peguei meu celular e procurei na galeria uma foto do meu pau em posição de sentido que tinha mandado pra uma amiga com benefícios. Abri a foto e mostrei pra ela.
—Aí está — falei, segurando a respiração enquanto esperava a reação dela.
—Meu Deus. Que rabo — disse admirada—. É um amigo seu?
—Não.
—Não? Então de quem é esse pedaço de rabo? — os olhos dela estavam arregalados. Não conseguia tirar o olhar da foto.
—Você tem ele na sua frente — falei, apontando pro meu volume.
—O quê? — quase gritou—. Tá me dizendo que tem esse pedaço de coisa?
—E sem filtros — completei rindo.
—De qualquer forma, Nestor. Não podemos fazer isso. Como vou deixar meu próprio filho me arrebentar o cu? É loucura.
—Olha por esse lado. Não seria sexo entre nós. Seria tipo colocar um supositório. Só que tamanho XXL — falei brincando pra amenizar.
—Não, querido. Isso não pode. Esquece.
—Então... Então, quando você quiser, me avisa e a gente vai pro pronto-socorro. Ou no final você vai ter que ir, e quanto mais demorar, mais perigoso fica — falei, levantando pra ir pro meu quarto.
Ela ficou olhando pro computador com cara de fascinação. Eu entrei no quarto e me joguei na cama com o celular. Tava vendo o movimento no Twitter enquanto passava o tempo. Eu tinha tentado e tinha dado errado. Pelo menos ela não parecia ter ficado puta comigo. Mas sabia que antes do dia acabar, a gente ia ter que sair voando pro hospital. Sem perceber, fui pegando no sono. Senti alguém mexer no meu ombro.
— Nesto. Acorda, por favor.
— Que foi? Oi, mãe. Acho que capotei. Quer que a gente vá pro hospital agora?
— Não, amor. Eu morreria de vergonha — disse, assustada.
— Então? Não tem outra saída — falei, dando de ombros.
— E se a gente tentar…? Sabe… O que você me falou antes — a voz dela foi sumindo na mesma hora que minha rola foi acordando.
— Tem certeza?
— Não. Mas também não tenho outra opção — disse sem olhar na minha cara.
— Beleza. Pra mim, sem problema. Como você quer fazer?
— Porra, Nesto. Não sei. Isso é muito pesado. Mas não me vem outra ideia — falou quase chorando.
Abracei ela pra acalmar os nervos. A coitada tremia que nem vara verde.
— Não se preocupa. A gente vai fazer com muito carinho pra doer o mínimo possível. Beleza?
— Ei. Que não vamos transar, hein — protestou, me olhando.
— Tá bom. Então você prefere que eu meta de uma vez, mesmo que te rasgue tudo? Acho que não vai ser nada agradável.
— Desculpa, Nesto — reconheceu, envergonhada —. Cê tem razão. Mas é que eu tô muito nervosa.
— Então se acalma. Vamos pra sala e tomar uma dose pra matar os nervos?
— Sim, por favor. Preciso disso — admitiu, levantando.
Da cama, admirei aquela rabeta gostosa que eu ia comer. Dura, firme. Me deixava louco de tesão só de pensar. Levantei e fui atrás. Ela serviu uns copos e a gente virou de uma vez.
— E como a gente faz? — perguntou minha mãe, nervosa.
— Eu iria pro quarto. Pra ficar mais perto do banheiro — expliquei.
— Se funcionar... — disse ela, esperançosa.
— Tomara que sim. Não me vêm mais ideias.
— Tá bom. Vamos lá — falou decidida, virando a taça de uma vez.
Eu a segui até o quarto dela. Ela estava vestindo um moletom simples e uma camiseta velha. Eu tava de calça de esporte e camiseta de basquete.
— E agora? — perguntou, nervosa.
— Você tem algum creme, ou gel, ou algo assim que a gente possa usar como lubrificante?
— Tenho, claro — respondeu, entrando no banheiro e saindo logo com um pote de óleo corporal. — Serve?
— Acho que sim — falei, examinando o pote.
