Mas isso foi só o começo da nossa safadeza. Nas férias de verão, meus irmãos foram pra casa passar uns dias, e isso tirou nossa liberdade de transar. Fiquei dias sem ter chance de comer ela, porque meus irmãos dormiam tarde e eu vivia indo de um lado pro outro. Aí decidimos visitar uma tia da minha mãe. Como meu pai e meus irmãos não gostam dessas viagens, ficaram. Nessa época, eu já tinha comprado um carro. Subimos, mas antes de chegar na entrada da tia, seguimos reto. Paramos num terreno pequeno e começamos a trepar. Naquele dia, comi minha mãe por umas 4 horas, mais ou menos. Deitei ela no banco de trás e fui uma besta, como nunca. Cada gozada dentro dela era um sonho. Sem querer, enquanto tava comendo ela, rasguei um pouco da calcinha dela. Devo ter gozado umas 5 vezes dentro dela naquele dia. Umas 9 da noite voltamos, muito cansados. Minha mãe foi tomar banho, e enquanto se lavava, eu via minha porra escorrendo da buceta dela. Eu tinha transformado minha mãe em mulher de novo, pela segunda vez. Ela sabia muito bem disso, porque tudo que a gente fazia era sexo, nunca amor. Pra mim, tanto fazia, contanto que ela recebesse meu leite.
Isso não foi nada, porque uma semana depois aconteceu algo parecido. Não conseguíamos transar à vontade, então falei pro meu pai que ia com minha mãe pra cidade de Oaxaca comprar folhas de bananeira pra fazer tamales. Ele disse que sim, deu 500 pesos pra mãe, e fomos. O plano era igual ao da vez anterior: parar e trepar um pouco. Mas aí me veio outra ideia. Chegamos em Oaxaca, compramos as folhas rápido. Falei pra minha mãe que, com o dinheiro que meu pai deu, ela comprasse umas calcinhas fio dental sexy, umas lingeries leves, algo assim, porque naquele dia eu ia dar a foda da vida dela. Ela foi e comprou umas 2 calcinhas fio dental pequenas e sexy, com lingerie leve. Com o resto do dinheiro, alugamos um motel por 8 horas. Com toda a liberdade de transar, fiz ela desfilar o que comprou. Comi minha mãe do jeito que eu quis. Carreguei ela no colo enquanto dizia pra ela se olhar. No espelho, pra ela ver que o filho dela tava comendo ela, fiz ela gozar naquela hora, metia cada vez mais forte, sentei numa cadeira e mandei ela sentar em cima de mim, ela enfiava toda a minha pica sentada atrás de sentada, naquele dia ela me deu permissão pra chupar os peitos dela, chupei eles igual quando era criança, enquanto ela enfiava minha pica eu apalpava as tetas dela, fomos tomar banho enquanto eu comia ela no chuveiro, arrebentei a buceta dela como você nem imagina, por 8 horas ela foi minha puta, toda hora eu chamava ela de mãe, "cê gosta da pica do seu filho, mãe? cê é bem apertada, vou gozar, mãe, cê gosta que eu te ponho de quatro, mãe?", meu pai ligou umas vezes, enquanto ela montava na minha pica ela atendia com a maior calma que podia, meu nível de tesão era tanto que numa das várias fodas que eu dei nela naquele dia, liguei pro meu pai, passei o telefone pra minha mãe e gozei dentro dela na mesma hora, isso me deixou louco, enchi ela de porra enquanto falava com meu pai, continuamos fodendo e em todas as fodas eu gozava dentro dela, nenhuma foi fora nem por engano, a buceta dela já conhecia a forma e o gosto do meu esperma, fodemos à vontade naquele dia, voltamos às 10 da noite, meu pai tá super tranquilo sem saber que há 2 horas a mulher dele tava gemendo igual uma louca com a minha pica e que o dinheiro que ele deu serviu pra eu levar ela num motel e vestir ela de puta.
Sozinha ela começou a mudar toda a lingerie dela, jogou fora quase tudo que tinha e começou a comprar coisas menores e mais provocantes, não chegava ao nível de fio dental, mas era algo pequeno, calcinhas, cintas-liga, conjuntos de biquíni, coisas bem ousadas e quentes pra uma senhora de quase 50 anos, ela escondia bem entre as roupas pra meu pai não ver, senão ele desconfiaria, o que não dava pra esconder eram as minissaias, vestidos caros e uns decotes que, mesmo ela não tendo muitos peitos, ficavam bem bonitos e bem chupáveis, mas tava de boa. Essas peladas faziam ela dormir mais seca de mim e, por consequência, eu poder comer ela com mais gosto.
