Chegamos na igreja faltando meia hora pra cerimônia.
Cumprimentamos todos os parentes e conhecidos. Todo mundo dizia que eu tava um homem feito, e que minha mãe tava jovem pra caralho, "o tempo não passa por você", falavam todos.
Enquanto o padre dava o sermão, falei no ouvido da minha mãe: "Viu só? Todo mundo reparou como você tá gostosa e jovem."
— Obrigada, meu anjo — ela respondeu, chegando perto do meu ouvido, enquanto entrelaçávamos as mãos.
Saímos de lá e fomos pro restaurante do convite, era bem perto. Demos uma parada pra mijar e tomar uma cervejinha rápida. Tava seco.
Nos sentaram com uns primos que a gente conhecia e foi uma puta farra.
Enquanto jantávamos, eu olhava pra minha mãe e via ela feliz, sorrindo... tava no auge dela.
Tenho que admitir que eu também tava me divertindo pra caralho. "Ainda bem que vim", pensei.
A janta acabou e distribuíram charutos, achei que isso nem se fazia mais. Peguei um — não fumo há 7 anos, mas nunca recuso um charuto.
Depois de levantar da mesa, fui até o bar open bar, pedi um gin-tônica pra mim e uma tônica com um fio de gim pra minha mãe.
— Onde cê vai, amor? — ela perguntou.
— Pro jardim fumar o charuto — respondi.
— Tá bom, fico aqui com a prima Luisi — ela disse.
Fiquei batendo papo com uns primos sobre futebol, trabalho, mas quando fiquei sozinho, minha mãe veio me encontrar.
— Querido, mais um gin-tônica? — ela ofereceu.
— Acho que não, mãe. Bebi vinho e uns dois uísques...
— Ah, filho, aproveita, eu também exagerei no vinho, mas um dia é um dia — disse ela, sorrindo e rebolando.
— Cê quer me embebedar pra se aproveitar de mim — falei sem rir, o mais sério que consegui.
— É, claro, nem nos teus melhores sonhos — ela respondeu, apertando minha bochecha com a mão. Me deu um beijo na bochecha.
— Mãe, cê sabe que a gente tem uma conversa pendente — falei.
— Sei, filho. Depois ou amanhã a gente resolve, calma, tem tempo pra tudo. Sabe, é uma pena... que só possamos ficar dois dias, em Madrid. Eu adoraria conhecê-lo. — Disse ela, triste.
— Não se preocupa, mãe, um fim de semana, a gente pode te trazer e ver ele, eu prometo. De quebra, quem sabe eu faço alguma coisa com você, aqui você não parece a mesma de casa, pensei.
— Vamos, joga essa merda de charuto fora e vem dançar com sua velha mãe.
— Já vou voando. O que você mandar, minha rainha.
Aproveitei a escuridão que a sala me dava e agarrei minha mãe pela cintura, ela me agarrou pelos ombros. Me encostei nela, um pouco mais do que um filho e uma mãe normais fariam, naquele momento, eu tava de novo igual uma moto, duro pra caralho. Minha mãe sentiu meu pacote contra ela, mas não disse nada. Tive a ideia de descer minha mão direita até a bunda dela, pra conferir se ela tinha escolhido bem a calcinha e não marcava costura.
— Luisja — já chega, falou minha mãe, firme. — Dá um passo pra trás agora, para de esfregar essa sua pica dura em mim e não encosta na minha bunda, qualquer um pode ver e eu não quero. De jeito nenhum quero que pensem o que não é.
Obedeci às duas ordens dela na hora.
— Depois, no hotel, o que você quiser — disse minha mãe.
— Como? É o que eu tô pensando? — perguntei, surpreso.
— Não, filho, não, você é um extremista, te dão um dedo e você pega a mão toda — protestou.
Dei um beijo casto na bochecha dela, enquanto dizia: não fica brava que você fica muito feia.
O evento todo acabou sem novidade nenhuma.
Eram umas 3 da manhã e nos despedimos de todo mundo.
Saímos do restaurante e fomos pro hotel, que era pertinho.
