Minha sogra e o ex da minha namorada 1

Olá, meu nome é Adrián e tenho 31 anos. Tenho 1,83m, sou moreno, olhos castanhos, lábios finos e cabelo curto. Meu corpo tá bem cuidado, vou à academia e, na minha idade, cada vez curto menos comida porcaria e como mais coisas saudáveis, o que ajuda. É ruim eu falar, mas sou um cara atraente e nunca tive problema pra pegar ninguém.

Na vida, tive dois relacionamentos sérios. O primeiro foi com uma mina que conheci na faculdade e ficamos 9 anos juntos. Todo mundo achava que a gente ia casar, ter filhos e ficar juntos pra sempre, mas um dia ela me pegou traindo. Suponho que uma hora ia acontecer, já que fui infiel dezenas de vezes durante o namoro.

Demorei pra superar o término, eram muitos anos juntos e eu já via minha vida ao lado dela, mas objetivamente, eu merecia. Fiquei solteiro por um ano até conhecer quem seria minha próxima parceira, com quem fiquei oito meses e que tem relação com essa história.

Normalmente, a pessoa conhece a parceira e depois a sogra, no meu caso foi ao contrário. Anos antes do meu relacionamento acabar, comecei a trabalhar num depósito, onde conheci a Elena. Na época, eu tinha 25 anos e ela 39. Elena era uma mulher latina, do Equador, e era uma MILF perfeita. Media 1,55m, moreninha, olhos castanhos, lábios grossos e um corpo totalmente desejável numa MILF: magra com uma bunda latina gostosa e, mesmo com o uniforme de trabalho não dando pra ver tanto, uns peitões enormes, tamanho 105, que depois descobri que eram operados.

Não trabalhamos juntos por mais de umas duas semanas, mas foi o suficiente pra conseguir o número dela e manter contato por anos. Obviamente, minha intenção era comer ela, mas não parecia possível. Elena era muito séria e sempre tinha um monte de problemas, então era difícil puxar conversa com ela pra sondar se tinha chance. levar ela pra cama ou convencê-la do mesmo. Apesar de ter só 39 anos, já era viúva, embora já estivesse há anos com outro parceiro, mas o maior problema dela naquela época era que a filha de 18 anos tinha engravidado. Durante anos, Elena e eu mantivemos contato, embora não nos víssemos pessoalmente de novo até 5 anos depois, quando eu já estava solteiro. Naquele momento, eu tinha 30 anos e ela 44. Nos encontramos numa cafeteria, onde ela apareceu com o neto, já de quatro anos. Foi um prazer revê-la, conhecer o neto dela, e até brincávamos se levaríamos outros 5 anos para nos ver de novo, mas tudo mudou quando a filha dela veio à cafeteria buscar o filho. Foi assim que conheci Katia e, muito pouco tempo depois, ela se tornou minha namorada. Katia tinha 22 anos, media quase 1,60 e se parecia muito com a mãe no rosto, embora Katia fosse objetivamente bem mais gostosa que a mãe. No que não ganhava era no corpo, dava pra ver que a fisionomia era a mesma, mas Katia tinha uns 10 ou 12 quilos a mais, mas a verdade é que eles estavam muito bem distribuídos e uns peitos naturais tamanho 100 que faziam qualquer quilinho extra ser perdoado. Como já disse antes, Katia engravidou aos 18 anos e o relacionamento com o pai da criança acabou antes dela dar à luz. Ele a deixou semanas antes do parto pra ir embora com outra mina com quem a traía, e inicialmente tentou não assumir a criança, mas no final não teve escolha. Nunca cheguei a estar apaixonado por ela. Sinceramente, o que me pegou foi o físico dela. Era uma garota 8 anos mais nova que eu, com uns peitos do tamanho da minha cabeça. É errado falar assim, mas isso me pegou mais que o amor verdadeiro. Também influenciou bastante a mãe dela, o fato de ser minha "amiga", por assim dizer, fazia com que eu não quisesse causar dor à filha que afetasse minha relação com a mãe. Seja como for, ela acabou virando minha namorada. E nesse ponto já posso começar a contar a história. Katia e eu estávamos juntos há 3 meses, eu continuava morando sozinho enquanto Katia morava com o filho e a mãe dela. O namorado da Elena não morava com elas porque os pais dele eram muito velhos e ele precisava cuidar deles.
De segunda a sexta, eu ficava na minha casa porque eram os dias que eu trabalhava, e nos fins de semana a gente alternava entre Katia vir pra minha casa ou eu ir pra dela.
Chegou um domingo, eu estava desde sexta dormindo na casa da Katia e da mãe dela. Naquele fim de semana, o filho da Katia não estava porque era a vez do pai ficar com ele, mas já era o dia de trazer o menino de volta.
Estava combinado que Carlos, o ex de Katia, traria o menino em casa lá pelas 7 da noite. Naquela casa, odiavam o Carlos por tudo que ele tinha feito, e Katia sempre evitava cruzar com ele, então normalmente era a Elena quem cuidava de levar e buscar o menino. Assim, sempre que o Carlos tinha que trazer o menino em casa, Katia saía e o Carlos deixava o menino com a Elena. E quando o Carlos ia embora, Katia voltava pra casa.
_ Mãe, vamos indo porque o Carlos vai chegar a qualquer momento – disse Katia pra mãe dela
_ Tá bem, querida, eu te mando um WhatsApp quando ele for embora
Katia e eu saímos de casa e fomos pra uma varanda perto pra tomar alguma coisa enquanto esperávamos. Ficamos quase meia hora esperando a Elena avisar a gente pra voltar pra casa.
_ Quanto tempo ele tá demorando hoje – falou Katia
_ Você sabe que seu ex não é conhecido por ser pontual – eu disse, tirando a importância – te lembro que uma vez ele chegou uma hora e meia atrasado
_ Vou ligar pra mãe – ela respondeu, pegando o celular
_ Não atende? – perguntei depois de alguns segundos com minha namorada com o telefone no ouvido
_ Não – respondeu, desligando a chamada e fazendo outra
_ O celular da sua mãe é uma bosta, é mais velho que uma pedra
_ Continua sem atender… amor, você se importa de ir em casa ver se tá tudo bem? – ela me disse com voz meiga
_ Claro que tá tudo bem – eu disse, sem querer sair cerveja pela metade... o Carlos ainda não deve ter chegado e sua mãe deve estar fazendo coisas pela casa enquanto...