Com o tempo, tentei ir um pouco mais longe, pedindo pra meter no cu dela, mas ela negava. Também tentei fazer ela me chupar, e ela topou, mas com a condição de que eu não gozasse mais dentro dela, então preferi não fazer. Quando meus irmãos voltaram — um pra escola e o outro com a esposa —, voltamos a transar em casa. Emagreci pra caralho por causa da quantidade de sexo, e minha mãe também. Ela ficou com uma cara melhor, minhas fodas tinham levantado a bunda dela e deixado ela dura de novo. Meu pai percebeu e tentava comer ela com mais frequência, mas minha mãe não deixava ele terminar e até ficava puta com ele. Minha mãe continuava mandando meu pai comprar coisas, cada vez mais longe ou mais difíceis de achar, pra nos dar tempo de transar.
Tinha dias que a gente transava tanto que a buceta dela ficava irritada, de tanto meter o pau, e eu já não gozava mais nada, as ereções doíam, mas a gente não se arrependia. Nesses dias, a gente descansava pra recuperar as energias. Em algumas datas festivas, a gente ia visitar outros parentes — isso era muito excitante. De noite, meus pais e eu dormíamos no mesmo quarto, ela se enfiava do meu lado no colchão e, bem na surdina, a gente transava. A gente comeu na casa de todos os meus tios, tanto do lado do meu pai quanto do lado da minha mãe — no total, em 13 casas diferentes.
Numa noite de Natal, exatamente, minha mãe vestiu uma calça branca e uma calcinha roxa que aparecia toda, deixando ver aquela bundona que eu tinha recuperado com as fodas que eu dava nela. Um dos irmãos do meu pai ficou olhando pra ela, e pouco depois, no banheiro, dava pra ouvir ele se masturbando pensando na minha mãe: "Cunhada, que gostosa você tá, cunhada, cunhada, deixa eu te comer, abre essa buceta apertada pra receber toda a minha porra, cunhada, que rabão, sua puta. Fiquei meio irritado, mas não fiz nada. No fim das contas, o que ele imagina, eu faço com ela todo santo dia. Em vez de falar alguma coisa, fui chamar minha mãe, pedi pra ela me acompanhar até o quarto pegar umas coisas. Quando subimos, levantei o vestido dela — ela tava com uma calcinha roxa bem apertada na buceta. Puxei pra o lado e, de uma só vez, enfiei toda a minha pica, roçando a entrada do útero dela, porque eu tava no pique, igual cachorro no cio. Enquanto isso, falei: “Você se vestiu que nem uma putinha, não acha, mãe? Quer que todo mundo veja sua raba, é isso que você quer, né? Isso é o que você ganha: seu filho te comendo bem no Natal. Vou te dar meu leite como presente, mamãe.” Devagarzinho, fui empurrando ela até a janela que dava pro quintal, enquanto metia nela. Ela se inclinava pra fora, deixando a cabeça aparecer, enquanto eu tava atrás dela, enfiando que nem um touro. A família inteira tava no quintal na festa, enquanto minha mãe só olhava pra eles e segurava os gemidos de prazer. Não aguentei mais e soltei uma quantidade enorme de esperma na pussy dela. Ela queria trocar de calcinha, mas não deixei. Falei que aquele era o castigo dela por andar de putinha. Ela ia ter que passar a festa inteira cheirando o leite do filho, com a calcinha toda melada. Longe de se importar, ela só disse: “Ah, pussy, se quiser, me come quantas vezes quiser. Minha pussy tá aqui pra receber todo o seu leite.” A sem-vergonha começou a rir, e aí descemos pra festa continuar de boa.
Outra vez, fomos convidados pra uma festa de um parente. Meu pai não curte essas festas, então fui só com minha mãe. Naquele dia, ela vestiu uma minissaia rosa e uma blusa decotada. Por baixo, tava com uma calcinha fio-dental amarela, não tão pequena, meio média, com renda nas bordas — que, com o reflexo da luz, marcava de um jeito divino nas nádegas dela, já bem duras e gostosas. Por cima, colocou um casaco pra meu pai não ver que ela tinha saído de minissaia, porque ele provavelmente ia ficar puto.
