Meu nome é Silvia, tenho 36 anos, estava "felizmente casada" há 10 anos com Pablo. A natureza me abençoou com um corpo lindo, magro, com peitos e bunda bons. Todo dia eu vejo que sou desejável, porque muitos homens me olham e viram a cabeça quando passo.
Durante todo o tempo que estive com Pablo, nunca fui infiel, apesar de ter tido muitas oportunidades. Embora só tenha conseguido confirmar a última, tenho certeza de que ele não foi recíproco comigo. E justamente a última eu consegui confirmar porque a garota gravou um vídeo com ele e postou num site pornô. Nunca teria descoberto se ela não tivesse mandado o link para um grupo de amigas, onde está minha irmã Clara, mas ela não sabia quem era, e obviamente me encaminhou.
Não disse nada, e pedi o mesmo para Clara. Fiquei terrivelmente magoada. Não entendia o motivo da traição dele. Sempre tivemos um sexo muito bom, realizando fantasias e aproveitando ao máximo.
Com várias desculpas, nas noites seguintes não quis transar. Numa dessas noites, tive a ideia da minha vingança. Com a ajuda da minha irmã, descobri que a garota trabalhava como vendedora numa loja de roupas femininas. Uma tarde fui fazer compras e conhecê-la. Ela era bonita, mais nova que eu e simpática.
Quando ela me atendeu, pedi para provar duas ou três coisas. Fui ao provador e a chamei para dar a opinião dela.
"Ficou espetacular, ainda mais pelo corpo que você tem do que pela roupa. Com esse corpo, qualquer coisa fica bem em você", ela disse.
"Obrigada, mas já estou ficando velha, e... sinto que não atraio mais os homens."
"Imagina, você é gostosa, se meu namorado te visse, com certeza ia querer te levar pra cama", ela disse.
"Acho difícil um cara querer essa 'coroa'."
"Não é um garoto, tem 38 anos, te garanto que é como eu tô falando", ela afirmou.
"Estranho uma garota tão novinha como você com um velho."
"Não tanto. Além disso, ele tem mente aberta, até nos gravamos na cama", ela se gabou.
"Sério, uau, eu nunca fiz isso. E ele não reclama?" perguntei.
"Não, ele contrário"
"Que gostoso, e é muito pesado o que você gravou?"
"Sim, olha" ela disse, me mostrando o vídeo no celular.
"É, é pesado mesmo."
"Agora a gente tá pensando em fazer um menage com outra mulher" ela disse
"Não me diga que você também é bi?" falei.
"Sim, claro"
Naquele momento peguei a mão dela e a puxei pro provador, encostei ela na parede e comecei a beijar a boca dela, enquanto fechava a porta. Era minha primeira vez com uma mina, mas de tanto ver vídeos, eu sabia como "atacar".
Ela se assustou, e como não conseguiu falar nada, comecei a beijar o pescoço dela e desci minha mão até a buceta. Ela começou a gemer. Levantei a saia dela, puxei a calcinha fio dental e enfiei dois dedos lá dentro. Ela não parava de gemer, virei ela de frente pra parede, coloquei as mãos dela acima da cabeça, e de novo beijando o pescoço e enfiando os dedos na buceta.
"Não se mexe um centímetro" falei
Ajoelhei, levantei a saia, abaixei a calcinha e, abrindo as nádegas dela, comecei a chupar o cu dela. Os gemidos dela ficaram mais altos, ela pedia mais. Levantei e, beijando o pescoço dela, enfiei um dedo no cu. Ela deu um pulo e tentou se soltar.
"Fica quietinha, bebê, goza" falei enquanto apertava um peito dela.
Meu dedo entrava e saía do cu dela. Ela tremia de prazer.
"Agora, vou enfiar outro, e você vai me dar um orgasmo daqueles"
Ela concordou com a cabeça e enfiei o segundo dedo. Quando entrou tudo, ela se sacudiu e teve um orgasmo violento.
Soltei ela, e continuei experimentando uma camisa. Ela ficou de joelhos por uns dois minutos. Quando se levantou, disse:
"Juro que nunca gozei assim, nem com homem nem com mulher. O que você deve ser na cama"
Olhei nos olhos dela, apertei a garganta e falei:
"Se quiser saber, passo pra te buscar quando você sair. Mas vou avisando, vou te fazer gozar como a putinha que você é. Vou te transformar na minha putinha pessoal. Topa experimentar?"
