Oi, sou a Paola, tenho 25 anos e atualmente moro com meu namorado Javier. Ele também tem 25 anos. A gente mora junto há 1 ano, depois de 3 anos de namoro, tá tudo certo, e hoje em dia a gente trepa igual uns loucos. A pica do Javier é ideal pra uma noite de fogo, 16 cm, e meio fininha, e sempre que eu tô por cima dele, consigo gozar com os movimentos certos. Preciso contar pra continuar a história... Na época do colégio e da faculdade, eu tive um ex-namorado chamado Ricardo, fiquei com ele por 3 anos, algo totalmente normal. Quando terminamos, a gente continuou em contato, tudo na amizade. Acho que ele tava de rolo com alguma mina, mas nunca soube direito. Eu trabalho como secretária no escritório de um velho que tem uma empresa de ternos. Eu controlo as ligações dele e até os compromissos, tenho minha sala, do lado da dele, e é lá que trabalho. Uma quarta-feira, o Ricardo apareceu no escritório. Quando vi ele, fiquei confusa, porque não entendi por que ele tava ali. Ele me cumprimentou, e eu perguntei o motivo. Ele disse que tava trabalhando como contador e que meu chefe era um dos clientes dele, então a gente ia se ver com frequência. Que mundo pequeno! Meu chefe mandou eu marcar um encontro com ele. Depois de colocar no calendário, me preparei pra ir pra casa, porque meu dia de trampo tinha acabado. Justo na saída, ele apareceu e perguntou pra onde eu ia. Falei que ia pra casa, e ele perguntou se queria carona. Ele tem carro, e eu, meio indecisa, aceitei. Subimos no carro, e ele me levou onde eu pedi. Depois, perguntou como eu tava e tal. Falei que morava com meu namorado e que já tava construindo uma vida estável. Ele disse que tava trabalhando e também morando sozinho. Perguntei se tinha alguma mina por perto, e ele falou que no momento não, e completou: "Por quê? Com ciúmes?" Achei engraçado o comentário e falei que não, só curiosidade. Quando cheguei em casa, ele perguntou se um dia a gente podia tomar um café, pra reavivar a amizade. Eu disse que ia pensar e entrei em casa. E lá estava o Javier, ele... ela me deu um beijo e perguntou sobre meu dia, tudo como um dia normal. À noite, Ricardo me mandou mensagem e perguntou se no sábado a gente podia sair. Eu não tinha planos pro sábado, mas talvez meu namorado não gostasse da ideia, já que ele sabe dele e não curte muito minhas lembranças com ele. Mas eu queria vê-lo pra saber como ele tá e pra fazer alguma coisa no sábado e não ficar entediada. Aceitei e falei que daria uma desculpinha, tipo sair com minhas amigas. Ele topou e disse que também ia sair com um primo dele e que chegaria um pouco tarde, então não teria problema. No sábado, Ricardo marcou de a gente se ver numa praça onde tomaríamos um café e conversar. Me vesti com um vestido e me arrumei mais do que o normal. Não era por maldade nenhuma, só queria ir arrumada pra surpreendê-lo. Fui e o encontrei lá. Ele tava vestido meio informal, mas ainda assim tava muito gostoso. Ele me cumprimentou e entramos num café bem bonito que também era meio bar. Sentamos no balcão e pedimos um café. Começamos a conversar, e ele me contou sobre o trabalho dele e a vida dele com mais detalhes, e depois eu contei a minha, que incluía meu namorado. Depois de algumas horas, com o assunto rolando, ele perguntou como era meu relacionamento com ele. Eu disse que tava tudo perfeito, que eu amava ele e que a gente mantinha uma ordem em casa impecável. Ele perguntou: "Hmm, ele é melhor que eu?" A pergunta me confundiu porque eu não entendi o porquê dela, mas sem querer ofendê-lo, eu disse: "Você tinha seus jeitos de me fazer feliz e ele tem os dele, então não posso responder isso." E ele perguntou na lata: "Ele te faz feliz na cama?" Eu soltei um "Que?!" na hora, enquanto ria e ele dava um gole no café. "Que tipo de pergunta é essa?" Ele disse que não tinha nada de errado, e eu falei que era algo que não interessava a ele, mas ele disse que era só pra gente ficar mais à vontade e brincar na conversa. Eu só disse que sim, que ele me satisfazia sexualmente, e ele perguntou de novo: "Ele faz melhor que eu?" Respondi de novo, meio arrogante. Por que você faz essas perguntas?" Ele