capítulo anteriorhttp://www.poringa.net/posts/relatos/4297658/Mi-prima-mi-martirio-Capitulo-6.htmlCapítulo 7: Voltando à realidade da universidade! Ou às minhas fantasias!?
Já que com a Fer a gente foi cada um por conta pra universidade, peguei minha moto e fui curtindo o caminho; quando cheguei, encontrei a Coté perto da entrada e fui até ela. A Coté tava meio distante, o cumprimento dela foi quase de amigos, o que me estranhou, mas não pude investigar mais, porque a gente entrou pra aula.
Depois de cuidar das minhas coisas no começo de um dos intervalos, peguei na mão dela com a "sã intenção de dar uma rapidinha", tipo um reencontro, ou talvez mostrar meu carinho por ela pra aliviar minha consciência. A Coté, feito uma toureira experiente, me deu um "drible" e, sem ser muito grossa, falou pra deixarmos pra depois da aula no apartamento dela, já que tava muito ocupada e não podia perder as próximas aulas. Ainda mencionou que tinha que fazer um trabalho em grupo, e que depois disso, a gente tinha que trabalhar nos nossos próprios projetos.
Eu: Beleza, amor, a gente se encontra na minha moto às cinco, falei.
Coté: É, às cinco...
Eu: Coté, tá acontecendo alguma coisa?
Coté: Não, nada...
Eu: Qual é, te conheço e sei que tem algo, me fala que a gente pode resolver.
Coté: A verdade é que são besteiras minhas...
Eu: Fala, a gente pode conversar e talvez eu te ajude...
Coté: Bom... o negócio é que você não me ligou o fim de semana inteiro e agora só quer me comer... Cadê o Claudio gentil que me encantou?
Eu: Tô aqui, só que minha família me encheu o saco, só isso...
Coté: Não seria sua prima...
Eu: Não, de jeito nenhum...
Coté: Tá bom, a gente se vê às cinco na sua moto.
Na hora do almoço, avistei a Nora e a Fer, as duas estavam em grupos diferentes e provavelmente com as relações cortadas. Vendo elas nessa vibe e a Coté cuidando dos próprios assuntos, pensei que seria melhor tentar resolver algo com a Fer, já que moro com ela, então fui na direção do grupo dela.
Cheguei cumprimentando a galera, a maioria eu conhecia, mas minha priminha me olhou e, sem dizer nada, virou as costas e eu fiquei. cumprimentando as costas dela, embora todo mundo tenha percebido a indireta, não fiz escândalo nenhum, virei de costas sem saber o que fazer.
Mesmo estando bolado e pensando que aquilo não podia ficar assim, deixei pra esclarecer as coisas com a Fer outro dia e fui conversar com o grupo da Nora, que tava perto, apesar dela estar com o próprio grupinho de bajuladores. Bem na hora que eu ia chegar, vi ela se despedindo do grupo e vindo na minha direção.
Nora: Oi, gatinho, vejo que sua priminha te trata igual me trata, hahaha…
Eu: Se você chama de tratamento ser totalmente ignorado, então sim! Ela não fala comigo…
Nora: Mas se agora você tá falando comigo, menos ainda ela vai falar… hahaha
Eu: Sinceramente, tô pouco me fodendo pro humor dela, uma hora ela vai ter que falar comigo… E você, como tá?
Nora: Bem, esperando a hora que a gente puder ficar a sós…
Eu: Sério? Lembra que eu tenho namorada…
Nora: Namorada e um amor não correspondido, hahaha, eu sei, hahaha… mas você é muito gato e o melhor gostoso que já transei na cama, e isso se agradece…
Eu: Então nossa relação é só sexo…
Nora: Não, não é só sexo, mas sei que a Fer é seu “coração” e entendo. Nesse caso, posso ser sua amante…
Eu: E na sua opinião, a Coté é o quê???
Nora: Uma coitada que você deveria terminar…
Eu: Ahh, e por que motivo?
Nora: Simples, você não ama ela, não deseja ela como me deseja ou a Fer…
Eu: Uau, que ego o seu, amiga, que ego…
Nora: Não é ego, é a realidade, ela não merece que você seja assim com ela.
Eu: Assim como?
Nora: Preferir outra no lugar dela…
Eu: Não é assim…
Nora: É sim, e vou te provar…
Eu: Como?
Nora: Vamos foder…
Eu: Por que eu faria isso? Mais tarde eu vou foder ela.
Nora: Se você for comigo agora, minha buceta vai ser sua, simples assim…
Eu: Sério?...
Nora: Sim.
Eu: Mas eu tenho aula e depois vou ficar com ela, não pode ser mais tarde…
Nora: A oferta é agora ou nunca…
Hesitei por um instante, mas minha vontade de possuir aquela buceta de modelo de lingerie me chamava pra fazer merda; além disso, minha luxúria dizia pra mim mesmo: “olhos que não veem, coração que não sente”. Por outro lado, as aulas que eu tinha eram de uma oficina que eu dominava tanto que me ofereceram pra ser assistente de um dos professores. Eu podia faltar e ainda me atualizar a qualquer momento. Quanto à oferta da Nora, tava claro que era só uma oportunidade… optei por seguir o conselho da minha libido e "comer" a Nora.
Nora: E então, pra onde você vai me levar?
Eu: Pra minha casa, vamos de moto e voltamos rápido.
Nora: Uau, o bobo decidido, hahaha…
Eu: Só porque sua bunda merece, hahaha
Nora: Vamos
Não vou mentir, sabia perfeitamente que a Nora tinha razão de que eu não amava a Coté e, mais ainda, não senti um grande remorso por trair minha namorada mais uma vez… caralho, já não me reconhecia mais! Teria chifrado a Coté mil vezes se fosse a bunda da Fer, mas foda-se, a bunda da Nora também valia a pena ser um cara desprezível.
Subimos na moto e saímos rápido da universidade, mesmo que o que eu queria fazer com a Nora exigisse calma e tranquilidade, o tempo era curto.
De novo, sentir a Nora nas minhas costas foi gostoso, mas de alguma forma inexplicável, não era o mesmo que sentir a Fer. Enfim, ia me dar o prazer de arrebentar aquele cu perfeito que a Nora tinha.
Chegamos no apartamento do meu avô em menos de 12 minutos, um recorde de viagem entre a Uni e minha casa… descemos pro subsolo e pegamos o elevador pra entrar direto no apê do meu avô sem passar pela portaria, não queria nenhuma indiscrição dos babacas que atendem na entrada, por isso também nos comportamos como santos lá dentro por causa das câmeras de segurança.
A Nora tava sorrindo e feliz, mesmo eu prometendo arrebentar o cu dela na porrada. Mas ela me fez duas exigências que eu nem tinha pensado: a primeira, e acho que a mais normal, é que eu tinha que foder a bucetinha dela antes; e a segunda, que me surpreendeu, é que tudo tinha que ser na cama da Fer.
Obviamente aceitei os pedidos dela, seria do jeito que ela quisesse. desejava, mas agora me senti culpado, bem, meio culpado. A segunda exigência me deixou um pouco perturbado: o que aconteceria se minha priminha descobrisse que eu tinha fodido uma garota na cama dela?
Entramos e começamos a nos beijar e acariciar com paixão. Enquanto avançávamos pelo apartamento, íamos nos despindo, largando nossas roupas em qualquer lugar. Por um momento, imaginei a cena: se o avô entrasse no apartamento agora… já tinha cagado tudo ao deixar a neta preferida dele "plantada", ver que eu estava manchando o lugar de descanso dela fodendo uma garota tão gostosa quanto a Nora… ele ia ter um infarto! Nada no mundo me salvaria de um castigo exemplar… Aliás, só de pensar nisso, meu coração acelerou, a adrenalina me inundou e meu pau enlouqueceu. Os últimos metros até o quarto da Fer eu fiz com o pau enfiado entre as bundas da Nora, que ria como uma louca da minha palhaçada.
Deitei ela na cama e — não sei por quê — abri as pernas dela e comecei a chupar a bucetinha dela! Sim, a Nora me surpreendeu mais uma vez: a bucetinha dela agora estava totalmente depilada, parecia a bucetinha de uma pré-adolescente. O monte de Vênus dela, inchado e brilhante com os fluidos, estava muito tentador — suculento seria mais preciso na descrição.
Enfiei minha cabeça entre as pernas dela e minha língua na bucetinha, procurando o botãozinho mágico. Passei a língua e chupei o néctar dela como nunca tinha feito antes. Nora acariciava meu cabelo e pedia mais e mais. Ela estava louca de tesão, então logo gozou. Pela primeira vez, senti na boca uma gozada feminina. Foi uma experiência incrível, adorei — talvez tanto quanto ela.
Nora: "Ai, pardal, você me matou. Nunca tinha gozado assim… na verdade, nunca tinham chupado minha buceta sem eu fazer nada… Você fez assim com a Coté? Ah, é, né?"
Eu: "Não, só estava experimentando…"
Nora: "Uhm! Bom experimento… Agora me fode como prometeu."
Eu: "Claro, sua putinha, fica de quatro…"
Nora: "Mas não quero pelo cu ainda…"
Eu: "Não se preocupa, vai ser pela bucetinha…"
Nora: Nesse caso… tá bom assim? — ela disse, ficando de quatro.
Eu: Isso aí, assim mesmo!
A essa altura não ia ser delicado, então enfiei inteira até bater minhas pernas nas dela, depois tirei um pouco devagar e suave, pra meter de novo de uma vez… Nora começou a gemer e pedir pra eu continuar, que eu fodesse ela bem fodida.
Nora: Isso, pardal, assim… mete até o fundo! Ai, que grande que você tem, vai fundo.
Eu: Cê gosta da sua putinha?
Nora: Mmmm sim, você é maravilhoso… continua, me dá mais…
Enquanto segurava ela pelos quadris, comecei a observar o corpo lindo dela, era uma mina realmente gostosa, até mais estilosa que a Fer, que era sem dúvida mais voluptuosa, mas não parava de pensar como seria ter a Fer assim, nesse mesmo quarto que me era tão familiar.
Cada vez que eu metia, a bucetinha dela se abria admitindo toda a minha pica, se ajustando como uma luva, eu sentia cada roçada da xota molhada dela como se fosse a coisa mais sublime do mundo… Tanto ela quanto eu estávamos ofegantes de tesão e pelo esforço da foda, além disso notei que Nora gemia com uma doçura engraçada, parecia quando se acaricia uma gatinha… Toda a situação e o ambiente estavam cheios de prazer, acho que minha amante estava adorando foder na cama da agora pior inimiga dela.
Nora: Ahhhhhh… mmmmm… assim… assim, Claudinho!… Ohh…!!
A gente tava fudendo gostoso quando meu celular começou a tocar, lembrei que tava no corredor junto com minha calça, tentei ignorar, mas o celular não parava de tocar, eu não tenho caixa postal ativada, tentei me abstrair daquele som irritante, mas era tanta insistência de quem ligava que parei de montar a Nora pra ir desligar ele, com a pica ainda dura como ferro saí no corredor e peguei o celular com raiva, voltando na hora pra continuar dando o que era dela pra Nora, mas grande foi minha surpresa ao ver que a ligação era da Coté:
Eu: Oi, coração.