Ela hesitou por uns segundos, mas o prazer que tinha sentido e a vontade de mais fizeram ela aceitar.
Saí do Saí do negócio sem comprar nada e fui caminhar. Eu também tava excitada, me esquentava muito o que tinha feito, pra quem tinha feito, e me surpreendia com essa minha nova faceta.
Procurei um sex shop e comprei umas algemas, um consolo e um cinto de consolo.
Quando fechou o negócio, eu tava do lado de fora esperando ela no meu carro. Ela subiu sorrindo, eu olhei séria pra ela.
“Pra um hotel ou pra sua casa?” perguntei
“Pra minha casa. Fiquei a tarde toda molhada pensando em você e em como você me fez gozar” e me deu o endereço.
“Com quantas mulheres você ficou?” perguntei
“Três, sem contar você”
“E você gosta de ser submissa pelo que vi”
“Na real, é a primeira vez que isso acontece comigo” ela disse
“Levanta a saia e tira a calcinha fio dental.” Falei.
“Aqui?”
Minha resposta foi um tapa na cara. Ela na hora levantou a saia e tirou a calcinha fio dental.
“Assim que eu gosto, que você faça na hora o que eu mando. Agora enfia a calcinha fio dental na boca, e por nenhum motivo tira ela”
Chegamos no apartamento dela, entramos. Eu na minha bolsa levava as coisas que tinha comprado.
Fomos pro quarto dela, e mandei ela ficar parada sem se mexer. Me despi, passei a mão na minha pussy que tava bem molhada, e passei no rosto dela.
Tirei a calcinha fio dental da boca dela, e passei na minha pussy, molhando bem com meus sucos, pra colocar de novo nela.
“Agora você tem os dois sabores pra saborear, putinha. Tira a roupa e rápido.” Ordenei.
Ela obedeceu na hora. Peguei as algemas da bolsa e coloquei nela com as mãos nas costas. Comecei a beijar e tocar ela, ela já começou a gemer, abafada pela calcinha fio dental. Não precisei penetrar ela em lugar nenhum que ela teve o primeiro orgasmo.
“Vejo que você tá muito excitada, putinha”
Ela concordou com a cabeça. Tirei da bolsa o consolo e o cinto, e ela arregalou os olhos.
Tirei a calcinha fio dental da boca dela.
“Bom, agora isso fica interessante pra mim. É sua última chance de me parar. Daqui pra frente, serei sua Senhora, e você vai me obedecer sem dizer nada.” Nem negar nada a você, absolutamente nada. Por mais que doa ou você não goste. Continuo?
– Sim – ela disse.
– Sim, senhora, é assim que você deve dizer. Se não fizer, vai levar um castigo. Agora, quero que você chupe bem a minha buceta.
A garota se inclinou e começou a me chupar, fazia bem, me excitava ver como ela fazia. Depois de um tempo, peguei o consolo e dei pra ela chupar. Ela fazia como se fosse um pau de verdade. Eu via como, entre as pernas dela, escorriam os sucos.
– Vejo que você gosta muito de chupar pica.
– Sim, senhora.
– Bom, vejo que aprende rápido. Quantas vezes já te arrombaram o cu?
– Nunca, senhora. Só a senhora com os dedos.
– E você gostou?
– Sim, e muito – ela disse.
Enquanto falava, coloquei o cinto de arnês.
– Bom, agora quero que você suba e monte nessa minha pica gostosa.
Ela subiu e foi enfiando tudo, entre gemidos e choramingos.
– Vai, vagabunda, que não tenho a tarde toda.
Ela terminou de enfiar e começou a subir e descer. Me olhava nos olhos e mordia os lábios.
Enfiei o outro consolo na boca dela, e ela começou a chupar. Eu beliscava os mamilos dela, e ela gemia sem parar. Chegou a um novo orgasmo.
Tirei o consolo da boca dela e coloquei numa das mãos dela, atrás das costas.
– Enfia ele – falei.
– Não consigo, senhora, tenho as mãos nas costas.
Dei um tapa forte na barriga dela e falei:
– Então procura um buraco que fique perto, vagabunda.
Ela entendeu. Foi descendo devagar. Outro tapa fez ela acelerar os movimentos. Entre gemidos, começou a enfiar.