Chegando na festa, sentamos com alguns parentes, comemos, e minha mãe tomou umas cervejas — ela não bebe muito. bebidas, então subiu meio rápido. Lá pras 11 a gente voltou pra casa, mas antes passamos num motel de estrada porque minha mãe tava muito gostosa. As cervejas soltaram ela. No carro, eu vinha passando a mão na buceta dela por cima da calcinha, então ela já tava toda molhada quando entramos no quarto. Tirei minha calça e ela subiu em cima de mim, levantou a minissaia e puxou a tanga pro lado, enfiou meu pau inteiro de uma vez. Ela sentava como uma puta no cio, com tanta força que metia até a base do meu pau, cada milímetro do tronco, ela devorava com a buceta dela. Meu pau, cada vez que entrava na buceta dela, beijava a entrada do útero. O som de cada batida da bunda dela nas minhas coxas era excitante, até que eu não aguentei mais. Jorrei litros e litros de porra dentro da minha mãe. Dez dias de porra acumulada nas minhas bolas saíram disparados direto na entrada do útero da minha mãe, atravessando com tanta força que parecia que queriam deixar ela prenha. A porra era tanta que manchou cada parte das paredes uterinas dela, mas ela não parecia se importar que aquela quantidade de esperma quente do filho dela estivesse dentro dela, porque ela continuava sentando. Enquanto a porra que a buceta dela não conseguia absorver saía em jatos e lubrificava mais a entrada da boceta dela, de repente ela soltou um gemido enorme porque tinha gozado. Ela se levantou um pouco e tirou meu pau da buceta dela. Uma quantidade enorme de porra escorreu da buceta dela, ela sorriu e disse: "É muita porra, papai. Se você usasse camisinha, com certeza teria estourado de tanta que você botou. Agora deixa esse pau duro de novo que hoje a gente não vai embora até minha buceta não aguentar mais nenhuma carga da sua porra." Isso me deixou louco. Peguei ela pelos braços e deitei ela na cama, coloquei os pés dela nos meus ombros e falei: "Se você quer mesmo toda minha porra, mamãe, vou te dar tão forte que vou te engravidar." Ela se Ela começou a rir e me disse: “Se me engravidar, eu te chupo e foda-se, minha buceta é sua, então se esforce pra me engravidar”. A putinha tava brincando comigo, eu comecei a me mexer, a gente transou por 3 horas naquela noite, cada gozada era naquela posição. Nunca tirei a pica dela pra que meu leite banhasse o útero dela por completo. No final de umas 5 ou 6 fodas, a buceta dela tinha ficado inundada de esperma, era como meter um pau dentro de um pote de iogurte, assim que tinha ficado a buceta dela, entupida de leite do filho dela.
Quando ela se levantou, jorros de sêmen escorriam da buceta dela. Mesmo tendo se lavado no motel, não conseguiu tirar todo o leite, porque enquanto voltávamos pra casa, a calcinha dela ia se manchando de porra que ainda continuava saindo da buceta dela. Chegamos em casa às 4 da manhã, fomos direto dormir. Eu completamente descarregado pela minha mãe, que tomou banho 4 vezes naquele dia, mas por mais que se lavasse, a buceta dela ainda soltava leite e os lábios dela estavam completamente inchados de tão violenta que foi a foda que eu meti nela, tanto que ela não conseguia nem sentar nem andar direito.
Isso não foi nada, porque uma semana depois aconteceu algo parecido. Não conseguíamos transar à vontade, então falei pro meu pai que ia com minha mãe pra cidade de Oaxaca comprar folhas de bananeira pra fazer tamales. Ele disse que sim, deu 500 pesos pra mãe, e fomos. O plano era igual ao da vez anterior: parar e trepar um pouco. Mas aí me veio outra ideia. Chegamos em Oaxaca, compramos as folhas rápido. Falei pra minha mãe que, com o dinheiro que meu pai deu, ela comprasse umas calcinhas fio dental sexy, umas lingeries leves, algo assim, porque naquele dia eu ia dar a foda da vida dela. Ela foi e comprou umas 2 calcinhas fio dental pequenas e sexy, com lingerie leve. Com o resto do dinheiro, alugamos um motel por 8 horas. Com toda a liberdade de transar, fiz ela desfilar o que comprou. Comi minha mãe do jeito que eu quis. Carreguei ela no colo enquanto dizia pra ela se olhar. No espelho, pra ela ver que o filho dela tava comendo ela, fiz ela gozar naquela hora, metia cada vez mais forte, sentei numa cadeira e mandei ela sentar em cima de mim, ela enfiava toda a minha pica sentada atrás de sentada, naquele dia ela me deu permissão pra chupar os peitos dela, chupei eles igual quando era criança, enquanto ela enfiava minha pica eu apalpava as tetas dela, fomos tomar banho enquanto eu comia ela no chuveiro, arrebentei a buceta dela como você nem imagina, por 8 horas ela foi minha puta, toda hora eu chamava ela de mãe, "cê gosta da pica do seu filho, mãe? cê é bem apertada, vou gozar, mãe, cê gosta que eu te ponho de quatro, mãe?", meu pai ligou umas vezes, enquanto ela montava na minha pica ela atendia com a maior calma que podia, meu nível de tesão era tanto que numa das várias fodas que eu dei nela naquele dia, liguei pro meu pai, passei o telefone pra minha mãe e gozei dentro dela na mesma hora, isso me deixou louco, enchi ela de porra enquanto falava com meu pai, continuamos fodendo e em todas as fodas eu gozava dentro dela, nenhuma foi fora nem por engano, a buceta dela já conhecia a forma e o gosto do meu esperma, fodemos à vontade naquele dia, voltamos às 10 da noite, meu pai tá super tranquilo sem saber que há 2 horas a mulher dele tava gemendo igual uma louca com a minha pica e que o dinheiro que ele deu serviu pra eu levar ela num motel e vestir ela de puta.