_por favor... -ela disse com carinha de menina boazinha, estendendo as chaves pra mim.

Não tive escolha a não ser aceitar o pedido da Katia e ir até o apartamento, que ficava a menos de cinco minutos de onde a gente estava. Subi as escadas e entrei.

_Elena? -falei ao entrar.

Ninguém respondeu. Olhei primeiro na cozinha, depois na sala, que eram os primeiros cômodos da casa, e não tinha ninguém. Segui pelo corredor quando me pareceu ouvir uns sons baixinhos. "Ahhh, ahhgg, ohhh".

Nem deu tempo de processar quando cheguei na altura do quarto do filho da Katia e lá estava ele, sozinho, de fones de ouvido, vendo desenhos na televisão pequena do quarto dele. Tão concentrado nos desenhos que nem percebeu que eu estava ali olhando ele da porta. Ia cumprimentar ele quando...

_Ahg! Ahggg! Porra! -ouvi com toda clareza.

Andei mais alguns passos pelo corredor até chegar perto do quarto do fundo, o quarto da Elena. Os sons já estavam muito mais nítidos. Meu primeiro pensamento foi que o Oscar, o namorado da Elena, tinha vindo e ela tinha esquecido de avisar que o menino já estava em casa, ou que ela mesma tinha aproveitado pra dar uma trepada com o namorado antes de avisar a gente pra ter mais privacidade. Da minha posição, dava pra ver a porta entreaberta. Não queria fazer barulho pra eles não me ouvirem e criar uma situação constrangedora. Me virei e fui saindo bem devagar pra não fazer ruído. Mal tinha dado três passos quando o que ouvi me gelou o sangue.

_Ahhhh deus! AHHHHH DEUS! -ouvi o gemido enorme de prazer da Elena- Ummphh... porra, você é... você é o máximo AHHH! Ohhh Carlos, me fode! ME FODE!

