Esse encontro começou numa manhã quando o telefone da minha esposa tocou. Era minha sogra ligando pra saber se eu podia levá-la até uma cidade vizinha pra pegar um remédio natural. Minha esposa me perguntou se eu podia levar, e eu respondi que sim. Perguntei que horas ela queria que eu passasse, e ela disse que umas 12 horas tava de boa. O tempo passou, e quando deu duas horas, falei pra minha esposa: "Vamos, já é hora". Ela respondeu: "Vai você, tá muito calor, até porque não vai demorar mais de 3 ou 4 horas". Bom, comentei, então saí de casa e fui pra casa da minha sogra.
Cheguei e mandei mensagem. Ela saiu vestindo uma calça jeans justa que marcava bem as pernas e a bunda empinada. Usava uma blusa de botão, mostrando um pouco das tetas grandes e gostosas. Também levava uma mochila — pra quê? Quem sabe.
Dirigi, e quando peguei o desvio pra estrada, ela colocou a mão na minha coxa e disse: "Não pensa que a gente vai pra cidade". Eu, entre excitado e confuso, perguntei: "Então pra onde eu vou?" Ela respondeu: "Mais na frente, entra naquele motel que o pessoal tanto fala, dizem que é muito bom".
Cheguei no motel, pedi um quarto e entramos. Ela disse:
— Me espera na cama, já volto.
Ela foi pro banheiro, e depois de alguns minutos saiu vestindo um baby doll sexy e lindo. Tava com um sutiã branco que caía super bem e uma camisola branca de renda que destacava a buceta e a bunda enorme empinada.
Quando vi ela, meu pau ficou duro na hora. Ela veio em minha direção dançando. Eu sentei na cama, e ela continuou dançando pra mim feito uma puta. Desabotoou minha calça e começou a acariciar meu pau. No ritmo da dança, ela descia e subia, acariciando meu pau. Depois, começou a chupar devagar, enfiando tudo na boca. Quando tirava, já babado, pegava com as mãos e me masturbava.
Ela tava há mais de 10 anos sem transar, porque é viúva, mas parecia uma profissional. Experta, ela se ajoelhou e começou a chupar meu pau como uma verdadeira deusa. Eu afastei o cabelo dela pra ver o rostinho e como ela continuava mamando. Tentei não gozar, mas foi impossível. Falei:
— Ahh, já vai vir, não para, continua assim.
— Tá gostando de como eu chupo? Goza dentro da minha boca — ela disse.
— Adoro como você chupa meu pau.
Não aguentei mais. Meu esperma grosso e quente encheu a boca dela. Ela engoliu tudo, deixando meu pau bem espremido, porque continuou chupando, querendo tirar mais leite.
Ela se deitou na cama e disse, com uma voz safada: “Agora, o que você vai fazer comigo, genro?” Comecei a beijar os pés dela, subi pelas pernas torneadas, cheguei nos peitos dela, tirei o sutiã e comecei a beijar aqueles peitões gostosos que ela tem. Desci pra tirar a calcinha fio dental. Lá estava a buceta dela, bem molhada, mostrando os lábios grossos e o clitóris saltado. Comecei a fazer oral nela. Ela segurava minha cabeça, e eu continuava enfiando a língua, mexendo, beijando os lábios dela, apertando os peitos e a bunda dela.
Senti quando ela gozou, porque minha boca ficou encharcada com os fluidos dela. Ela abriu os braços e soltou um “ahh, ahhh, que delícia”. Assim que terminou, ela ficou de quatro e começou a engatinhar na cama, dizendo: “Sou sua gatinha, então me pega.” Ela montou no meu pau e começou a pular. Os peitos dela balançavam. Eu apertava a bunda dela e tentava beijar os peitos. Ela tinha o ritmo. Ela queria outro orgasmo, e conseguiu. Ela parou de pular e só gritou, cravando as unhas nas minhas costas com muita força. Então, deitei ela e coloquei as pernas dela nos meus ombros. Comecei a penetrar com muita força, estocadas brutais. Meu pau só entrava e saía com tudo. Ela só gritava: “Me dá mais, continua assim, acho que vou gozar.” Isso me excitava ainda mais, e eu continuei até ela dizer: “Terminei, amor, terminei.” As pernas dela tremiam igual a de uma cervinha recém-nascida. Falei: “Faltou eu, então vou gozar dentro.” E ela respondeu: “Enche minha buceta, por favor.” Então, meu pau cuspiu uma porrada quantidade de porra que deixei dentro sem me mexer por uns segundos até começar a transbordar a porra da buceta dela. A gente descansou uns minutos, ela foi tomar banho e disse:
—Sinto que minhas pernas tão tremendo demais, mas vamos ter a última no chuveiro.
