Anteriormente: tirando umas coisas na calçada, a gente encontra a menina que meu sobrinho gosta, isso me dá ciúmes e a gente passa um fim de semana se distanciando.
Ele decide sair de casa e arruma tudo sem me avisar, isso me irrita.
Confronto ele na saída do chuveiro e a gente acaba transando pela primeira vez, de um jeito bruto e delicado ao mesmo tempo.
A primeira vez do meu sobrinho foi com a tia dele.
Naquela noite ele dorme na cama de casal, os dois pelados.
Ele dorme como um bebê, eu fico olhando com vontade de acordar ele e pedir pra me comer de novo.
Por outro lado, tô preocupada porque ele me comeu e gozou dentro, me encheu de porra e eu ainda sou fértil.
Entre a luxúria e a preocupação, durmo lá pela madrugada.
Dia 22, segunda-feira.
Acordo com meu sobrinho assustado porque a gente dormiu demais, ele pra aula, eu pro trabalho.
Pelados, a gente vai catando a roupa jogada no chão e enquanto um escova os dentes, o outro vai botar água pra tomar um café.
Os dois escovando os dentes enquanto fazíamos outras coisas, nos vestimos, penteamos, ligamos os computadores e tentamos ganhar tempo com as mensagens do WhatsApp.
Tô morrendo de vontade de desligar a internet pra ter outra sessão de sexo com meu sobrinho, mas a responsabilidade pesa mais que o prazer.
Quase não consigo me concentrar no trabalho lembrando do que aconteceu ontem à noite.
No almoço, a gente come trocando indiretas sexuais.
Falamos sobre se quero mais carne no prato, que faltaram mais ovos, e sobre ele, de como comida sem mastigar, que precisava de mais água porque ontem à noite parecia que queria tirar porra do peito.
"Ontem à noite você se comportou muito mal, sobrinho, me encheu de porra e isso não se faz", falei ronronando.
Naquela tarde, eu iria comprar anticoncepcionais e a pílula do dia seguinte pra tirar dúvidas. Também camisinhas, extra grandes. Não as normais que meu marido usava.
Assim que terminei meu trabalho no meio da tarde, saí com minha máscara pra comprar tudo na farmácia.
Nessa época de pandemia, só Deixam entrar de duas em duas pessoas, então tenho que esperar lá fora.
Quando entro, fico nervosa em pedir tudo aquilo, geralmente era meu marido quem comprava camisinha, pílula do dia seguinte só comprei quando éramos namorados e ficávamos com medo de ela engravidar.
A farmácia era do bairro, a gente se conhece de vista, isso me perturba. Ela sabe que de vez em quando eu ou meu marido vamos comprar.
Então peço outros remédios de venda livre, antitérmicos, algodão, gaze, álcool em gel, meus anticoncepcionais. E gaguejando peço a pílula do dia seguinte.
A farmacêutica me lembra que é para tomar uma vez a cada seis meses, digo que já sei, é só para ter por via das dúvidas, não quero ter filhos na pandemia. Isso desencadeia uma conversa com ela sobre o futuro, os filhos, o sofrimento, a economia, a política.
Enquanto peço os preservativos, os extra grandes.
"Ah, que sortuda, vizinha", me diz a farmacêutica, que já tinha se enturmado por tudo o que foi conversado antes.
Fico vermelha que nem um pimentão, não sei o que dizer, só sorrio olhando para baixo, para o meu celular, que cai no chão, rachando a tela.
Nisso entra a segunda cliente, limite que a farmácia permite.
Era a vizinha dona Clotilde, me cumprimenta enquanto me olha de cima a baixo. Me diz que a neta também vive deixando o celular cair, não dura nada.
Tento ser educada e me despedir, rápido tento pagar, a farmacêutica está no caixa passando o laser nos produtos.
Então, na vista da vizinha fofoqueira, passa a pílula do dia seguinte, os anticoncepcionais e o mais chamativo, os preservativos extra grandes.
Fico mais vermelha ainda, enquanto tento ganhar tempo nervosa, tirando meu cartão de crédito e meu documento.
"Esses vêm com lubrificante, por causa do tamanho, por isso saem um pouco mais caros", diz a farmacêutica num tom suave e cúmplice. Não suave o suficiente para o ouvido treinado da fofoqueira do bairro.
Pago, assino, e vou embora dando tchau. para ambas.
Enquanto abro a porta pra ir embora, ouço lá no fundo dona Clotilde perguntando pra farmacêutica:
"O marido já voltou?"
Ouvi clarinho, ecoou nos meus ouvidos, e na minha cabeça. Meu coração bateu forte e um suor frio cobriu meu corpo todo.
Fiquei imóvel enquanto a próxima cliente passou, deixando a farmácia lotada, já não dava mais pra entrar e saber do que a vizinha estava fofocando com a farmacêutica.
Olho pra ela de fora e ela, de dentro, levanta a mão sorrindo enquanto continua conversando com a farmacêutica.