— E agora? — dava pra ver que ela tava cada vez mais nervosa.
— Bom, agora... — respondi, segurando ela pelos ombros pra virar de costas pra mim. — É só abaixar a calça.
— Porra. Que vergonha — disse ela, obedecendo. — Não olha, por favor.
— Como é? Cê sabe o que tá me pedindo? E pra onde eu vou mirar? — respondi rindo.
— Desculpa. É, cê tem razão — aceitou, finalmente resignada.
De costas pra mim, ela abaixou a calça e a calcinha. A bunda dela era maravilhosa. De um branco impecável e um formato e tamanho perfeitos. Indiquei que ela se ajoelhasse na beirada da cama. A cara dela tava vermelha que nem tomate, mas obedeceu sem reclamar. Eu também tirei a calça. Meu pau tava crescendo de olhar pra bunda da minha mãe. Peguei o pote e derramei uma porção generosa de óleo na minha mão. Quando comecei a acariciar a bunda dela, ela não conseguiu evitar um sobressalto.
— Calma, mãe. Tem que relaxar o esfíncter. Primeiro vou colocar um dedo, e depois outro conforme for relaxando. Tá bom?
— Tá certo, Nesto. Faz como achar melhor, mas faz o mais rápido que puder. Isso é muito constrangedor.
— Mãe. Se eu for muito rápido, vou te machucar. E cê não quer isso. Dá pra me ajudar fazendo uma coisa.
— O quê? — perguntou, esperançosa.
— Enquanto eu massajo o esfíncter pra relaxar, tenta se masturbar. Isso vai ajudar — falei, cortando os protestos que já começavam. tomar forma na boca dela―. Te garanto que funciona. Não é a primeira vez que faço isso.
―Já fez isso antes? ―perguntou virando a cabeça pra me olhar espantada.
―Claro. Não sou virgem ―falei sorrindo―. Viu? Parece que já relaxou um pouco.
―Tá bom. Vou tentar. Mas não prometo nada. Não é uma situação muito sensual, digamos.
―Não olha pra trás e imagina que sou um amante. Seu ator favorito, por exemplo ―falei pra acalmá-la.
―Como se fosse tão fácil ―bufou.
―Tenta pelo menos ―falei dando um tapa nela―. Desculpa, mas tu não ajuda muito com essas reclamações.
―Tá bom. Vou tentar fazer. Te prometo. Mas amor, com cuidado, sim?
―Prometo ―falei beijando a parte de cima da bunda dela. Ela não reclamou.
Comecei a circular o esfíncter com meus dedos molhados. De vez em quando aproximava um da entrada e pressionava um pouco. Aí ela tentava empurrar a bunda pra frente, mas eu segurava com a outra mão. Vi que ela levou a mão até a buceta dela e começou, meio indecisa, a se masturbar. A cabeça dela ficou apoiada na cama e eu podia ver o rosto dela de perfil. Quando percebeu que eu podia vê-la, fechou os olhos tentando escapar do meu olhar ou tentando que eu não visse o dela. Enfiei a primeira falange do meu indicador. Ela deu um pequeno susto, mas aguentou a surpresa.
―Doeu? ―perguntei.
―Não, querido. Pode continuar, mas vai assim, devagar, por favor.
―Claro, mãe ―falei acariciando onde tinha deixado um beijo antes. Vi um esboço de sorriso.
―Por favor. Agora não me chama de mãe. Prefiro que use meu nome. Vai soar menos… estranho.
―Tá bom, Ângela. Melhor?
―Muito melhor. Obrigada, Nesto ―agora sim sorriu de olhos fechados enquanto continuava se masturbando.
Voltei a me aplicar com o dedo. Fodi ela um tempo até achar que caberia outro. Avisei.
―Vou colocar outro.
―Tá bom, amor. Manda ver.
Passei óleo num novo dedo e enfiei dentro dela. Dessa vez ela não fez menção de se mexer. Tava aguentando bem. Depois de um tempo, enfiei o terceiro dedo sem avisar.