respondeu rápido: "Só pelo fato de ser seu ex, me dá curiosidade". De novo falei: "Você tinha o seu e ele tem o dele", e ele rebateu: "Isso não diz nada, me conta". Se eu pensava em como responder à pergunta, lembrava do sexo com meu namorado, mas quando lembrava de estar com Ricardo na cama, só recordava que ele realmente tinha uma rola muito gostosa, uns 17 cm de pau e a grossura dele me fazia muito feliz naquela época. Ali no café, lembrar disso me deu um arrepio que me fez pensar indevidamente no Ricardo, e também me irritava que a resposta fosse a favor dele, então falei que meu namorado era melhor que ele. Ricardo, surpreso, disse: "Sério?!" E eu falei segura: "Sim". Ele parecia meio confuso e disse, depois de um pequeno silêncio: "Quanto ele tem?" Eu respondi, meio ofendida: "Já chega". E ele disse que lembrava como eu era viciada no pau dele, que o surpreendia meu namorado ser melhor, e até me lembrou que eu adorava tirar fotos porque amava. Eu falei, meio séria: "Bom, é verdade, ele é melhor, e para de lembrar de coisas que não devia". Ricardo se desculpou e mudou de assunto, mas começou a desviar de novo quando falamos de mulheres e disse que estava há um tempão sem transar. E falou algo que me fez pensar indevidamente de novo e até me deu um arrepio: "É... os ovos bem carregados e espero um dia esvaziar eles hahaha". Simplesmente me imaginei e minha mente imaginou o que não devia. Falei: "Hum, pois espero que consiga", disse sem saber o que responder. Depois de algumas horas, saímos da praça e caminhamos por um parque, e ele disse para sentarmos num banco que estava no meio. Passava pouca gente e a gente começou a conversar. Ele perguntou se alguma vez eu tinha sentido falta dele. Respondi que no fim do nosso relacionamento senti bastante, mas superei rápido. E ele disse que sentiu minha falta por muito tempo. E de novo trouxe o assunto indevido, dizendo que nós fodíamos bastante por causa da minha puta carência, e quando terminou foi difícil superar a parada de foder, e pra falar a verdade, pra mim também foi difícil parar de foder com frequência, e eu falei "Bom, é triste" e perguntei de novo "Cê tá falando sério que seu namorado é melhor que eu?" Eu respondi, já meio enjoada "Sim... por quê?" Ricardo olhou pros dois lados e, vendo que não tinha tanta gente por perto, falou "É que é difícil aceitar que ele é melhor que isso" e, em seguida, desabotoou a calça e mostrou o pau dele, meio mole. Na hora eu falei "Não, não, não, o que cê tá fazendo, vão te ver" e ele respondeu "Ninguém tá olhando pra gente" e quando eu olhei, vi o pau dele mole, que me deu um nó na garganta e no peito, me deu uma vontade de tocar, mas me segurei e levantei irritada, falei "Qual é, Ricardo" Ele guardou o pênis rapidinho e pediu desculpas, disse que me ver de novo depois de tanto tempo fez ele lembrar da nossa época de namoro e que não conseguia parar de pensar em como a gente fodía, e que ficou excitado de estar comigo. Ele se levantou rápido e pediu pra eu não ficar brava. Eu falei que merecia respeito, eu e meu relacionamento. Ele disse que tudo bem, e depois de um silêncio constrangedor, eu pedi pra ele me levar pra casa. Ele aceitou. No caminho, a gente ficou bem calado, ele devia achar que eu tava puta, mas na real eu só pensava no tesão danado que me deu só de ver o pau dele. Pensei "a gente pode foder, não vai dar em nada", esse era meu pensamento. Tanto tempo pensando nele e no que a gente fazia, que me esquentava toda. Chegar perto de casa me deixou desesperada, achei que a vontade ia passar e eu ia me arrepender, mas a vontade de foder era maior que a de fazer as coisas certas, então... foda-se. Chegamos, abri a porta, e quando ele ia se despedir, virei pra ele e dei um beijo desesperado. Ele, claro, se entregou e partiu pra cima de mim também. Comecei a apalpar o volume dele e ele na hora baixou a calça, o pau dele pulando na minha barriga. Não liguei pro meu namorado nem pro meu relacionamento. "Isso vai ser só um momento e pronto. Pensei. Ele continuava me beijando e eu desci minha mão só pra tocar no pau grosso dele, tava difícil aceitar, mas eu realmente sentia