Carlos? Não fode! Me virei e fui até o quarto, me encostei na porta entreaberta e, mesmo já tendo ouvido o nome... Do Carlos, não consegui processar o que tava rolando até ver com meus próprios olhos.
A Elena tava deitada na cama, o cabelo cobrindo o rosto dela todo suado, ainda com a mesma regata branca que ela usava de tarde, mas agora os peitos tinham escapado por cima. As pernas dela estavam num ângulo reto, apoiadas no torso do Carlos, que tava de joelhos na cama, completamente pelado, metendo violentamente nela.
_Mmmmm, Elena… que vontade que eu tava de te foder – ele falava entre bufadas- cê gosta, hein?_
Eu tava vendo o Carlos pela primeira vez. Só sabia dele o que me contaram, mas nunca descreveram o físico dele. Ele media mais ou menos 1,70, cabelo castanho ralo com entradas que iam quase até o meio da cabeça, e o corpo era bem magro, com vários tatuagens pequenas mal distribuídas. Não entendia o que a Katia via nesse cara… ou talvez sim.
_¡¡Siii, Carlos!! ¡Si! ¡¡¡¡Ahhgggg!! Porra, que pau que você tem! – a Elena se contorcia de prazer- me dá! ¡¡¡Me dá!!! Ufff.._
_¡¡ahh si… Elena!! Cê sempre fala que eu sou o porco, hein? – Carlos ergueu levemente o quadril da Elena com as mãos e começou a foder ela mais forte- toma mais! ¡toma mais! Quem é a porca? Ehh Quem?_
_¡¡ahnnggg!! Sii… Ohhh Carlos ¡SIII! – ela mal conseguia falar de tanto prazer- eu! Eu sou sua porca, Carlos ¡YOOO! ¡AHHHHHGGG!_
A imagem me prendeu, não sabia se tinham passado 2 minutos ou 10, nem quando meu pau tinha ficado duro que nem pedra.
_¡Ahhfff! ¡Ahgggg! ¡DEUSSSS! ¡AHHH DEUSSSSS! – a Elena bufava forte a cada investida mais violenta do Carlos- ¡¡¡Ahhhh……AHHHHGGG…. Vou gozar… Vou chegar lá de novo!!! AHHMMM, tô quase…_
De novo? Ouvir essas palavras da Elena fez uma gotinha de porra escorrer do meu pau, que tava pedindo pra eu bater uma punheta.
_¡ufff! Porra…. ¡Amo sua buceta! ¡PORRA! ¡Sinto você gozando! – o ritmo e a cara do Carlos mostravam que ele também não tava longe de gozar- Porra… umffffff… que mulher_ O merda do teu namorado não te come assim, hein?"
"Não... Ele não me come como você! Mmmmm... Me dá... VOU GOZAR! VOU GOZAR!" – Elena se contorcia completamente – "Mmmm AHHHH! MEU DEUS!"
"PORRA! JÁ GOZEI, VAGABUNDA" – disse Carlos, quase possesso, tirando o pau da buceta de Elena e arrancando a camisinha de uma vez, antes de começar a bater uma – "UFFF, que gozada! PORRA!"
Em segundos, vários jatos de porra começaram a cair na barriga de Elena, que estava encharcada de suor e completamente exausta. Depois do último, Carlos se deixou cair na cama ao lado de Elena, e os dois, em silêncio total, recuperavam o fôlego.
Naquele momento, percebi que minha presença ali era mais arriscada do que nunca. Então, devagar e sem fazer barulho, percorri todo o corredor e saí pela porta do apartamento. Não sabia o que fazer, o que dizer ou o que pensar. Fui direto para o terraço onde Katia estava.
"Tá tudo bem, Adrián?" – ela disse ao me ver – "Você tá com cara de bosta."
"É... sim, tá tudo bem."
"E a mamãe?"
"Bem" – demorei uns segundos para processar o que ela queria dizer – "Não vi ela."
"Como assim, não viu ela?" – perguntou, estranhando.
"Vi o carro do seu ex na porta" – era mentira, não tinha visto – "então não quis entrar no apartamento, não quero arrumar confusão com seu ex. Ele devia estar deixando o menino, e agora ela vai te ligar."
Por sorte, em segundos Elena ligou para Katia e interrompeu aquela conversa. Voltamos para casa, Elena estava lá como se nada tivesse acontecido, fazendo o jantar. Fui para o quarto do menino e fiquei brincando com ele por um bom tempo, o que me ajudou a me distrair do que tinha visto. Mas tudo mudou quando me chamaram para jantar.
Fui para a sala, as duas estavam lá como num dia qualquer, mas eu estava vendo algo que parecia que só eu via. Na blusa branca de Elena tinha uma pequena mancha, e eu não tinha dúvida do que era. Era um resto de porra do Carlos que Elena não tinha conseguido limpar direito.
"Você tá pálido, Adrián" – disse Elena.
"Ele tá assim há um tempão" – falou Katia. —Tá bem, amor?
—Tô sim —falei, e depois de pensar um segundo—. Tô com uma dor de cabeça... acho que vou deitar já.
Não tava com sono nenhum, mas precisava fugir daquela situação porque meu nervosismo tava na cara.
—Claro, love, pode ir pra cama se quiser —disse a Katia.
Não lembro na minha vida de ter ido pra cama tão cedo, nem de ter acordado tão cedo sem despertador. Eram seis e meia da manhã, já tava olhando pro teto fazia um tempo quando levantei pra ir ao banheiro.
—Ai! Que susto —disse a Elena quando trombei com ela no corredor—. O que cê tá fazendo acordado?
—Já sabe, ontem fui dormir muito cedo.
—Claro —respondeu ela—. Vou tomar um banho que tenho que ir pro trabalho e já tô atrasada.
—Eu te levo —respondi na hora.
—O quê? Agradeço, Adrián, mas não precisa.
—Relaxa, já tô acordado e no ônibus você leva uma hora. Toma banho e toma café tranquila que de carro a gente chega em 20 minutos.
Às sete e meia da manhã, entramos no meu carro e fomos pro trabalho da Elena.
—Cê não falou uma palavra o caminho inteiro —ela disse quando já tava entrando no distrito industrial—. Ainda tá com dor de cabeça?
—Não, tô bem.
—Então o que cê tem?
A gente tava a duas ruas do trabalho dela, e eu entrei num beco que parecia não ter carro nenhum e estacionei.
—Tá tudo bem, Adrián? Aconteceu algo com a Katia? —perguntou preocupada.
—Com a Katia tá tudo bem.
—Então o que foi? Por que cê parou aqui?
—Te vi ontem —falei, olhando fixo pra ela.
—Me viu o quê? —perguntou estranhando.
—Te vi... com o Carlos.
—Eh... O quê? —ficou toda nervosa—. Me... me viu o quê?
—Precisa falar? —esperava que ela dissesse algo, mas não falou—. Te vi transando com o Carlos.
A Elena tentava falar, mas não conseguia, dava pra ver que ia começar a chorar. Pra quebrar aquele silêncio tão chato, contei o que tinha rolado, que a Katia tinha chamado, ela não respondia e tinha me mandado ver se estava tudo bem.
— Ela sabe de algo? — disse com as primeiras lágrimas nos olhos.
— Não.
— Você vai contar pra ela?
— Não, Elena — após alguns segundos de silêncio, enquanto ela chorava cada vez mais forte —, eu achava que você odiava ele, pelo que fez.
— E eu odeio, mas... não sei o que dizer — Elena nem olhava na minha cara enquanto falava.
— Isso... vocês fazem isso sempre que ele traz o menino?
— Não, aconteceu 3 vezes... quatro com a de ontem. Você deve achar que sou horrível.
Depois de todas as vezes que eu tinha traído minha ex, não podia deixar de entender o que Elena tinha feito, mas sendo o namorado da filha dela, não dava pra usar esse argumento pra consolar ela.
— Não tem problema, Elena — falei, dando um abraço nela —, essas coisas acontecem.
— Não quero fazer de novo — disse, chorando mais alto —, sério, não quero enganar o Oscar, ele não merece isso — parecia bem convincente.
Por vários minutos, a conversa se resumiu a ela repetindo que não ia rolar de novo e eu tentando amenizar a situação.
— Mas me conta, Elena, como é que tudo começou?
— Sniff... fui na casa dele pra acertar uns termos da custódia pra Katia não precisar ir e... tava há um tempo sem... sexo com o Oscar, e o Carlos começou a me enganar e quando me dei conta... — demorou uns segundos pra continuar — o Carlos já tava me dedando e eu tava completamente fora de mim.
Ouvir a expressão "me dedar" saindo da boca da mãe da minha namorada fez meu pau ficar duro que nem pedra. Queria perguntar o que aconteceu depois, que me contasse como tinha chupado o Carlos e depois como o Carlos tinha metido nela, mas era impossível fazer isso sem soar errado.
— Já... já vai ficar tarde.
— É, claro — falei, ligando o carro.
— Então não vai contar nada pra Katia? — perguntou de novo, preocupada.
— Não, Elena, isso vai ser nosso segredo — falei, passando confiança.
— Não vou fazer de novo — disse com firmeza.
Deixei a Elena no trabalho e voltei pra casa. Já era segunda-feira e de tarde eu trabalhava. então chegou a hora de eu pegar minhas coisas e ir pra casa.
—Onde você estava? —me perguntou Katia quando me viu entrar em casa
—Levei sua mãe pro trabalho pra ela não ir de busão
—Que bonzinho você é
—Vou pegar minhas coisas
—Claro, love