Levantei igual mola e fui com ela pro chuveiro, comecei a beijar ela enquanto lavava os peitos dela, depois continuei passando a mão na bunda dela e comecei a acariciar aquele cuzinho gostoso e delicioso, ele é rosado, bem marcado e apertado.
Ela falou:
—Agora vai por trás.
Desci e comecei a chupar ele, isso deixava ela excitada e ela começou a se tocar nos peitos e com a outra mão tocou a buceta dela. Quando achei que tava pronto, enfiei meu pau, ela só gemeu e mordeu os lábios, ela continuou se masturbando a buceta dela, o cu dela era tão apertado que parecia que ela era virgem e eu tava tirando a virgindade dela.
Ela parou de se masturbar porque teve um orgasmo enorme, saía líquido como se ela tivesse mijando e eu fiquei excitado e meu pau queria cuspir porra, então falei “agora sim, sogra, vou inundar seu cu de porra” e ela respondeu “sim, tudo dentro do meu cu”, quando não aguentei mais e cuspi toda a minha porra dentro, meu pau ficou vermelho de tão gostoso que o cu apertado dela tava. Saímos do chuveiro e deitamos um pouco, ela me disse:
—Depois de tanto tempo sem transar, acho que acordou algo em mim, me sinto como nova, ninguém pode saber disso e a gente tem que se encontrar seguido.
—A verdade é que você é toda uma expert nisso de sexo, mas sua filha não pode saber.
—E mais pra frente vou te surpreender, vou me vestir pra você e vai ser surpresa, você não vai saber o que vou comprar pra me vestir, minha filha não pode saber, eu não vou contar e você também não vai contar nada.
Saímos do motel e fomos pra casa dela, isso continua...
Cheguei e mandei mensagem. Ela saiu vestindo uma calça jeans justa que marcava bem as pernas e a bunda empinada. Usava uma blusa de botão, mostrando um pouco das tetas grandes e gostosas. Também levava uma mochila — pra quê? Quem sabe.
Dirigi, e quando peguei o desvio pra estrada, ela colocou a mão na minha coxa e disse: "Não pensa que a gente vai pra cidade". Eu, entre excitado e confuso, perguntei: "Então pra onde eu vou?" Ela respondeu: "Mais na frente, entra naquele motel que o pessoal tanto fala, dizem que é muito bom".
Cheguei no motel, pedi um quarto e entramos. Ela disse:
— Me espera na cama, já volto.
Ela foi pro banheiro, e depois de alguns minutos saiu vestindo um baby doll sexy e lindo. Tava com um sutiã branco que caía super bem e uma camisola branca de renda que destacava a buceta e a bunda enorme empinada.
Quando vi ela, meu pau ficou duro na hora. Ela veio em minha direção dançando. Eu sentei na cama, e ela continuou dançando pra mim feito uma puta. Desabotoou minha calça e começou a acariciar meu pau. No ritmo da dança, ela descia e subia, acariciando meu pau. Depois, começou a chupar devagar, enfiando tudo na boca. Quando tirava, já babado, pegava com as mãos e me masturbava.
Ela tava há mais de 10 anos sem transar, porque é viúva, mas parecia uma profissional. Experta, ela se ajoelhou e começou a chupar meu pau como uma verdadeira deusa. Eu afastei o cabelo dela pra ver o rostinho e como ela continuava mamando. Tentei não gozar, mas foi impossível. Falei:
— Ahh, já vai vir, não para, continua assim.