Com meus dedos, controlava os movimentos dela no cu.
– Agora quero que você me conte o que está fazendo.
– Estou cavalgando a minha esposa, enquanto enfio um consolo no cu.
– E você gosta de ter dois consolos enfiados?
– Sim, sou muito puta, sua puta, senhora.
Eu dava tapas na bunda dela, que aceleravam os movimentos, até que ela chegou a outro orgasmo.
– Agora, chupa minha buceta enquanto você se bate no cu, faz eu gozar na sua cara.
Ela fez na hora. Eu via a mão dela enfiando e tirei o consolador com velocidade, a mesma da boca dela pra me chupar. Um tempo e gozei na cara dela.
Levantei e tirei as algemas dela.
“Quero que você grave enquanto eu te fodo de quatro, que dê pra ver como você goza feito uma puta, pela buceta e pelo cu, mas sem mostrar meu rosto, e vai contando o que eu tô fazendo” falei
“Sim, Senhora”
Ela pegou o celular e começou a gravar. Coloquei ela de quatro e enfiei o consolador do arnês na buceta dela
“Minha esposa tá me comendo gostoso pra caralho, já gozei várias vezes mas não passa meu tesão. Sou muito puta pra minha esposa. Ela sim me faz gozar”
Ela filmava a própria cara e me passava o celular pra eu filmar como eu tava metendo.
Aproximei o consolador do cu dela e comecei a enterrar. Era maior que o outro, tava difícil.
“Agora ela tá arrombando meu cu, dói, mas sou a puta dela, a puta dela. Ai, dói mas como eu gosto”
Ver ela se filmando, saber pra que ia servir, me deixou com muito tesão. Filmei um pouco como o consolador inteiro entrava, e devolvi o celular.
Segurei ela pela cintura e fazia o consolador entrar e sair com velocidade, meu tesão subia no ritmo que aumentavam os gemidos e gritos de prazer dela. Ela começou a ter orgasmos seguidos, até que eu tive meu próprio orgasmo. Soltei ela e ela caiu exausta na cama. Tomei um banho e ela continuava largada na cama.
“Vi que você gozou, puta”
“Sim, Senhora, como nunca, obrigada por tanto prazer”
“Você me disse que queria fazer um ménage com seu namorado”
“Sim, Senhora”
“Pois agora você é minha puta pessoal. Pra transar com seu namorado você tem que me pedir permissão. E o ménage, a gente vai fazer amanhã à tarde, agora vou te explicar como”
Falei passo a passo o que eu queria e como queria que ela fizesse. Os olhos dela se encheram de luxúria. Obviamente que só contei uma parte. Ela aceitou tudo. Eu passaria pra pegar um jogo de chaves no negócio ao meio-dia.
Antes de ir, revisei o vídeo que ela tinha gravado, mandei ela subir no site pornô e enviar pro grupo igual o outro.
Quase em Peguei a porta pelo pescoço, sufocando ela, beijei ela na boca e falei:
“Slut, se você falhar, o castigo vai ser muito pesado, muito pesado mesmo.”
“Não, my wife, não vou falhar.”
Quando cheguei em casa, o Pablo estava lá.
“Que tarde que você chegou, meu amor”, ele disse.
“É que me distraí conversando com umas minas.”
Naquela noite, também não transamos.
No dia seguinte, ao meio-dia, passei para pegar as chaves e ver se ela tinha resolvido algo com “o namorado”, que era meu marido.
“Sim, senhora, já está resolvido. Às 18h estaremos no meu apartamento como a senhora mandou.”
“Bem, na sua mesa de cabeceira vai estar a fita para tampar a boca dele e a venda. Tem que colocar de um jeito que não saia. E as algemas.”
Fui ao sex shop, comprei fita para tampar a boca e uma venda. Na minha bolsa, levei os outros brinquedos.
Antes das 18h, já estava no apartamento da garota. Me escondi no chuveiro caso ela fosse ao banheiro antes de começar, mas não foi. Eu tinha deixado a porta entreaberta para poder ver.
Quando entraram, ela disse:
“Meu amorzinho, hoje quero fazer você gozar como nunca gozou, mas precisa confiar em mim.”
E na hora, se ajoelhou para chupar a cock dele, ainda vestido.
“Mmm, que gostosa que você está, como eu gosto assim”, ele dizia enquanto ela chupava.
