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autori claudiomarriedCapítulo 14: El plan de Fer
Salimos del baño como siempre, primeroFer, luego Coté y finalmente yo, nos fuimos por separado a nuestras respectivasobligaciones, no las vi cuando salí, solo divisé a Coté en clases y no puedoagregar que la tarde continuó algo lenta… finalmente llegó el momento deregresar a casa, busqué a Fer en la cafetería donde usualmente me espera, noestaba, sabía que sus clases habían terminado y comencé a buscarla por losotros lugares comunes y no la encontraba por ninguna parte… algo preocupado lallamé a su móvil sin que ella me contestara, miré en el estacionamiento y vi elcoche vacío, por lo que no me había dejado botado como en alguna otraoportunidad… seguí en su búsqueda hasta que Rorro me informó que la había vistopor el sector del gimnasio principal de la facultad con Nora y Coté. Me extrañoque después de lo ocurrido estuvieran juntas, por lo que algo alarmado concurríal sector con el propósito de que no pasara nada loco o incluso grave.
El gimnasio es gigante por lo quelas busqué en los lugares comunes, pero no las encontré, lo que me hizoalarmarme, pues mi pérfida primita es de armas tomar y probablemente no legustó que Coté se inmiscuyera extorsionándonos como lo hizo… reflexionando unpoco, se me ocurrió que podían estar en las bodegas, pues era un lugar aisladoque solo entraban los profesores o alumnos a buscar implementos que noestuviesen a mano, no es que se pudiese ingresar fácilmente pero era posible
La primera bodega estaba cerrada, peroen la segunda el candado no estaba, entré lo más silenciosamente posible, labodega no estaba oscura pero solo estaba encendida una luz mortecina casi alfinal, la que iluminaba poco y nada, tal vez por que en ella no se guardabanelementos de uso común, en la medida que ingresaba a la bodega cuyo techo eranlas graderías del gimnasio comencé a escuchar unos murmullos… presté atención aellos y con alguna dificultad logré captar lo siguiente:
· … Entendeu, vadia, o Claudito é só nosso…· Coté: Snifff, sniff… sim, não vou fazer mais…. Juro por vocês…· ... Mais do que jurar, não chega perto dele, entendeu?...
Senti um tapa forte, ou pelo menos foi o que pensei, então me aproximei um pouco mais e, por trás de uns armários velhos de madeira, pude ver como Fer e Nora tinham a Coté amarrada num "cavalo de salto", com o jeans no joelho, e cada uma dava com raiva um tapa em cada nádega da bunda da minha ex-namorada... já achava que Fer tinha levado o assunto com muita tranquilidade, a putaria que Coté teve que fazer em troca do silêncio dela... pelo som dos tapas, aquela bunda maravilhosa devia estar vermelha, mesmo que não desse pra perceber na distância que eu estava das garotas.· Coté: Sniff, sniff, por favor, chega, juro que não vou chegar perto dele a não ser que vocês deixem, sniff.· Nora: Muito bem, sua putinha, dá acesso ao seu celular pra gente apagar o que você gravou.Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
"Você é uma tradutora profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais. Coté: Sniff, sim, chega mais perto…
Fer aproximou pra ativar o reconhecimento facial e acessar as gravações que a Coté tinha feito, depois foi lá e apagou tudo, completando:· Você guardou elas em algum outro lugar?· Coté: Nãão, juro pra vocês, por favor, chega…· Nora: Tá bom, seu pedaço de puta, não encosta mais nele, entendeu?!· Coté: Siim, entendido, agora me deixem ir…· Fer: Vamos deixar por isso mesmo… que tal?, disse se virando para Nora.· Nora: Mas e se não der pra soltar?· Fer: Alguém vai achar ela e soltar, kkkk· Nora: Não seja cruel, solta ela…· Fer: Tá, mas ela não merece…
Soltaram ela e deixaram lá, meio chorando… quando passaram por mim, eu me escondi, não queria me meter em mais encrenca… depois saí na surdina e esperei na saída da academia pra garantir que a Coté tava bem. Avistei ela, saiu sem dificuldade, mesmo esfregando aquele rabão dela. Felizmente foi só isso e não algo pior. Minhas duas lindas Arpias tinham deixado bem claro pra Coté quais eram os limites dela.
Os outros dias foram passando sem grandes mudanças, uns amassos com a Nora na faculdade ou com a Fer no depósito do apartamento, até chegar na sexta, quando minhas minas me chamaram pra sair, coisa que aceitei de boa… a única estranheza é que era um churrasco na casa do Rorro, que, sendo meu amigo, não tinha me falado nada e eu não tinha ouvido absolutamente nada sobre isso. Mas conhecendo meu amigo, talvez ele achou que falando pras meninas já bastava.
Nesse dia, os avós também saíram pra jogar um dinheiro no cassino. Por um momento, fiquei com inveja, porque eles podiam se dar a esses luxos. Já eu, mesmo usando a moto, só de pagar a gasolina já ficava no vermelho, e olha que tomar um café na universidade, mesmo sendo necessário às vezes, me deixava quebrado. Então um churrasco na casa do Rorro numa sexta à noite era um presente dos céus.
Chegamos quase na hora marcada, porque com elas isso é um milagre… Rorro nos recebeu junto com a Coté na entrada. Ela olhou pras minhas duas arpias e fez cara de nojo. Pra falar a verdade, depois de ver o que fizeram com ela na academia, me surpreendeu que ela cumprimentasse elas. Também chegaram outros caras do nosso grupinho de sempre, então a noite animou, especialmente quando eu e o Rorro assumimos o controle da churrasqueira. Tudo ia bem até o Rorro me falar que tava namorando a Coté, e ainda me perguntou se isso me incomodava… O que eu podia dizer?...· Eu: claro que não, Coté é uma boa garota, eles formam um casal incrível
Não podia acreditar, Rorro nas mãos da Coté, que acabou sendo uma garota diferente do que eu pensava há um tempo atrás… naquele momento lembrei de toda a confusão grega com o ex-namorado dela, por quem ela tinha me largado, mas não quis comentar com meu amigo. O que eu tinha certeza é que eu nunca mais ia comer ela, mesmo que minhas duas lindas arpias loucas me pedissem.
A notícia se espalhou rapidamente entre os convidados, todos os parabenizaram, muitos como eu de coração, não sei se minhas duas lindas arpias faziam o mesmo. Tudo rolou num clima de alegria e amizade, até que perto da meia-noite minhas garotas me disseram que a gente tinha que ir. Não perguntei por que tão cedo, mas imaginei que tinham coisas pra fazer na faculdade no dia seguinte.
Quando anunciamos nossa ida, Coté do nada falou pro Rorro que ia aproveitar nossa volta pra casa pra ir com a gente, assim ele não precisava sair depois pra deixar ela. Isso me causou estranheza, mas mais estranho ainda foi que minhas duas arpias não objetaram nada.
Ainda desconfiando que algo tava rolando, subimos no carro depois do beijo apaixonado entre Rorro e Coté e partimos. Tenho que confessar que me irritou um pouco o show que eles deram, mas quando olhei pras minhas lindas garotas, superei… não devia me incomodar por alguém que me largou e agora volta arrependida.
Como a Fer tava dirigindo, eu sentei do lado da Nora, já que pra todo mundo ela era meu peguete da faculdade, então a Coté sentou do lado dela. Saímos do lugar quase na hora, mas mal andamos uns metros e outro dos diálogos surreais das minhas arpias começou. Quem abriu o jogo foi a Nora:· Coté, o que você tá querendo!· Coté: Que o Claudio e a Fer cumpram a promessa deles!· Fer: Uma promessa forçada não tem validade, achei que você já tinha sacado.· Coté: Umas palmadas não vão me fazer mudar de ideia.· Nora: você tem que entender que o bocó é nosso.· Coté: Não tô pedindo pra vocês me darem de graça, só de vez em quando…· Fer: Te comi?!... Tu é uma maluca varrida· Coté: O que você acha, Claudio?· Eu: A real é que eu quero ficar com elas, você já teve sua chance e deixou passar, não sei por que você insiste.Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
· Coté: Por que ninguém me fez sentir o que eu senti com você…· Fer: Arranja um namorado…· Nora: Sim, Rorro te quer.· Coté: Eu sei, mas não é a mesma coisa.· Fer: E a culpa é nossa?· Coté: Não, mas eu imploro pra vocês me deixarem...· Nora: Com uma condição· Coté: Tanto faz…
Droga, voltávamos à estaca zero, as loucas do pátio cediam a posição, como era possível? pensei· Fer: Você não pode foder com mais ninguém· Nora: Bom, duas condições, kkkk, a outra é que seja só com a nossa autorização.· Coté: Aceito…· Eu: E a minha opinião, hein?· Fer: Vamos, Claudito, não vai reclamar de ter a melhor bunda da universidade, hahaha· Nora: É um trato que a gente precisa selar… vamos pra sua casa, Coté…
Fomos com a Coté pra casa dela, ainda bem que a Bea não tava, porque as três queriam selar o trato do jeito “estranho delas de ver a vida”… Mal entramos, elas me olharam feito lobas em cima de um cordeiro. Eu olhei pra elas, ainda não conseguia entender que minha amada Fer, a linda harpia, queria me dividir e que a Nora apoiasse tudo aquilo…. Num momento de quase lucidez, olhei pra elas e falei:· São gostosas, eu quero elas, desejo elas, mas não sou um brinquedo de vocês, não sou propriedade de ninguém nem nada parecido… se querem fechar um acordo, não vai ser pela minha posse, vou pra casa… Fer, aqui estão as chaves do carro, pode deixar a Nora ou fazer o que quiser, mas não vai brincar comigo… Tchau!· Fer: Claudio, espera!Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
· Eu: Não, tchau…
Saí antes que elas pudessem reagir, entrei no primeiro elevador e, quase correndo, saí do prédio. Depois me escondi na entrada de outro edifício perto dali. Dois minutos depois, vi Fer e Nora saindo de carro do estacionamento de visitas, numa puta caça.