falta dele. Enquanto com um braço eu abraçava ele e com o outro eu tocava o pau dele, ele me pegou pela cintura e me levou pro sofá, onde deu a volta e sentou. Com as mãos, ele me indicou pra eu me ajoelhar, e foi o que eu fiz. Fiquei de joelhos na frente do pau duro dele e minha boca encheu d'água. Eu masturbava ele até a ponta do pau começar a babar, e ele só falou "Chupa". Meio indecisa, aproximei minha boca e comecei a lamber. Com isso, o pau dele já tava duríssimo. Peguei com as duas mãos e lambia o que aparecia da cabeça dele. Ele se esticou com os braços no sofá e jogou a cabeça pra trás, me fazendo saber que tava gostando. Enfiei a cabeça inteira na minha boca e brincava com a língua. Eu gemia gostoso e com a mão ele pegou minha cabeça e começou a guiar certos movimentos. Meus lábios desciam cada vez mais, sentia que tava chegando no fundo da minha garganta. Com um empurrão, ele me fez engasgar e soltou um gemido enorme que molhou minha calcinha. Levantei, tirei meu tênis e logo tirei minha calça. Óbvio que ele terminou de tirar minha calcinha. Minha buceta com os pelos curtos ficou exposta, e ele passou os dedos, sentindo aquela cócega gostosa. Ele me puxou pra perto e me colocou por cima dele no sofá, molhou minha buceta com a saliva dele e passou os dedos várias vezes. As carícias junto com meus fluidos me faziam sentir uma cócega na buceta muito excitante. Já tava encharcada, tanto que via os fios entre os dedos dele, todas as mãos molhadas. Depois vi ele começar a chupar os dedos, comendo todos os meus fluidos, e ver isso me esquentou muito. Com meu namorado, sempre fui muito envergonhada com muitas coisas porque ele nunca me deu sinais de que gosta de coisas mais pesadas. Nunca saímos do normal, então nem consigo pensar em sentar na cara dele com medo de que ele pense mal de mim. Mas ao ver que meu ex chupou tudo que saiu de mim, despertou minha perversão. Foi até que ele pegou o pau dele e começou a esfregar a cabeça do pênis dele nos meus lábios, me dando uns choques elétricos deliciosos. Eu não lembrava como a estrutura do pau era tasty, mas com certeza ficou ainda mais morbidão. Dava pra ouvir o barulho do pau babado dele contra minha buceta, até que ele parou, mas eu sentia a ponta do pênis dele na minha buceta. Por instinto e por tesão, comecei a descer devagar, e senti a cabeça dele tocando minhas paredes vaginais, abrindo caminho, e comecei a sentir as veias do tronco dele. Era um deleite incrivelmente gostoso, até meus olhos reviravam. Eu descia cada vez mais e não sentia o fim do pau dele, mas senti o fundo da minha buceta. Foi aí que comecei a me mover para cima e de novo, todo um deleite sentir o pau dele roçando por dentro. Ele realmente me preenchia e me expandia. Ele me pegou pela cintura e começou a me levantar e descer com velocidade, sentindo o pau dele me abrindo cada vez mais. Eu sentia aquela sensação tão tasty que me fazia soltar soluço atrás de soluço e gemido atrás de gemido. Ele tirou a camiseta e eu notei um torso tão sexy, ainda mais do que eu lembrava. Com minhas mãos, eu tocava o peitoral e os abdominais dele enquanto montava no pênis tasty dele. Tirei minha blusa e meu sutiã e abracei a cabeça dele, colocando os peitos na cara dele. Aí, já apoiada nele, comecei a mexer rapidamente minha cintura e minha bunda, fodendo o pênis gostoso dele. Mas mesmo eu tendo o controle, sentia o pau dele me fazendo chegar perto do orgasmo. "Aaah Aah... que pau yummy, bebê". Ele, me segurando pela bunda, só dizia: "Vai, bebê, vai". Continuei fodendo o pau dele com minha cintura e sentia a contração do meu orgasmo cada vez mais forte. Ele me dava umas roçadas de pau no meu ponto G que eu sentia que ia mijar nos ovos e no pau dele. "Ai, aiiii, vou mijar". "Continua, continua, continua". Eu me esfregava toda nele até sentir meu orgasmo no limite e senti aquela sensação tremenda me bater, me fazendo torcer toda. E quando ele me pegou pelas cintura, tirou o pau dele e eu jorrei. Um jato d'água inteiro na barriga dela "Ayyyyy love que gostoso que gostoso", tão forte que respingou água nos meus peitos, com a boca dela enfiou os dedos em mim e