Ela se levantou, vendeu os olhos dele enquanto falava no ouvido, despiu ele devagar enquanto acariciava e masturbava. Colocou as algemas nos pulsos dele, atrás das costas. Se ajoelhou de novo e começou a chupar a cock dele. Eu saí do banheiro sem fazer barulho. Fiz um sinal para ela, e ela colocou ele perto da cama. Ela se deitou com a cabeça pendurada, fazendo um 69. Ela pegou a cabeça do Pablo e guiou para a pussy dela, para ele chupar, enquanto ela chupava a cock dele. Ele bufava de excitação. Fui até eles, peguei a cock dele e comecei a masturbar. Quando ele percebeu que eram outras mãos, tentou se levantar, mas a garota impediu.
“Amorzinho, ela é my wife, minha dona. Ela me fez descobrir coisas impensáveis. Agora, aproveita.” Você também, amor."
Ele relaxou e se deixou masturbar, enquanto ela acariciava suas costas, e ela continuava enfiando a cabeça dele na buceta dela. Ele gemia de prazer. Com minha língua, fui brincando no cu dele, a excitação dele aumentava cada vez mais. Coloquei o pau dele na boca da garota, e ela fez o trabalho dela. Devagar, fui penetrando com um dedo, procurando brincar com o ponto P dele, a próstata. Quando encontrei, ele deu um solavanco e enterrou o pau até o fundo da garganta da garota. Depois foram dois dedos. Fiz um sinal pra garota e ela me deu o celular dela. Comecei a filmar enquanto eu penetrava o cu dele e ele gemia sem parar. Coloquei o consolo do arnês na porta do rabo dele e comecei a meter. Ele deu um pulo, mas ela segurou ele, sem parar de chupar.
Incrivelmente, ele se deixava penetrar. Passei o celular pra ela filmar o rosto dele e fiz um sinal pra ela colocar o consolo junto com a buceta dela e oferecer pra ele chupar. Ele começou a chupar as duas coisas. Peguei ele pela cintura e bombeei no cu dele com tudo. Ele gemia de prazer sem parar. A garota filmava a cena toda e incentivava ele a gozar.
"Viu, amor? Ela faz a gente gozar como nunca gozamos."
De repente, mandei ela filmar o rosto dele e tirar a venda. Quando ele conseguiu ver, virou a cabeça e me encontrou sorrindo, furando o cu dele. Ele tentou se levantar, mas um tapa nos rins impediu.
Saí de dentro dele, amarrei os tornozelos dele com a fita e joguei ele na cama.
Coloquei ela de quatro e arrebentei a buceta dela. Ela deu um grito de dor, mas disse:
"Sim, minha esposa, me arrebenta toda, por favor."
"Sim, garota, você é toda minha. Ah, te apresento meu marido, seu namorado."
A garota ficou dura. Mas não saiu. Pelo contrário, começou a se mexer com força pra enterrar tudo no cu.
Ela continuava filmando. Ele chorava e pedia pra pararmos e soltarmos ele. Nada disso aconteceu.
Quando chegamos ao orgasmo, nós duas nos beijamos ternamente.
"Obrigada, Senhora, sou sua putinha por toda a eternidade. Não entendo como... pôde ficar do lado dele, é muito pouco pra você.”
“Claro, ah, subi o vídeo, assim todo mundo vê como o Pablo goza.”
“Sim, my wife.”
Ele pedia, implorava pra não fazer isso. Mas ela subiu o vídeo completo e mandou o link no grupo das amigas.
Mandei uma mensagem pra Clara, minha irmã:
“Oi, Clarita, dá uma olhada no vídeozinho que mandaram no grupo. Quem sabe você não leva um susto.”
Em minutos ela respondeu:
“Massa, te conto que a gente tá no clube, com os caras todos, e uns colegas do Pablo. Tão dizendo que ficou muito bom.”
Nós soltamos, e ela e eu ficamos na cama.
“Pablo, pode vazar, daqui e de casa. Não curto homem que gosta de levar no cu. Prefiro os dominantes. Eu fico com sua ex-namorada, que a gente se dá super bem.”
Ele foi embora chorando. Nunca mais soubemos dele, só que saiu da cidade.
A mina continua sendo minha submissa até hoje. Às vezes a gente arruma um amigo pra ter um homem que coma nós duas.
