Fanny Hill de 1983 foi o jeito que minha mãe achou pra me falar sobre sexo. Na primeira vez, a gente só assistiu sem ela fazer nenhum comentário; nas vezes seguintes, ela foi explícita em cada cena. Depois de se sentir uma professora, ela me deu o VHS de presente, e foi aí que eu experimentei até dar esse nome pra masturbação... Eu me masturbava em cada cena, gozava e pronto. No outro dia, mais um par de cenas, gozava e depois procurava outra e me masturbava de novo. Aí tive a ideia de bater uma sem ficar adiantando ou voltando a fita: quando sentia que ia gozar, eu parava e pausava o vídeo, depois voltava a reproduzir e me masturbava de novo. Acabava gozando sem querer depois de algumas pausas, ou me apertava pra não sair o sêmen. De qualquer jeito, depois de gozar, tudo acabava. E fui treinando até não gozar nem pausar até terminar o filme... Chegou o dia da formatura: mais de uma hora me masturbando, interrompendo a gozada, com dor e ardência do períneo até a uretra. Quando os créditos subiram na tela preta, aliviei o castigo gostoso... Dado o contexto, vou pro dia de hoje de manhã: minha mãe foi pro escritório com o vestido preto justo, bainha acima do joelho, sem mangas nem decote, e os sapatos pretos dela. Igual ao post "sessão psicológica", ela tava uma delícia: a cintura, a bunda, as pernas, os peitos, até o pescoço dela tava gostoso. Ela falou pra eu não levar ela porque tinha reunião e que iam buscar ela. Inocente, não liguei... Agora, já de noite, cheguei tarde e, como sempre, passei pra dar uma olhada. Abro o quarto dela e encontro ela bem dormidinha, roncando, e sinto um cheiro de álcool no ar... Encontro ela de pernas abertas, isso me excita pra caralho. Fico um tempão observando e decido me enfiar debaixo do lençol. Lá dentro, deduzo as coisas, me masturbando estilo Fanny Hill...

Ela tá de calcinha de puta, desde cedo tava fazendo o programa, por isso não quis que eu levasse ela, nem falou comigo pra buscar. Me libertei e vejo ela completamente só, como mulher e como carne. Como mãe, só espero que ela não me descubra, mas tudo indica que não vai rolar. Ela solta uns peidos, aspiro com gosto, com as pontas dos dedos acaricio o que dá das coxas e da bunda dela. Sinto uma vontade irresistível de enfiar os dedos nela, mas sou interrompido por um peido vaginal longo e barulhento. Ela fecha as pernas e balbucia alguma coisa. Saio de baixo do lençol e fico imóvel, agachado. Escuto ela roncar de novo. Me levanto, no escuro, entre as sombras, gozo em cima dela...



Ela tá de calcinha de puta, desde cedo tava fazendo o programa, por isso não quis que eu levasse ela, nem falou comigo pra buscar. Me libertei e vejo ela completamente só, como mulher e como carne. Como mãe, só espero que ela não me descubra, mas tudo indica que não vai rolar. Ela solta uns peidos, aspiro com gosto, com as pontas dos dedos acaricio o que dá das coxas e da bunda dela. Sinto uma vontade irresistível de enfiar os dedos nela, mas sou interrompido por um peido vaginal longo e barulhento. Ela fecha as pernas e balbucia alguma coisa. Saio de baixo do lençol e fico imóvel, agachado. Escuto ela roncar de novo. Me levanto, no escuro, entre as sombras, gozo em cima dela...

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