Volto pra casa, pensando no erro que cometi ao comprar na farmácia do bairro, também não dava pra sair pra caçar esses produtos, a quarentena é rigorosa.
Tô muito nervosa, toda essa conversa me deixou com os nervos à flor da pele. Deviam estar falando de mim. A metida da Clotilde sabe que meu marido tá viajando, sabe que tenho um jovem me acompanhando pra todo lado, mas não tem certeza de que é meu sobrinho, a não ser pela neta putinha que pode saber, se é que meu sobrinho contou pra ela.
Tudo aponta pra me chamarem de puta do bairro, que aproveita que o marido não tá pra dar pra outros homens.
Se soubessem que eu não procurei, que aconteceu assim, e que foi só uma vez. Só uma vez eu transei em 22 dias. Não sou a puta do bairro.
Quando chego em casa, meu sobrinho me espera no sofá, me olhando com tesão.
"Tava esperando você, tia", ele diz, todo ansioso.
"Vou tomar um banho, sobrinho, me espera?" falo, tentando ganhar tempo pra me acalmar. Tava com vontade de transar, mas também tava mal por causa do fofoca do bairro. Tipo, não tava no clima pra dar pro meu sobrinho.
Enquanto tomo banho, tento tirar essas ideias paranoicas da cabeça. Aí acontece o que toda mulher passa uma vez por mês.
A menstruação, enquanto tô me lavando, faltavam uns dias, mas parece que adiantou por causa do nervosismo.
Termino de me lavar, coloco o absorvente, a calcinha larga de menstruação.
Me visto, e saio pro Indo dar a má notícia pro meu sobrinho: não ia rolar sexo por uma semana.
Ele fica desiludido, me olha com cara de quem não entende que as mulheres, uma vez por mês, não estão disponíveis.
Cada um volta pro seu quarto, eu respiro aliviada porque esse é o sinal de que a porra do meu sobrinho não conseguiu encontrar meu óvulo.
A semana passa normal, eu me sinto feia, com cólicas menstruais, tô até um pouco histérica com a limpeza, me sinto triste, feliz, culpada, todos os sentimentos juntos.
Com meu sobrinho, a gente vê um filme ou outro à noite, e eu choro nas cenas tristes. Tô no auge do período.
Quando falo com meu marido, choro dizendo que sinto falta dele, que quero que ele volte pra casa. Parece que a culpa da noite de sexo de uns dias atrás tá me corroendo a consciência.
Chega a terça-feira seguinte, depois de 8 dias. Dia 30.
Não tô mais menstruada.
Agora já tava disponível pra voltar a transar com meu sobrinho.
Mas a semana toda fiquei refletindo se era conveniente continuar ou parar por ali, já tinha matado a vontade.
Foi só uma noite de sexo, usei meu sobrinho como consolo, não é ideia usá-lo como amante, isso já seria muito mais perverso.
Não falo nada pro meu sobrinho que já tô disponível, a ignorância dele por ser tão jovem e a diferença de idade não vão fazer ele perguntar se já tô liberada ou se ainda tô no período.
Ganho assim mais uns dias. Chego na sexta-feira, dia 33.
Nesse dia, vejo meu sobrinho saindo do banheiro de novo com a toalha na cintura, os ratos começam a roer minha cabeça.
Parece que ele tá me procurando, evidentemente sabe que já tô disponível, passaram muitos dias.
Vou tomar banho, deixo a porta entreaberta, como quem quer que algo aconteça sem propor abertamente.
Enquanto me banho, imagino meu sobrinho me olhando, limpo a condensação do box pra ver pela porta entreaberta, não vejo nada.
Invento um grito, como se tivesse me machucado.
Uns segundos depois, meu sobrinho entra no banheiro, me pergunta se estou bem, digo que escorreguei e bati na parede.
Meu sobrinho dá meia-volta e está saindo quando eu falo:
"já quase não tem mais nada da marca da tanga que você arrancou de mim, sobrinho..."
Isso foi o suficiente pra ele virar e voltar. Abre o box enquanto tira a roupa num instante.
No chuveiro, ele se joga em cima de mim, me levanta como se eu fosse papel, me segurando pelas nádegas.
Chupa meus peitos, e eu aperto ele com meus braços pra não sair dali.
As mãos dele agarram com força minha bunda e separam minhas nádegas, eu enrolo as pernas na cintura dele.
Ele começa a me deixar descer, até que pela gravidade minha buceta se encaixa na pica enorme do meu sobrinho.
Sinto calor e ardor na minha buceta, a água do chuveiro nos lubrifica. Ele me levanta e me abaixa com os braços musculosos. Nos beijamos apaixonadamente.
Ele me encosta na parede e continua me furando desesperado.
Grito de prazer, como poucas vezes, mas dessa vez não exagero nem finjo, é real, estou gozando com a pica adolescente do meu sobrinho dentro de mim.
Enquanto ele mete, lembro que tenho as camisinhas na mesinha de cabeceira. Ofegante, falo que ele tem que colocar a proteção. Ele fecha a água do chuveiro, me segura com um braço só.