Era só a roupa de dois dias, ia levar segundos pra amassar e jogar dentro da mochila. Depois de fazer isso, fui no banheiro mijar antes de ir. Comecei a mijar, com a mão segurando meu pau direcionando o jato enquanto meu olhar se perdia no cesto de roupa suja onde eu tava vendo a blusa branca que a Elena usou ontem. Terminei de mijar e me aproximei do cesto sem nem subir a cueca. Peguei a blusa e cheirei, cheirava a Elena e a suor, meu pau ficou duro e procurei na hora a mancha que tinha visto na noite anterior. Toquei com o dedo e não tinha dúvida, era porra seca.

—Uff —falei baixinho e tranquei a porta do banheiro pra ninguém incomodar— que putinha você é, Elena

Tirei meus tênis e deixei cair completamente a calça e a cueca, ficando só com a camiseta. Comecei a esfregar a blusa da Elena no meu pau por quase um minuto até levar ela de volta ao nariz com uma mão e comecei a bater uma com a outra. Entre o tesão do dia anterior e o mini tesão que tinha dado naquela manhã no carro, a punheta tava sendo uma das melhores que eu lembrava em muito tempo. Não foi uma punheta muito longa, mas foi bem satisfatória, chegou a hora da gozada e usei a blusa dela pra descarregar toda a minha porra nela, e foi uma gozada bem generosa. Assim terminou aquele fim de semana pra mim.

Passou a semana seguinte, não tinha visto a Katia a semana toda, mas já era sexta-feira e eu ia voltar pra casa dela pra passar o fim de semana juntos. Era a vez dela ficar com o filho, então não íamos ter muita liberdade, mas naquela mesma sexta, quando o menino fosse dormir, eu ia meter uma foda na Katia que ia fazer as estrelas tremerem.