Minha mãe me agarrou pelo braço, e quando já tínhamos andado duas ruas e ela viu que não vinha nenhum conhecido, me parou de repente, segurou meu pescoço e me deu um beijo longo na boca.
Eu aproveitei pra descer minhas mãos até a bunda dela e apalpei bem gostoso, dessa vez com as duas mãos. Enfiei minha pica dura contra a barriga dela, mas dessa vez ela não disse nada. Nos derretemos num beijo, isso sim, sem língua, que durou mais de 1 minuto.
—Viu meu filho, aqui não tem problema, ninguém nos vê. No casamento, acho que não era o lugar — disse bem tranquila.
—Te amo muito, mãe.
—Eu também, tesouro. Sabe? Me diverti pra caralho. Na verdade, tô meio altinha por causa do vinho. Mas tô perfeita. — Disse com um sorriso de orelha a orelha.
Pensei que tinha que aproveitar essa "altinha" pra ver se rolava algo entre a gente.
Chegamos no quarto, naquela noite tinha que rolar algo entre nós, senão eu explodia. Não aguentava mais, sabia que não ia foder ela, mas pelo menos umas punhetas ou algo assim.
—Ufa, tô moída de tanto dançar — disse minha mãe, sentando numa das poltronas que tinha ali.
Ela tirava os sapatos, enquanto eu pegava dois gin-tônicas do mini bar. Queria continuar a festa um pouco mais.
Sentei na outra poltrona e deixei os copos na mesa que tinha entre a gente.
—Abre o zíper pra eu tirar o vestido — disse ela se levantando.
—Não, mãe, deixa ele, você tá linda com isso — não conseguia parar de olhar aquelas pernas maravilhosas, com aquelas meias que valorizavam tanto. Ela me obedeceu e sentou de novo.
Ali, tranquilos, soube que era a hora de puxar a conversa que tínhamos deixado pela tarde pela metade.
—Mãe, é verdade que você e papai só faziam papai-e-mamãe em tantos anos de casados?
—Sim, filho, sim, só papai-e-mamãe. Além disso, desde essa tarde, tô pensando que talvez nunca tenha tido um orgasmo.
—Nunca fez uma punheta nele? Ou um 69? Não me diga que papai nunca te fez um bom boquete? — a conversa tava esquentando.
—Um boque o quê? — disse minha mãe, surpresa.
—Ha ha, mãe — protestei —, sério que você não sabe o que é um boquete?
—Não, filho, não. Então, vai me explicar o que é? Com certeza é alguma putaria dessas que vocês jovens fazem — protestou.
—Mãe, um boquete é quando chupam sua buceta, chupam seu clitóris, sugam ele... isso é o básico.
—Então nada, filho. O 69, sei quando se joga ao Bingo, a típica piada do número erótico, mas também não sei o que é — disse ela.
— Então, Mãe, é que você chupa a rola do garoto e ele chupa a sua buceta — expliquei.
A cara de espanto que minha mãe fez foi um poema, enquanto dava um gole no copo. A coitada estava alucinada.
— Masturbação eu fiz algumas pro seu pai quando a gente namorava, como não podíamos foder, então era pra acalmar ele um pouco, mas só umas poucas, coisa pouca. Seu pai era muito fogoso, sempre queria foder, ficava com tesão 24 horas por dia, mas agora, já faz quase um ano que nada.
— De uma boa cubana a gente nem fala, né? — perguntei.
— O que as de Cuba têm a ver com essa conversa? — respondeu ela.
— Ah, deixa pra lá, Mãe. — Aqui tem muito trabalho a fazer, pensei comigo mesmo, enquanto a devorava com os olhos. — E você já chupou o pau do papai alguma vez? — perguntei, intrigado.
— Não, filho, também não, ele nunca me pediu e eu, na cama, só o básico. Somos de outros tempos, outra educação. Antes não era como agora que com internet vocês podem aprender e ver de tudo.
Isso já não podia parar, eu tinha que me jogar, tinha que conseguir fazer alguma coisa com ela... o que fosse.
— Mãe, você quer saber como é a sensação de ter um orgasmo? — ousei dizer.