Coté: Oi, meu amor, cadê você se meteu?… não vi sua moto…
Eu: Ahh… é que fiquei doente. do estômago, algo me caiu mal… e voltei pra casa.
Inventei na hora, e foi convincente o bastante. Tava nessa quando Nora enfiou meu pau na boca e começou um boquete incrível, ela me olhava enquanto falava com a Coté, sem parar de chupar meu pau, me deixava nervoso ela com uma boquinha tão pequena e linda conseguir fazer aquilo… beijava minha cabeça, lambia meu tronco e me punhetava, sempre com os olhos de gata vendo minhas reações.
Coté: Tá muito mal… volta pras aulas?
Eu: Não vou ficar em casa…
Coté: Vou te ver…
Eu: Ahhh!… uff… não, por favor não… (Nora intensificava o boquete)
Coté: Não me custa nada, posso te dar um chá de ervas…
Eu: Mnnn nãoo… Ahhh não quero passar vergonha…
Coté: Parece que você tá muito mal!!!
Eu: Não, é que tô no banheiro e fica difícil falar, mas não vem, por favor, vou ficar bem…
Coté: Tem certeza? Não dá pra te ouvir direito…
Eu: É que tenho que esvaziar tudo…
Coté: Mas você vem pra minha casa?
Eu: Mmm acho que não, meu amor… vai ser… vai ser melhor deixar pra amanhã quando eu tiver recuperado…
Coté: Não invejo a Fer ter que aguentar um doente do estômago, hahaha
Eu: É, eu também não, invejo ela, ahhhh, é melhor eu desligar, coração…
Coté: Tá, amor, melhora, eu te passo os apontamentos das aulas que você perdeu… Tchau
Eu: Ahhh… Tchau, coração…
Nora: Tchau, coração (falou num tom de deboche) … infiel malvado, você é um tarado safado e imoral, hahaha
Eu: E você é minha putinha pessoal, somos um pro outro, falei meio irritado.
Nora: Somos sim, falou e continuou chupando.
Parei ela e fiquei atrás dela enquanto metia até o fundo da buceta… minhas pernas batiam na bunda da Nora, fazendo um barulho parecido com palmas que eu achava super erótico. Sem parar de lembrar que, por estar no quarto da Fer, minha imaginação voava, só de fechar os olhos eu sentia a bunda da minha prima arpia.
Nora: Você tá me comendo ou comendo ela?
Eu: Quem?…
Nora: A Fer.
Eu: Por que você diz isso?
Nora: Tô te olhando no espelho e você tá de olhos fechados. Ei, você é uma maldita…
Nora: Você que é pior, hahaha… era a Fer?, porque a Coté acho que não…
Eu: Só sentia você…
Nora: Seu mentiroso, mas tudo bem, continua assim…
Eu: Vou te arrebentar a buceta de porrada…
Nora: É o que eu espero, mas depois de me arrebentar a xota, hahaha
Acelerei minhas estocadas olhando pra Nora pelo espelho, ela segurava meu olhar com uma cara de gata no cio, enquanto tentava não gemer muito alto, mas meu ritmo de mete e tira já deixava ela à beira do orgasmo, mas por algum motivo ela se segurava pra não gozar.
Vendo ela perto do orgasmo desejado, me provocava, então eu me mexia bem rápido, fodendo ela com força. Nora agora começava a se mover conforme minha vontade, e já não conseguia parar de gemer. Eu tava fodendo ela sem dó na cama da Fer, enquanto a inocente tava na faculdade.
Nora: Ohh… ahh… mm… ahhh…!
De repente, meu celular tocou de novo. A única vantagem é que tava perto de mim, então enquanto fodía a Nora, atendi. Era a Fer.
Fer: Você tá doente?
Eu: Mmmm, sim, do estômago! Por isso voltei pra casa.
Diminuí a intensidade das estocadas pra não ouvir o barulho rítmico dos nossos corpos se chocando. Nora me olhava como podia, tentando descobrir quem era. Eu, como um mímico, falei que era a Fer. Isso de alguma forma agiu como afrodisíaco nela, e ela começou a rebolsar de um jeito mais que erótico, enquanto pelo espelho via eu fodendo ela e falando com minha prima, agora rival dela. Eu também notava como ela tentava se segurar pra não rir. Parece que Nora queria muito dizer pra ela que eu tava fodendo ela como nunca! … Como ela gostaria que o priminho dela desse! … Que o priminho era dela! …
Eu: Shiu… Tô falando! Falei tapando o microfone do celular.
Fer: Você tá com alguém?
Eu: Só com meu estômago que faz barulho…
Fer: Você tá bem?
Eu: Tô melhor… Como você soube que eu tava doente?
Fer: Encontrei a Coté… Vou deixar você, vou pras aulas. Se precisar de algo, me liga.
Eu: Ok, mas Ahh! … não … Nada! Nora e eu estávamos bem perto de gozar, a sacanagem de foder enquanto ouvia a voz da Fer, que não falava comigo desde minha última briga, contribuiu pra que meu amigão e eu ficássemos animados e ele endurecesse ainda mais, se é que isso é possível. Junto com o fato de que eu tava comendo a Nora do jeito que ela gosta, e obviamente depois ela não ia negar a bunda dela!
Depois de largar meu celular em qualquer lugar, peguei a cintura da Nora de novo e comecei a meter com paixão e profundidade, e ela voltou a gemer e a gritar bem alto como eu tava fodendo ela gostoso.
Nora: Aaah!... aaahhhh.... isso, pardal, isso, arrebenta minha buceta, vai.... ahhh!
Esses gemidos eróticos fizeram eu também tremer numa gozada violenta, então tirei meu pau deixando ela apoiada na bunda perfeita dela. Nessa posição, continuei descarregando meu leite no buraquinho mágico dela...
Eu gozava pra caralho... Aí percebi que podia sujar a cama, então tive que colocar minha mão na bunda macia dela pra segurar. Mas enquanto tentava evitar derramar meu gozo, aconteceu que com meu movimento surpresa, sem querer enfiei a ponta do meu pau no cobiçado cu da Nora, ela deu um gritinho de susto e afastou um pouco a bunda.
Vendo a reação dela, sacudi maliciosamente meu pau sobre a bunda linda da Nora, deixando ela toda melada, a verdade é que fiquei impressionado com a minha gozada violenta. Enquanto isso, a Nora ainda tava sentindo os resquícios do orgasmo dela... Não sei por que, enquanto olhava pra bunda perfeita que seria minha em breve, fiquei absorto pensando na Fer.
Quando parei de derramar meu gozo, procurei algo pra me limpar e não sujar nada, só vi uns lencinhos descartáveis de limpeza de maquiagem e peguei alguns... depois que minha linda Nora se recuperou, ela também me ajudou a me limpar com uns lenços demaquilantes da Fer pra não sujar a cama dela.
Nora: Você é fantástico, pardal, mas quase deixou as marcas da sua gozada na cama da Barbie, hehehe.
Eu: É, quase deixei um estrago. Difícil de resolver e mais difícil ainda de explicar, hehehe… é melhor você me dar sua bunda no meu quarto.
Nora: Não é problema, já transei onde queria, na própria toca da “Loba Alfa”, hahaha
Eu: Você é uma putinha mesmo, hahaha, quando te conheci não pensei que fosse tão vadia…
Nora: Não era, e pra todo mundo não sou, você que me transformou na sua putinha, hahaha
Antes de arrumar a cama e organizar tudo, Nora pegou meu celular e me disse algo que me surpreendeu:
— Tira uma foto minha na cama…
Eu: Tem certeza?... Alguém pode ver…
Nora: Sim, você! Pra se lembrar de mim e de como me comeu nessa cama…
Eu: Hahaha… Você é uma garota muito safada!…
Tirei várias fotos dela, algumas inocentes, outras sexy e algumas eróticas. As primeiras não agradaram Nora porque não dava pra ver direito onde ela estava e como estava, até que eu entendi o que ela queria. Quando consegui tirar as fotos certas, ela disse pra arrumarmos tudo… Depois de fazer a cama, já que o quarto estava com cheiro de sexo, deixamos a janela aberta pra arejar, e fomos pegar as roupas que tínhamos largado desde a entrada… porque se alguém chegasse, ia ser difícil nos vestir, hahaha.
Quando terminamos de arrumar, estávamos com sede e fome, então, completamente pelados, tomamos um café com biscoitos na cozinha. Depois de suprir essa necessidade básica de alimentação pra recuperar as forças, Nora me pegou pela mão e, puxando, me levou até nossa última parada. Quem parecia desesperada era ela, então entramos no meu quarto entre risadas e brincadeiras. A verdade é que Nora é tão jovial quanto perversa…
Já eram umas quatro da tarde, e por mais que a gente gostasse de ficar assim, não podíamos perder tempo, porque logo teríamos que fazer nossas tarefas da faculdade, além de estar vestidos antes das seis, horário que a Fer geralmente chegava em casa… não podíamos tentar a sorte, mesmo que Nora adorasse sentir o tesão e a adrenalina de estar prestes a ser descoberta pela Fer.
Posso Dizer que Nora já não considerava a Coté uma ameaça na disputa pelos meus favores, aliás, ela me disse que eu deveria terminar com ela pra não fazê-la sofrer, e também que, se eu quisesse, a gente podia tentar algo entre nós dois… só falei que ia pensar.
Acabadas as brincadeiras e idiotices, convidei a Nora pra cumprir a promessa dela, ela me olhou com aqueles olhos de gata safada que eu amo. Já no quarto, começamos a nos beijar com uma certa doçura, ela por iniciativa própria percorreu meu corpo com beijos, o que achei muito sensual e me deixou super empolgado, só de pensar que a bunda dela seria minha, fez meu pau subir duro e cheio de veias, louco pra avançar naquele buraquinho tão desejado.
Ela se virou de costas pra mim e, quando me aproximei, meu pau subiu e ficou preso entre as pernas da Nora, esfregando a cada movimento a rachinha do cu dela… logo comecei a amassar a bunda dela, a cintura e os peitos, que tinham uns bicos duros e empinados, a temperatura dos nossos corpos subiu que nem uma caldeira sem controle… daí a Nora, enquanto acariciava meu pau, me pergunta:
— Cadê o creme?
Eu: — Que creme?
Nora: — Cê não vai querer arrombar meu cu com essa pica toda sem passar um lubrificante na… entrada, né?
Eu: — Ah! Sim, sim… claro… vou ver onde tem…
Fui no banheiro e revirei o armário onde eu e a Fer guardamos as coisas, achei um creme de Aloe Vera que a Fer sempre dizia ser maravilhoso pra queimaduras e pra lubrificar a pele, achei que servia e comecei a passar no meu pau enquanto voltava com a única ideia de meter até o fundo na Nora.
Quando entrei, vi que a Nora já tava me esperando de quatro em cima da minha cama, o rosto dela mostrava um certo nervosismo, imagino que por mais ousada que minha amante linda fosse, só de pensar que eu ia furar o cu dela com meu pau, já dava uma certa apreensão.
Eu: — Como é que tá minha putinha? Olha só o que eu tenho, hehehe
Nora: — Uff! Que bom que você achou…
Eu: — Vou te tratar bem, não se preocupa.
Nora: Ah, não sei... assim espero... Como eu fico?...