Cheguei no apartamento da Katia e Elena quase 11 da noite, eu sabia que estavam me esperando pra jantar.
"Oi" – falei ao entrar pela porta
"E aí, Adri?" – ouvi a voz do Oscar, o namorado da Elena – "a gente tá te esperando"
"Oi, amor" – Katia me disse ao me ver, me dando um selinho
"Hoje é jantar de casais?" – perguntei ao ver o Oscar ali
"Sim" – disse Oscar, me mostrando a taça de vinho que tinha na mão – "pelo menos um dia que posso ficar pra dormir"

Katia também tinha uma taça de vinho na mão, isso era bom. Embora a Katia já seja bem fogosa, quando bebe fica ainda mais, e além disso me excitava como ela se vestiu. Aos 22 anos, ela sempre usava roupas bem esportivas, mas isso não tirava a sensualidade dela. Ela vestia uma calça preta simples de moletom e uma camiseta branca justa que destacava os peitões dela.

"E o menino?" – perguntei
"Dormindo, são 11 da noite" – disse Elena saindo da cozinha com uma travessa de comida
"Oi, sogra" – falei num tom cúmplice
"Oi" – disse ela me dando um beijo na bochecha depois de deixar a bandeja na mesa – "sentem-se, vamos comer"

Elena também tinha se vestido realmente sexy, dava pra ver que naquele dia o Oscar ia dormir em casa e ela queria estar gostosa. Ela usava uma calça preta de couro que simulava o material, fazendo uma raba de infarto, e uma blusa verde com um decão generoso.

Sentamos pra comer, abrimos vinho e tivemos um jantar muito agradável falando do de sempre. Como foi a semana de cada um e alguma história do menino. Terminamos a primeira garrafa de vinho e começamos a segunda, então, sem perceber, os quatro já estavam meio altinhos.

Apesar de a noite ser agradável, eu queria que acabasse logo e ir pro quarto com a Katia e arrebentar ela de tanto foder, mas nem tudo ia sair como eu queria. As desgraças começaram a acontecer.

"Porra! O que eles querem agora?" – disse Oscar olhando pro celular dele que começou a vibrar
"Já viu" – disse Elena sarcasticamente enquanto Oscar se levantava e ia falar no telefone
"Tenho que ir" – disse ele Oscar, que não tinha nem 10 segundos falando no telefone
_Que foi? – perguntou Elena
_A mesma merda de sempre, minha mãe – disse Oscar com um tom preocupado
_Ehh… quer que eu vá com você? – ela perguntou
_Não, não tem muito o que você possa fazer
_Você tá em condições de dirigir, Oscar? – perguntei eu
_Não se preocupa – disse Oscar enquanto pegava a jaqueta – minha casa é aqui do lado
Ele se despediu rapidinho e foi embora. Os pais do Oscar são velhos e a mãe dele tá bem doente. Aquilo quebrou o clima pra todo mundo.
_Galera, é melhor eu ir dormir agora – disse Elena
_É, a gente também – falei, tocando a perna da Katia já pensando na pica que ia meter nela
Fomos pro nosso quarto. Mal fechei a porta, agarrei a Katia por trás, encostei meu pau na bunda voluptuosa dela e minha mão esquerda pegou uma das tetas dela.
_Que isso? O que cê tá fazendo? – falou baixinho a Katia
_O que cê acha? – falei enquanto a outra mão enfiava dentro da calça dela e começava a esfregar com força a buceta dela por cima da calcinha fio dental
_Ahh! – gemeu baixinho – Para! Para! – disse sem levantar a voz
_Qual é o problema?
_Isso – disse apontando pra cama onde dava pra ver o garoto dormindo
_Não fode? O que ele tá fazendo aqui? – perguntei em voz baixa
_Ele disse que queria dormir com a gente e eu deixei – falou se virando – Desculpa, amor, amanhã te compenso
Não tive escolha a não ser segurar minha vontade de foder e esperar que ela me compensasse no dia seguinte. Nós dois deitamos na cama com o garoto dormindo no meio.
Já tava há meia hora na cama, a Katia tava completamente dormindo, mas eu não conseguia pegar no sono, tava com um puta tesão. Passou mais meia hora tentando não pensar em nada pra ver se dormia, mas não teve jeito. A única coisa que eu queria era bater uma punheta pra aliviar essa ereção. Não dava pra bater uma ali com o garoto dormindo do lado, então não tive escolha a não ser ir pro banheiro.
Saí do quarto fechando a porta Fechei a porta e fui pro banheiro, me veio na cabeça a hora que eu tinha me masturbado com o top da Elena e pensei que talvez tivesse alguma roupa dela no cesto. Aquilo só aumentava minha ereção, parecia que a pica ia explodir. Cheguei na porta do banheiro, ia empurrar pra entrar quando fiquei paralisado olhando a porta do quarto da Elena. Cinco passos e eu tava lá, não sei se era o álcool ou se todo o sangue do meu corpo tinha ido pra pica, mas automático, sem pensar, fui pra lá.

