capítulo anteriorhttp://www.poringa.net/posts/relatos/4300526/Mi-prima-mi-martirio-Capitulo-8-1.html
Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.
Ao chegar na casa da Nora à noite, mal trocamos um cumprimento sem graça, porque eu ainda tava pensando na Fer… acho que ela percebeu, pelos olhos dela eu vi uma mistura de alegria, preocupação e um deboche safado.Nora: Oi Cláudio… sou a Nora, caso você não tenha notado…
Eu: Desculpa, Norinha, é que eu tava pensando…
Nora: Na sua ex, na Fê ou na nova?
Eu: Nova?
Nora: Eu, óbvio.
Eu: Ah!… Na nova, claro, hahaha…
Nora: E a ex?
Eu: Ah sim, minha ex, hahaha…
Nora: Você tem ex…?
Eu: A Coté terminou comigo…
Nora: Sério?!… Então você tá solteiro!
Eu: Bom, digamos que solteiro, solteiro, não sei, hehehe
Nora: Essas dúvidas?
Eu: É que, mesmo não podendo começar outro namoro logo depois de terminar um, já te tenho como namorada… você…
Nora: Qual é, eu não sou… ainda não, o que os outros vão pensar se eu for?!
Eu: Nada, eu acho…
Nora: Mentira, todo mundo ia falar que sou uma foxy… não me importaria de ser uma foxy, por você, hahaha
Eu: Você seria minha slutty!!
Nora: Qual é, é brincadeira… como amigos com benefícios a gente tá bem por enquanto… nós dois temos que estudar, hahaha, então Claudinho, nada de namoradas, ouviu, hahaha
Eu: Claro… não vou me entregar por aí pra primeira que aparecer, hehehe
Finalmente saímos com a Nora, primeiro fomos a um pequeno bistrô francês perto da casa dela, depois dançar, mas lá pela meia-noite eu falei pra irmos pra casa, e ela respondeu:
“Beleza, vamos pra sua casa e passamos a noite lá…”
Eu: Mas e seus pais?
Nora: Eles têm duas cirurgias longas e vão ficar na clínica, não aparecem até sábado no almoço ou talvez mais tarde.
Eu: Nesse caso, vamos…
Quando chegamos em casa, o porteiro nos cumprimentou me olhando com cara de cúmplice ao ver que eu chegava com uma mina gostosa naquela hora. Por um momento pensei no meu avô, provavelmente ele saberia da minha “aventura no precioso apartamento dele”, mas me perguntei: qual seria o pior que poderia acontecer?...
Subimos no elevador e a Nora se pendurou no meu pescoço, eu apontei pra câmera de segurança e ela, sem vergonha nenhuma, se virou e mandou um beijo pro ar na direção da câmera. Não tive escolha a não ser acenar pra câmera, esperando um pouco de cumplicidade do cara que tava no turno da noite na portaria.
Chegamos na porta do meu apê e, entre brincadeiras, peguei ela no colo Abracei minha linda Nora como se fosse uma namorada, a verdade é que não lembrava que minha amante preciosa não era tão levinha... me vieram as lembranças da praia, hahaha... Sim! Nora, apesar de ser estilosa, é uma garota alta e nada magricela, então ao entrar com ela e colocá-la no sofá da sala, não resisti e fiz o comentário.
Ufa, sorte que não preciso repetir a entrada todo dia, hehehe...
Nora: Ei, eu tenho um físico privilegiado e só peso 68 quilos para meus 1,76 metros.
Eu: Eu sei, coração, o problema é que sou muito fraquinho, hehehe.
Nora: Hahaha... agora que vamos foder, espero que você não seja fraco, hahaha.
Eu: Não vou ser, sua putinha, hahaha.
Nora: Você tem algo para beber?
Eu: Quer uma cerveja ou um refri...?
Nora: Me dá um refri.
Eu: Não vai embora, sua vadiazinha, volto já.
Nora: Te espero ansiosa, hehehe.
Eu: Eu volto ansioso, hehehe.
Ao voltar da cozinha, ela se aproximou e, rodeando meu pescoço com os braços, me beijou apaixonadamente, enquanto eu, com toda delicadeza, soltava o broche do vestido dela e deslizava o zíper que terminava um pouco antes da sua bunda deliciosa. Nessa altura, já estava completamente excitado. Nora abaixou os braços para me deixar deslizar a peça fina e ficar só de conjunto e meia, que era de dar um infarto — parecia uma modelo da Victoria's Secret. Depois, se afastou e disse:
Me espera só um instante...
Eu: Por quê?...
Nora: O banheiro....
Ela se virou e, como uma modelo, foi rebolando mais do que o normal, então eu me despi rapidamente e, acreditem ou não, fiquei só de cueca, armando uma barraca descomunal, e me sentei para esperar.
Minutos depois, ela saiu do banheiro. Se antes já estava linda, agora estava impactante com o cabelo solto e um sorriso maravilhoso. Tudo nela transbordava sensualidade, e aqueles peitos realçados pelo sutiã me incitavam a devorá-los com paixão... Rapidamente, me levantei e ela novamente me rodeou com os braços, e nos beijamos.
Minha libido estava no auge e só... Pensava em foder ela até meu pau cair aos pedaços, então levantei ela pegando pela bunda e levei até a cama dos meus avós… agora não ligava mais pra nada, se meu avô me expulsasse, já tinha profanado a cama dele. Nesse curto trajeto, ela me beijava com paixão e acariciava meu cabelo, mas assim que a coloquei no chão, minhas mãos agarraram os peitos gloriosos dela. Toda essa explosão de paixão só foi interrompida por ela:
— Amor, tem certeza que quer foder aqui?…
Eu: — Sim! Por quê?