Saímos pingando muito, ele me carrega na pica literalmente, até a cama.
Lá ele me joga e eu pego o preservativo extra grande.
Estou de quatro, essa posição parece que ele gosta, porque ele fala:
"que bunda gostosa você tem, tia, desde sempre eu olhava e me masturbava quando você vinha em casa, e agora tenho ela nua aqui"
Enquanto me viro o suficiente pra colocar a camisinha com a boca, isso enlouquece ele. A tia dele coloca o preservativo enquanto chupa ele.
Volto de quatro e ele tenta encaixar o falo enorme entre minhas nádegas, mostrando como ele é grande e como minhas duas nádegas não conseguem cobrir.
Ele abre minha bunda com as mãos e olha meu buraquinho rosa. Brinca com os dedos e tenta brincar com a glande enorme dele como tentando a entrada.
Digo que não, nunca fiz por ali, e além disso o pau dele era enorme, ia me machucar.
Não é pouca coisa me foder de quatro fingindo que sou a Booty, é muito prêmio pro meu sobrinho que tá começando agora suas primeiras experiências sexuais.
Ele mete de uma vez na minha buceta, sinto a estocada e solto um gemido abafado.
Ele mete como um touro, entra e sai, dá pra ouvir as palmadas da minha bunda contra as coxas dele. As bolas dele, a cada vai e vem, batem nas minhas pernas e nos meus lábios da buceta. Isso me excita.
Meu cabelo solto e molhado voa pra todo lado, fica no meu rosto e pula pra frente.
Meu sobrinho pega ele como se fossem crinas e me puxa pra trás como se quisesse me domar.
Se ele soubesse que me tem à mercê dele com esse pau.
Enquanto ele tá metendo, tenta de novo com o polegar no meu cu.
Tô tão excitada que a dor que causa me dá mais prazer, aí ele enfia o polegar inteiro, me sinto entupida pelo cu mas gozando sabendo que tô deixando meu sobrinho com tesão assim.
Ele continua me fodendo de quatro, minhas pernas tremem, e de repente ele goza, dessa vez no preservativo, eu também ao sentir ele estourar gozo. Gozamos juntos, desabamos na cama.
Ele tira o pau pulsando da minha buceta, tira o preservativo, tá cheio da porra juvenil dele. Ver ela toda junta me dá uma impressão, não é à toa que toda vez que ele gozava transbordava na minha boca e escorria pra todo lado. Claramente meu sobrinho tinha muita porra pra dar.
O pau dele tá meia-bomba, mas tá lindo, descansando no corpo adolescente dele, as bolas se contraem buscando renovar as forças.
Me arrisco e pego o preservativo cheio de porra, dou um nó e jogo do lado da cama, viro ele de barriga pra cima e começo a chupar o pau dele.
Me proponho a aproveitar a virilidade e juventude dele e fazer ele gozar pela segunda vez sem descanso.
Minha boca e minha língua brincam com o membro exausto dele, que tenta se recuperar depois dessa fodida.
Meu sobrinho parece reclamar, Precisa se recuperar, a glande fica sensível depois de gozar tanta porra. Não tô nem aí pra reclamação dele, vou fazer ele gozar de novo.
Coloco a bunda na cara dele, obrigo ele a cheirar meu cu e usar a palavra: buceta. Tímido, ele chupa minha buceta, mas se distrai mais com meu cu, enfia a língua lá.
Ainda dá pra ver que ele ficou fora de combate depois da primeira fodida.
"Tia, preciso de um tempinho, preciso me recuperar", ele implora.
Não dou importância pro que ele diz. Aperto as bolas dele com minhas mãos enquanto continuo chupando o pau dele até o fundo da minha garganta.
Não passaram nem mais alguns minutos, até que o pau inchado do meu sobrinho explode na minha boca.
Meu sobrinho solta um som gutural quando goza, uma mistura de prazer com sofrimento.
Quando como e limpo toda a porra, vejo a glande inchada do meu sobrinho, irritada, dá pra ver que antes de me foder ele tava se masturbando, e muito.
Coitadinho, fiz ele esperar muitos dias e ele teve que recorrer à masturbação, justo no dia que a gente transou e eu fiz ele gozar duas vezes.
Me dava agonia aquela glande enorme irritada, vermelha, inchada, mas me dava tesão saber que tava assim por minha causa.
Continuo com minha mão subindo e descendo a pele do pau dele.
"Tia, por favor..." meu sobrinho implora.
Me viro e beijo ele, passando a própria porra dele pra boca dele.
Ele fica com nojo, parece que não gosta de nada, eu continuo metendo a língua, fazendo a porra se misturar com nossa saliva. Percebo ele tentando evitar continuar me beijando. Dessa vez eu agarro o cabelo dele com força pra ele não fechar a boca.
A outra mão continua no pau dele, subindo e descendo.