Minha vingança foi linda. Até hoje alguns do grupo pensam duas vezes antes de meter chifre nas mulheres.
Durante todo o tempo que estive com Pablo, nunca fui infiel, apesar de ter tido muitas oportunidades. Embora só tenha conseguido confirmar a última, tenho certeza de que ele não foi recíproco comigo. E justamente a última eu consegui confirmar porque a garota gravou um vídeo com ele e postou num site pornô. Nunca teria descoberto se ela não tivesse mandado o link para um grupo de amigas, onde está minha irmã Clara, mas ela não sabia quem era, e obviamente me encaminhou.
Não disse nada, e pedi o mesmo para Clara. Fiquei terrivelmente magoada. Não entendia o motivo da traição dele. Sempre tivemos um sexo muito bom, realizando fantasias e aproveitando ao máximo.
Com várias desculpas, nas noites seguintes não quis transar. Numa dessas noites, tive a ideia da minha vingança. Com a ajuda da minha irmã, descobri que a garota trabalhava como vendedora numa loja de roupas femininas. Uma tarde fui fazer compras e conhecê-la. Ela era bonita, mais nova que eu e simpática.
Quando ela me atendeu, pedi para provar duas ou três coisas. Fui ao provador e a chamei para dar a opinião dela.
"Ficou espetacular, ainda mais pelo corpo que você tem do que pela roupa. Com esse corpo, qualquer coisa fica bem em você", ela disse.
"Obrigada, mas já estou ficando velha, e... sinto que não atraio mais os homens."
"Imagina, você é gostosa, se meu namorado te visse, com certeza ia querer te levar pra cama", ela disse.
"Acho difícil um cara querer essa 'coroa'."
"Não é um garoto, tem 38 anos, te garanto que é como eu tô falando", ela afirmou.
"Estranho uma garota tão novinha como você com um velho."
"Não tanto. Além disso, ele tem mente aberta, até nos gravamos na cama", ela se gabou.
"Sério, uau, eu nunca fiz isso. E ele não reclama?" perguntei.
"Não, ele contrário"
"Que gostoso, e é muito pesado o que você gravou?"
"Sim, olha" ela disse, me mostrando o vídeo no celular.
"É, é pesado mesmo."
"Agora a gente tá pensando em fazer um menage com outra mulher" ela disse
"Não me diga que você também é bi?" falei.
"Sim, claro"
Naquele momento peguei a mão dela e a puxei pro provador, encostei ela na parede e comecei a beijar a boca dela, enquanto fechava a porta. Era minha primeira vez com uma mina, mas de tanto ver vídeos, eu sabia como "atacar".
Ela se assustou, e como não conseguiu falar nada, comecei a beijar o pescoço dela e desci minha mão até a buceta. Ela começou a gemer. Levantei a saia dela, puxei a calcinha fio dental e enfiei dois dedos lá dentro. Ela não parava de gemer, virei ela de frente pra parede, coloquei as mãos dela acima da cabeça, e de novo beijando o pescoço e enfiando os dedos na buceta.
"Não se mexe um centímetro" falei
Ajoelhei, levantei a saia, abaixei a calcinha e, abrindo as nádegas dela, comecei a chupar o cu dela. Os gemidos dela ficaram mais altos, ela pedia mais. Levantei e, beijando o pescoço dela, enfiei um dedo no cu. Ela deu um pulo e tentou se soltar.
"Fica quietinha, bebê, goza" falei enquanto apertava um peito dela.
Meu dedo entrava e saía do cu dela. Ela tremia de prazer.
"Agora, vou enfiar outro, e você vai me dar um orgasmo daqueles"
Ela concordou com a cabeça e enfiei o segundo dedo. Quando entrou tudo, ela se sacudiu e teve um orgasmo violento.
Soltei ela, e continuei experimentando uma camisa. Ela ficou de joelhos por uns dois minutos. Quando se levantou, disse:
"Juro que nunca gozei assim, nem com homem nem com mulher. O que você deve ser na cama"
Olhei nos olhos dela, apertei a garganta e falei:
"Se quiser saber, passo pra te buscar quando você sair. Mas vou avisando, vou te fazer gozar como a putinha que você é. Vou te transformar na minha putinha pessoal. Topa experimentar?"
Ela hesitou por uns segundos, mas o prazer que tinha sentido e a vontade de mais fizeram ela aceitar.