Nora: — Não quero sujar a cama com… bom, você sabe…
Eu: — Já não importa, vamos foder na cama do meu avô e vamos quebrar ela, hehehe
Nora: — Pra mim não importa, mas vamos colocar alguma coisa… pra ele não te expulsar do apartamento, hahaha
Minha amante desejada pensava mais que eu nesses detalhes, mas isso prolongava minha agonia e vontade de foder ela e esquecer a Fer. Felizmente, ela só pegou minha toalha do banheiro e colocou debaixo da gente… enquanto fazia isso, eu via a bunda linda dela quase coberta por um triângulo e uma tira que entrava entre as nádegas, então não aguentei mais e encostei minha masculinidade nela, segurando firme na cintura e, sem dizer mais nada, comecei a esfregar meu pau por toda a rachinha e o cu dela.
Nora: — Nossa, que impaciente… mas tá muito bom.
Eu: — Você não sabe o quanto te desejo
Nora: — Que bom, meu tigrão, agora vamos foder como eu queria desde a primeira vez que a gente transou.
Continuei provocando ela enquanto ela subia na cama e ficava de quatro. Tirei meu pau e coloquei na boca dela enquanto acariciava a bunda e o cabelo sedoso dela. Minha luxúria estava solta e ela cooperava, rebolando a bunda linda pra mostrar que tava gostando e com vontade.
Toquei a bucetinha dela, que na minha opinião já tava molhada o suficiente, então pensei que era hora de seguir em frente na nossa demonstração de desejo e paixão que nos unia nessa amizade estranha.
Tirei a calcinha dela, que saiu molhada de tesão. No começo, tava presa nas nádegas e na bucetinha, então… ela, pra me ajudar, abriu um pouco as pernas, depois levantou elas quando foi preciso. Eu tirei a peça delicada dela com muito tesão e vontade, então me ajoelhei e comecei a chupar a bucetinha dela e o cuzinho, estavam deliciosos! Pelo menos pra mim parecia.
Nora: Ahhh!... O que cê tá fazendo, bobão?... mmm continua, tá muito... muito gostoso.
Eu: Mmm, você que é muito gostosa... vou meter em você...
Nora: Sim, mas quando for meter, quero olhar nos seus olhos...
Eu: Ok, mas tira o sutiã, porque eu também quero olhar e chupar seus peitos, hehehe.
Nora: Por que você gosta tanto dos meus peitos?
Eu: Não sei, mas sempre gostei, hehehe.
Quando ela se deitou na cama, eu fui pra cima dela pra meter o mais fundo possível, tentando não pesar muito em cima dela, ela pegou meu pau e apontou pra entrada da buceta dela... sem dúvida, ela também me queria dentro dela.
Fui enfiando devagar, sentia o quanto ela era apertada, Nora abriu mais as pernas pra facilitar o serviço. Eu avançava cada centímetro aproveitando a pouca fricção de uma buceta inundada de lubrificação enquanto ela suspirava e gemia baixinho.
Comecei um vai e vem suave, que Nora acompanhou com delicadeza, sentia como a bocetinha apertada e molhada dela me abraçava e me dava um prazer imenso, meus beijos e carícias eram correspondidos com gemidos, suspiros e arrepios. Continuamos nessa até que Nora me disse:
Mete mais rápido... me dá...
Eu: Vai gozar? Perguntei que nem um idiota...
Nora: Mmm sim, me dá mais... ahhh... ahhh
Comecei a meter como ela queria, sem ser muito bruto, metia mais rápido, ao mesmo tempo ela me envolveu com as pernas e apertou meu pau furioso, fazendo com que eu também ficasse à beira do orgasmo... De repente, Nora começou a gritar meu nome e uma enxurrada de fluidos se misturou dentro dela, nós dois gozamos pra caralho e fiquei em cima dela tentando não esmagá-la, olhei nos olhos dela e vi que ela estava chorando, pensei que tinha machucado ela, mas ela disse antes que eu perguntasse.
São lágrimas de prazer. Felicidade… você é incrível…
Eu: Que bom, meu bem, disse eu, beijando ela.
Pouco depois, quando meu amiguinho murchou lá dentro da minha Nora, saí de cima dela e me deitei ao lado. Ela se virou, se agarrou a mim e começou a me acariciar, coisa que eu retribuí até que, depois de tanto carinho, nós dois estávamos de novo amassando nossos corpos com caricias febris. Já louco pela minha amante, por um instante esqueci a Fer, curtindo o sexo sem complicações que a Nora me oferecia.
Voltando ao ataque, agarrei os dois peitos dela e meti os bicos na minha boca, verdade seja dita: minha euforia era tremenda! Enquanto isso, ela se estremecia de prazer e me empurrava pra eu ficar de costas de novo. Sem pensar muito, fiz isso. Aí a Nora montou em mim, se movendo pra esfregar a minha pica dura na rachinha da buceta. Nisso, ela olha pra mão e me diz…
Uff, tá toda melada… vou limpar…
Eu: Mas que diferença faz!?
Nora: Já vai ver!, disse ela se abaixando pra chupar minha pica de novo.
Ela limpou tanto que quase gozei, então tirei ela de lá, mas antes ela beijou a ponta da minha glande… A Nora era uma puta! Tava fazendo, em completa liberdade, o que queria, a gente não tinha nenhuma restrição.
Seguimos com nossas caricias. A Nora tava excitadíssima de novo, e se levantou um pouquinho pra guiar minha pica na entrada da boceta dela. Depois foi descendo com todo cuidado até chegar no fundo, pegou minhas mãos que acariciavam as coxas dela e colocou nos peitos dela, e me disse:
Amassa bem eles e vou te mostrar o que é bom, hehehe
Eu: O que você mandar, meu bem… hummm, que gostosa…
Nora: Tá gostando, bobão?
Eu: Tô ficando louco, se continuar assim vou gozar sem jeito
Nora: Goza do jeito que quiser… essa boceta é tua…
Ela começou a rebolar como se fosse um redemoinho suave, e enquanto me acariciava os braços, eu passava a mão nos peitos dela, ajudado pelas mãos dela que se juntaram às minhas. A Nora não parava de me olhar enquanto me cavalgava de um jeito que eu nunca tinha curtido antes. Os movimentos dela me matavam, tanto que aos Poucos minutos depois, peguei ela pela cintura e impus meu próprio ritmo até esvaziar minha semente dentro dela... infelizmente sem fazer ela gozar.