Não apareci em casa até o dia seguinte… o que restou da noite, passei vagando pelo bairro boêmio, batendo papo com umas minas e só. Pra falar a verdade, quando voltei, encontrei o vô, que já tava saindo pra comprar o pão.· Vovô: Fala Claudinho, vamos comprar o pão, falou num tom de ordem· Eu: Oi, vô. Vamos lá! respondi, já que não dava pra fazer mais nada.· Vovô: O que aconteceu com a Fer?· Eu: A gente teve uma briga e eu mandei ela voltar pra Nora.· Vovô: Só isso?· Eu: SimClaro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
· Vovô: Ela voltou chorando e falando horrores de você· Eu: Só não aceitei que ela me usasse como um brinquedo que era propriedade dela.Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
· Vovô: É que ela tem seus jeitos especiais… de se relacionar· Eu: Ela é uma mimada e manipuladora, pelo amor de Deus! Não fica bancando ela não, já não engulo mais essa.· Vovô: Vamos lá, não gosto de ver vocês chateados.· Eu: Tá bom, vô, vou tentar fazer as pazes, mas ela quem se mete em confusão.· Avô: Esse é meu neto
De novo eu tinha que ceder pro vô, mas antes deixaria a água passar por baixo da ponte. Já a luz do amanhecer tava invadindo a cidade e eu tava muito cansado, então depois de dar um oi pra Oma, fui dormir, não sem antes sofrer um interrogatório dela no meu quarto que me impedia de vestir meu pijama, mesmo quando a única coisa que eu queria era dormir.· Oma: O que foi, Claudito?· Eu: O que acontece sempre com a Fer… ela é uma mimada e manipuladora.· Oma: Não entendo…· Eu: Ela quer impor as próprias ideias sem pensar em mim.· Oma: Como assim?· Eu: Ela insiste comigo que o melhor pros dois é que eu seja namorado oficial da Nora e dela nas sombras, pra evitar o que vão falar e a condenação social.· Oma: Sério mesmo!?· Eu: Ela quer que eu fique com Nora e com ela ao mesmo tempo, e eu não quero isso…· Oma: Vou falar com ela
Acordei quase na hora do almoço, cumprimentei a Oma que estava preparando a comida e ela, fazendo uns sinais, me chama pra chegar perto.· Oma: Falei com a Fer, e depois de muito conversar, comecei a dar um pouco de razão pra ela.· Eu: Você também, Oma?· Oma: Sim, além disso, a Nora é uma gata, inteligente e me parece que é muito doce com você.· Eu: Ai Oma, não entendo as mulheres.· Oma: Como diz seu avô Federico, não nos entenda, só nos ame, hehehe
Não sei como a Fer conseguia enfeitiçar todo mundo, inclusive a Oma, mas eu não cairia na teia dela… ou já tinha caído?… Tomei banho pensando em tudo que rolou e, enquanto fazia isso, decidi que tinha que tomar as rédeas do meu relacionamento com as minas… mas como?
Entrei no meu quarto pra me vestir, com a Oma apressando, dizendo que já estava tudo pronto pra gente curtir um aperitivo antes do almoço. Ela já tinha preparado uns petiscos deliciosos e o avô estava abrindo uma garrafa de vinho tinto riojano.
Quando entrei no meu quartinho, me deparei com a Fer sentada na minha cama, me olhando com cara de bunda e dizendo:Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro, mantendo o tom natural e com gírias apropriadas:
"Você é uma tradutora profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto do espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras onde for apropriado (ex.: 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne o texto natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais. Fer: Me deixou abandonada…· Eu: Não! Te deixei com suas amigas… agora sai que vou me vestir.· Fer: Te conheço por completo, pode se vestir comigo dentro.· Eu: O vô tá em casa, não quero um barraco.· Fer: Talvez seja bom o vovô saber de tudo.· Eu: Talvez seja bom, mas agora não.· Fer: Veste
Comecei a me vestir sob o olhar atento dela e os comentários sobre minha teimosia em não aceitar a ideia dela, insistindo que era o melhor… Tava me enchendo o saco, então finalmente parei na frente dela e a calei com um beijo apertado, depois falei· Cala a boca!, agora quem manda sou eu· Fer: Pe…
Eu a beijei de novo e repeti pra ela ficar quieta. Ela, ainda meio surpresa, me olhou com um brilho especial no olhar e, depois de encostar o ouvido na porta, saiu do meu quarto.
Pela primeira vez em muito tempo, eu tinha uma tarde de sábado só pra mim, então vesti meu look de corrida com a ideia de aliviar a tensão e o estresse que a minha amada tortura me causava. Mas, quando eu ia pegar a maçaneta da porta da saída, apareceu a Fer com o look de corrida dela, que me dava infartos e também um tesão quase demoníaco.· Fer: Pra onde a gente vai trotar?· Eu: Você é bruxa?· Fer: Sim, kkkk…. Na real, não, mas a Oma me contou, kkkk· Eu: Pela beira da estrada…· Fer: Pera aí que vou mandar um WhatsApp pra Nora.· Eu: Pra quê?Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro, mantendo o tom natural e usando gírias brasileiras quando apropriado:
"Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto do espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais. Fer: Pra quê será que ela vem com a gente…· Eu: Ainda tá com essa ideia maluca?· Fer: É o melhor· Eu: O que que ia te acontecer se eu der uma fodida violenta na Nora e te deixar só olhando?, perguntei meio de saco cheio...· Fer: Nada, uma hora vai ser minha vez e vou cobrar o mesmo de você…
Finalmente saímos pra correr, enquanto fazíamos isso, caí no feitiço da bunda espetacular da Fer e, quase sem perceber, ia um metro atrás olhando aquele monumento de traseiro. A verdade é que nem me toquei quando chegamos perto da casa da Nora, que nos interceptou numa esquina.· Nora: Oi, galera.· Fer: Oi, gostosa, trouxe o bocó aqui… ele me ameaçou que ia te comer até não aguentar mais e nem me dar um beijinho sequer.· Nora: Foi isso que ele disse?... tá maluco, kkkk· Eu: Falei porque a Fer e você são umas loucas…· Nora: Porra, foda-se… a gente pode ir pra minha casa…· Eu: E as câmeras do seu pai?· Nora: Não são problema pra uma engenheira!, bom, quase engenheira, kkkk· Fer: Você fez o que eu mandei!, hahaha· Nora: As câmeras mostram só o que eu quero que mostrem, hahaha.
Eu, feito um idiota, segui as duas gostosas que, com seus uniformes esportivos dignos de modelos de Fórmula 1, despertavam os olhares dos transeuntes da área. Tanto que, ao chegar na portaria do prédio da Nora, o cara da entrada ficou encarando elas, cumprimentando a Nora com cara de babão, enquanto a gente passava apressado... As duas minas riam da reação do pobre porteiro.
No elevador, a Nora tirou o celular da bolsinha presa no braço e abriu um aplicativo que ativou assim que chegou na porta do apartamento dela, anulando o sistema de gravação e colocando no lugar um loop infinito de cenas vazias, pra que, caso os pais enchendo o saco dela olhassem da clínica ou de onde estivessem, vissem só aquilo e nada mais. Parecia um filme de "Missão Impossível", só que nesse caso, "Fudida Impossível".
Assim que entramos, as duas começaram a tirar aquelas roupas esportivas gostosas enquanto a gente ia pro quarto da Nora, que, nem ligando pro meu suor, me beijou e passou a língua na minha bochecha esquerda:· Nora: Você é todo salgadoAqui está a tradução para o português brasileiro:
· Eu: É suor do que já tínhamos corrido com a Fer, respondi.· Nora: melhor, já não precisa de tempero, disse com voz sensual e olhar de tigresa já característico nela.
Nora finalmente tirou o top atlético branco, deixando os peitos dela à mostra, me provocando pra eu chupá-los, balançando eles de um lado pro outro. Eu, antes de aceitar o convite, olhei pra Fer e, pegando eles com as mãos, dei duas lambidas.· Fer: Pardillo... Quer ver meu sutiã?· Eu: Não, minha atenção é pra Nora… me mostra como fica essa legging em você, Nora...· Nora: "Que baitola mais sem-vergonha", disse se virando pra mostrar a bunda.
Fer, meio sem graça, também tirou a camiseta e o sutiã esportivo que tava usando, deixando os peitos dela pulando no ar enquanto me encarava de um jeito desafiador... Não consegui evitar de ficar babando naquelas maravilhas... com meu pau prestes a explodir.
Uffa! Que peitão que a Fer tem, mas aí eu reagi e enfiei um mamilo da Nora na boca e comecei a chupar, enquanto ela se esfregava no meu corpo zoando o menino.
Nora só olhou pra ele, sorrindo pra Fer. E apertou minha cabeça contra o peito dela, me dizendo:· Você gosta?· Eu: Mmmuito!· Nora: Quer que eu tire minha legging, seu bocó?· Eu: —Sim, amor! —respondi enquanto ajudava ela a tirar a roupa.
Quando a Nora tirou a legging, amassei as bundinhas dela, agora cobertas só por uma fio dental esportiva que se enfiava entre os glúteos duros de modelo de lingerie. Depois ela tirou a última peça que tinha. Fiquei olhando a beleza nua na minha frente enquanto a Fer nos observava, talvez com um pouco de... decepção?
Mas a Fer não ficou parada, porque se despiu completamente, o que me fez olhar pra ela mesmo sem querer. Agora ela estava só com as meias esportivas, se exibindo como só ela sabe, chegou perto até quase nos tocar e, se colocando na minha frente, amassou os peitos e sorriu maliciosa.
A atitude desafiadora dela fez com que eu, descaradamente, colocasse minha mão na xota da Nora e enfiasse o dedo do meio na bucetinha dela. Ela gemeu fundo, depois olhou pra Fer com os olhos felinos e sorriu de um jeito super sexy... Tentei me abstrair do que a Fer fazia, chupando com mais gosto os peitos da Nora e brincando com meu dedo do meio na ppk dela. Como eu não dava atenção pra Fer, ela disse:· Como eu tô?· Nora: Gostosa, meu bem... me mostra essa bunda?· Fer: Como você acha ela?· Nora: Perfeita, Fer, não acha, seu bocó?· Eu: É, mas agora tô contigo…
Fer se virou, se encostou nas minhas costas e esfregou os peitos nelas. Como eu não tava dando bola, ela esfregou a bucetinha dela, enfeitada com um triângulo de pelinhos, contra minha bunda. Eu empurrei ela pra trás de leve com a bunda, mas Fer segurou minha cintura e pegou na minha pica, começando a bater uma. Toquei a mão dela, mas não consegui tirar do meu amigão. Com a outra mão, ela puxou a bunda da Nora na direção do meu pau.