Tô em cima dele, montada. Deslizo pra trás, tiro a mão da cabeça dele e do estojo vazio de camisinha pego o lubrificante. Lubrificante que uso pra besuntar o pau dele, cansada de cuspir porra. Ele tá meio duro, não totalmente, tentando se recuperar. Devia conseguir, não tem nem 20 anos.
Me viro de costas pra ele. Mostro minha bunda inteira. De cócoras.
Obrigo o pau dele a ficar ereto com minha mão, enquanto mostro meu cu. aberto, apontando pra cabeça vermelha irritada da pica dele.
Quando a glande bate no meu cu, enche minha buceta de fluido, meu coração acelera.
Faço força e, respirando fundo, empurro essa cabeça pra dentro do meu rabo.
Meu sobrinho reclama, eu continuo até que toda aquela glande entra com muito esforço. A embalagem do lubrificante cai no chão e fica perto da camisinha usada cheia de porra do meu sobrinho, essa cena de bagunça sexual me excita mais.
Me deixo cair e a pica lubrificada dele entra no meu cu por completo.
Dói por dentro, arde, me sinto entupida, alguns movimentos doem, incomodam, então cuido pra subir e descer devagar.
Meu sobrinho tá comendo meu cu e eu tô de costas pra ele poder ver, viro a cabeça pra olhar ele com tesão, colocando um dedo na boca.
Meu sobrinho olha pro meu cu, olha pra mim, goza mas sofre, essa pica irritada tá causando dor.
Já é quase meia-noite, fiquei espremendo porra do meu sobrinho por horas.
Sinto a pica inchar de novo dentro do meu cu, dói mais, tá dura pra caralho, se espalha toda inflando as paredes do meu esfíncter.
Assim termina soltando mais porra dentro de mim, sinto o calor escorrendo por dentro.
Agora meu sobrinho bate nas minhas nádegas, deixando os dedos marcados. Isso me acende.
Eu continuo cavalgando, ainda não tive um segundo orgasmo, meu sobrinho fala pra parar, que não aguenta mais.
Eu preciso continuar, então ignoro e subo e desco, fazendo a porra do meu sobrinho virar lubrificante no meu cu, sinto ela escorrer e pingar pelas minhas pernas.
De repente, sinto aquele vulcão prestes a explodir dentro de mim, como nunca na vida, tô prestes a sentir um orgasmo que vem do fundo da minha alma.
Começo a ofegar intensamente, esperando o orgasmo final.
Minhas unhas arranham as coxas dele, tentando amplificar o prazer.
Fecho os olhos e...
Abrem a porta do meu quarto. É meu marido.
Eu ainda tava subindo e descer nesses 23 centímetros do meu sobrinho explodi de prazer.
Um grito forte e incontrolável escapa, mesmo tampando minha boca.
Minhas pernas tremem como nunca, minha barriga tem espasmos de um prazer único, a mão que arranha meu sobrinho continua cravada ali como tentando segurar o orgasmo longo e intenso que estou sentindo.
Meu marido olha furioso a situação, nem consigo parar de cavalgar.
Meu sobrinho me levanta de um movimento só e me joga de lado na cama.
A cena é terrível, estou toda molhada do banho e do suor, despenteada, porra do meu sobrinho nas minhas pernas, na minha boca, camisinhas sem usar e uma usada com porra do meu sobrinho no chão, lubrificante espalhado pelo chão.
A esposa dele tinha feito o sobrinho gozar três vezes seguidas.
Meu sobrinho tenta cobrir a pica que escorre porra. Começa a chorar aterrorizado.
Meu marido se joga em cima dele e bate, tirando ele do quarto, ele se deixa bater mesmo sendo maior de corpo e mais musculoso, sabe que fez merda, além disso ainda é adolescente.
Ele diz pro meu marido:
"eu tentei falar pra ela parar, mas ela não parava"
Não acreditei, além de ter me comido como nunca, ainda joga a culpa em mim.
Tudo terminou como essas histórias devem terminar.
Meu sobrinho largou a faculdade, voltou pra casa da família no interior. Tudo com a desculpa de que sentia falta dos pais e medo da pandemia.
Com meu marido estamos separados de fato. Mas moramos na mesma casa, não podemos fazer divórcio formal nem separar bens porque tudo está parado na economia.
Ele dorme no quarto do meu sobrinho, eu na minha cama de casal.
Meu marido conseguiu fechar o negócio na Europa e voltou num voo de repatriação, com a ideia de me dar uma surpresa.
Já são 150 dias de quarentena, só 33 aguentei sem trair meu marido. Desde aquele dia não transei mais. Meu marido não fala comigo.
Não contou nada pra minha irmã.
Já no bairro quando saio, todas as vizinhas me olham torto. Dona Clotilde fe questão de que todo mundo soubesse que a puta do bairro não aguentou a abstinência e, assim que o marido foi embora, comeu o sobrinho de 18 anos.
Me arrependo de ter trazido ele pra casa, mas na parte sexual não me arrependo de nada. O que aquela pica do meu sobrinho me fez sentir foi algo único.
Assim que a quarentena acabar, vou me divorciar e sair procurando uns caras assim, mas acho que não vai ser a mesma coisa.