Saí do Saí do negócio sem comprar nada e fui caminhar. Eu também tava excitada, me esquentava muito o que tinha feito, pra quem tinha feito, e me surpreendia com essa minha nova faceta.
Procurei um sex shop e comprei umas algemas, um consolo e um cinto de consolo.
Quando fechou o negócio, eu tava do lado de fora esperando ela no meu carro. Ela subiu sorrindo, eu olhei séria pra ela.
“Pra um hotel ou pra sua casa?” perguntei
“Pra minha casa. Fiquei a tarde toda molhada pensando em você e em como você me fez gozar” e me deu o endereço.
“Com quantas mulheres você ficou?” perguntei
“Três, sem contar você”
“E você gosta de ser submissa pelo que vi”
“Na real, é a primeira vez que isso acontece comigo” ela disse
“Levanta a saia e tira a calcinha fio dental.” Falei.
“Aqui?”
Minha resposta foi um tapa na cara. Ela na hora levantou a saia e tirou a calcinha fio dental.
“Assim que eu gosto, que você faça na hora o que eu mando. Agora enfia a calcinha fio dental na boca, e por nenhum motivo tira ela”
Chegamos no apartamento dela, entramos. Eu na minha bolsa levava as coisas que tinha comprado.
Fomos pro quarto dela, e mandei ela ficar parada sem se mexer. Me despi, passei a mão na minha pussy que tava bem molhada, e passei no rosto dela.
Tirei a calcinha fio dental da boca dela, e passei na minha pussy, molhando bem com meus sucos, pra colocar de novo nela.
“Agora você tem os dois sabores pra saborear, putinha. Tira a roupa e rápido.” Ordenei.
Ela obedeceu na hora. Peguei as algemas da bolsa e coloquei nela com as mãos nas costas. Comecei a beijar e tocar ela, ela já começou a gemer, abafada pela calcinha fio dental. Não precisei penetrar ela em lugar nenhum que ela teve o primeiro orgasmo.
“Vejo que você tá muito excitada, putinha”
Ela concordou com a cabeça. Tirei da bolsa o consolo e o cinto, e ela arregalou os olhos.
Tirei a calcinha fio dental da boca dela.
“Bom, agora isso fica interessante pra mim. É sua última chance de me parar. Daqui pra frente, serei sua Senhora, e você vai me obedecer sem dizer nada.” Nem negar nada a você, absolutamente nada. Por mais que doa ou você não goste. Continuo?
– Sim – ela disse.
– Sim, senhora, é assim que você deve dizer. Se não fizer, vai levar um castigo. Agora, quero que você chupe bem a minha buceta.
A garota se inclinou e começou a me chupar, fazia bem, me excitava ver como ela fazia. Depois de um tempo, peguei o consolo e dei pra ela chupar. Ela fazia como se fosse um pau de verdade. Eu via como, entre as pernas dela, escorriam os sucos.
– Vejo que você gosta muito de chupar pica.
– Sim, senhora.
– Bom, vejo que aprende rápido. Quantas vezes já te arrombaram o cu?
– Nunca, senhora. Só a senhora com os dedos.
– E você gostou?
– Sim, e muito – ela disse.
Enquanto falava, coloquei o cinto de arnês.
– Bom, agora quero que você suba e monte nessa minha pica gostosa.
Ela subiu e foi enfiando tudo, entre gemidos e choramingos.
– Vai, vagabunda, que não tenho a tarde toda.
Ela terminou de enfiar e começou a subir e descer. Me olhava nos olhos e mordia os lábios.
Enfiei o outro consolo na boca dela, e ela começou a chupar. Eu beliscava os mamilos dela, e ela gemia sem parar. Chegou a um novo orgasmo.
Tirei o consolo da boca dela e coloquei numa das mãos dela, atrás das costas.
– Enfia ele – falei.
– Não consigo, senhora, tenho as mãos nas costas.
Dei um tapa forte na barriga dela e falei:
– Então procura um buraco que fique perto, vagabunda.
Ela entendeu. Foi descendo devagar. Outro tapa fez ela acelerar os movimentos. Entre gemidos, começou a enfiar.
Com meus dedos, controlava os movimentos dela no cu.
– Agora quero que você me conte o que está fazendo.
– Estou cavalgando a minha esposa, enquanto enfio um consolo no cu.