Meu amigão, guiado pela Fer, agora entrava no triângulo formado pela bucetinha e as pernas da Nora. Instintivamente, comecei a balançar o corpo, simulando uma metida leve que fazia a Nora delirar de tesão. Sabia disso porque ela tirou minha mão da boceta dela e passou dois dedos no clitóris. Eu sentia que ia gozar antes de meter a pica... a pele macia das minhas amantes tava tão quente que achei que ia me queimar.
Nora gemia alto, dizendo que tava gozando. Tava muito excitada, então começou a se masturbar com raiva enquanto eu passava a pica na frestinha da boceta, no períneo e no cu dela. Agora só queria meter de qualquer jeito... De repente, me veio uma ideia sacana.· Eu: Nora....Quero meter nessa sua buceta.· Nora: Onde você quiser, mas faz logo… Hummm… tô tão tesuda!, quero que enfie bem fundo, enquanto mordia meu lóbulo e apertava a Fer contra minhas costas.
Depois Nora me beijou e se ajoelhou de quatro na cama dela, abriu um pouco as pernas e me olhou com aquela cara de tigresa gostosa. Era um convite claro pra eu meter nela. Já a Fer não parava de mexer na minha pica e esfregar os peitos nas minhas costas. Diante dessa visão lasciva da Nora pronta pra ser fodida, a Fer me diz:· O que você está esperando para enfiar?
Fer se separou de mim, me deixando livre pra agir. Dei dois passos até a cama da minha Nora, segurei seus quadris e enfiei meu pau endurecido na buceta dela até o fundo, fazendo a cama tremer.· Nora: Ahhh!! Vai, me fode gostoso, seu pamonha
A instrução era desnecessária, porque comecei uma metida e tirada desenfreada, quase brutal, mas Nora aguentava sem reclamar, aliás, diria que ela tava adorando, porque seus gemidos e ofegos eram prova disso, minha foda era tão violenta! Que Nora em poucos minutos gozou igual uma égua, mas eu ainda tava a fim de mais e sem dizer uma palavra, tirei minha piroca melada cheia de fluidos da buceta dela e enfiei devagar no cu, abrindo aquele cuzinho perfeito e fazendo ela quase desmaiar numa mistura de sensações sadomasoquistas… a estocada fez ela baixar a cabeça, apoiada na cama com a testa e os braços, deixando a raba empinada… não tive piedade!... depois de estar completamente dentro, meti como nunca, felizmente pra ela, o cu já tava acostumado com minha pica e ela se deixou comer no cu entre gemidos, sufocos e gritos de tesão
Olhei pra Fer, que tava numa poltrona sentada, amarrando as pernas com os braços e os pés no assento, nos olhando, olhei pra ela com malícia, tipo "tá vendo como eu como ela? não dá uma invejinha?" Não sei se ela percebeu meu olhar ou não, mas ela falou:· É a isso que você tava se referindo?· Eu: Cê gosta?· Fer: Preferia estar aí, mas aguento de boa se você fizer isso nela.· Eu: E a Coté?· Nora: Ahhh… ela não…· Fer: Kkkkk, tá perguntando pra mim, kkkk…Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
· Nora: Ela não é da família… Mmmm!... você me mata, gostoso…· Fer: Relaxa, vai ser só eu e você com nosso bocó, ela só aparece quando a gente quiser…Claro, aqui está a tradução solicitada:
· Eu: Amém…· Nora: mas eu não querooo
Comecei a perceber que meu tesão já ia me fazer transbordar… que não aguentaria mais muito tempo, tentei meter mais devagar e suave, mas era a mesma coisa, essa bunda mágica me deixava à beira do colapso, mesmo assim, tentei esticar ao máximo a enfiada, mas tive que ceder e enchi ela de porra, tanta que começou a vazar… Nora, ao sentir que eu enchia ela de meu sêmen, desencadeou outro orgasmo gigante e se deixou cair atravessada na cama.
Já cansado, ou melhor, sem forças pra continuar fodendo a Nora, sentei ao lado dela e coloquei uma das minhas mãos naquele rabo recém-perfurado, como se quisesse amenizar os efeitos da enfiada com minhas carícias. Fer se levantou, pegou algo da penteadeira da Nora, se ajoelhou na minha frente e, segurando minha piroca carnuda, limpou ela com um lenço demaquilante, enquanto me olhava com ares triunfantes… era verdade, ela estava vencendo.
Enquanto meu pau desfalecido ainda tinha um tamanho considerável, ela enfiou na boca e começou a me chupar, pensei em tirar da boca dela, porque depois da foda na Nora nem Cristo levantaria ele, ou assim pensei, mas minha Fer, de algum lugar, encontrou energia em mim e conseguiu endurecer ele, pra depois montar de quatro sobre mim e se empalar, sem parar de me olhar com aqueles olhos que refletiam sua vitória.
Já derrotado, agarrei as duas tetonas dela e comecei a chupá-las, enquanto ela rebolava sob o olhar de uma Nora sorridente que se juntava à celebração da minha derrota… ela olhava pra ela e pra mim, a pérfida arpia me tinha subjugado!… Fer, completamente vermelha e excitada, semicerrrou os olhos suspirando fundo, isso indicava que estava à beira do orgasmo, então logo senti Fer começar a ter espasmos na buceta dela que me indicavam que ela estava gozando, ou assim imaginei.· Fer: Eu... eu vou gozar!· Nora: Já?... Tão rápido!
Enfiei bem fundo, segurando ela pela cintura e fazendo força pra minha cabeça chegar o mais longe possível dentro da buceta dela, senti minha Fer tremer e desabar no meu peito e ombro.Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
· Fer: Humm, você me matou, novinho…· Eu: Gostou?, perguntei feito um otário que sou….· Nora: Sem dúvidas, kkkk ninguém pode fazer essa pergunta, kkkk· Eu: Como você gozou tão rápido?· Fer: Esse é o efeito que você causa em mim, eu tava muito muito excitada!
A gente descansou um pouco das fodas intensas que a gente deu, depois Fer se ajeitou de quatro na cama, igual uma cachorrinha, me olhando com olhos cheios de tesão e falou:· Me bota gostoso igual faz com a Nora· Eu: Não sei se consigo…· Nora: Vamo que cê consegue, disse enfiando minha rola cansada na boca dela, batendo uma punheta ao mesmo tempo.
Milagrosamente começou a endurecer e, quando achei que já dava pra meter, passei a língua na bunda dela... depois disso tava pronto pra comer o cu dela do jeito que queria… fiquei por trás e empurrei um pouco, minha rola entrou sem muita dificuldade, mesmo não estando totalmente dura pra foder ela.
Fer gemeu baixinho, enquanto eu segurava a cintura dela e penetrava devagar, abrindo caminho nas entranhas dela enquanto minha sacanagem fazia a rola endurecer e crescer lá dentro.
Daí a pouco minhas estocadas já batiam com barulho na bunda perfeita da Fer, enquanto Nora metia a mão na boceta dela pra fazer ela berrar de tesão e calor. Foi uma metida tão violenta que, em poucos minutos, nós dois gozamos que nem bichos e enchi o cu da Fer com os últimos jatos de porra que me restavam… Nós três ficamos em silêncio, exaustos de tanto dar duro.
Exausto pela entrega pras minhas lindas vagabundas, me vesti rápido e fui pra cozinha pegar um copo d’água e algo pra comer, enquanto as minas ficaram conversando sobre algo que não quis saber… daí a pouco elas chegaram vestidas, falando que de noite queriam fazer algo tranquilo, tipo ir ao cinema ou ver um filme na TV a cabo… Parece que ficaram mais que satisfeitas com a foda que eu tinha dado, hehehe.
Voltamos com a Fer pra casa de ônibus, porque eu não queria mais fazer nenhum exercício. Quando chegamos, os avós estavam fora, então a Fer me chamou pro chuveiro. No começo recusei porque não sabia pra onde os avós tinham ido nem a que horas voltariam.· Fer: Clo, cloc clo… galinha… ela disse imitando um bater de asas, kkkk· Eu: Não vou me matar em legítima defesa….· Fer: Clo, cloc clo…, kkkkk
As provocações dela me marcaram fundo e, pegando ela no colo, entrei no chuveiro com ela, ainda vestidos, enquanto ela reclamava entre risadas, sabendo que mais uma vez tinha vencido o desafio. No chuveiro, além de carícias e beijos, não fizemos muita coisa; ela queria mais, mas eu não estava em condições — as quatro fodas de apenas uma hora atrás tinham me deixado seco.
Felizmente, saímos uns quinze minutos antes dos avós voltarem de onde tinham ido. Cumprimentamos eles como sempre e, como sempre, Oma leu nossa cara e ficou contente em nos ver, achando que tínhamos superado nosso último desentendimento… Se ela soubesse como superamos, acho que ficaria chocada, kkkkk.
Fomos ao cinema à noite, nos “comportamos bem”. No dia seguinte, almoçamos com os pais da Nora, estudamos e fizemos o usual de um estudante dedicado. A verdade é que tudo estava tranquilo até que, no domingo à noite, Fer entrou no meu quarto e, sem dizer água vai, me deu um beijão de proporções, desejando boa noite. O problema é que o avô pegou ela saindo do meu quarto. Depois de uma conversa num tom ácido que não consegui decifrar, ele entrou no meu quarto:· Vovô: O que vocês estavam fazendo?· Eu: A Fer me perguntou como a gente ia pra faculdade e me deu boa noite…Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
· Vovô: Foi só isso?· Eu: Resumindo, claro que com a Fer nada é curto ou simples.· Vovô: Tá bom, mas não gosto que ela entre no teu quarto…· Eu: Bom vô, mas acho que tu tem que falar isso pra ela…· Vovô: Já falei, boa noite…· Eu: Boa noite, vô.