FIM
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Ele decide sair de casa e arruma tudo sem me avisar, isso me irrita.
Confronto ele na saída do chuveiro e a gente acaba transando pela primeira vez, de um jeito bruto e delicado ao mesmo tempo.
A primeira vez do meu sobrinho foi com a tia dele.
Naquela noite ele dorme na cama de casal, os dois pelados.
Ele dorme como um bebê, eu fico olhando com vontade de acordar ele e pedir pra me comer de novo.
Por outro lado, tô preocupada porque ele me comeu e gozou dentro, me encheu de porra e eu ainda sou fértil.
Entre a luxúria e a preocupação, durmo lá pela madrugada.
Dia 22, segunda-feira.
Acordo com meu sobrinho assustado porque a gente dormiu demais, ele pra aula, eu pro trabalho.
Pelados, a gente vai catando a roupa jogada no chão e enquanto um escova os dentes, o outro vai botar água pra tomar um café.
Os dois escovando os dentes enquanto fazíamos outras coisas, nos vestimos, penteamos, ligamos os computadores e tentamos ganhar tempo com as mensagens do WhatsApp.
Tô morrendo de vontade de desligar a internet pra ter outra sessão de sexo com meu sobrinho, mas a responsabilidade pesa mais que o prazer.
Quase não consigo me concentrar no trabalho lembrando do que aconteceu ontem à noite.
No almoço, a gente come trocando indiretas sexuais.
Falamos sobre se quero mais carne no prato, que faltaram mais ovos, e sobre ele, de como comida sem mastigar, que precisava de mais água porque ontem à noite parecia que queria tirar porra do peito.
"Ontem à noite você se comportou muito mal, sobrinho, me encheu de porra e isso não se faz", falei ronronando.
Naquela tarde, eu iria comprar anticoncepcionais e a pílula do dia seguinte pra tirar dúvidas. Também camisinhas, extra grandes. Não as normais que meu marido usava.
Assim que terminei meu trabalho no meio da tarde, saí com minha máscara pra comprar tudo na farmácia.
Nessa época de pandemia, só Deixam entrar de duas em duas pessoas, então tenho que esperar lá fora.
Quando entro, fico nervosa em pedir tudo aquilo, geralmente era meu marido quem comprava camisinha, pílula do dia seguinte só comprei quando éramos namorados e ficávamos com medo de ela engravidar.
A farmácia era do bairro, a gente se conhece de vista, isso me perturba. Ela sabe que de vez em quando eu ou meu marido vamos comprar.
Então peço outros remédios de venda livre, antitérmicos, algodão, gaze, álcool em gel, meus anticoncepcionais. E gaguejando peço a pílula do dia seguinte.
A farmacêutica me lembra que é para tomar uma vez a cada seis meses, digo que já sei, é só para ter por via das dúvidas, não quero ter filhos na pandemia. Isso desencadeia uma conversa com ela sobre o futuro, os filhos, o sofrimento, a economia, a política.
Enquanto peço os preservativos, os extra grandes.
"Ah, que sortuda, vizinha", me diz a farmacêutica, que já tinha se enturmado por tudo o que foi conversado antes.
Fico vermelha que nem um pimentão, não sei o que dizer, só sorrio olhando para baixo, para o meu celular, que cai no chão, rachando a tela.
Nisso entra a segunda cliente, limite que a farmácia permite.
Era a vizinha dona Clotilde, me cumprimenta enquanto me olha de cima a baixo. Me diz que a neta também vive deixando o celular cair, não dura nada.
Tento ser educada e me despedir, rápido tento pagar, a farmacêutica está no caixa passando o laser nos produtos.
Então, na vista da vizinha fofoqueira, passa a pílula do dia seguinte, os anticoncepcionais e o mais chamativo, os preservativos extra grandes.
Fico mais vermelha ainda, enquanto tento ganhar tempo nervosa, tirando meu cartão de crédito e meu documento.
"Esses vêm com lubrificante, por causa do tamanho, por isso saem um pouco mais caros", diz a farmacêutica num tom suave e cúmplice. Não suave o suficiente para o ouvido treinado da fofoqueira do bairro.
Pago, assino, e vou embora dando tchau. para ambas.
Enquanto abro a porta pra ir embora, ouço lá no fundo dona Clotilde perguntando pra farmacêutica:
"O marido já voltou?"
Ouvi clarinho, ecoou nos meus ouvidos, e na minha cabeça. Meu coração bateu forte e um suor frio cobriu meu corpo todo.
Fiquei imóvel enquanto a próxima cliente passou, deixando a farmácia lotada, já não dava mais pra entrar e saber do que a vizinha estava fofocando com a farmacêutica.
Olho pra ela de fora e ela, de dentro, levanta a mão sorrindo enquanto continua conversando com a farmacêutica.
Volto pra casa, pensando no erro que cometi ao comprar na farmácia do bairro, também não dava pra sair pra caçar esses produtos, a quarentena é rigorosa.