— Filho, acho que você quer se passar de esperto. Para com isso. Nem sonhe que eu vejo suas intenções.
— Olha, Mãe, se você quiser, posso te ensinar onde fica e como tem que tocar pra chegar lá — me joguei de cabeça, agora ou nunca.
— Não sei, filho, não acho certo. Meu filho me dizer como tenho que tocar na minha xota... Além disso, filho, já estou na menopausa, faz uns três anos que não menstruo, tá tudo muito seco e adormecido.
— Bom, Mãe, isso tem solução, tudo tem seu lado bom.
— Qual? — ela se apressou a perguntar.
— Você não pode engravidar — falei rindo.
— Cala a boca, bobo — respondeu ela — só o que me faltava na minha idade.
— Pensa nisso, Mãe, te aconselhei a mudar seu guarda-roupa, você me deu razão, se depilou a buceta, também me deu razão. razão. Acho que se você chegar a ter um orgasmo, vai ver que valeu a pena. E você me dá razão de novo.
Ela ficou hesitando por uns segundos, dava pra cortar o silêncio.
— Tá bom — disse minha mãe — mas eu é que vou ditar as regras, ok? — Não respondi. — Ok? — perguntou de novo, sem resposta.
— Ok, mãe — sabia que depois eu ia fazer o que quisesse, quando ela dobra um pouco o braço, faço dela o que quero.
— Vamos ficar separados, você não vai me tocar, só vai me dizer como tenho que fazer, e quando isso acabar, nós dois vamos esquecer esta noite pra sempre. Ok? — perguntou minha mãe de novo. — Ok? Pra sempre — sentenciou.
— Sim, mãe, vamos fazer do seu jeito — a pica tava quase explodindo. Eu tava prestes a ver minha mãe se masturbar... Não podia acreditar.
— Então, por onde a gente começa? — perguntou inquieta.
— Bom, tirando o vestido, mãe, posso chegar perto pra abaixar o zíper? — falei num tom de brincadeira.
— Filho, vou dormir, e isso acaba aqui.
— Não, mãe, não, desculpa — respondi rápido.
Cheguei nela por trás, agarrei na cintura, queria que ela ficasse à vontade e de quebra deixá-la um pouco no clima. Comecei a beijar o pescoço dela, sem ainda ter soltado o vestido, dei mordidinhas no pescoço, e não parava de beijar enquanto abaixava o zíper do vestido.
Ele caiu no chão e apareceu, aquele corpo gostoso, com aquela calcinha transparente. Me esfreguei um pouco na bunda dela. Ela não dizia nada, se deixava levar. Soltei o sutiã dela, virei ela de frente, beijei os lábios dela, tentei enfiar a língua, mas não tive resposta, insisti, mas nada. Me afastei e perguntei:
— Mãe, você nunca deu um beijo de língua?
— Não, filho, só selinho e beijo de casamento na boca... — disse.
Ri.
— Mãe, vou te ensinar. Sua língua tem que brincar com a minha, fazer círculos, se encontrar... e principalmente aproveitar o beijo — falei.
Insisti de novo, dessa vez ela enfiou a língua e quase me deu ânsia.
— Não tanto, mãe — falei — mais devagar e não enfia tão fundo. -Ela me obedecia, e melhorava, parecia uma novinha, dando o primeiro beijo.
Logo pegou o jeito, e não parava, tive que me afastar eu mesmo.
-Vamos começar já? -sugeri
-Quando você quiser, meu amor. Tô mais que pronta.
Eu puxei pra baixo a calcinha linda dela, e ela foi tirar a meia e a cinta-liga. Parei na hora.
-Não, mãe, deixa, fica muito gostosa em você.
-Como você quiser -ela conseguiu dizer.
Afastei um pouco a poltrona pra ela se acomodar, e seguir as regras dela. Não queria de jeito nenhum estragar aquele jogo.
Ela sentou.
-E agora? -perguntou.
-Sabe onde fica o clitóris? -perguntei.
-Sei, filho, um pouco de anatomia eu sei -respondeu, meio magoada com a pergunta.