Começou mais uma semana, felizmente pra mim bem tranquila, porque a gente tinha programado tempo pro projeto de conclusão de curso e as minas pra uma parada que eu nem prestei muita atenção. Quanto aos avós, parece que continuaram curtindo a estadia na cidade. Pelo visto, depois de tanto tempo com a gente, não tinham intenção de voltar pra casa deles. O único problema que eu via nisso era que agora o vô, como diria um jogador de futebol, tinha me colocado uma marcação homem a homem, então eu tinha que me comportar direito, mesmo que meus desejos pela Fer aumentassem a cada dia.
Quanto à Nora, ela foi a única válvula de escape pras minhas baixas paixões, porque ela é desencanada o suficiente pra foder comigo em qualquer lugar, até no banheiro da universidade. Não é que a gente fizesse isso toda hora, mas a gente fez na quarta-feira durante um recreio. Por outro lado, a Coté não me enchia mais o saco como antes, mas ficava me olhando "como uma puta na frente de um açougue", o que me deixava desconfortável, porque o Rorro tá bem apaixonado por ela, mas não tem o que fazer.
Na quinta-feira à tarde, deixamos a Nora na casa dela e chegamos em casa, mas não encontramos os avós. Só descobrimos onde eles estavam quando vimos um recado da Oma na mesinha de entrada, dizendo que eles tinham ido num cassino de jogos pra tentar a sorte, que voltariam depois de jantar lá e que a nossa janta tava no micro-ondas... Vale dizer que nem a Oma nem o vô gostavam de usar redes sociais, no máximo usam e-mail.
Depois de ler o recado, a Fer largou a mochila num sofá da sala e, sorrindo, me "assaltou", me abraçando igual um polvo. Não vou mentir que eu resisti muito, a verdade é que peguei ela pela bunda e carreguei no colo até meu quarto com a santa intenção de foder ela até não aguentar mais andar...
Quando cheguei no quarto e tentei deitar ela na cama, a Fer me parou, me posicionou na cama e, abaixando minha calça, se ajoelhou na minha frente. Ao ver as intenções dela, fiquei feliz pra caralho. Preciosa arpía
tinha seu próprio plano pra aproveitar a oportunidade de ficarmos sozinhos, e sua natureza ousada e brincalhona se revelava diante de mim… minha Fer ia me chupar, com seus lábios preciosos… era um dia maravilhoso pra mim, então me sentei na minha cama com meu pau duro apontando pro teto. Fer sorriu como se sorrisse pra um criança no aniversário, talvez porque era assim que eu me sentia… Ela me olhou nos olhos mais uma vez e, pegando meu amigão, meteu ele na boca. Senti os lábios dela passarem pela minha cabeça e a língua atacando meu freio, quase morri!· Fer: Me escuta… não tenta nada estranho… vou te chupar, vou te levar pro céu do meu próprio jeito, entendeu? — disse ela tirando meu pau da boca e me olhando com seus lindos olhos claros cheios de determinação.· Eu: Claro que sim… Posso massagear seus peitos?· Fer: Mm agh… Sim!
Peguei nos peitos dela ainda cobertos pela roupa e beijei a cabeça dela com carinho, depois tirei a camiseta dela e libertei ela do sutiã. Ela correspondeu ao meu beijo com uma lambida no meu tronco, passando pelo freio e beijando a ponta da glande… minha Fer sabia como me “matar”. Depois voltou ao ataque, saboreando meu amiguinho, enquanto com uma das mãos acariciava minhas bolas com delicadeza. Isso me deixou louco e, a partir daquele momento, só queria empalar ela… mas antes, procurei os mamilos dela, que estavam duros como grão de bico, o que me convidava a apertar e esfregar eles.
Mas meu objetivo já era outro, então, tirando ela do meu amiguinho, fiz ela se levantar, desamarrei o laço que apertava a calça dela e, junto com a calcinha, puxei tudo pra baixo até onde dava. Depois, meti a mão pra acariciar aquele Monte de Vênus inchado e febril… Fer me olhou e disse:Vou te ajudar com isso! Por favor, forneça o texto em espanhol que você deseja traduzir para o português brasileiro. Mmm… Quer enfiar em mim?…· Eu: Mmm, sim!
Ela tirou a calça jogando numa cadeira do meu quarto, depois montou em cima de mim de pernas abertas. Eu, sem perder tempo, me ajeitei e comecei a passar meu pau devagar pela buceta dela, quase não aguentei de vontade de meter na hora, mas depois de um minuto, enquanto curtia os beijos dela, senti quando ela deslizou a xereca no meu pau… Larguei os peitos dela por um instante e fiquei acariciando aquele rabo lindo, duro, firme, e enquanto ela cavalgava em mim, com uma mão peguei o clitóris dela e comecei a torturar com cuidado… os beijos dela ficaram selvagens, ela enfiava a língua na minha boca, lambia meu rosto, mordia minhas orelhas, o tesão dela tava solto, a Fer parecia uma gata no cio.
Eu tentava estimular todas as zonas erógenas dela… Além de acariciar aquele rabo incrível, eu amassava os peitos dela, com paixão beliscava os bicos, estimulava o clitóris e beijava ela com fúria… ela gemia e tentava manter o ritmo cavalgando meu pau, mas o prazer e o tesão incontroláveis não deixavam ela fazer um bom trabalho. Mas minha Fer, com a persistência que é a marca dela, sempre voltava com tudo…
Não sei quanto tempo passou, mas ela começou a ofegar forte, tentando pegar ar cada vez mais rápido, e junto com os gemidos abafados, anunciava que ia gozar. De repente, ela começou a gritar comigo quase sem som:Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
· Amor, vou gozar!… Meu Deus, vou gozar!, vou gozaaaar!
Não dei ouvidos às súplicas dela, e continuei acariciando e fodendo ela até que gozou pela segunda vez e desmaiou por uns instantes…. Fiquei assustado, porque não esperava que algo assim acontecesse…. Felizmente ela se recuperou rápido enquanto eu sentia ela jorrando os fluidos dela, a bucetinha dela era um mar de prazer.· Eu: Tá tudo bem?... Gostou, meu bem?· Fer: Você é mau, quase me matou… mas sim, gostei pra caralho… E você?· Eu: Faltou um pouco… mas curti sim, claro que você me assustou, hehehe.· Fer: Quase me matou… Quanto ao resto, a Nora me mostrou a solução pra isso, hehehe, senta na beirada…
Fer se ajoelhou de novo do lado da cama e colocou aquelas tetonas dela abraçando meu pau, foi impressionante! Depois, babou tudo, tanto nelas quanto no meu amigão. Da minha parte, tava morrendo de tesão! Só de imaginar as intenções dela… Fer começou um puta espanhol.
Sentir aquilo deslizando pelo meu amigão era uma sensação única, nunca tinha sentido nada igual. Nem Coté, nem Nora tinham peitos tão grandes, talvez a Bea conseguisse fazer aquilo. Por outro lado, vê-la com aquela determinação pra me fazer gozar, tão típica dela, não deu outra: acariciei ela e sorri, enquanto gozava que nem um cavalo e enchia a cara e os peitos dela com meu leite.
Quando os últimos jatos da minha porra caíram nos peitos dela, ela sorriu de um jeito safado e, com um dedo, tirou um pouco do resto da cara e chupou o dedo… Minha namorada fazia coisas que eu nem imaginava, e ainda por cima ficava mais puta, ou pelo menos foi o que pensei. Enquanto eu ainda tava pasmo, ela simplesmente disse:· Você gostou, gostosa?Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
· Eu: sim, amor, foi fantástico…· Fer: Vamos pro chuveiro, antes que os avós cheguem…· Eu: Vamos, coração!
Peguei uma toalha enquanto ela ia pro chuveiro, nos encontramos no banheiro pequeno e, entre brincadeiras e carícias, entramos debaixo do jato morno d’água… Fer queria mais, a verdade é que com tanta brincadeira e carícia logo conseguiu levantar meu espírito e a libido, então meu amiguinho em minutos já tava pronto pra ação. Aí Fer apoiou uma perna na borda da banheira, deixando a bucetinha dela exposta pra minha vara, que não hesitei em enfiar, começando um vai e vem suave, mas profundo. De repente, a porta do banheiro se abriu e um grito alto ecoou pelo apartamento:· Vovô: O que isso significa?· Oma: Calma, Federico!
Minha espinha levou um choque elétrico, enquanto a adrenalina acelerava meu coração, junto com um turbilhão de pensamentos que buscavam uma resposta pra pergunta que ainda ecoava nos meus ouvidos, pulando na minha mente.· Vovô: Dou cinco minutos pra vocês se vestirem e a gente conversar… Espero vocês na sala.· Eu: Sim, vô…· Oma: Fica tranquilo, Federico, se apressem, crianças…
Fer não dizia “nem um pio”, sua marra de pegadora tinha sumido, olhei pra ela e vi que a cara dela era de uma mina apavorada e prestes a chorar, então falei:· Calma, minha gostosa, não cometemos crime nenhum, deixa que eu falo com o véio…· Fer: Mas ele vai me expulsar de casa, vai me devolver pros meus pais e não sei mais o quê, e de repente eles não deixam mais eu te ver…· Eu: Olha, vão dar uma bronca na gente, talvez até nos separem, mas acho que não passa disso…· Fer: Cê acha?· Eu: Tô certo! Na real, não tava e o medo enraizado no fundo do meu ser tava vivo, mas não quis mostrar pra não desencadear um inferno. Depois de nos secar e vestir cada um no seu quarto que nem bombeiro, saí pra encarar meu destino. Óbvio que cheguei primeiro na sala, então a Oma foi pro quarto da Fer enquanto eu encarava meu avô…·[size=
http://www.poringa.net/posts/relatos/4307760/Mi-prima-mi-martirio-Capitulo-13-2.html
autori claudiomarriedCapítulo 14: El plan de Fer
Salimos del baño como siempre, primeroFer, luego Coté y finalmente yo, nos fuimos por separado a nuestras respectivasobligaciones, no las vi cuando salí, solo divisé a Coté en clases y no puedoagregar que la tarde continuó algo lenta… finalmente llegó el momento deregresar a casa, busqué a Fer en la cafetería donde usualmente me espera, noestaba, sabía que sus clases habían terminado y comencé a buscarla por losotros lugares comunes y no la encontraba por ninguna parte… algo preocupado lallamé a su móvil sin que ella me contestara, miré en el estacionamiento y vi elcoche vacío, por lo que no me había dejado botado como en alguna otraoportunidad… seguí en su búsqueda hasta que Rorro me informó que la había vistopor el sector del gimnasio principal de la facultad con Nora y Coté. Me extrañoque después de lo ocurrido estuvieran juntas, por lo que algo alarmado concurríal sector con el propósito de que no pasara nada loco o incluso grave.