―Uai! ―reclamou rindo―. Podia avisar, cabrão.
—Desculpa. Quer que eu tire?
—Não. Continua. Parece que tá indo bem.
Agora eu conseguia ver que a buceta dela tava toda encharcada e ela enfiava dois dedos, se fodendo enquanto o polegar cuidava do clitóris. Eu já tava feito um burro, louco pra enfiar meu pau naquele buraco dos sonhos. Com a mão livre, passei óleo no meu pau e me masturbei pra garantir que tava bem lubrificado. O cu dela já aceitava meus três dedos sem problema.
—Vou meter, Angela. Tá preparada? — avisei.
—Não sei — admitiu —. É muito pau e eu sou, bem, era virgem por trás. Vai devagar, amor. E se eu pedir pra parar, para. Valeu?
— Combinado — concordei —. Vou encostar meu pau na entrada. Vou enfiar a ponta devagar e quando tiver dentro, paro. Depois você empurra pra marcar o ritmo. Valeu?
— Valeu. Obrigada, querido — disse com os olhos fechados, mas sem parar de se masturbar. Agora fazia devagar. Tipo pra se concentrar no que viria a seguir.
Encostei a ponta do meu pau na entrada do cu dela e empurrei devagar. A lubrificação e a abertura já feita facilitaram a entrada. Angela suspirava enquanto sentia o movimento do meu pau profanando o cu virgem dela. Quando a cabeça entrou, parei. Sentia meu pau pulsando. A respiração dela acelerou, fruto da dor e da sensação nova que tava vivendo. Tinha certeza de que ela tava curtindo.
— Já foi — anunciei —. Agora é sua vez. Quando quiser.
— Obrigada, amor — sussurrou, sorrindo.
Segurei os quadris dela e esperei. Depois de alguns segundos, ela empurrou o cu pra trás. A boca dela se abriu, surpresa com o tamanho do meu pau, e parou por um segundo.
— Devagar — aconselhei —. Não tem pressa.
Ela concordou em silêncio, mas logo empurrou de novo. Mordia o lábio inferior por causa da dor. Mas acho que também pelo prazer que começava a sentir. Aos poucos, foi empurrando, parando a cada dois centímetros.
— Falta muito? — perguntou quando tava na metade.
— Uns pouco mais da metade — eu disse, acariciando as nádegas dela com carinho.
— Porra! — ela protestou —. Não sei se vai funcionar. Mas com certeza não vou conseguir sentar por um mês.
Mesmo assim, ela continuou empurrando, cada vez mais forte à medida que o esfíncter relaxava, até sentir minhas bolas no períneo dela.
— Já? — ela perguntou, dessa vez abrindo os olhos para me olhar.
— Já. Tá toda dentro — garanti.
— Então agora começa você a se mexer. Fode essa porra de cu que não quer cagar — porra, o vocabulário da minha mãe podia ser bem explícito.
Me segurei firme nos quadris dela e comecei a foder devagar. Ela voltou a aumentar o ritmo da masturbação. Logo começou a gemer de prazer. Não falei nada pra não deixar ela constrangida. Afinal, eu também tava me segurando. A camiseta dela começou a escorregar por causa da posição, deixando entrever a parte de baixo dos peitos. Até consegui ver um dos mamilos dela, totalmente ereto. Desafiador como uma pedra. Ela tava adorando.
— Porra, que delícia — escapou dela —. Desculpa, Nesto. Não queria falar isso.
— Como assim não? Não tá gostando?
— Porra. Tô. Mas não deveria.
— Aproveita, Ângela. Não tem nada de errado em aproveitar. Eu também tô — garanti.
— Você gosta de foder o cu de uma velha? — ela perguntou entre gemidos, me olhando surpresa.
— Eu gosto de foder um cu tão bom quanto o seu — eu aumentava o ritmo e ela parecia adorar, porque também empurrava a bunda contra mim pra minha pica entrar mais fundo. Vi ela sorrir satisfeita com minha resposta.
Depois de uns dois minutos, eu tava quase gozando. Minha pica tava prestes a estourar.
