Meu pai tem um irmão gêmeo (V)

Anteriormente:
Meu pai foi me buscar na festa, aquela que eu quase não fiquei porque passei a noite na casa do meu tio.
Ele tá muito tarado, fica olhando pras minhas amigas que têm a minha idade.
Enquanto dirige, dá pra ver o volume dele.

Chegamos em casa, troquei de roupa pra dormir e descobri meu pai no banheiro se masturbando.
Olhei ele pelo buraco da fechadura.
Naquela noite, me masturbei pela primeira vez pensando no meu tio e no meu pai.

Teve outra festa antes de proibirem. Meu tio não respondeu minhas mensagens, não tava afim de ir pra uma festa que parecia chata, mas meu pai insistiu.
Pra ele, a festa era ver as adolescentes desfilando com roupas bem provocantes.

Já na festa, recebi uma mensagem do meu tio pedindo a localização pra me buscar.
Uma hora depois, ele avisou que chegou.
Entrei no carro e ele me recebeu com um beijo no canto da boca, segurando meu rosto com a mão.
"Ficou com vontade, sobrinha putinha?" ele disse, enquanto engatava a primeira e me levava pra casa dele.

Ainda tava com a roupa que meus pais deixaram eu usar. Uma calça jeans preta justa, uma regatinha de alcinha, nada demais.
Pode ser sexy pros caras da festa, mas não pro meu tio.
Olhei ele dirigindo o Mercedes, com a mesma pose do meu pai.
Observei a barriga e a parte de baixo, dava pra ver o volume.

Finalmente chegamos na casa dele e fomos quase sem falar até o quarto.
Lá, ele mandou eu escolher algo bem sexy, que ele ia buscar champanhe.
Dessa vez, escolhi um vestido curto, mas com saia rodada a partir do quadril. Era vinho.
Infelizmente, não tinha mais lingerie pra usar.
Então decidi não colocar nada por baixo.