El gimnasio es gigante por lo quelas busqué en los lugares comunes, pero no las encontré, lo que me hizoalarmarme, pues mi pérfida primita es de armas tomar y probablemente no legustó que Coté se inmiscuyera extorsionándonos como lo hizo… reflexionando unpoco, se me ocurrió que podían estar en las bodegas, pues era un lugar aisladoque solo entraban los profesores o alumnos a buscar implementos que noestuviesen a mano, no es que se pudiese ingresar fácilmente pero era posible
La primera bodega estaba cerrada, peroen la segunda el candado no estaba, entré lo más silenciosamente posible, labodega no estaba oscura pero solo estaba encendida una luz mortecina casi alfinal, la que iluminaba poco y nada, tal vez por que en ella no se guardabanelementos de uso común, en la medida que ingresaba a la bodega cuyo techo eranlas graderías del gimnasio comencé a escuchar unos murmullos… presté atención aellos y con alguna dificultad logré captar lo siguiente:
· … Entendeu, vadia, o Claudito é só nosso…· Coté: Snifff, sniff… sim, não vou fazer mais…. Juro por vocês…· ... Mais do que jurar, não chega perto dele, entendeu?...
Senti um tapa forte, ou pelo menos foi o que pensei, então me aproximei um pouco mais e, por trás de uns armários velhos de madeira, pude ver como Fer e Nora tinham a Coté amarrada num "cavalo de salto", com o jeans no joelho, e cada uma dava com raiva um tapa em cada nádega da bunda da minha ex-namorada... já achava que Fer tinha levado o assunto com muita tranquilidade, a putaria que Coté teve que fazer em troca do silêncio dela... pelo som dos tapas, aquela bunda maravilhosa devia estar vermelha, mesmo que não desse pra perceber na distância que eu estava das garotas.· Coté: Sniff, sniff, por favor, chega, juro que não vou chegar perto dele a não ser que vocês deixem, sniff.· Nora: Muito bem, sua putinha, dá acesso ao seu celular pra gente apagar o que você gravou.Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
"Você é uma tradutora profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais. Coté: Sniff, sim, chega mais perto…
Fer aproximou pra ativar o reconhecimento facial e acessar as gravações que a Coté tinha feito, depois foi lá e apagou tudo, completando:· Você guardou elas em algum outro lugar?· Coté: Nãão, juro pra vocês, por favor, chega…· Nora: Tá bom, seu pedaço de puta, não encosta mais nele, entendeu?!· Coté: Siim, entendido, agora me deixem ir…· Fer: Vamos deixar por isso mesmo… que tal?, disse se virando para Nora.· Nora: Mas e se não der pra soltar?· Fer: Alguém vai achar ela e soltar, kkkk· Nora: Não seja cruel, solta ela…· Fer: Tá, mas ela não merece…
Soltaram ela e deixaram lá, meio chorando… quando passaram por mim, eu me escondi, não queria me meter em mais encrenca… depois saí na surdina e esperei na saída da academia pra garantir que a Coté tava bem. Avistei ela, saiu sem dificuldade, mesmo esfregando aquele rabão dela. Felizmente foi só isso e não algo pior. Minhas duas lindas Arpias tinham deixado bem claro pra Coté quais eram os limites dela.
Os outros dias foram passando sem grandes mudanças, uns amassos com a Nora na faculdade ou com a Fer no depósito do apartamento, até chegar na sexta, quando minhas minas me chamaram pra sair, coisa que aceitei de boa… a única estranheza é que era um churrasco na casa do Rorro, que, sendo meu amigo, não tinha me falado nada e eu não tinha ouvido absolutamente nada sobre isso. Mas conhecendo meu amigo, talvez ele achou que falando pras meninas já bastava.
Nesse dia, os avós também saíram pra jogar um dinheiro no cassino. Por um momento, fiquei com inveja, porque eles podiam se dar a esses luxos. Já eu, mesmo usando a moto, só de pagar a gasolina já ficava no vermelho, e olha que tomar um café na universidade, mesmo sendo necessário às vezes, me deixava quebrado. Então um churrasco na casa do Rorro numa sexta à noite era um presente dos céus.
Chegamos quase na hora marcada, porque com elas isso é um milagre… Rorro nos recebeu junto com a Coté na entrada. Ela olhou pras minhas duas arpias e fez cara de nojo. Pra falar a verdade, depois de ver o que fizeram com ela na academia, me surpreendeu que ela cumprimentasse elas. Também chegaram outros caras do nosso grupinho de sempre, então a noite animou, especialmente quando eu e o Rorro assumimos o controle da churrasqueira. Tudo ia bem até o Rorro me falar que tava namorando a Coté, e ainda me perguntou se isso me incomodava… O que eu podia dizer?...· Eu: claro que não, Coté é uma boa garota, eles formam um casal incrível
Não podia acreditar, Rorro nas mãos da Coté, que acabou sendo uma garota diferente do que eu pensava há um tempo atrás… naquele momento lembrei de toda a confusão grega com o ex-namorado dela, por quem ela tinha me largado, mas não quis comentar com meu amigo. O que eu tinha certeza é que eu nunca mais ia comer ela, mesmo que minhas duas lindas arpias loucas me pedissem.
A notícia se espalhou rapidamente entre os convidados, todos os parabenizaram, muitos como eu de coração, não sei se minhas duas lindas arpias faziam o mesmo. Tudo rolou num clima de alegria e amizade, até que perto da meia-noite minhas garotas me disseram que a gente tinha que ir. Não perguntei por que tão cedo, mas imaginei que tinham coisas pra fazer na faculdade no dia seguinte.
Quando anunciamos nossa ida, Coté do nada falou pro Rorro que ia aproveitar nossa volta pra casa pra ir com a gente, assim ele não precisava sair depois pra deixar ela. Isso me causou estranheza, mas mais estranho ainda foi que minhas duas arpias não objetaram nada.
Ainda desconfiando que algo tava rolando, subimos no carro depois do beijo apaixonado entre Rorro e Coté e partimos. Tenho que confessar que me irritou um pouco o show que eles deram, mas quando olhei pras minhas lindas garotas, superei… não devia me incomodar por alguém que me largou e agora volta arrependida.
Como a Fer tava dirigindo, eu sentei do lado da Nora, já que pra todo mundo ela era meu peguete da faculdade, então a Coté sentou do lado dela. Saímos do lugar quase na hora, mas mal andamos uns metros e outro dos diálogos surreais das minhas arpias começou. Quem abriu o jogo foi a Nora:· Coté, o que você tá querendo!· Coté: Que o Claudio e a Fer cumpram a promessa deles!· Fer: Uma promessa forçada não tem validade, achei que você já tinha sacado.· Coté: Umas palmadas não vão me fazer mudar de ideia.· Nora: você tem que entender que o bocó é nosso.· Coté: Não tô pedindo pra vocês me darem de graça, só de vez em quando…· Fer: Te comi?!... Tu é uma maluca varrida· Coté: O que você acha, Claudio?· Eu: A real é que eu quero ficar com elas, você já teve sua chance e deixou passar, não sei por que você insiste.Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
· Coté: Por que ninguém me fez sentir o que eu senti com você…· Fer: Arranja um namorado…· Nora: Sim, Rorro te quer.· Coté: Eu sei, mas não é a mesma coisa.· Fer: E a culpa é nossa?· Coté: Não, mas eu imploro pra vocês me deixarem...· Nora: Com uma condição· Coté: Tanto faz…
Droga, voltávamos à estaca zero, as loucas do pátio cediam a posição, como era possível? pensei· Fer: Você não pode foder com mais ninguém· Nora: Bom, duas condições, kkkk, a outra é que seja só com a nossa autorização.· Coté: Aceito…· Eu: E a minha opinião, hein?· Fer: Vamos, Claudito, não vai reclamar de ter a melhor bunda da universidade, hahaha· Nora: É um trato que a gente precisa selar… vamos pra sua casa, Coté…
Fomos com a Coté pra casa dela, ainda bem que a Bea não tava, porque as três queriam selar o trato do jeito “estranho delas de ver a vida”… Mal entramos, elas me olharam feito lobas em cima de um cordeiro. Eu olhei pra elas, ainda não conseguia entender que minha amada Fer, a linda harpia, queria me dividir e que a Nora apoiasse tudo aquilo…. Num momento de quase lucidez, olhei pra elas e falei:· São gostosas, eu quero elas, desejo elas, mas não sou um brinquedo de vocês, não sou propriedade de ninguém nem nada parecido… se querem fechar um acordo, não vai ser pela minha posse, vou pra casa… Fer, aqui estão as chaves do carro, pode deixar a Nora ou fazer o que quiser, mas não vai brincar comigo… Tchau!· Fer: Claudio, espera!Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
· Eu: Não, tchau…
Saí antes que elas pudessem reagir, entrei no primeiro elevador e, quase correndo, saí do prédio. Depois me escondi na entrada de outro edifício perto dali. Dois minutos depois, vi Fer e Nora saindo de carro do estacionamento de visitas, numa puta caça.