começou a meter muito rápido, estimulando, e eu sentia meu corpo se contorcendo de novo "Que putinha você é, hein", achei que ia gozar de novo, mas ele me levantou e me colocou de quatro no sofá, eu tava escorrendo, molhando o sofá inteiro, e o pau dele tava cheio do meu melado cremoso, ele me colocou de cara no sofá, mostrando toda a minha bunda, e eu, sem pensar, abri com as minhas mãos, tava no maior tesão, e ouvi e senti ele cuspir um baita cusparada no meu cuzinho, me fazendo dar um pulinho, de repente senti a língua dele chupando toda a minha bunda, me fazendo sentir algo novo e tão gostoso, ele passou a língua do meu cu pra minha buceta num movimento só, perdi a culpa tão rápido quando comecei a me convencer de que trair meu namorado com meu ex foi uma das melhores coisas que eu podia ter feito. Ele se ajeitou e apontou a cabeçona dele pra minha buceta e começou a meter com tudo, tão forte que dava pra ouvir o tapa tapa da minha bunda nele, nessa posição eu sentia com mais clareza a anaconda dele inteira dentro de mim, saindo e entrando, ele me deixava em êxtase, o filho da puta, me fazia gemer como meu namorado nunca fez, quando ele parava pra respirar, eu mesma jogava minha bunda pra trás, dando pra ele, "Que bundinha gostosa você tem, já sonhava com ela", "Uf uf ah ah pode ter certeza que vou sentir falta do seu pauzão, bebê". Ele tirou o pau de dentro de mim e me virou, me fez abrir bem as pernas, se colocou no meio e por cima de mim, me abraçando pelo pescoço e disse "Agora sim, bebê", peguei o pau dele e enfiei em mim, e ele começou a me comer tão gostoso com tudo, sentia a força dos braços dele e o corpo dele todo em cima de mim, mas nunca parei de sentir o pau dele batendo dentro de mim, ele tava me comendo tão desesperadamente que eu sentia o suspiro dele tão ofegante, ele tava me dando tão selvagem, gemia tão sexy, que parecia que ele tava se exercitando, "Uf uf uf uf Aaaaah ah Minha mente só dizia "Que gostoso, delícia". Sentia como ele me usava para o prazer dele. De novo, senti que ele queria me fazer gozar, sentia aqueles toques gostosos por dentro que estavam me levando ao orgasmo. Abracei ele e, sem pensar muito, comecei a cravar minhas unhas nas costas dele pra resistir um pouco, mas foi tudo em vão. "Ai, amor, você vai me fazer gozar de novo, bebê", "Eu também vou gozar, uf uf", "Siim, por favor, não para, não para, não para, não para, aiiii, você é um deus, amor", "Uuuy, que delícia você é por dentro, Pao", "Eu também sinto você até o fundo, não para, me enche toda, amor". Ele me segurou pelo pescoço com as mãos e começou a me massacrar de um jeito tão gostoso que, quando senti meu orgasmo, me perdi num êxtase de prazer. Quando ele me enforcou, notei que minha visão ficou turva, mas senti que estava me mijando toda, sentia meu corpo indo e vindo com as bombadas dele até que percebi você dando uns gritos fortes e, por dentro, senti seu gozo fervendo. Quando ele tirou o pau e parou de me enforcar, senti aquele choque de êxtase que me fez gozar pelo menos uns 10 segundos a mais. Me contorcia igual peixe fora d'água. "Aaaajayyyy, que gostoso, amor, que gostoso". Vi o pau dele gotejando e, quando passei a mão na minha buceta, senti tudo molhado e todo o sêmen dele jorrando de mim pra caralho. Ele se levantou e parecia bem exausto, e o torso dele ainda mais suado estava tão sexy que até brilhava com a luz. E como não me apaixonar pelo pau dele, morto mas ainda parecendo uma víbora? Molhei o sofá inteiro, e eu precisava tomar um banho, então falei: "Melhor eu ir, não sei a que horas meu namorado chega". "Mas eu estou suando". "Esse não é meu problema, toma banho na sua casa". Ele começou a se vestir, mas eu estava com um sorriso no rosto de tão feliz que tinha sido a foda, e falei: "Ei". "Fala?" "Queria que se repetisse de novo, mas não sei". "Quando você quiser, eu vou estar lá, sem dúvida. Já estava com saudade de como era transar com você". "Você melhorou, hehe". Ele terminou de se trocar e disse: "Desculpa pela sua relação... mas não vou negar que adorei transar com você de novo". Não se preocupa... eu também adorei, mesmo não gostando de