Eu: Do jeito que você está, está perfeita
Mesmo ajoelhada de quatro na minha cama, ela se mexia ansiosa, depois se inclinou pra frente deixando a bunda empinada, enquanto a cabeça descansava na cama e ela me olhava como podia... Ao vê-la tão entregue e submisa, pensei em tomar sua última virgindade com a maior suavidade que conseguisse, não podia nem queria deixá-la traumatizada.
Decidi ir com cuidado, mas sem mais enrolação, não queria que Nora se arrependesse. Por isso, beijei ternamente a bunda dela toda enquanto passava um pouco de creme na mão pra começar a espalhar na bunda dela, no monte de Vênus e entre as pernas. Ela gemeu de desejo, deixando claro que minhas carícias estavam fazendo efeito, tanto que notei que os pelinhos dourados da pele dela se arrepiaram, deixando a pele lisa e sedosa toda cheia de arrepios.
Tentei não perder o fio das minhas ações e pensamentos, então minhas mãos continuaram as carícias percorrendo todo o corpo desejável e lindo dela. Ainda assim, percebi que Nora estava meio tensa, então continuei até sentir ela menos "dura"...
Eu: Calma, vou ser suave...
Nora: Você fala isso porque não vai enfiar uma pica enorme no seu cu, hehehe
Eu ri da piada dela sem responder, depois separei cuidadosamente as nádegas dela pra ver melhor a bunda enrugada e perfeita... o último objeto dos meus desejos ainda não provado em Nora... aquela bunda que provavelmente era desejada por muitos outros, incluindo o professor Morgado, maldito velho!... Passei um dedo com creme nela... Nora ficou rígida, endurecendo as nádegas, mesmo com meu toque sendo muito suave e carinhoso.
Se Nora soubesse que eu tinha arrombado a bunda da Coté sem piedade, ela provavelmente entenderia esses nervos, hehehe... Com ela, minhas ações eram tomadas com calma demais, talvez até demais, então me liguei e comecei a acariciar a bunda e o cu dela com uma suavidade enérgica. Incrivelmente, Nora começou a relaxar, e finalmente... Ouvi o que queria:
Nora: Vamos, se apressa... moça...
Eu: Finalmente concordamos, coração, hehehe
Passei mais creme na bunda dela e no Monte de Vênus, Nora gemia cheia de vontade. Quando coloquei um dos meus dedos no cu dela, a pele dela se arrepiou de novo, e o cuzinho dela se fechou num apertão. Mesmo assim, ela não recusou meus carinhos; aliás, quando meu dedo deslizou no cu dela, ela disse:
Ahhh, que... que... grande...
Eu: Não é tão grande, é só meu dedo, te incomoda? — falei, com medo de que ela se arrependesse.
Nora: Mmm... Não, continua, tá gostoso
Continuei enfiando meu dedo besuntado de creme naquele cu perfeito e enrugado, enquanto estimulava a buceta dela e, com a mão livre, amassava um dos peitos dela, pressionando de leve aquele corpo escultural. Assim, ela foi se entregando à ideia de que eu ia "arrebentar aquela bunda gostosa". Quando percebi que o cuzinho apertado dela já não era mais uma barreira intransponível, passei mais creme da Fer e comecei a esfregar meu pau na frestinha do Monte de Vênus, e também lambi o cu dela só pelo tesão de fazer isso, já que tava bem besuntado de creme.
Enquanto fazia isso, Nora começou a rebolara bunda, o que fez meu dedo indicador entrar e sair do cu dela, fazendo ela gemer mais alto e pegar no meu pau, tentando enfiar ele sozinha. Aí não hesitei mais e me preparei pra arrebentar aquele rabo, coisa que eu queria há um tempão.
Me posicionei atrás daquela bunda linda e perfeita, tirei o dedo e encostei a cabeça do pau no cu dela. Ela se tensou de novo, apertando a bunda, mas com uns carinhos suaves nas nádegas, ela foi relaxando até que, de repente, dei um tapa sonoro na bunda dela (mais barulho do que força), fazendo uma Nora surpresa relaxar o rabo...
Nora: Auchhhh!... Ahhh!, ei... você tá colocando...
Eu: Calma, acho que você tá pronta
Nora: Mmmm... Sim!... mm, entrou
Eu: Só a pontinha, a parte mais difícil, hehehe
Nora: Ahhh... sim... vai... enfia... vamos... enfia!...
Fui enfiando meu pau lubrificado na bunda dela bunda perfeita, no começo foi difícil e ela reclamou um pouco, então eu pausava a invasão colocando um pouco mais de creme e, a cada vez... suavemente voltava à carga... a bunda dela se abria diante dos meus olhos permitindo minha entrada, olhar o corpo delicado dela da minha posição me esquentava cada vez mais, mesmo assim me segurei, não queria machucá-la, porque ao contrário da bunda enorme da Coté, achava que essa raba menos volumosa não aguentaria se eu metesse na bruta.
Nora: Ahhh... uffff... tá entrando, ahh!... tá entrando... mete... vamos...
Minha glande e mais um pouco estavam completamente dentro da bunda da minha amante, então continuei sem maiores problemas nem reclamações até a metade... Esperei alguns segundos. Percebi que Nora estava na expectativa, então, como não houve reclamações, continuei até chegar no fundo.
Nora: Você me encheu de pica, pardilho, ahhh... Mmm... dói um pouco, mas não é ruim... Ahhhmmm... vai... acho que aguento.
Eu: Beleza, coração, lá vamos nós...
Ao ouvir isso, comecei um vai e vem lento e suave, enquanto acariciava as nádegas macias dela e olhava suas costas perfeitas e os cabelos bagunçados depois de tanta foda. Uhmm! Se os caras da universidade pudessem ver ela agora, longe da perfeição feita mulher que irradia pelos corredores da faculdade, não acreditariam, muito menos que eu a tivesse empalada até o talo... acariciei as nádegas dela de novo, satisfeito por tê-la como queria... empalada até as bolas, depois continuei com a mesma suavidade.
Nora: Isso, assim devagar... Mmmm... que gostoso, não é igual pelo pussy, mas tá bom...
Eu: Pra mim é mortal, porque é bem apertado e sinto cada parte da sua bunda, é foda!...
Continuei com o vai e vem sentindo cada músculo do esfíncter dela roçar no meu pau enquanto aumentava a velocidade, Nora gemia cada vez mais alto... agora eu só me preocupava com meu próprio prazer, claro que ela, nem um pouco boba, começou a se masturbar o pussy com uma mão, sei disso porque senti, já que de vez em quando tocava no meu pau, como conferindo se ainda estava lá. Nora: Auuu! ... Não tão forte! ... Sssim! …. sim, assim! … continua.
Continuei metendo o pau guiado por ela, até que a dor foi se transformando devagar em puro prazer… incrivelmente, a Nora tinha a mesma resistência que a Coté, mesmo calçando botas de tamanhos bem diferentes, hehehe. Então, sem ser mais bruto, comecei a meter com gosto no cu dela, no fundo queria realizar meu desejo de arrebentar a bunda dela, percebi que, mesmo aguentando e não parando de se masturbar com uma mão, a outra mão, com os dedos, arranhava os lençóis...
Nora: Auchhh! ... Não tão forte ... Ai! ... você tá me arrebentando o cu! Auchh! ...
Já era tarde pra Nora, minha tarada tava no talo e meu tesão era extremo, então, mesmo não sendo um selvagem, não dava pra ser mais suave, apesar da bunda dela ainda ser bem apertada, continuei socando o buraquinho dela.
Tava nessa quando senti a porta abrir e largarem umas chaves na mesinha da entrada. Então desmontei ela rapidinho pra ir fechar minha porta, ela tava paralisada e com uma cara de susto danada, nisso, com meu corpo segurando a porta, sinto que tentam abrir enquanto diziam:
Fer: Claudio, cê tá bem?
Eu: É, Fer…
Meu coração batia forte e rápido, parecia coelho assustado, instintivamente olhei pra Nora, ela não tava melhor que eu, a situação inesperada nos deixava aterrorizados…
Fer: Posso entrar?
Eu: Não, verdade que tá tudo muito fedido, cê sabe… meu estômago…
Fer: Ahhh! por isso minha janela tá aberta…
Eu: É, pra ventilar o apartamento, tô morrendo…
Fer: Bom, se precisar de algo me fala…
Eu: Sim, claro…
Nora me olhou como quem pede explicações, ainda não eram nem cinco e meia e a Fer já tava em casa… Mas nem eu sabia o porquê! Agora ela, ou melhor, nós, távamos presos no meu quarto, porque era quase impossível ela sair de um apartamento tão pequeno sem ser descoberta, além de que não tinha mais espaço pra qualquer tipo de explicação.
Nora: O que a gente faz?
Eu: Esperar….
Nora: Mas lá pelas seis eu tenho que ir, aliás, nessa hora eu devia vir pra cá.
Eu: Por que pra cá?
Nora: Pra preparar a defesa do super trabalho…
Eu: Parece que estamos enrascados… vamos pensar no que fazer…
Nora: Primeiro, nos vestir, arejar o quarto e ver como saímos.
Eu: É, vamos fazer isso primeiro, mas vamos terminar o que começamos…
Nora: Você é um tarado, hehehe… vai me comer enquanto a Fer tá em casa.
Eu: Sim, foi minha resposta lacônica.
Depois de sentir que a Fer já não circulava pela casa toda, montei na Nora de novo, e devagar enchi o cu dela de pau, ela aguentou minha penetração mordendo o travesseiro da minha cama, meu coração batia acelerado, claro que não sabia se era pelo que eu tava fazendo com minha linda Nora ou pela adrenalina correndo no meu corpo com a chance de sermos descobertos… Assim continuei metendo, até que tanto eu quanto ela gozamos em silêncio, ela com a boca ainda mordendo o travesseiro, eu meus lábios… A verdade é que o tesão era extremo, minha amada prima estava a passos de nós, “inocente” pra cena onde eu tava fodendo a amiga e rival dela… Logo derramei toda a porra que me restava no cu da Nora, tudo como se fosse um filme mudo.
Terminada a foda, nos vestimos entre risadas nervosas e beijos rápidos, quando já estávamos vestidos, saí com o cuidado de um agente secreto do meu quarto pra ver onde a Fer estava, encontrei ela na cozinha, o que me estranhou porque era minha vez de cozinhar, então perguntei:
Eu: O que cê tá fazendo, Fer?
Fer: Sua janta e a minha, mesmo que você não mereça…
Eu: Ainda tá brava?
Fer: Sim!…
Eu: Mas agora cê fala comigo…
Fer: Porque você tá doente e o vô me fez prometer que cuidaria de você…
Eu: Você falou com o vô…
Fer: Agora não, foi quando vim estudar nessa universidade e cumpro minha promessa.
Eu: Valeu, mas não precisa me preparar a janta.
Fer: Sim, assim garanto que você não vai comer a porcaria que costuma comer…
Eu: O que vou jantar?
Fer: Canja de galinha e frango cozido com arroz…
Eu: Uhm! Soa apetitoso, falei com sarcasmo.
Fer: Se não fosse pela minha promessa, te daria ameixas verdes…
Eu: Ufa! Graças a Deus que você prometeu ao vovô cuidar de mim.