Tô muito nervosa, toda essa conversa me deixou com os nervos à flor da pele. Deviam estar falando de mim. A metida da Clotilde sabe que meu marido tá viajando, sabe que tenho um jovem me acompanhando pra todo lado, mas não tem certeza de que é meu sobrinho, a não ser pela neta putinha que pode saber, se é que meu sobrinho contou pra ela.
Tudo aponta pra me chamarem de puta do bairro, que aproveita que o marido não tá pra dar pra outros homens.
Se soubessem que eu não procurei, que aconteceu assim, e que foi só uma vez. Só uma vez eu transei em 22 dias. Não sou a puta do bairro.
Quando chego em casa, meu sobrinho me espera no sofá, me olhando com tesão.
"Tava esperando você, tia", ele diz, todo ansioso.
"Vou tomar um banho, sobrinho, me espera?" falo, tentando ganhar tempo pra me acalmar. Tava com vontade de transar, mas também tava mal por causa do fofoca do bairro. Tipo, não tava no clima pra dar pro meu sobrinho.
Enquanto tomo banho, tento tirar essas ideias paranoicas da cabeça. Aí acontece o que toda mulher passa uma vez por mês.
A menstruação, enquanto tô me lavando, faltavam uns dias, mas parece que adiantou por causa do nervosismo.
Termino de me lavar, coloco o absorvente, a calcinha larga de menstruação.
Me visto, e saio pro Indo dar a má notícia pro meu sobrinho: não ia rolar sexo por uma semana.
Ele fica desiludido, me olha com cara de quem não entende que as mulheres, uma vez por mês, não estão disponíveis.
Cada um volta pro seu quarto, eu respiro aliviada porque esse é o sinal de que a porra do meu sobrinho não conseguiu encontrar meu óvulo.
A semana passa normal, eu me sinto feia, com cólicas menstruais, tô até um pouco histérica com a limpeza, me sinto triste, feliz, culpada, todos os sentimentos juntos.
Com meu sobrinho, a gente vê um filme ou outro à noite, e eu choro nas cenas tristes. Tô no auge do período.
Quando falo com meu marido, choro dizendo que sinto falta dele, que quero que ele volte pra casa. Parece que a culpa da noite de sexo de uns dias atrás tá me corroendo a consciência.
Chega a terça-feira seguinte, depois de 8 dias. Dia 30.
Não tô mais menstruada.
Agora já tava disponível pra voltar a transar com meu sobrinho.
Mas a semana toda fiquei refletindo se era conveniente continuar ou parar por ali, já tinha matado a vontade.
Foi só uma noite de sexo, usei meu sobrinho como consolo, não é ideia usá-lo como amante, isso já seria muito mais perverso.
Não falo nada pro meu sobrinho que já tô disponível, a ignorância dele por ser tão jovem e a diferença de idade não vão fazer ele perguntar se já tô liberada ou se ainda tô no período.
Ganho assim mais uns dias. Chego na sexta-feira, dia 33.
Nesse dia, vejo meu sobrinho saindo do banheiro de novo com a toalha na cintura, os ratos começam a roer minha cabeça.
Parece que ele tá me procurando, evidentemente sabe que já tô disponível, passaram muitos dias.
Vou tomar banho, deixo a porta entreaberta, como quem quer que algo aconteça sem propor abertamente.
Enquanto me banho, imagino meu sobrinho me olhando, limpo a condensação do box pra ver pela porta entreaberta, não vejo nada.
Invento um grito, como se tivesse me machucado.
Uns segundos depois, meu sobrinho entra no banheiro, me pergunta se estou bem, digo que escorreguei e bati na parede.
Meu sobrinho dá meia-volta e está saindo quando eu falo:
"já quase não tem mais nada da marca da tanga que você arrancou de mim, sobrinho..."
Isso foi o suficiente pra ele virar e voltar. Abre o box enquanto tira a roupa num instante.
No chuveiro, ele se joga em cima de mim, me levanta como se eu fosse papel, me segurando pelas nádegas.
Chupa meus peitos, e eu aperto ele com meus braços pra não sair dali.
As mãos dele agarram com força minha bunda e separam minhas nádegas, eu enrolo as pernas na cintura dele.
Ele começa a me deixar descer, até que pela gravidade minha buceta se encaixa na pica enorme do meu sobrinho.
Sinto calor e ardor na minha buceta, a água do chuveiro nos lubrifica. Ele me levanta e me abaixa com os braços musculosos. Nos beijamos apaixonadamente.
Ele me encosta na parede e continua me furando desesperado.
Grito de prazer, como poucas vezes, mas dessa vez não exagero nem finjo, é real, estou gozando com a pica adolescente do meu sobrinho dentro de mim.
Enquanto ele mete, lembro que tenho as camisinhas na mesinha de cabeceira. Ofegante, falo que ele tem que colocar a proteção. Ele fecha a água do chuveiro, me segura com um braço só.
Saímos pingando muito, ele me carrega na pica literalmente, até a cama.