-Então acaricia ele com calma.
Ver minha mãe pelada naquela poltrona, com as pernas abertas, aquela buceta linda aparecendo, era a melhor coisa que tinha me acontecido em muito tempo…
Ela começou a se tocar, mas os movimentos eram brutos, rápidos demais, acho que não conseguia achar o clitóris.
Me aproximei pra ajudar, mas quando cheguei perto, ela me parou na hora.
-Combinamos sem tocar -protestou.
-Então, mãe, me diz como vou explicar onde você tem que se tocar… Ela hesitou por uns segundos.
-Tá bom, vamos ver -disse ela.
Cheguei por trás, comecei a beijar o pescoço dela de novo, e vi como os pelinhos se arrepiaram, ela tava ficando com tesão.
Aí chegou o momento que eu esperava há uma semana: toquei toda a buceta dela, os lábios, e vi que minha mãe tinha razão, tava seca. Sem parar de beijar o pescoço dela, achei o clitóris de primeira, toquei, ensinei como fazer: círculos, pra cima, pra baixo, mas bem devagar. Me afastei de novo e ela começou a se tocar como eu tinha ensinado. “Espera, não para, continua com os beijinhos no pescoço”.
Fiquei de olho, mas vi que se continuasse assim, ela ia cansar e não ia gozar. Aí fui no banheiro, passei bastante sabão nos dedos da mão direita, e Fui de novo em direção à minha mãe. Tava decidido que eu tinha que fazer ela gozar.
Quando tava a um metro dela, dei outro beijo de língua, que ela respondeu com muita habilidade, voltei a procurar o clitóris dela com o dedão, enquanto com os outros lubrificava bem a parte interna da buceta dela. Fui enfiando dois dedos, enquanto com o dedão brincava com o clitóris. Tirava os dois dedos, como se fosse a buceta de uma novinha, já tava bem lubrificada e não ia doer.
Continuei com o beijo longo, mas logo vi ela jogar a cabeça pra trás. Começou a gemer e a se contorcer, igual uma cobra, “AHh” ela disse, soube que tava no caminho certo.
Pouco depois, tive que dar um travesseiro pra ela tampar a boca, senão ia acordar o hotel inteiro.
Que jeito de gemer.
– Sim, meu amor, não para, eu gosto, gosto muito, adoro. Tá me matando de prazer. Continua, continua, ah ahhh. Pelos movimentos dela, acho que já tinha gozado, ou melhor, umas vezes ou mais. Acho que minha mãe era multi-orgásmica e não sabia.
Depois de mais de 10 minutos, meus dedos não aguentavam mais, tavam cansados.
Quando eu ia parar, minha mãe tirou minha mão da buceta dela com a dela.
– Para, por favor, não aguento mais, já chega. Te amo – ela disse.
Ela foi se levantar, mas caiu dura no chão, as pernas até falharam, tava claro que ela já sabia o que era um orgasmo. Depois do primeiro orgasmo da vida dela, minha mãe não conseguia falar nada.
Ajudei ela a se levantar e sentei ela de novo na poltrona. Eu não aguentava mais, minha mãe me olhava, mas não dizia nada, tirei a calça e baixei a cueca, enquanto ela não tirava os olhos de mim, vendo o que eu fazia. Comecei a descer e subir a pele da minha piroca dura, tava adorando, peguei a calcinha da mamãe, levei ao nariz, aquele cheiro de buceta me deixou a mil. Da minha piroca dura, saíram seis jorros bem fortes de porra, que foram parar na calcinha da minha mãe, depois de me limpar com ela. Que delícia, puta merda, que loucura... Minha mãe me olhava pasma. mas não dizia nada, só falou:
—Filho, muito obrigada, por tudo. Obrigada por me dar um orgasmo tão gostoso. Te amo loucamente, me dá um beijo e me põe na cama. Minhas pernas tão falhando, filho, não consigo nem levantar.
Tirei as meias e a cinta-liga e coloquei ela, pelada, na cama dela. Fui pra minha e caímos exaustos… já deviam ser umas 7 da manhã.