Nora: Gostou, seu bobinho?
Eu: Sim, mas você...
Nora: Não cheguei lá, fiquei perto, mas o bom é que você conseguiu.
Eu: Agora é sua vez, hehehe
Com isso, decidi dar a ela o prazer que faltava com minha língua e dedinhos. Deitei ela na cama, abri suas pernas e mergulhei na bucetinha dela. Minha língua passava pela rachinha, que agora tinha um gosto diferente... seria a mistura dos nossos fluidos?... já não me importava mais nada, só queria dar prazer a ela.
Nora estava adorando como se o mundo fosse acabar... ela estava muito molhada de tesão, então minha língua e dedos deslizavam fácil pela rachinha delicada da buceta dela. A cada passada da minha língua no clitóris, ela se arrepiada. Sem dúvida, ela ia gozar! E foi o que aconteceu: de repente, ela fechou as pernas na minha cabeça e, com as mãos, apertou meu roto contra a bucetinha rosada dela... foi impressionante.
Os dois ficamos exaustos de tanto sexo, então nos aninhamos um do lado do outro e, entre carícias, dormimos. A verdade é que Nora sabia aproveitar e compartilhava o prazer comigo, sem complicações existenciais, era só sexo...
Não sei que horas eram, mas com certeza era de madrugada, porque ainda não tinha amanhecido quando senti uma boca chupando meu pau, que acordou junto comigo. Olhei e vi uma Nora sorridente agarrada no meu amiguinho. Segurei ela um pouco e a puxei para mim para beijá-la. Enquanto isso, Nora montou em mim de novo e se enfiou até o fundo, depois repetiu o tratamento que ela tinha me ensinado, com movimentos sensuais e eróticos em círculo. Mas eu a parei: não queria gozar sem que ela gozasse comigo. Então, segurando ela pela cintura, impus minhas condições até que os dois gozamos juntos. Nessa hora, os passarinhos já estavam cantando.
Eu: Que despertar maravilhoso.
Nora: Adorei, mas fiquei com muita fome, hahaha
Eu: Você tem fome?
Nora: Sim, bobão do meu coração, a gente se exercitou pra caramba
Eu: Vamos pra cozinha ver o que tem
Fizemos ovos com presunto e café, devoramos tudo, brincamos de carícias um pouco e voltamos pra cama do vô. Já sem nenhuma vergonha entre a gente, deitamos pra conversar sobre tudo e nada, como bons amigos que éramos, até que sem perceber a gente dormiu. Tinha sido uma noite incrível mesmo.
Não sei que horas eram... mas nosso novo despertar foi a coisa mais erótica que lembro na minha vida. Num instante meus sonhos viraram realidade: eu tinha um anjo cuidando do meu pau com beijos suaves e lambidas... sim, a Nora não era só um anjo pra mim, era minha amiga, confidente e amante, além de que a “safada” tinha acordado bem brincalhona.
Eu: Hummm, mas que despertar gostoso, coração.
Nora: Gostou, amor?
Eu: Amei, hehehe
Nora: Então relaxa e aproveita...
Eu: Eu queria, mas prefiro estar dentro de você...
Nora: Eu adoraria, coração, se você quiser.
Eu: Uhummm, a gente não usou o caminho alternativo!, hehehe.
Nora: Seu depravado, quer me arrebentar o cu, hehehe
Eu: Mmm!... Sim!
Ela se levantou e fez menção de fugir, mas fui “suficientemente rápido pra pegá-la antes que entrasse no banheiro e abracei ela por trás, encaixando meu pau entre as pernas dela e a bunda. Que delícia colocar toda minha masculinidade naquele triângulo. Nora deu um gritinho de surpresa, mas era mais risada e o formigamento na bucetinha dela que a deixava feliz.
Levantei ela e levei pra cama, onde ainda de pé nos beijamos e acariciamos, sem largar o amasso nos peitos lindos da minha mina, coisa que ela agradecia com uma punheta suave no meu pau. Pela cara dela, sei que adora quando amasso eles.
Quando já estávamos os dois fervendo de prazer, coloquei ela de quatro na cama, peguei um dos meus preservativos lubrificados da carteira e com minha língua comecei a brincar com aquele rabo perfeito, enquanto enfiava a camisinha no meu pau. Nora fazia “a inocente”. eu brincava que ia partir a bunda dela sem misericórdia… pra ir acostumando ela, também passei saliva nos meus dedos e fui enfiando eles
Nora: Ai!, que isso!?...
Eu: Meus dedinhos…
Nora: Só isso?...
Eu: Depois vem um cacete.
Nora: Vai me dar uma cacetada? kkkk… eu não fiz nada, kkkk
Eu: Vou meter o cacete grande e grosso nessa bunda perfeita que você tem
Nora: Mas é muito grande?...
Eu: Sim, vou deixar sua bunda boa pra nada, kkkk
Nora: Mas eu quero minha bunda.
Eu: Eu também quero e vou deixar ela só própria pra mim, kkkk.
Nora: Nesse caso, enfia o cacetinho!, kkkk
Eu: Nada de cacetinho, kkkk, vou te dar a cacetada.
Nora: Ai que susto!, hahaha
Quando meus dedos babados já tinham feito o trabalho deles, comecei a enfiar meu pau devagar… Mesmo assim, ela ainda falava besteiras, mas o tom da voz dela mudou de alegre pra "tesuda" e me provocava pra eu arrebentar a buceta dela, que meu "cacetinho" não assustava mais e outras bobagens.
Quando finalmente meu púbis bateu na bunda dela, mudou de "cacetinho" pra "cacetada" e começou a rebolar como uma possessa. Minha tara era tão alta quanto a dela, e minhas carícias na bunda dela viraram agarradas apaixonadas e amassadas de bochecha, que minha amada agradecia com suspiros e gemidos fundos.