Enquanto Fer estivesse na cozinha, Nora não podia sair do apartamento, ainda mais se depois fosse estudar, então eu tinha que aturdi-la, ou talvez fazê-la sair com algum pretexto, mesmo sem ter experiência nisso, hahaha… a verdade é que em crises eu tenho sangue frio e me vêm todo tipo de soluções na cabeça, talvez eu tenha espírito de agente duplo zero igual ao James Bond com licença pra matar, hahaha.
Enquanto pensava no que fazer, comecei a olhar pra ela, ela estava linda fazendo coisas por mim, fiquei tentado a acariciar aquela cara de anjo… Devo confessar que ela sempre me distrai, então foi difícil me concentrar no meu problema, que estava trancado no meu quarto. Depois de um tempo, tive uma ideia simples (as melhores) e muito fácil de executar, então com minha melhor cara de vítima falei pra Fer:
Eu: Priminha do meu coração, você poderia ir comprar Perenteryl ou algo parecido…?
Fer: Por que você não pode ir?
Eu: Porque não posso me afastar muito do banheiro, e a farmácia fica a duas quadras daqui…
Fer: Tá bom, não devia fazer isso, mas vou comprar seu veneno…
Eu: Valeu, Fer, você não sabe como meu estômago e eu agradecemos…
Fer: Não sei por que prometi isso ao vovô!... Meu Deus!
Fer parou o que estava fazendo, vestiu uma jaqueta e, depois de me pedir dinheiro, saiu rumo à farmácia. Na sequência, fui ao meu quarto buscar a Nora. No melhor dos casos, tínhamos 20 minutos pra agir, então falei pra Nora:
Você tem que ir agora.
Nora: Fer?
Eu: Fer foi na farmácia que fica a duas quadras, é sua chance.
Nora: Tá bem, mas antes um beijo de despedida, seu safadinho.
Eu: Vamos, Nora, você tem que sair, se ela descobre, nos mata os dois.
Sem me dar ouvidos, ela me beijou com paixão, colando o corpo no meu, igual uma lapa. Por um instante, me deixei levar pelo instinto e agarrei ela. Sua bunda, aquela bunda que tinha sido minha há poucos instantes, mas aí eu retomei o controle com a cabeça de cima e falei:
Eu: Vamos, desce as escadas...
Nora: Ok, vou embora, mas volto, seu otário...
Eu: Toma seu tempo, pelo menos uns 20 minutos...
Nora: Tá bom...
Finalmente a Nora foi embora, a situação tá sob controle, minha vida já não corre perigo. Então fui pro meu quarto, arrumei umas coisas e abri a janela, depois passei desodorante de ambiente em tudo e pronto, o cheiro do crime tinha sumido... Finalmente peguei meus livros e sentei pra estudar, bora que nem tudo pode ser farra!...
Pouco depois a Fer chegou e me obrigou a tomar uma infusão com o pó de Perenteryl, não era tão ruim e, mesmo não estando doente, achei que não ia me afetar muito tomar aquilo.
Aí a Fer pegou os livros dela e sentou na minha frente. Fiz de tudo pra não olhar pra ela, mas ela é uma mestra em se fazer notar e finalmente conseguiu o que queria: eu olhei!... Sim, confesso e, pra aumentar minha culpa, declaro que olhei pras tetas dela, olhei com desejo, olhei praquele decote que se abria na minha vista. Quando me toquei, levantei o olhar e encarei os olhos dela, tava claro que ela sabia que eu tava olhando com um desejo descarado de ver aquelas delícias que a natureza deu a ela.
Fer: Já me olhou o suficiente, agora espero suas desculpas...
Eu: Minhas desculpas?
Fer: Sim, por ter me deixado na mão e ter comido outra.
Eu: Peço perdão por ter te deixado na mão, mas sobre ter comido outra, você sabe que tô namorando a Coté e que com ela a gente...
Fer: Sei que com sua namorada vocês têm encontros... carnais, aceito isso, mas não tô falando dela, não se faça de besta, sabe que tô falando da Nora.
Eu: Mas é que ela...
Fer: Já te falei que não sou burra, sei perfeitamente que você comeu ela, não me faça ficar puta de novo, que me custou muito voltar a falar com você, aliás, se você não tivesse doente, a gente ainda taria sem se falar.
Eu: Tá bom, peço perdão por ter comido a Nora, falei colocando cara séria e inocente… Fer: Viu? Não foi tão difícil… Te perdoo com uma condição…
Eu: Qual?
Fer: Não vai mais comer a Nora…
Eu: E a Coté?
Fer: Ela não é sua namorada?…
Eu: Sim, claro… Por que eu tinha que perguntar merda?, de novo a Fer tava controlando minha mente e agora controlava meu amigão, acho que tenho que fazer algo com minha burrice… tava pensando nisso quando tocaram na porta, e não da portaria, então a Fer, meio estranhada, levantou e foi abrir…
Fer: Oi Nora, chegou na hora certa pra gente preparar o trabalho.
Nora: Oi Fer, oi Claudio, é, a gente tem que passar…
Eu: Oi Nora, como cê tá?
Nora: Meio incomodada com minha retaguarda…
Fer: Por quê?
Nora: Nada demais, tô com a buceta doendo de tanto montar pras câmeras, o cavalo era muito grande e duro.
Fer: Como assim?
Nora: Um comercial que talvez saia um dia, jejeje, falou me olhando com malícia.
Fer: Cê não devia ficar montando animal grande por aí, hahaha
Nora: Normalmente não faço isso, foi a primeira vez, hahaha, verdade é que não sei se me acostumaria, não nasci pra vaqueira, hahaha.
Eu: A prática leva à perfeição.
Elas trabalharam umas duas horas no trampo delas e coordenaram tudo pra grande apresentação, verdade é que era tanta algazarra que me distraía, então me tranquei no quarto enquanto elas faziam o delas. Quando ouvi que terminaram, saí pra me despedir. As duas me olharam e, sem mais nem menos, a Fer falou:
Cê podia levar a Nora
Eu: Mas meu estômago.
Fer: Cê já tomou seu chá, acho que não vai te dar nada.
Eu: Uhum, cê tem razão… tomara que não dê nada…
Nora: Por mim não se preocupa, Claudio.
Fer: Não é incômodo, bom, pra você talvez seja, já que cê vai ter que montar na moto, hahaha
Eu: Cê diz, Nora.
Nora: Vamos, aguento, hahaha
Saímos do prédio pelo estacionamento, logicamente a Nora tava colada nas minhas costas que nem uma lapa, mas por algum motivo que ainda não entendo, não me causava o mesmo tesão que com a Fer, sendo que a Nora era linda, e inteligente, com um corpo de matar, mas não era a mesma coisa. De qualquer forma, ela me atraía de um jeito especial, já que a Nora é toda uma mulherão.
Quando cheguei na casa dela, ela me entregou o capacete, tirou o meu e me beijou com uma ternura apaixonada, a verdade é que meu pau endureceu na hora e eu, que ainda estava montado na moto, puxei ela pra perto. Ela encostou a buceta na minha perna e ficou se esfregando nela. Se a Fer era um demônio erótico, a Nora era um demônio lascivo.
Nora: O que a Fer te disse?
Eu: Que não podemos mais foder...
Nora: E você vai obedecer?
Eu: Por que eu deveria?
Nora: É, meu bocó tá aprendendo, hahaha
Eu: Sim, acho que sim, hehehe
Nora: Tchau, bocó, a gente se vê...
Eu: Tchau, Nora, cuidado com aquele bundão.
Nora: Tô ligada, vou evitar que o bicho grandão me monte, hahaha
Voltei pra casa pouco depois, como já era tarde, não pensei que a Fer estivesse me esperando... Assim que entrei, ela espiou a cabeça da sala de jantar e perguntou pela Nora, e eu disse que tinha deixado ela em casa sem problemas, mas ela ficou me encarando como se procurasse algo a mais no meu rosto ou nos meus gestos...
Eu: O quê?
Fer: Fala você...
Eu: De novo, o quê?
Fer: O que houve com a Nora?
Eu: Nada.
Fer: Como assim, nada?
Eu: Não sei o que você tá imaginando...
Fer: Bocó, eu inventei todas as suas desculpas e evasivas antes de você, não me engana.
Eu: Não sei o que você quer que eu diga, mas sei que você tá paranoica, vamos jantar logo!
Jantamos em silêncio, um silêncio só quebrado pra pedir o azeite ou os guardanapos, nada mais... minha priminha me olhava como se estivesse me examinando, procurando algo nos meus pensamentos... me deixou tão nervoso que não soube o que fazer, então, num surto de loucura e com o objetivo de desconcertá-la, falei:
Quer me mostrar os peitos?
Fer: Depois do que você me fez, quer ver meus peitos? Não bastam os da Nora e da Coté?
Eu: Você disse que eu podia pedir o que quisesse, e que não fosse um bocó tímido... então tô pedindo pra você me mostrar os peitos.
Fer: Você é um tarado, mas tem razão, eu falei... agora você tá como deve ser...
Não entendi o que ela quis dizer, mas ela se levantou da cadeira e Sem tirar os olhos de mim, ela soltou o sutiã, tirou ele sem se livrar da camiseta, deixou ele em cima da mesa. O olhar dela era duro e desafiador, mas eu não falei nada, acho que minha expressão era quase igual à dela... Daí, sem desviar o olhar, ela pegou as bordas da camiseta e levantou ela... Os peitos dela caíram pesados, deram uma espécie de balançada... Ali estavam os peitos que me tiravam o sono... os da garota que me deixava maluco, como eu queria tocar neles... será que era possível?...
Eu: Posso tocar neles?
Fer: Mas... o que você tá dizendo?!... sou sua prima...
Eu: Eu sei...
Fer: .....
Ela não me respondeu, então eu levantei e fui na direção dela... Fer ainda estava com a camiseta levantada, me olhando sem responder ou reagir. Não tinha mais volta, então com as duas mãos, pela primeira vez, peguei nos peitos pesados dela, meu pau enlouqueceu na hora... mas não passaram nem dez segundos (inesquecíveis), quando ela saiu daquele estado quase catatônico, reagindo muito rápido pra abaixar a camiseta escondendo os peitos preciosos dela, depois me pegou pelos pulsos tirando minhas mãos daquelas preciosidades e correu pro quarto dela.
Tudo aconteceu muito rápido, aliás, eu segui ela até o quarto dela e tentei falar com ela, mas ela bateu a porta na minha cara e trancou, e por mais que eu tentasse falar com ela através da porta, ela não deu sinal de vida até o dia seguinte. Tentei estudar, minha cabeça era um turbilhão de tribulações, então finalmente desisti e guardei meus livros e laptop pra ir pro meu quarto. Quis dormir, mas a lembrança dos peitos dela era um pensamento recorrente, tanto que fui pro banheiro e, feito um adolescente, bati uma punheta feroz sentado no vaso, imaginando que era a Fer quem tava me fazendo um love... sim, me fazendo um love...
Percebi que sou um idiota incestuoso, e durante aquela noite só pensei nela, em mais ninguém... Pelo amor de Deus, o que tava acontecendo comigo?... Por que ela?... Por que comigo?... Ela é minha prima... além disso, tenho uma amante que é uma gostosa, tão gostosa que é uma rival direta da minha prima no concurso de beleza da universidade. Sem contar que minha namorada oficial é quase tão gostosa quanto as duas lindas arpías que enchem minha vida, e por quem sou invejado por muitos caras da faculdade.