— Vou gozar, Ângela. Não aguento mais.
— Só um segundo, amor. Eu também tô quase — parecia ter esquecido o propósito do tratamento que a gente tava dando no cu dela. Então me concentrei em segurar. Ela se fodia a buceta com três dedos enquanto eu socava o cu dela sem piedade.
Por sorte, não demorou pra ela gozar com um grito de felicidade.
— Eu corrooooo. Corre comigo, Nesto. Enche meu cu de porra, por favor. Tô gozandooo...
Não aguentei mais e com um rugido soltei toda a minha porra naquele cu maravilhoso. Esperei até meu pau soltar a última gota. Minha mãe tentava recuperar o fôlego, toda mole. A cara dela estava linda, radiante de felicidade. Com esforço, tentei voltar à realidade quando meu pau começou a murchar.
— Acho que é hora de você ir ver se funcionou — falei, dando um último beijo naquela rabuda poderosa.
— Obrigada, amor. Espero que funcione — ela sorriu, acariciando meu rosto e me dando um selinho antes de sair correndo pro banheiro e fechar a porta.
Eu fui pro meu quarto e entrei no chuveiro. Abri a água e olhei pro meu pau. A ponta estava suja de merda, mas considerei que era normal. Tomei um banho bem caprichado e saí pra sala esperar os resultados. No fundo, torcia pra dar certo. Queria ser o remédio exclusivo da minha mãe, pra que negar...
Depois de um bom tempo, ela saiu enrolada numa toalha, linda. Um sorriso no rosto a deixava ainda mais gostosa. Correu pra sentar do meu lado. Me abraçou e me deu outro selinho.
— Muito obrigada, Nesto. Você é um filho maravilhoso — disse sorrindo.
— Isso quer dizer que funcionou? — perguntei, ansioso. Não achava que ela tava falando da transa.
— E como funcionou. Achei que não ia chegar no vaso — soltou a risada gostosa dela —. Foi uma maravilha. Porra, que alívio que fiquei.
— Nossa. Que bom. Então agora você se sente melhor?
— Maravilhosamente bem. Soltar tudo foi tipo um segundo orgasmo — admitiu, corando.
— Fico feliz que funcionou — respondi sincero.
— Mas não quero que isso que aconteceu mude nossa relação. Você precisa entender que não somos amantes. Continuo sendo sua mãe — o rosto dela agora tinha uma expressão séria, preocupada.
— Prometo — falei, levantando a mão como se estivesse jurando pra um júri —. Você continua sendo uma mãe maravilhosa e vou continuar te vendo assim.
— Obrigada, querido — disse, acariciando meu cara... Tava com medo de você interpretar errado o que aconteceu.
—Fica tranquila, mãe. Nada mudou —falei, enfatizando a palavra mãe.
—Então, já que tá tudo esclarecido, vou fazer o jantar. Vou preparar teu prato favorito. Você mereceu —disse saindo e me dando uma piscadinha.

Não me preocupou que você não quisesse continuar transando comigo. Já esperava por isso. Mas tinha certeza de que, se passasse por outra situação como a daquele dia, ia me pedir a mesma ajuda de novo.

Nossa vida voltou ao normal como se nada tivesse acontecido. Nenhum de nós dois tocou no assunto de novo. Parecia um sonho bobo que ninguém lembrava. Nosso relacionamento não mudou nadinha.

Um mês depois daquele dia, depois do jantar, eu tava sentado no sofá vendo TV. Minha mãe já tinha ido pro quarto fazia um tempo. Daí, vi ela aparecer de camisola, que mal cobria os joelhos e deixava ver a calcinha, e sem sutiã. Os bicos dos peitos marcavam o tecido, desafiadores. Ela parou na porta da sala, apoiada no batente. Me olhou com um sorriso safado.

—Nesto. Você não vai acreditar…
—O quê? —respondi, já sacando onde aquilo ia dar.
—Tô constipada —disse, virando de costas e mostrando aquela bunda maravilhosa enquanto sorria…

FIM

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