_ Elena? – falei baixinho batendo na porta – Elena? – bati de novo

Não teve resposta, já fazia mais de uma hora que ela tinha ido dormir, devia estar mais que dormida e ainda... Que porra eu tava fazendo? O que passava pela minha cabeça? Nem eu sabia.

_ Elena? Tá acordada? – falei um pouco mais alto batendo de novo – Elena? Sou eu – na hora pareceu que ouvi um barulhinho lá dentro e de repente uns passos se aproximando. Não sei bem por que, mas minha reação na hora foi tirar a camiseta e jogar no chão, ficando só com a parte de baixo do pijama onde dava pra ver uma ereção enorme.

_ Adrián? – ela falou abrindo a porta só um pouco, mostrando só a cabeça – O que cê tá fazendo aqui?

_ Cê tava dormindo? – perguntei feito idiota

_ Ahã... sim, o que cê quer? – falou com voz de quem tinha acabado de acordar

_ Pos... posso entrar?

_ Ahhh... sim, acho que sim

Ela abriu a porta toda e eu fiquei de boca aberta, nunca tinha visto um pijama tão gostoso. Ela tava de shortinho rosa com uma linha branca fina na cintura e um top da mesma cor com alcinhas finas também brancas que não cobria a barriga toda, com um decote generoso e dava pra ver parte do peito pelos lados. Dava pra ver que ela não tava de sutiã.