Nora: Você me deixa louca, amorzinho… parte minha buceta, é!, continua assim.
Eu: É coração, sua bunda vai ser partida e só minha.
Minha amante em algum momento meteu a mão na bucetinha enquanto eu partia a bunda dela e começou a anunciar que ia gozar mais uma vez, então acelerei o vai e vem e comecei a encher a camisinha que segurava meu gozo pra não inundar aquela bunda linda e perfeita. Os dois ficamos exaustos, ela se deitou atravessada na cama enquanto eu me instalava do lado, onde continuamos com beijos e carícias até ela me dizer:
Vamos levantar e tomar café, me deu fome.
Eu: Já tá com fome?
Nora: Sim, além disso depois tenho que ir, senão vou ter que dar muitas explicações pros meus pais, hahaha
Eu: Beleza coração, a gente toma café da manhã e depois vou te deixar em casa.
A gente toma banho juntos entre carícias, depois se veste entre mais carícias e, assim que terminamos o café, fomos pra casa da Nora. Chegamos um pouco antes dos pais dela, exaustos, voltarem pra casa. Os coitados estavam tão cansados que foram dormir, mandando a Nora me convidar pra almoçar em algum lugar, que eles pagavam.
Com esse convite, a Nora me fez esperar na sala enquanto se trocava pra sair pra passear pela cidade, e foi o que a gente fez. Como se fôssemos uns adolescentes, visitamos o aquário, compramos um golfinho e uma orca de pelúcia. A verdade é que com ela tudo flui fácil (quando ela quer, pelo que ouvi dizer).
Almoçamos num bistrô pequeno que servia uma comida francesa mediterrânea muito gostosa, já que adoro esse tipo de comida. Mas uma necessidade fisiológica urgente me obrigou a ir ao banheiro... Quando voltei do lavabo, vi que minha Nora estava falando no telefone com alguém, mas quando cheguei perto dela, ela desligou sem me dizer nada. Então perguntei:
— Com quem você tava falando?
Nora: — Com a Fer, ela me ligou pra perguntar uma coisa do super trabalho.
Eu: — Ah...
Nora: — Ela perguntou por você!...
Eu: — O que você disse?
Nora: — Que a gente tava almoçando junto e que de noite a gente tinha transado pra caralho.
Eu: — Que?! — falei quase engasgado.
Nora: — É brincadeira, não se assusta. Só falei que a gente tava almoçando e que você tinha ido ao banheiro.
Um pouco surpreso com a ligação, deixei pra lá, porque chegaram as sobremesas e os cafés. Claro que minha mente voltou pra Fer e todos os meus sentimentos me atacaram de novo. Por quê? Por um bom tempo eu tinha esquecido dela. Depois de terminar os últimos pratos e pagar a conta, voltamos pra casa da Nora. Deixei ela lá pra cada um estudar ou fazer o que quisesse, sossegado. Acho que era umas 15h30.
Quando cheguei em casa, senti ela vazia, tanto que fui dar uma olhada no quarto da Fer. Olhei e, nisso, vi o típico diário de vida das minas. Era estranho, eu achava que já Não usavam mais hoje em dia, eu tava curioso e com vontade de ler, porque tava aberto, aliás, peguei ele do criado-mudo, mas quando fui abrir, me arrependi. Não queria saber o que ela pensava de mim, ou se tava pouco se lixando pra mim, ou se me queria do jeito que eu queria ela... não queria criar expectativas nem me frustrar. Deixei com todo cuidado no mesmo lugar e posição e saí do quarto.
O que restou do sábado eu estudei, exceto um jogo entre o Real Madrid e a Real Sociedad. Depois jantei, pela primeira vez em anos me encomendei a Deus e dormi. No domingo acordei cedo e fui correr, depois tomei café da manhã e, pela primeira vez no ano, fui à missa. Por algum motivo, minhas apreensões precisavam de ajuda divina. Na saída da missa, comprei umas comidas prontas pra sentar num banco da praça e comer em paz.
Cheguei em casa na hora boa de tirar um cochilo, com a intenção de trabalhar nuns projetos que tinha que entregar na segunda. Tava com tempo e sossego, quase como se a vinda da Fer não existisse. Assim, meu espírito inquieto voltava à calma, até que umas seis da tarde, quando já tinha terminado o trabalho e pensava em chamar a Nora pra dar um passeio, ouvi a porta da frente abrir... olhei pra ela e, com surpresa, vi minha avó seguida pela Fer...
Eu: — Oi, Oma! Que surpresa!
Oma: — Oi, Claudinho, vai ajudar seu avô...
Fer: — Oi, bocó, não vai me cumprimentar?
Eu: — Oi, Fer, que surpresa te ver, pensei que tinham te sequestrado, porque você não me falou nada de viajar...
Fer: — Foi uma decisão de última hora, sua mãe devia ter te avisado...
Eu: — Vou ajudar o vô...
Oma: — O carro do seu avô deve estar em algum lugar, provavelmente num estacionamento emprestado, pergunta pro porteiro...
Desci até a portaria, onde me informaram o estacionamento onde o vô tinha deixado o carro, que encontrei sem muita dificuldade. Meu pobre avô, já tinha descarregado o carro. Pela quantidade de malas, percebi que a estadia deles ia ser longa, coisa incomum nessa época do ano, onde o Vovô não largava o negócio dele nem por sol nem por sombra, provavelmente alguém da família ia cuidar daquilo.
Eu: Oi vovô, vim te ajudar…
Vovô: Oi Cláudio, valeu por vir me ajudar.
Quando ouvi ele me chamar de Cláudio, tive certeza de que não vinha em paz e que não ia passar nada bem. Peguei as malas maiores e, em silêncio, comecei a levá-las até o elevador, seguido pelo vovô, que não tinha falado nem perguntado nada. Uma vez dentro do elevador, apertei o botão do andar e começou a lenga-lenga do meu avô…
Continua...
Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.
Ao chegar na casa da Nora à noite, mal trocamos um cumprimento sem graça, porque eu ainda tava pensando na Fer… acho que ela percebeu, pelos olhos dela eu vi uma mistura de alegria, preocupação e um deboche safado.Nora: Oi Cláudio… sou a Nora, caso você não tenha notado…
Eu: Desculpa, Norinha, é que eu tava pensando…
Nora: Na sua ex, na Fê ou na nova?
Eu: Nova?
Nora: Eu, óbvio.
Eu: Ah!… Na nova, claro, hahaha…
Nora: E a ex?
Eu: Ah sim, minha ex, hahaha…
Nora: Você tem ex…?
Eu: A Coté terminou comigo…
Nora: Sério?!… Então você tá solteiro!
Eu: Bom, digamos que solteiro, solteiro, não sei, hehehe
Nora: Essas dúvidas?
Eu: É que, mesmo não podendo começar outro namoro logo depois de terminar um, já te tenho como namorada… você…
Nora: Qual é, eu não sou… ainda não, o que os outros vão pensar se eu for?!
Eu: Nada, eu acho…
Nora: Mentira, todo mundo ia falar que sou uma foxy… não me importaria de ser uma foxy, por você, hahaha
Eu: Você seria minha slutty!!
Nora: Qual é, é brincadeira… como amigos com benefícios a gente tá bem por enquanto… nós dois temos que estudar, hahaha, então Claudinho, nada de namoradas, ouviu, hahaha
Eu: Claro… não vou me entregar por aí pra primeira que aparecer, hehehe
Finalmente saímos com a Nora, primeiro fomos a um pequeno bistrô francês perto da casa dela, depois dançar, mas lá pela meia-noite eu falei pra irmos pra casa, e ela respondeu:
“Beleza, vamos pra sua casa e passamos a noite lá…”
Eu: Mas e seus pais?
Nora: Eles têm duas cirurgias longas e vão ficar na clínica, não aparecem até sábado no almoço ou talvez mais tarde.
Eu: Nesse caso, vamos…
Quando chegamos em casa, o porteiro nos cumprimentou me olhando com cara de cúmplice ao ver que eu chegava com uma mina gostosa naquela hora. Por um momento pensei no meu avô, provavelmente ele saberia da minha “aventura no precioso apartamento dele”, mas me perguntei: qual seria o pior que poderia acontecer?...
Subimos no elevador e a Nora se pendurou no meu pescoço, eu apontei pra câmera de segurança e ela, sem vergonha nenhuma, se virou e mandou um beijo pro ar na direção da câmera. Não tive escolha a não ser acenar pra câmera, esperando um pouco de cumplicidade do cara que tava no turno da noite na portaria.
Chegamos na porta do meu apê e, entre brincadeiras, peguei ela no colo Abracei minha linda Nora como se fosse uma namorada, a verdade é que não lembrava que minha amante preciosa não era tão levinha... me vieram as lembranças da praia, hahaha... Sim! Nora, apesar de ser estilosa, é uma garota alta e nada magricela, então ao entrar com ela e colocá-la no sofá da sala, não resisti e fiz o comentário.
Ufa, sorte que não preciso repetir a entrada todo dia, hehehe...
Nora: Ei, eu tenho um físico privilegiado e só peso 68 quilos para meus 1,76 metros.
Eu: Eu sei, coração, o problema é que sou muito fraquinho, hehehe.
Nora: Hahaha... agora que vamos foder, espero que você não seja fraco, hahaha.
Eu: Não vou ser, sua putinha, hahaha.
Nora: Você tem algo para beber?
Eu: Quer uma cerveja ou um refri...?
Nora: Me dá um refri.
Eu: Não vai embora, sua vadiazinha, volto já.
Nora: Te espero ansiosa, hehehe.
Eu: Eu volto ansioso, hehehe.
Ao voltar da cozinha, ela se aproximou e, rodeando meu pescoço com os braços, me beijou apaixonadamente, enquanto eu, com toda delicadeza, soltava o broche do vestido dela e deslizava o zíper que terminava um pouco antes da sua bunda deliciosa. Nessa altura, já estava completamente excitado. Nora abaixou os braços para me deixar deslizar a peça fina e ficar só de conjunto e meia, que era de dar um infarto — parecia uma modelo da Victoria's Secret. Depois, se afastou e disse:
Me espera só um instante...
Eu: Por quê?...
Nora: O banheiro....
Ela se virou e, como uma modelo, foi rebolando mais do que o normal, então eu me despi rapidamente e, acreditem ou não, fiquei só de cueca, armando uma barraca descomunal, e me sentei para esperar.
Minutos depois, ela saiu do banheiro. Se antes já estava linda, agora estava impactante com o cabelo solto e um sorriso maravilhoso. Tudo nela transbordava sensualidade, e aqueles peitos realçados pelo sutiã me incitavam a devorá-los com paixão... Rapidamente, me levantei e ela novamente me rodeou com os braços, e nos beijamos.
Minha libido estava no auge e só... Pensava em foder ela até meu pau cair aos pedaços, então levantei ela pegando pela bunda e levei até a cama dos meus avós… agora não ligava mais pra nada, se meu avô me expulsasse, já tinha profanado a cama dele. Nesse curto trajeto, ela me beijava com paixão e acariciava meu cabelo, mas assim que a coloquei no chão, minhas mãos agarraram os peitos gloriosos dela. Toda essa explosão de paixão só foi interrompida por ela:
— Amor, tem certeza que quer foder aqui?…
Eu: — Sim! Por quê?