Continua...
Cumprimentamos todos os parentes e conhecidos. Todo mundo dizia que eu tava um homem feito, e que minha mãe tava jovem pra caralho, "o tempo não passa por você", falavam todos.
Enquanto o padre dava o sermão, falei no ouvido da minha mãe: "Viu só? Todo mundo reparou como você tá gostosa e jovem."
— Obrigada, meu anjo — ela respondeu, chegando perto do meu ouvido, enquanto entrelaçávamos as mãos.
Saímos de lá e fomos pro restaurante do convite, era bem perto. Demos uma parada pra mijar e tomar uma cervejinha rápida. Tava seco.
Nos sentaram com uns primos que a gente conhecia e foi uma puta farra.
Enquanto jantávamos, eu olhava pra minha mãe e via ela feliz, sorrindo... tava no auge dela.
Tenho que admitir que eu também tava me divertindo pra caralho. "Ainda bem que vim", pensei.
A janta acabou e distribuíram charutos, achei que isso nem se fazia mais. Peguei um — não fumo há 7 anos, mas nunca recuso um charuto.
Depois de levantar da mesa, fui até o bar open bar, pedi um gin-tônica pra mim e uma tônica com um fio de gim pra minha mãe.
— Onde cê vai, amor? — ela perguntou.
— Pro jardim fumar o charuto — respondi.
— Tá bom, fico aqui com a prima Luisi — ela disse.
Fiquei batendo papo com uns primos sobre futebol, trabalho, mas quando fiquei sozinho, minha mãe veio me encontrar.
— Querido, mais um gin-tônica? — ela ofereceu.
— Acho que não, mãe. Bebi vinho e uns dois uísques...
— Ah, filho, aproveita, eu também exagerei no vinho, mas um dia é um dia — disse ela, sorrindo e rebolando.
— Cê quer me embebedar pra se aproveitar de mim — falei sem rir, o mais sério que consegui.
— É, claro, nem nos teus melhores sonhos — ela respondeu, apertando minha bochecha com a mão. Me deu um beijo na bochecha.
— Mãe, cê sabe que a gente tem uma conversa pendente — falei.
— Sei, filho. Depois ou amanhã a gente resolve, calma, tem tempo pra tudo. Sabe, é uma pena... que só possamos ficar dois dias, em Madrid. Eu adoraria conhecê-lo. — Disse ela, triste.
— Não se preocupa, mãe, um fim de semana, a gente pode te trazer e ver ele, eu prometo. De quebra, quem sabe eu faço alguma coisa com você, aqui você não parece a mesma de casa, pensei.
— Vamos, joga essa merda de charuto fora e vem dançar com sua velha mãe.
— Já vou voando. O que você mandar, minha rainha.
Aproveitei a escuridão que a sala me dava e agarrei minha mãe pela cintura, ela me agarrou pelos ombros. Me encostei nela, um pouco mais do que um filho e uma mãe normais fariam, naquele momento, eu tava de novo igual uma moto, duro pra caralho. Minha mãe sentiu meu pacote contra ela, mas não disse nada. Tive a ideia de descer minha mão direita até a bunda dela, pra conferir se ela tinha escolhido bem a calcinha e não marcava costura.
— Luisja — já chega, falou minha mãe, firme. — Dá um passo pra trás agora, para de esfregar essa sua pica dura em mim e não encosta na minha bunda, qualquer um pode ver e eu não quero. De jeito nenhum quero que pensem o que não é.
Obedeci às duas ordens dela na hora.
— Depois, no hotel, o que você quiser — disse minha mãe.
— Como? É o que eu tô pensando? — perguntei, surpreso.
— Não, filho, não, você é um extremista, te dão um dedo e você pega a mão toda — protestou.
Dei um beijo casto na bochecha dela, enquanto dizia: não fica brava que você fica muito feia.
O evento todo acabou sem novidade nenhuma.
Eram umas 3 da manhã e nos despedimos de todo mundo.
Saímos do restaurante e fomos pro hotel, que era pertinho.