Ela foi direto pra cama e se cobriu toda com o lençol, mas não me impediu de continuar olhando. vendo aquele espetáculo.
_me diz, o que você quer? – ela me perguntou enquanto eu a olhava dos pés da cama
_ehh… não sei, conversar – falei ainda nervoso, sem saber o que queria
_já, mas…
_posso sentar aí? – interrompi, apontando para o lado dela na cama
_s… sim – disse sem entender o que estava rolando
Sentei ao lado da Elena na cama, ela parecia tremenda nervosa, igual a mim. Nem eu mesmo sabia o que estava fazendo.
_por que você se cobre com o lençol?
_eu… não sei. Acho que assim fico mais confortável
Fiquei olhando pra ela por uns segundos, não sabia nem o que dizer. No meu cérebro tinha muito pouco sangue, todo o sangue estava na minha pika e parecia que ela queria assumir o controle dos meus atos. E foi isso que aconteceu.
_Já te vi pelada – falei enquanto com a mão peguei o lençol e puxei devagar – e fodendo…
_não fala isso – disse enquanto com os braços parecia querer se cobrir – você me disse que não contaria nada
_e não vou contar, nunca te trairia, mas preciso da sua ajuda
_minha ajuda? como assim?
Naquele momento entendi o que estava fazendo ali, o que realmente queria e como ia conseguir.
_te vi foder com o Carlos e vi como você curtia, como você gemia, como você gozava…
_Adrián, não quero falar disso, já te disse que não ia rolar de novo
_não é isso, Elena. Desde que te vi como você curtia com o Carlos, fico pensando se a Katia também curtiria tanto com ele – mentia, não tinha problema nenhum com isso
_não… não sei o que quer que eu te diga sobre isso, eu não sei como eram as relações dela
_já reparou no volume da minha calça?
_o quê? Adrián, você é louco?
_tem razão, desculpa, por baixo da calça pode enganar
Abaixei a calça do pijama, ficando só com uma cueca preta onde minha pika saía mais da metade pra fora.
_você não quer me ajudar, Elena? – falei, ajoelhando na cama e tentando virar a cabeça dela devagar pra que ela visse minha pika
_se quero ajudar, mas… – naquele momento consegui que o olhar dela se dirigisse pra meu pau
_ficou sem palavras, Elena? –Elena não respondia- vamos, fala alguma coisa, cê acha que é maior que o do Carlos?
_eh… eu não deveria –ficou pensativa- sim, é maior que o do Carlos
Não sabia se ela tava falando sério ou só pra acabar com aquilo, eu também não sabia qual dos dois tinha o maior, mas de qualquer jeito aquilo não ia terminar ali.
_não sei se cê consegue avaliar objetivamente, pra ver direito eu devia tirar a cueca
_devíamos terminar com isso, Adrián
_tamo perto de terminar, só precisamos esclarecer quem tem o maior
Eu continuava de joelhos e comecei a baixar a cueca devagar, meu pau saindo completamente ereto. Percebi os olhos da Elena se cravando no meu pau e a respiração dela ficando ofegante.
_é grande, né?
_sim… muito grande… é enorme… sim
_toca ele, quero saber se no tato cê também acha que é maior
Elena não dizia nada, tava completamente paralisada, eu sentia cada vez mais a excitação dela, então peguei a mão dela e guiei até meu pau.
_se quiser tocar, cê tá morrendo de vontade e eu também –falei enquanto a mão dela chegava no meu pau e eu começava a guiar o movimento dela
Não acreditava que tinha conseguido fazer a mãe da minha namorada me masturbar. Depois de um minuto guiando, soltei minha mão e ela não parou de mexer no meu pau.
_continua assim, gostosa… hoje cê vai aprender o que é um pau de verdade… continua assim
_sem dúvida é maior… e mais grosso
_eu não tenho tanta certeza, precisa fazer outro teste pra confirmar
_qual? –disse sem soltar meu pau nem desviar o olhar dele
_coloca meu pau na sua boca –falei com confiança acariciando o rosto da Elena- quero que me diga se enche tanto sua boca quanto o do Carlos enche
_ehh… eu não posso… Katia… Oscar… –disse soltando meu pau
_Oscar não tá e a Katia tá dormindo –falei enquanto me deitava de costas na cama com meu pau apontando pro teto- cê tá morrendo de vontade, Elena, coloca na boca, cê vai adorar como é gostoso está
Demorou uns segundos pra reagir, que pareceram uma eternidade. Ela se deitou na altura da minha pica, segurou ela com a mão pela base e, depois de suspirar bem fundo, começou a enfiar na boca dela.
— Ahhh, caralho, Elenita... puta merda, que boquinha — falei, cheio de prazer
— Glup, glup... slurpp... glup — a boca da Elena fazia barulho, mal enfiando mais da metade da minha pica na boca dela
A Elena tinha uma técnica foda pra chupar pica. Os lábios grossos dela faziam uma fricção perfeita na minha pica, enquanto a língua se mexia com maestria. Depois de um tempo me mamando, ela tirou a pica da boca pra pegar ar.
— A pica do Carlos enche tanto sua boca assim?
— Mmm, sim, muito mais — ela disse, enquanto com a mão começava a me bater de novo — a sua eu mal consigo enfiar metade na boca
— Relaxa, vou te ensinar como se mama um pauzão desse tamanho
Segurei a cabeça da Elena e fui aproximando ela da minha pica. Ela abriu a boca e a minha pica foi entrando devagar na boca dela. Ela tentou parar quando tava com metade da pica dentro, mas eu fui forçando devagar até quase enfiar ela toda na boca dela.
— UMMGGHH!! Glup! UMMMHHHH!! — a Elena tentava reclamar que mal conseguia respirar
— Vai, Promiscuous! Aguenta — falei, forçando a cabeça dela pra manter aquela posição — Nunca imaginou que um pauzão desse ia entrar na sua boca, né?
Depois de aguentar aquela posição por um bom tempo, comecei a mover a cabeça dela, guiando a mamada, principalmente marcando até onde ela devia enfiar na boca e dando o último empurrão que ela precisava.
— Glagg...!! Wueggg!! — parecia quase um engasgo toda vez que a Elena enfiava a pica quase toda na boca
— Uff, Elena, você consegue... porra... se é uma gulosa mesmo, entra quase até o fundo... sinto sua garganta... até o fundo! Boa garota!
— Porra... quase me afoguei! — a Elena disse, tirando a pica da boca — Que pedaço de pica, é impossível enfiar ela toda na boca
Me posicionei na altura da Elena e nossas bocas se encontraram num beijo apaixonado, que eu aproveitei pra começar a introduzir minha mão dentro do short dela. Só de roçar a calcinha dela com meus dedos já dava pra sentir o quanto a bucetinha dela tava molhada, e não demorei pra afastar a calcinha e meter dois dedos direto na buceta dela, que entraram como se fosse nada.
— Tô vendo que você tá bem molhadinha, sua puta, haha — tirei minha mão da buceta dela e enfiei os dedos molhados na boca dela — vou te fazer sentir no paraíso, deixa eu tirar isso daqui e me dá um preservativo.

Comecei a descer o short rosa lindo dela e a calcinha preta enquanto ela esticava a mão pro criado-mudo pra pegar uma camisinha. Peguei o preservativo que a Elena tinha me dado, me ajoelhei na cama e comecei a colocar a camisinha, que era realmente pequena pro tamanho do meu pau. Consegui colocar de mal jeito, mas parecia que ia estourar a qualquer momento. Elena continuava deitada na cama, completamente de pernas abertas, eu segurei as pernas dela e posicionei ela pra começar a penetrar. Meu pau já roçava a buceta molhada dela, que pedia por uma boa penetração.

— Essa noite você é minha puta! Diz o que você quer que eu faça com isso — falei enquanto meu pau roçava a buceta dela e ela não respondia — vamos, FALA!
— Quero… quero que você me coma, me come por favor! Me come!
— Isso que eu queria ouvir, se prepara pra receber a foda da sua vida — segurei os quadris da Elena pra encaixar ela e meu pau começou a entrar praticamente sem esforço na buceta molhada dela.