– E você gosta de ter dois consolos enfiados?
– Sim, sou muito puta, sua puta, senhora.
Eu dava tapas na bunda dela, que aceleravam os movimentos, até que ela chegou a outro orgasmo.
– Agora, chupa minha buceta enquanto você se bate no cu, faz eu gozar na sua cara.
Ela fez na hora. Eu via a mão dela enfiando e tirei o consolador com velocidade, a mesma da boca dela pra me chupar. Um tempo e gozei na cara dela.
Levantei e tirei as algemas dela.
“Quero que você grave enquanto eu te fodo de quatro, que dê pra ver como você goza feito uma puta, pela buceta e pelo cu, mas sem mostrar meu rosto, e vai contando o que eu tô fazendo” falei
“Sim, Senhora”
Ela pegou o celular e começou a gravar. Coloquei ela de quatro e enfiei o consolador do arnês na buceta dela
“Minha esposa tá me comendo gostoso pra caralho, já gozei várias vezes mas não passa meu tesão. Sou muito puta pra minha esposa. Ela sim me faz gozar”
Ela filmava a própria cara e me passava o celular pra eu filmar como eu tava metendo.
Aproximei o consolador do cu dela e comecei a enterrar. Era maior que o outro, tava difícil.
“Agora ela tá arrombando meu cu, dói, mas sou a puta dela, a puta dela. Ai, dói mas como eu gosto”
Ver ela se filmando, saber pra que ia servir, me deixou com muito tesão. Filmei um pouco como o consolador inteiro entrava, e devolvi o celular.
Segurei ela pela cintura e fazia o consolador entrar e sair com velocidade, meu tesão subia no ritmo que aumentavam os gemidos e gritos de prazer dela. Ela começou a ter orgasmos seguidos, até que eu tive meu próprio orgasmo. Soltei ela e ela caiu exausta na cama. Tomei um banho e ela continuava largada na cama.
“Vi que você gozou, puta”
“Sim, Senhora, como nunca, obrigada por tanto prazer”
“Você me disse que queria fazer um ménage com seu namorado”
“Sim, Senhora”
“Pois agora você é minha puta pessoal. Pra transar com seu namorado você tem que me pedir permissão. E o ménage, a gente vai fazer amanhã à tarde, agora vou te explicar como”
Falei passo a passo o que eu queria e como queria que ela fizesse. Os olhos dela se encheram de luxúria. Obviamente que só contei uma parte. Ela aceitou tudo. Eu passaria pra pegar um jogo de chaves no negócio ao meio-dia.
Antes de ir, revisei o vídeo que ela tinha gravado, mandei ela subir no site pornô e enviar pro grupo igual o outro.
Quase em Peguei a porta pelo pescoço, sufocando ela, beijei ela na boca e falei:
“Slut, se você falhar, o castigo vai ser muito pesado, muito pesado mesmo.”
“Não, my wife, não vou falhar.”
Quando cheguei em casa, o Pablo estava lá.
“Que tarde que você chegou, meu amor”, ele disse.
“É que me distraí conversando com umas minas.”
Naquela noite, também não transamos.
No dia seguinte, ao meio-dia, passei para pegar as chaves e ver se ela tinha resolvido algo com “o namorado”, que era meu marido.
“Sim, senhora, já está resolvido. Às 18h estaremos no meu apartamento como a senhora mandou.”
“Bem, na sua mesa de cabeceira vai estar a fita para tampar a boca dele e a venda. Tem que colocar de um jeito que não saia. E as algemas.”
Fui ao sex shop, comprei fita para tampar a boca e uma venda. Na minha bolsa, levei os outros brinquedos.
Antes das 18h, já estava no apartamento da garota. Me escondi no chuveiro caso ela fosse ao banheiro antes de começar, mas não foi. Eu tinha deixado a porta entreaberta para poder ver.
Quando entraram, ela disse:
“Meu amorzinho, hoje quero fazer você gozar como nunca gozou, mas precisa confiar em mim.”
E na hora, se ajoelhou para chupar a cock dele, ainda vestido.
“Mmm, que gostosa que você está, como eu gosto assim”, ele dizia enquanto ela chupava.