Continua...
Já que com a Fer a gente foi cada um por conta pra universidade, peguei minha moto e fui curtindo o caminho; quando cheguei, encontrei a Coté perto da entrada e fui até ela. A Coté tava meio distante, o cumprimento dela foi quase de amigos, o que me estranhou, mas não pude investigar mais, porque a gente entrou pra aula.
Depois de cuidar das minhas coisas no começo de um dos intervalos, peguei na mão dela com a "sã intenção de dar uma rapidinha", tipo um reencontro, ou talvez mostrar meu carinho por ela pra aliviar minha consciência. A Coté, feito uma toureira experiente, me deu um "drible" e, sem ser muito grossa, falou pra deixarmos pra depois da aula no apartamento dela, já que tava muito ocupada e não podia perder as próximas aulas. Ainda mencionou que tinha que fazer um trabalho em grupo, e que depois disso, a gente tinha que trabalhar nos nossos próprios projetos.
Eu: Beleza, amor, a gente se encontra na minha moto às cinco, falei.
Coté: É, às cinco...
Eu: Coté, tá acontecendo alguma coisa?
Coté: Não, nada...
Eu: Qual é, te conheço e sei que tem algo, me fala que a gente pode resolver.
Coté: A verdade é que são besteiras minhas...
Eu: Fala, a gente pode conversar e talvez eu te ajude...
Coté: Bom... o negócio é que você não me ligou o fim de semana inteiro e agora só quer me comer... Cadê o Claudio gentil que me encantou?
Eu: Tô aqui, só que minha família me encheu o saco, só isso...
Coté: Não seria sua prima...
Eu: Não, de jeito nenhum...
Coté: Tá bom, a gente se vê às cinco na sua moto.
Na hora do almoço, avistei a Nora e a Fer, as duas estavam em grupos diferentes e provavelmente com as relações cortadas. Vendo elas nessa vibe e a Coté cuidando dos próprios assuntos, pensei que seria melhor tentar resolver algo com a Fer, já que moro com ela, então fui na direção do grupo dela.
Cheguei cumprimentando a galera, a maioria eu conhecia, mas minha priminha me olhou e, sem dizer nada, virou as costas e eu fiquei. cumprimentando as costas dela, embora todo mundo tenha percebido a indireta, não fiz escândalo nenhum, virei de costas sem saber o que fazer.
Mesmo estando bolado e pensando que aquilo não podia ficar assim, deixei pra esclarecer as coisas com a Fer outro dia e fui conversar com o grupo da Nora, que tava perto, apesar dela estar com o próprio grupinho de bajuladores. Bem na hora que eu ia chegar, vi ela se despedindo do grupo e vindo na minha direção.
Nora: Oi, gatinho, vejo que sua priminha te trata igual me trata, hahaha…
Eu: Se você chama de tratamento ser totalmente ignorado, então sim! Ela não fala comigo…
Nora: Mas se agora você tá falando comigo, menos ainda ela vai falar… hahaha
Eu: Sinceramente, tô pouco me fodendo pro humor dela, uma hora ela vai ter que falar comigo… E você, como tá?
Nora: Bem, esperando a hora que a gente puder ficar a sós…
Eu: Sério? Lembra que eu tenho namorada…
Nora: Namorada e um amor não correspondido, hahaha, eu sei, hahaha… mas você é muito gato e o melhor gostoso que já transei na cama, e isso se agradece…
Eu: Então nossa relação é só sexo…
Nora: Não, não é só sexo, mas sei que a Fer é seu “coração” e entendo. Nesse caso, posso ser sua amante…
Eu: E na sua opinião, a Coté é o quê???
Nora: Uma coitada que você deveria terminar…
Eu: Ahh, e por que motivo?
Nora: Simples, você não ama ela, não deseja ela como me deseja ou a Fer…
Eu: Uau, que ego o seu, amiga, que ego…
Nora: Não é ego, é a realidade, ela não merece que você seja assim com ela.
Eu: Assim como?
Nora: Preferir outra no lugar dela…
Eu: Não é assim…
Nora: É sim, e vou te provar…
Eu: Como?
Nora: Vamos foder…
Eu: Por que eu faria isso? Mais tarde eu vou foder ela.
Nora: Se você for comigo agora, minha buceta vai ser sua, simples assim…
Eu: Sério?...
Nora: Sim.
Eu: Mas eu tenho aula e depois vou ficar com ela, não pode ser mais tarde…
Nora: A oferta é agora ou nunca…
Hesitei por um instante, mas minha vontade de possuir aquela buceta de modelo de lingerie me chamava pra fazer merda; além disso, minha luxúria dizia pra mim mesmo: “olhos que não veem, coração que não sente”. Por outro lado, as aulas que eu tinha eram de uma oficina que eu dominava tanto que me ofereceram pra ser assistente de um dos professores. Eu podia faltar e ainda me atualizar a qualquer momento. Quanto à oferta da Nora, tava claro que era só uma oportunidade… optei por seguir o conselho da minha libido e "comer" a Nora.
Nora: E então, pra onde você vai me levar?
Eu: Pra minha casa, vamos de moto e voltamos rápido.
Nora: Uau, o bobo decidido, hahaha…
Eu: Só porque sua bunda merece, hahaha
Nora: Vamos
Não vou mentir, sabia perfeitamente que a Nora tinha razão de que eu não amava a Coté e, mais ainda, não senti um grande remorso por trair minha namorada mais uma vez… caralho, já não me reconhecia mais! Teria chifrado a Coté mil vezes se fosse a bunda da Fer, mas foda-se, a bunda da Nora também valia a pena ser um cara desprezível.
Subimos na moto e saímos rápido da universidade, mesmo que o que eu queria fazer com a Nora exigisse calma e tranquilidade, o tempo era curto.
De novo, sentir a Nora nas minhas costas foi gostoso, mas de alguma forma inexplicável, não era o mesmo que sentir a Fer. Enfim, ia me dar o prazer de arrebentar aquele cu perfeito que a Nora tinha.
Chegamos no apartamento do meu avô em menos de 12 minutos, um recorde de viagem entre a Uni e minha casa… descemos pro subsolo e pegamos o elevador pra entrar direto no apê do meu avô sem passar pela portaria, não queria nenhuma indiscrição dos babacas que atendem na entrada, por isso também nos comportamos como santos lá dentro por causa das câmeras de segurança.
A Nora tava sorrindo e feliz, mesmo eu prometendo arrebentar o cu dela na porrada. Mas ela me fez duas exigências que eu nem tinha pensado: a primeira, e acho que a mais normal, é que eu tinha que foder a bucetinha dela antes; e a segunda, que me surpreendeu, é que tudo tinha que ser na cama da Fer.
Obviamente aceitei os pedidos dela, seria do jeito que ela quisesse. desejava, mas agora me senti culpado, bem, meio culpado. A segunda exigência me deixou um pouco perturbado: o que aconteceria se minha priminha descobrisse que eu tinha fodido uma garota na cama dela?
Entramos e começamos a nos beijar e acariciar com paixão. Enquanto avançávamos pelo apartamento, íamos nos despindo, largando nossas roupas em qualquer lugar. Por um momento, imaginei a cena: se o avô entrasse no apartamento agora… já tinha cagado tudo ao deixar a neta preferida dele "plantada", ver que eu estava manchando o lugar de descanso dela fodendo uma garota tão gostosa quanto a Nora… ele ia ter um infarto! Nada no mundo me salvaria de um castigo exemplar… Aliás, só de pensar nisso, meu coração acelerou, a adrenalina me inundou e meu pau enlouqueceu. Os últimos metros até o quarto da Fer eu fiz com o pau enfiado entre as bundas da Nora, que ria como uma louca da minha palhaçada.
Deitei ela na cama e — não sei por quê — abri as pernas dela e comecei a chupar a bucetinha dela! Sim, a Nora me surpreendeu mais uma vez: a bucetinha dela agora estava totalmente depilada, parecia a bucetinha de uma pré-adolescente. O monte de Vênus dela, inchado e brilhante com os fluidos, estava muito tentador — suculento seria mais preciso na descrição.
Enfiei minha cabeça entre as pernas dela e minha língua na bucetinha, procurando o botãozinho mágico. Passei a língua e chupei o néctar dela como nunca tinha feito antes. Nora acariciava meu cabelo e pedia mais e mais. Ela estava louca de tesão, então logo gozou. Pela primeira vez, senti na boca uma gozada feminina. Foi uma experiência incrível, adorei — talvez tanto quanto ela.
Nora: "Ai, pardal, você me matou. Nunca tinha gozado assim… na verdade, nunca tinham chupado minha buceta sem eu fazer nada… Você fez assim com a Coté? Ah, é, né?"
Eu: "Não, só estava experimentando…"
Nora: "Uhm! Bom experimento… Agora me fode como prometeu."
Eu: "Claro, sua putinha, fica de quatro…"
Nora: "Mas não quero pelo cu ainda…"
Eu: "Não se preocupa, vai ser pela bucetinha…"
Nora: Nesse caso… tá bom assim? — ela disse, ficando de quatro.
Eu: Isso aí, assim mesmo!
A essa altura não ia ser delicado, então enfiei inteira até bater minhas pernas nas dela, depois tirei um pouco devagar e suave, pra meter de novo de uma vez… Nora começou a gemer e pedir pra eu continuar, que eu fodesse ela bem fodida.
Nora: Isso, pardal, assim… mete até o fundo! Ai, que grande que você tem, vai fundo.
Eu: Cê gosta da sua putinha?
Nora: Mmmm sim, você é maravilhoso… continua, me dá mais…
Enquanto segurava ela pelos quadris, comecei a observar o corpo lindo dela, era uma mina realmente gostosa, até mais estilosa que a Fer, que era sem dúvida mais voluptuosa, mas não parava de pensar como seria ter a Fer assim, nesse mesmo quarto que me era tão familiar.
Cada vez que eu metia, a bucetinha dela se abria admitindo toda a minha pica, se ajustando como uma luva, eu sentia cada roçada da xota molhada dela como se fosse a coisa mais sublime do mundo… Tanto ela quanto eu estávamos ofegantes de tesão e pelo esforço da foda, além disso notei que Nora gemia com uma doçura engraçada, parecia quando se acaricia uma gatinha… Toda a situação e o ambiente estavam cheios de prazer, acho que minha amante estava adorando foder na cama da agora pior inimiga dela.
Nora: Ahhhhhh… mmmmm… assim… assim, Claudinho!… Ohh…!!
A gente tava fudendo gostoso quando meu celular começou a tocar, lembrei que tava no corredor junto com minha calça, tentei ignorar, mas o celular não parava de tocar, eu não tenho caixa postal ativada, tentei me abstrair daquele som irritante, mas era tanta insistência de quem ligava que parei de montar a Nora pra ir desligar ele, com a pica ainda dura como ferro saí no corredor e peguei o celular com raiva, voltando na hora pra continuar dando o que era dela pra Nora, mas grande foi minha surpresa ao ver que a ligação era da Coté:
Eu: Oi, coração.
Coté: Oi, meu amor, cadê você se meteu?… não vi sua moto…
Eu: Ahh… é que fiquei doente. do estômago, algo me caiu mal… e voltei pra casa.