Minha mãe me agarrou pelo braço, e quando já tínhamos andado duas ruas e ela viu que não vinha nenhum conhecido, me parou de repente, segurou meu pescoço e me deu um beijo longo na boca.
Eu aproveitei pra descer minhas mãos até a bunda dela e apalpei bem gostoso, dessa vez com as duas mãos. Enfiei minha pica dura contra a barriga dela, mas dessa vez ela não disse nada. Nos derretemos num beijo, isso sim, sem língua, que durou mais de 1 minuto.
—Viu meu filho, aqui não tem problema, ninguém nos vê. No casamento, acho que não era o lugar — disse bem tranquila.
—Te amo muito, mãe.
—Eu também, tesouro. Sabe? Me diverti pra caralho. Na verdade, tô meio altinha por causa do vinho. Mas tô perfeita. — Disse com um sorriso de orelha a orelha.
Pensei que tinha que aproveitar essa "altinha" pra ver se rolava algo entre a gente.
Chegamos no quarto, naquela noite tinha que rolar algo entre nós, senão eu explodia. Não aguentava mais, sabia que não ia foder ela, mas pelo menos umas punhetas ou algo assim.
—Ufa, tô moída de tanto dançar — disse minha mãe, sentando numa das poltronas que tinha ali.
Ela tirava os sapatos, enquanto eu pegava dois gin-tônicas do mini bar. Queria continuar a festa um pouco mais.
Sentei na outra poltrona e deixei os copos na mesa que tinha entre a gente.
—Abre o zíper pra eu tirar o vestido — disse ela se levantando.
—Não, mãe, deixa ele, você tá linda com isso — não conseguia parar de olhar aquelas pernas maravilhosas, com aquelas meias que valorizavam tanto. Ela me obedeceu e sentou de novo.
Ali, tranquilos, soube que era a hora de puxar a conversa que tínhamos deixado pela tarde pela metade.
—Mãe, é verdade que você e papai só faziam papai-e-mamãe em tantos anos de casados?
—Sim, filho, sim, só papai-e-mamãe. Além disso, desde essa tarde, tô pensando que talvez nunca tenha tido um orgasmo.
—Nunca fez uma punheta nele? Ou um 69? Não me diga que papai nunca te fez um bom boquete? — a conversa tava esquentando.
—Um boque o quê? — disse minha mãe, surpresa.
—Ha ha, mãe — protestei —, sério que você não sabe o que é um boquete?
—Não, filho, não. Então, vai me explicar o que é? Com certeza é alguma putaria dessas que vocês jovens fazem — protestou.
—Mãe, um boquete é quando chupam sua buceta, chupam seu clitóris, sugam ele... isso é o básico.
—Então nada, filho. O 69, sei quando se joga ao Bingo, a típica piada do número erótico, mas também não sei o que é — disse ela.
— Então, Mãe, é que você chupa a rola do garoto e ele chupa a sua buceta — expliquei.
A cara de espanto que minha mãe fez foi um poema, enquanto dava um gole no copo. A coitada estava alucinada.
— Masturbação eu fiz algumas pro seu pai quando a gente namorava, como não podíamos foder, então era pra acalmar ele um pouco, mas só umas poucas, coisa pouca. Seu pai era muito fogoso, sempre queria foder, ficava com tesão 24 horas por dia, mas agora, já faz quase um ano que nada.
— De uma boa cubana a gente nem fala, né? — perguntei.
— O que as de Cuba têm a ver com essa conversa? — respondeu ela.
— Ah, deixa pra lá, Mãe. — Aqui tem muito trabalho a fazer, pensei comigo mesmo, enquanto a devorava com os olhos. — E você já chupou o pau do papai alguma vez? — perguntei, intrigado.
— Não, filho, também não, ele nunca me pediu e eu, na cama, só o básico. Somos de outros tempos, outra educação. Antes não era como agora que com internet vocês podem aprender e ver de tudo.
Isso já não podia parar, eu tinha que me jogar, tinha que conseguir fazer alguma coisa com ela... o que fosse.
— Mãe, você quer saber como é a sensação de ter um orgasmo? — ousei dizer.