— Tá gostando de como eu chupo? Goza dentro da minha boca — ela disse.
— Adoro como você chupa meu pau.
Não aguentei mais. Meu esperma grosso e quente encheu a boca dela. Ela engoliu tudo, deixando meu pau bem espremido, porque continuou chupando, querendo tirar mais leite.
Ela se deitou na cama e disse, com uma voz safada: “Agora, o que você vai fazer comigo, genro?” Comecei a beijar os pés dela, subi pelas pernas torneadas, cheguei nos peitos dela, tirei o sutiã e comecei a beijar aqueles peitões gostosos que ela tem. Desci pra tirar a calcinha fio dental. Lá estava a buceta dela, bem molhada, mostrando os lábios grossos e o clitóris saltado. Comecei a fazer oral nela. Ela segurava minha cabeça, e eu continuava enfiando a língua, mexendo, beijando os lábios dela, apertando os peitos e a bunda dela.
Senti quando ela gozou, porque minha boca ficou encharcada com os fluidos dela. Ela abriu os braços e soltou um “ahh, ahhh, que delícia”. Assim que terminou, ela ficou de quatro e começou a engatinhar na cama, dizendo: “Sou sua gatinha, então me pega.” Ela montou no meu pau e começou a pular. Os peitos dela balançavam. Eu apertava a bunda dela e tentava beijar os peitos. Ela tinha o ritmo. Ela queria outro orgasmo, e conseguiu. Ela parou de pular e só gritou, cravando as unhas nas minhas costas com muita força. Então, deitei ela e coloquei as pernas dela nos meus ombros. Comecei a penetrar com muita força, estocadas brutais. Meu pau só entrava e saía com tudo. Ela só gritava: “Me dá mais, continua assim, acho que vou gozar.” Isso me excitava ainda mais, e eu continuei até ela dizer: “Terminei, amor, terminei.” As pernas dela tremiam igual a de uma cervinha recém-nascida. Falei: “Faltou eu, então vou gozar dentro.” E ela respondeu: “Enche minha buceta, por favor.” Então, meu pau cuspiu uma porrada quantidade de porra que deixei dentro sem me mexer por uns segundos até começar a transbordar a porra da buceta dela. A gente descansou uns minutos, ela foi tomar banho e disse:
—Sinto que minhas pernas tão tremendo demais, mas vamos ter a última no chuveiro.
Levantei igual mola e fui com ela pro chuveiro, comecei a beijar ela enquanto lavava os peitos dela, depois continuei passando a mão na bunda dela e comecei a acariciar aquele cuzinho gostoso e delicioso, ele é rosado, bem marcado e apertado.
Ela falou:
—Agora vai por trás.
Desci e comecei a chupar ele, isso deixava ela excitada e ela começou a se tocar nos peitos e com a outra mão tocou a buceta dela. Quando achei que tava pronto, enfiei meu pau, ela só gemeu e mordeu os lábios, ela continuou se masturbando a buceta dela, o cu dela era tão apertado que parecia que ela era virgem e eu tava tirando a virgindade dela.
Ela parou de se masturbar porque teve um orgasmo enorme, saía líquido como se ela tivesse mijando e eu fiquei excitado e meu pau queria cuspir porra, então falei “agora sim, sogra, vou inundar seu cu de porra” e ela respondeu “sim, tudo dentro do meu cu”, quando não aguentei mais e cuspi toda a minha porra dentro, meu pau ficou vermelho de tão gostoso que o cu apertado dela tava. Saímos do chuveiro e deitamos um pouco, ela me disse:
—Depois de tanto tempo sem transar, acho que acordou algo em mim, me sinto como nova, ninguém pode saber disso e a gente tem que se encontrar seguido.
—A verdade é que você é toda uma expert nisso de sexo, mas sua filha não pode saber.
—E mais pra frente vou te surpreender, vou me vestir pra você e vai ser surpresa, você não vai saber o que vou comprar pra me vestir, minha filha não pode saber, eu não vou contar e você também não vai contar nada.
Saímos do motel e fomos pra casa dela, isso continua...
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