Inventei na hora, e foi convincente o bastante. Tava nessa quando Nora enfiou meu pau na boca e começou um boquete incrível, ela me olhava enquanto falava com a Coté, sem parar de chupar meu pau, me deixava nervoso ela com uma boquinha tão pequena e linda conseguir fazer aquilo… beijava minha cabeça, lambia meu tronco e me punhetava, sempre com os olhos de gata vendo minhas reações.
Coté: Tá muito mal… volta pras aulas?
Eu: Não vou ficar em casa…
Coté: Vou te ver…
Eu: Ahhh!… uff… não, por favor não… (Nora intensificava o boquete)
Coté: Não me custa nada, posso te dar um chá de ervas…
Eu: Mnnn nãoo… Ahhh não quero passar vergonha…
Coté: Parece que você tá muito mal!!!
Eu: Não, é que tô no banheiro e fica difícil falar, mas não vem, por favor, vou ficar bem…
Coté: Tem certeza? Não dá pra te ouvir direito…
Eu: É que tenho que esvaziar tudo…
Coté: Mas você vem pra minha casa?
Eu: Mmm acho que não, meu amor… vai ser… vai ser melhor deixar pra amanhã quando eu tiver recuperado…
Coté: Não invejo a Fer ter que aguentar um doente do estômago, hahaha
Eu: É, eu também não, invejo ela, ahhhh, é melhor eu desligar, coração…
Coté: Tá, amor, melhora, eu te passo os apontamentos das aulas que você perdeu… Tchau
Eu: Ahhh… Tchau, coração…
Nora: Tchau, coração (falou num tom de deboche) … infiel malvado, você é um tarado safado e imoral, hahaha
Eu: E você é minha putinha pessoal, somos um pro outro, falei meio irritado.
Nora: Somos sim, falou e continuou chupando.
Parei ela e fiquei atrás dela enquanto metia até o fundo da buceta… minhas pernas batiam na bunda da Nora, fazendo um barulho parecido com palmas que eu achava super erótico. Sem parar de lembrar que, por estar no quarto da Fer, minha imaginação voava, só de fechar os olhos eu sentia a bunda da minha prima arpia.
Nora: Você tá me comendo ou comendo ela?
Eu: Quem?…
Nora: A Fer.
Eu: Por que você diz isso?
Nora: Tô te olhando no espelho e você tá de olhos fechados. Ei, você é uma maldita…
Nora: Você que é pior, hahaha… era a Fer?, porque a Coté acho que não…
Eu: Só sentia você…
Nora: Seu mentiroso, mas tudo bem, continua assim…
Eu: Vou te arrebentar a buceta de porrada…
Nora: É o que eu espero, mas depois de me arrebentar a xota, hahaha
Acelerei minhas estocadas olhando pra Nora pelo espelho, ela segurava meu olhar com uma cara de gata no cio, enquanto tentava não gemer muito alto, mas meu ritmo de mete e tira já deixava ela à beira do orgasmo, mas por algum motivo ela se segurava pra não gozar.
Vendo ela perto do orgasmo desejado, me provocava, então eu me mexia bem rápido, fodendo ela com força. Nora agora começava a se mover conforme minha vontade, e já não conseguia parar de gemer. Eu tava fodendo ela sem dó na cama da Fer, enquanto a inocente tava na faculdade.
Nora: Ohh… ahh… mm… ahhh…!
De repente, meu celular tocou de novo. A única vantagem é que tava perto de mim, então enquanto fodía a Nora, atendi. Era a Fer.
Fer: Você tá doente?
Eu: Mmmm, sim, do estômago! Por isso voltei pra casa.
Diminuí a intensidade das estocadas pra não ouvir o barulho rítmico dos nossos corpos se chocando. Nora me olhava como podia, tentando descobrir quem era. Eu, como um mímico, falei que era a Fer. Isso de alguma forma agiu como afrodisíaco nela, e ela começou a rebolsar de um jeito mais que erótico, enquanto pelo espelho via eu fodendo ela e falando com minha prima, agora rival dela. Eu também notava como ela tentava se segurar pra não rir. Parece que Nora queria muito dizer pra ela que eu tava fodendo ela como nunca! … Como ela gostaria que o priminho dela desse! … Que o priminho era dela! …
Eu: Shiu… Tô falando! Falei tapando o microfone do celular.
Fer: Você tá com alguém?
Eu: Só com meu estômago que faz barulho…
Fer: Você tá bem?
Eu: Tô melhor… Como você soube que eu tava doente?
Fer: Encontrei a Coté… Vou deixar você, vou pras aulas. Se precisar de algo, me liga.
Eu: Ok, mas Ahh! … não … Nada! Nora e eu estávamos bem perto de gozar, a sacanagem de foder enquanto ouvia a voz da Fer, que não falava comigo desde minha última briga, contribuiu pra que meu amigão e eu ficássemos animados e ele endurecesse ainda mais, se é que isso é possível. Junto com o fato de que eu tava comendo a Nora do jeito que ela gosta, e obviamente depois ela não ia negar a bunda dela!
Depois de largar meu celular em qualquer lugar, peguei a cintura da Nora de novo e comecei a meter com paixão e profundidade, e ela voltou a gemer e a gritar bem alto como eu tava fodendo ela gostoso.
Nora: Aaah!... aaahhhh.... isso, pardal, isso, arrebenta minha buceta, vai.... ahhh!
Esses gemidos eróticos fizeram eu também tremer numa gozada violenta, então tirei meu pau deixando ela apoiada na bunda perfeita dela. Nessa posição, continuei descarregando meu leite no buraquinho mágico dela...
Eu gozava pra caralho... Aí percebi que podia sujar a cama, então tive que colocar minha mão na bunda macia dela pra segurar. Mas enquanto tentava evitar derramar meu gozo, aconteceu que com meu movimento surpresa, sem querer enfiei a ponta do meu pau no cobiçado cu da Nora, ela deu um gritinho de susto e afastou um pouco a bunda.
Vendo a reação dela, sacudi maliciosamente meu pau sobre a bunda linda da Nora, deixando ela toda melada, a verdade é que fiquei impressionado com a minha gozada violenta. Enquanto isso, a Nora ainda tava sentindo os resquícios do orgasmo dela... Não sei por que, enquanto olhava pra bunda perfeita que seria minha em breve, fiquei absorto pensando na Fer.
Quando parei de derramar meu gozo, procurei algo pra me limpar e não sujar nada, só vi uns lencinhos descartáveis de limpeza de maquiagem e peguei alguns... depois que minha linda Nora se recuperou, ela também me ajudou a me limpar com uns lenços demaquilantes da Fer pra não sujar a cama dela.
Nora: Você é fantástico, pardal, mas quase deixou as marcas da sua gozada na cama da Barbie, hehehe.
Eu: É, quase deixei um estrago. Difícil de resolver e mais difícil ainda de explicar, hehehe… é melhor você me dar sua bunda no meu quarto.
Nora: Não é problema, já transei onde queria, na própria toca da “Loba Alfa”, hahaha
Eu: Você é uma putinha mesmo, hahaha, quando te conheci não pensei que fosse tão vadia…
Nora: Não era, e pra todo mundo não sou, você que me transformou na sua putinha, hahaha
Antes de arrumar a cama e organizar tudo, Nora pegou meu celular e me disse algo que me surpreendeu:
— Tira uma foto minha na cama…
Eu: Tem certeza?... Alguém pode ver…
Nora: Sim, você! Pra se lembrar de mim e de como me comeu nessa cama…
Eu: Hahaha… Você é uma garota muito safada!…
Tirei várias fotos dela, algumas inocentes, outras sexy e algumas eróticas. As primeiras não agradaram Nora porque não dava pra ver direito onde ela estava e como estava, até que eu entendi o que ela queria. Quando consegui tirar as fotos certas, ela disse pra arrumarmos tudo… Depois de fazer a cama, já que o quarto estava com cheiro de sexo, deixamos a janela aberta pra arejar, e fomos pegar as roupas que tínhamos largado desde a entrada… porque se alguém chegasse, ia ser difícil nos vestir, hahaha.
Quando terminamos de arrumar, estávamos com sede e fome, então, completamente pelados, tomamos um café com biscoitos na cozinha. Depois de suprir essa necessidade básica de alimentação pra recuperar as forças, Nora me pegou pela mão e, puxando, me levou até nossa última parada. Quem parecia desesperada era ela, então entramos no meu quarto entre risadas e brincadeiras. A verdade é que Nora é tão jovial quanto perversa…
Já eram umas quatro da tarde, e por mais que a gente gostasse de ficar assim, não podíamos perder tempo, porque logo teríamos que fazer nossas tarefas da faculdade, além de estar vestidos antes das seis, horário que a Fer geralmente chegava em casa… não podíamos tentar a sorte, mesmo que Nora adorasse sentir o tesão e a adrenalina de estar prestes a ser descoberta pela Fer.
Posso Dizer que Nora já não considerava a Coté uma ameaça na disputa pelos meus favores, aliás, ela me disse que eu deveria terminar com ela pra não fazê-la sofrer, e também que, se eu quisesse, a gente podia tentar algo entre nós dois… só falei que ia pensar.
Acabadas as brincadeiras e idiotices, convidei a Nora pra cumprir a promessa dela, ela me olhou com aqueles olhos de gata safada que eu amo. Já no quarto, começamos a nos beijar com uma certa doçura, ela por iniciativa própria percorreu meu corpo com beijos, o que achei muito sensual e me deixou super empolgado, só de pensar que a bunda dela seria minha, fez meu pau subir duro e cheio de veias, louco pra avançar naquele buraquinho tão desejado.
Ela se virou de costas pra mim e, quando me aproximei, meu pau subiu e ficou preso entre as pernas da Nora, esfregando a cada movimento a rachinha do cu dela… logo comecei a amassar a bunda dela, a cintura e os peitos, que tinham uns bicos duros e empinados, a temperatura dos nossos corpos subiu que nem uma caldeira sem controle… daí a Nora, enquanto acariciava meu pau, me pergunta:
— Cadê o creme?
Eu: — Que creme?
Nora: — Cê não vai querer arrombar meu cu com essa pica toda sem passar um lubrificante na… entrada, né?
Eu: — Ah! Sim, sim… claro… vou ver onde tem…
Fui no banheiro e revirei o armário onde eu e a Fer guardamos as coisas, achei um creme de Aloe Vera que a Fer sempre dizia ser maravilhoso pra queimaduras e pra lubrificar a pele, achei que servia e comecei a passar no meu pau enquanto voltava com a única ideia de meter até o fundo na Nora.
Quando entrei, vi que a Nora já tava me esperando de quatro em cima da minha cama, o rosto dela mostrava um certo nervosismo, imagino que por mais ousada que minha amante linda fosse, só de pensar que eu ia furar o cu dela com meu pau, já dava uma certa apreensão.
Eu: — Como é que tá minha putinha? Olha só o que eu tenho, hehehe
Nora: — Uff! Que bom que você achou…
Eu: — Vou te tratar bem, não se preocupa.
Nora: Ah, não sei... assim espero... Como eu fico?...
Eu: Do jeito que você está, está perfeita
Mesmo ajoelhada de quatro na minha cama, ela se mexia ansiosa, depois se inclinou pra frente deixando a bunda empinada, enquanto a cabeça descansava na cama e ela me olhava como podia... Ao vê-la tão entregue e submisa, pensei em tomar sua última virgindade com a maior suavidade que conseguisse, não podia nem queria deixá-la traumatizada.