Lá ele me joga e eu pego o preservativo extra grande.
Estou de quatro, essa posição parece que ele gosta, porque ele fala:
"que bunda gostosa você tem, tia, desde sempre eu olhava e me masturbava quando você vinha em casa, e agora tenho ela nua aqui"
Enquanto me viro o suficiente pra colocar a camisinha com a boca, isso enlouquece ele. A tia dele coloca o preservativo enquanto chupa ele.
Volto de quatro e ele tenta encaixar o falo enorme entre minhas nádegas, mostrando como ele é grande e como minhas duas nádegas não conseguem cobrir.
Ele abre minha bunda com as mãos e olha meu buraquinho rosa. Brinca com os dedos e tenta brincar com a glande enorme dele como tentando a entrada.
Digo que não, nunca fiz por ali, e além disso o pau dele era enorme, ia me machucar.
Não é pouca coisa me foder de quatro fingindo que sou a Booty, é muito prêmio pro meu sobrinho que tá começando agora suas primeiras experiências sexuais.
Ele mete de uma vez na minha buceta, sinto a estocada e solto um gemido abafado.
Ele mete como um touro, entra e sai, dá pra ouvir as palmadas da minha bunda contra as coxas dele. As bolas dele, a cada vai e vem, batem nas minhas pernas e nos meus lábios da buceta. Isso me excita.
Meu cabelo solto e molhado voa pra todo lado, fica no meu rosto e pula pra frente.
Meu sobrinho pega ele como se fossem crinas e me puxa pra trás como se quisesse me domar.
Se ele soubesse que me tem à mercê dele com esse pau.
Enquanto ele tá metendo, tenta de novo com o polegar no meu cu.
Tô tão excitada que a dor que causa me dá mais prazer, aí ele enfia o polegar inteiro, me sinto entupida pelo cu mas gozando sabendo que tô deixando meu sobrinho com tesão assim.
Ele continua me fodendo de quatro, minhas pernas tremem, e de repente ele goza, dessa vez no preservativo, eu também ao sentir ele estourar gozo. Gozamos juntos, desabamos na cama.
Ele tira o pau pulsando da minha buceta, tira o preservativo, tá cheio da porra juvenil dele. Ver ela toda junta me dá uma impressão, não é à toa que toda vez que ele gozava transbordava na minha boca e escorria pra todo lado. Claramente meu sobrinho tinha muita porra pra dar.
O pau dele tá meia-bomba, mas tá lindo, descansando no corpo adolescente dele, as bolas se contraem buscando renovar as forças.
Me arrisco e pego o preservativo cheio de porra, dou um nó e jogo do lado da cama, viro ele de barriga pra cima e começo a chupar o pau dele.
Me proponho a aproveitar a virilidade e juventude dele e fazer ele gozar pela segunda vez sem descanso.
Minha boca e minha língua brincam com o membro exausto dele, que tenta se recuperar depois dessa fodida.
Meu sobrinho parece reclamar, Precisa se recuperar, a glande fica sensível depois de gozar tanta porra. Não tô nem aí pra reclamação dele, vou fazer ele gozar de novo.
Coloco a bunda na cara dele, obrigo ele a cheirar meu cu e usar a palavra: buceta. Tímido, ele chupa minha buceta, mas se distrai mais com meu cu, enfia a língua lá.
Ainda dá pra ver que ele ficou fora de combate depois da primeira fodida.
"Tia, preciso de um tempinho, preciso me recuperar", ele implora.
Não dou importância pro que ele diz. Aperto as bolas dele com minhas mãos enquanto continuo chupando o pau dele até o fundo da minha garganta.
Não passaram nem mais alguns minutos, até que o pau inchado do meu sobrinho explode na minha boca.
Meu sobrinho solta um som gutural quando goza, uma mistura de prazer com sofrimento.
Quando como e limpo toda a porra, vejo a glande inchada do meu sobrinho, irritada, dá pra ver que antes de me foder ele tava se masturbando, e muito.
Coitadinho, fiz ele esperar muitos dias e ele teve que recorrer à masturbação, justo no dia que a gente transou e eu fiz ele gozar duas vezes.
Me dava agonia aquela glande enorme irritada, vermelha, inchada, mas me dava tesão saber que tava assim por minha causa.
Continuo com minha mão subindo e descendo a pele do pau dele.
"Tia, por favor..." meu sobrinho implora.
Me viro e beijo ele, passando a própria porra dele pra boca dele.
Ele fica com nojo, parece que não gosta de nada, eu continuo metendo a língua, fazendo a porra se misturar com nossa saliva. Percebo ele tentando evitar continuar me beijando. Dessa vez eu agarro o cabelo dele com força pra ele não fechar a boca.
A outra mão continua no pau dele, subindo e descendo.
Tô em cima dele, montada. Deslizo pra trás, tiro a mão da cabeça dele e do estojo vazio de camisinha pego o lubrificante. Lubrificante que uso pra besuntar o pau dele, cansada de cuspir porra. Ele tá meio duro, não totalmente, tentando se recuperar. Devia conseguir, não tem nem 20 anos.