Não apareci em casa até o dia seguinte… o que restou da noite, passei vagando pelo bairro boêmio, batendo papo com umas minas e só. Pra falar a verdade, quando voltei, encontrei o vô, que já tava saindo pra comprar o pão.· Vovô: Fala Claudinho, vamos comprar o pão, falou num tom de ordem· Eu: Oi, vô. Vamos lá! respondi, já que não dava pra fazer mais nada.· Vovô: O que aconteceu com a Fer?· Eu: A gente teve uma briga e eu mandei ela voltar pra Nora.· Vovô: Só isso?· Eu: SimClaro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
· Vovô: Ela voltou chorando e falando horrores de você· Eu: Só não aceitei que ela me usasse como um brinquedo que era propriedade dela.Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
· Vovô: É que ela tem seus jeitos especiais… de se relacionar· Eu: Ela é uma mimada e manipuladora, pelo amor de Deus! Não fica bancando ela não, já não engulo mais essa.· Vovô: Vamos lá, não gosto de ver vocês chateados.· Eu: Tá bom, vô, vou tentar fazer as pazes, mas ela quem se mete em confusão.· Avô: Esse é meu neto
De novo eu tinha que ceder pro vô, mas antes deixaria a água passar por baixo da ponte. Já a luz do amanhecer tava invadindo a cidade e eu tava muito cansado, então depois de dar um oi pra Oma, fui dormir, não sem antes sofrer um interrogatório dela no meu quarto que me impedia de vestir meu pijama, mesmo quando a única coisa que eu queria era dormir.· Oma: O que foi, Claudito?· Eu: O que acontece sempre com a Fer… ela é uma mimada e manipuladora.· Oma: Não entendo…· Eu: Ela quer impor as próprias ideias sem pensar em mim.· Oma: Como assim?· Eu: Ela insiste comigo que o melhor pros dois é que eu seja namorado oficial da Nora e dela nas sombras, pra evitar o que vão falar e a condenação social.· Oma: Sério mesmo!?· Eu: Ela quer que eu fique com Nora e com ela ao mesmo tempo, e eu não quero isso…· Oma: Vou falar com ela
Acordei quase na hora do almoço, cumprimentei a Oma que estava preparando a comida e ela, fazendo uns sinais, me chama pra chegar perto.· Oma: Falei com a Fer, e depois de muito conversar, comecei a dar um pouco de razão pra ela.· Eu: Você também, Oma?· Oma: Sim, além disso, a Nora é uma gata, inteligente e me parece que é muito doce com você.· Eu: Ai Oma, não entendo as mulheres.· Oma: Como diz seu avô Federico, não nos entenda, só nos ame, hehehe
Não sei como a Fer conseguia enfeitiçar todo mundo, inclusive a Oma, mas eu não cairia na teia dela… ou já tinha caído?… Tomei banho pensando em tudo que rolou e, enquanto fazia isso, decidi que tinha que tomar as rédeas do meu relacionamento com as minas… mas como?
Entrei no meu quarto pra me vestir, com a Oma apressando, dizendo que já estava tudo pronto pra gente curtir um aperitivo antes do almoço. Ela já tinha preparado uns petiscos deliciosos e o avô estava abrindo uma garrafa de vinho tinto riojano.
Quando entrei no meu quartinho, me deparei com a Fer sentada na minha cama, me olhando com cara de bunda e dizendo:Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro, mantendo o tom natural e com gírias apropriadas:
"Você é uma tradutora profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto do espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras onde for apropriado (ex.: 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne o texto natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais. Fer: Me deixou abandonada…· Eu: Não! Te deixei com suas amigas… agora sai que vou me vestir.· Fer: Te conheço por completo, pode se vestir comigo dentro.· Eu: O vô tá em casa, não quero um barraco.· Fer: Talvez seja bom o vovô saber de tudo.· Eu: Talvez seja bom, mas agora não.· Fer: Veste
Comecei a me vestir sob o olhar atento dela e os comentários sobre minha teimosia em não aceitar a ideia dela, insistindo que era o melhor… Tava me enchendo o saco, então finalmente parei na frente dela e a calei com um beijo apertado, depois falei· Cala a boca!, agora quem manda sou eu· Fer: Pe…
Eu a beijei de novo e repeti pra ela ficar quieta. Ela, ainda meio surpresa, me olhou com um brilho especial no olhar e, depois de encostar o ouvido na porta, saiu do meu quarto.
Pela primeira vez em muito tempo, eu tinha uma tarde de sábado só pra mim, então vesti meu look de corrida com a ideia de aliviar a tensão e o estresse que a minha amada tortura me causava. Mas, quando eu ia pegar a maçaneta da porta da saída, apareceu a Fer com o look de corrida dela, que me dava infartos e também um tesão quase demoníaco.· Fer: Pra onde a gente vai trotar?· Eu: Você é bruxa?· Fer: Sim, kkkk…. Na real, não, mas a Oma me contou, kkkk· Eu: Pela beira da estrada…· Fer: Pera aí que vou mandar um WhatsApp pra Nora.· Eu: Pra quê?Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro, mantendo o tom natural e usando gírias brasileiras quando apropriado:
"Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto do espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais. Fer: Pra quê será que ela vem com a gente…· Eu: Ainda tá com essa ideia maluca?· Fer: É o melhor· Eu: O que que ia te acontecer se eu der uma fodida violenta na Nora e te deixar só olhando?, perguntei meio de saco cheio...· Fer: Nada, uma hora vai ser minha vez e vou cobrar o mesmo de você…
Finalmente saímos pra correr, enquanto fazíamos isso, caí no feitiço da bunda espetacular da Fer e, quase sem perceber, ia um metro atrás olhando aquele monumento de traseiro. A verdade é que nem me toquei quando chegamos perto da casa da Nora, que nos interceptou numa esquina.· Nora: Oi, galera.· Fer: Oi, gostosa, trouxe o bocó aqui… ele me ameaçou que ia te comer até não aguentar mais e nem me dar um beijinho sequer.· Nora: Foi isso que ele disse?... tá maluco, kkkk· Eu: Falei porque a Fer e você são umas loucas…· Nora: Porra, foda-se… a gente pode ir pra minha casa…· Eu: E as câmeras do seu pai?· Nora: Não são problema pra uma engenheira!, bom, quase engenheira, kkkk· Fer: Você fez o que eu mandei!, hahaha· Nora: As câmeras mostram só o que eu quero que mostrem, hahaha.
Eu, feito um idiota, segui as duas gostosas que, com seus uniformes esportivos dignos de modelos de Fórmula 1, despertavam os olhares dos transeuntes da área. Tanto que, ao chegar na portaria do prédio da Nora, o cara da entrada ficou encarando elas, cumprimentando a Nora com cara de babão, enquanto a gente passava apressado... As duas minas riam da reação do pobre porteiro.
No elevador, a Nora tirou o celular da bolsinha presa no braço e abriu um aplicativo que ativou assim que chegou na porta do apartamento dela, anulando o sistema de gravação e colocando no lugar um loop infinito de cenas vazias, pra que, caso os pais enchendo o saco dela olhassem da clínica ou de onde estivessem, vissem só aquilo e nada mais. Parecia um filme de "Missão Impossível", só que nesse caso, "Fudida Impossível".
Assim que entramos, as duas começaram a tirar aquelas roupas esportivas gostosas enquanto a gente ia pro quarto da Nora, que, nem ligando pro meu suor, me beijou e passou a língua na minha bochecha esquerda:· Nora: Você é todo salgadoAqui está a tradução para o português brasileiro:
· Eu: É suor do que já tínhamos corrido com a Fer, respondi.· Nora: melhor, já não precisa de tempero, disse com voz sensual e olhar de tigresa já característico nela.
Nora finalmente tirou o top atlético branco, deixando os peitos dela à mostra, me provocando pra eu chupá-los, balançando eles de um lado pro outro. Eu, antes de aceitar o convite, olhei pra Fer e, pegando eles com as mãos, dei duas lambidas.· Fer: Pardillo... Quer ver meu sutiã?· Eu: Não, minha atenção é pra Nora… me mostra como fica essa legging em você, Nora...· Nora: "Que baitola mais sem-vergonha", disse se virando pra mostrar a bunda.
Fer, meio sem graça, também tirou a camiseta e o sutiã esportivo que tava usando, deixando os peitos dela pulando no ar enquanto me encarava de um jeito desafiador... Não consegui evitar de ficar babando naquelas maravilhas... com meu pau prestes a explodir.
Uffa! Que peitão que a Fer tem, mas aí eu reagi e enfiei um mamilo da Nora na boca e comecei a chupar, enquanto ela se esfregava no meu corpo zoando o menino.
Nora só olhou pra ele, sorrindo pra Fer. E apertou minha cabeça contra o peito dela, me dizendo:· Você gosta?· Eu: Mmmuito!· Nora: Quer que eu tire minha legging, seu bocó?· Eu: —Sim, amor! —respondi enquanto ajudava ela a tirar a roupa.
Quando a Nora tirou a legging, amassei as bundinhas dela, agora cobertas só por uma fio dental esportiva que se enfiava entre os glúteos duros de modelo de lingerie. Depois ela tirou a última peça que tinha. Fiquei olhando a beleza nua na minha frente enquanto a Fer nos observava, talvez com um pouco de... decepção?
Mas a Fer não ficou parada, porque se despiu completamente, o que me fez olhar pra ela mesmo sem querer. Agora ela estava só com as meias esportivas, se exibindo como só ela sabe, chegou perto até quase nos tocar e, se colocando na minha frente, amassou os peitos e sorriu maliciosa.
A atitude desafiadora dela fez com que eu, descaradamente, colocasse minha mão na xota da Nora e enfiasse o dedo do meio na bucetinha dela. Ela gemeu fundo, depois olhou pra Fer com os olhos felinos e sorriu de um jeito super sexy... Tentei me abstrair do que a Fer fazia, chupando com mais gosto os peitos da Nora e brincando com meu dedo do meio na ppk dela. Como eu não dava atenção pra Fer, ela disse:· Como eu tô?· Nora: Gostosa, meu bem... me mostra essa bunda?· Fer: Como você acha ela?· Nora: Perfeita, Fer, não acha, seu bocó?· Eu: É, mas agora tô contigo…
Fer se virou, se encostou nas minhas costas e esfregou os peitos nelas. Como eu não tava dando bola, ela esfregou a bucetinha dela, enfeitada com um triângulo de pelinhos, contra minha bunda. Eu empurrei ela pra trás de leve com a bunda, mas Fer segurou minha cintura e pegou na minha pica, começando a bater uma. Toquei a mão dela, mas não consegui tirar do meu amigão. Com a outra mão, ela puxou a bunda da Nora na direção do meu pau.