Decidi ir com cuidado, mas sem mais enrolação, não queria que Nora se arrependesse. Por isso, beijei ternamente a bunda dela toda enquanto passava um pouco de creme na mão pra começar a espalhar na bunda dela, no monte de Vênus e entre as pernas. Ela gemeu de desejo, deixando claro que minhas carícias estavam fazendo efeito, tanto que notei que os pelinhos dourados da pele dela se arrepiaram, deixando a pele lisa e sedosa toda cheia de arrepios.
Tentei não perder o fio das minhas ações e pensamentos, então minhas mãos continuaram as carícias percorrendo todo o corpo desejável e lindo dela. Ainda assim, percebi que Nora estava meio tensa, então continuei até sentir ela menos "dura"...
Eu: Calma, vou ser suave...
Nora: Você fala isso porque não vai enfiar uma pica enorme no seu cu, hehehe
Eu ri da piada dela sem responder, depois separei cuidadosamente as nádegas dela pra ver melhor a bunda enrugada e perfeita... o último objeto dos meus desejos ainda não provado em Nora... aquela bunda que provavelmente era desejada por muitos outros, incluindo o professor Morgado, maldito velho!... Passei um dedo com creme nela... Nora ficou rígida, endurecendo as nádegas, mesmo com meu toque sendo muito suave e carinhoso.
Se Nora soubesse que eu tinha arrombado a bunda da Coté sem piedade, ela provavelmente entenderia esses nervos, hehehe... Com ela, minhas ações eram tomadas com calma demais, talvez até demais, então me liguei e comecei a acariciar a bunda e o cu dela com uma suavidade enérgica. Incrivelmente, Nora começou a relaxar, e finalmente... Ouvi o que queria:
Nora: Vamos, se apressa... moça...
Eu: Finalmente concordamos, coração, hehehe
Passei mais creme na bunda dela e no Monte de Vênus, Nora gemia cheia de vontade. Quando coloquei um dos meus dedos no cu dela, a pele dela se arrepiou de novo, e o cuzinho dela se fechou num apertão. Mesmo assim, ela não recusou meus carinhos; aliás, quando meu dedo deslizou no cu dela, ela disse:
Ahhh, que... que... grande...
Eu: Não é tão grande, é só meu dedo, te incomoda? — falei, com medo de que ela se arrependesse.
Nora: Mmm... Não, continua, tá gostoso
Continuei enfiando meu dedo besuntado de creme naquele cu perfeito e enrugado, enquanto estimulava a buceta dela e, com a mão livre, amassava um dos peitos dela, pressionando de leve aquele corpo escultural. Assim, ela foi se entregando à ideia de que eu ia "arrebentar aquela bunda gostosa". Quando percebi que o cuzinho apertado dela já não era mais uma barreira intransponível, passei mais creme da Fer e comecei a esfregar meu pau na frestinha do Monte de Vênus, e também lambi o cu dela só pelo tesão de fazer isso, já que tava bem besuntado de creme.
Enquanto fazia isso, Nora começou a rebolara bunda, o que fez meu dedo indicador entrar e sair do cu dela, fazendo ela gemer mais alto e pegar no meu pau, tentando enfiar ele sozinha. Aí não hesitei mais e me preparei pra arrebentar aquele rabo, coisa que eu queria há um tempão.
Me posicionei atrás daquela bunda linda e perfeita, tirei o dedo e encostei a cabeça do pau no cu dela. Ela se tensou de novo, apertando a bunda, mas com uns carinhos suaves nas nádegas, ela foi relaxando até que, de repente, dei um tapa sonoro na bunda dela (mais barulho do que força), fazendo uma Nora surpresa relaxar o rabo...
Nora: Auchhhh!... Ahhh!, ei... você tá colocando...
Eu: Calma, acho que você tá pronta
Nora: Mmmm... Sim!... mm, entrou
Eu: Só a pontinha, a parte mais difícil, hehehe
Nora: Ahhh... sim... vai... enfia... vamos... enfia!...
Fui enfiando meu pau lubrificado na bunda dela bunda perfeita, no começo foi difícil e ela reclamou um pouco, então eu pausava a invasão colocando um pouco mais de creme e, a cada vez... suavemente voltava à carga... a bunda dela se abria diante dos meus olhos permitindo minha entrada, olhar o corpo delicado dela da minha posição me esquentava cada vez mais, mesmo assim me segurei, não queria machucá-la, porque ao contrário da bunda enorme da Coté, achava que essa raba menos volumosa não aguentaria se eu metesse na bruta.
Nora: Ahhh... uffff... tá entrando, ahh!... tá entrando... mete... vamos...
Minha glande e mais um pouco estavam completamente dentro da bunda da minha amante, então continuei sem maiores problemas nem reclamações até a metade... Esperei alguns segundos. Percebi que Nora estava na expectativa, então, como não houve reclamações, continuei até chegar no fundo.
Nora: Você me encheu de pica, pardilho, ahhh... Mmm... dói um pouco, mas não é ruim... Ahhhmmm... vai... acho que aguento.
Eu: Beleza, coração, lá vamos nós...
Ao ouvir isso, comecei um vai e vem lento e suave, enquanto acariciava as nádegas macias dela e olhava suas costas perfeitas e os cabelos bagunçados depois de tanta foda. Uhmm! Se os caras da universidade pudessem ver ela agora, longe da perfeição feita mulher que irradia pelos corredores da faculdade, não acreditariam, muito menos que eu a tivesse empalada até o talo... acariciei as nádegas dela de novo, satisfeito por tê-la como queria... empalada até as bolas, depois continuei com a mesma suavidade.
Nora: Isso, assim devagar... Mmmm... que gostoso, não é igual pelo pussy, mas tá bom...
Eu: Pra mim é mortal, porque é bem apertado e sinto cada parte da sua bunda, é foda!...
Continuei com o vai e vem sentindo cada músculo do esfíncter dela roçar no meu pau enquanto aumentava a velocidade, Nora gemia cada vez mais alto... agora eu só me preocupava com meu próprio prazer, claro que ela, nem um pouco boba, começou a se masturbar o pussy com uma mão, sei disso porque senti, já que de vez em quando tocava no meu pau, como conferindo se ainda estava lá. Nora: Auuu! ... Não tão forte! ... Sssim! …. sim, assim! … continua.
Continuei metendo o pau guiado por ela, até que a dor foi se transformando devagar em puro prazer… incrivelmente, a Nora tinha a mesma resistência que a Coté, mesmo calçando botas de tamanhos bem diferentes, hehehe. Então, sem ser mais bruto, comecei a meter com gosto no cu dela, no fundo queria realizar meu desejo de arrebentar a bunda dela, percebi que, mesmo aguentando e não parando de se masturbar com uma mão, a outra mão, com os dedos, arranhava os lençóis...
Nora: Auchhh! ... Não tão forte ... Ai! ... você tá me arrebentando o cu! Auchh! ...
Já era tarde pra Nora, minha tarada tava no talo e meu tesão era extremo, então, mesmo não sendo um selvagem, não dava pra ser mais suave, apesar da bunda dela ainda ser bem apertada, continuei socando o buraquinho dela.
Tava nessa quando senti a porta abrir e largarem umas chaves na mesinha da entrada. Então desmontei ela rapidinho pra ir fechar minha porta, ela tava paralisada e com uma cara de susto danada, nisso, com meu corpo segurando a porta, sinto que tentam abrir enquanto diziam:
Fer: Claudio, cê tá bem?
Eu: É, Fer…
Meu coração batia forte e rápido, parecia coelho assustado, instintivamente olhei pra Nora, ela não tava melhor que eu, a situação inesperada nos deixava aterrorizados…
Fer: Posso entrar?
Eu: Não, verdade que tá tudo muito fedido, cê sabe… meu estômago…
Fer: Ahhh! por isso minha janela tá aberta…
Eu: É, pra ventilar o apartamento, tô morrendo…
Fer: Bom, se precisar de algo me fala…
Eu: Sim, claro…
Nora me olhou como quem pede explicações, ainda não eram nem cinco e meia e a Fer já tava em casa… Mas nem eu sabia o porquê! Agora ela, ou melhor, nós, távamos presos no meu quarto, porque era quase impossível ela sair de um apartamento tão pequeno sem ser descoberta, além de que não tinha mais espaço pra qualquer tipo de explicação.
Nora: O que a gente faz?
Eu: Esperar….
Nora: Mas lá pelas seis eu tenho que ir, aliás, nessa hora eu devia vir pra cá.
Eu: Por que pra cá?
Nora: Pra preparar a defesa do super trabalho…
Eu: Parece que estamos enrascados… vamos pensar no que fazer…
Nora: Primeiro, nos vestir, arejar o quarto e ver como saímos.
Eu: É, vamos fazer isso primeiro, mas vamos terminar o que começamos…
Nora: Você é um tarado, hehehe… vai me comer enquanto a Fer tá em casa.
Eu: Sim, foi minha resposta lacônica.
Depois de sentir que a Fer já não circulava pela casa toda, montei na Nora de novo, e devagar enchi o cu dela de pau, ela aguentou minha penetração mordendo o travesseiro da minha cama, meu coração batia acelerado, claro que não sabia se era pelo que eu tava fazendo com minha linda Nora ou pela adrenalina correndo no meu corpo com a chance de sermos descobertos… Assim continuei metendo, até que tanto eu quanto ela gozamos em silêncio, ela com a boca ainda mordendo o travesseiro, eu meus lábios… A verdade é que o tesão era extremo, minha amada prima estava a passos de nós, “inocente” pra cena onde eu tava fodendo a amiga e rival dela… Logo derramei toda a porra que me restava no cu da Nora, tudo como se fosse um filme mudo.
Terminada a foda, nos vestimos entre risadas nervosas e beijos rápidos, quando já estávamos vestidos, saí com o cuidado de um agente secreto do meu quarto pra ver onde a Fer estava, encontrei ela na cozinha, o que me estranhou porque era minha vez de cozinhar, então perguntei:
Eu: O que cê tá fazendo, Fer?
Fer: Sua janta e a minha, mesmo que você não mereça…
Eu: Ainda tá brava?
Fer: Sim!…
Eu: Mas agora cê fala comigo…
Fer: Porque você tá doente e o vô me fez prometer que cuidaria de você…
Eu: Você falou com o vô…
Fer: Agora não, foi quando vim estudar nessa universidade e cumpro minha promessa.
Eu: Valeu, mas não precisa me preparar a janta.
Fer: Sim, assim garanto que você não vai comer a porcaria que costuma comer…
Eu: O que vou jantar?
Fer: Canja de galinha e frango cozido com arroz…
Eu: Uhm! Soa apetitoso, falei com sarcasmo.
Fer: Se não fosse pela minha promessa, te daria ameixas verdes…
Eu: Ufa! Graças a Deus que você prometeu ao vovô cuidar de mim.
Enquanto Fer estivesse na cozinha, Nora não podia sair do apartamento, ainda mais se depois fosse estudar, então eu tinha que aturdi-la, ou talvez fazê-la sair com algum pretexto, mesmo sem ter experiência nisso, hahaha… a verdade é que em crises eu tenho sangue frio e me vêm todo tipo de soluções na cabeça, talvez eu tenha espírito de agente duplo zero igual ao James Bond com licença pra matar, hahaha.