ter gostado", "Quando quiser, tô aqui", abriu a porta e foi embora. Na hora me senti super mal, mas não dava pra fazer nada depois de pensar no tesão que foi, tava confusa. Peguei minhas toalhas e fui tomar banho, e notei que no sofá tinha resto de porra do Ricardo. Fiquei com medo do meu namorado perceber... mas me excitei e me aproximei, com o dedo peguei um dos jatos que caíram e cheirei, o cheiro me enchia de tesão e subiu tão rápido que provei, saboreei e engoli. Pensei: na próxima queria provar o esperma dele, mas minha culpa dizia que não podia continuar pensando em outro encontro. Mas no fundo sabia que ia foder com ele de novo. Tomei banho e saí de toalha, já era tarde e meu namorado não chegava. Coloquei uma roupa largada pra ficar confortável e fui limpar um pouco o sofá, a cena do crime não sumiu muito, então só decidi colocar um lençol por cima, disfarçava bem. Dez minutos depois meu namorado chegou e me cumprimentou com um beijo, eu felizona cumprimentei ele e ele parecia confuso. Perguntei: "O que foi?" meio nervosa. "Você não tá brava que cheguei tarde?" Como eu podia me preocupar com ele fazendo algo pior do que eu tinha acabado de fazer? "Imagina, cê tava com seu primo, né? Então não tem problema, bebê." Ele, ainda confuso, foi dormir. E eu, enquanto escovava os dentes e me metia na cama, meu celular toca. Quando vejo, é o Ricardo com uma mensagem: "Adorei te ver hoje, me diverti pra caralho". Depois disso ele disse: "Olha, já tomei banho" e mandou a seguinte foto:
Ficou um nó na minha garganta e na sequência desliguei o celular, mas em menos de um segundo liguei de novo só pra admirar aquela pica enorme dele. "É um filho da puta", pensei. Depois de um tempo sem saber o que dizer, só mandei: "Haha boa noite", e antes de desligar o celular, olhei de novo praquela foto. Tava morrendo de vontade de pegar aquilo na minha mão e fazer de tudo. Depois de um esforço danado, consegui desligar o celular e dormir. Na manhã seguinte, meu namorado levantou e foi tomar café na cozinha sem me falar nada, mas quando fui ver meu celular já tinha uma mensagem do Ricardo. Quando abri, tinha um "Bom dia" e a foto seguinte:
De novo meus olhinhos brilharam, tava com vontade de lamber a tela. Cheguei a pensar que talvez tanta foto pudesse afetar eu e meu relacionamento, mas adoro dar uma olhadinha de vez em quando só pra fantasiar, só que era mais excitante pra mim saber que essa fantasia podia ser real. Ela me mandou mais fotos nos dias seguintes, e eu não consegui resistir a só olhar, precisei bater uma, lamber, chupar, enfiar, tocar, entre outras coisas. Então, sem mais resistência, falei pra ele que nos víamos num hotel perto, que precisava vê-lo. Ele topou na hora e disse que me esperava lá, só preciso arrumar uma desculpa pra despistar meu namorado.

Ficou um nó na minha garganta e na sequência desliguei o celular, mas em menos de um segundo liguei de novo só pra admirar aquela pica enorme dele. "É um filho da puta", pensei. Depois de um tempo sem saber o que dizer, só mandei: "Haha boa noite", e antes de desligar o celular, olhei de novo praquela foto. Tava morrendo de vontade de pegar aquilo na minha mão e fazer de tudo. Depois de um esforço danado, consegui desligar o celular e dormir. Na manhã seguinte, meu namorado levantou e foi tomar café na cozinha sem me falar nada, mas quando fui ver meu celular já tinha uma mensagem do Ricardo. Quando abri, tinha um "Bom dia" e a foto seguinte:
De novo meus olhinhos brilharam, tava com vontade de lamber a tela. Cheguei a pensar que talvez tanta foto pudesse afetar eu e meu relacionamento, mas adoro dar uma olhadinha de vez em quando só pra fantasiar, só que era mais excitante pra mim saber que essa fantasia podia ser real. Ela me mandou mais fotos nos dias seguintes, e eu não consegui resistir a só olhar, precisei bater uma, lamber, chupar, enfiar, tocar, entre outras coisas. Então, sem mais resistência, falei pra ele que nos víamos num hotel perto, que precisava vê-lo. Ele topou na hora e disse que me esperava lá, só preciso arrumar uma desculpa pra despistar meu namorado.

2 comentários - Traindo com a pica do meu ex