Nora: — Não quero sujar a cama com… bom, você sabe…
Eu: — Já não importa, vamos foder na cama do meu avô e vamos quebrar ela, hehehe
Nora: — Pra mim não importa, mas vamos colocar alguma coisa… pra ele não te expulsar do apartamento, hahaha
Minha amante desejada pensava mais que eu nesses detalhes, mas isso prolongava minha agonia e vontade de foder ela e esquecer a Fer. Felizmente, ela só pegou minha toalha do banheiro e colocou debaixo da gente… enquanto fazia isso, eu via a bunda linda dela quase coberta por um triângulo e uma tira que entrava entre as nádegas, então não aguentei mais e encostei minha masculinidade nela, segurando firme na cintura e, sem dizer mais nada, comecei a esfregar meu pau por toda a rachinha e o cu dela.
Nora: — Nossa, que impaciente… mas tá muito bom.
Eu: — Você não sabe o quanto te desejo
Nora: — Que bom, meu tigrão, agora vamos foder como eu queria desde a primeira vez que a gente transou.
Continuei provocando ela enquanto ela subia na cama e ficava de quatro. Tirei meu pau e coloquei na boca dela enquanto acariciava a bunda e o cabelo sedoso dela. Minha luxúria estava solta e ela cooperava, rebolando a bunda linda pra mostrar que tava gostando e com vontade.
Toquei a bucetinha dela, que na minha opinião já tava molhada o suficiente, então pensei que era hora de seguir em frente na nossa demonstração de desejo e paixão que nos unia nessa amizade estranha.
Tirei a calcinha dela, que saiu molhada de tesão. No começo, tava presa nas nádegas e na bucetinha, então… ela, pra me ajudar, abriu um pouco as pernas, depois levantou elas quando foi preciso. Eu tirei a peça delicada dela com muito tesão e vontade, então me ajoelhei e comecei a chupar a bucetinha dela e o cuzinho, estavam deliciosos! Pelo menos pra mim parecia.
Nora: Ahhh!... O que cê tá fazendo, bobão?... mmm continua, tá muito... muito gostoso.
Eu: Mmm, você que é muito gostosa... vou meter em você...
Nora: Sim, mas quando for meter, quero olhar nos seus olhos...
Eu: Ok, mas tira o sutiã, porque eu também quero olhar e chupar seus peitos, hehehe.
Nora: Por que você gosta tanto dos meus peitos?
Eu: Não sei, mas sempre gostei, hehehe.
Quando ela se deitou na cama, eu fui pra cima dela pra meter o mais fundo possível, tentando não pesar muito em cima dela, ela pegou meu pau e apontou pra entrada da buceta dela... sem dúvida, ela também me queria dentro dela.
Fui enfiando devagar, sentia o quanto ela era apertada, Nora abriu mais as pernas pra facilitar o serviço. Eu avançava cada centímetro aproveitando a pouca fricção de uma buceta inundada de lubrificação enquanto ela suspirava e gemia baixinho.
Comecei um vai e vem suave, que Nora acompanhou com delicadeza, sentia como a bocetinha apertada e molhada dela me abraçava e me dava um prazer imenso, meus beijos e carícias eram correspondidos com gemidos, suspiros e arrepios. Continuamos nessa até que Nora me disse:
Mete mais rápido... me dá...
Eu: Vai gozar? Perguntei que nem um idiota...
Nora: Mmm sim, me dá mais... ahhh... ahhh
Comecei a meter como ela queria, sem ser muito bruto, metia mais rápido, ao mesmo tempo ela me envolveu com as pernas e apertou meu pau furioso, fazendo com que eu também ficasse à beira do orgasmo... De repente, Nora começou a gritar meu nome e uma enxurrada de fluidos se misturou dentro dela, nós dois gozamos pra caralho e fiquei em cima dela tentando não esmagá-la, olhei nos olhos dela e vi que ela estava chorando, pensei que tinha machucado ela, mas ela disse antes que eu perguntasse.
São lágrimas de prazer. Felicidade… você é incrível…
Eu: Que bom, meu bem, disse eu, beijando ela.
Pouco depois, quando meu amiguinho murchou lá dentro da minha Nora, saí de cima dela e me deitei ao lado. Ela se virou, se agarrou a mim e começou a me acariciar, coisa que eu retribuí até que, depois de tanto carinho, nós dois estávamos de novo amassando nossos corpos com caricias febris. Já louco pela minha amante, por um instante esqueci a Fer, curtindo o sexo sem complicações que a Nora me oferecia.
Voltando ao ataque, agarrei os dois peitos dela e meti os bicos na minha boca, verdade seja dita: minha euforia era tremenda! Enquanto isso, ela se estremecia de prazer e me empurrava pra eu ficar de costas de novo. Sem pensar muito, fiz isso. Aí a Nora montou em mim, se movendo pra esfregar a minha pica dura na rachinha da buceta. Nisso, ela olha pra mão e me diz…
Uff, tá toda melada… vou limpar…
Eu: Mas que diferença faz!?
Nora: Já vai ver!, disse ela se abaixando pra chupar minha pica de novo.
Ela limpou tanto que quase gozei, então tirei ela de lá, mas antes ela beijou a ponta da minha glande… A Nora era uma puta! Tava fazendo, em completa liberdade, o que queria, a gente não tinha nenhuma restrição.
Seguimos com nossas caricias. A Nora tava excitadíssima de novo, e se levantou um pouquinho pra guiar minha pica na entrada da boceta dela. Depois foi descendo com todo cuidado até chegar no fundo, pegou minhas mãos que acariciavam as coxas dela e colocou nos peitos dela, e me disse:
Amassa bem eles e vou te mostrar o que é bom, hehehe
Eu: O que você mandar, meu bem… hummm, que gostosa…
Nora: Tá gostando, bobão?
Eu: Tô ficando louco, se continuar assim vou gozar sem jeito
Nora: Goza do jeito que quiser… essa boceta é tua…
Ela começou a rebolar como se fosse um redemoinho suave, e enquanto me acariciava os braços, eu passava a mão nos peitos dela, ajudado pelas mãos dela que se juntaram às minhas. A Nora não parava de me olhar enquanto me cavalgava de um jeito que eu nunca tinha curtido antes. Os movimentos dela me matavam, tanto que aos Poucos minutos depois, peguei ela pela cintura e impus meu próprio ritmo até esvaziar minha semente dentro dela... infelizmente sem fazer ela gozar.