Enquanto pensava no que fazer, comecei a olhar pra ela, ela estava linda fazendo coisas por mim, fiquei tentado a acariciar aquela cara de anjo… Devo confessar que ela sempre me distrai, então foi difícil me concentrar no meu problema, que estava trancado no meu quarto. Depois de um tempo, tive uma ideia simples (as melhores) e muito fácil de executar, então com minha melhor cara de vítima falei pra Fer:
Eu: Priminha do meu coração, você poderia ir comprar Perenteryl ou algo parecido…?
Fer: Por que você não pode ir?
Eu: Porque não posso me afastar muito do banheiro, e a farmácia fica a duas quadras daqui…
Fer: Tá bom, não devia fazer isso, mas vou comprar seu veneno…
Eu: Valeu, Fer, você não sabe como meu estômago e eu agradecemos…
Fer: Não sei por que prometi isso ao vovô!... Meu Deus!
Fer parou o que estava fazendo, vestiu uma jaqueta e, depois de me pedir dinheiro, saiu rumo à farmácia. Na sequência, fui ao meu quarto buscar a Nora. No melhor dos casos, tínhamos 20 minutos pra agir, então falei pra Nora:
Você tem que ir agora.
Nora: Fer?
Eu: Fer foi na farmácia que fica a duas quadras, é sua chance.
Nora: Tá bem, mas antes um beijo de despedida, seu safadinho.
Eu: Vamos, Nora, você tem que sair, se ela descobre, nos mata os dois.
Sem me dar ouvidos, ela me beijou com paixão, colando o corpo no meu, igual uma lapa. Por um instante, me deixei levar pelo instinto e agarrei ela. Sua bunda, aquela bunda que tinha sido minha há poucos instantes, mas aí eu retomei o controle com a cabeça de cima e falei:
Eu: Vamos, desce as escadas...
Nora: Ok, vou embora, mas volto, seu otário...
Eu: Toma seu tempo, pelo menos uns 20 minutos...
Nora: Tá bom...
Finalmente a Nora foi embora, a situação tá sob controle, minha vida já não corre perigo. Então fui pro meu quarto, arrumei umas coisas e abri a janela, depois passei desodorante de ambiente em tudo e pronto, o cheiro do crime tinha sumido... Finalmente peguei meus livros e sentei pra estudar, bora que nem tudo pode ser farra!...
Pouco depois a Fer chegou e me obrigou a tomar uma infusão com o pó de Perenteryl, não era tão ruim e, mesmo não estando doente, achei que não ia me afetar muito tomar aquilo.
Aí a Fer pegou os livros dela e sentou na minha frente. Fiz de tudo pra não olhar pra ela, mas ela é uma mestra em se fazer notar e finalmente conseguiu o que queria: eu olhei!... Sim, confesso e, pra aumentar minha culpa, declaro que olhei pras tetas dela, olhei com desejo, olhei praquele decote que se abria na minha vista. Quando me toquei, levantei o olhar e encarei os olhos dela, tava claro que ela sabia que eu tava olhando com um desejo descarado de ver aquelas delícias que a natureza deu a ela.
Fer: Já me olhou o suficiente, agora espero suas desculpas...
Eu: Minhas desculpas?
Fer: Sim, por ter me deixado na mão e ter comido outra.
Eu: Peço perdão por ter te deixado na mão, mas sobre ter comido outra, você sabe que tô namorando a Coté e que com ela a gente...
Fer: Sei que com sua namorada vocês têm encontros... carnais, aceito isso, mas não tô falando dela, não se faça de besta, sabe que tô falando da Nora.
Eu: Mas é que ela...
Fer: Já te falei que não sou burra, sei perfeitamente que você comeu ela, não me faça ficar puta de novo, que me custou muito voltar a falar com você, aliás, se você não tivesse doente, a gente ainda taria sem se falar.
Eu: Tá bom, peço perdão por ter comido a Nora, falei colocando cara séria e inocente… Fer: Viu? Não foi tão difícil… Te perdoo com uma condição…
Eu: Qual?
Fer: Não vai mais comer a Nora…
Eu: E a Coté?
Fer: Ela não é sua namorada?…
Eu: Sim, claro… Por que eu tinha que perguntar merda?, de novo a Fer tava controlando minha mente e agora controlava meu amigão, acho que tenho que fazer algo com minha burrice… tava pensando nisso quando tocaram na porta, e não da portaria, então a Fer, meio estranhada, levantou e foi abrir…
Fer: Oi Nora, chegou na hora certa pra gente preparar o trabalho.
Nora: Oi Fer, oi Claudio, é, a gente tem que passar…
Eu: Oi Nora, como cê tá?
Nora: Meio incomodada com minha retaguarda…
Fer: Por quê?
Nora: Nada demais, tô com a buceta doendo de tanto montar pras câmeras, o cavalo era muito grande e duro.
Fer: Como assim?
Nora: Um comercial que talvez saia um dia, jejeje, falou me olhando com malícia.
Fer: Cê não devia ficar montando animal grande por aí, hahaha
Nora: Normalmente não faço isso, foi a primeira vez, hahaha, verdade é que não sei se me acostumaria, não nasci pra vaqueira, hahaha.
Eu: A prática leva à perfeição.
Elas trabalharam umas duas horas no trampo delas e coordenaram tudo pra grande apresentação, verdade é que era tanta algazarra que me distraía, então me tranquei no quarto enquanto elas faziam o delas. Quando ouvi que terminaram, saí pra me despedir. As duas me olharam e, sem mais nem menos, a Fer falou:
Cê podia levar a Nora
Eu: Mas meu estômago.
Fer: Cê já tomou seu chá, acho que não vai te dar nada.
Eu: Uhum, cê tem razão… tomara que não dê nada…
Nora: Por mim não se preocupa, Claudio.
Fer: Não é incômodo, bom, pra você talvez seja, já que cê vai ter que montar na moto, hahaha
Eu: Cê diz, Nora.
Nora: Vamos, aguento, hahaha
Saímos do prédio pelo estacionamento, logicamente a Nora tava colada nas minhas costas que nem uma lapa, mas por algum motivo que ainda não entendo, não me causava o mesmo tesão que com a Fer, sendo que a Nora era linda, e inteligente, com um corpo de matar, mas não era a mesma coisa. De qualquer forma, ela me atraía de um jeito especial, já que a Nora é toda uma mulherão.
Quando cheguei na casa dela, ela me entregou o capacete, tirou o meu e me beijou com uma ternura apaixonada, a verdade é que meu pau endureceu na hora e eu, que ainda estava montado na moto, puxei ela pra perto. Ela encostou a buceta na minha perna e ficou se esfregando nela. Se a Fer era um demônio erótico, a Nora era um demônio lascivo.
Nora: O que a Fer te disse?
Eu: Que não podemos mais foder...
Nora: E você vai obedecer?
Eu: Por que eu deveria?
Nora: É, meu bocó tá aprendendo, hahaha
Eu: Sim, acho que sim, hehehe
Nora: Tchau, bocó, a gente se vê...
Eu: Tchau, Nora, cuidado com aquele bundão.
Nora: Tô ligada, vou evitar que o bicho grandão me monte, hahaha
Voltei pra casa pouco depois, como já era tarde, não pensei que a Fer estivesse me esperando... Assim que entrei, ela espiou a cabeça da sala de jantar e perguntou pela Nora, e eu disse que tinha deixado ela em casa sem problemas, mas ela ficou me encarando como se procurasse algo a mais no meu rosto ou nos meus gestos...
Eu: O quê?
Fer: Fala você...
Eu: De novo, o quê?
Fer: O que houve com a Nora?
Eu: Nada.
Fer: Como assim, nada?
Eu: Não sei o que você tá imaginando...
Fer: Bocó, eu inventei todas as suas desculpas e evasivas antes de você, não me engana.
Eu: Não sei o que você quer que eu diga, mas sei que você tá paranoica, vamos jantar logo!
Jantamos em silêncio, um silêncio só quebrado pra pedir o azeite ou os guardanapos, nada mais... minha priminha me olhava como se estivesse me examinando, procurando algo nos meus pensamentos... me deixou tão nervoso que não soube o que fazer, então, num surto de loucura e com o objetivo de desconcertá-la, falei:
Quer me mostrar os peitos?
Fer: Depois do que você me fez, quer ver meus peitos? Não bastam os da Nora e da Coté?
Eu: Você disse que eu podia pedir o que quisesse, e que não fosse um bocó tímido... então tô pedindo pra você me mostrar os peitos.
Fer: Você é um tarado, mas tem razão, eu falei... agora você tá como deve ser...
Não entendi o que ela quis dizer, mas ela se levantou da cadeira e Sem tirar os olhos de mim, ela soltou o sutiã, tirou ele sem se livrar da camiseta, deixou ele em cima da mesa. O olhar dela era duro e desafiador, mas eu não falei nada, acho que minha expressão era quase igual à dela... Daí, sem desviar o olhar, ela pegou as bordas da camiseta e levantou ela... Os peitos dela caíram pesados, deram uma espécie de balançada... Ali estavam os peitos que me tiravam o sono... os da garota que me deixava maluco, como eu queria tocar neles... será que era possível?...
Eu: Posso tocar neles?
Fer: Mas... o que você tá dizendo?!... sou sua prima...
Eu: Eu sei...
Fer: .....
Ela não me respondeu, então eu levantei e fui na direção dela... Fer ainda estava com a camiseta levantada, me olhando sem responder ou reagir. Não tinha mais volta, então com as duas mãos, pela primeira vez, peguei nos peitos pesados dela, meu pau enlouqueceu na hora... mas não passaram nem dez segundos (inesquecíveis), quando ela saiu daquele estado quase catatônico, reagindo muito rápido pra abaixar a camiseta escondendo os peitos preciosos dela, depois me pegou pelos pulsos tirando minhas mãos daquelas preciosidades e correu pro quarto dela.
Tudo aconteceu muito rápido, aliás, eu segui ela até o quarto dela e tentei falar com ela, mas ela bateu a porta na minha cara e trancou, e por mais que eu tentasse falar com ela através da porta, ela não deu sinal de vida até o dia seguinte. Tentei estudar, minha cabeça era um turbilhão de tribulações, então finalmente desisti e guardei meus livros e laptop pra ir pro meu quarto. Quis dormir, mas a lembrança dos peitos dela era um pensamento recorrente, tanto que fui pro banheiro e, feito um adolescente, bati uma punheta feroz sentado no vaso, imaginando que era a Fer quem tava me fazendo um love... sim, me fazendo um love...
Percebi que sou um idiota incestuoso, e durante aquela noite só pensei nela, em mais ninguém... Pelo amor de Deus, o que tava acontecendo comigo?... Por que ela?... Por que comigo?... Ela é minha prima... além disso, tenho uma amante que é uma gostosa, tão gostosa que é uma rival direta da minha prima no concurso de beleza da universidade. Sem contar que minha namorada oficial é quase tão gostosa quanto as duas lindas arpías que enchem minha vida, e por quem sou invejado por muitos caras da faculdade.
Continua...
1 comentários - Mi prima mi martirio Capítulo 7