Sozinha ela começou a mudar toda a lingerie dela, jogou fora quase tudo que tinha e começou a comprar coisas menores e mais provocantes, não chegava ao nível de fio dental, mas era algo pequeno, calcinhas, cintas-liga, conjuntos de biquíni, coisas bem ousadas e quentes pra uma senhora de quase 50 anos, ela escondia bem entre as roupas pra meu pai não ver, senão ele desconfiaria, o que não dava pra esconder eram as minissaias, vestidos caros e uns decotes que, mesmo ela não tendo muitos peitos, ficavam bem bonitos e bem chupáveis, mas tava de boa. Essas peladas faziam ela dormir mais seca de mim e, por consequência, eu poder comer ela com mais gosto.
Com o tempo, tentei ir um pouco mais longe, pedindo pra meter no cu dela, mas ela negava. Também tentei fazer ela me chupar, e ela topou, mas com a condição de que eu não gozasse mais dentro dela, então preferi não fazer. Quando meus irmãos voltaram — um pra escola e o outro com a esposa —, voltamos a transar em casa. Emagreci pra caralho por causa da quantidade de sexo, e minha mãe também. Ela ficou com uma cara melhor, minhas fodas tinham levantado a bunda dela e deixado ela dura de novo. Meu pai percebeu e tentava comer ela com mais frequência, mas minha mãe não deixava ele terminar e até ficava puta com ele. Minha mãe continuava mandando meu pai comprar coisas, cada vez mais longe ou mais difíceis de achar, pra nos dar tempo de transar.
Tinha dias que a gente transava tanto que a buceta dela ficava irritada, de tanto meter o pau, e eu já não gozava mais nada, as ereções doíam, mas a gente não se arrependia. Nesses dias, a gente descansava pra recuperar as energias. Em algumas datas festivas, a gente ia visitar outros parentes — isso era muito excitante. De noite, meus pais e eu dormíamos no mesmo quarto, ela se enfiava do meu lado no colchão e, bem na surdina, a gente transava. A gente comeu na casa de todos os meus tios, tanto do lado do meu pai quanto do lado da minha mãe — no total, em 13 casas diferentes.
Numa noite de Natal, exatamente, minha mãe vestiu uma calça branca e uma calcinha roxa que aparecia toda, deixando ver aquela bundona que eu tinha recuperado com as fodas que eu dava nela. Um dos irmãos do meu pai ficou olhando pra ela, e pouco depois, no banheiro, dava pra ouvir ele se masturbando pensando na minha mãe: "Cunhada, que gostosa você tá, cunhada, cunhada, deixa eu te comer, abre essa buceta apertada pra receber toda a minha porra, cunhada, que rabão, sua puta. Fiquei meio irritado, mas não fiz nada. No fim das contas, o que ele imagina, eu faço com ela todo santo dia. Em vez de falar alguma coisa, fui chamar minha mãe, pedi pra ela me acompanhar até o quarto pegar umas coisas. Quando subimos, levantei o vestido dela — ela tava com uma calcinha roxa bem apertada na buceta. Puxei pra o lado e, de uma só vez, enfiei toda a minha pica, roçando a entrada do útero dela, porque eu tava no pique, igual cachorro no cio. Enquanto isso, falei: “Você se vestiu que nem uma putinha, não acha, mãe? Quer que todo mundo veja sua raba, é isso que você quer, né? Isso é o que você ganha: seu filho te comendo bem no Natal. Vou te dar meu leite como presente, mamãe.” Devagarzinho, fui empurrando ela até a janela que dava pro quintal, enquanto metia nela. Ela se inclinava pra fora, deixando a cabeça aparecer, enquanto eu tava atrás dela, enfiando que nem um touro. A família inteira tava no quintal na festa, enquanto minha mãe só olhava pra eles e segurava os gemidos de prazer. Não aguentei mais e soltei uma quantidade enorme de esperma na pussy dela. Ela queria trocar de calcinha, mas não deixei. Falei que aquele era o castigo dela por andar de putinha. Ela ia ter que passar a festa inteira cheirando o leite do filho, com a calcinha toda melada. Longe de se importar, ela só disse: “Ah, pussy, se quiser, me come quantas vezes quiser. Minha pussy tá aqui pra receber todo o seu leite.” A sem-vergonha começou a rir, e aí descemos pra festa continuar de boa.