Me viro de costas pra ele. Mostro minha bunda inteira. De cócoras.
Obrigo o pau dele a ficar ereto com minha mão, enquanto mostro meu cu. aberto, apontando pra cabeça vermelha irritada da pica dele.
Quando a glande bate no meu cu, enche minha buceta de fluido, meu coração acelera.
Faço força e, respirando fundo, empurro essa cabeça pra dentro do meu rabo.
Meu sobrinho reclama, eu continuo até que toda aquela glande entra com muito esforço. A embalagem do lubrificante cai no chão e fica perto da camisinha usada cheia de porra do meu sobrinho, essa cena de bagunça sexual me excita mais.
Me deixo cair e a pica lubrificada dele entra no meu cu por completo.
Dói por dentro, arde, me sinto entupida, alguns movimentos doem, incomodam, então cuido pra subir e descer devagar.
Meu sobrinho tá comendo meu cu e eu tô de costas pra ele poder ver, viro a cabeça pra olhar ele com tesão, colocando um dedo na boca.
Meu sobrinho olha pro meu cu, olha pra mim, goza mas sofre, essa pica irritada tá causando dor.
Já é quase meia-noite, fiquei espremendo porra do meu sobrinho por horas.
Sinto a pica inchar de novo dentro do meu cu, dói mais, tá dura pra caralho, se espalha toda inflando as paredes do meu esfíncter.
Assim termina soltando mais porra dentro de mim, sinto o calor escorrendo por dentro.
Agora meu sobrinho bate nas minhas nádegas, deixando os dedos marcados. Isso me acende.
Eu continuo cavalgando, ainda não tive um segundo orgasmo, meu sobrinho fala pra parar, que não aguenta mais.
Eu preciso continuar, então ignoro e subo e desco, fazendo a porra do meu sobrinho virar lubrificante no meu cu, sinto ela escorrer e pingar pelas minhas pernas.
De repente, sinto aquele vulcão prestes a explodir dentro de mim, como nunca na vida, tô prestes a sentir um orgasmo que vem do fundo da minha alma.
Começo a ofegar intensamente, esperando o orgasmo final.
Minhas unhas arranham as coxas dele, tentando amplificar o prazer.
Fecho os olhos e...
Abrem a porta do meu quarto. É meu marido.
Eu ainda tava subindo e descer nesses 23 centímetros do meu sobrinho explodi de prazer.
Um grito forte e incontrolável escapa, mesmo tampando minha boca.
Minhas pernas tremem como nunca, minha barriga tem espasmos de um prazer único, a mão que arranha meu sobrinho continua cravada ali como tentando segurar o orgasmo longo e intenso que estou sentindo.
Meu marido olha furioso a situação, nem consigo parar de cavalgar.
Meu sobrinho me levanta de um movimento só e me joga de lado na cama.
A cena é terrível, estou toda molhada do banho e do suor, despenteada, porra do meu sobrinho nas minhas pernas, na minha boca, camisinhas sem usar e uma usada com porra do meu sobrinho no chão, lubrificante espalhado pelo chão.
A esposa dele tinha feito o sobrinho gozar três vezes seguidas.
Meu sobrinho tenta cobrir a pica que escorre porra. Começa a chorar aterrorizado.
Meu marido se joga em cima dele e bate, tirando ele do quarto, ele se deixa bater mesmo sendo maior de corpo e mais musculoso, sabe que fez merda, além disso ainda é adolescente.
Ele diz pro meu marido:
"eu tentei falar pra ela parar, mas ela não parava"
Não acreditei, além de ter me comido como nunca, ainda joga a culpa em mim.
Tudo terminou como essas histórias devem terminar.
Meu sobrinho largou a faculdade, voltou pra casa da família no interior. Tudo com a desculpa de que sentia falta dos pais e medo da pandemia.
Com meu marido estamos separados de fato. Mas moramos na mesma casa, não podemos fazer divórcio formal nem separar bens porque tudo está parado na economia.
Ele dorme no quarto do meu sobrinho, eu na minha cama de casal.
Meu marido conseguiu fechar o negócio na Europa e voltou num voo de repatriação, com a ideia de me dar uma surpresa.
Já são 150 dias de quarentena, só 33 aguentei sem trair meu marido. Desde aquele dia não transei mais. Meu marido não fala comigo.
Não contou nada pra minha irmã.
Já no bairro quando saio, todas as vizinhas me olham torto. Dona Clotilde fe questão de que todo mundo soubesse que a puta do bairro não aguentou a abstinência e, assim que o marido foi embora, comeu o sobrinho de 18 anos.
Me arrependo de ter trazido ele pra casa, mas na parte sexual não me arrependo de nada. O que aquela pica do meu sobrinho me fez sentir foi algo único.
Assim que a quarentena acabar, vou me divorciar e sair procurando uns caras assim, mas acho que não vai ser a mesma coisa.
FIM
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2 comentários - Quarentena com meu sobrinho (X): Final