Meu amigão, guiado pela Fer, agora entrava no triângulo formado pela bucetinha e as pernas da Nora. Instintivamente, comecei a balançar o corpo, simulando uma metida leve que fazia a Nora delirar de tesão. Sabia disso porque ela tirou minha mão da boceta dela e passou dois dedos no clitóris. Eu sentia que ia gozar antes de meter a pica... a pele macia das minhas amantes tava tão quente que achei que ia me queimar.
Nora gemia alto, dizendo que tava gozando. Tava muito excitada, então começou a se masturbar com raiva enquanto eu passava a pica na frestinha da boceta, no períneo e no cu dela. Agora só queria meter de qualquer jeito... De repente, me veio uma ideia sacana.· Eu: Nora....Quero meter nessa sua buceta.· Nora: Onde você quiser, mas faz logo… Hummm… tô tão tesuda!, quero que enfie bem fundo, enquanto mordia meu lóbulo e apertava a Fer contra minhas costas.
Depois Nora me beijou e se ajoelhou de quatro na cama dela, abriu um pouco as pernas e me olhou com aquela cara de tigresa gostosa. Era um convite claro pra eu meter nela. Já a Fer não parava de mexer na minha pica e esfregar os peitos nas minhas costas. Diante dessa visão lasciva da Nora pronta pra ser fodida, a Fer me diz:· O que você está esperando para enfiar?
Fer se separou de mim, me deixando livre pra agir. Dei dois passos até a cama da minha Nora, segurei seus quadris e enfiei meu pau endurecido na buceta dela até o fundo, fazendo a cama tremer.· Nora: Ahhh!! Vai, me fode gostoso, seu pamonha
A instrução era desnecessária, porque comecei uma metida e tirada desenfreada, quase brutal, mas Nora aguentava sem reclamar, aliás, diria que ela tava adorando, porque seus gemidos e ofegos eram prova disso, minha foda era tão violenta! Que Nora em poucos minutos gozou igual uma égua, mas eu ainda tava a fim de mais e sem dizer uma palavra, tirei minha piroca melada cheia de fluidos da buceta dela e enfiei devagar no cu, abrindo aquele cuzinho perfeito e fazendo ela quase desmaiar numa mistura de sensações sadomasoquistas… a estocada fez ela baixar a cabeça, apoiada na cama com a testa e os braços, deixando a raba empinada… não tive piedade!... depois de estar completamente dentro, meti como nunca, felizmente pra ela, o cu já tava acostumado com minha pica e ela se deixou comer no cu entre gemidos, sufocos e gritos de tesão
Olhei pra Fer, que tava numa poltrona sentada, amarrando as pernas com os braços e os pés no assento, nos olhando, olhei pra ela com malícia, tipo "tá vendo como eu como ela? não dá uma invejinha?" Não sei se ela percebeu meu olhar ou não, mas ela falou:· É a isso que você tava se referindo?· Eu: Cê gosta?· Fer: Preferia estar aí, mas aguento de boa se você fizer isso nela.· Eu: E a Coté?· Nora: Ahhh… ela não…· Fer: Kkkkk, tá perguntando pra mim, kkkk…Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
· Nora: Ela não é da família… Mmmm!... você me mata, gostoso…· Fer: Relaxa, vai ser só eu e você com nosso bocó, ela só aparece quando a gente quiser…Claro, aqui está a tradução solicitada:
· Eu: Amém…· Nora: mas eu não querooo
Comecei a perceber que meu tesão já ia me fazer transbordar… que não aguentaria mais muito tempo, tentei meter mais devagar e suave, mas era a mesma coisa, essa bunda mágica me deixava à beira do colapso, mesmo assim, tentei esticar ao máximo a enfiada, mas tive que ceder e enchi ela de porra, tanta que começou a vazar… Nora, ao sentir que eu enchia ela de meu sêmen, desencadeou outro orgasmo gigante e se deixou cair atravessada na cama.
Já cansado, ou melhor, sem forças pra continuar fodendo a Nora, sentei ao lado dela e coloquei uma das minhas mãos naquele rabo recém-perfurado, como se quisesse amenizar os efeitos da enfiada com minhas carícias. Fer se levantou, pegou algo da penteadeira da Nora, se ajoelhou na minha frente e, segurando minha piroca carnuda, limpou ela com um lenço demaquilante, enquanto me olhava com ares triunfantes… era verdade, ela estava vencendo.
Enquanto meu pau desfalecido ainda tinha um tamanho considerável, ela enfiou na boca e começou a me chupar, pensei em tirar da boca dela, porque depois da foda na Nora nem Cristo levantaria ele, ou assim pensei, mas minha Fer, de algum lugar, encontrou energia em mim e conseguiu endurecer ele, pra depois montar de quatro sobre mim e se empalar, sem parar de me olhar com aqueles olhos que refletiam sua vitória.
Já derrotado, agarrei as duas tetonas dela e comecei a chupá-las, enquanto ela rebolava sob o olhar de uma Nora sorridente que se juntava à celebração da minha derrota… ela olhava pra ela e pra mim, a pérfida arpia me tinha subjugado!… Fer, completamente vermelha e excitada, semicerrrou os olhos suspirando fundo, isso indicava que estava à beira do orgasmo, então logo senti Fer começar a ter espasmos na buceta dela que me indicavam que ela estava gozando, ou assim imaginei.· Fer: Eu... eu vou gozar!· Nora: Já?... Tão rápido!
Enfiei bem fundo, segurando ela pela cintura e fazendo força pra minha cabeça chegar o mais longe possível dentro da buceta dela, senti minha Fer tremer e desabar no meu peito e ombro.Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
· Fer: Humm, você me matou, novinho…· Eu: Gostou?, perguntei feito um otário que sou….· Nora: Sem dúvidas, kkkk ninguém pode fazer essa pergunta, kkkk· Eu: Como você gozou tão rápido?· Fer: Esse é o efeito que você causa em mim, eu tava muito muito excitada!
A gente descansou um pouco das fodas intensas que a gente deu, depois Fer se ajeitou de quatro na cama, igual uma cachorrinha, me olhando com olhos cheios de tesão e falou:· Me bota gostoso igual faz com a Nora· Eu: Não sei se consigo…· Nora: Vamo que cê consegue, disse enfiando minha rola cansada na boca dela, batendo uma punheta ao mesmo tempo.
Milagrosamente começou a endurecer e, quando achei que já dava pra meter, passei a língua na bunda dela... depois disso tava pronto pra comer o cu dela do jeito que queria… fiquei por trás e empurrei um pouco, minha rola entrou sem muita dificuldade, mesmo não estando totalmente dura pra foder ela.
Fer gemeu baixinho, enquanto eu segurava a cintura dela e penetrava devagar, abrindo caminho nas entranhas dela enquanto minha sacanagem fazia a rola endurecer e crescer lá dentro.
Daí a pouco minhas estocadas já batiam com barulho na bunda perfeita da Fer, enquanto Nora metia a mão na boceta dela pra fazer ela berrar de tesão e calor. Foi uma metida tão violenta que, em poucos minutos, nós dois gozamos que nem bichos e enchi o cu da Fer com os últimos jatos de porra que me restavam… Nós três ficamos em silêncio, exaustos de tanto dar duro.
Exausto pela entrega pras minhas lindas vagabundas, me vesti rápido e fui pra cozinha pegar um copo d’água e algo pra comer, enquanto as minas ficaram conversando sobre algo que não quis saber… daí a pouco elas chegaram vestidas, falando que de noite queriam fazer algo tranquilo, tipo ir ao cinema ou ver um filme na TV a cabo… Parece que ficaram mais que satisfeitas com a foda que eu tinha dado, hehehe.
Voltamos com a Fer pra casa de ônibus, porque eu não queria mais fazer nenhum exercício. Quando chegamos, os avós estavam fora, então a Fer me chamou pro chuveiro. No começo recusei porque não sabia pra onde os avós tinham ido nem a que horas voltariam.· Fer: Clo, cloc clo… galinha… ela disse imitando um bater de asas, kkkk· Eu: Não vou me matar em legítima defesa….· Fer: Clo, cloc clo…, kkkkk
As provocações dela me marcaram fundo e, pegando ela no colo, entrei no chuveiro com ela, ainda vestidos, enquanto ela reclamava entre risadas, sabendo que mais uma vez tinha vencido o desafio. No chuveiro, além de carícias e beijos, não fizemos muita coisa; ela queria mais, mas eu não estava em condições — as quatro fodas de apenas uma hora atrás tinham me deixado seco.
Felizmente, saímos uns quinze minutos antes dos avós voltarem de onde tinham ido. Cumprimentamos eles como sempre e, como sempre, Oma leu nossa cara e ficou contente em nos ver, achando que tínhamos superado nosso último desentendimento… Se ela soubesse como superamos, acho que ficaria chocada, kkkkk.
Fomos ao cinema à noite, nos “comportamos bem”. No dia seguinte, almoçamos com os pais da Nora, estudamos e fizemos o usual de um estudante dedicado. A verdade é que tudo estava tranquilo até que, no domingo à noite, Fer entrou no meu quarto e, sem dizer água vai, me deu um beijão de proporções, desejando boa noite. O problema é que o avô pegou ela saindo do meu quarto. Depois de uma conversa num tom ácido que não consegui decifrar, ele entrou no meu quarto:· Vovô: O que vocês estavam fazendo?· Eu: A Fer me perguntou como a gente ia pra faculdade e me deu boa noite…Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
· Vovô: Foi só isso?· Eu: Resumindo, claro que com a Fer nada é curto ou simples.· Vovô: Tá bom, mas não gosto que ela entre no teu quarto…· Eu: Bom vô, mas acho que tu tem que falar isso pra ela…· Vovô: Já falei, boa noite…· Eu: Boa noite, vô.