Ela se levantou, vendeu os olhos dele enquanto falava no ouvido, despiu ele devagar enquanto acariciava e masturbava. Colocou as algemas nos pulsos dele, atrás das costas. Se ajoelhou de novo e começou a chupar a cock dele. Eu saí do banheiro sem fazer barulho. Fiz um sinal para ela, e ela colocou ele perto da cama. Ela se deitou com a cabeça pendurada, fazendo um 69. Ela pegou a cabeça do Pablo e guiou para a pussy dela, para ele chupar, enquanto ela chupava a cock dele. Ele bufava de excitação. Fui até eles, peguei a cock dele e comecei a masturbar. Quando ele percebeu que eram outras mãos, tentou se levantar, mas a garota impediu.
“Amorzinho, ela é my wife, minha dona. Ela me fez descobrir coisas impensáveis. Agora, aproveita.” Você também, amor."
Ele relaxou e se deixou masturbar, enquanto ela acariciava suas costas, e ela continuava enfiando a cabeça dele na buceta dela. Ele gemia de prazer. Com minha língua, fui brincando no cu dele, a excitação dele aumentava cada vez mais. Coloquei o pau dele na boca da garota, e ela fez o trabalho dela. Devagar, fui penetrando com um dedo, procurando brincar com o ponto P dele, a próstata. Quando encontrei, ele deu um solavanco e enterrou o pau até o fundo da garganta da garota. Depois foram dois dedos. Fiz um sinal pra garota e ela me deu o celular dela. Comecei a filmar enquanto eu penetrava o cu dele e ele gemia sem parar. Coloquei o consolo do arnês na porta do rabo dele e comecei a meter. Ele deu um pulo, mas ela segurou ele, sem parar de chupar.
Incrivelmente, ele se deixava penetrar. Passei o celular pra ela filmar o rosto dele e fiz um sinal pra ela colocar o consolo junto com a buceta dela e oferecer pra ele chupar. Ele começou a chupar as duas coisas. Peguei ele pela cintura e bombeei no cu dele com tudo. Ele gemia de prazer sem parar. A garota filmava a cena toda e incentivava ele a gozar.
"Viu, amor? Ela faz a gente gozar como nunca gozamos."
De repente, mandei ela filmar o rosto dele e tirar a venda. Quando ele conseguiu ver, virou a cabeça e me encontrou sorrindo, furando o cu dele. Ele tentou se levantar, mas um tapa nos rins impediu.
Saí de dentro dele, amarrei os tornozelos dele com a fita e joguei ele na cama.
Coloquei ela de quatro e arrebentei a buceta dela. Ela deu um grito de dor, mas disse:
"Sim, minha esposa, me arrebenta toda, por favor."
"Sim, garota, você é toda minha. Ah, te apresento meu marido, seu namorado."
A garota ficou dura. Mas não saiu. Pelo contrário, começou a se mexer com força pra enterrar tudo no cu.
Ela continuava filmando. Ele chorava e pedia pra pararmos e soltarmos ele. Nada disso aconteceu.
Quando chegamos ao orgasmo, nós duas nos beijamos ternamente.
"Obrigada, Senhora, sou sua putinha por toda a eternidade. Não entendo como... pôde ficar do lado dele, é muito pouco pra você.”
“Claro, ah, subi o vídeo, assim todo mundo vê como o Pablo goza.”
“Sim, my wife.”
Ele pedia, implorava pra não fazer isso. Mas ela subiu o vídeo completo e mandou o link no grupo das amigas.
Mandei uma mensagem pra Clara, minha irmã:
“Oi, Clarita, dá uma olhada no vídeozinho que mandaram no grupo. Quem sabe você não leva um susto.”
Em minutos ela respondeu:
“Massa, te conto que a gente tá no clube, com os caras todos, e uns colegas do Pablo. Tão dizendo que ficou muito bom.”
Nós soltamos, e ela e eu ficamos na cama.
“Pablo, pode vazar, daqui e de casa. Não curto homem que gosta de levar no cu. Prefiro os dominantes. Eu fico com sua ex-namorada, que a gente se dá super bem.”
Ele foi embora chorando. Nunca mais soubemos dele, só que saiu da cidade.
A mina continua sendo minha submissa até hoje. Às vezes a gente arruma um amigo pra ter um homem que coma nós duas.
Minha vingança foi linda. Até hoje alguns do grupo pensam duas vezes antes de meter chifre nas mulheres.
1 comentários - A vingança foi uma delícia