Nora: Gostou, seu bobinho?
Eu: Sim, mas você...
Nora: Não cheguei lá, fiquei perto, mas o bom é que você conseguiu.
Eu: Agora é sua vez, hehehe
Com isso, decidi dar a ela o prazer que faltava com minha língua e dedinhos. Deitei ela na cama, abri suas pernas e mergulhei na bucetinha dela. Minha língua passava pela rachinha, que agora tinha um gosto diferente... seria a mistura dos nossos fluidos?... já não me importava mais nada, só queria dar prazer a ela.
Nora estava adorando como se o mundo fosse acabar... ela estava muito molhada de tesão, então minha língua e dedos deslizavam fácil pela rachinha delicada da buceta dela. A cada passada da minha língua no clitóris, ela se arrepiada. Sem dúvida, ela ia gozar! E foi o que aconteceu: de repente, ela fechou as pernas na minha cabeça e, com as mãos, apertou meu roto contra a bucetinha rosada dela... foi impressionante.
Os dois ficamos exaustos de tanto sexo, então nos aninhamos um do lado do outro e, entre carícias, dormimos. A verdade é que Nora sabia aproveitar e compartilhava o prazer comigo, sem complicações existenciais, era só sexo...
Não sei que horas eram, mas com certeza era de madrugada, porque ainda não tinha amanhecido quando senti uma boca chupando meu pau, que acordou junto comigo. Olhei e vi uma Nora sorridente agarrada no meu amiguinho. Segurei ela um pouco e a puxei para mim para beijá-la. Enquanto isso, Nora montou em mim de novo e se enfiou até o fundo, depois repetiu o tratamento que ela tinha me ensinado, com movimentos sensuais e eróticos em círculo. Mas eu a parei: não queria gozar sem que ela gozasse comigo. Então, segurando ela pela cintura, impus minhas condições até que os dois gozamos juntos. Nessa hora, os passarinhos já estavam cantando.
Eu: Que despertar maravilhoso.
Nora: Adorei, mas fiquei com muita fome, hahaha
Eu: Você tem fome?
Nora: Sim, bobão do meu coração, a gente se exercitou pra caramba
Eu: Vamos pra cozinha ver o que tem
Fizemos ovos com presunto e café, devoramos tudo, brincamos de carícias um pouco e voltamos pra cama do vô. Já sem nenhuma vergonha entre a gente, deitamos pra conversar sobre tudo e nada, como bons amigos que éramos, até que sem perceber a gente dormiu. Tinha sido uma noite incrível mesmo.
Não sei que horas eram... mas nosso novo despertar foi a coisa mais erótica que lembro na minha vida. Num instante meus sonhos viraram realidade: eu tinha um anjo cuidando do meu pau com beijos suaves e lambidas... sim, a Nora não era só um anjo pra mim, era minha amiga, confidente e amante, além de que a “safada” tinha acordado bem brincalhona.
Eu: Hummm, mas que despertar gostoso, coração.
Nora: Gostou, amor?
Eu: Amei, hehehe
Nora: Então relaxa e aproveita...
Eu: Eu queria, mas prefiro estar dentro de você...
Nora: Eu adoraria, coração, se você quiser.
Eu: Uhummm, a gente não usou o caminho alternativo!, hehehe.
Nora: Seu depravado, quer me arrebentar o cu, hehehe
Eu: Mmm!... Sim!
Ela se levantou e fez menção de fugir, mas fui “suficientemente rápido pra pegá-la antes que entrasse no banheiro e abracei ela por trás, encaixando meu pau entre as pernas dela e a bunda. Que delícia colocar toda minha masculinidade naquele triângulo. Nora deu um gritinho de surpresa, mas era mais risada e o formigamento na bucetinha dela que a deixava feliz.
Levantei ela e levei pra cama, onde ainda de pé nos beijamos e acariciamos, sem largar o amasso nos peitos lindos da minha mina, coisa que ela agradecia com uma punheta suave no meu pau. Pela cara dela, sei que adora quando amasso eles.
Quando já estávamos os dois fervendo de prazer, coloquei ela de quatro na cama, peguei um dos meus preservativos lubrificados da carteira e com minha língua comecei a brincar com aquele rabo perfeito, enquanto enfiava a camisinha no meu pau. Nora fazia “a inocente”. eu brincava que ia partir a bunda dela sem misericórdia… pra ir acostumando ela, também passei saliva nos meus dedos e fui enfiando eles
Nora: Ai!, que isso!?...
Eu: Meus dedinhos…
Nora: Só isso?...
Eu: Depois vem um cacete.
Nora: Vai me dar uma cacetada? kkkk… eu não fiz nada, kkkk
Eu: Vou meter o cacete grande e grosso nessa bunda perfeita que você tem
Nora: Mas é muito grande?...
Eu: Sim, vou deixar sua bunda boa pra nada, kkkk
Nora: Mas eu quero minha bunda.
Eu: Eu também quero e vou deixar ela só própria pra mim, kkkk.
Nora: Nesse caso, enfia o cacetinho!, kkkk
Eu: Nada de cacetinho, kkkk, vou te dar a cacetada.
Nora: Ai que susto!, hahaha
Quando meus dedos babados já tinham feito o trabalho deles, comecei a enfiar meu pau devagar… Mesmo assim, ela ainda falava besteiras, mas o tom da voz dela mudou de alegre pra "tesuda" e me provocava pra eu arrebentar a buceta dela, que meu "cacetinho" não assustava mais e outras bobagens.
Quando finalmente meu púbis bateu na bunda dela, mudou de "cacetinho" pra "cacetada" e começou a rebolar como uma possessa. Minha tara era tão alta quanto a dela, e minhas carícias na bunda dela viraram agarradas apaixonadas e amassadas de bochecha, que minha amada agradecia com suspiros e gemidos fundos.