Meu tio chegou com o champanhe numa mão e as taças na outra.
Abriu, serviu e me entregou a minha.
Brindamos não sei pelo quê, acho que por nos encontrarmos.
Ele disse pra eu tomar tudo, e obedeci.
Pediu pra eu desfilar. Obedeci.
Simulei uma passarela só pra ele. Quando virei, o vestido rodou... Meu trabalho subindo e deixando à vista dele minhas nádegas totalmente nuas por um instante.
Escuto o "ufff" do meu tio, ele claramente viu tudo.
De repente ele se levanta e se aproxima de mim. Fico nervosa, meu peito sobe e desce com a respiração ofegante.
Estou na frente dele, olhando pra cima por causa da diferença de altura.
A mão dele toca meu rosto e segura minha nuca.
Desce pelo meu pescoço e acaricia meu ombro, descendo uma alça do vestido enquanto segue pelo meu braço.
De repente, ele faz um movimento estranho. Me carrega nos braços com ternura.
Um braço segura minhas pernas, o outro minhas costas. Tento me segurar abraçando o pescoço dele.
Ele me leva até a cama e me deita ali como uma princesa.
Ele desabotoa a camisa e me deixa ver o torso perfeito dele.
Tira meus saltos e começa a acariciar meus pés, depois passa a beijá-los.
Me faz ver estrelas quando coloca meus dedos na boca dele, a língua dele como uma ventosa tenta prender cada falange. Me deixa louca e começo a arquear as costas.
Ele tinha me colocado na cama de um jeito que meu vestido cobria minhas coxas e minha nudez. Queria ele como prêmio, descobrir depois.
Ele se distraiu vários minutos com meus pés delicados. Depois continuou beijando minhas pernas devagar. Usando as mãos para me massagear ao mesmo tempo.
Faz cócegas nos meus joelhos, então segue pra cima sem mais delongas.
Nas minhas coxas ele consegue arrepiar minha pele, a língua madura e quente dele me acende completamente.
O rosto dele chega até onde o vestido começa. Ele usa as mãos para ir levantando enquanto beija e lambe.
Sobe até descobrir o que já sabia: eu não estava de calcinha.
Ele tem diante dos olhos uma buceta adolescente rosada, sem pelos, completamente livre pra ser saboreada.
As mãos dele pousam na minha cintura. A boca dele se aproxima dos meus lábios vaginais e finalmente faz a entrada triunfal.
Solto um grito alto que ecoa pelo quarto inteiro. Os lábios dele nos meus e a língua dele abrindo caminho destroem toda a minha resistência.
Nunca na vida tinha sentido algo assim, nunca tinham feito algo assim comigo.
A boca dele era insaciável, e eu não queria que acabasse, chupava e chupava, a língua dele brincava por todo o meu interior. As mãos grandes dele seguravam meu quadril e minha bunda.
Com as mãos, ele me agarra firme pelos quadris e me vira de bruços, coloca um travesseiro debaixo da minha barriga. Minha buceta fica levantada.
As mãos dele abrem minhas nádegas. A situação me assusta, mas tudo se acalma quando sinto a língua dele de novo dentro da minha vulva. Continuo ofegante.
Ele tira a língua da minha buceta e sobe por onde as nádegas estavam separadas, sobe de cima para baixo, me dando choques no corpo todo.
Para na entrada do meu cu e a língua dele brinca ali.
É uma sensação única, mas prazerosa. Sinto que é algo proibido, mas eu gosto.
Ele aspira forte, como se quisesse sentir todos os cheiros da minha buceta, e me dá um tapa sonoro na minha bundinha direita, depois na esquerda.
Dói e arde, mas eu gosto que ele sinta prazer.
Ele se coloca atrás de mim e me vira de novo.
Dessa vez, ele fica de pé na cama e tira a calça e a cueca. Ele está de pé, com uma perna de cada lado do meu corpo na cama.
É imponente vê-lo assim, ele é muito grande, as pernas, o torso, os braços, e principalmente o pau e as bolas.
Ele se ajoelha e abaixa a outra alça do meu vestido, deixa minhas tetinhas brancas à mercê dele.
Ele toca nelas, mede quanto sobra nas mãos grandes dele, brinca com meus mamilos. E finalmente se joga nelas, chupando como um bezerro.
Dói quando ele aspira para a boca como um sugador, mas é gostoso.
Ele faz isso com cada uma, uma e outra vez. Deixa elas irritadas de tanto beijar.
Depois, ele se levanta de joelhos e avança para o meu rosto.
O pau dele passa pelas minhas tetas molhadas de saliva e segue o caminho até o destino final. Minha boca.
Com a mão no meu rosto, ele me manda abrir a boca, eu obedeço. Lá, ele enfia o membro enorme dele, com mais de 20 cm. É grosso. Só consigo cobrir ela com minha boca.
A outra mão dele pega as minhas mãos e coloca elas acima da minha cabeça, como se estivesse prendendo, pra eu ficar imobilizada.
Por trás, dá pra ver minhas pernas se mexendo de um lado pro outro, tentando buscar ar com o movimento. O pau maduro dele tá me afogando.
Ele tira com força e eu cuspo saliva, enquanto tusso e lágrimas escorrem pelo esforço.
Antes que eu consiga pegar uma boa bocada de ar, ele enfia de novo.
Essa mesma rotina ele repete várias vezes, minha cara tá um bagaço, tem lágrimas da tosse que borram meu rímel e delineador. Tem batom no canto do meu rosto.
Quando ele se cansa disso, fica do lado da cama e me chama pra ficar de pé junto com ele.
Quero tirar o vestido que tá enrolado na minha barriga, mas ele não deixa.
De pé na frente do meu tio, ele me levanta fazendo eu colocar uma perna de cada lado dele.
Abraço o pescoço dele e me deixo segurar pelos braços dele que tão no meu cu.
Ele me deixa descer devagar até minha buceta molhada e pequena encontrar a cabeça monstruosa do pau do meu tio.
Eu tremo de medo, é a primeira vez que vou fazer isso.
A cabeça entra fácil por causa dos líquidos, mas com dificuldade por causa da apertura e do meu hímem.
Nós dois sentimos a resistência da primeira vez. A cara dele se transforma. Só a cabeça tá enfiada, fazendo pressão.
Eu quero que ele continue, mas ele se assusta. Ele quer me abaixar, mas minhas pernas prendem ele e meus braços fazem o mesmo em volta do pescoço dele enquanto eu beijo ele igual uma louca.
As mãos dele já não parecem tão pervertidas, a língua dele já não parece tão escorregadia.
Quando sinto que a pelinha vai rasgar, ele usa a força dele pra me separar e me jogar na cama.
A ponta do pau dele tem uma gotinha vermelha.
Eu toco meus lábios, separando eles, e vejo outra gota de sangue.
Talvez abriu um pouco, mas não totalmente.
Encheu ele de medo que eu seja virgem com 18 anos recém-completados.
Ele fala que isso não tá certo, que eu me vista, que eu me Levaria ela de novo pra festa.
Sai do quarto com a roupa na mão. Eu termino me vestindo com a roupa que trouxe de casa.
Lavo o rosto, tento dar uma disfarçada com maquiagem no estrago que o esforço de chupar o pau do meu tio tinha deixado.
Na viagem, ele quase não fala; quando estamos chegando, ele diz:
"Por que você não me disse que era virgem?"
Meio hipócrita, né? Não ligou que eu fosse tão nova e que fosse a sobrinha.
Tentei acalmá-lo, dizendo que tava tudo bem, que eu queria fazer aquilo, que não teria problemas.
Nada parecia convencê-lo.
Chegamos no lugar da festa onde ele me buscou. Ele nem se despede, só deixa eu descer.
Me senti uma idiota. Não demorou muito pra chegar a hora do meu pai me buscar.
Só me restava esperar, tomando uns drinks, recusando uns moleques enxeridos e dando apoio pras minhas amigas com suas conquistas.
Continua...

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