— Aaahnnn! — gemeu a Elena tentando não fazer barulho quando meu pau já tinha entrado quase três quartos. Nesse ponto dava pra sentir que tava custando a entrar, mas devagarzinho fui conseguindo enfiar meu pau inteiro na buceta dela — Aaahnnn! — ela gemia de dor e prazer.
— Psiu! Cala a boca, não queremos acordar a Katia — falei com meu pau completamente dentro — agora começa a parte boa, você vai aproveitar como nunca aproveitou com o Oscar ou com o Carlos.

Comecei com umas estocadas cuidadosas pra buceta dela se acostumar com o tamanho do pau. Durante vários minutos eu comi devagar enquanto a Elena fazia óbvias tentativas de não gritar. Eu tava tão excitado que naquele momento nem pensei que não podíamos fazer barulho e comecei a aumentar o ritmo das minhas estocadas.
_¡¡¡AHhhh deus!!! ¡¡¡ AHHHH DEUSSSSSSSSSSSS!!! – Elena já tava custando a segurar os gritos e a cara de prazer dela era evidente –¡¡AHhhhh…. Ahhhhh!! Mmmmmm ¡¡¡Como você fode!!!
_Mmmm sim Elena…. Vou continuar te fodendo
_¡¡Siiii Adriannn… continua! Continua me fodendo! – ela pedia
Aquelas palavras da Elena faziam eu meter ainda com mais força e eu sentia meu prazer aumentar enquanto via os peitos dela pulando debaixo da blusa. Esses peitos pediam pra ser livres e com um puxãozinho pra baixo eles saltaram disparados.
_uffff Elena, que vontade de chupar esses peitos – falei sem parar de foder ela
_¡¡Ayyy!! Faz o que quiser Adrián mas não para de me foder ¡¡Continua… não para!! ¡¡não para de me foder assim tão forte!!
Comecei a chupar os peitos dela enquanto fodía, eram enormes pra uma mulher tão baixinha e magra. Eu entendia perfeitamente que a Elena tivesse fodido o Carlos na época e agora eu, uma mulher assim não pode ficar desatendida.
_¡¡Ohhh porra!! ¡¡Que peitos você tem Elena!! Adoro eles
_¡¡Ahhh sim!! Então aproveita, chupa meus peitos o quanto quiser
_¿e agora? – falei parando de chupar os peitos dela e aumentando o ritmo das minhas estocadas- ¿Quem te fode melhor? ¿Carlos? ¿Oscar? ¿EU?
_¡¡AHHHggg!! ¡que bruto você é! Você…. VOOOOCÊ mmmmmggggg ¡Me fode melhor que qualquer um – afirmou Elena se contorcendo de prazer- Ahhh… ¡¡Ahhhhh…. AHHHHH!! Adrian, eu vou gozar… ¡Vou gozar!! – enquanto agora com as pernas dela envolvia minha cintura e eu sentia o ápice do orgasmo dela
_¡¡Ahhhh Porra Elena!! ¡Você é uma Promíscua! ¡Vadiaaaa… eu também não aguento mais!
Tirei meu pau da buceta da Elena e mal roçando a camisinha apertada ela estourou no meu primeiro jato que se perdeu na cama da Elena enquanto eu buscava com os próximos gozar sobre os peitos monumentais dela que acabei regando com vários jatos fortes antes de me deixar cair completamente rendido ao lado da Elena.
Ficamos os dois deitados por vários minutos na cama, recuperando o fôlego, e parecia que nenhum de nós queria quebrar aquele silêncio.
— Você foi incrível, Elena — falei, com meu pau já no estado natural.
— Adrián... — ela ficou vários segundos pensativa — o que aconteceu... é errado, é muito errado.
— Só nos deixamos levar.
Depois que a excitação passou pra Elena, os remorsos começaram e ela não demorou a chorar de novo.
— Eu... eu me arrependo — menti — o álcool e a empolgação nos pregaram uma peça. Não quero fazer nada que te machuque, Elena, sabe disso, né?
— Claro — disse com os olhos cheios de lágrimas.
— Não entendo o que aconteceu — menti descaradamente — e você tem razão, isso foi errado.
— É... acho que é culpa dos dois.
— Não se preocupa, não vai acontecer de novo, vamos esquecer que isso rolou.
— Obrigada, Adrián — disse enxugando as lágrimas.
— De nada, sabe que pode confiar em mim. Melhor eu voltar pra Katia, não seja que ela acorde.
Depois de uma despedida fria, vesti o pijama e voltei pro quarto, orgulhoso do que tinha conseguido. Katia e o filho dela dormiam tranquilamente. Antes de me deitar, peguei o celular da Katia que estava na mesinha de cabeceira e abri os WhatsApps que ela tinha com o ex. Não tinha nada de especial, conversas bem curtas, respostas monossilábicas e tudo relacionado ao menino. Mas não era isso que eu procurava.
Copiei o número do Carlos, salvei no meu celular e mandei um WhatsApp:Oi, Carlos, tudo bem? Sou o Adrián, o namorado da Katia.CONTINUA…

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