— Filho, acho que você quer se passar de esperto. Para com isso. Nem sonhe que eu vejo suas intenções.
— Olha, Mãe, se você quiser, posso te ensinar onde fica e como tem que tocar pra chegar lá — me joguei de cabeça, agora ou nunca.
— Não sei, filho, não acho certo. Meu filho me dizer como tenho que tocar na minha xota... Além disso, filho, já estou na menopausa, faz uns três anos que não menstruo, tá tudo muito seco e adormecido.
— Bom, Mãe, isso tem solução, tudo tem seu lado bom.
— Qual? — ela se apressou a perguntar.
— Você não pode engravidar — falei rindo.
— Cala a boca, bobo — respondeu ela — só o que me faltava na minha idade.
— Pensa nisso, Mãe, te aconselhei a mudar seu guarda-roupa, você me deu razão, se depilou a buceta, também me deu razão. razão. Acho que se você chegar a ter um orgasmo, vai ver que valeu a pena. E você me dá razão de novo.
Ela ficou hesitando por uns segundos, dava pra cortar o silêncio.
— Tá bom — disse minha mãe — mas eu é que vou ditar as regras, ok? — Não respondi. — Ok? — perguntou de novo, sem resposta.
— Ok, mãe — sabia que depois eu ia fazer o que quisesse, quando ela dobra um pouco o braço, faço dela o que quero.
— Vamos ficar separados, você não vai me tocar, só vai me dizer como tenho que fazer, e quando isso acabar, nós dois vamos esquecer esta noite pra sempre. Ok? — perguntou minha mãe de novo. — Ok? Pra sempre — sentenciou.
— Sim, mãe, vamos fazer do seu jeito — a pica tava quase explodindo. Eu tava prestes a ver minha mãe se masturbar... Não podia acreditar.
— Então, por onde a gente começa? — perguntou inquieta.
— Bom, tirando o vestido, mãe, posso chegar perto pra abaixar o zíper? — falei num tom de brincadeira.
— Filho, vou dormir, e isso acaba aqui.
— Não, mãe, não, desculpa — respondi rápido.
Cheguei nela por trás, agarrei na cintura, queria que ela ficasse à vontade e de quebra deixá-la um pouco no clima. Comecei a beijar o pescoço dela, sem ainda ter soltado o vestido, dei mordidinhas no pescoço, e não parava de beijar enquanto abaixava o zíper do vestido.
Ele caiu no chão e apareceu, aquele corpo gostoso, com aquela calcinha transparente. Me esfreguei um pouco na bunda dela. Ela não dizia nada, se deixava levar. Soltei o sutiã dela, virei ela de frente, beijei os lábios dela, tentei enfiar a língua, mas não tive resposta, insisti, mas nada. Me afastei e perguntei:
— Mãe, você nunca deu um beijo de língua?
— Não, filho, só selinho e beijo de casamento na boca... — disse.
Ri.
— Mãe, vou te ensinar. Sua língua tem que brincar com a minha, fazer círculos, se encontrar... e principalmente aproveitar o beijo — falei.
Insisti de novo, dessa vez ela enfiou a língua e quase me deu ânsia.
— Não tanto, mãe — falei — mais devagar e não enfia tão fundo. -Ela me obedecia, e melhorava, parecia uma novinha, dando o primeiro beijo.
Logo pegou o jeito, e não parava, tive que me afastar eu mesmo.
-Vamos começar já? -sugeri
-Quando você quiser, meu amor. Tô mais que pronta.
Eu puxei pra baixo a calcinha linda dela, e ela foi tirar a meia e a cinta-liga. Parei na hora.
-Não, mãe, deixa, fica muito gostosa em você.
-Como você quiser -ela conseguiu dizer.
Afastei um pouco a poltrona pra ela se acomodar, e seguir as regras dela. Não queria de jeito nenhum estragar aquele jogo.
Ela sentou.
-E agora? -perguntou.
-Sabe onde fica o clitóris? -perguntei.
-Sei, filho, um pouco de anatomia eu sei -respondeu, meio magoada com a pergunta.