Outra vez, fomos convidados pra uma festa de um parente. Meu pai não curte essas festas, então fui só com minha mãe. Naquele dia, ela vestiu uma minissaia rosa e uma blusa decotada. Por baixo, tava com uma calcinha fio-dental amarela, não tão pequena, meio média, com renda nas bordas — que, com o reflexo da luz, marcava de um jeito divino nas nádegas dela, já bem duras e gostosas. Por cima, colocou um casaco pra meu pai não ver que ela tinha saído de minissaia, porque ele provavelmente ia ficar puto.
Chegando na festa, sentamos com alguns parentes, comemos, e minha mãe tomou umas cervejas — ela não bebe muito. bebidas, então subiu meio rápido. Lá pras 11 a gente voltou pra casa, mas antes passamos num motel de estrada porque minha mãe tava muito gostosa. As cervejas soltaram ela. No carro, eu vinha passando a mão na buceta dela por cima da calcinha, então ela já tava toda molhada quando entramos no quarto. Tirei minha calça e ela subiu em cima de mim, levantou a minissaia e puxou a tanga pro lado, enfiou meu pau inteiro de uma vez. Ela sentava como uma puta no cio, com tanta força que metia até a base do meu pau, cada milímetro do tronco, ela devorava com a buceta dela. Meu pau, cada vez que entrava na buceta dela, beijava a entrada do útero. O som de cada batida da bunda dela nas minhas coxas era excitante, até que eu não aguentei mais. Jorrei litros e litros de porra dentro da minha mãe. Dez dias de porra acumulada nas minhas bolas saíram disparados direto na entrada do útero da minha mãe, atravessando com tanta força que parecia que queriam deixar ela prenha. A porra era tanta que manchou cada parte das paredes uterinas dela, mas ela não parecia se importar que aquela quantidade de esperma quente do filho dela estivesse dentro dela, porque ela continuava sentando. Enquanto a porra que a buceta dela não conseguia absorver saía em jatos e lubrificava mais a entrada da boceta dela, de repente ela soltou um gemido enorme porque tinha gozado. Ela se levantou um pouco e tirou meu pau da buceta dela. Uma quantidade enorme de porra escorreu da buceta dela, ela sorriu e disse: "É muita porra, papai. Se você usasse camisinha, com certeza teria estourado de tanta que você botou. Agora deixa esse pau duro de novo que hoje a gente não vai embora até minha buceta não aguentar mais nenhuma carga da sua porra." Isso me deixou louco. Peguei ela pelos braços e deitei ela na cama, coloquei os pés dela nos meus ombros e falei: "Se você quer mesmo toda minha porra, mamãe, vou te dar tão forte que vou te engravidar." Ela se Ela começou a rir e me disse: “Se me engravidar, eu te chupo e foda-se, minha buceta é sua, então se esforce pra me engravidar”. A putinha tava brincando comigo, eu comecei a me mexer, a gente transou por 3 horas naquela noite, cada gozada era naquela posição. Nunca tirei a pica dela pra que meu leite banhasse o útero dela por completo. No final de umas 5 ou 6 fodas, a buceta dela tinha ficado inundada de esperma, era como meter um pau dentro de um pote de iogurte, assim que tinha ficado a buceta dela, entupida de leite do filho dela.
Quando ela se levantou, jorros de sêmen escorriam da buceta dela. Mesmo tendo se lavado no motel, não conseguiu tirar todo o leite, porque enquanto voltávamos pra casa, a calcinha dela ia se manchando de porra que ainda continuava saindo da buceta dela. Chegamos em casa às 4 da manhã, fomos direto dormir. Eu completamente descarregado pela minha mãe, que tomou banho 4 vezes naquele dia, mas por mais que se lavasse, a buceta dela ainda soltava leite e os lábios dela estavam completamente inchados de tão violenta que foi a foda que eu meti nela, tanto que ela não conseguia nem sentar nem andar direito.
0 comentários - As tangas da minha mãe insatisfeita (Parte II)