Começou mais uma semana, felizmente pra mim bem tranquila, porque a gente tinha programado tempo pro projeto de conclusão de curso e as minas pra uma parada que eu nem prestei muita atenção. Quanto aos avós, parece que continuaram curtindo a estadia na cidade. Pelo visto, depois de tanto tempo com a gente, não tinham intenção de voltar pra casa deles. O único problema que eu via nisso era que agora o vô, como diria um jogador de futebol, tinha me colocado uma marcação homem a homem, então eu tinha que me comportar direito, mesmo que meus desejos pela Fer aumentassem a cada dia.
Quanto à Nora, ela foi a única válvula de escape pras minhas baixas paixões, porque ela é desencanada o suficiente pra foder comigo em qualquer lugar, até no banheiro da universidade. Não é que a gente fizesse isso toda hora, mas a gente fez na quarta-feira durante um recreio. Por outro lado, a Coté não me enchia mais o saco como antes, mas ficava me olhando "como uma puta na frente de um açougue", o que me deixava desconfortável, porque o Rorro tá bem apaixonado por ela, mas não tem o que fazer.
Na quinta-feira à tarde, deixamos a Nora na casa dela e chegamos em casa, mas não encontramos os avós. Só descobrimos onde eles estavam quando vimos um recado da Oma na mesinha de entrada, dizendo que eles tinham ido num cassino de jogos pra tentar a sorte, que voltariam depois de jantar lá e que a nossa janta tava no micro-ondas... Vale dizer que nem a Oma nem o vô gostavam de usar redes sociais, no máximo usam e-mail.
Depois de ler o recado, a Fer largou a mochila num sofá da sala e, sorrindo, me "assaltou", me abraçando igual um polvo. Não vou mentir que eu resisti muito, a verdade é que peguei ela pela bunda e carreguei no colo até meu quarto com a santa intenção de foder ela até não aguentar mais andar...
Quando cheguei no quarto e tentei deitar ela na cama, a Fer me parou, me posicionou na cama e, abaixando minha calça, se ajoelhou na minha frente. Ao ver as intenções dela, fiquei feliz pra caralho. Preciosa arpía
tinha seu próprio plano pra aproveitar a oportunidade de ficarmos sozinhos, e sua natureza ousada e brincalhona se revelava diante de mim… minha Fer ia me chupar, com seus lábios preciosos… era um dia maravilhoso pra mim, então me sentei na minha cama com meu pau duro apontando pro teto. Fer sorriu como se sorrisse pra um criança no aniversário, talvez porque era assim que eu me sentia… Ela me olhou nos olhos mais uma vez e, pegando meu amigão, meteu ele na boca. Senti os lábios dela passarem pela minha cabeça e a língua atacando meu freio, quase morri!· Fer: Me escuta… não tenta nada estranho… vou te chupar, vou te levar pro céu do meu próprio jeito, entendeu? — disse ela tirando meu pau da boca e me olhando com seus lindos olhos claros cheios de determinação.· Eu: Claro que sim… Posso massagear seus peitos?· Fer: Mm agh… Sim!
Peguei nos peitos dela ainda cobertos pela roupa e beijei a cabeça dela com carinho, depois tirei a camiseta dela e libertei ela do sutiã. Ela correspondeu ao meu beijo com uma lambida no meu tronco, passando pelo freio e beijando a ponta da glande… minha Fer sabia como me “matar”. Depois voltou ao ataque, saboreando meu amiguinho, enquanto com uma das mãos acariciava minhas bolas com delicadeza. Isso me deixou louco e, a partir daquele momento, só queria empalar ela… mas antes, procurei os mamilos dela, que estavam duros como grão de bico, o que me convidava a apertar e esfregar eles.
Mas meu objetivo já era outro, então, tirando ela do meu amiguinho, fiz ela se levantar, desamarrei o laço que apertava a calça dela e, junto com a calcinha, puxei tudo pra baixo até onde dava. Depois, meti a mão pra acariciar aquele Monte de Vênus inchado e febril… Fer me olhou e disse:Vou te ajudar com isso! Por favor, forneça o texto em espanhol que você deseja traduzir para o português brasileiro. Mmm… Quer enfiar em mim?…· Eu: Mmm, sim!
Ela tirou a calça jogando numa cadeira do meu quarto, depois montou em cima de mim de pernas abertas. Eu, sem perder tempo, me ajeitei e comecei a passar meu pau devagar pela buceta dela, quase não aguentei de vontade de meter na hora, mas depois de um minuto, enquanto curtia os beijos dela, senti quando ela deslizou a xereca no meu pau… Larguei os peitos dela por um instante e fiquei acariciando aquele rabo lindo, duro, firme, e enquanto ela cavalgava em mim, com uma mão peguei o clitóris dela e comecei a torturar com cuidado… os beijos dela ficaram selvagens, ela enfiava a língua na minha boca, lambia meu rosto, mordia minhas orelhas, o tesão dela tava solto, a Fer parecia uma gata no cio.
Eu tentava estimular todas as zonas erógenas dela… Além de acariciar aquele rabo incrível, eu amassava os peitos dela, com paixão beliscava os bicos, estimulava o clitóris e beijava ela com fúria… ela gemia e tentava manter o ritmo cavalgando meu pau, mas o prazer e o tesão incontroláveis não deixavam ela fazer um bom trabalho. Mas minha Fer, com a persistência que é a marca dela, sempre voltava com tudo…
Não sei quanto tempo passou, mas ela começou a ofegar forte, tentando pegar ar cada vez mais rápido, e junto com os gemidos abafados, anunciava que ia gozar. De repente, ela começou a gritar comigo quase sem som:Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
· Amor, vou gozar!… Meu Deus, vou gozar!, vou gozaaaar!
Não dei ouvidos às súplicas dela, e continuei acariciando e fodendo ela até que gozou pela segunda vez e desmaiou por uns instantes…. Fiquei assustado, porque não esperava que algo assim acontecesse…. Felizmente ela se recuperou rápido enquanto eu sentia ela jorrando os fluidos dela, a bucetinha dela era um mar de prazer.· Eu: Tá tudo bem?... Gostou, meu bem?· Fer: Você é mau, quase me matou… mas sim, gostei pra caralho… E você?· Eu: Faltou um pouco… mas curti sim, claro que você me assustou, hehehe.· Fer: Quase me matou… Quanto ao resto, a Nora me mostrou a solução pra isso, hehehe, senta na beirada…
Fer se ajoelhou de novo do lado da cama e colocou aquelas tetonas dela abraçando meu pau, foi impressionante! Depois, babou tudo, tanto nelas quanto no meu amigão. Da minha parte, tava morrendo de tesão! Só de imaginar as intenções dela… Fer começou um puta espanhol.
Sentir aquilo deslizando pelo meu amigão era uma sensação única, nunca tinha sentido nada igual. Nem Coté, nem Nora tinham peitos tão grandes, talvez a Bea conseguisse fazer aquilo. Por outro lado, vê-la com aquela determinação pra me fazer gozar, tão típica dela, não deu outra: acariciei ela e sorri, enquanto gozava que nem um cavalo e enchia a cara e os peitos dela com meu leite.
Quando os últimos jatos da minha porra caíram nos peitos dela, ela sorriu de um jeito safado e, com um dedo, tirou um pouco do resto da cara e chupou o dedo… Minha namorada fazia coisas que eu nem imaginava, e ainda por cima ficava mais puta, ou pelo menos foi o que pensei. Enquanto eu ainda tava pasmo, ela simplesmente disse:· Você gostou, gostosa?Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
· Eu: sim, amor, foi fantástico…· Fer: Vamos pro chuveiro, antes que os avós cheguem…· Eu: Vamos, coração!
Peguei uma toalha enquanto ela ia pro chuveiro, nos encontramos no banheiro pequeno e, entre brincadeiras e carícias, entramos debaixo do jato morno d’água… Fer queria mais, a verdade é que com tanta brincadeira e carícia logo conseguiu levantar meu espírito e a libido, então meu amiguinho em minutos já tava pronto pra ação. Aí Fer apoiou uma perna na borda da banheira, deixando a bucetinha dela exposta pra minha vara, que não hesitei em enfiar, começando um vai e vem suave, mas profundo. De repente, a porta do banheiro se abriu e um grito alto ecoou pelo apartamento:· Vovô: O que isso significa?· Oma: Calma, Federico!
Minha espinha levou um choque elétrico, enquanto a adrenalina acelerava meu coração, junto com um turbilhão de pensamentos que buscavam uma resposta pra pergunta que ainda ecoava nos meus ouvidos, pulando na minha mente.· Vovô: Dou cinco minutos pra vocês se vestirem e a gente conversar… Espero vocês na sala.· Eu: Sim, vô…· Oma: Fica tranquilo, Federico, se apressem, crianças…
Fer não dizia “nem um pio”, sua marra de pegadora tinha sumido, olhei pra ela e vi que a cara dela era de uma mina apavorada e prestes a chorar, então falei:· Calma, minha gostosa, não cometemos crime nenhum, deixa que eu falo com o véio…· Fer: Mas ele vai me expulsar de casa, vai me devolver pros meus pais e não sei mais o quê, e de repente eles não deixam mais eu te ver…· Eu: Olha, vão dar uma bronca na gente, talvez até nos separem, mas acho que não passa disso…· Fer: Cê acha?· Eu: Tô certo! Na real, não tava e o medo enraizado no fundo do meu ser tava vivo, mas não quis mostrar pra não desencadear um inferno. Depois de nos secar e vestir cada um no seu quarto que nem bombeiro, saí pra encarar meu destino. Óbvio que cheguei primeiro na sala, então a Oma foi pro quarto da Fer enquanto eu encarava meu avô…·[size=
10 comentários - Minha prima, meu martírio Cap. 14
Los abuelos se quedaron en su casa y nosotros regresamos a terminar el año, por lo que además de cumplir con los estudios, follamos con Fer y Nora como conejos en primavera, claro que las visitas de nuestros padres y hermanos se multiplicaron ocupando casi todos los fines de semana.
No sé en qué momento toda la familia se enteró de mi triunvirato con Fer y Nora, pero de pronto me vi compartiendo con ella y mi familia, afortunadamente todo se desarrolló dentro de