-Então acaricia ele com calma.
Ver minha mãe pelada naquela poltrona, com as pernas abertas, aquela buceta linda aparecendo, era a melhor coisa que tinha me acontecido em muito tempo…
Ela começou a se tocar, mas os movimentos eram brutos, rápidos demais, acho que não conseguia achar o clitóris.
Me aproximei pra ajudar, mas quando cheguei perto, ela me parou na hora.
-Combinamos sem tocar -protestou.
-Então, mãe, me diz como vou explicar onde você tem que se tocar… Ela hesitou por uns segundos.
-Tá bom, vamos ver -disse ela.
Cheguei por trás, comecei a beijar o pescoço dela de novo, e vi como os pelinhos se arrepiaram, ela tava ficando com tesão.
Aí chegou o momento que eu esperava há uma semana: toquei toda a buceta dela, os lábios, e vi que minha mãe tinha razão, tava seca. Sem parar de beijar o pescoço dela, achei o clitóris de primeira, toquei, ensinei como fazer: círculos, pra cima, pra baixo, mas bem devagar. Me afastei de novo e ela começou a se tocar como eu tinha ensinado. “Espera, não para, continua com os beijinhos no pescoço”.
Fiquei de olho, mas vi que se continuasse assim, ela ia cansar e não ia gozar. Aí fui no banheiro, passei bastante sabão nos dedos da mão direita, e Fui de novo em direção à minha mãe. Tava decidido que eu tinha que fazer ela gozar.
Quando tava a um metro dela, dei outro beijo de língua, que ela respondeu com muita habilidade, voltei a procurar o clitóris dela com o dedão, enquanto com os outros lubrificava bem a parte interna da buceta dela. Fui enfiando dois dedos, enquanto com o dedão brincava com o clitóris. Tirava os dois dedos, como se fosse a buceta de uma novinha, já tava bem lubrificada e não ia doer.
Continuei com o beijo longo, mas logo vi ela jogar a cabeça pra trás. Começou a gemer e a se contorcer, igual uma cobra, “AHh” ela disse, soube que tava no caminho certo.
Pouco depois, tive que dar um travesseiro pra ela tampar a boca, senão ia acordar o hotel inteiro.
Que jeito de gemer.
– Sim, meu amor, não para, eu gosto, gosto muito, adoro. Tá me matando de prazer. Continua, continua, ah ahhh. Pelos movimentos dela, acho que já tinha gozado, ou melhor, umas vezes ou mais. Acho que minha mãe era multi-orgásmica e não sabia.
Depois de mais de 10 minutos, meus dedos não aguentavam mais, tavam cansados.
Quando eu ia parar, minha mãe tirou minha mão da buceta dela com a dela.
– Para, por favor, não aguento mais, já chega. Te amo – ela disse.
Ela foi se levantar, mas caiu dura no chão, as pernas até falharam, tava claro que ela já sabia o que era um orgasmo. Depois do primeiro orgasmo da vida dela, minha mãe não conseguia falar nada.
Ajudei ela a se levantar e sentei ela de novo na poltrona. Eu não aguentava mais, minha mãe me olhava, mas não dizia nada, tirei a calça e baixei a cueca, enquanto ela não tirava os olhos de mim, vendo o que eu fazia. Comecei a descer e subir a pele da minha piroca dura, tava adorando, peguei a calcinha da mamãe, levei ao nariz, aquele cheiro de buceta me deixou a mil. Da minha piroca dura, saíram seis jorros bem fortes de porra, que foram parar na calcinha da minha mãe, depois de me limpar com ela. Que delícia, puta merda, que loucura... Minha mãe me olhava pasma. mas não dizia nada, só falou:
—Filho, muito obrigada, por tudo. Obrigada por me dar um orgasmo tão gostoso. Te amo loucamente, me dá um beijo e me põe na cama. Minhas pernas tão falhando, filho, não consigo nem levantar.
Tirei as meias e a cinta-liga e coloquei ela, pelada, na cama dela. Fui pra minha e caímos exaustos… já deviam ser umas 7 da manhã.
Continua...
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