Nora: Você me deixa louca, amorzinho… parte minha buceta, é!, continua assim.
Eu: É coração, sua bunda vai ser partida e só minha.
Minha amante em algum momento meteu a mão na bucetinha enquanto eu partia a bunda dela e começou a anunciar que ia gozar mais uma vez, então acelerei o vai e vem e comecei a encher a camisinha que segurava meu gozo pra não inundar aquela bunda linda e perfeita. Os dois ficamos exaustos, ela se deitou atravessada na cama enquanto eu me instalava do lado, onde continuamos com beijos e carícias até ela me dizer:
Vamos levantar e tomar café, me deu fome.
Eu: Já tá com fome?
Nora: Sim, além disso depois tenho que ir, senão vou ter que dar muitas explicações pros meus pais, hahaha
Eu: Beleza coração, a gente toma café da manhã e depois vou te deixar em casa.
A gente toma banho juntos entre carícias, depois se veste entre mais carícias e, assim que terminamos o café, fomos pra casa da Nora. Chegamos um pouco antes dos pais dela, exaustos, voltarem pra casa. Os coitados estavam tão cansados que foram dormir, mandando a Nora me convidar pra almoçar em algum lugar, que eles pagavam.
Com esse convite, a Nora me fez esperar na sala enquanto se trocava pra sair pra passear pela cidade, e foi o que a gente fez. Como se fôssemos uns adolescentes, visitamos o aquário, compramos um golfinho e uma orca de pelúcia. A verdade é que com ela tudo flui fácil (quando ela quer, pelo que ouvi dizer).
Almoçamos num bistrô pequeno que servia uma comida francesa mediterrânea muito gostosa, já que adoro esse tipo de comida. Mas uma necessidade fisiológica urgente me obrigou a ir ao banheiro... Quando voltei do lavabo, vi que minha Nora estava falando no telefone com alguém, mas quando cheguei perto dela, ela desligou sem me dizer nada. Então perguntei:
— Com quem você tava falando?
Nora: — Com a Fer, ela me ligou pra perguntar uma coisa do super trabalho.
Eu: — Ah...
Nora: — Ela perguntou por você!...
Eu: — O que você disse?
Nora: — Que a gente tava almoçando junto e que de noite a gente tinha transado pra caralho.
Eu: — Que?! — falei quase engasgado.
Nora: — É brincadeira, não se assusta. Só falei que a gente tava almoçando e que você tinha ido ao banheiro.
Um pouco surpreso com a ligação, deixei pra lá, porque chegaram as sobremesas e os cafés. Claro que minha mente voltou pra Fer e todos os meus sentimentos me atacaram de novo. Por quê? Por um bom tempo eu tinha esquecido dela. Depois de terminar os últimos pratos e pagar a conta, voltamos pra casa da Nora. Deixei ela lá pra cada um estudar ou fazer o que quisesse, sossegado. Acho que era umas 15h30.
Quando cheguei em casa, senti ela vazia, tanto que fui dar uma olhada no quarto da Fer. Olhei e, nisso, vi o típico diário de vida das minas. Era estranho, eu achava que já Não usavam mais hoje em dia, eu tava curioso e com vontade de ler, porque tava aberto, aliás, peguei ele do criado-mudo, mas quando fui abrir, me arrependi. Não queria saber o que ela pensava de mim, ou se tava pouco se lixando pra mim, ou se me queria do jeito que eu queria ela... não queria criar expectativas nem me frustrar. Deixei com todo cuidado no mesmo lugar e posição e saí do quarto.
O que restou do sábado eu estudei, exceto um jogo entre o Real Madrid e a Real Sociedad. Depois jantei, pela primeira vez em anos me encomendei a Deus e dormi. No domingo acordei cedo e fui correr, depois tomei café da manhã e, pela primeira vez no ano, fui à missa. Por algum motivo, minhas apreensões precisavam de ajuda divina. Na saída da missa, comprei umas comidas prontas pra sentar num banco da praça e comer em paz.
Cheguei em casa na hora boa de tirar um cochilo, com a intenção de trabalhar nuns projetos que tinha que entregar na segunda. Tava com tempo e sossego, quase como se a vinda da Fer não existisse. Assim, meu espírito inquieto voltava à calma, até que umas seis da tarde, quando já tinha terminado o trabalho e pensava em chamar a Nora pra dar um passeio, ouvi a porta da frente abrir... olhei pra ela e, com surpresa, vi minha avó seguida pela Fer...
Eu: — Oi, Oma! Que surpresa!
Oma: — Oi, Claudinho, vai ajudar seu avô...
Fer: — Oi, bocó, não vai me cumprimentar?
Eu: — Oi, Fer, que surpresa te ver, pensei que tinham te sequestrado, porque você não me falou nada de viajar...
Fer: — Foi uma decisão de última hora, sua mãe devia ter te avisado...
Eu: — Vou ajudar o vô...
Oma: — O carro do seu avô deve estar em algum lugar, provavelmente num estacionamento emprestado, pergunta pro porteiro...
Desci até a portaria, onde me informaram o estacionamento onde o vô tinha deixado o carro, que encontrei sem muita dificuldade. Meu pobre avô, já tinha descarregado o carro. Pela quantidade de malas, percebi que a estadia deles ia ser longa, coisa incomum nessa época do ano, onde o Vovô não largava o negócio dele nem por sol nem por sombra, provavelmente alguém da família ia cuidar daquilo.
Eu: Oi vovô, vim te ajudar…
Vovô: Oi Cláudio, valeu por vir me ajudar.
Quando ouvi ele me chamar de Cláudio, tive certeza de que não vinha em paz e que não ia passar nada bem. Peguei as malas maiores e, em silêncio, comecei a levá-las até o elevador, seguido pelo vovô, que não tinha falado nem perguntado nada. Uma vez dentro do elevador, apertei o botão do andar e começou a lenga-lenga do meu avô…
Continua...
3 comentários - Minha prima, meu martírio Cap. 8.2